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EUA propõem tarifas de 25% sobre produtos brasileiros

Tarifas de Trump e inflação na Zona do Euro são alguns dos temas de maior destaque nesta terça-feira, 02/06/2026

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IBOVESPA -0,91% | 172.197 Pontos

CÂMBIO -0,53% | 5,02/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de segunda-feira em queda de 0,9%, aos 172.197 pontos, acumulando a quinta baixa consecutiva. O movimento refletiu principalmente a suspensão das negociações nucleares entre EUA e Irã por parte do Irã. A fraqueza foi disseminada, com 61 dos 79 papéis do índice fechando em baixa.

Totvs (TOTS3, +4,8%) liderou os ganhos do índice, acompanhando o bom desempenho do setor global de software. Na ponta negativa, Minerva (BEEF3, -4,7%) caiu em meio a ruídos sobre uma possível operação de fechamento de capital, apesar de posteriormente ter negado qualquer decisão ou deliberação nesse sentido.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram a sessão de ontem em alta, com reprecificação relevante da curva diante da aparente interrupção das negociações entre EUA e Irã. Nos EUA, as Treasuries tiveram comportamento misto, com a T-note de 2 anos a 4,03% (+4 bps), a de 10 anos a 4,46% (+2 bps) e o T-bond de 30 anos a 4,98% (0 bps). No Brasil, a curva de DI apresentou abertura expressiva, com o jan/27 a 14,21% (+11 bps), o jan/29 a 14,06% (+17 bps) e o jan/31 a 14,04% (+8 bps), em um movimento impulsionado pela piora das projeções de inflação no Focus, revisões altistas para a Selic terminal e elevação do prêmio de risco diante da alta do petróleo. A curva de NTN-B apresentou abertura, com a B29 em 7,99% (vs. 7,87%), a B35 em 7,76% (vs. 7,71%) e a B50 em 7,31% (vs. 7,27%).

Mercados globais

Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam em leve queda (S&P 500: -0,2%; Nasdaq 100: -0,1%). Apesar da realização moderada, o sentimento permanece positivo, impulsionado pela continuidade do entusiasmo com inteligência artificial. As ações da Hewlett Packard Enterprise avançaram cerca de 26% no after-market após a companhia elevar seu guidance anual e divulgar resultados significativamente acima das expectativas.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,7%), após a fraqueza observada na sessão anterior. O movimento ocorre em meio à queda dos preços do petróleo e à expectativa de uma possível redução das tensões no Oriente Médio após a sinalização de uma pausa nos confrontos entre Israel e Hezbollah no Líbano. No campo macroeconômico, a inflação da Zona do Euro acelerou para 3,2% em maio, impulsionada principalmente pelos preços de energia.

Na China, os mercados fecharam em alta (HSI +2,5%; CSI 300 +1,5%), beneficiados pelo apetite global por tecnologia e pela percepção de que Pequim poderá continuar adotando medidas de estímulo para sustentar a atividade econômica. Já Japão e Coreia do Sul registraram leves quedas, com investidores adotando postura mais cautelosa diante das incertezas relacionadas às negociações entre Washington e Teerã.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a segunda-feira em queda de 0,44%, aos 3.860,37 pontos, recuando 17,15 pontos frente ao fechamento anterior. Os Fundos Híbridos foram o segmento de maior retração no dia, com queda de 0,84%, seguidos por Multiestratégia, que recuou 0,60%. Os Fundos de Recebíveis cederam 0,29%, enquanto os Fundos de Tijolo encerraram com baixa de 0,42%, pressionados por Ativos Logísticos (-0,28%), Lajes Corporativas (-0,78%) e Shoppings (-0,22%). Os Fundos de Fundos registraram recuo mais moderado, de 0,53%. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram CACR11 (+9,5%), BPML11 (+1,4%) e SNFF11 (+1,3%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por MFI11 (-6,2%), URPR11 (-4,2%) e TRBL11 (-3,6%).

