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PIB do Brasil, Raio XP e recomendações para março em destaque

Mercado de trabalho aquecido no Brasil e PCE nos EUA também são alguns dos temas em foco nesta sexta-feira, 01/03/2024

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IBOVESPA -0,87% | 129.020 Pontos

CÂMBIO +0,04% | 4,97/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa fechou a quinta-feira em queda de 0,9%, mas conseguiu acumular um retorno positivo de 1,0% no mês de fevereiro, aos 129.020 pontos. A sessão de ontem foi puxada pra baixo por Petrobras (PETR3, -0,9%; PETR4, -0,7%), com o mercado ainda repercutindo as falas do CEO sobre a adoção de cautela no pagamento de dividendos.

Na outra ponta, as maiores altas foram Marfrig (MRFG3, +3,9%), controladora da BRF que subiu em meio a um maior otimismo com frigoríficos, e JBS (JBSS3, +2,7%), após a mudança de recomendação de um banco de investimentos. 

Confira o Raio-XP da Bolsa deste mês, em que nós exploramos a saída de capital estrangeiro do Brasil, o desempenho das Small Caps e as projeções de LPA do Ibovespa. Além disso, atualizamos nossas carteiras recomendadas.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros fecharam o pregão em queda. O movimento refletiu, de forma geral, o resultado do índice de preços de gastos com consumo (PCE) dos Estados Unidos, amplamente em linha com as estimativas de consenso, e que afastou temores de uma piora na dinâmica inflacionária dos EUA. Além disso, um fator adicional que contribuiu para a queda das taxas foi a oferta menor de títulos prefixados pelo Tesouro Nacional em seu leilão semanal. DI jan/25 fechou em 9,995% (0bps vs. pregão anterior); DI jan/26 em 9,78% (-6bps); DI jan/27 em 9,98% (-6,5bps); DI jan/29 em 10,42% (-7bps).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os mercados operam em queda nos Estados Unidos (S&P 500: -0,2%; Nasdaq 100: -0,2%). Fevereiro marcou o quarto mês consecutivo de alta para o S&P 500, que terminou acima da marca de 5000 pontos.

Na Europa, os mercados apresentam leve alta nesta manhã (Stoxx 600: 0,2%), após dados de inflação caírem menos que o esperado para a região do Euro. Na China, os índices operam em alta (HSI: 0,5%, CSI 300: 0,6%), com dados de atividade industrial mais positivos na China continental.

Economia

O mercado de trabalho brasileiro continua aquecido. Os dados da Pnad mostraram que a taxa de desemprego se manteve no nível mais baixo desde 2015, e que os rendimentos reais sequem acelerando. O mercado de trabalho aquecido é uma boa notícia para o consumo das famílias no futuro, mas pode tornar mais difícil a tarefa do Banco Central de levar a inflação para a meta de 3,0%. O destaque hoje no Brasil são os números do PIB do quarto trimestre de 2023. Esperamos outro ligeiro aumento positivo em relação ao trimestre anterior (0,1%), o que levará o crescimento anual de 2023 para 3,0%.

Nos EUA o índice de inflação favorito do Fed (banco central local) ficou em linha com o esperado em janeiro, mas reforçou a tendência preocupante de aceleração da inflação de serviços. Na China, a sondagem empresarial PMI confirma a contração no setor manufatureiro, enquanto  na Europa a inflação ao consumidor de janeiro ficou em 2,6% em 12 meses, um pouco acima das expectativas, o que deve levar o BCE a manter o tom cauteloso com relação ao início do ciclo de cortes de juros.

