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Inflação na zona do euro pressiona bancos centrais; no Brasil, Petrobras reduz preço da gasolina

Inflação na zona do euro e redução do preço da gasolina pela Petrobras são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 20/07/2022

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

A inflação mais alta no Reino Unido e na Alemanha pressiona os bancos centrais. No Brasil, o destaque ontem foi o anúncio pela Petrobrás da redução dos preços de gasolina em R$ 0,2. Ainda na pauta de hoje, dados sobre vendas de casas usadas e estoques de petróleo nos EUA e fluxo cambial no Brasil. Além disso, o BCE inicia sua reunião para debater o aumento das taxas de juros, já que o mercado agora espera um aumento de meio ponto.

Brasil

O Ibovespa fechou em alta de 1,37% nesta terça-feira (19), aos 98.244 pontos, seguindo a performance dos principais índices americanos.

Os juros futuros seguem a tendência de alta, com as taxas chegando nas máximas dos últimos sete anos. Apesar da melhora do apetite global ao risco que manteve o dólar em baixa, as incertezas globais somadas da deterioração do arcabouço fiscal no Brasil pressionam cada vez mais as taxas dos títulos domésticos. No mercado primário de títulos públicos, o Tesouro Nacional não conseguiu vender integralmente o lote dos títulos indexados à inflação (NTN-B), mesmo apresentando taxas acima de IPCA + 6,2% no leilão. DI jan/23 fechou em 13,915%;  DI jan/24 em 14,065%; DI jan/25 em 13,595%; DI jan/27 encerrou em 13,395%; e DI jan/29 em 13,49%.

Corte no Preço da Gasolina

A Petrobras anunciou nesta terça-feira um corte no preço da gasolina de R$ 0,2, de R$ 4,06 para R$ 3,86. Isso aproxima a gasolina de sua paridade internacional e pode reduzir o IPCA em 17 bps. Por outro lado, analistas dizem que há espaço para um corte no diesel de R$ 0,26 para que o diesel nacional fique em linha com o preço internacional.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem positivas (EUA +0,1% e Europa +0,2%) enquanto investidores continuam focados na temporada de resultados americana e nas perspectivas econômicas globais. O maior apetite por risco nos mercados tem suporte nos balanços mais resilientes que o esperado até o momento, sugerindo que uma recessão talvez não esteja tão próxima. A temporada de resultados segue hoje com ASML, Tesla e United Airlines. Na Europa, o fornecimento de gás natural através do Nord Stream deverá ser retomado nesta quinta-feira, mas ainda com capacidade reduzida. Na China, o índice de Hang Seng (+1,1%) encerra em alta, acompanhando os pares globais. O primeiro-ministro, Li Keqiang afirmou que o país focará no fortalecimento do mercado de trabalho e estabilidade de preços, mesmo que isso implique em uma menor taxa de crescimento. Além disso, o país optou por manter as taxas de juros imobiliárias de 1 e 5 anos constantes, a decisão foi em linha com o consenso da Bloomberg.

Inflação

A inflação no Reino Unido atingiu seu nível mais alto em 40 anos em junho, uma vez que grandes aumentos mensais nos níveis de preços ao consumidor e ao produtor apontaram para uma forte pressão contínua sobre os preços. Os preços ao consumidor subiram 0,8% no mês, um pouco mais do que os 0,7% esperados, levando a taxa anual para 9,4%, de 9,1%. Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o ‘core CPI’ subiu um pouco menos do que o previsto em 0,4%, a taxa anual caindo de 5,9% para 5,8%. No entanto, o índice de preços no varejo, que inclui grandes despesas regulares, como juros de hipotecas e impostos municipais, subiu 0,9%, levando a taxa anual para 11,8%. O ONS apontou um aumento anual de 42% nos preços de combustíveis e um aumento de quase 10% nos preços dos alimentos como os principais impulsionadores da inflação no mês passado. Os dados de quarta-feira reforçaram as apostas de que o BoE optará por um aumento da taxa de 50 pontos base no próximo mês. O governador Andrew Bailey disse na terça-feira que a escala de aumento nos custos de empréstimos – nunca vista na Grã-Bretanha em um quarto de século – estava na mesa, mas não “bloqueada”.

