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Payroll nos Estados Unidos e tensões no Oriente Médio em destaque

Encontro entre Lula e Trump e divulgação do relatório Nonfarm Payroll nos EUA são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 08/05/2026

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IBOVESPA -2,38% | 183.218 Pontos

CÂMBIO -0,21% | 4,91/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira em queda de 2,4%, aos 183.218 pontos. O movimento foi pressionado principalmente pela queda do petróleo, em meio à expectativa de um acordo entre EUA e Irã, o que pesou sobre Petrobras e o setor de óleo e gás. Além disso, resultados corporativos abaixo do esperado também adicionaram pressão ao índice, em um pregão de fraqueza disseminada, com 70 dos 79 papéis fechando em baixa.

Smart Fit (SMFT3, +11,9%) liderou os ganhos após resultados fortes no 1T26. Na ponta negativa, Vamos (VAMO3, -7,3%) também repercutiu seus resultados do 1T26.

Para o pregão desta sexta-feira, o destaque fica para o resultado de Embraer no Brasil e para o Non-farm Payroll nos EUA.  

Renda Fixa

Os juros futuros voltaram a subir nesta quinta-feira, com Treasuries e DIs reagindo à retomada da aversão ao risco diante do impasse entre EUA e Irã, da possibilidade de retomada do “Projeto Liberdade” e de falas do Fed que reforçaram cautela com cortes de juros, em meio à recuperação do petróleo e do dólar. Nos EUA, a T Note de 2 anos encerrou em 3,91% (+4 bps), a T Note de 10 anos em 4,39% (+4 bps) e o T Bond de 30 anos em 4,97% (+3 bps). No Brasil, a curva de DIs fechou com maior pressão nos trechos intermediário e longo, em meio ao aumento do prêmio de risco geopolítico e à oferta de títulos prefixados pelo Tesouro: o DI jan/27 fechou em 14,12% (+6 bps), o DI jan/29 em 13,64% (+12 bps) e o DI jan/31 em 13,73% (+12 bps).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,4%; Nasdaq 100: +0,6%), enquanto investidores acompanham os desdobramentos do conflito entre EUA e Irã e aguardam a divulgação do Payroll de abril. No geopolítico, o foco segue no Estreito de Ormuz, com os EUA e Irã trocando ataques durante a madrugada, com ambos alegando terem reagido primeiro.

Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,6%), pressionadas tanto pela escalada nas tensões no Oriente Médio quanto por novas ameaças tarifárias de Donald Trump contra a União Europeia. O presidente americano afirmou que poderá elevar significativamente as tarifas caso o bloco europeu não cumpra os termos do acordo comercial firmado em julho passado. No Reino Unido, o mercado acompanha a apuração das eleições locais, com perdas relevantes esperadas para o Partido Trabalhista e os Conservadores.

Na China, os mercados fecharam em queda (HSI: -0,9%; CSI 300: -0,6%), acompanhando o aumento da aversão a risco global. No restante da Ásia, o desempenho foi misto: o Nikkei recuou (-0,2%) após renovar máximas históricas, enquanto o Kospi avançou levemente (+0,1%) e o Kosdaq subiu (+0,7%). Apesar da volatilidade de curto prazo, a temporada de resultados segue forte, com crescimento robusto de lucros em tecnologia sustentando a liderança do tema de IA nos mercados globais.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) apresentou leve retração no pregão de quinta‑feira, encerrando o dia aos 3.909,65 pontos, o que representa uma queda de 0,11%. O movimento corresponde a uma perda de 4,31 pontos em relação ao fechamento anterior, quando o índice havia terminado aos 3.913,96 pontos. Entre os segmentos, o desempenho foi majoritariamente negativo. Os Fundos de Tijolo recuaram 0,21%, pressionados principalmente pelos Fundos de Shoppings, que caíram 0,33%, e pelos Fundos de Ativos Logísticos, com queda de 0,25%, enquanto Lajes Corporativas registraram recuo mais moderado, de 0,04%. Os Fundos de Recebíveis também fecharam no campo negativo, com baixa de 0,07%. Entre os demais segmentos, o desempenho seguiu fraco: os Fundos Híbridos recuaram 0,05%, os Fundos de Fundos caíram 0,10% e os fundos de Multiestratégia registraram leve queda de 0,04%. Entre os destaques positivos do dia, sobressaíram LVBI11 (+1,5%), KORE11 (+1,3%) e RBRL11 (+0,9%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-9,5%), URPR11 (-4,2%) e MFII11 (-2,9%).

