IBOVESPA -0,19% | 172.179 Pontos
CÂMBIO +0,11% | 5,09/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a segunda-feira em queda de 0,2%, aos 172.180 pontos, no quinto pregão consecutivo de perdas. O movimento partiu de uma nova escalada de tensões entre EUA e Irã no Oriente Médio, depois que o Ministério das Relações Exteriores iraniano reafirmou que o país não reabrirá o Estreito de Ormuz enquanto Washington não atender às suas condições, o que impulsionou os preços do petróleo. Por outro lado, a alta dos juros futuros pressionou os ativos domésticos e sensíveis a juros no Brasil, neutralizando o suporte da petroleira e levando o índice a fechar no campo negativo.
Ações ligadas ao petróleo acompanharam a alta do Brent, como PRIO (PRIO3, +6,6%), PetroReconcavo (RECV3, +5,0%) e Petrobras (PETR4, +3,3%). Também se destacou Embraer (EMBJ3, +2,3%), que divulgou lucro líquido ajustado recorde de R$ 1,11 bilhão no segundo trimestre e elevou o guidance de margem e de geração de caixa para 2026 (veja aqui o comentário completo).
Os papéis mais sensíveis a juros estiveram entre as maiores quedas do índice, pressionados pela alta dos juros futuros. Yduqs (YDUQ3, -5,3%), Vamos (VAMO3, -5,5%) e Localiza (RENT3, -4,0%) estiveram entre os principais destaques negativos do pregão.
Para o pregão de terça-feira, B3, BTG Pactual, Taesa, Cury e Direcional irão divulgar seus resultados do 2T26.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a segunda-feira em alta. As Treasuries encerraram com a T-note de 2 anos a 4,24% (+5 bps), a T-note de 10 anos a 4,70% (+6 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,25% (+6 bps).
No Brasil, os DIs também apresentaram abertura, acompanhando o movimento externo e incorporando prêmio de risco adicional por temores fiscais, com o DI jan/27 encerrando a 13,74% (0 bp), o DI jan/29 a 14,10% (+6 bps) e o DI jan/31 a 14,38% (+10 bps). Já a NTN-B recuou, encerrando com a B29 a 8,14% (vs. 8,23%), a B35 a 8,05% (vs. 8,13%) e a B50 a 7,63% (vs. 7,67%).
Mercados globais
Nesta terça-feira, os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: +0,1%), com os investidores divididos entre a nova alta do petróleo e o otimismo em torno do plano de financiamento da Nvidia para o setor de inteligência artificial.
Na Europa, o Stoxx 600 opera perto da estabilidade (-0,1%), sem direção definida antes da inflação americana. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Kospi (Coreia) avançou 0,7%, puxado pela recuperação das ações de semicondutores, o Nikkei 225 (Japão) subiu 0,5%, enquanto na China o Hang Seng recuou 1,1% e o CSI 300 caiu 0,8%.
O mercado acompanha a escalada dos preços do petróleo, depois que Donald Trump afirmou que Washington está apenas “semi-negociando” com o Irã, enfraquecendo as expectativas de um acordo que reabriria o Estreito de Ormuz. O Brent subiu cerca de 5% na segunda-feira, para próximo de US$ 88/barril, enquanto as reservas estratégicas americanas caíram abaixo de 300 milhões de barris, o menor nível desde 1983. Em contrapartida, a Nvidia assinou memorandos de entendimento com Apollo, Blackstone, BlackRock, Brookfield, Goldman Sachs e KKR para mobilizar mais de US$ 500 bilhões em capital de terceiros destinado a data centers de inteligência artificial. Na véspera, a ação recuou quase 3% e as bolsas americanas fecharam em leve queda.
Os investidores também direcionam o foco para o índice de preços ao consumidor (CPI) de julho, que sai na quarta-feira e deve orientar as apostas para o Fed, além do índice de preços ao produtor (PPI) na quinta e das vendas no varejo na sexta-feira, e para os resultados de Super Micro Computer, Applied Materials e Tapestry ao longo da semana.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou ontem em queda de 0,76%, aos 3.742,32 pontos, em meio ao aumento da aversão ao risco nos mercados globais e à persistência das preocupações com o cenário fiscal brasileiro.