Os preços ao produtor da Alemanha subiram fortemente em junho em relação ao ano anterior, impulsionados por preços de energia mais altos, mas em um ritmo mais lento do que no mês anterior, quando registraram o maior aumento já registrado. Os preços ao produtor subiram 32,7% no ano em junho, disse o escritório de estatísticas alemão Destatis. Isso segue um aumento de 33,6% em maio e um aumento de 33,5% em abril. Na comparação com o mês anterior, o índice de preços ao produtor subiu 0,6% em junho. Fortes ganhos no preço do gás natural, com alta de 141,1% em relação ao ano anterior, bem como o aumento de 93,3% nos preços da eletricidade, foram os principais fatores para o aumento. O índice de preços ao produtor excluindo energia subiu 15,5% no ano. Apesar do forte aumento, os preços ao produtor ficaram abaixo das expectativas do mercado de 33,9% A/A e 1,3% M/M.

Rússia x Ucrânia

A Ucrânia e a Rússia estão perto de chegar a um acordo para garantir a passagem segura de milhões de toneladas de grãos pelo Mar Negro, mas continuam em desacordo sobre como garantir a segurança dos portos e navios ao longo da rota crucial de exportação, segundo pessoas familiarizadas com as negociações lideradas pela ONU. O acordo de quatro partes, que também está sendo mediado pela Turquia, encerraria um bloqueio russo de meses aos portos do Mar Negro da Ucrânia, que cortou a rota de exportação de um dos principais produtores de grãos do mundo e ameaçou uma crise alimentar global.

Os fluxos de gás russo através do gasoduto Nord Stream 1 devem reiniciar a tempo na quinta-feira após a conclusão da manutenção programada, mas abaixo de sua capacidade total, disseram à Reuters duas fontes russas familiarizadas com os planos de exportação.

Mercado Imobiliário nos EUA

O mercado imobiliário dos EUA permaneceu razoavelmente sólido em junho, de acordo com dados publicados na terça-feira, com o início da construção e as licenças de construção caindo apenas um pouco em relação aos níveis de maio. No entanto, analistas alertaram que os números foram influenciados por um salto no segmento multifamiliar mais volátil de residências e alertaram que uma forte desaceleração ainda é altamente provável no segundo semestre do ano, já que preços mais altos e custos de empréstimos prejudicam a demanda. Ambos os dados caíram em maio para o menor nível em seis meses ou mais devido a custos de construção e taxas de hipoteca mais altos. Os dados de junho mostraram que o número de construção de moradias em todo o país caiu apenas 2,0% no mês, para 1,559 milhão, ante 1,591 milhão em maio – um número revisado para mais de 40.000 em relação à estimativa inicial. As licenças de construção, por sua vez, caíram 0,6%, para 1,685 milhão, um declínio mais suave do que o previsto.

Veja todos os detalhes

Economia

A inflação mais alta no Reino Unido e na Alemanha pressiona os bancos centrais. No Brasil, Petrobrás anuncia corte nos preços da gasolina

