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Bolsas em alta; reunião de Trump e Xi Jinping e balanços em foco

Alta no S&P 500 e encontro de Trump com Xi Jinping são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 14/05/2026

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IBOVESPA -1,80% | 177.098 Pontos

CÂMBIO +0,29% | 4,91/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em queda de 1,8%, aos 177.098 pontos, na contramão dos mercados globais (S&P 500: +0,6%; Nasdaq: +1,0%). e com 68 dos 79 papéis do índice fechando no campo negativo. O movimento repercutiu a reação do mercado ao noticiário político doméstico.

Braskem (BRKM5, +2,9%) deu continuidade ao movimento positivo após a alta de 29,0% na terça-feira, quando um banco de investimentos elevou a recomendação do papel. Na ponta negativa, Localiza (RENT3, -6,4%) liderou as perdas após outro banco de investimentos reduzir sua estimativa de preço-alvo para as ações da companhia.

Na agenda desta quinta-feira, o destaque fica para uma série de resultados referentes ao 1T26 no Brasil, incluindo 3tentos, Cosan, CPFL Energia, Cyrela, Grupo Mateus, MBRF, Nubank, Orizon, Priner, Sanepar, Stone, entre outros.

Renda Fixa

Os juros futuros avançaram nesta quarta-feira, com o exterior refletindo inflação mais alta nos EUA (PPI e CPI), leilão de Treasuries de 30 anos acima de 5% e a confirmação de Kevin Warsh no Fed, enquanto no Brasil o foco recaiu sobre o quadro eleitoral, dados fortes de varejo e novas medidas fiscais que elevaram o prêmio de risco. Nos EUA, a T-note de 2 anos encerrou em 3,98% (-1 bp), a T-note de 10 anos em 4,47% (+1 bp) e o T-bond de 30 anos em 5,04% (+1 bp). No Brasil, a curva de DIs abriu e ganhou inclinação, levando o DI jan/27 a 14,21% (+9 bps), o DI jan/29 a 14,05% (+30 bps) e o DI jan/31 a 14,11% (+29 bps). A curva NTN-B apresentou relativa estabilidade: NTN-B 2029 em 7,9%, NTN-B 2035 em 7,5% (ante 7,6% no dia anterior) e NTN-B 2050 em 7,2%.

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em leve alta (S&P 500: +0,3%; Nasdaq 100: +0,2%), com o mercado sustentando o movimento positivo após o S&P 500 e o Nasdaq renovarem máximas históricas impulsionados novamente pelo setor de tecnologia. O destaque ficou para a forte reação de Cisco após resultados e guidance acima do esperado. Apesar do PPI de abril ter vindo acima das expectativas, o mercado segue relativamente resiliente, com investidores enxergando o movimento inflacionário como concentrado em energia.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,8%). Os investidores acompanham o aumento da instabilidade política no Reino Unido, com rumores de possíveis desafios à liderança do primeiro-ministro Keir Starmer pressionando a percepção de risco local e mantendo atenção sobre os yields dos gilts britânicos. No corporativo, seguem as divulgações de resultados na região, incluindo National Grid, Aviva e Telefonica, além dos dados de PIB do Reino Unido do 1T26.

Na China, as bolsas fecharam em queda (CSI 300: -1,7%; HSI: 0,0%). No restante da Ásia, o desempenho foi misto, com o foco concentrado no aguardado encontro entre Trump e Xi Jinping em Pequim. O mercado vê a reunião como potencial catalisador para redução de tensões comerciais, ainda que sejam esperadas discussões mais focadas em tarifas, semicondutores e restrições de exportação, sem grandes mudanças estruturais na relação bilateral.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão de quarta‑feira em queda de 0,80%, acompanhando a deterioração dos ativos domésticos, à medida que o foco dos investidores se voltou para o cenário eleitoral. Com isso, o índice acumula recuo de 2,43% no mês de maio. Entre os segmentos que compõe o IFIX, a queda foi amplamente disseminada.

