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Bolsas em alta hoje; tensão EUA-Cuba e dados dos EUA no radar

Tensão entre EUA e Cuba e arrecadação federal no Brasil são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 22/05/2026

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IBOVESPA +0,17% | 177.649 Pontos

CÂMBIO -0,45% | 5,00/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a quinta-feira em alta de 0,2%, aos 177.650 pontos, acompanhando o movimento dos mercados globais. 

Natura (NATU3, +2,0%) se destacou, beneficiada pelo recuo dos juros futuros. Minerva (BEEF3, -5,4%) liderou as perdas após um banco de investimentos rebaixar a recomendação do papel de compra para neutra.

Na agenda desta sexta-feira, o destaque econômico fica para a divulgação das expectativas de inflação e do índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan nos EUA.

Renda Fixa

Os juros futuros tiveram desempenho misto nesta quinta-feira, com Treasuries curtos em leve alta e longos em queda diante dos relatos de um acordo final entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra, enquanto o petróleo recuou apenas parcialmente e as apostas em nova alta de juros pelo Fed seguiram relevantes. A T-note de 2 anos operou a 4,06% (+1 bp), a T-note de 10 anos a 4,56% (-2 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,08% (-3 bps). No Brasil, a curva de DIs fechou em baixa, em especial nos vértices intermediários e longos, ainda bastante correlacionada ao petróleo e ao noticiário geopolítico, com o DI jan/27 em 14,04% (-4 bps), o DI jan/29 em 13,85% (-12 bps) e o DI jan/31 em 14,02% (-9 bps). A curva de NTN-B apresentou oscilações leves, com a B29 encerrando em 7,98% (de 8,0%), a B35 em 7,81% (de 7,78%) e a B50 em 7,35% (de 7,33%).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,4%; Nasdaq 100: +0,6%), com investidores caminhando para mais uma semana positiva, apesar da volatilidade recente causada pela abertura das Treasuries longas. O petróleo voltou a subir após notícias de que o Irã pretende manter seu estoque de urânio enriquecido, elevando receios sobre uma resolução rápida do conflito. O S&P 500 acumula alta de 0,5% na semana, caminhando para a oitava semana consecutiva de ganhos.

Na Europa, os mercados operam em alta (Stoxx 600: +0,6%), acompanhando o alívio parcial observado nas taxas de títulos públicos globais e o tom mais construtivo em torno das negociações no Oriente Médio. No Reino Unido, dados mostraram queda de 1,3% nas vendas no varejo em abril, refletindo impacto do aumento nos preços de energia e combustíveis. As ações da espanhola Puig despencam após o fim das negociações com a Estée Lauder para uma potencial fusão.

Na China, os mercados fecharam em alta (CSI 300: +1,3%; HSI: +0,9%), em meio ao otimismo com os esforços diplomáticos entre EUA e Irã e à redução recente dos yields americanos. No Japão, o Nikkei saltou 2,7%, impulsionado por dados de inflação mais fracos, que reduziram expectativas de aperto monetário pelo Banco do Japão. Já na Coreia do Sul, o Kospi avançou 0,4% e o Kosdaq disparou quase 5%, refletindo forte desempenho das ações ligadas à tecnologia e semicondutores.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a quinta-feira estável, aos 3.849,95 pontos, com variação negativa de apenas 0,003% frente ao fechamento anterior. A abertura ocorreu no mesmo patamar do pregão anterior, reforçando o tom de cautela do mercado. Os Fundos de Tijolo recuaram 0,04%, com desempenho misto entre os subsegmentos: Shoppings cederam 0,02%, enquanto Ativos Logísticos encerraram estáveis e Lajes Corporativas registraram queda de 0,42%. Os Fundos de Recebíveis também fecharam levemente no campo negativo, com baixa de 0,05%. Em sentido oposto, os Fundos Híbridos avançaram 0,30%, os Fundos de Fundos registraram alta de 0,19% e Multiestratégia subiu 0,16%. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram LVBI11 (+2,1%), VGHF11 (+2,0%) e BPML11 (+1,7%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por TRBL11 (-2,8%), CACR11 (-2,4%) e BTAL11 (-2,2%).

Economia

Nos Estados Unidos, mercado de trabalho e atividade seguem resilientes reforçando a leitura de juros elevados por mais tempo. Na Zona do Euro, por outro lado, o recuo do PMI composto para terreno mais contracionista evidenciou uma combinação mais desconfortável de atividade fraca e inflação pressionada.

No Brasil, a arrecadação federal surpreendeu para cima em abril, sustentada por atividade e mercado de trabalho fortes, mas ainda insuficiente, sozinha, para garantir o cumprimento da meta fiscal. A agenda de hoje não traz indicadores econômicos a serem acompanhados.