Economia

A valorização dos ativos financeiros vista na quarta-feira, sustentada pela expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã para reabrir o Estreito de Ormuz, perdeu fôlego ao longo da sessão de quinta-feira. O governo iraniano sinalizou que não aceitará a reabertura do estreito com base em um “plano irrealista”, segundo reportagem do Wall Street Journal. Além disso, segundo o Washington Post, avaliações de inteligência dos Estados Unidos indicam que o Irã seria capaz de sustentar o bloqueio naval por pelo menos três a quatro meses antes de enfrentar dificuldades mais severas. Relatos de explosões nas proximidades de uma cidade portuária no sul do Irã e de um ataque norte-americano a um navio petroleiro iraniano, seguido de retaliação com mísseis, adicionaram uma nova camada de incerteza aos mercados. Com isso, o preço do petróleo (tipo Brent) subiu de quase US$ 90 por barril – nas mínimas do dia – para US$ 102 por barril no final da tarde.  

Ontem, em Washington, ocorreu o segundo encontro entre os presidentes Lula e Trump, considerado positivo por ambos os lados. Segundo o jornal BBC, na frente comercial entre Estados Unidos e Brasil, a expectativa é de revisão das tarifas ainda vigentes, com a possibilidade de uma nova reunião em até 30 dias para aprofundar as negociações. O presidente Lula destacou o interesse do Brasil em ampliar a exploração de terras raras e a exportação de minérios. Entre os temas previstos, o sistema de pagamentos Pix não foi mencionado na reunião, de acordo com a autoridade brasileira.    

Hoje, o destaque da agenda econômica será a divulgação do relatório Nonfarm Payroll dos Estados Unidos referente a abril. A mediana das estimativas de mercado aponta para criação líquida de 65 mil empregos no mês passado, após adição de 178 mil em março. A taxa de desemprego deve mostrar estabilidade em 4,3%, enquanto o salário médio por hora deve registrar aumento de 0,3% em relação a março (e de 3,8% em comparação com abril de 2025). Em resumo, o relatório deve reforçar o cenário de desaceleração gradual no mercado de trabalho americano. Além disso, os analistas de mercado acompanharão a sondagem do consumidor da Universidade de Michigan de maio, especialmente o índice de confiança e as expectativas de inflação (leitura preliminar).

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Economia

Tensões no Oriente Médio persistem e preços do petróleo voltam a subir; Relatório de emprego dos Estados Unidos será o destaque da agenda econômica