Veja todos os detalhes

Economia

O mercado de trabalho brasileiro dá sinais adicionais de (super)aquecimento

  • O mercado de trabalho brasileiro continua aquecido. Conforme publicado ontem pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a taxa de desemprego brasileira subiu para 7,6% no trimestre móvel até janeiro, ante 7,4% no quarto trimestre do ano passado. Este resultado foi melhor que o esperado (XP: 7,7%; mercado: 7,8%). Estimamos que a taxa de desemprego mensal ajustada sazonalmente tenha permanecido praticamente estável em 7,6%, o nível mais baixo desde o início de 2015. Os rendimentos reais do trabalho aumentaram pelo quinto mês consecutivo, o que mantém as luzes amarelas para sinais de superaquecimento. O mercado de trabalho aquecido é uma boa notícia para o consumo das famílias no futuro, mas pode tornar mais difícil a tarefa do Banco Central de levar a inflação para a meta de 3,0%. De fato, o banco central discutiu extensivamente os riscos de um mercado de trabalho forte para as perspectivas de inflação nas mais recente ata de seu comitê de política monetária (Copom);
  • O destaque hoje no Brasil são os números do PIB do quarto trimestre de 2023. Esperamos outro ligeiro aumento positivo em relação ao trimestre anterior (0,1%), o que levará o crescimento anual de 2023 para 3,0%. O consumo privado e as exportações foram os principais motores do crescimento econômico no ano passado, enquanto a formação de capital (investimento) recuou;
  • Nos EUA, o núcleo do índice de preços das Despesas de Consumo Pessoal (PCE deflator) – o indicador de inflação preferido da Fed – publicado ontem aumentou 0,42% em janeiro, em linha com as expectativas (consenso: 0,4%). A variação anual do núcleo do PCE registrou 2,85% em janeiro, ante 2,94% em dezembro. Na abertura do índice, preços de bens manufaturados recuaram 0,17%, a quarta queda mensal consecutiva. Entretanto, o índice de serviços apresentou um forte aumento de 0,60%, marcando a sua variação mensal mais intensa desde junho de 2022. Do lado da atividade, as despesas de consumo pessoal (PCE) aumentaram 0,23% em janeiro (consenso: 0,2%), e a sua variação anual recuou 5,90% para 4,52% – o seu nível mais baixo desde Fevereiro de 2021. Os dados de hoje ficaram em geral em linha com as expectativas, mas com o incômodo da reaceleração da inflação de serviços. Em relação à política monetária, acreditamos que os dados do PCE, combinados com os sinais de mercado de trabalho ainda forte, reforçam a mensagem de que o banco central (Fed) não precisa ter pressa para cortar os juros este ano;
  • A atividade industrial na China recuou em Fevereiro, o que é uma evidência adicional de fraqueza na segunda maior economia do mundo. O índice oficial da sondagem empresarial de gerentes de compras do setor industrial ficou em 49,1 em fevereiro, mostraram dados do Departamento Nacional de Estatísticas esta manhã. Leituras abaixo de 50 indicam contração. A marca ficou em linha com as expectativas e inferior aos 49,2 registrados em janeiro;
  • A prévia da inflação ao consumidor na zona do euro de fevereiro, publicada agora pela manhã, ficou em 2,6% em 12 meses, um pouco acima das expectativas (2,5%). O resultado confirma que a inflação recuou, mas segue acima da meta de 2,0% do Banco Central Europeu. Assim, o BCE deve manter o tom cauteloso com relação ao início do ciclo de cortes de juros.

Commodities

Data Expert | Proteínas Animais Brasil – Fev/24

  • Principais conclusões são: (i) Na exportação, volumes positivos mas preços em queda em todas as carnes; (ii) no mercado interno, o frango está mais suportado que carne bovina e suína, perdendo competitividade, enquanto a produção de pintainhos em janeiro sugere aumento A/A; (iii) o risco de uma transição para La Niña pode pressionar margens dos produtores, mas é cedo para dizer.
  • Resultados do 4T24 da BRF confirmaram demanda sólida no mercado doméstico, tendência que devemos observar em outros players, mas somos mais otimistas com o setor de aves do que outras carnes e mantemos a BRF como nossa Top Pick.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Empresas

C&A (CEAB3): 5 motivos para comprar C&A

  • Nesse relatório, discutimos cinco razões por trás da nossa recomendação de Compra para C&A: 1) Margens ainda tem espaço para melhorar; 2) Vemos o cenário competitivo melhorando sequencialmente, com as plataformas internacionais perdendo força; 3) C&A Pay continua sendo implantada, contribuindo para crescimento nas vendas; 4) Um time experiente está por trás das principais iniciativas, o que mitiga riscos de execução; e 5) Valuation continua atrativo, mesmo depois da performance positiva do papel em 2023, uma vez que vemos C&A negociando a um P/L normalizado de 9,6x em 2025;
  • Finalmente, atualizamos nossas estimativas para incorporar os resultados do 4T23, ajustando nossas estimativas e aumentando nosso preço-alvo para R$12,0/ação, antes em R$10,0;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Papel e Celulose: Suzano anunciou aumento de preço de US$ 30/t para março de 24; Futuros de abril de 24 a US$ 670/t

