XP Expert

PMIs nos EUA e mais: veja o que move os mercados nesta quinta

Preço do petróleo e taxas de juros globais recuaram ontem na perspectiva de um possível acordo de paz entre EUA e Irã; veja temas de maior destaque nesta quinta-feira, 21/05/2026

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]Onde Investir 2026 mobile

Ouça no Spreaker


IBOVESPA +1,77% | 177.355 Pontos

CÂMBIO -0,15% | 5,02/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a quarta-feira em alta de 1,8%, aos 177.355 pontos, em movimento de recuperação após a correção dos últimos pregões. O movimento acompanhou o movimento positivo dos mercados globais e foi sustentado pelo alívio nos preços do petróleo, em meio ao aumento do otimismo com um possível fim do conflito entre EUA e Irã. Como resultado, 75 dos 79 papéis do índice fecharam o dia no campo positivo.

CSN Mineração (CMIN3, +10,3%) liderou os ganhos após aprovar um novo programa de recompra de até 50 milhões de ações ordinárias até novembro de 2027. Na ponta negativa, Petrobras (PETR3, -3,9%; PETR4, -3,2%) foi pressionada pela queda dos preços do petróleo.

Na agenda desta quinta-feira, o destaque macro fica para a divulgação dos PMIs de manufatura e serviços nos EUA.

Renda Fixa

Os juros futuros recuaram ontem, acompanhando a queda do petróleo e o alívio parcial nas tensões entre Estados Unidos e Irã, apesar do tom mais duro da ata do Fed sobre inflação. Nos EUA, a T-note de 2 anos encerrou em 4,05% (-6 bps), a T-note de 10 anos em 4,57% (-9 bps) e o T-bond de 30 anos em 5,11% (-7 bps).

No Brasil, a curva de DIs fechou, em especial nos vértices intermediários e longos, com o DI jan/27 em 14,08% (-7 bps), o DI jan/29 em 13,96% (-16 bps) e o DI jan/31 em 14,11% (-16 bps). A curva de NTN-B apresentou leve abertura, com a B29 encerrando em 8,0% (de 7,99%), a B35 em 7,78% (de 7,73%) e a B50 em 7,33% (de 7,29%).

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: 0,0%), enquanto investidores avaliam os resultados da Nvidia. Ontem, as bolsas americanas encerraram em alta, interrompendo uma sequência de três quedas consecutivas, beneficiadas pela queda das taxas das Treasuries e pelo tom mais otimista vindo das negociações entre EUA e Irã. Donald Trump afirmou que as conversas estão “na reta final”, o que ajudou a aliviar temporariamente as preocupações com petróleo e inflação.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,4%), em meio à melhora marginal do sentimento global após sinais de avanço nas negociações entre EUA e Irã. O setor espacial europeu se destaca positivamente, com a Eutelsat disparando mais de 12%, ampliando ganhos recentes diante da expectativa pelo IPO da SpaceX.

Na China, os mercados fecharam em queda (CSI 300: -1,4%; HSI: -1,0%), refletindo cautela com o crescimento doméstico e a ausência de medidas adicionais de estímulo. Enquanto isso, o restante dos mercados asiáticos fechou majoritariamente em alta, impulsionados pelo forte rally nas ações ligadas à tecnologia e semicondutores após os resultados da Nvidia reforçarem o entusiasmo com inteligência artificial.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou a quarta-feira em alta de 0,88%, aos 3.850,07 pontos, recuperando parte das perdas acumuladas nas sessões anteriores. O índice abriu em 3.816,66 pontos e manteve trajetória positiva ao longo do pregão, em um movimento de recuperação disseminada entre os segmentos.

Os Fundos de Recebíveis lideraram os ganhos, com avanço de 1,04%, evidenciando novamente seu protagonismo em dias de recuperação do índice. Os Fundos de Tijolo também contribuíram positivamente, com alta de 0,79%, sustentados por Shoppings (+0,85%) e Lajes Corporativas (+0,82%), enquanto Ativos Logísticos tiveram desempenho mais modesto, com ganho de 0,44%. Os Fundos Híbridos avançaram 0,81%, os Fundos de Fundos registraram alta de 0,55% e Multiestratégia subiu 1,43%.

Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram VRTM11 (+3,3%), HSML11 (+3,1%) e GZIT11 (+2,9%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por RBRL11 (-2,0%), RCRB11 (-1,3%) e KISU11 (-1,0%).

Economia

Preço do petróleo e taxas de juros globais recuaram ontem na perspectiva de um possível acordo de paz entre EUA e Irã. Notícias reportam um aumento do fluxo de navios de petróleo pelo Estreito de Ormuz. O preço do barril, no entanto, segue acima de US$ 100.

A ata da última reunião de política monetária do Fed (banco central dos EUA) mostra um comitê dividido, com alguns membros sugerindo que alta de juros pode ser necessária se as pressões inflacionárias continuarem.

No Brasil, o governo segue anunciando medidas de estímulo econômico, e a Polícia Federal rejeitou o acordo de delação premiada oferecido pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Veja todos os detalhes

Economia

Um acordo de paz (temporário) entre os EUA e o Irã parece próximo

  • O petróleo Brent está sendo negociado a US$ 104 por barril hoje, após queda de 5,6% ontem. O presidente Trump disse que as negociações com o Irã estão na “fase final”, e a Bloomberg News informa que o Irã está respondendo à mensagem enviada pelos EUA, aceitando um acordo temporário. Dados de rastreamento de navios mostraram um superpetroleiro sul-coreano carregando petróleo bruto kuwaitiano cruzando o estreito ontem, acompanhado por dois superpetroleiros chineses — o que, se confirmado, marcaria um dos dias de maior volume de movimentação de petróleo pelo estreito de Ormuz desde o início da guerra. Os juros dos títulos do Tesouro dos EUA estão caindo em resposta ao possível acordo de paz;
  • A ata da última reunião de política monetária do Fed (banco central dos EUA), divulgada ontem, revelou um comitê dividido, cada vez mais inclinado a uma postura mais restritiva. A maioria dos membros indicou que algum aperto adicional na política monetária (alta das taxas de juros) “provavelmente se tornaria apropriado” caso a inflação continue persistentemente acima de 2%. Três membros do comitê discordaram formalmente da manutenção da diretriz de flexibilização monetária na declaração pós-reunião, e a ata observou que “muitos” outros participantes também teriam preferido sua remoção. O documento registrou ainda que “a grande maioria dos membros” vê um risco crescente de que a inflação demore mais para retornar à meta do que o esperado anteriormente. A ata é a última sob a presidência de Jerome Powell e estabelece um cenário desafiador para o futuro presidente Kevin Warsh, cuja primeira reunião está agendada para 16 e 17 de junho: embora Warsh tenha historicamente sinalizado abertura para taxas de juros mais baixas, o documento sugere espaço limitado para uma postura mais cautelosa dentro do comitê atual;
  • Na agenda de hoje nos Estados Unidos, os principais indicadores são os pedidos iniciais de seguro-desemprego da semana passada (anterior: 211.000) e as sondagens empresariais PMIs globais do S&P para maio, abrangendo os setores de manufatura e serviços — as primeiras leituras de atividade com dados de maio, um mês em que o otimismo em relação a um acordo EUA-Irã pode começar a se refletir na confiança das empresas. No Brasil, nenhum indicador econômico relevante está programado para divulgação;
  • No Brasil, o governo continua anunciando medidas para impulsionar a demanda. A mais recente foi uma linha de crédito para motoristas de aplicativos comprarem carros novos. Estimativas da XP, apresentadas em nota publicada ontem, sugerem que as medidas de estímulo já representam um aumento de 1,4% no crescimento do PIB;
  • Polícia Federal rejeitou o acordo de delação premiada oferecido pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. As informações apresentadas por Vorcaro foram consideradas insuficientes pelos investigadores responsáveis pelo caso. A avaliação da PF é que os relatos feitos pelo ex-banqueiro não eram relevantes para justificar o acordo e não foram além das provas que já haviam sido obtidas nas apurações do caso.