  • A valorização dos ativos financeiros vista na quarta-feira, sustentada pela expectativa de um acordo entre Estados Unidos e Irã para reabrir o Estreito de Ormuz, perdeu fôlego ao longo da sessão de quinta-feira. O governo iraniano sinalizou que não aceitará a reabertura do estreito com base em um “plano irrealista”, segundo reportagem do Wall Street Journal que citou a Press TV. De acordo com o Washington Post, avaliações de inteligência dos Estados Unidos indicam que o Irã seria capaz de sustentar o bloqueio naval por pelo menos três a quatro meses antes de enfrentar dificuldades mais severas. Em paralelo, Teerã teria divulgado novas regras para embarcações que pretendam transitar pelo estreito, conforme documento obtido pela CNN. No final da sessão, relatos de explosões nas proximidades de uma cidade portuária no sul do Irã e de um ataque norte-americano a um navio petroleiro iraniano, seguido de retaliação com mísseis, adicionaram uma nova camada de incerteza aos mercados. Com isso, o preço do petróleo (tipo Brent) subiu de quase US$ 90 por barril – nas mínimas do dia – para US$ 102 por barril no final da tarde;
  • Ontem, em Washington, ocorreu o segundo encontro entre os presidentes Lula e Trump, considerado positivo por ambos os lados. Segundo o jornal BBC, na frente comercial entre Estados Unidos e Brasil, a expectativa é de revisão das tarifas ainda vigentes, com a possibilidade de uma nova reunião em até 30 dias para aprofundar as negociações. O presidente Lula destacou o interesse do Brasil em ampliar a exploração de terras raras e a exportação de minérios, em linha com a recente aprovação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE) na Câmara dos Deputados, e convidou novos parceiros a participarem do setor. Para os Estados Unidos, essa movimentação pode oferecer uma alternativa estratégica à dependência comercial em relação à China. Entre os temas previstos, o sistema de pagamentos Pix não foi mencionado na reunião, de acordo com a autoridade brasileira;   
  • No Brasil, a produção industrial avançou 0,1% em março comparado a fevereiro, a terceira alta consecutiva. Com isso, o indicador cresceu 1,4% no 1T26, após queda de 0,6% no 4T25. Na comparação interanual, o volume produzido aumentou 4,3% em março. A indústria de transformação registrou alta de 1,3% no 1T26, mais do que compensando o recuo de 0,9% observado no último trimestre de 2025. Ademais, a indústria extrativa manteve papel protagonista, com expansão de 2,1% na comparação trimestral. Essa atividade tem sido impulsionada pela produção de petróleo. Ainda na abertura setorial, destaque para o salto na produção de veículos automotores (ao redor de 6% no 1T26). O Programa Carro Sustentável, que tem puxado o segmento de veículos elétricos, e o Programa Move Brasil, que concede crédito subsidiado para aquisição de caminhões e ônibus, têm contribuído de forma relevante para essa dinâmica positiva. As condições monetárias apertadas e o aumento de custos de energia e insumos, decorrentes da guerra no Oriente Médio, tendem a exercer pressão negativa sobre a atividade. Por outro lado, o mercado de trabalho aquecido e medidas governamentais de estímulo devem sustentar a demanda no curto prazo. Projetamos que a produção industrial total crescerá 2,5% em 2026, após alta de 0,6% em 2025. Por fim, estimamos que o PIB tenha crescido 1,1% no 1T26 ante o 4T25 (1,9% em relação ao 1T25). Nossa projeção para o crescimento do PIB em 2026 permanece em 2,0%, com viés altista;  
  • A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 10,5 bilhões em abril, em linha com as expectativas. O resultado configura o maior saldo já registrado para o mês. O superávit comercial atingiu US$ 75,5 bilhões no acumulado em 12 meses. As exportações totalizaram US$ 34,1 bilhões em abril (alta de 14% em comparação com o mesmo mês de 2025), impulsionadas pelo petróleo bruto — cujos preços avançaram 24%, refletindo o efeito do conflito no Oriente Médio —, minério de ferro (20%) e soja em grão (19%). As importações somaram US$ 23,6 bilhões (6%), com destaque ao forte avanço de bens intermediários (30%), combustíveis (10%), também sob efeito do choque de preços, e veículos de passageiros (110%). O resultado de abril reforçou nossa visão de que a balança comercial ganhará força nos próximos meses, especialmente devido aos preços de exportação mais elevados;  
  • Hoje, o destaque da agenda econômica será a divulgação do relatório Nonfarm Payroll dos Estados Unidos referente a abril. A mediana das estimativas de mercado aponta para criação líquida de 65 mil empregos no mês passado, após adição de 178 mil em março. A taxa de desemprego deve mostrar estabilidade em 4,3%, enquanto o salário médio por hora deve registrar aumento de 0,3% em relação a março (e de 3,8% em comparação com abril de 2025). Em resumo, o relatório deve reforçar o cenário de desaceleração gradual no mercado de trabalho americano. Além disso, os analistas de mercado acompanharão a sondagem do consumidor da Universidade de Michigan de maio, especialmente o índice de confiança e as expectativas de inflação (leitura preliminar).

Commodities

Mineração e Siderurgia | Papel e Celulose: Sinais encorajadores da redução das importações de aço em Abr’26

  • A SECEX divulgou os dados de Abr’26, com destaque para: (i) importações de aço plano caindo acentuadamente M/M, reforçando a tendência de normalização após o pico de Fev-Mar’26 e refletindo competição externa mais fraca em meio às medidas antidumping em curso;
  • (ii) importações de aço longo também caindo de forma relevante M/M, com quedas generalizadas entre as categorias de produtos, enquanto as exportações ficaram amplamente estáveis;
  • (iii) Exportações de celulose aumentaram A/A e M/M, com exportações de fibra curta em alta, apoiadas por envios mais fortes de Ribas do Rio Pardo, Lençóis Paulista e Guaíba, enquanto exportações de DWP avançaram fortemente A/A e M/Msustentadas por maiores volumes de Lençóis Paulista (planta da Bracell);
  • (iv) Por fim, exportações de minério de ferro avançaram +15% A/A em Abr’26, impulsionadas por volumes mais fortes em Tubarão (+23% A/A) e Itaguaí (+25% A/A), parcialmente compensados por envios mais fracos A/A de Ponta da Madeira (+9% M/M, -6% A/A);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Bens de Capital: Dados de exportação apontam para uma dinâmica favorável de preços

