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Atenções voltadas para o CPI dos EUA e para o IPCA do Brasil

Divukgação do CPI nos EUA e do IPCA no Brasil são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 11/05/2022

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IBOVESPA -0.1% | 103.110 Pontos

CÂMBIO -0.5% | 5,13/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

Atenções voltadas para o CPI dos EUA e para o IPCA do Brasil, a serem publicados hoje. Os resultados serão importantes para calibrar os próximos passos da política monetária nos EUA e no Brasil. Na China a inflação de abril ficou acima das expectativas tanto ao nível dos produtores como dos consumidores. Em compensação os casos de Covid começam a cair, o que está ajudando a sustentar os preços de ações e commodities hoje. Xangai registrou 1.487 casos de Covid ontem, o menor total desde meados de março.

Brasil

Em um pregão que prometia ser positivo com recuperação, a bolsa brasileira oscilou entre perdas e ganhos nesta terça-feira (10), e encerrou a sessão aos 103.110 pontos com uma queda de -0,14%, esse é o 4° dia de queda consecutiva do índice. Enquanto o dólar se descolou do exterior e corrigiu parte da alta recente perante o real, caindo 0,52% e fechando a R$ 5,13. Os juros futuros apresentaram redução nas taxas, principalmente nos vencimentos intermediários, em dia de ata da reunião do Copom com comunicado próximo do esperado pelo mercado, sinalizando um possível fim do ciclo de alta da taxa Selic com mais uma elevação em junho. Pela influência externa nos juros domésticos tivemos o movimento de queda nos rendimentos das treasuries (títulos de dívida dos EUA) e alívio nos preços internacionais do petróleo. DI jan/23 fechou em 13,255%; DI jan/24 em 12,865%; DI jan/25 em 12,295%; DI jan/27 encerrou em 12,18%; e DI jan/29 em 12,31%.

Mundo

Mercados globais amanhecem positivos (EUA +0,9% e Europa +1,2%) com novo recuo na taxa de juros do título de 10 anos americano para 2,94%, enquanto investidores aguardam novos dados de inflação. Nos EUA, o consenso aponta para uma desaceleração no acumulado anual da inflação ao consumidor (8,1% em abril vs. 8,5% em março). O mercado monitorará de perto os novos dados, visto que eles poderão interferir diretamente nas futuras decisões de política monetária do Federal Reserve. Na Europa, a Ucrânia suspendeu parte das exportações de gás russo, que fluem em gasodutos pelo país, para todo o continente europeu devido ao domínio territorial da Rússia do local em que o gasoduto está localizado. Investidores começam a avaliar os impactos deste corte na economia europeia e o preço do gás natural (+1,8%) sobe pela manhã. Na China, ambos os índices CSI 300 (+1,4%) e Hang Seng (+1,0%) encerram em alta, com o otimismo catalisado pela redução em torno de 50% no número de caso diários de Covid-19 reportados em Shangai. Além disso, os dados da inflação ao produtor apresentaram uma desaceleração no comparativo anual vs. o mês anterior (8,0% em abril vs. 8,3% em março), o que poderá abrir espaço para o banco central chinês realizar novos estímulos econômicos.

CPI EUA

O Índice de Preços ao Consumidor dos EUA (CPI) de abril será publicado ainda hoje. O IPC é peça chave para o Fed (banco central americano) calibrar os próximos passos da política monetária. Acreditamos que tanto a inflação cheia quanto o núcleo (que exclui alimentos e energia) atingiram seu pico em março, em 8,5% a/a e 6,5% a/a respectivamente. Para abril, projetamos que o CPI cheio tenha aumentado 0,2% m/m, o que empurrará a inflação anual para 8,1%. Projetamos o núcleo em 0,25% m/m, reduzindo a taxa de variação anual para 5,8%.

China

A inflação de abril na China ficou acima das expectativas tanto ao nível dos produtores como dos consumidores. O Índice de Preços ao Produtor (PPI) subiu 8%, contra 7,8% esperados. Ficou um pouco abaixo de março (8,3%), mas ainda revela intensas pressões de custos para as empresas. O IPC, por sua vez, ficou em 2,1% (1,8% esperado), acelerando ante 1,5% em março. Lockdowns e inflação global de alimentos foram os principais fatores para acelerar a inflação no país.

Os casos de Covid na China começam a cair, o que está ajudando a sustentar os preços de ações e commodities hoje. Xangai registrou 1.487 casos de Covid ontem, o menor total desde meados de março.