  • O mercado imobiliário dos EUA permaneceu razoavelmente sólido em junho, de acordo com dados publicados na terça-feira, com o início da construção e as licenças de construção caindo apenas um pouco em relação aos níveis de maio. No entanto, analistas alertaram que os números foram influenciados por um salto no segmento multifamiliar mais volátil de residências e alertaram que uma forte desaceleração ainda é altamente provável no segundo semestre do ano, já que preços mais altos e custos de empréstimos prejudicam a demanda. Ambos os dados caíram em maio para o menor nível em seis meses ou mais devido a custos de construção e taxas de hipoteca mais altos. Os dados de junho mostraram que o número de construção de moradias em todo o país caiu apenas 2,0% no mês, para 1,559 milhão, ante 1,591 milhão em maio – um número revisado para mais de 40.000 em relação à estimativa inicial. As licenças de construção, por sua vez, caíram 0,6%, para 1,685 milhão, um declínio mais suave do que o previsto;
  • A inflação no Reino Unido atingiu seu nível mais alto em 40 anos em junho, uma vez que grandes aumentos mensais nos níveis de preços ao consumidor e ao produtor apontaram para uma forte pressão contínua sobre os preços. Os preços ao consumidor subiram 0,8% no mês, um pouco mais do que os 0,7% esperados, levando a taxa anual para 9,4%, de 9,1%. Excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia, o ‘core CPI’ subiu um pouco menos do que o previsto em 0,4%, a taxa anual caindo de 5,9% para 5,8%. No entanto, o índice de preços no varejo, que inclui grandes despesas regulares, como juros de hipotecas e impostos municipais, subiu 0,9%, levando a taxa anual para 11,8%. O ONS apontou um aumento anual de 42% nos preços de combustíveis e um aumento de quase 10% nos preços dos alimentos como os principais impulsionadores da inflação no mês passado. Os dados de quarta-feira reforçaram as apostas de que o BoE optará por um aumento da taxa de 50 pontos base no próximo mês. O governador Andrew Bailey disse na terça-feira que a escala de aumento nos custos de empréstimos – nunca vista na Grã-Bretanha em um quarto de século – estava na mesa, mas não “bloqueada”;
  • Os preços ao produtor da Alemanha subiram fortemente em junho em relação ao ano anterior, impulsionados por preços de energia mais altos, mas em um ritmo mais lento do que no mês anterior, quando registraram o maior aumento já registrado. Os preços ao produtor subiram 32,7% no ano em junho, disse o escritório de estatísticas alemão Destatis. Isso segue um aumento de 33,6% em maio e um aumento de 33,5% em abril. Na comparação com o mês anterior, o índice de preços ao produtor subiu 0,6% em junho. Fortes ganhos no preço do gás natural, com alta de 141,1% em relação ao ano anterior, bem como o aumento de 93,3% nos preços da eletricidade, foram os principais fatores para o aumento. O índice de preços ao produtor excluindo energia subiu 15,5% no ano. Apesar do forte aumento, os preços ao produtor ficaram abaixo das expectativas do mercado de 33,9% A/A e 1,3% M/M;
  • A Ucrânia e a Rússia estão perto de chegar a um acordo para garantir a passagem segura de milhões de toneladas de grãos pelo Mar Negro, mas continuam em desacordo sobre como garantir a segurança dos portos e navios ao longo da rota crucial de exportação, segundo pessoas familiarizadas com as negociações lideradas pela ONU. O acordo de quatro partes, que também está sendo mediado pela Turquia, encerraria um bloqueio russo de meses aos portos do Mar Negro da Ucrânia, que cortou a rota de exportação de um dos principais produtores de grãos do mundo e ameaçou uma crise alimentar global;
  • Os fluxos de gás russo através do gasoduto Nord Stream 1 devem reiniciar a tempo na quinta-feira após a conclusão da manutenção programada, mas abaixo de sua capacidade total, disseram à Reuters duas fontes russas familiarizadas com os planos de exportação;
  • No Brasil, a Petrobras anunciou nesta terça-feira um corte no preço da gasolina de R$ 0,2, de R$ 4,06 para R$ 3,86. Isso aproxima a gasolina de sua paridade internacional e pode reduzir o IPCA em 17 bps. Por outro lado, analistas dizem que há espaço para um corte no diesel de R$ 0,26 para que o diesel nacional fique em linha com o preço internacional;
  • Na pauta de hoje, temos dados sobre vendas de casas usadas e estoques de petróleo nos EUA e fluxo cambial no Brasil. Além disso, o BCE inicia sua reunião para debater o aumento das taxas de juros, já que o mercado agora espera um aumento de meio ponto.

Empresas

Vale (VALE) relatório de produção e vendas:

  • Vale aumentou a produção nos produtos mais relevantes em relação ao primeiro trimestre. Como esperado, a estação seca melhorou a produção geral e vemos a venda do Sistema Centro-Oeste como positiva e em linha com a estratégia da empresa de simplificação do portfólio e foco nas principais oportunidades de negócios;
  • A produção de minério de ferro totalizou 74,1 Mt (+16% T/T, -2% A/A), e a produção de pelotas atingiu 8,7 Mt (+25% T/T, +8% A/A);
  • Destacamos três tópicos no relatório do 2T22: (i) a produção de minério de ferro ficou em linha com nossos números e 4% abaixo do consenso de mercado de 77,0Mt; (ii) devido à venda de seu Sistema Centro-Oeste (~3,5 Mt) e para garantir flexibilidade nas condições de mercado, a Vale ajustou suas estimativas de produção de minério de ferro de 320-335 Mt para 310-320 Mt para 2022; (iii) as estimativas de produção de cobre para o ano também foram revisadas para baixo de 330-355kt para 270-285kt;
  • Mantemos nossa visão positiva para os preços do minério de ferro e geração de caixa para a Vale, e mantemos nosso rating de compra para o nome (TP US$ 17,6/ADR R$ 97,1/sh);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Embraer (EMBR3): Principais implicações dos dois primeiros dias do Farnborough Air Show; Positivo