  • Os dados de exportação de abril foram mistos. As exportações aeroespaciais vieram fracas, com 2 turbojatos enviados em Abr’26 (vs. 5 em Abr’25 e 7 em Mar’26);
  • Embora as entregas normalmente se concentrem no fim de cada trimestre, tornando os dados consolidados do 2T26 mais informativos para avaliar o sucesso das iniciativas de nivelamento de produção da Embraer;
  • Em equipamentos elétricos, as exportações consolidadas da WEG permanecem resilientes (+6% A/A no acumulado de 2026, em USD), apesar de tendências mais fracas após a conversão cambial;
  • As exportações de EEI seguem mais fracas no acumulado do ano, mas melhoraram sequencialmente em Abr’26;
  • Enquanto isso, as exportações brasileiras de GTD continuam acelerando (+10% A/A em Abr’26), apoiadas por preços fortes para os EUA, reforçando um pano de fundo construtivo para T&D, apesar da leitura direta limitada para a WEG, dada a relevância de outros polos (notadamente o México);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Empresas

Utilities: Pacote de Resultados 1T26 – SBSP, EGIE, ALUP e CMIG

Positivo para SBSP, Em Linha para ALUP e EGIE e Fraco para CMIG

  • Quatro companhias da nossa cobertura divulgaram resultados na noite de quinta-feira: SBSP, EGIE, ALUP e CMIG;
  • A SBSP entregou resultados ajustados sólidos de R$ 3,9 bilhões (+7% vs. XPe) ao considerarmos o efeito de postergação de dois dias de faturamento de volumes; esperamos uma reação levemente positiva do mercado;
  • A EGIE reportou EBITDA ajustado 2% acima da XPe. A margem bruta de energia trouxe um pequeno miss, compensado por bom controle de custos. Esperamos reação neutra do mercado;
  • A ALUP também reportou resultados operacionais em linha em ambos os segmentos, o que deve levar a uma reação neutra;
  • Por fim, a CMIG apresentou resultados fracos, devido ao seu balanço de energia estruturalmente short em um período de preços spot elevados, combinado com grande exposição a renováveis, que também sofrem com efeitos negativos de modulação; O EBITDA ajustado ficou 3% abaixo das nossas estimativas, que já estavam abaixo do consenso. Esperamos reação levemente negativa do mercado;
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Alpargatas (ALPA4): 1T forte; EBITDA acima do esperado com melhores resultados no Brasil, enquanto operações internacionais entram em ciclo positivo 

  • A Alpargatas reportou resultados fortes no 1T, com EBITDA 17% acima do esperado por resultados mais fortes no Brasil; 
  • Embora já esperássemos uma dinâmica positiva de margem EBITDA, a ALPA nos surpreendeu novamente no Brasil, impulsionando outra surpresa positiva de EBITDA (mas mais forte); 
  • Em nossa visão, os sinais são positivos de forma generalizada, com o Brasil ganhando participação de mercado e entregando expansão de margem, e os resultados internacionais começando a mostrar o novo ciclo da unidade de negócios, com melhora de execução na Europa e sinais iniciais encorajadores do novo modelo comercial dos EUA, uma vez que este deve ser um ano de transição; 
  • Além disso, embora vejamos a recente alta do petróleo em meio a tensões geopolíticas como uma fonte de preocupação para investidores no 2S, a administração reforçou que isso não deve afetar materialmente as margens nem alterar as perspectivas de médio/longo prazo, enquanto a ALPA reforçou estoques de matérias-primas após a queda dos preços do petróleo no fim de 2025, o que deve fornecer algum colchão de curto prazo;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Mercado Livre (MELI): 1T misto; outro resultado abaixo do esperado em EBIT, com a administração redefinindo expectativas para baixo 

  • O Mercado Libre reportou resultados mistos no 1T mais uma vez, entregando uma dinâmica forte de receita, mas margem EBIT pressionada pelos investimentos estratégicos em curso; 
  • O crescimento da receita permaneceu sólido, com os números em câmbio neutro (FXN) acelerando no Brasil, mas desacelerando no México e na Argentina, enquanto a margem EBIT permaneceu pressionada pelo ciclo de investimentos de longo prazo da companhia, combinado à sazonalidade fraca do 1T em fintech; 
  • A administração transmitiu claramente a mensagem de que o nível de margem EBIT deste trimestre parece ser um novo reset, uma vez que a companhia vê este momento como uma janela estratégica para acelerar investimentos e sustentar margens e geração de caixa estruturalmente mais elevadas ao longo do tempo, com a evolução das métricas operacionais sustentando essa visão; 
  • Ainda assim, acreditamos que o trimestre contribuirá para as preocupações dos investidores em relação à duração desse ciclo de investimentos, potencial pressão adicional sobre margens e quanto disso pode se mostrar estrutural em função de maior competição;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Grupo Petz Cobasi (AUAU3): Primeiro conjunto de resultados combinados; receita sólida e ganhos de eficiência impulsionando melhor rentabilidade 