Economia Brasil

No Brasil, destaque para a inflação do IPCA de abril. Mercado espera 1% mês a mês. O Banco Central publicou ontem a ata de sua última ata do Copom e reforçou a sinalização de uma pausa no ciclo de aperto em breve. O IPCA de hoje é um ingrediente importante para calibrar o momento desta pausa e o nível terminal da taxa Selic.

Por fim, o presidente Bolsonaro anunciou esta manhã que Adolfo Sachsida, membro sênior da equipe econômica do governo, substituirá Bento Albuquerque como Ministro das Minas e Energia. Sachsida assume, desta forma, o centro da discussão sobre subsídio aos combustíveis.

Veja todos os detalhes

Agenda de resultados

Ultrapar  (UGPA3): Antes da abertura
Companhia Paranaense de Energia  (CPLE6): Após o fechamento
Positivo (POSI3): Após o fechamento
JBS SA  (JBSS3): Após o fechamento
Fras-le (FRAS3): Após o fechamento
Estapar (ALPK3): Após o fechamento
Lavvi  (LAVV3): Após o fechamento
Construtora Tenda SA  (TEND3): Após o fechamento
Santos Brasil Participacoes SA (STBP3): Após o fechamento
Mills (MILS3): Após o fechamento
Unifique (FIQE3): Após o fechamento
Panvel (PNVL3): Após o fechamento
d1000  (DMVF3): Após o fechamento

Calendário do 1T22

Temporada de resultados do 1º trimestre 2022 – o que esperar?

Economia

Atenções voltadas para o CPI dos EUA e para o IPCA do Brasil, a serem publicados hoje. Na China, a inflação de abril já superou as expectativas

  • O Índice de Preços ao Consumidor dos EUA (CPI) de abril será publicado ainda hoje. O IPC é peça chave para o Fed (banco central americano) calibrar os próximos passos da política monetária. Acreditamos que tanto a inflação cheia quanto o núcleo (que exclui alimentos e energia) atingiram seu pico em março, em 8,5% a/a e 6,5% a/a respectivamente. Para abril, projetamos que o CPI cheio tenha aumentado 0,2% m/m, o que empurrará a inflação anual para 8,1%. Projetamos o núcelo em 0,25% m/m, reduzindo a taxa de variação anual para 5,8%;
  • A inflação de abril na China ficou acima das expectativas tanto ao nível dos produtores como dos consumidores. O Índice de Preços ao Produtor (PPI) subiu 8%, contra 7,8% esperados. Ficou um pouco abaixo de março (8,3%), mas ainda revela intensas pressões de custos para as empresas. O IPC, por sua vez, ficou em 2,1% (1,8% esperado), acelerando ante 1,5% em março. Lockdowns e inflação global de alimentos foram os principais fatores para acelerar a inflação no país;
  • Os casos de Covid na China começam a cair, o que está ajudando a sustentar os preços de ações e commodities hoje. Xangai registrou 1.487 casos de Covid ontem, o menor total desde meados de março;
  • No Brasil, destaque para a inflação do IPCA de abril. Mercado espera 1% mês a mês. O Banco Central publicou ontem a ata de sua última ata do Copom e reforçou a sinalização de uma pausa no ciclo de aperto em breve. O IPCA de hoje é um ingrediente importante para calibrar o momento desta pausa e o nível terminal da taxa Selic;
  • O presidente Bolsonaro anunciou esta manhã que Adolfo Sachsida, membro sênior da equipe econômica do governo, substituirá Bento Albuquerque como Ministro das Minas e Energia. Sachsida assume, desta forma, o centro da discussão sobre subsídio aos combustíveis.

Empresas

3R (RRRP3): Novos relatórios de certificação de reservas, closing de Recôncavo e produção de abril – Mais passos em direção ao re-rating

  • A 3R divulgou ontem (10) um novo relatório de reservas, o closing de Recôncavo e os dados de produção de abril;
  • A grande novidade do dia para o 3R foi a atualização dos relatórios de certificação das reservas dos clusters Macau, Fazenda Belém, Pescada & Arabaina, Recôncavo e Rio Ventura. Comparando os relatórios anteriores desses cinco clusters, a nova divulgação registrou um aumento de 18% nas reservas provadas (“1P”) de Óleo & Gás (“O&G”) e 15% nas reservas Provadas e Prováveis (“2P”), em função do aumento na curva de preços;
  • A 3R também anunciou o fechamento tão esperado do negócio do Cluster Recôncavo, bem como os dados de produção de abril. Vemos esses marcos como passos importantes para um merecido re-rating das ações 3R;
  • Reforçamos nossa recomendação de Compra no nome, com preço-alvo de R$ 76,70 por ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Receita superando estimativas, mas com contração de margem; Revisão de Preço-Alvo