O desempenho foi negativo em todos os principais segmentos do índice. Os fundos híbridos lideraram as perdas do dia, com recuo de 1,91%, seguidos por ativos logísticos (-0,65%), shoppings (-0,59%) e lajes corporativas (-0,37%). Os fundos de recebíveis também encerraram a sessão em baixa (-0,51%), enquanto o segmento de multiestratégia/FOFs registrou queda de 0,58%. Como resultado, os fundos de tijolo recuaram 0,57% no agregado.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram KORE11 (+4,2%), MCRE11 (+1,3%) e RBCR11 (+1,2%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por HCTR11 (-5,9%), DEVA11 (-4,4%) e TRXF11 (-3,9%).
Economia
No ambiente global, o impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã continua a pressionar os preços do petróleo. No Brasil, o Boletim Focus do Banco Central apresentou queda adicional nas projeções para o crescimento do PIB em 2027. A mediana das expectativas cedeu de 1,57% para 1,52% – estava em 1,65% quatro semanas atrás. No que diz respeito à inflação, a mediana das estimativas para o IPCA de 2026 declinou pela sexta semana consecutiva, de 5,03% para 5,02%. Enquanto isso, as previsões para 2027 e 2028 seguiram em 4,22% e 3,80%, respectivamente.
Hoje, destaque para a divulgação da Ata do Copom e do IPCA de julho. O documento de política monetária deve trazer mais elementos sobre a moderação na atividade e inflação corrente, em linha com o último comunicado pós-decisão de juros. No que diz respeito ao IPCA, estimamos ligeiro recuo de 0,02% em comparação com junho, o que levaria a uma inflação acumulada de 4,35% nos últimos 12 meses.
Veja todos os detalhes
Economia
Preço do petróleo volta a se aproximar de US$ 90 com impasse nas negociações; ata do Copom e IPCA de julho são destaques na agenda doméstica
- O impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã continua a pressionar os preços do petróleo. Após Teerã reiterar que reparações de guerra representam uma condição para a reabertura do Estreito de Ormuz, o Presidente Donald Trump endureceu o discurso e passou a requerer mais compensações do Irã, reduzindo a expectativa de um acordo rápido. Com isso, a cotação do petróleo (Brent) subiu mais de 5% na segunda-feira, atingindo 88 dólares por barril;
- No Brasil, o Boletim Focus do Banco Central apresentou queda adicional nas projeções para o crescimento do PIB em 2027. A mediana das expectativas cedeu de 1,57% para 1,52% – estava em 1,65% quatro semanas atrás. Para 2026, houve ligeiro recuo de 1,99% para 1,98%. Projetamos alta de 1,0% no próximo ano, uma desaceleração acentuada após a expansão de 2,0% prevista para o ano corrente. No que diz respeito à inflação, a mediana das estimativas para o IPCA de 2026 declinou pela sexta semana consecutiva, de 5,03% para 5,02%. Por sua vez, as previsões para 2027 e 2028 seguiram em 4,22% e 3,80%, respectivamente. A mediana das expectativas continua a apontar para taxa Selic de 13,75% no final deste ano e 12,00% no final do ano que vem;
- Hoje, destaque para a divulgação da Ata do Copom e do IPCA de julho. O documento de política monetária deve trazer mais elementos sobre a moderação na atividade e inflação corrente, em linha com o último comunicado pós-decisão de juros. Por outro lado, preocupações em torno da desancoragem de expectativas inflacionárias e ampliação das incertezas devem ser reforçadas. No que diz respeito ao IPCA, estimamos ligeira redução de 0,02% em comparação com junho, o que levaria a uma inflação acumulada de 4,35% nos últimos 12 meses. A queda nos preços de alimentos deve ter contribuído significativamente para a deflação mensal.