Os Fundos de Recebíveis cederam 0,76%, com apenas 11% dos fundos encerrando em alta — o pior índice de aproveitamento do segmento no ciclo recente de pressão. Os FIIs de Tijolo recuaram 0,80% no agregado: Lajes Corporativas lideraram as perdas, com queda de 1,41%, seguidas por Shoppings (-1,00%) e Ativos Logísticos (-0,49%). Os Fundos de Fundos apresentaram a maior queda proporcional do pregão, com recuo de 1,87%, seguidos pelos Multiestratégia (-0,71%). Os fundos Híbridos encerraram o dia com baixa de 0,60%. Na ponta positiva, as altas foram pontuais e de baixa magnitude, com destaque para o TOPP11 (+1,6%), o HCTR11 (+0,7%) e o CLIN11 (0,5%). Entre as quedas, o BPML11 recuou 4,5%, o CACR11 cedeu 3,9% — em mais um pregão de pressão desde o anúncio da suspensão de dividendos —, e o SNFF11 caiu 3,5%.

Economia

O presidente dos EUA, Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, encerraram o primeiro dia de reuniões em tom positivo. Concordaram em desenvolver uma “relação construtiva China-EUA de estabilidade estratégica”.

A inflação ao produtor (PPI) nos EUA ficou bem acima do esperado em abril, em linha com a alta do PPI em outros países, como a China.  Os resultados sugerem que o choque energético gerado pelo conflito no Oriente Médio e a maior demanda por componentes relacionados à Inteligência Artificial já estão pressionando os custos de produção globalmente, indicando maior pressão sobre os preços ao consumidor no futuro.

No Brasil, o mercado reagiu ontem a notícias que ligava o candidato presidencial de oposição Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro, do Banco Master. O resultado das vendas no varejo em março supreenderam as expectativas, indicando que a demanda interna brasileira permanece sólida apesar da política monetária restritiva, refletindo as medidas expansionistas fiscais e quase fiscais do governo.

Veja todos os detalhes

Economia

Trump se encontra com Xi, política volta a mexer preços de mercado no Brasil

  • O presidente dos EUA, Trump, e o líder chinês, Xi Jinping, encerraram o primeiro dia de reuniões em tom positivo. Concordaram em desenvolver uma “relação construtiva China-EUA de estabilidade estratégica”. As discussões sobre comércio/tarifas alcançaram “resultados equilibrados e positivos no geral”. Xi, no entanto, mostrou-se menos positivo em relação ao que considera “a questão mais importante discutida”: a relação China-Taiwan. O líder chinês alertou que “se bem administrada, a relação se mantém; se mal administrada, os dois países correm o risco de colisão ou conflito”. As reuniões continuam hoje;
  • A inflação de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos EUA ficou significativamente acima do esperado ontem. Os preços subiram 1,4% em relação ao mês anterior, contra 0,5% esperados. Na segunda-feira, o IPP da China também ficou acima da projeção. Os resultados sugerem que o choque energético gerado pelo conflito no Oriente Médio e a maior demanda por componentes relacionados à Inteligência Artificial já estão pressionando os custos de produção globalmente, indicando maior pressão sobre os preços ao consumidor no futuro. O destaque de hoje nos dados econômicos são as vendas no varejo dos EUA. Os mercados acompanharão se a demanda interna permanece forte, mesmo com preços mais altos e alguma (leve) desaceleração no mercado de trabalho;
  • Kevin Warsh foi confirmado na quarta-feira pelo Senado para servir como o 17º presidente do Federal Reserve. Ele enfrentará o desafio de conter as pressões inflacionárias provenientes de choques de oferta global, em meio a um sólido crescimento da demanda interna;
  • No Brasil, o mercado reagiu ontem a notícias que ligava o candidato presidencial de oposição Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro, do Banco Master. Bolsonaro publicou uma nota argumentando que se tratava de uma negociação entre agentes privados, sem envolvimento de dinheiro público;
  • Na economia, as vendas no varejo avançaram 0,3% em março em comparação com fevereiro, superando as expectativas (XP: 0,0%; Mercado: 0,1%). Este foi o terceiro ganho mensal consecutivo. Os resultados indicando que a demanda interna brasileira permanece sólida apesar da política monetária restritiva, refletindo as medidas expansionistas fiscais e quase fiscais do governo;
  • O governo brasileiro anunciou ontem novos subsídios à gasolina para os consumidores, a fim de compensar o aumento global dos preços dos combustíveis. Isso permitiria à Petrobras aumentar seus preços para as distribuidoras em até cerca de 15%, sem afetar o preço final para o consumidor.