Economia

A sessão de segunda-feira foi marcada por elevada volatilidade, com notícias sobre o conflito no Oriente Médio dominando os mercados. O governo do Irã anunciou a suspensão das negociações com os Estados Unidos sobre um acordo para encerrar a guerra, mencionando a intensificação dos ataques de Israel no Líbano e na Faixa de Gaza. O Presidente Donald Trump ignorou a sinalização, afirmando que as conversas “continuam em ritmo acelerado”. O preço do petróleo (tipo Brent) subiu cerca de 4% ontem, para US$ 95 por barril.      

Ademais, o governo dos Estados Unidos propôs a imposição de tarifas de 25% sobre os produtos exportados pelo Brasil, após concluir que práticas brasileiras relacionadas a comércio digital, tarifas preferenciais, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal são “injustas” sob a legislação americana. Medidas corretivas podem entrar em vigor até 15 de julho.

No Brasil, o Boletim Focus do Banco Central mostrou alta adicional nas expectativas de inflação. A mediana do IPCA de 2026 aumentou de 5,04% para 5,09%, distanciando-se ainda mais do teto do intervalo de tolerância em torno da meta (4,5%). As projeções para 2027 e 2028 também subiram, ainda que sutilmente (para 4,01% e 3,66%). Veja nossa análise completa aqui.   

Hoje, destaque para os dados de inflação na Zona do Euro relativos a maio (leitura preliminar). O índice de preços ao consumidor subiu 3,2% no acumulado em 12 meses — o maior patamar desde setembro de 2023 —, devido sobretudo à aceleração dos preços de energia em meio ao conflito no Oriente Médio. O resultado veio em linha com as expectativas. A maior pressão inflacionária pode levar o Banco Central Europeu (BCE) a aumentar suas taxas de juros em 0,25 p.p. na próxima reunião de política monetária, que será realizada em 12 de junho.

Veja todos os detalhes

Economia

Estados Unidos propõem tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, alegando práticas comerciais injustas 

  • A sessão de segunda-feira foi marcada por elevada volatilidade, com notícias sobre o conflito no Oriente Médio dominando os mercados. O governo do Irã anunciou a suspensão das negociações com os Estados Unidos sobre um acordo para encerrar a guerra, mencionando a intensificação dos ataques de Israel no Líbano e na Faixa de Gaza. Segundo Teerã, a trégua firmada com Washington em abril “é inequivocamente um cessar-fogo em todas as frentes, incluindo no Líbano”. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ignorou a sinalização, afirmando que as conversas “continuam em ritmo acelerado”. Além disso, Trump disse ter pedido a Israel e ao grupo Hezbollah que interrompessem os enfrentamentos. O preço do petróleo (tipo Brent) subiu cerca de 4% ontem, para 95 dólares por barril;  
  • O USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) divulgou ontem sua determinação no âmbito da investigação Seção 301 sobre o Brasil, concluindo que as práticas brasileiras relacionadas a comércio digital, tarifas preferenciais, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal são “acionáveis” sob a legislação americana de comércio. A determinação abre caminho para a imposição de tarifas de 25% sobre os produtos exportados pelo Brasil. O USTR abriu período de comentários públicos até 1º de julho, com audiência marcada para 6 de julho. O Representante Comercial Jamieson Greer reconheceu ter tido “diversas reuniões construtivas” com o governo Lula, mas indicou que “continuam a existir diferenças substanciais” entre as partes. O prazo estatutário para ação é 15 de julho;
  • Nos Estados Unidos, o ISM da Indústria (sondagem realizada com empresários) registrou 54,0 pontos em maio, acima das expectativas de mercado (53,0) e da leitura de abril (52,7). Trata-se do maior patamar desde maio de 2022. O resultado marcou o quinto mês consecutivo de expansão no setor manufatureiro. O componente de novos pedidos subiu para 56,8 pontos, sugerindo uma demanda sólida. Ademais, o componente de preços pagos voltou a acelerar, sinalizando pressão inflacionária adicional. Os dados reforçam a leitura de que a economia americana segue aquecida, o que ajuda a explicar nosso cenário de manutenção dos juros de referência até o final do ano. A próxima reunião de política monetária do Federal Reserve – a primeira sob a presidência de Kevin Warsh – ocorrerá em 16-17 de junho;    
  • No Brasil, o Boletim Focus mostrou alta adicional nas expectativas de inflação. A mediana do IPCA de 2026 avançou de 5,04% para 5,09%, distanciando-se ainda mais do teto do intervalo de tolerância em torno da meta (4,5%) e consolidando a leitura de que o choque de oferta oriundo do conflito no Oriente Médio ainda não está plenamente precificado. As projeções para 2027 e 2028 também subiram, ainda que sutilmente (de 4,01% para 4,02%, e de 3,65% para 3,66%). A previsão para o PIB de 2026 avançou de forma modesta, de 1,89% para 1,90%, após o resultado do 1º trimestre vir em linha com as expectativas. A taxa Selic esperada para o final deste ano permaneceu em 13,25%. Para uma análise completa sobre o Boletim Focus divulgado ontem, clique aqui;  
  • Hoje, destaque para os dados de inflação na Zona do Euro relativos a maio (leitura preliminar). O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 3,2% no acumulado em 12 meses — o maior patamar desde setembro de 2023 —, devido sobretudo à aceleração dos preços de energia em meio ao conflito no Oriente Médio. O resultado veio em linha com as expectativas. Por sua vez, a medida de núcleo do CPI, que exclui os itens de energia e alimentos, registrou elevação de 2,5% nos últimos 12 meses, ligeiramente acima das estimativas (2,4%). A maior pressão inflacionária pode levar o Banco Central Europeu (BCE) a aumentar suas taxas de juros em 0,25 p.p. na próxima reunião de política monetária, que será realizada em 12 de junho. Esse movimento significaria a primeira alta desde 2023. A agenda econômica também inclui o relatório JOLTS, que apresentará o número de vagas de trabalho em aberto nos Estados Unidos em abril (expectativa: 6,82 milhões).  