  • A Vivo reportou resultados mistos no primeiro trimestre de 2022, por um lado, a empresa reportou receita líquida +1,2% vs. XPe, mas por outro lado, a margem EBITDA foi -1,3pp abaixo da nossa, reportando uma queda de -1,3pp A/A, impactada por: (i) inflação mais alta; e (ii) maior participação em serviços B2B e vendas de aparelhos;
  • Neste relatório, atualizamos nosso preço-alvo para o final de 2022 de VIVT3 de R$57,0/ação para R$58,0/ação incorporando os ativos da Oi e, além de revisar os números operacionais e financeiros, também revisamos nossas premissas de WACC. Por fim, mantemos nossa recomendação NEUTRA, pois vemos um potencial limitado nos níveis atuais;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

BrasilAgro (AGRO3): resultados fortes no 3T22 (ano-fiscal 1T22), como esperado

  • A BrasilAgro apresentou fortes números no 3T22 (ano-fiscal 1T22) impulsionados por um robusto aumento na receita de produtos agrícolas (+90% A/A), com destaque para o aumento da receita de soja (+206% A/A);
  • A Receita Líquida e o Lucro Bruto Ajustado ficaram um pouco abaixo de nossas estimativas em R$ 175,9 milhões (+90% A/A e -7% vs. XPe) e R$ 65,9 milhões, respectivamente, enquanto o EBITDA ficou em linha em R$ 52,7 milhões (+179% A/A e – 3% vs. XPe);
  • Além disso, a empresa divulgou sua posição de fornecimento de fertilizantes e produtos químicos. Compartilhamos a visão da empresa de que haverá disponibilidade suficiente de fertilizantes para os produtores brasileiros, embora prevejamos que as margens estejam sob pressão devido ao aumento dos custos;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Cury (CURY3): Resultados 1T22 – Margem bruta excelente e sólido crescimento de receita líquida 

  • A Cury apresentou fortes resultados no 1T22 e majoritariamente em linha com nossas estimativas. O principal destaque foi a sólida margem bruta, atingindo 37,1% (+0,9 p.p. acima da nossa projeção e +1,6 p.p. A/A), impulsionada principalmente pelo maior preço médio por unidade, apesar da pressão latente da inflação de custos;
  • Sólido crescimento de receita de +31,9% A/A, atingindo R$447 milhões, e acima da nossa projeção de R$423 milhões (+5,8% vs. nossas estimativas). No entanto, a Cury registrou despesas comerciais acima do esperado, atingindo 9,9% da receita líquida (+0,3 p.p. T/T e +1,0 p.p. A/A), explicado pelo aumento significativo dos lançamentos. Com isso, as despesas operacionais representaram 19,4% da receita líquida (+9,0 p.p. vs. 4T21), levando o lucro líquido a R$ 62 milhões, um pouco abaixo da nossa estimativa de R$ 65 milhões;
  • Além disso, a Cury apresentou uma saudável geração de caixa de R$ 17,6 milhões vs. R$ 8,4 milhões no 1T21, levando a empresa a uma posição de caixa líquido de R$ 211,7 milhões no 1T22, abrindo espaço para a Cury continuar distribuindo dividendos robustos e mantendo o ROE em níveis fortes;
  • Reiteramos nossa recomendação de compra para Cury, sendo nossa preferência no setor com TP de R$ 13,00/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Aura Minerals (AURA33): Superação do EBITDA e forte geração de caixa; Positivo

  • A Aura divulgou resultados ligeiramente acima de nossas expectativas no primeiro trimestre de 2022;
  • O EBITDA ajustado de US$ 48,6 milhões ficou 9% acima das nossas estimativas e 2% acima do consenso, mas ainda assim apresentou uma queda de 11% T/T e 8% A/A;
  • Vemos os resultados da Aura como positivos, pois o EBITDA foi melhor do que o esperado e, apesar do maior consumo de capital de giro e do imposto pago, a companhia ainda foi capaz de gerar um FCL positivo de 9% (anualizado). Além disso, vemos a Aura sendo negociada a 0,8x P/NAV 2022E, em linha com seus pares canadenses;
  • Mantemos nossa recomendação Neutra, com preço-alvo de R$ 50 por BDR;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • O que os balanços dos bancos dizem sobre o desempenho da economia (Valor);
    • Banco BV tem lucro de R$ 388 milhões no 1º trimestre, alta anual de 8,6% (Valor);
    • B3 vai para a nuvem e fecha acordo com Microsoft e Oracle (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Varejo volta a surpreender, mas juros altos e inflação são desafios. (Valor);
    • Lojistas de shoppings elevam vendas, mas inflação assombra. (Folha);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Lucro da BrasilAgro cai; Ebitda cresce (Valor);
    • Commodities: Com plantio atrasado nos EUA, soja e milho avançam em Chicago (Valor);
    • Setor de defensivos agrícolas do Brasil antecipa negócios para garantir insumos de 22/23 (Notícias Agrícolas);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Bolsonaro exonera Bento Albuquerque do Ministério de Minas e Energia e nomeia Sachsida para cargo. (Valor Econômico);
    • Petróleo fecha em queda com temor por desaceleração econômica global. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Coinbase decepciona e alerta sobre possível queda de negociações enquanto EA anima o mercado com lançamentos