  • O Grupo Petz Cobasi reportou resultados melhores no 1T, com receita e margem bruta amplamente em linha, mas margem EBITDA mais forte, impulsionada por sólido controle de SG&A e alavancagem operacional; 
  • Como a transação foi concluída em janeiro, este foi o primeiro trimestre com os resultados da Petz e da Cobasi totalmente integrados; 
  • No entanto, como ainda temos acesso aos resultados standalone da Petz (pela última vez), pudemos fazer uma análise mais detalhada do breakdown por marcas; 
  • Nesse sentido, vemos de forma positiva o desempenho sólido e balanceado entre ambas as marcas, com dinâmica semelhante de receita e margem bruta; 
  • O EBITDA foi uma surpresa positiva, impulsionado principalmente pela Petz, enquanto o FCF foi positivo (excluindo saídas relacionadas à fusão), com a administração destacando que a geração de caixa deve ser mais robusta à frente; 
  • Mantemos nossa recomendação Neutra, em função de um cenário competitivo ainda desafiador, combinado a riscos de execução no processo de integração;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Lojas Renner (LREN3): 1T em linha; receita mais fraca compensada por forte surpresa positiva na margem bruta e melhores resultados da Realize 

  • A Lojas Renner reportou resultados do 1T aproximadamente em linha, com tendências mais fracas de receita compensadas por uma forte margem bruta do varejo e melhores resultados na Realize; 
  • Diferentemente de seus pares, as vendas nas mesmas lojas (SSS) da Lojas Renner ficaram abaixo das nossas expectativas, vindo em +3% (+4% em vestuário), em linha com o 4T e abaixo dos pares (SSS de vestuário na CEAB em +5% e RIAA +10%); 
  • Vale destacar que a companhia mencionou que a transição digital do CD teve um impacto de 1 p.p. nas vendas, que foi finalizada no fim de fevereiro; 
  • No entanto, a LREN teve uma dinâmica de margem bruta alinhada aos pares e entregou a maior expansão (+1,9 p.p. em vestuário vs. +0,9 p.p. para CEAB e +1,2 p.p. para RIAA), levando ao maior patamar de margem bruta de vestuário (em 58% vs. CEAB em 55,5% e RIAA em 54,9%); 
  • Isso, combinado a SG&A controlado e melhores resultados na Realize, levou a uma surpresa positiva no EBITDA (+4%), também alinhada aos pares; 
  • Assim, vemos os resultados como sólidos, embora acreditemos que a retomada do crescimento das vendas seja fundamental para que investidores ganhem conforto com a tese de investimento da ação; 
  • Ainda assim, acreditamos que o trimestre confirma os ganhos a serem destravados pelo novo modelo de negócios da companhia, enquanto iniciativas de eficiência devem ser implementadas a partir do 2S; 
  • Mantemos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Vivara (VIVA3): Crescimento em linha com Vivara ainda brilhando; EBITDA abaixo do esperado por maiores despesas de vendas 

  • A Vivara entregou resultados mais fracos no 1T, com dinâmica de crescimento em linha, mas EBITDA abaixo do esperado devido a despesas de vendas mais elevadas; 
  • Em nossa visão, o resultado traz algumas evoluções e indicações positivas, como (i) forte dinâmica de receita nas linhas comerciais da Vivara e da Life; (ii) elasticidade de preço controlada em produtos com maior valor percebido; e (iii) sinais iniciais de otimização de estoques; 
  • No entanto, acreditamos que isso pode não ser suficiente para endereçar as principais preocupações dos investidores em relação à evolução da margem bruta, especialmente a partir do 2S, enquanto o EBITDA abaixo do esperado deve colocar a evolução das despesas de vendas como um desafio para a alavancagem operacional; 
  • Ainda assim, mantemos nossa recomendação de Compra, pois acreditamos que a Vivara será capaz de sustentar uma dinâmica sólida de receita, precificação e gestão de categorias/linhas devem ajudar a sustentar margens saudáveis e a otimização de estoques deve suportar uma dinâmica positiva de FCF;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Magazine Luiza (MGLU3): Mais um trimestre difícil; contração da receita e resultado final pressionado 

  • A Magazine Luiza reportou resultados fracos no 1T, com vendas pressionadas em meio a um macro desafiador e queima de FCF por sazonalidade e preparação para a Copa do Mundo; 
  • O canal de lojas físicas permanece resiliente, embora desacelerando t/t, enquanto o online foi ainda mais pressionado do que antecipávamos, com 1P deteriorando em vendas de eletrônicos e levando a um EBITDA 5% abaixo do esperado; 
  • No geral, acreditamos que o trimestre continua refletindo um ambiente macro e competitivo difícil para a Magalu, enquanto vendas relacionadas à Copa do Mundo podem trazer algum alívio para a receita; 
  • Assim, mantemos nossa recomendação Neutra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Azzas 2154 (AZZA3): 1T fraco; desafios em todas as frentes 