Veja todos os detalhes

Economia

Tensão entre Estados Unidos e Cuba volta a se intensificar

  • A tensão entre Estados Unidos e Cuba voltou a se intensificar após o governo Trump impor novas sanções ao país caribenho, incluindo um bloqueio ao envio de petróleo, o que agravou a crise de abastecimento e provocou apagões e escassez de alimentos. Além disso, o ex-presidente cubano Raúl Castro foi formalmente acusado por Washington de envolvimento na derrubada de dois aviões em 1996, episódio que elevou o tom das disputas diplomáticas. Em resposta, a China — tradicional aliada de Cuba — condenou publicamente as ações dos EUA. O episódio reforça o isolamento de Cuba no cenário internacional e evidencia o alinhamento de Pequim e Moscou contra a estratégia americana de endurecimento na região;
  • Detalhes do encontro entre Xi Jinping e Vladimir Putin foram divulgados. Os dois líderes reforçaram publicamente a ideia de “cooperação estratégica”, com ênfase em parceria, respeito mútuo, amizade e confiança, ao mesmo tempo em que criticaram a política nuclear dos Estados Unidos. No campo econômico, Moscou buscava avançar no projeto do gasoduto Power of Siberia 2, visto como peça importante para redirecionar exportações de gás após a perda de espaço no mercado europeu. Apesar do memorando de entendimento assinado no ano passado, Pequim segue sem demonstrar urgência para concluir o acordo, em meio a impasses de preço e ao interesse chinês de evitar dependência excessiva de combustíveis fósseis russos;
  • Os Estados Unidos registraram 209 mil pedidos de seguro-desemprego na segunda semana de maio, em linha com as expectativas. Com relação à atividade econômica, o PMI do setor manufatureiro dos EUA – índice que mede o pulso da atividade econômica sob a ótica das empresas – subiu para 55,3 pontos em maio, maior nível em quatro anos, impulsionado por recomposição de estoques diante de riscos de escassez e custos mais altos ligados à guerra com o Irã. No setor de serviços, o PMI ficou praticamente estável em 50,9 pontos. Ambos se encontram em nível expansionista (acima de 50 pontos). Os dados seguem sinalizando mercado de trabalho e atividade econômica resilientes, corroborando nossa expectativa de que o Fed (banco central) manterá os juros em níveis elevados neste ano;
  • Na zona do euro, o PMI composto caiu de 48,8 pontos em abril para 47,5 pontos em maio, abaixo das expectativas – é o menor nível desde outubro de 2023. O setor de serviços segue fraco (46,4 pontos), refletindo o impacto do aumento de preços desde o início da guerra com o Irã, enquanto a indústria permaneceu em terreno expansionista (51,4 pontos), mas perdeu fôlego. O quadro geral também mostrou queda acentuada de novos negócios e alta dos custos de insumos ao maior nível em três anos. Em conjunto, os dados mostram combinação desafiadora para o Banco Central Europeu: atividade enfraquecida e inflação pressionada;
  • No Japão, a inflação ao consumidor perdeu força em abril, recuando para 1,4% no resultado acumulado em 12 meses, de 1,8% em março. Diante do resultado, dirigentes do Banco do Japão vêm moderando sinalizações hawkish e afastando, por ora, a perspectiva de alta de juros em junho.  Analistas, no entanto, avaliam que a desaceleração é temporária: os custos de energia devem voltar a pressionar a inflação nos próximos meses, em função do conflito no Oriente Médio, o que deve levar o banco central a retomar o ciclo de aperto em algum momento à frente;
  • No Brasil, a arrecadação federal superou as expectativas em abril, somando R$ 278,8 bilhões (alta real de 7,8% frente ao mesmo mês do ano passado). O desempenho foi sustentado principalmente por IRPJ/CSLL, contribuições previdenciárias e IRRF sobre ganhos de capital, em linha com uma atividade econômica forte no início deste ano, mercado de trabalho aquecido e medidas de aumento de arrecadação adotadas, como a elevação do IOF. No geral, o quadro é de arrecadação federal forte. Esperamos continuidade nos próximos meses, na esteira dos preços mais altos de petróleo. Dito isso, a arrecadação será insuficiente para o governo atingir a meta de resultado primário, que dependerá de receitas adicionais de dividendos, royalties de petróleo e participações na produção;
  • Na agenda de hoje, não há indicadores econômicos relevantes previstos.

Empresas

Grupo GPS (GGPS3): Alta qualidade deve prevalecer apesar de um grande “desafio de digestão” | Iniciando Cobertura