  • Coinbase decepciona com número de usuários e alerta que o volume de negociação ainda deve diminuir;
  • Sony aumenta orientação de vendas para o Playstation em novo ano fiscal;
  • Eletronic Arts anima mercado com previsões de novos lançamentos;
  • Grandes empresas petrolíferas não estão aumentando produção de petróleo apesar da demanda mais alta;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

O universo dos FIDCs com a Solis Investimentos – Indo a Fundo no Outliers

  • Semanalmente, aos sábados, um novo episódio do Outliers é divulgado nos agregadores de podcasts. Aproveitaremos a grande qualidade dos assuntos abordados e escolheremos um para analisarmos a fundo. No caso desta versão discorremos com mais detalhes sobre o fundo Solis Capital Antares Advisory e o fundo previdenciário Solis Antares XP Seg Prev, mas para tal, se faz necessário explicarmos com mais detalhes como funcionam os FIDCs – Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios, instrumento de alocação relativamente novo, que oferece oportunidades interessantes de risco x retorno no universo de crédito privado;
  • Neste relatório conheça o universo dos FIDCs e como os fundos da Solis Investimentos estão estruturados;
  • Clique aqui para conferir o conteúdo completo.

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Grupo Mateus negocia acordo de venda de imóveis para Paramis Capital  (Valor);
    • FIIs: CARE11, fundo de cemitérios, tem melhor rentabilidade de 2022; Veja o ranking (Suno);
    • Quanto custa investir em FIIs? Taxa de administração varia de 0,25% a 2% ao ano; confira lista (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões

  • Na sexta-feira (06), nos reunimos em São Paulo com o Ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, em uma reunião com empresários do setor privado;
  • De forma geral, a reunião reforçou que o Brasil pode capturar oportunidades importantes na agenda do meio ambiente, ao mesmo tempo em que reconheceu os obstáculos e iniciativas no que tange agendas ainda desafiadoras para o país, dentre as quais o desmatamento, saneamento, reciclagem e consumo de energia dos modais de transporte;
  • Dentre os temas discutidos, destacamos dois principais, detalhados no relatório completo que você pode acessar aqui.

BlackRock alerta que pode não apoiar resoluções dos acionistas sobre clima | Café com ESG, 11/05

  • O mercado fechou o pregão de terça-feira em território neutro, com o Ibov em leve queda de -0,1% e o ISE em alta de +0,3%;
  • Do lado das empresas, (i) a francesa Engie prevê desembolsar nos próximos 5 anos ~R$ 1 bilhão em programas de soluções em energia elétrica para a descarbonização de empresas e cidades, por meio de projetos de grande porte, com impacto na redução de custos e emissões de gases de efeito estufa – o foco é no conceito de energia como serviço e a prioridade é oferecer fontes renováveis de geração de energia, como solar, biomassa ou biogás; e (ii) a BlackRock alertou que não apoiará a maioria das resoluções dos acionistas sobre mudanças climáticas este ano porque elas se tornaram muito extremas ou muito prescritivas – segundo a gestora, as novas regras dos EUA permitiram uma gama mais ampla de propostas em cédulas por procuração e a invasão da Ucrânia pela Rússia também mudou o ambiente, exigindo mais investimentos de curto prazo na produção tradicional de combustível para aumentar a segurança energética;
  • No Brasil, a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, formada por organizações do agronegócio, bancos, e entidades da sociedade civil, e outras 22 organizações sociais e empresas brasileiras enviaram uma carta ao presidente americano Joe Biden pedindo apoio ao projeto de criação de um fundo de US$ 9 bilhões para bancar a conservação de florestas em países em desenvolvimento, o Amazon Act. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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