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Dados de varejo nos EUA em foco nesta sexta

Tarifas entre Brasil e Estados Unidos e divulgação dos dados de vendas no varejo e Confiança do Consumidor (EUA) são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 14/08/2026

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IBOVESPA -0,23% | 167.100 Pontos

CÂMBIO +0,43% | 5,18/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira em queda de 0,2%, aos 167.101 pontos, no oitavo pregão consecutivo no campo negativo. O mercado repercutiu principalmente a temporada de resultados do segundo trimestre, com reações relevantes aos balanços divulgados ao longo do dia. 

Na ponta positiva, a temporada de resultados favoreceu MRV (MRVE3, +14,3%), Cogna (COGN3, +7,9%), Rede D’Or (RDOR3, +6,3%) e Ultrapar (UGPA3, +5,1%), que publicaram balanços que causaram uma reação positiva do mercado.

Na ponta negativa, Hapvida (HAPV3, -33,1%) liderou as perdas do índice depois que o balanço do 2T26 mostrou piora na sinistralidade e aumento das despesas com judicialização.

Para o pregão de sexta-feira, Vibra Energia, Copasa e Cosan irão divulgar seus resultados do 2T26.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram a quinta-feira com direções mistas. Nos EUA, as Treasuries fecharam em baixa, com a T-note de 2 anos a 4,14% (-6 bps), a T-note de 10 anos a 4,64% (-5 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,21% (-4 bps), refletindo a redução das expectativas de alta de juros adicional pelo Fed após o PPI mais brando, embora um leilão de títulos de 30 anos com a maior taxa desde 2001 tenha limitado o movimento.

No Brasil, a ponta curta da curva permaneceu praticamente estável diante da leitura de desaceleração gradual da atividade econômica e da manutenção das apostas de corte da Selic em setembro, enquanto os vencimentos mais longos voltaram a embutir maior prêmio de risco fiscal. Assim, o DI jan/27 encerrou a 13,75% (-1 bp), o DI jan/29 a 14,25% (0 bp) e o DI jan/31 a 14,53% (+5 bps). Já a NTN-B encerrou relativamente estável com a B29 a 8,10% (vs. 8,11%), a B35 a 8,05% (vs. 8,09%) e a B50 a 7,61% (vs. 7,64%).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: +0,1%), depois que o S&P 500 fechou em recorde acima dos 7.800 pontos na quinta-feira, com os principais índices a caminho da terceira semana consecutiva de ganhos. Na Europa, o Stoxx 600 opera próximo da estabilidade, impulsionado principalmente pelos setores de mídia, viagens e lazer e varejo. Na Ásia, os mercados tiveram resultados mistos: o Kospi (Coreia) subiu 2,4%, acumulando ganho de 11,5% na semana, o Nikkei 225 (Japão) recuou 0,5%, enquanto  na China, o CSI 300 opera próximo da estabilidade e o Hang Seng (Hong Kong) recua 1,1%.

O mercado acompanha as vendas no varejo de julho, para as quais o consenso projeta alta de 0,1% na comparação mensal, além da leitura preliminar da confiança do consumidor da Universidade de Michigan. Na Ásia, as fabricantes de memória sustentaram o pregão na região, com SK Hynix subindo 3,3% e Samsung Electronics 2,4%. No petróleo, o Brent opera próximo de US$ 87/barril, com a reinjeção de prêmio de risco geopolítico diante do endurecimento da postura americana em relação ao Irã. Sem grandes balanços hoje, os investidores seguem monitorando uma temporada em que mais de 90% das companhias do S&P 500 já reportaram, com crescimento de lucros relevantes.

IFIX

O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de quinta-feira em queda de 0,60%, aos 3.692,65 pontos.

A pressão sobre o índice foi disseminada entre os principais segmentos do mercado. Os fundos híbridos registraram a maior queda do dia (-0,93%), seguidos por lajes corporativas (-0,84%) e pelo segmento de multiestratégia/FOFs (-0,77%). Os fundos de recebíveis também encerraram a sessão em baixa (-0,58%), enquanto os fundos de tijolo recuaram 0,53%, pressionados principalmente pelas perdas em shoppings (-0,46%) e ativos logísticos (-0,26%).

Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram MFII11 (+0,9%), BCIA11 (+0,9%) e RZAT11 (+0,8%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por TRXF11 (-3,0%), PSEC11 (-2,9%) e PORD11 (-2,9%).

