Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 04/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

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Brasil

Empresas

Depois de um ano, programa de créditos de descarbonização do Brasil supera metas

“No primeiro trimestre, as metas de créditos de descarbonização, os chamados Cbios, ultrapassaram metade do estipulado pelo programa Renovabio para todo 2021. Dos 24,8 milhões de Cbios que as distribuidoras de combustível fóssil estão obrigadas a comprar até o final do ano,  já foram disponibilizados 14 milhões. Os Cbios são uma ferramenta do programa Renovabio, criado pelo Ministério de Minas e Energia (MME). O projeto prevê “remunerar” a produção sustentável de biocombustível e, de outro lado, “obriga” as distribuidoras de combustível fóssil a reduzir a pegada de carbono, por meio de compensação com os créditos. Cada Cbio corresponde a uma tonelada de CO2 equivalente não liberado na atmosfera.”

Fonte: Época Negócios, 04/06/2021

Galp aposta em pré-sal e renováveis para crescer no país

“Terceira maior produtora de petróleo do Brasil e uma das principais sócias da Petrobras no pré-sal, a portuguesa Galp anunciou na quarta-feira corte de 20% no seu plano global de investimentos. O mercado brasileiro, contudo, promete ser preservado pela companhia, que aposta não só no crescimento da produção petrolífera no país como também mira oportunidade em renováveis, dentro da estratégia de se posicionar frente à transição energética para uma economia de baixo carbono.”

Fonte: Valor Econômico, 04/06/2021

Restauração da Mata Atlântica melhora situação climática e a imagem do país

“A contribuição do Brasil para a crise climática pode ocorrer também com o fim do desmatamento da Mata Atlântica, o bioma mais ameaçado do país, e sua regeneração. Existe governança para a recuperação do ecossistema, que poderia ser transformar em uma referência global para a restauração de uma floresta tropical. Além disso, é uma ação fundamental para minimizar os efeitos da crise hídrica em vários Estados do país. O enunciado acima é defendido em uma carta publicada recentemente na “Nature Climate Change” e assinada por Luís Fernando Guedes Pinto, diretor de conhecimento da Fundação SOS Mata Atlântica e Maurício Voivodic, diretor executivo do WWF-Brasil. A intenção é colocar a Mata Atlântica no foco internacional e impulsionar a regeneração do bioma em um momento em que as Nações Unidas declaram 2021-2030 como a Década da Restauração dos Ecossistemas.”

Fonte: Valor Econômico, 04/06/2021

Cidades deverão valorizar laços comunitários e espaços abertos

“Algumas das mudanças provocadas nos últimos meses pela pandemia em nossas vidas, do modo como trabalhamos a como nos alimentamos, começam a se consolidar como tendências e a desenhar o futuro próximo, especialmente nos grandes centros urbanos. As perspectivas são, quem diria, otimistas: as transformações recentes podem nos legar mais verde, mais saúde e o fortalecimento de laços comunitários, que podem vir a ser instrumentais não somente para agir diante de novas crises sanitárias, mas também das climáticas.”

Fonte: Valor Econômico, 04/06/2021

Municípios de MG movem ação civil pública contra Samarco, Vale e BHP por usina soterrada

“Os municípios mineiros de Rio Doce e Santa Cruz do Escalvado movem uma ação civil pública contra a Samarco, suas controladoras Vale e BHP Billiton, e a Fundação Renova para cobrar R$ 48,9 milhões em tributos que deixaram de arrecadar após o rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana, em 2015. O rompimento da barragem soterrou a usina hidrelétrica Risoleta Neves, conhecida como Candonga. A ação foi ajuizada na 12ª Vara Federal de Belo Horizonte na terça-feira (1º).”

Fonte: Valor Econômico, 03/06/2021

Política

Programa para uso do hidrogênio será anunciado em 60 dias, diz ministro

“O governo pretende anunciar em 60 dias seu programa nacional para uso do hidrogênio, disse nesta quinta-feira (03) o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, na XII Reunião Ministerial de Energia Limpa (CEM). O evento congrega 29 países e a Comissão Europeia. O programa estimulará a pesquisa e o investimento no uso do hidrogênio e é uma iniciativa fundamental do governo brasileiro para descarbonizar sua matriz energética, disse em seu discurso. Ele também mencionou o programa Combustível para o Futuro, que igualmente procura elevar o uso de combustíveis sustentáveis no país.”

Fonte: Valor Econômico, 04/06/2021

São Paulo apresenta plano para zerar emissões de gases estufa até 2050

“O prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes, lançou hoje (3) o Plano de Ação Climática do Município de São Paulo (PlanClima SP). Desenvolvido em parceria com a rede internacional de cidades C40,  o plano pretende neutralizar as emissões de gases de efeito estufa na capital paulista até 2050. A C40 reúne megacidades de diferentes partes do mundo que estão comprometidas a enfrentar a mudança do clima. O objetivo dessa rede é incentivar a cooperação internacional entre as grandes cidades do mundo e apoiá-las na adoção de medidas climáticas ambiciosas, tornando o mundo mais sustentável e saudável.”