  • Estamos iniciando a cobertura do Grupo GPS (GGPS3) com recomendação de Compra e preço-alvo para o final de 2026 (YE’26) de R$19,50/ação (+45% de upside).
  • Vemos a GPS como uma líder de mercado de alta qualidade, com um conjunto único de atributos que sustentam um crescimento contínuo e rentável.
  • Nossa visão positiva se baseia principalmente em:
    • Terceirização de serviços oferecendo uma oportunidade significativa de crescimento (+18% CAGR de EPS entre 2025-28E);
    • Uma plataforma de terceirização incomparável (permitindo ganho de escala relevante em relação aos concorrentes);
    • Histórico positivo de crescimento orgânico e inorgânico disciplinado (mais de 50 integrações de M&A bem-sucedidas, mantendo crescimento orgânico próximo a dois dígitos); e
    • Uma cultura de forte senso de dono em toda a organização (principal vantagem competitiva da GPS, em nossa visão).
  • Por fim, vemos o valuation como uma oportunidade (GPS a 10,4x P/L 1YFWD vs. 16,9x do “XP Peer Index” e 13,7x histórico), pois, embora reconheçamos as preocupações do mercado com a “digestão” da aquisição da GRSA (impactando crescimento e margens), consideramos a recente performance fraca injustificada (GGPS -17% no ano de 2026 vs. IBOV +10%).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Administrador Judicial da Ambipar reconhece que Opportunity não é credor (Valor Econômico);
  • Oncoclínicas busca aporte de R$ 500 mi pré-recuperação (Pipeline Valor);
  • Renegociação ampla pode restringir crédito ao agro, diz Durigan (CNN Brasil);
  • Fitch Coloca Ratings da Amaggi em Observação Negativa (Fitch Ratings).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • XP Crédito Imobiliário (XPCI11) | Carteira de crédito com perfil defensivo e proteção inflacionária (Research XP);
    • IFIX fecha estável em 3.849,95 pontos com leve viés negativo (Suno Notícias);
    • Especialista revela como escolher bons FIIs em 2026 (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • XP Crédito Imobiliário (XPCI11) | Carteira de crédito com perfil defensivo e proteção inflacionária
    • XP Crédito Imobiliário (XPCI11) | Carteira de crédito com perfil defensivo e proteção inflacionária (Research XP);
    • IFIX fecha estável em 3.849,95 pontos com leve viés negativo (Suno Notícias);
    • Especialista revela como escolher bons FIIs em 2026 (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
    • SpaceX, OpenAI e Anthropic trazem febre dos IPOs de volta a NY: A perspectiva de IPOs de grandes empresas de tecnologia como SpaceX, OpenAI e Anthropic reacende o mercado em Nova York, com mudanças em índices favorecendo essas listagens e podendo impulsionar fluxos — inclusive para ETFs que replicam esses benchmarks e capturam o aumento de negociação e participação dessas companhias. (Valor Econômico);
    • Nvidia é máquina de fazer dinheiro — e grandes empresas de tecnologia estão pagando a conta: A Nvidia consolida sua posição como principal beneficiária do boom de IA, com forte geração de caixa sustentada pela demanda de big techs, impactando diretamente ETFs e índices concentrados em tecnologia, que refletem o peso crescente da companhia no desempenho do mercado. (Valor Econômico);
    • BlackRock LatAm ETF Sees Outflows on AI Shift, Local Politics: A BlackRock Latin America ETF is experiencing outflows as investors rotate toward AI-driven markets and technology exposure, while local political risks add pressure, highlighting how ETF flows quickly reflect shifts in global narratives and regional uncertainties. (Bloomberg);
    • Space ETFs booming in anticipation of SpaceX IPO: Space-themed exchange-traded funds are blasting off, with asset managers rushing to issue new products ahead of the much-anticipated IPO by industry giant SpaceX and investors jumping aboard the space bandwagon. (Reuters).
    • Acesse o relatório completo aqui

ESG

Acelen anuncia investimento de US$ 1,5 bi em planta de combustível sustentável de aviação | Café com ESG, 22/05

  • O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território misto, com o IBOV avançando 0,17%, enquanto o ISE recuou 0,33%;
  • Na Brasil, a Acelen Renováveis deu início efetivo à implantação da primeira de um pacote de cinco biorrefinarias que a empresa planeja construir no país, com investimentos estimados em US$12,5 bilhões – nesta quinta-feira (21), a empresa anunciou o investimento de US$1,5 bilhão para a construção da planta que terá capacidade de produzir 1 bilhão de litros de combustível renovável de aviação (SAF, na sigla em inglês) e diesel verde (HVO, também em inglês);
  • No internacional, (i) a Arafura Rare Earths aprovou a construção de uma mina de terras raras na Austrália, que poderá fornecer cerca de 4% do neodímio e praseodímio do mundo, minerais críticos usados em ímãs permanentes para veículos elétricos, turbinas eólicas e caças – o projeto Nolans, de US$1,6 bilhão, será desenvolvido num momento em que os Estados Unidos e seus aliados buscam quebrar o domínio da China sobre o fornecimento global de terras raras; e (ii) desenvolvedores de sistemas de armazenamento de energia nos EUA instalaram 9,7 gigawatts-hora de nova capacidade no primeiro trimestre de 2026, marcando um recorde histórico para o período, segundo dados da Solar Energy Industries Association (SEIA) – a capacidade de armazenamento avançou 32% na comparação anual no trimestre, mesmo diante de medidas federais que, segundo a indústria, vêm desacelerando o desenvolvimento de energia limpa;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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