Economia

Governo brasileiro abre processo de reciprocidade contra os EUA em resposta à tarifa de 25% imposta ao Brasil. O objetivo é abrir negociações que podem levar ao adiamento ou à suspensão de eventuais contramedidas.

As vendas no varejo brasileiro surpreenderam positivamente em junho, favorecidas pela desaceleração dos preços dos alimentos, mas o desempenho no segundo trimestre reforçou a leitura de perda gradual de momentum do consumo das famílias. O governo também informou ter bloqueado ou excluído 5 milhões de contas em plataformas de apostas, ampliando as medidas de desincentivo às bets.

Nos Estados Unidos, os preços ao produtor ficaram estáveis em julho, abaixo das expectativas, reforçando os sinais recentes de moderação da inflação e reduzindo as apostas em uma alta de juros pelo Federal Reserve (banco central) em setembro. No mercado de petróleo, sinais de enfraquecimento da demanda global e o maior aumento dos estoques americanos desde 2023 levaram a commodity a interromper a sequência recente de altas, embora novos ataques dos houthis mantenham os riscos de oferta no radar.

Na agenda, o destaque internacional será a divulgação das vendas no varejo e da Confiança do Consumidor da Universidade de Michigan nos Estados Unidos. No Brasil, não há indicadores econômicos relevantes programados.

Veja todos os detalhes

Economia

Governo abre processo para aplicar reciprocidade aos EUA. Varejo brasileiro supera expectativas enquanto inflação ao produtor modera nos EUA