Fonte: Época Negócios, 04/06/2021

Terceiro Setor

FGV Social: Com pandemia, cai satisfação de jovem brasileiro com sistema educacional

“Como reflexo da pandemia, a parcela de jovens brasileiros satisfeitos com o sistema educacional caiu de 56% em 2019 para 41% em 2020, aponta levantamento do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV Social) a partir de dados do Gallup World Poll. O recuo de 15 pontos percentuais é muito superior à média de quatro pontos percentuais de um total de 40 países e é uma das mais altas desse grupo – perde para a Turquia, que viu a taxa cair de 45% em 2019 para 27% em 2020. “A pandemia é um fenômeno global, mas os países buscaram outras soluções para contornar os efeitos na educação. O Brasil poderia estar fazendo muito mais, poderia ter buscado alternativas”, afirma o economista Marcelo Neri, diretor do FGV Social.”

Fonte: Valor Econômico, 04/06/2021

Opinião

Risco verde e crédito verde

“A liberação de um crédito bancário está ficando mais complexa. O financiamento de um imóvel ou da compra de um equipamento pode não passar pelo crivo de um banco porque enfrenta problema socioambiental. São exigências novas que mudam a relação do banco com seus clientes. Ao ter riscos socioambientais como um dos critérios de avaliação, o crédito fica mais difícil para projetos que estejam localizados em áreas sensíveis, de transição de bioma ou com risco de desmatamento e alagamentos, que utilizam tecnologias e insumos de maior impacto ambiental em seu desenvolvimento ou tenham autuações por violações de direitos humanos. Também dificulta empresas de setores que dependem de matérias-primas mais poluentes, como exploração, refino e distribuição de combustíveis fósseis.”

Fonte: Estadão, 04/06/2021

Internacional

Empresas

JBS USA anuncia retomada completa após ataque cibernético

“A JBS USA e a Pilgrim’s anunciaram na noite desta quinta-feira que todas as suas instalações estão operando a plena capacidade após a resolução do ataque cibernético que o grupo sofreu no último domingo. A ação dos criminosos paralisou fábricas nos Estados Unidos, Austrália e Canadá. Segundo a companhia, a paralisação afetou a produção correspondente a menos de um dia. As perdas serão totalmente recuperadas até o fim da próxima semana, limitando potenciais impactos negativos sobre produtores, consumidores e funcionários, disse o comunicado”.

Fonte: Valor Econômico, 04/06/2021

EUA alertam empresas para ataque cibernético

“A Casa Branca alertou ontem executivos e líderes empresariais para que reforcem as medidas de segurança contra ataques cibernéticos que exigem pagamento de resgate, após ataques interromperem as operações da brasileira JBS nos EUA e do maior duto de combustíveis do país. Anne Neuberger, consultora de segurança cibernética do Conselho Nacional de Segurança, disse, numa carta, que houve aumento significativo da frequência e tamanho dos ataques que exigem resgate. “As ameaças são sérias e estão aumentando. Pedimos que adotem as medidas para proteger suas organizações e o povo americano”.”

Fonte: Valor Econômico, 04/06/2021

Alta na produção global de carvão ameaça cumprimento de metas do Acordo de Paris

“O aumento na produção global de carvão pode ameaçar o cumprimento de metas climáticas do Acordo de Paris, com o fornecimento podendo chegar a até quatro vezes mais do que o necessário para manter o incremento da temperatura mundial abaixo de 1,5 graus Celsius. A avaliação é do Global Energy Monitor e consta em relatório divulgado nesta quinta-feira, 3. Segundo a organização, os produtores de carvão precisariam interromper todos os projetos de novas minas e reduzir em 11% a produção a cada ano até 2030 para contribuir com o objetivo do acordo. O movimento observado, entretanto, é outro. Em pesquisa, foram identificados mais de 430 projetos de novas minas de carvão ou extensão em todo o mundo, o que levaria a um aumento de cerca de 30% na produção global até 2030, para 2,277 milhões de toneladas por ano.”

Fonte: Época Negócios, 03/06/2021

ONU pede a países recuperação de 1 bilhão de hectares de terra

“A Organização das Nações Unidas (ONU) apelou hoje (3) aos países que cumpram os compromissos de recuperar 1 bilhão de hectares de terra, para enfrentar as crises climáticas e de biodiversidade. A recuperação de pelo menos 1 bilhão de hectares degradados na próxima década é uma forma de enfrentar as ameaças das alterações climáticas, perda de natureza e poluição, diz a ONU em relatório hoje divulgado no âmbito da Década das Nações Unidas para a Restauração dos Ecossistemas 2021-2030.”

Fonte: Época Negócios, 03/06/2021

Política

Para enfrentar mudanças climáticas, Miami pode ganhar paredão de 6 metros de altura

“Três anos atrás, não muito depois que o furacão Irma deixou partes de Miami submersas, o governo federal embarcou em um estudo para encontrar uma maneira de proteger a vulnerável costa do sul da Flórida de uma tempestade mortal e destrutiva. Ninguém está gostando da resposta. A proposta do Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, em seu primeiro esboço do estudo, é construir um muro, o que está agora em revisão. Segundo o projeto, 9,6 quilômetros do muro, na verdade, seriam erguidos paralelamente à costa, pelos bairros – exceto por um trecho de 1,6 km bem na Baía de Biscayne, passando pelos cintilantes céus de Brickell, o distrito financeiro da cidade.”

Fonte: Estadão, 04/06/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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