Empresas

Armac (ARML3): Revisão dos Resultados do 1T26 – Força de Margens e Expansão de ROIC Compensadas por Receita Mais Fraca; Neutro

  • A Armac reportou resultados mistos, com lucro líquido ajustado de -R$26mn (vs. R$18mn no 1T25 e -R$2mn XPe);
  • Do lado positivo, destacamos:
  • Manutenção da força das margens de EBITDA (+1,9p.p A/A), impulsionada por (a) melhora em Rental (+1,9p.p. A/A) após otimizações contratuais e redução de custos, e (b) maiores margens em Asset Sales (+7,4% vs. -8,3% no 4T25), devido a um mix de vendas mais favorável;
  • Continuidade da desalavancagem (Dívida Líquida/EBITDA -0,13x T/T), com melhora operacional compensando o maior capex; e (iii) ROIC em alta (+2,2p.p. A/A), apesar de maior depreciação (como % do PP&E), potencialmente ligada a ajustes de valor residual;
  • Do lado negativo, vemos fraqueza na receita (-6% A/A), mesmo considerando os R$22mn adicionais de aquisições recentes, impactada por (a) um período mais chuvoso, reduzindo a atividade de locações spot, e (b) rescisões de contratos não rentáveis;
  • Mantemos recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Grupo Casas Bahia (BHIA3): 1T misto; melhora operacional compensada por um resultado final ainda pressionado

  • O BHIA3 entregou uma surpresa operacional positiva no 1T, com receitas e EBITDA acima das nossas estimativas, embora o resultado final tenha permanecido pressionado por despesas financeiras elevadas, com algumas melhoras sequenciais, e ausência de reconhecimento de imposto diferido; 
  • As vendas 1P permaneceram como destaque após a parceria com o MELI, compensando um canal de lojas físicas fraco e um 3P fraco, o que, combinado a uma melhora da margem bruta, entregou um EBITDA ajustado 5% acima do esperado; 
  • Por outro lado, as despesas financeiras líquidas permaneceram como um peso, embora melhorando sequencialmente em linhas-chave (ex.: despesas financeiras da dívida, financiamento a fornecedores, etc.), o que resultou em um prejuízo líquido de R$1,1 bilhão; 
  • O FCF foi positivo em +R$852 milhões, apesar dos investimentos em formação de estoques para a Copa do Mundo; 
  • Mantemos nossa recomendação Neutra, enquanto aguardamos mais evidências de que a nova estrutura de capital se traduzirá em recuperação do resultado final, enquanto o macro permanece pressionado. 
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

CSN Mineração (CMIN3): Custos menores compensando volumes sazonalmente mais fracos

  • A CSN Mineração apresentou resultados sólidos no 1T26, com EBITDA ajustado de R$1.420 milhões, +5% vs. XPe (-1% A/A e -19% T/T);
  • As receitas líquidas recuaram -7% A/A, para R$3,1 bilhões, refletindo envios mais fracos (-3% vs. XPe, estáveis A/A), preços realizados ligeiramente menores, em US$62,6/t (-1% T/T);
  • Acompanhando preços de referência mais baixos do minério de ferro e custos de frete mais elevados, além da valorização cambial, enquanto as margens se beneficiaram de custos menores;
  • Além disso, o C1 atingiu US$23,1/t (-1% T/T), ficando abaixo das nossas expectativas, impulsionado por menores custos de produção apesar de volumes mais baixos e impactos de FX;
  • No geral, embora a execução em custos siga como um ponto forte importante, mantemos uma visão cautelosa de médio prazo para o minério de ferro, ainda que preços resilientes possam implicar algum upside ao nosso cenário-base, potencialmente mitigado por pressões de custos à frente;
  • Dito isso, reiteramos nossa recomendação Neutra para CMIN3;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

CSN (CSNA3): Sinais de desalavancagem apesar de ventos contrários estruturais

  • A CSN reportou resultados melhores do que o esperado no 1T26, com EBITDA ajustado de R$2.646 milhões, +5% vs. XPe (-12% T/T e +5% A/A);
  • Destacamos: (i) contribuições mais robustas das operações de mineração;
  • (ii) desempenho de destaque na divisão de Cimento, com expansão de margens por melhores preços apesar de volumes mais fracos;
  • (iii) desempenho em linha da divisão de Logística; e (iv) desempenho mais fraco na divisão de Aço, com margens de 7,0% no 1T26;
  • Eefletindo um ambiente de preços desafiador (embora estável T/T) e custos mais elevados (com custos de placas em alta T/T implicando um impacto negativo de custos à frente);
  • Por fim, a alavancagem recuou para ~3,4x DL/EBITDA (vs. ~3,5x no 4T25), permanecendo como uma das principais preocupações dos investidores na tese de investimento da CSN, conforme amplamente discutido em nossa atualização recente;
  • Reiteramos nossa recomendação Neutra para as ações;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Banco do Brasil (BBAS3): Revisão de guidance por deterioração de crédito; visibilidade limitada à frente