  • O governo brasileiro deu início nesta quinta-feira a um processo que poderá resultar na aplicação de medidas de reciprocidade contra os EUA, na esteira das tarifas comerciais impostas pela gestão Donald Trump por supostas práticas comerciais desleais. Trata-se, no entanto, da primeira etapa de um longo processo de análise, que poderia se estender por até nove meses, caso todos os prazos fossem utilizados. Interlocutores do governo afirmam que o movimento é mais uma forma de puxar os EUA para a mesa de diálogo, em uma nova tentativa de saída negociada, do que um real desejo do Palácio do Planalto de impor contramedidas no curto ou médio prazos. Nesta quinta-feira, a Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) apenas compartilhou o pleito com os demais membros do Comitê Executivo de Gestão, o chamado Gecex. Como consequência, segundo as determinações do decreto 12.551/2025, o Ministério das Relações Exteriores notificou o governo norte-americano e solicitou a realização de consultas diplomáticas;
  • No Brasil, o varejo restrito avançou 0,5% em junho, acima da nossa projeção de 0,3% e do consenso de estabilidade, enquanto cresceu 2,9% na comparação anual. O varejo ampliado recuou 1,0% no mês, queda menor que a esperada, e avançou 4,9% em relação a junho de 2025. A melhora mensal foi favorecida pela desaceleração dos preços dos alimentos, que liberou poder de compra e impulsionou supermercados e atacarejos, enquanto as atividades mais sensíveis ao crédito recuaram. Apesar da surpresa positiva em junho, o consumo das famílias perdeu momentum no segundo trimestre: o varejo restrito caiu 0,4% t/t e o ampliado, 1,0% t/t, registrando as primeiras contrações após três trimestres consecutivos de crescimento. Nosso tracker para o PIB do 2T26 subiu marginalmente para 0,46% t/t (1,95% a/a), e mantemos as projeções de crescimento de 2,0% em 2026 e 1,0% em 2027;
  • O governo informou ter bloqueado ou excluído 5 milhões de contas em plataformas de apostas, ampliando as medidas de restrição às bets. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o total inclui cerca de 800 mil pessoas vinculadas ao Desenrola 2.0, 1,2 milhão que aderiram voluntariamente ao mecanismo de autoexclusão e aproximadamente 3 milhões de beneficiários de programas sociais, como Bolsa Família e BPC. O governo pretende ampliar o desincentivo às apostas e impedir que pessoas que renegociaram suas dívidas pelo Desenrola voltem a acessar essas plataformas, enquanto o mecanismo de autoexclusão permite bloquear o CPF tanto para abertura de contas quanto para recebimento de publicidade;
  • Os preços ao produtor nos Estados Unidos ficaram estáveis em julho, abaixo da expectativa de alta de 0,2%, enquanto a inflação ao produtor em 12 meses desacelerou de 5,5% para 4,7%. A queda de 0,7% nos preços dos bens, especialmente de energia, compensou a alta de 0,2% nos serviços. Em conjunto com o CPI mais benigno e a recente fraqueza do mercado de trabalho, o resultado reduziu as apostas em uma alta de juros pelo Federal Reserve (banco central) em setembro: o mercado passou a precificar cerca de 67,6% de probabilidade de manutenção da taxa entre 3,50% e 3,75%, enquanto a chance de alta recuou para 32,4%. Ainda assim, parte da recente elevação do petróleo não foi capturada pelo PPI de julho e poderá pressionar os preços em agosto. Paralelamente, os pedidos iniciais de seguro-desemprego subiram para 209 mil, enquanto os pedidos continuados recuaram para 1,777 milhão, mantendo a leitura de um mercado de trabalho com baixo ritmo de contratações e demissões;
  • O petróleo encerrou o dia de ontem em queda, revertendo a sequência recente de ganhos diante de sinais de enfraquecimento da demanda global e forte aumento dos estoques americanos. O Brent recuou 2,15%, para 87,07 dólares por barril, e o WTI caiu 2,4%, para 81,25 dólares por barril, após os estoques comerciais de petróleo dos Estados Unidos aumentarem 17,4 milhões de barris, maior avanço semanal desde janeiro de 2023. A Opep também reduziu sua projeção de crescimento da demanda global em 2026 para 580 mil barris por dia, enquanto a Agência Internacional de Energia passou a projetar contração de 1,6 milhão de barris por dia no consumo neste ano. As perdas foram parcialmente limitadas por relatos de um ataque dos houthis contra uma refinaria da Saudi Aramco em Jazan, reforçando que os riscos de oferta no Oriente Médio permanecem elevados;
  • A economia da Zona do Euro cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2026, em linha com os dados preliminares e acelerando ante a estabilidade do trimestre anterior, marcando a expansão mais forte desde o primeiro trimestre de 2025. O desempenho foi impulsionado por robustos investimentos ligados à inteligência artificial, gastos sólidos do governo e fatores pontuais, que ajudaram a compensar o impacto do conflito no Irã e os custos mais altos de energia. Entre as maiores economias do bloco, a Espanha liderou o crescimento, com alta de 0,7% no PIB, ante 0,6% no primeiro trimestre e acima das expectativas. Na comparação anual, o crescimento da Zona do Euro acelerou para 1,0% no segundo trimestre, ante 0,5% nos três meses anteriores.
  • Na agenda internacional, o foco estará nos Estados Unidos, com a divulgação das vendas no varejo, importante para avaliar o ritmo do consumo das famílias e da demanda doméstica, e da Confiança do Consumidor da Universidade de Michigan, que fornecerá novos sinais sobre a percepção das famílias em relação à economia e à inflação. No Brasil, não há indicadores econômicos relevantes programados.

Empresas

Bradesco (BBDC4): Recuperação gradual, mas com ventos macro contrários

  • Estamos atualizando nossas estimativas para o Bradesco (BBDC4), incorporando os resultados do 2T26 e as novas projeções macroeconômicas, além de rolar nosso preço-alvo para R$21 por ação para o final de 2027:
  • Embora o banco continue apresentando uma melhora gradual dos resultados, sustentada por uma execução mais consistente, ganhos de eficiência e crescimento resiliente nas linhas de crédito com garantia, seguimos cautelosos com a perspectiva de curto prazo diante de um ambiente macroeconômico mais desafiador, maiores necessidades de provisão, preocupações persistentes com a qualidade dos ativos nos segmentos de SMEs e agronegócio, além das discussões em torno do recente aumento de capital, que devem limitar o momentum da ação no curto prazo;
  • Após revisarmos nossas projeções, elevamos nossa estimativa de lucro líquido para 2026 em cerca de 2%, refletindo uma margem financeira mais forte, melhores receitas de seguros e menores despesas, enquanto mantivemos as projeções para 2027 praticamente inalteradas;
  • As ações acumulam queda de aproximadamente 15% desde nossa última atualização e atualmente negociam a cerca de 6x P/L 2027E (~0,9x P/VPA), oferecendo um potencial de valorização de aproximadamente 25% em relação ao nosso preço-alvo;
  • Ainda assim, mantemos nossa recomendação Neutra, pois acreditamos que o potencial de reprecificação permanece limitado no curto prazo devido às discussões relacionadas ao cenário macroeconômico e ao capital;
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Irani (RANI3): Resiliência e opcionalidades de crescimento ainda não precificadas