Empresas

Papel e Celulose: Consumo de celulose da China usando madeira doméstica +11% A/A em 2025

  • A China Paper Association divulgou seus dados de 2025, mostrando que o consumo de celulose na China atingiu ~129Mt em 2025, um aumento de ~4% A/A (ou +4,8Mt);
  • Considerando os dados de celulose importada e cavaco, estimamos ~19,0Mt de consumo de celulose usando madeira doméstica em 2025, +2,0Mt vs. 2024 (+11% A/A);
  • Nesse contexto, embora o aumento da disponibilidade de madeira doméstica siga consistente com maior integração, a queda A/A nos volumes importados de cavaco (particularmente do Vietnã) reflete uma oferta global mais apertada;
  • Combinado às revogações de licenças na Indonésia e às adições de capacidade em curso na China, esperamos que os mercados de cavaco permaneçam apertados;
  • Mantendo os custos marginais dos produtores integrados elevados e sustentando os preços de celulose no curto prazo, com a disciplina de oferta permanecendo como o principal vetor;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Autopeças: Receitas estáveis apesar de dados da indústria ainda fracos e ventos contrários de câmbio

  • Receitas Mensais de Randoncorp & Frasle Mobility O que há de novo? Hoje, Randoncorp e Frasle Mobility divulgaram as receitas mensais de Abr’26, respectivamente +1% A/A e -1% A/A;
  • Ajustadas por câmbio e dias úteis, as receitas da Frasle teriam crescido +5% A/A;
  • Sequencialmente, as receitas mostraram leve desaceleração (Randoncorp ex‑Frasle -3% e Frasle -5% M/M);
  • Nossa visão: câmbio segue como um vento contrário relevante para as receitas reportadas da Frasle, particularmente pela conversão de exportações/vendas externas;
  • Eembora as operações subjacentes mostrem sinais de melhora (especialmente em Nakata/4Mobility);
  • Para Randoncorp (ex‑Frasle), vemos as receitas se mantendo em níveis levemente acima de 2025, apesar de dados da indústria ainda fracos (vendas de caminhões -4% e de implementos rodoviários -7% A/A em Abr’26);
  • Esperamos que o Move Brasil (que agora foi ampliado) ajude a evitar uma deterioração adicional do mercado no curto prazo;
  • Conforme discutido no earnings call recente da Randoncorp, esperamos contribuição incremental de (i) ramp-up da planta de Mogi Guaçu e
  • (ii) maiores volumes de vagões ferroviários na composição de receitas do 2T26E;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Mineração & Siderurgia: Preços do minério de ferro sustentados por custos, embora sinais fracos de demanda persistam

  • Analisando dados globais de minério de ferro & aço O mercado de minério de ferro permaneceu resiliente ao longo de Abr–Mai’26, apesar dos ruídos macro e do alívio dos riscos de oferta;
  • Destacamos: (i) os preços se mantiveram firmes entre ~US$105–110/t, mesmo após a resolução da disputa BHP–CMRG, sustentados menos por otimismo com a demanda e mais por uma base de custos crescente, incluindo frete mais alto (+14% YTD) e insumos energéticos;
  • (ii) a dispersão entre qualidades se intensificou, com o spread 65–62% se ampliando, refletindo tanto a inflação do coque quanto restrições estruturais na oferta de alta qualidade; e
  • (iii) as margens do aço melhoraram (vergalhão +12%, bobina quente +15% YTD), permitindo que as usinas sustentassem a demanda e absorvessem parcialmente matérias-primas de custo mais elevado;
  • Apesar de condições domésticas ainda fracas (as exportações seguem como uma importante válvula de escape);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Raízen corre para aprovar plano de reestruturação sem apoio de bondholders, dizem fontes (Bloomberg Línea);
  • CMN regula linha emergencial de crédito para capital de giro de empresas aéreas (Valor Econômico);
  • CVC foca em renegociar dívida e descarta novo aporte de capital, diz VP (Bloomberg Línea);
  • Perspectiva dos ratings da Marfrig e da BRF alterada para negativa por alta alavancagem; ratings ‘brAAA’ reafirmados (S&P National).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

Fluxo estrangeiro torna-se negativo após entradas muito fortes no 1T – Fluxo em foco