Commodities
Papel e Celulose: Ventos contrários estruturais reforçam a pressão sobre os preços de celulose
- Os mercados de celulose enfraqueceram ainda mais em Jul’26, com a pressão de preços se ampliando entre diferentes tipos de celulose e regiões;
- Destacamos: (i) os preços de BHKP na China recuaram para ~US$570/t, enquanto o NBSK caiu para ~US$640/t, em meio à demanda fraca por papel e papelão ondulado e à ampla disponibilidade de celulose doméstica;
- (ii) os preços de BHKP na Europa recuaram US$50/t, para US$1.360/t, enquanto a América do Norte permaneceu relativamente mais resiliente;
- E (iii) as paradas de produção têm sido insuficientes para reequilibrar o mercado, à medida que estoques elevados, demanda final estruturalmente fraca na China e uma produção doméstica competitiva continuam limitando as perspectivas de uma recuperação relevante e sustentável dos preços no curto prazo;
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Papel e Celulose: Disciplina de capital e melhora de FCF em foco – reunião com a CFO da Klabin
- Hoje, participamos de uma reunião com a CFO da Klabin, Gabriela Woge, em que o management reforçou sua disciplina de alocação de capital e o foco contínuo em mitigação de custos diante de maiores despesas com combustíveis e fretes;
- A Klabin espera que 2026E continue sendo um ano de transição, com uma geração de FCF mais forte a partir de 2027E, após a conclusão do projeto da caldeira de Monte Alegre e a melhora da performance operacional;
- Enquanto programas de recompra devem se tornar cada vez mais atrativos à medida que a alavancagem retorne para a faixa-alvo;
- O management também demonstrou uma visão incrementalmente mais construtiva para o 2S26E, apoiada por volumes sazonalmente mais fortes e pelos aumentos de preços anunciados para papel;
- Em relação aos preços mais recentes, os preços líquidos de BHKP e NBSK na China estão atualmente em US$563/t e US$604/t, respectivamente, enquanto os futuros de BHKP estão em US$568/t para Set’26 (-3% S/S);
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Empresas
Grupo SBF (SBFG3): 2T acima das expectativas; marcando pontos com uma forte execução na Copa do Mundo
- O Grupo SBF apresentou resultados do 2T melhores do que o esperado, apesar das expectativas já elevadas, com ambas as marcas se beneficiando de uma campanha de Copa do Mundo altamente bem-sucedida, uma vez que a maioria das metas de vendas foi atingida antes das quartas de final;
- A Fisia foi a principal surpresa positiva, enquanto a Centauro apresentou resultados sólidos, amplamente em linha com as expectativas;
- A expansão da margem bruta foi mais forte do que esperávamos, sustentada pelo mix de marcas, com as vendas líquidas da Fisia 6% acima das nossas estimativas, enquanto a companhia também apresentou expansão da margem bruta, uma vez que os benefícios de ICMS e melhores condições comerciais mais do que compensaram os ventos contrários de câmbio (FX);
- A receita mais forte também levou à alavancagem operacional e, assim, fez o EBITDA ajustado superar nossa estimativa em 16%;
- O destaque negativo foi a dinâmica de capital de giro, com consumo de caixa de R$12 milhões, impulsionado por maiores necessidades de capital de giro e capex mais elevado relacionado às reformas de lojas;
- Dito isso, segundo a companhia, o aumento dos recebíveis esteve amplamente relacionado às vendas da Copa do Mundo (prazo médio de recebimento de 60 dias), afetando a alavancagem do trimestre em 0,4x, com expectativa de conversão em caixa durante o 3T;
- Portanto, mantemos nossa recomendação de Compra;
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Embraer (EMBJ3): Marcando todas as caixas; superando as estimativas além dos efeitos não recorrentes
- A Embraer entregou resultados fortes no 2T26, com receita líquida de US$2,2 bilhões, +23% A/A (+10% vs. XPe), sustentada pelo crescimento em todos os segmentos, particularmente Aviação Executiva (+32% A/A) e Defesa (+38% A/A);
- A rentabilidade também foi um destaque, com a margem EBIT recorrente atingindo 10,2% (excluindo créditos tributários de US$68 milhões no trimestre relacionados a reembolsos de tarifas), acima das nossas estimativas e do consenso e melhorando 2,7 p.p. T/T;
- Ajudando a aliviar as preocupações com a trajetória de margens após os resultados do trimestre anterior;
- FCF atingiu US$401 milhões, impulsionado pelo desempenho operacional mais forte e pela dinâmica de capital de giro (por exemplo: maiores PDPs);
- Por fim, a companhia elevou o guidance de margem EBIT/FCF para 2026E, reforçando a confiança na sustentabilidade das atuais margens recorrentes (ao mesmo tempo em que também reflete a dinâmica tarifária vigente nos EUA);
- No geral, mantemos nossa visão positiva para a Embraer, vendo uma combinação atrativa de crescimento de lucros, maior visibilidade de backlog e opcionalidades que permanecem subestimadas pelo mercado;