  • Estamos atualizando nossas estimativas para a Irani, reiterando nossa recomendação de Compra e introduzindo nosso preço-alvo para o fim de 2027 de R$10,00/ação (+26% de upside);
  • Continuamos vendo a companhia como um dos nomes mais resilientes de nossa cobertura, sustentada por sua elevada exposição a embalagens de papelão ondulado, um segmento com menor ciclicidade e vetores estruturais de crescimento, como a penetração do comércio eletrônico;
  • No curto prazo, embora os preços mais altos de OCC possam pesar sobre os resultados, esperamos que parte dessa pressão seja compensada (i) pela não recorrência de ~R$31 milhões em custos não recorrentes registrados no 1S26 e (ii) pelos benefícios operacionais do Gaia;
  • Olhando à frente, a conclusão da plataforma Gaia deve sustentar maiores volumes, menores custos de energia e margens estruturalmente mais robustas, ao mesmo tempo em que estabelece as bases para o ciclo de expansão Neos;
  • Em relação ao valuation, embora os múltiplos de curto prazo não sejam baixos (P/L e EV/EBITDA de 2026-27E de 15,8-12,5x e 5,7-5,5x, respectivamente), os lucros incrementais devem ser capturados à medida que os investimentos realizados amadureçam, com o modelo de negócios resiliente da Irani também implicando baixa volatilidade dos lucros;
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3Tentos (TTEN3) | Revisão de resultados do 2T26: dores do crescimento

  • A 3Tentos reportou um trimestre decepcionante, principalmente devido a um resultado abaixo do esperado em sua operação industrial de esmagamento;
  • Embora parte do resultado abaixo do esperado decorra de ventos contrários setoriais, particularmente do atraso do B16, o trimestre também levanta questionamentos sobre o ritmo e a capacidade de execução da estratégia de crescimento da companhia em novos mercados;
  • A tese de longo prazo permaneça intacta e reconheçamos um viés positivo para a tese de investimento da TTEN, acreditamos que a combinação de contratempos industriais, preocupações com execução e poucos catalisadores de curto prazo, somada a uma comunicação longe de ser exemplar, é suficiente para justificar uma reação extremamente negativa da ação amanhã;
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MBRF (MBRF3) | Revisão dos resultados do 2T26: indo na direção certa

  • A MBRF reportou um trimestre forte e amplamente em linha com o esperado. A receita líquida atingiu BRL 40,7 bi (+5% A/A; em linha com a XPe), enquanto o EBITDA ajustado totalizou BRL 3,2 bi (+6% A/A; +2% vs. XPe), com margem de 7,9% (+15bps vs. XPe). Os resultados foram mais uma vez impulsionados por BRF e América do Sul, mais do que compensando a ainda fraca rentabilidade da National Beef;
  • De forma geral, o trimestre reforça nossa visão de que o pior já ficou para trás, com riscos de alta para as estimativas de BRF e National Beef em 2026. Ainda assim, não vemos os resultados como um divisor de águas, dada a elevada alavancagem da companhia e o ainda longo caminho para uma recuperação mais significativa do ciclo pecuário nos EUA;
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Mineração e Siderurgia: Demanda fraca continua pesando sobre os preços do minério de ferro

  • Os fundamentos do minério de ferro permaneceram relativamente fracos em Jul’26, com os preços recuando à medida que a demanda chinesa por aço sazonalmente fraca, as margens comprimidas das siderúrgicas e os estoques elevados continuaram limitando o apetite por recomposição de estoques;
  • Manufatura/exportações compensaram parcialmente a fraqueza persistente nos setores imobiliário/de infraestrutura, enquanto o papel crescente da CMRG nas compras adicionou incerteza aos fluxos comerciais sem restringir de forma relevante o mercado transoceânico;
  • No geral, esperamos que os preços permaneçam próximos de ~US$95/t no curto prazo, embora (i) potenciais interrupções do lado da oferta;
  • E (ii) crescentes pressões de custos (frete/brent) continuem sendo forças de suporte quando as condições de oferta x demanda melhorarem (embora provavelmente não antes do fim do ano);
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Randoncorp (RAPT4): Melhora operacional, mas resultado líquido ainda pressionado; revisão do 2T26