  • Um mês de “duas metades” para os fluxos de estrangeiros em abril. Os fluxos de investidores estrangeiros começaram o mês passado dando sequência à forte tendência positiva observada no início de 2026. Na primeira metade de abril, os estrangeiros registraram R$ 14,6 bilhões de entradas líquidas no mercado à vista. Já na segunda metade, por outro lado, o movimento se inverteu, com R$ 11,5 bilhões de saídas líquidas. Como resultado, abril terminou com R$ 3,2 bilhões de entradas líquidas no mercado à vista e R$ 3,4 bilhões de saídas líquidas em futuros, totalizando R$ 0,2 bilhão de saídas líquidas combinadas;
  • Em maio, até o momento, a tendência negativa persiste no mercado à vista, com R$ 3,6 bilhões de saídas líquidas. Em futuros, porém, os dados apontam para um quadro mais construtivo, com R$ 4,3 bilhões de entradas líquidas até agora. Como discutido em nosso último Raio-XP, a reversão dos fluxos de estrangeiros reflete principalmente a volta do foco para tecnologia e para o “Trade de IA”, o que favorece ações dos EUA e emergentes asiáticos como Taiwan e Coreia, mas pesa sobre HALO e sobre teses ligadas a commodities, como Brasil. No acumulado do ano, os fluxos estrangeiros seguem robustos, com R$ 53,5 bilhões de entradas líquidas no mercado à vista, apesar de R$ 12,9 bilhões de saídas líquidas em futuros;
  • Enquanto isso, investidores institucionais permaneceram vendedores líquidos de ações brasileiras em abril, marcando o oitavo mês consecutivo de saídas líquidas. Eles registraram saídas líquidas de R$ 9,4 bilhões no mercado à vista, parcialmente compensadas por entradas líquidas de R$ 1,5 bilhão em futuros. Em maio, até agora, os institucionais acumulam entradas líquidas de R$ 2,0 bilhões no mercado à vista, mas saídas líquidas de R$ 5,9 bilhões em futuros;
  • Em contraste, os investidores pessoa física apresentaram entradas líquidas em futuros em abril, com fluxos neutros no mercado à vista e entradas líquidas de R$ 1,9 bilhão em futuros. Em maio, até o momento, eles têm sido os principais compradores líquidos de ações, com entradas líquidas de R$ 2,7 bilhões no mercado à vista e R$ 1,5 bilhão em futuros;
  • Por fim, a indústria de fundos teve mais um mês negativo em abril, com resgates líquidos totalizando R$ 24,5 bilhões. Fundos de renda fixa registraram saídas líquidas de R$ 19,3 bilhões, enquanto os multimercados prolongaram a sequência negativa, com resgates líquidos de R$ 5,4 bilhões. Em sentido oposto, os fundos de ações tiveram o primeiro mês positivo desde agosto de 2025, com entradas líquidas de R$ 0,2 bilhão;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • HGBS11 conclui venda de participação em ativo e destrava ganho de capital (Research XP);
    • IFIX fecha em alta de 0,88% aos 3.850 pontos (Suno Notícias);
    • Fundos imobiliários superam o rótulo de “moda” (Metro Quadrado);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

3tentos dá início à operação de sua 1ª planta de etanol de milho após aprovação da ANP | Café com ESG, 21/05

  • O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em alta, com o IBOV e o ISE subindo 1,77% e 3,02%, respectivamente;
  • Na Brasil, a 3tentos inicia oficialmente a operação de sua primeira planta de etanol de milho no Vale do Araguaia (MT), após obter a autorização da ANP – de acordo com a empresa, o empreendimento representa um marco no plano de crescimento da companhia e consolida sua expansão no segmento de biocombustíveis;
  • No internacional, (i) veículos elétricos e híbridos plug-in devem representar quase 30% das vendas globais de carros neste ano, segundo projeção da Agência Internacional de Energia, à medida que a crise energética no Oriente Médio e a queda nos custos de baterias impulsionam a demanda – o crescimento se destaca na Europa, onde as vendas de veículos elétricos e híbridos plug-in devem aumentar cerca de 20% em 2026, representando um em cada três carros vendidos; e (ii) os investimentos chineses no país atingiram US$ 6,1 bilhões em 2025, alta de 45% em relação ao ano anterior e o maior volume registrado desde 2017, consolidando o país como principal destino global do capital chinês no período, com destaque para a mineração, que bateu recorde de investimentos, segundo dados do Conselho Empresarial Brasil-China – o movimento se dá meio ao avanço da transição energética e à corrida por minerais críticos, diante da disputa com grandes potências econômicas por novos fornecedores de matérias-primas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.