  • O 1T26 do BBAS foi fraco, embora em linha, com a principal preocupação migrando do resultado em si para a piora do cenário:
  • As receitas permaneceram como o principal ponto positivo, com NII +4% vs. XPe e revisão para cima do guidance de NII, mas isso foi mais do que compensado por uma deterioração mais ampla da qualidade de crédito, levando o guidance de custo de crédito a subir para R$65–70bn (vs. R$53–58bn anteriormente) e o guidance de lucro líquido ajustado a cair para R$18–22bn (ponto médio ~-10% vs. consenso).
  • Destacamos que a pressão de crédito não está mais restrita ao Agro, já que os NPLs iniciais de PF aumentaram quase +90bps QoQ (+200bps YoY), sugerindo pressão adicional à frente.
  • No Agro, a preocupação vai além dos números fracos atuais, com indicadores antecedentes piorando: as RJs estão reacelerando (~R$650mn apenas em abril) e a safra 26/27 aponta para uma assimetria de risco negativa, mantendo não desprezível o risco de deterioração adicional.
  • Esse cenário é agravado por recuperações fracas no trimestre. Dado o ainda baixo nível de visibilidade e a assimetria de riscos negativa, com espaço para novas revisões para baixo e o papel negociando a ~6x P/E 26 no novo ponto médio do guidance, reforçamos nossa recomendação Neutra.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Utilities: Pacote de Resultados 1T26 – EQTL e ENEV

  • EQTL (-/=); ENEV (=/+)
  • Duas companhias da nossa cobertura divulgaram resultados nesta noite: EQTL e ENEV;
  • A Equatorial reportou um EBITDA ajustado de R$ 2,66 bilhões (excluindo o segmento de trading), um leve beat de 2% em relação à XPe, mas ~5% abaixo do consenso, com uma composição que mostra custos crescentes compensados pelo forte desempenho de volumes no trimestre;
  • Esperamos uma reação levemente negativa do mercado;
  • A Eneva, por sua vez, entregou um beat principalmente devido ao resultado acima do esperado na otimização de cargas de GNL, já que a combinação de baixo despacho em Celse e uma janela favorável de trading de gás (JKM vs. Brent) permitiu à companhia reportar um EBITDA ajustado 9% acima da nossa estimativa (que já estava acima do consenso);
  • Já consideramos otimizações de carga no nosso cenário base;
  • No geral, esperamos uma reação neutra a levemente positiva do mercado;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Boa Safra (SOJA3) | Revisão de resultados do 1T26: mudanças contábeis e maior alavancagem no resultado

  • Naturalmente, os resultados do T1 da Boa Safra têm baixa acionabilidade, com o P&L oferecendo pouca leitura para o ano cheio devido à sazonalidade do negócio.  O foco dos investidores no trimestre costuma estar na formação da carteira de pedidos, nas expectativas da gestão sobre a capacidade de produção de sementes e na performance de caixa, já que o período é estruturalmente de consumo de capital de giro;
  • Nesses pontos, os números não foram particularmente encorajadores: (i) crescimento modesto do backlog (+4,6% A/A), algo em certa medida esperado diante do atraso nas decisões de compra dos produtores; (ii) consumo de caixa acima das nossas expectativas, embora em linha com a dinâmica sazonal de capital de giro; e (iii) divulgação limitada por parte da gestão sobre produção de sementes, o que pouco contribui para melhorar a visibilidade de resultados futuros — uma das principais críticas do mercado ao case;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Positivo (POSI3): EBITDA melhor, mas ainda um trimestre difícil

  • A Positivo reportou resultados mistos no 1T26;
  • A receita líquida atingiu R$ 741 milhões (+3% A/A), 2% abaixo da XPe, refletindo a fraqueza ainda presente em Instituições Públicas, parcialmente compensada pelo crescimento em ISS;
  • O EBITDA foi de R$ 70 milhões, 10% acima da XPe, com margem expandindo cerca de 200 bps A/A para 9,4%;
  • O lucro líquido permaneceu negativo em -R$12 milhões, ainda pressionado por despesas financeiras elevadas e necessidades de capital de giro;
  • O fluxo de caixa operacional atingiu R$ 91 milhões (vs. consumo de caixa no 1T25), embora o capital de giro siga como um ponto de atenção diante do aumento de estoques de chips de memória e servidores;
  • A alavancagem melhorou para 2,1x dívida líquida/EBITDA, ante 2,5x no 1T25;
  • No geral, vemos o trimestre como neutro: EBITDA e geração de caixa mais fortes foram compensados por receita ligeiramente mais fraca, lucro líquido ainda negativo e um ambiente operacional desafiador;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Unifique (FIQE3): Outro bom trimestre – EBITDA e lucro líquido acima do esperado