  • A Randoncorp apresentou resultados pressionados no 2T26, com EBITDA de R$440 milhões (+19% A/A e +18% T/T), com o progresso na frente operacional ainda insuficiente para se traduzir em uma recuperação significativa dos lucros;
  • A receita líquida atingiu R$3,3 bilhões (+1% A/A), sustentada por receitas estáveis de OEM, melhora do desempenho de Autopeças após o ramp up da Suspensys Mogi Guaçu, tendências sequenciais mais fortes na Frasle e crescimento contínuo na Rands;
  • A margem EBITDA expandiu para 13,3% (+2,1p.p. A/A), refletindo iniciativas de eficiência em andamento e alavancagem operacional nos negócios industriais, enquanto a alavancagem continuou melhorando;
  • Contudo, os ventos contrários persistentes, incluindo prejuízos da Addiante, despesas financeiras elevadas, encargos relacionados à Delta e uma alíquota efetiva de impostos de 61%, mais do que compensaram essas melhorias operacionais, resultando em um prejuízo líquido de -R$90 milhões;
  • Com visibilidade limitada sobre uma inflexão mais ampla dos lucros e um cenário desafiador para caminhões e implementos rodoviários, ainda não vemos uma razão convincente para nos tornarmos mais construtivos em relação às ações neste momento, sustentando nossa recomendação Neutra;
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Telecom: saldo de portabilidade de julho

  • Neste relatório, continuamos analisando os dados de portabilidade numérica móvel da Anatel para compreender melhor a dinâmica competitiva recente;
  • A portabilidade numérica permite que os clientes troquem de operadora mantendo seus números de telefone. Consideramos como “doadora” a operadora que perde clientes para outra operadora, enquanto a outra operadora “recebe” clientes da primeira. A diferença líquida entre o número de acessos recebidos e doados para outras operadoras é chamada de saldo de portabilidade, que pode ser positivo ou negativo. As operadoras podem ser “doadoras líquidas” ou “receptoras líquidas”;
  • A Claro permanece como a maior receptora líquida, enquanto a TIM segue como a maior doadora líquida. Os ganhos líquidos da Claro melhoraram em julho após um junho mais fraco, aproximando-se dos níveis observados nos últimos meses. Em bases líquida (bruta), a Claro adicionou 70 mil (217 mil) clientes via portabilidade em julho de 2026, ante 57 mil (189 mil) em junho. O ritmo recente (outubro de 2025 a julho de 2026) ainda implica uma aceleração de aproximadamente 35 mil clientes por mês em relação à média observada entre outubro de 2024 e setembro de 2025. O patamar elevado de portabilidade persistiu por dez meses consecutivos (outubro de 2025 a julho de 2026), período que coincidiu com o aumento dos esforços de marketing da NuCel, sugerindo um novo padrão, e não apenas um pico temporário;
  • Para a Vivo, a portabilidade permaneceu estável. Após registrar perdas líquidas em novembro e dezembro de 2025, a Vivo apresentou ganhos líquidos em todos os meses de 2026, à exceção de fevereiro, com adição líquida de 21 mil clientes em julho. Esses números sugerem que a companhia segue relativamente protegida do aumento da concorrência;
  • Para a TIM, o desempenho de julho permaneceu fraco, com perdas líquidas de 139 mil clientes, ligeiramente abaixo da perda de 151 mil em maio e acima dos 125 mil registrados em junho. As doações brutas para Claro e Vivo aumentaram de 99 mil e 73 mil clientes em junho para 111 mil e 77 mil em julho, respectivamente. A média mensal de doações líquidas ficou em aproximadamente 135 mil clientes entre outubro de 2025 e julho de 2026, ante aproximadamente 106 mil entre outubro de 2024 e setembro de 2025, indicando uma deterioração de cerca de 29 mil clientes por mês. Se esse ritmo for mantido, ele poderia resultar em perdas potenciais de aproximadamente 352 mil clientes ao longo de 12 meses, mantendo a pressão sobre a base móvel da TIM;
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Dasa (DASA) | Progresso consistente: melhorias operacionais, geração de caixa na sequência