  • A Azzas reportou resultados fracos no 1T, com receita pressionada em todas as unidades de negócio e EBITDA abaixo do esperado devido a despesas variáveis mais elevadas; 
  • A companhia continua enfrentando desafios operacionais na maioria das unidades de negócio, enquanto comparáveis difíceis em Fashion Women levaram a uma forte desaceleração; 
  • Como resultado, três das quatro unidades de negócio entregaram queda nas vendas, enquanto Fashion Women ficou alinhada à inflação; 
  • Embora o mix de canais e unidades de negócio deva contribuir para a dinâmica de margem bruta, essa métrica permaneceu em queda a/a, enquanto a receita pressionada levou à desalavancagem operacional, impulsionando um EBITDA abaixo do esperado e FCF negativo; 
  • Embora vejamos de forma positiva as iniciativas da companhia para estabilizar sua operação e enxerguemos as marcas do grupo como fortes, a complexidade de entender todas as partes móveis e ajustes sendo realizados em todas as unidades de negócio deve manter os investidores à margem até que sinais de inflexão mais consistentes e claros apareçam nos resultados;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

EZTEC (EZTC3): Resultado supera estimativas apoiado por forte equivalência patrimonial (SPEs)

  • A EZTEC apresentou resultados mistos no 1T26, com lucro líquido acima das expectativas. Os principais destaques incluem: (i) crescimento da receita de +4% A/A, embora 10% abaixo da XPe, explicado pelo reconhecimento de receitas de projetos em estágio inicial; (ii) margens brutas acima do esperado (–0,9 p.p. A/A, mas +2,4 p.p. acima da XPe);
  • (iii) EBITDA em alta de 28% A/A, beneficiado por despesas comerciais inferiores ao esperado; e (iv) lucro líquido de R$ 120 milhões, +2% A/A e 15% acima das nossas estimativas, sustentado por equivalência patrimonial melhor que o esperado nas SPEs, parcialmente compensada por maiores impostos e resultado financeiro abaixo do previsto. O ROE LTM ficou em 11,1%, enquanto o fluxo de caixa livre foi positivo em R$ 154 milhões, impulsionado por maiores transferências;
  • Não esperamos reação relevante das ações e mantemos postura neutra para o papel, justificada por um ROE inferior ao dos pares;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Tenda (TEND3): Desempenho operacional mais fraco compensado por impostos e resultado financeiro

  • A Tenda anunciou o início do seu processo de sucessão do CEO, com a nomeação de Marcos Cruz para suceder Rodrigo Osmo após um período de transição de um ano. Destacamos: (i) uma sucessão planejada ao longo de vários anos, sem ligação com qualquer evento específico ou mudança estratégica; (ii) a escolha de um CEO externo, sem histórico no setor imobiliário e fora do time executivo interno, o que implica uma curva de aprendizado relevante em um negócio operacionalmente intensivo;
  • (iii) uma estrutura de transição longa, com cogestão entre Osmo e Cruz, desenhada para preservar a continuidade operacional; e (iv) maior foco de Osmo na Alea durante a transição, priorizando a estabilização operacional e a definição de um caminho claro para a rentabilidade;
  • Em nossa visão, a sucessão ocorreu antes das expectativas do mercado e traz riscos de curto prazo, embora o período de transição de um ano, aliado ao foco de Osmo na Alea, possa mitigar riscos operacionais.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Randoncorp (RAPT4): Melhora operacional, embora a recuperação de resultados ainda não esteja clara; revisão do 1T26

  • A Randoncorp entregou resultados ainda desafiadores no 1T26, com EBITDA de R$370 milhões (-13% A/A e +12% T/T);
  • As receitas líquidas atingiram R$3,1 bilhões (-3% A/A e -4% T/T), com melhora no desempenho de Autopeças (+2% A/A, +25% T/T), apoiada pelo ramp up da Suspensys Mogi Guaçu, contrastando com a fraqueza contínua em OEMs (-13% A/A, -18% T/T) e desaceleração do crescimento orgânico na Frasle;
  • A margem EBITDA ficou em ~12%, ligeiramente acima das nossas estimativas, mas no limite inferior do guidance da Randon para o ano fiscal de 2026, com níveis melhores em Autopeças (após um 4T fora da curva) compensados por margens mais fracas em OEMs e Rands;
  • Olhando à frente, embora reconheçamos vetores bottom-up construtivos (incluindo o ramp up de Mogi Guaçu, melhor sazonalidade e melhora dos volumes da indústria);
  • Mantemos uma visão cautelosa em meio a uma combinação de trajetória mais lenta de cortes de juros no Brasil, balanço alavancado e visibilidade limitada de resultados, com o valuation sozinho não atuando como catalisador sem evidências mais claras de recuperação de resultado;
  • Em nossa visão – reiteramos nossa recomendação Neutra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Inter & Co (INBR32): Resultados se mantêm resilientes, enquanto a qualidade de crédito piora