  • Nesta semana, notamos:
    • (i) O desempenho preliminar da receita líquida da Suzano no 1T24E de +13% T/T (melhor escolha em nossa cobertura), enquanto a receita preliminar preliminar da Klabin deverá aumentar 9% T/T e da Irani -1% T/T;
    • (ii) Os futuros chineses de celulose de fibra curta estão atualmente em US$ 670/t para abril de 24 (+6% T/T) e ligeiramente acima dos preços spot de BHKP de US$ 665/t na China; e por fim,
    • (iii) A Suzano está negociando a 5,6x EV/EBITDA forward excluindo o Cerrado, um desconto de 20% quando comparado à sua média histórica de 7,0x e em linha com os players de celulose de mercado.
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Resultados mistos prejudicados por um lucro líquido abaixo das estimativas

  • A MRV apresentou resultados mistos no 4T23, afetados pela pressão na margem bruta e no lucro líquido;
  • A receita líquida da MRV&Co aumentou para R$ 1,94 bilhão (+17% A/A), ajudada pelo recorde de vendas líquidas da MRV Inc;
  • A margem bruta continuou em uma recuperação gradual, atingindo 24,1% (+4,0 p.p. A/A), suportada pela margem bruta de novas vendas, que atingiu 36,5%, apoiada por aumentos robustos de preços no trimestre (+19% A/A);
  • O lucro líquido continuou pressionado:
    • A MRV Inc reportando prejuízo líquido de R$10 milhões (R$52 ajustado por swaps e efeitos de marcação a mercado);
    • A MRV&Co reportando prejuízo líquido de R$105 milhões;
    • A Resia, Luggo e Urba aumentaram seus prejuízos;
  • A Résia teve uma queima de caixa mais branda de R$40 milhões, ajudada por um investimento de um sócio limitado;
  • Mantemos nossa recomendação de compra e preço alvo de R$17,0/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Acionistas da Cielo discutirão em 2 de abril nova avaliação do preço por ação em OPA (Valor);
    • BB responde por 25% dos volumes transacionados no Pix, diz diretor (Valor);
    • Mastercard quer incluir benefícios no cartão de débito (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • TIM Brasil vai receber melhorias com parceria entre Cisco e NEC (telesintese);
    • Reoneração: PL frustra e setores visam saída na reforma tributária (telesintese);
    • Oi diz que recuperação judicial a impede de pagar amortização de debêntures (Valor);
    • Gastos mundiais com TI crescerão 6,8% em 2024, prevê Gartner (telesintese);
    • Clique Aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Os cinco motivos para comprar C&A, segundo a XP (Brazil Journal);
    • Casas Bahia renegocia R$ 1,5 bilhão em dívidas (Neofeed);
    • Análise: Walmart, Casino, Dia. Por que o Brasil perde tantos grupos internacionais (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Bebidas
      • Ambev provoca “ressaca” em investidores com velhos problemas (NeoFeed);
      • Anheuser-Busch InBev still feels Bud Light controversy hangover (Just Drinks).
    • Alimentos
      • India’s rice output to drop for the first time in 8 years, government says (Reuters);
      • ISN: EU pork exports fell significantly in 2023 (Euromeat).
    • Agro
      • Texas wildfires destroy grain and cattle, agriculture commissioner says (Reuters);
      • Produtor continua ‘retraído’ e compras de fertilizantes estão atrasadas (Globo Rural).
    • Biocombustíveis
      • Brasil vê preço do biodiesel em queda e pressão irrelevante de nova mistura sobre diesel (Notícias Agrícolas).
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Saúde: XP Daily | Sua dose diária de notícias
    • Prevent Senior consegue suspender cobranças enquanto negocia acordo com a Fazenda Nacional (Valor Econômico);
    • Brasil chega a 1 milhão de casos prováveis de dengue em 2024 (Valor Econômico);
    • Casos de covid-19 aumentam 83,2% no Estado de SP após o Carnaval (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Combustível XP: As principais notícias que movem o setor de Óleo & Gás
    • Futuro da marca BR ainda é incerto para a Vibra (Valor Econômico)
    • Governo e empresas de petróleo resistem ao projeto que altera mistura de biocombustível em gasolina e diesel; relator busca acordo (O Globo)
    • Mistura de biodiesel no diesel aumenta para 14% nesta sexta-feira (epbr)
    • Federação de petroleiros pede investigação de conselheiros da Petrobras (O Globo)
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
    • Serviços voltam a assustar no PCE de janeiro e devem manter Fed ‘sem pressa’ de cortar juros (Infomoney);
    • Associações defendem manutenção do saque-aniversário do FGTS (Valor);
    • Abecip: preços dos imóveis residenciais sobem 1,17% em janeiro (Sinduscon);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Em investigação de apagão, TCU pode apertar regras de comissionamento de renováveis (MegaWhat);
    • Equatorial Energia investirá R$ 2,6 bi para conectar 280 mil pessoas à rede elétrica (Valor Econômico);
    • Copel registra lucro de R$ 942,8 milhões no 4º tri, alta de 51,2% na base anual (Valor Econômico).
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Estratégia