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São Martinho (SMTO3) | Revisão dos resultados do 1T27: trimestre difícil
- A São Martinho reportou um trimestre misto: a receita líquida atingiu BRL 1,53 bi (-18% A/A; -3% vs. XPe), enquanto o EBITDA ajustado somou BRL 582 mi (-28% A/A; +2% vs. XPe), com margem de 38,1% (+200bps vs. XPe);
- Em linhas gerais, os resultados foram pouco empolgantes, uma vez que os lucros seguiram pressionados pela postergação das vendas de etanol e pelos preços de açúcar e etanol ainda abaixo dos níveis observados no ano passado;
- Por outro lado, além da recuperação da produtividade agrícola, os fundamentos de mercado se tornaram mais favoráveis nas últimas semanas. Embora essa melhora seja encorajadora, não esperamos uma reprecificação relevante das ações até que ela passe a se refletir de forma mais clara nos resultados reportados;
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JBS (JBSS32) | Trimestre em linha e com muito ruído
- A JBS divulgou um 2T em linha, com receita e margens dentro do esperado, mas com um resultado líquido abaixo das projeções. A receita líquida atingiu BRL 120,6 bi (em linha), o EBITDA ajustado (IFRS) foi de BRL 7,2 bi (-27% A/A, mas em linha com a XPe) e o lucro líquido ajustado somou BRL 1,1 bi (vs. estimativa da XPe de BRL 1,2 bi);
- No geral, enxergamos o resultado como neutro, sem grandes mudanças para a tese de investimento. Ainda assim, a recente reabertura da fronteira mexicana, o anúncio da JV com a Danantara e a eleição de Wesley Filho para CEO Global devem manter as ações voláteis enquanto os investidores assimilam tantas novidades simultaneamente;
- Seguimos nos perguntando se há mais anúncios por vir, já que o timing de tantos eventos relevantes em sequência está longe de parecer coincidência. Em momentos como este, normalmente preferimos permanecer à margem, embora reconheçamos o histórico de excelência operacional da companhia;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- No último dia para adesão, acordo sobre cortes de geração atrai 90% dos elegíveis (Valor Econômico);
- El Niño pode reduzir produtividade da safra 2026/27, alerta secretário (CNN Brasil Agro);
- Bancos veem melhoria no crédito no Brasil neste ano como improvável (Bloomberg Línea);
- Credores da Braskem ainda pressionam por injeção de capital da Petrobras, diz agência (Valor Econômico).
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX recua aos 3.742,32 pontos e fecha em queda de 0,76% (Suno Notícias);
- Fiagros superam 600 mil investidores; emissões alcançam R$ 8,3 bi (FIIs);
- Imóvel ou fundo imobiliário? Investidor compara as duas opções (Suno Notícias);
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- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- Entre IA e renda fixa: onde os brasileiros estão investindo nos EUA (Valor Investe)
- Ouro sobe com compras de BCs, mas segue abaixo de níveis pré-guerra no Irã (Valor)
- China mobiliza estatais para sustentar mercado sob impacto da onda da IA (Valor)
- How Leveraged ETF Traders Supercharged AI-Stock Mania (Bloomberg)
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ESG
Ministério da Fazenda sinaliza ajustes nas regras de exportação de créditos de carbono | Café com ESG, 11/08
- O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território negativo, com IBOV e ISE recuando 0,19% e 1,52% respectivamente.
- No Brasil, (i) a JBS anunciou que Wesley Batista Filho assumirá a presidência executiva global da companhia em janeiro de 2027, em substituição a Gilberto Tomazoni, marcando a chegada da terceira geração da família fundadora ao comando executivo da companhia – Wesley Batista Filho é filho de Wesley Batista, um dos controladores da JBS, e neto do fundador José Batista Sobrinho; e (ii) o Ministério da Fazenda tenta acalmar o mercado após a reação negativa à proposta de regulamentação para exportar créditos de carbono, os ITMOs (Resultados de Mitigação Transferidos Internacionalmente) – segundo especialistas, o desenho proposto pode levar o Brasil a perder uma janela de demanda internacional uma vez que para serem exportados, os créditos de carbono precisam ser convertidos em um ativo do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), que só estará operacional em 2031.
- No internacional, a América Latina atingiu a marca de 10 mil ônibus elétricos em operação, segundo o E-Bus Radar, plataforma digital que monitora e mapeia a mobilidade elétrica – as frotas de 80 cidades em 13 países evitam a emissão de mais de 10 milhões de toneladas de CO2 por ano, além de uma economia de 57 milhões de litros de diesel.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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