  • A Unifique entregou um trimestre positivo, acima das expectativas, com crescimento sustentável e ganhos de eficiência;
  • Os resultados destacam a capacidade da companhia de equilibrar crescimento e rentabilidade em um mercado FTTH competitivo, aliada a uma execução disciplinada e à monetização de novos negócios, como o móvel;
  • A receita líquida atingiu R$ 329 milhões (+22% A/A), em linha com a XPe, enquanto o EBITDA ajustado totalizou R$ 171 milhões (+28% A/A), 1,7% acima das nossas estimativas, com margem de 51,9% (85 bps acima da nossa estimativa);
  • O lucro líquido foi de R$ 52 milhões (+41% A/A), 10% acima da XPe;
  • Mantemos uma visão construtiva, destacando a execução sólida da Unifique, forte visibilidade de resultados, baixa alavancagem e avanço rumo a uma plataforma regional mais integrada de serviços digitais, fatores que sustentam resiliência de margens e crescimento acima da média do setor;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

SLC (SLCE3) | Revisão de resultados do 1T26: Revisão de produtividade compensa uma geração de caixa fraca

  • Com uma combinação de pontos positivos e negativos, não esperamos que o 1T atue como um catalisador relevante para o papel;
  • (+/-) No nível de P&L, os resultados vieram fracos, conforme esperado. O principal driver foram margens mais fracas em soja, com a gestão destacando que as vendas do 1T foram majoritariamente provenientes de fazendas impactadas por menores yields devido ao excesso de chuvas na colheita;
    (-) A principal surpresa negativa veio no fluxo de caixa livre, com consumo de caixa ex-aquisição de terras em torno de BRL 830 mi, frente à nossa estimativa de BRL 178 mi, explicado majoritariamente por maior necessidade de capital de giro. 
  • (+) A Companhia atualizou suas premissas para a safra 2025/26. Nossa análise preliminar sugere que o melhor outlook de yield de soja (revisão positiva de 2,7%) mais do que compensa os ajustes remanescentes no milho/algodão de 2ª safra, implicando um potencial aumento de ~3,0% nas nossas estimativas de EBITDA para 2026E.
  • (+/-) No hedge, nossa leitura é construtiva. A Companhia travou praticamente toda sua necessidade de fosfato e potássio a um aumento de 4,3% A/A em USD, além de compras de defensivos com queda de 6,3% A/A em USD. Em nossa visão, ambas foram execuções positivas, considerando a pressão altista recente nos preços spot desses insumos. 
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Saldo de portabilidade – Abril 2026

  • A Claro mantém o ritmo mais forte de ganho de clientes via portabilidade desde o aumento dos esforços da NuCel. Em base líquida (bruta), adicionou 99 mil (220 mil), 93 mil (203 mil), 98 mil (229 mil) e 84 mil (214 mil) clientes em janeiro, fevereiro, março e abril, respectivamente, implicando aceleração de cerca de 42 mil clientes líquidos por mês em relação à média observada entre out/24 e set/25.
    • O movimento já se estende por sete meses consecutivos, reforçando a percepção de mudança estrutural na dinâmica de doação de clientes em favor da operadora;
    • Ainda assim, o resultado de abril indica leve desaceleração na comparação mensal, ficando abaixo do ritmo observado desde out/25;
    • A TIM segue como principal doadora líquida e permanece mais impactada. Sua doação líquida média subiu para cerca de 134 mil clientes por mês entre out/25 e abr/26, ante 106 mil clientes por mês em out/24 a set/25, representando uma deterioração de aproximadamente 28 mil clientes mensais;
    • Caso esse patamar seja mantido, a simples anualização implicaria perda potencial de cerca de 336 mil clientes em 12 meses, mantendo pressão relevante sobre a base móvel;
    • A Vivo apresenta sinais de normalização mais evidentes na dinâmica de portabilidade. Após perdas líquidas no fim de 2025, voltou ao campo positivo em grande parte dos meses de 2026, com ganho de 9 mil clientes em abril;
    • Apesar da melhora recente, o desempenho ainda segue abaixo da média histórica de 16 mil clientes líquidos por mês entre out/24 e set/25, indicando recuperação gradual, mas ainda incompleta;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Mercado de Capitais: A narrativa de competição no mercado de capitais parece cada vez mais tangível