  • Resultado sólido, reforçando que o turnaround permanece no caminho certo;
  • A Dasa segue apresentando melhorias operacionais consistentes, com destaque para a diluição de despesas. As despesas operacionais recuaram 22% na comparação anual (A/A), contribuindo para a expansão da rentabilidade;
  • A receita líquida cresceu 9,1% (A/A), enquanto a margem EBITDA atingiu 20,1%, com expansão de 580 pontos-base (A/A);
  • A geração de caixa também foi satisfatória, totalizando R$ 23 milhões, em linha com nossa estimativa;
  • Na Rede Américas, a receita avançou 7,7% (A/A), a margem EBITDA alcançou 13,7% (+260 pontos-base A/A), enquanto o consumo de caixa operacional somou R$ 253 milhões;
  • De forma geral, a companhia continua entregando avanços consistentes, e os resultados do 2T26 fornecem evidências adicionais de que o turnaround está ganhando tração, o que deve sustentar uma reação positiva do mercado;
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LWSA (LWSA3): margens recordes, com alavancagem operacional impulsionando o resultado

  • Consideramos o 2T26 da LWSA um trimestre positivo, com receita em linha e rentabilidade claramente acima das nossas expectativas;
  • A Receita Líquida atingiu R$ 375 milhões (+8% A/A), essencialmente em linha com nossas estimativas, enquanto o Commerce cresceu 12% A/A, para R$ 276 milhões, sustentado pelo crescimento de 14% das receitas de assinaturas;
  • O EBITDA Ajustado atingiu um recorde de R$ 103 milhões (+35% A/A; +5% vs. nossas estimativas), com margem expandindo para 27,3%, 119 p.b. acima da nossa estimativa;
  • O Commerce foi o principal destaque, com margem EBITDA atingindo 27,7%, alta de 640 p.b. A/A;
  • O Lucro Líquido Ajustado de R$ 66 milhões ficou 29% acima das nossas estimativas;
  • Embora o fluxo de caixa livre trimestral tenha diminuído em razão de uma comparação mais difícil de capital de giro, o fluxo de caixa livre do 1S26 aumentou 51%, para R$ 137 milhões;
  • No geral, o trimestre reforça a melhora contínua da rentabilidade, da qualidade dos resultados e da geração de caixa da LWSA;
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Grupo Petz Cobasi (AUAU3): 2T sólido; tendências saudáveis, com maior potencial de expansão de margem à frente 

  • O Grupo Petz Cobasi reportou resultados sólidos no 2T, com a receita amplamente em linha, mas o lucro líquido abaixo das estimativas devido aos efeitos do mix de canais sobre as margens; 
  • Embora a rentabilidade tenha ficado um pouco abaixo das nossas expectativas, atribuímos isso principalmente aos efeitos de mix, e não a qualquer deterioração do negócio subjacente, com a margem bruta ainda se mostrando resiliente e a margem EBITDA continuando a expandir; 
  • Em relação ao crescimento, as tendências permanecem saudáveis em ambas as marcas e canais, reforçando nossa visão de que a execução permanece sólida; 
  • Enquanto isso, o processo de integração parece estar em linha com o planejado, com as primeiras sinergias operacionais esperadas a partir do 3T e diversas alavancas de margem ainda à frente, incluindo negociações com fornecedores, economias em despesas indiretas, integração de marcas próprias e racionalização de lojas; 
  • No entanto, mantemos nossa recomendação Neutra, diante de um cenário competitivo ainda desafiador, aliado aos riscos de execução no processo de integração; 
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Grupo Mateus (GMAT3): Melhora sequencial, mas cenário macro ainda pressionado mantém a tese em posição desfavorável 