  • Na nossa visão, o Inter apresentou um 1T26 levemente negativo:
  • O crescimento da base de clientes desacelerou (44,0 milhões no total; +2,1% T/T), mas o engajamento atingiu um recorde (índice de atividade de 58,6%), ajudando a compensar a pressão sazonal sobre o ARPAC e mantendo a margem líquida por cliente ativo estável em R$21;
  • O funding seguiu como ponto forte (R$74,1 bilhões; custo em 64% do CDI);
  • A carteira de crédito cresceu 33% A/A (~R$50 bilhões), liderada por consignado privado (R$2,5 bilhões) e financiamento imobiliário (+42% A/A), mas os indicadores de qualidade de ativos pioraram: NPL >90 dias em 5,1%, inadimplência curta acima em +60 bps T/T, custo do risco em 5,6% e NIM ajustada ao risco em queda T/T (ex-consignado privado, o custo do risco seria ~40 bps menor);
  • A receita líquida alcançou R$2,44 bilhões (+33% A/A; -2% vs. XPe), enquanto as receitas de tarifas recuaram T/T;
  • As despesas seguiram sob controle (+20% A/A vs. +33% de crescimento da receita), reduzindo o índice de eficiência para 43,8% (-170 bps T/T), e o lucro líquido atingiu R$395 milhões (+38% A/A), cerca de 3% abaixo da nossa estimativa acima do consenso, com ROE de 15,5%;
  • Em suma, os indicadores operacionais do Inter seguem sólidos, mas o ritmo de deterioração da qualidade de crédito passa a ser um ponto relevante de atenção, por ter superado os padrões sazonais típicos, apesar de um mix mais colateralizado.
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M. Dias Branco (MDIA3) | Mix de receita pior que o esperado e miss de 22% no EBITDA; Análise dos resultados do 1T26

  • A MDIA reportou crescimento de resultados A/A sobre uma base de comparação fraca, mas os números vieram abaixo das nossas estimativas e, em nossa visão, devem pressionar negativamente as ações na sessão de negociação de amanhã;
  • A receita líquida atingiu BRL 2,2bi (estável A/A), amplamente em linha com a XPe. No entanto, o mix de receita foi mais fraco que o esperado, com os produtos core (biscoitos, massas e margarinas) perdendo 200bps de participação na receita T/T, compensados por ganhos de mesma magnitude em moagem de trigo e óleos de refino;
  • A companhia destacou que os volumes de biscoitos e massas recuaram A/A (apesar de reportar crescimento de volume total de 3% A/A), refletindo uma contração de 4% A/A nos mercados dessas categorias, segundo dados de sell-out da Nielsen;
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Camil (CAML3) | Análise dos resultados do 4T25 (Fev/26): Resultados decentes com one-offs positivos/negativos

  • Os resultados da Camil vieram amplamente em linha com nossas estimativas, embora tanto one-offs positivos quanto negativos tenham distorcido a qualidade subjacente do resultado;
  • Em nossa visão, o principal destaque foi a forte expansão da margem bruta, apesar de um ambiente de receita significativamente mais fraco, pressionado por preços menores, especialmente em arroz e açúcar. A receita líquida recuou 16% A/A, para BRL 2,5bi (-1% vs. XPe), enquanto a margem bruta expandiu quase 400bps A/A, para 21,7% (+110bps vs. XPe);
  • Como resultado, o lucro bruto cresceu 2% A/A, ficando 5% acima de nossas estimativas. Essa melhora de rentabilidade foi puxada principalmente pela operação no Brasil, que apresentou expansão de margem bruta de 16,0% no 4T24 para 21,3% no 1T26, 130bps acima da XPe;
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Boa Safra (SOJA3) | Um início de ano fraco; Prévia dos resultados do 1T26

  • Esperamos que a Boa Safra entregue um trimestre fraco, em linha com a sazonalidade da companhia e com o cenário pressionado de oferta e demanda de sementes;
  • Estimamos receita líquida de BRL 145mi (10% A/A), sendo o 1T amplamente explicado por maiores vendas de grãos de soja;
  • Projetamos EBITDA ajustado de BRL 2mi (vs –BRL 29mi no 1T25), impactado principalmente por maiores despesas com SG&A que surgiram ao final de 2025. No consolidado, esperamos prejuízo líquido de –BRL 11mi;
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LWSA (LWSA3): Revisão do 1T26 | Surpresa positiva em rentabilidade, com receita em linha