Raio-XP: A hora dos cíclicos domésticos chegou

  • Em fevereiro, o Ibovespa subiu +1,0% em reais e ficou praticamente de lado em dólares. 12 dos 17 setores terminaram o mês positivos, com Bens de Capital, Papel & Celulose e TMT liderando os ganhos. No acumulado do ano, o Ibovespa cai -3,8% em reais e -6,1% em dólares;
  • Neste Raio-XP, analisamos três temas:
    • (i) a saída de capital estrangeiro, que já soma R$17,4 bi no ano, não muda nossa visão estrutural de que o Brasil está bem posicionado globalmente e em mercados emergentes para continuar atraindo capital,
    • (ii) Small Caps, que continuam com desempenho inferior em 2024, mas podemos estar vendo um ponto de entrada interessante à medida que o ciclo de corte de juros continua, e
    • (iii) os lucros estão projetados a crescerem 16% em 2024 (consenso) e +31% quando excluímos commodities.
  • Devido à expectativas mais altas para lucros, estamos revisando nosso valor justo do Ibovespa para 149 mil pontos, de 142 mil anteriormente;

Clique aqui para acessar o relatório.


Renda fixa

Carteiras Mensais: Renda Fixa e Crédito Privado

  • Nossa lista de ativos recomendados é composta por títulos escolhidos mensalmente pelos nossos analistas de renda fixa do Research XP;
  • A composição pode ou não sofrer alterações a cada mês, a depender da disponibilidade de ativos e sua relação risco-retorno. Portanto, a eventual retirada de um título entre um mês e outro não implica recomendação de venda!
  • Clique aqui para acessar a carteira Investindo em Março 2024: Renda Fixa;
  • Clique aqui para acessar a carteira Investindo em Crédito Privado – Março 2024.

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Solfácil capta R$ 600 milhões para projeto solar (Valor);
  • US inflation eases to 2.4%, according to Federal Reserve’s target index (Financial Times);
  • Sabesp capta quase R$ 3 bilhões com oferta de debêntures (Valor);
  • Marfrig fará oferta de R$ 1,875 bilhão em CRA (Globo Rural);
  • Na Raízen, um bond doce feito cana-de-açúcar (Pipeline);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • FII que negocia venda de todos os imóveis sobe 20% e lidera ganhos em fevereiro (InfoMoney);
    • FIIs SNCI11 e SNME11 reportam estratégias para aquisição de CRIs (FIIs);
    • Fundo imobiliário perde inquilino em região ‘cobiçada’; Após recordes, Ifix caminha para o tetra (Money Times);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

O que uma eventual disputa entre Biden e Trump significa para a agenda ESG?

  • No dia 5 de novembro, os americanos elegerão o próximo presidente dos EUA;
  • Ao que tudo indica até o momento, o presidente Joe Biden e o ex-presidente Donald Trump provavelmente se enfrentarão de novo, com as pesquisas apontando Trump como favorito, embora ainda seja muito cedo para afirmar;
  • Quando o tema é clima, enquanto um lado deve conduzir a continuidade da agenda, o outro deve trazer mudanças ao desfazer parte das políticas vigentes hoje;
  • Com o processo eleitoral em andamento, neste relatório trazemos uma visão geral do que já se sabe, as ideologias divergentes na agenda climática, e o que isso pode significar para o tema ESG, assumindo que ambos os candidatos sejam confirmados;
  • Clique aqui para ler o conteúdo completo.

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