Commodities

Papel e Celulose: Volumes de cavaco importado pela China caem, enquanto preços sobem em Abr’26

  • Os volumes de cavaco importado pela China recuaram M/M em Abr’26, segundo a Alfândega da China, reforçando uma dinâmica de oferta mais apertada de cavaco para produtores integrados de celulose no curto prazo;
  • Os volumes importados caíram principalmente em função do cavaco não conífero, com volumes em queda de -16% M/M, enquanto os preços aumentaram +11%;
  • Com isso, nossas estimativas indicam que produtores integrados chineses que utilizam madeira doméstica apresentam atualmente custos marginais de ~US$540/t;
  • Enquanto aqueles dependentes de madeira importada devem estar em ~US$595/t em Abr’26;
  • Em relação aos dados recentes do setor, destacamos: (i) estoques de celulose em portos europeus recuaram -6% M/M em Abr’26 (-10% A/A), segundo a Europulp;
  • E (ii) os preços líquidos de BHKP na China estão atualmente em US$606/t, com futuros de BHKP em US$610/t para Jul’26 (estáveis S/S), enquanto o NBSK está em US$670/t;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Empresas

Bens de Capital: Move Brasil relançado como amortecedor em meio à demanda fraca por pesados

  • Começamos junho com uma nova tranche do Move Brasil disponível no mercado automotivo doméstico, com R$21 bilhões destinados à renovação de veículos pesados;
  • Incluindo R$2 bilhões dedicados a ônibus, com o restante disponível para caminhões e implementos rodoviários em condições de financiamento melhores (prazos mais longos e taxas menores, embora ainda em torno de ~13% a.a.);
  • Vemos isso como um amortecedor importante para evitar uma deterioração adicional em uma indústria que ainda enfrenta custos de financiamento elevados e tendências fracas de demanda;
  • Particularmente para renovação de caminhões e implementos rodoviários (vendas de -4% e -7% A/A em Abr’26, respectivamente, ainda sem mostrar sinais claros de recuperação, em nossa visão);
  • No lado de veículos leves, vemos o Brasil superando outras regiões (Abr’26 +20% vs. tendências A/A mais fracas nos EUA/UE), embora a ANFAVEA destaque o aumento das importações como uma preocupação-chave para a sustentabilidade e qualidade do crescimento doméstico;
  • Olhando para a América do Norte, vemos sinais mais claros de uma recuperação à frente, com novos pedidos de caminhões +199% A/A em Abr’26 (terceiro mês consecutivo acima de +140%, apesar dos níveis sazonalmente mais fracos de abril);
  • Refletindo melhores fundamentos de frete, demanda de reposição e frotas garantindo os slots remanescentes de produção de 2026E antes do ciclo de pré-compra da norma EPA 2027 NOx para evitar custos mais altos de equipamentos;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Embraer (EMBJ3): Confiança em reconstrução