  • Recentemente, nos reunimos com Karel Luketic (Fundador e CFO) e André Martins (Diretor Financeiro) para uma discussão aprofundada sobre o roadmap da companhia, os avanços regulatórios, a infraestrutura tecnológica e a visão mais ampla para a concorrência na infraestrutura de mercado brasileira:
  • Embora continuemos vendo a execução e a aprovação regulatória como marcos relevantes ainda por vir, nossa principal conclusão é que o debate competitivo em torno do cenário de bolsas no Brasil agora parece significativamente mais concreto e sofisticado do que há alguns anos.
  • A conversa reforçou nossa visão de que a discussão já não gira mais em torno de se a concorrência poderá emergir na infraestrutura de bolsas no Brasil, mas sim qual formato essa competição pode assumir, quão rapidamente a adoção pode ocorrer e quais pools de receita parecem mais vulneráveis ao longo do tempo.
  • É importante destacar que o tom da A5X foi menos voltado à “disrupção” do incumbente e mais focado na introdução de um ecossistema diferenciado, particularmente no segmento de derivativos.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Patria Malls (PMLL11) | Reformulação do portfólio em andamento

  • Mantemos recomendação NEUTRA, apesar da gestão ativa de qualidade, do dividend yield atrativo e da estrutura de capital saudável. A decisão baseia-se nos seguintes fatores:
    • Exposição predominante a shoppings de qualidade intermediária;
    • Indicadores operacionais inferiores à média dos pares;
    • Preferência por aguardar a conclusão das aquisições em andamento e eventuais novas movimentações, a fim de avaliar, de forma definitiva, o efeito líquido sobre a rentabilidade do portfólio.

Para mais informações, acesse o link abaixo: https://conteudos.xpi.com.br/fundos-imobiliarios/relatorios/patria-malls-pmll11-reformulacao-do-portfolio-em-andamento/


Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Amaggi compra 40% da FS e entra no etanol de milho (The Agribiz).
  • Movida capta US$ 350 milhões com bonds de sete anos, dizem fontes (Valor Econômico).
  • Americanas acerta venda de 10 lojas do Natural da Terra à dona da Oba por R$ 69,3 milhões (Bloomberg Línea).
  • Fitch Coloca Ratings da Brava em Observação Positiva (Fitch Ratings).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Patria Malls (PMLL11) | Reformulação do portfólio em andamento (Research XP);
    • IFIX cai 0,80% e fecha em 3.834 pontos (Suno Notícias);
    • Custo para montar escritórios atinge recorde global, aponta consultoria (Buildings);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Alckmin é mais um membro do governo a defender aumento da mistura de etanol na gasolina para E32 | Café com ESG, 14/05

  • O mercado fechou o pregão de quarta-feira em forte queda, com o IBOV e o ISE caindo 1,8% e 2,62%, respectivamente;
  • Na política, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, defendeu nesta quarta (13/5) o aumento na mistura de etanol na gasolina, afirmando que os testes já permitem avançar dos atuais 30% para 32% – defendida sobretudo pelo agronegócio, a discussão sobre a ampliação das misturas ganhou fôlego com a alta global dos preços do petróleo devido à guerra no Oriente Médio;
  • No lado das empresas, (i) a BYD afirmou que sua tecnologia de “carga relâmpago” eliminará a “barreira final” para a migração dos consumidores para veículos elétricos, permitindo que a montadora conquiste mais clientes na China e na Europa que hoje usam modelos a combustão interna – indo além, a empresa planeja instalar 3.000 estações de recarga ultrarrápida na Europa, à medida que acelera sua expansão internacional; e (ii) empresas de tecnologia como Meta e Amazon poderão incluir data centers movidos a gás como parte de seus investimentos em energia limpa, após forte pressão de grupos setoriais sobre os principais órgãos de supervisão de metas climáticas corporativas – a iniciativa Science Based Targets (SBTi), por exemplo, decidiu abandonar regras propostas que dificultariam que operadoras de data centers afirmassem que 100% de suas necessidades de energia são atendidas por fontes renováveis para fins de cumprimento de metas climáticas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


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