  • Durante esta semana está ocorrendo o Farnborough Air Show, uma grande exposição comercial de uma semana para as indústrias aeroespacial e de defesa, realizada em Farnborough, no Reino Unido;
  • Ao longo dos últimos dois dias, destacamos diversas parcerias e acordos de encomendas garantidos pela Embraer, que vemos como um resultado positivo para suas divisões comercial, defesa e serviços e Eve (sua subsidiária eVTOL) – ações apresentando alta de ~8% na terça-feira;
  • As principais conclusões são:
    • (i) Implicações competitivas positivas no mercado de aeronaves de 100-150 assentos, com novos pedidos fechados junto à Porter Airlines para a entrega de 20 de suas aeronaves E195 E2, +12% vs. a carteira atual de pedidos nessa categoria e acima dos 12 novos pedidos firmados pela Airbus com a Delta Airlines para a entrega de aeronaves A220 (principal concorrente da plataforma E2);
    • (ii) Posição incumbente reforçada em meio à configuração de aeronaves de 70-90 assentos no mercado dos EUA, com 8 novos pedidos para a entrega de aeronaves E175 E1 com a Alaska Air, um aumento de 5% em relação aos números atuais da carteira de pedidos na plataforma E1 (85% de participação de mercado histórica nesta categoria);
    • (iii) Diversas parcerias firmadas ao longo do evento: (a) reforçando o compromisso ESG da empresa em meio à aviação sustentável (novas parcerias com Raízen e Widerøe); enquanto (b) continuando a desenvolver o ecossistema de mobilidade aérea urbana, importante para apoiar o posicionamento de longo prazo da Eve em meio à indústria de eVTOLs (novas parcerias com a BAE Systems visando aplicações de defesa e Halo); além de (c) desenvolvimentos positivos na defesa (parceria com a BAE Systems para colaborar no desenvolvimento do C-390 no Oriente Médio) e nas divisões de serviços (renovação e extensão do acordo do programa pool com a LOT Polish Airlines);
  • Reiteramos nossa visão positiva sobre a Embraer e recomendação de compra das ações;
  • Clique aqui para acessar nossas análises em relação à companhia.

WEG (WEGE3) Resultados 2T22: Forte Performance de Receita com Sólida Melhoria nos Mercados Externos; Positivo

  • A WEG apresentou bons números no 2T22, com receita líquida de ~R$ 7,1 bilhões como principal destaque (+25% A/A, +4% T/T e em linha com nossas estimativas e consenso) refletindo uma perspectiva positiva de receita em geral, com o mercado interno se mantendo em níveis elevados (impulsionado pelo segmento GTD), com melhoria positiva do mercado externo vs. 1T22 (+12% T/T em USD);
  • No nível de rentabilidade, a margem EBITDA em ~17,5% foi 0,2p.p. abaixo do 1T22, e ~1,5p.p. abaixo dos níveis do 2T21 (0,2p.p. abaixo das estimativas XP), refletindo a pressão de custo já esperada sobre matérias-primas e mix de produtos, com impacto negativo nos níveis de ROIC, com maiores necessidades de capital de giro aumentando o capital investido da WEG ao longo do 2T22 (ROIC de 26,9% vs. 29,7 % no 1T22 e 32,2% no 2T21);
  • Por fim, o lucro líquido de ~R$913 milhões ficou ~5% abaixo das estimativas XP (resultados financeiros acima do esperado) e +3% acima das estimativas de consenso, mostrando um crescimento de 7% A/A e em linha com o 1T22.

Sala de Espera XP (Parte 1/2): Prévia de resultados do 2T22; Gradualmente voltando ao normal

  • Até o momento, esperamos que as empresas de saúde apresentem resultados de neutros a positivos no 2T22;
    • Embora a temporada de síndromes virais possa pressionar os custos, a sinistralidade da Hapvida pode já apresentar alguma melhora, assim como as adições líquidas;
    • Para os hospitais, esperamos uma utilização muito próxima aos níveis de 2019 e com grande participação de procedimentos de alta complexidade, o que pode promover o crescimento da receita e expansão da margem;
    • Esperamos que os resultados dos laboratórios no 2T22 comecem a convergir para um patamar normalizado, com menor participação de testes de Covid-19;
    • Esperamos que as empresas farmacêuticas continuem crescendo e mantendo altas rentabilidades no 2T22.
  • Na primeira parte da nossa prévia de resultados, esperamos que a Hypera e a Blau sejam os destaques positivos;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Tenda (TEND3): Lançamentos e vendas líquidas desaceleram para focar em rentabilidade vs. crescimento