  • Normalização de mix e alavancagem operacional sustentando o ramp-up de rentabilidade à frente Na última sexta-feira (29), nos reunimos com o CFO da Embraer, Sr. Felipe Santana, o Diretor de RI, Sr. Guilherme Paiva, e o time, para discutir as perspectivas da companhia;
  • Embora a tese de longo prazo permaneça intacta, sustentada por um backlog robusto e diversificado, saímos mais confiantes nos vetores de curto prazo que sustentam a entrega do guidance de rentabilidade deste ano, apesar de um pano de fundo macro mais ruidoso;
  • Seguimos vendo as margens do 1T26 como abaixo de níveis normalizados, em grande parte devido a efeitos temporários, deixando espaço para uma recuperação sequencial a partir do 2T26E conforme o mix melhora e a alavancagem operacional se materializa, com pressões de custos permanecendo administráveis;
  • Embora continuemos vendo indicações de um ambiente competitivo ainda acirrado em algumas linhas de produto, não observamos sinais de deterioração no ambiente de demanda;
  • Por fim, esperamos que a atividade de pedidos permaneça saudável à frente, com padrões históricos sugerindo eventos como o Farnborough Airshow como potenciais catalisadores para novos contratos;
  • No geral, reiteramos nossa recomendação de Compra para EMBJ3;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
  • Real Estate: Tendências mistas no universo de cobertura
    • Nossa visão da semana. De forma geral, a última semana reforçou um cenário ainda construtivo para o setor, com baixa renda permanecendo como principal destaque, sustentada pela atividade do MCMV, demanda sólida e melhora na visibilidade de execução;
    • • Por outro lado, o segmento de média/alta renda segue enfrentando um ambiente mais desafiador, com lançamentos mais fracos, maior dependência de incentivos comerciais e pressão contínua sobre a capacidade de pagamento. Em properties de renda, as tendências operacionais permanecem sólidas, com aumento de tráfego em shoppings e expansão contínua em logística. Por outro lado, um mercado de trabalho mais apertado e discussões sobre redução de jornada sugerem um ambiente de custos mais desafiador à frente;
    • • Na sequência, apresentamos nosso comps sheet de valuation, destacando diferenças relevantes de múltiplos entre as empresas, seguido pelo desempenho das ações, que mostrou movimentos relativamente dispersos na semana, e o gráfico da semana, mostrando o aumento recente do crédito imobiliário no Brasil;
    • • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

Carteiras mensais: Renda Fixa

Carteira disponível para todos os clientes e assessores XP: Acesso simples às recomendações do nosso time de especialistas.

Seleção minuciosa de ativos: Títulos escolhidos com base em análise criteriosa de risco e retorno.

Diversificação e qualidade: Estratégias que combinam Renda Fixa Brasil e Internacional para otimizar suas alocações.

Atualização mensal: A lista é revisada todo mês (mudanças não significam recomendação de venda!)

📍 Acesse aqui as carteiras recomendadas: 

📊Renda Fixa Brasil: https://conteudos.xpi.com.br/renda-fixa/carteiras/onde-investir-em-renda-fixa-junho-2026/

🌎Renda Fixa Internacional: https://conteudos.xpi.com.br/renda-fixa/carteiras/onde-investir-em-renda-fixa-internacional-junho-2026/


Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários (Research XP);
    • FIIs: confira o calendário de dividendos de junho de 2026 (Research XP);
    • IFIX cai 0,44% e fecha em 3.860,37 pontos (Suno Notícias);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Calendário de Dividendos – Junho/26
    • Atualizamos o Calendário de Dividendos para o mês de junho de 2026;
    • Nesse relatório, preparamos um calendário de dividendos com as datas de pagamento dos fundos que compõem o IFIX.
    • Clique aqui e saiba mais sobre os dividendos.
  • Carteiras de Alocação PJ: Jun/2026
    • Atualizamos as perspectivas por classe de ativos e apresentamos as carteiras de alocação para pessoa jurídica referentes ao mês de junho de 2026;
    • Neste mês, realizamos uma redução tática marginal de risco na carteira da política Moderada PJ, com diminuição de 0,5% em Renda Variável Global e 2,5% em Renda Variável Brasil. O orçamento foi direcionado para Renda Fixa Pós-fixada, mais especificamente em caixa. Além disso, ajustamos a duration da Renda Fixa Global de 4 para 2 anos;
    • As carteiras seguem alinhadas ao cenário-base, com um posicionamento equilibrado, visando capturar oportunidades e manter resiliência em um ambiente ainda mais volátil;
    • Acesse aqui o conteúdo completo.
  • Carteiras de Alocação PF: Jun/2026
    • Atualizamos as perspectivas por classe de ativo e apresentamos as carteiras de alocação para pessoa física para o mês de junho/2026;
    • Neste mês, não realizamos novas alterações nas exposições por classe de ativo, após o ajuste tático marginal de risco implementado em 18 de maio nas políticas Moderada e Sofisticada, porém, realizamos um ajuste na duration de renda fixa global de 4 para 2 anos;
    • As carteiras seguem alinhadas ao cenário-base, com posicionamento equilibrado para capturar oportunidades e manter resiliência em um ambiente ainda volátil;
    • Acesse aqui o conteúdo completo.
  • Carteira Recomendada XP FIIs – Fundamentalista – Junho/26
    • Atualizamos a carteira Fundamentalista para o mês de junho de 2026;
    • Em maio, a carteira registrou queda de 0,64%, ficando acima do IFIX, que recuou 1,33% no período. Além disso, entregou um dividend yield mensal de 0,94%, equivalente a 11,3% em termos anualizados;
    • Com isso, a carteira acumula valorização de 15,1% nos últimos 12 meses, correspondente a 125% do IFIX;
    • Clique aqui para mais informações.

ESG

Vale e Lojas Renner manterão reporte de sustentabilidade IFRS S1 e S2 mesmo após fim da obrigatoriedade da CVM | Café com ESG, 02/06

  • O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,91% e 1,08%, respectivamente;
  • Na política,o interesse de investidores em projetos de data centers no Brasil já soma 38 GW em pedidos de parecer de acesso à rede elétrica, dos quais 7,1 GW correspondem a investimentos estimados em R$ 159 bilhões nos próximos anos, segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira – ao defender o potencial do país para atrair grandes centros de processamento de dados, o ministro destacou a disponibilidade de energia e a segurança jurídica como pilares para a expansão desse setor;
  • No lado das empresas, (i) Vale e Lojas Renner, as duas primeiras companhias do país a aderir voluntariamente à divulgação de informações financeiras de sustentabilidade nos padrões IFRS S1 e S2, sinalizaram que pretendem manter a prática, mesmo após o fim da obrigatoriedade pela CVM – em contexto, ambas optaram pela adoção voluntária e publicaram seus relatórios em meados do ano passado, com base no exercício de 2024; e (ii) segundo dados da S&P Global Mobility, as vendas de veículos elétricos em 37 países atingiram recordes mensais em março ou abril, impulsionadas pela alta dos preços dos combustíveis devido à guerra no Oriente Médio – as vendas de veículos elétricos vinham em tendência de queda em muitos mercados devido à redução dos incentivos à compra, mas a crise energética os tornou mais atraentes para os consumidores;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Carteira ESG XP: Sem alteração no nosso portfólio para junho de 2026

  • Com o objetivo de ajudar os investidores no processo de alocação de recursos, lançamos em set/21 nossa carteira ESG, combinando 10 nomes que gostamos sob uma perspectiva fundamentalista e que possuem altos padrões ESG;
  • Para junho, não estamos fazendo nenhuma alteração na nossa Carteira ESG XP, mantendo as mesmas 10 ações;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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