  • A LWSA entregou um 1T26 positivo, com receitas amplamente em linha com a XPe, mas com um desempenho sólido de rentabilidade;
  • A Receita Líquida atingiu R$ 363 milhões, praticamente em linha conosco, sustentada por mais um desempenho forte em Commerce, que cresceu 14,3% A/A e permaneceu como o principal motor do crescimento consolidado;
  • BeOnline/SaaS também veio amplamente em linha, mostrando sinais de estabilização após trimestres mais fracos;
  • O destaque foi a rentabilidade, com o EBITDA Ajustado alcançando R$ 91 milhões, 4% acima da XPe, com margem de 25,1%, 107 bps acima da nossa estimativa;
  • O Lucro Líquido Ajustado foi de R$ 54 milhões (18% acima da nossa estimativa);
  • O resultado acima do esperado reflete alavancagem operacional, ganhos de eficiência, menor pressão de G&A e benefícios contínuos da agenda de simplificação da companhia;
  • O FCF foi outro ponto forte, atingindo R$ 81 milhões;
  • No geral, avaliamos os resultados de forma positiva;
  • A receita não foi a surpresa, mas sim a qualidade da entrega;
  • A LWSA continua a melhorar a qualidade dos resultados, com controle disciplinado de custos, forte conversão de caixa e um perfil de rentabilidade mais saudável, reforçando nossa visão construtiva para a ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa


Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Carteira Recomendada XP FIIs: Ganho de Capital (Research XP);
    • PMLL11 intensifica gestão ativa e movimenta o mercado novamente (Research XP);
    • Veja 16 fundos imobiliários (FIIs) para investir em maio, segundo a XP (Money Times);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Carteira Recomendada XP FIIs – Ganho de Capital – Maio/26
    • Atualizamos a carteira Ganho de Capital para o mês de maio de 2026;
    • Em abril, a carteira registrou alta de 1,35%, abaixo do desempenho do IFIX, que avançou 1,53% no mesmo período. Adicionalmente, a carteira gerou um dividend yield médio mensal de 0,93%, o que equivale a 11,1% em termos anualizados;
    • Com isso, acumula nos últimos 12 meses valorização de 17,9%, correspondente a 118% do IFIX e a 124% do CDI acumulado no período;
    • Clique aqui para acessar a carteira.
  • PMLL11 intensifica gestão ativa e movimenta o mercado novamente
    • O PMLL11 assinou um Memorando de Entendimento para a venda de 40% do Shopping Park Sul por cerca de R$ 159,5 milhões, operação que combina recebimento em caixa, parcelas corrigidas pelo IPCA e permuta por participação no Shopping Taboão;
    • Paralelamente, o fundo avalia a aquisição de 13,33% do Shopping Curitiba, ativo de alta qualidade, em transação conjunta com outros investidores, reforçando o reposicionamento do portfólio para empreendimentos mais resilientes;
    • Avaliamos como positivas tanto a venda do Shopping Park Sul, combinada ao aumento de exposição ao Shopping Taboão, quanto a potencial aquisição de participação no Shopping Curitiba;
    • Clique aqui para mais informações.

ESG

CNPE adia reunião sobre aumento da mistura de etanol na gasolina (de E30 para E32) | Café com ESG, 08/05

  • O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em queda, com o IBOV e o ISE caindo 2,38% e 2,19%, respectivamente;
  • Na política, (i) a reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que ratificaria o aumento da mistura de etanol na gasolina de 30% para 32% (E32), prevista para esta quinta-feira (7), foi primeiro adiada para 11 de maio e depois cancelada, sem nova data definida – um dos possíveis motivos é a viagem do presidente Lula aos Estados Unidos, onde ele se reuniu com Donald Trump; e (ii) na primeira reunião bilateral nos EUA entre o presidente Lula e Donald Trump, terras raras estiveram entre os principais temas em pauta – segundo Lula, o Brasil se colocou aberto a firmar parcerias internacionais com diferentes países, “sem restrições geopolíticas”, em referência específica a esse segmento;
  • No lado das empresas e de olho em governança corporativa, a Axia Energia iniciou o processo de sucessão do atual presidente, Ivan Monteiro, cujo mandato termina em 30 de abril de 2027, quando deixará o cargo – em fato relevante, a empresa afirmou que o conselho de administração aprovou a criação de uma vice-presidência executiva, em caráter transitório até o fim do mandato de Monteiro;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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