  • A Tenda apresentou resultados operacionais neutros no 2T22. Do lado positivo, a Tenda registrou um preço mais alto por unidade vendida em R$ 177 mil (+20% A/A e +9% T/T), impulsionado por junho de 2022 com um preço médio de R$ 181 mil por unidade. Além disso, as vendas líquidas atingiram R$ 558 milhões (-34,9% A/A e -3,5% T/T), enquanto os lançamentos atingiram R$ 769 milhões (-22% A/A);
  • Dito isso, vemos a Tenda mais seletiva em termos de lançamentos e vendas para focar em rentabilidade vs. crescimento, o que parece razoável no curto prazo, dado o cenário desafiador para operar na parte inferior do grupo 2, com custos de construção sob pressão. Com isso, a velocidade de vendas (VSO) ficou em 23% (-11 p.p. A/A e -3 p.p. T/T), o que já era esperado devido ao foco na melhora das margens, embora vejamos estes níveis como razoáveis;
  • Do lado negativo, os distratos como percentual das vendas brutas aumentou para 24% (+13,5 p.p A/A e +3,7 p.p. T/T). Além disso, não esperamos que o aumento de preços afete significativamente os resultados financeiros no curto prazo. Dito isso, o P&L deve se manter pressionado no 2T22;
  • Assim, não esperamos ver uma reação significativa do mercado para TEND3;
  • Clique aqui para acessar o relatório

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Redução da gasolina pela Petrobras traz alívio para a inflação. (Estado);
    • Inflação reduz variedade de produtos em supermercados; leite é afetado. (Folha);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Poupança tem saque recorde para primeiro semestre, de R$ 50,5 bilhões (Folha);
    • Inflação consolida novos hábitos de compra no supermercado (Folha);
    • Receita de exportação da indústria de calçados brasileira cresce 67,5% no semestre (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Temor de recessão volta a pressionar milho em Chicago (Valor);
    • Usinas aceleram fixação de preços de açúcar para 2023/24 (Valor);
    • Embrapa Gado de Leite: Preços recordes melhoram margens da cadeia, mas assustam consumidor (Notícias Agrícolas);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Petrobras reduz preço da gasolina em 5% (Valor Econômico);
    • Energia solar se torna a terceira maior fonte da matriz elétrica brasileira (Valor Econômico);
    • Petrobras marca AGE sem 2 nomes do governo (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Netflix sobe apesar de reportar queda de quase 1 milhão de assinantes

  • Netflix sobe após reportar queda de assinantes menor que o esperado e sinalizar expectativa de crescimento;
  • Johnson & Johnson diminui previsões de lucros e receita por conta da força do dólar;
  • Regulador chinês multará Didi em mais de US$ 1 bilhão por violações de segurança de dados;
  • Custos mais altos de bateria podem atrasar o ponto de inflexão para VEs;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Raio-X da Indústria de FIAgros no Brasil (Conteudos Xpi);
    • SNCI11 chega à marca de 35 mil cotistas pagando R$ 1,3 por cota em dividendos (Suno);
    • Fundo imobiliário de escritório terá queda de 11% na receita após saída de inquilino (MoneyTimes);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

BNDES estrutura nova aquisição de créditos de carbono | Café com ESG, 20/07

  • O mercado fechou o pregão de terça-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,4%;
  • No Brasil, (i) a Ambipar Participações e Empreendimentos e a Environmental ESG Participações comunicaram ao mercado a aquisição dos ativos e contratos de gestão de resíduos industriais da Blue Ambiental Reciclagem de Borracha do Nordeste, com o objetivo de expandir a atuação da companhia na logística reversa para pneus e borrachas que não têm mais uso, fortalecendo a oferta de soluções de gerenciamento total de resíduos; e (ii) a decisão do Comitê RenovaBio de recomendar o adiamento por um ano da comprovação das metas de descarbonização de 2022 das distribuidoras já tem reflexos no curto prazo – desde sexta-feira, quando o comitê aprovou a recomendação, os preços dos CBios estão em queda livre;
  • Do lado da política, o diretor financeiro do BNDES, Lourenço Tigre, explicou que a entidade gostou da experiência de compra de créditos de carbono no primeiro semestre, um piloto de R$ 10 milhões, e agora já estrutura mais uma leva de aquisição, no valor de R$ 50 milhões a R$ 100 milhões. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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