  • O Grupo Mateus reportou resultados fracos no 2T, uma vez que a deterioração contínua das tendências de receita foi apenas parcialmente compensada por margens brutas mais fortes e um controle mais rígido das despesas operacionais; 
  • Esses fatores sustentaram uma melhora sequencial do EBITDA, embora ainda tenha recuado a/a, mesmo diante de uma base de comparação do 2T25 que ainda não incluía o Novo; 
  • As receitas líquidas ficaram em linha com nossas estimativas, com a dinâmica orgânica se deteriorando ainda mais (SSS de -8%, queda de 0,7 p.p. t/t); 
  • O EBITDA (ex-IFRS 16) superou nossas estimativas devido a melhores dinâmicas de margem bruta e despesas com vendas, gerais e administrativas, uma vez que a companhia converteu seu programa de produtividade e a reprecificação do mix de canais em rentabilidade, mesmo diante de uma receita pressionada; 
  • Dito isso, destacamos que todo o ganho sequencial de margem bruta veio da operação Novo, enquanto o negócio legado apresentou uma margem bruta ligeiramente menor t/t, sugerindo que o benefício do mix impulsionado pelo balcão pode já estar incorporado daqui para frente; 
  • O FCF foi um destaque negativo, com consumo de caixa explicado principalmente pela formação de estoques antes das campanhas de aniversário no 3T26; 
  • Embora vejamos com bons olhos a melhora sequencial das despesas, não esperamos uma melhora relevante das tendências de receita no curto prazo, uma vez que os ventos contrários macroeconômicos provavelmente persistirão; 
  • Isso deve tornar cada vez mais desafiador sustentar as margens em meio à contínua desalavancagem operacional; 
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 


Nubank (NU): Maior rentabilidade, com tendências saudáveis de crédito

  • O Nubank divulgou um conjunto forte de resultados no 2T26;
  • O lucro líquido atingiu um recorde de US$1,1 bilhão (FXN +17% T/T; +49% A/A), ficando cerca de 9% acima da nossa estimativa e levando o ROE novamente a 33%;
  • O resultado acima do esperado foi explicado principalmente por uma recuperação mais forte que o esperado do NIM ajustado ao risco, que avançou para 12,4%, de 9,5% no 1T26, impulsionado por maiores receitas de crédito (+178 bps de contribuição), menor Cost of Credit (+115 bps) e melhor utilização do balanço, com o LDR continuando a aumentar;
  • Importante destacar que o Desenrola representou apenas uma pequena parcela da melhora, correspondendo a aproximadamente 5% do Cost of Credit, sugerindo que a recuperação foi impulsionada principalmente pela melhora dos fundamentos da carteira;
  • A qualidade do crédito também permaneceu sólida, apesar da expansão seletiva de risco, com a inadimplência inicial melhorando cerca de 10 bps, enquanto a cobertura permaneceu robusta, em 244% do NPL 90+;
  • De forma geral, acreditamos que os resultados reforçam a capacidade superior do Nubank para avaliar e conceder crédito, o aumento da primariedade dos clientes e o forte potencial de monetização, sustentando níveis elevados e sustentáveis de rentabilidade para os próximos períodos, conforme discutido em nossa última atualização (link);
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Trisul (TRIS3): Resultados sólidos sustentados pela recuperação das margens

  • A Trisul apresentou resultados positivos no 2T26, com receita em linha com nossa estimativa e rentabilidade acima das expectativas;
  • A receita líquida atingiu R$370 milhões (+26,1% A/A; +7,9% T/T), amplamente em linha com nossa projeção, enquanto a margem bruta ajustada avançou para 32,7% (+2,3 p.p. T/T), 1,2 p.p. acima da nossa estimativa;
  • O EBITDA atingiu R$59 milhões (+2,9% A/A; +52,8% T/T), 11,6% acima da nossa projeção, enquanto o lucro líquido totalizou R$46 milhões (-3,5% A/A; +69,8% T/T), 7,9% acima da nossa estimativa;
  • No geral, vemos o trimestre como positivo, sustentado pela recuperação das margens, maior margem do backlog e geração de caixa de R$125 milhões, que contribuiu para a redução da alavancagem;
  • Clique aqui para acessar o relatório;


Plano&Plano (PLPL3): Expansão da receita compensada por margens mais fraca

  • A Plano&Plano apresentou resultados mistos no 2T26, com receita, lucro bruto ajustado e EBITDA acima das nossas expectativas, sustentados por repasses mais fortes, maior reconhecimento de PoC e despesas operacionais abaixo do esperado;
  • A receita líquida atingiu R$915 milhões (+17% A/A; +24% T/T), 7% acima da nossa estimativa e amplamente em linha com o consenso, enquanto a margem bruta ajustada alcançou 29,7% (+0,3 p.p. T/T), permanecendo praticamente estável sequencialmente, apesar das condições de custos ainda pressionadas;
  • O EBITDA totalizou R$109 milhões (-19% A/A; +44% T/T), 15% acima da nossa estimativa, enquanto o lucro líquido atingiu R$53 milhões (-37% A/A; +30% T/T), em linha com nossa projeção, mas 29% abaixo do consenso;
  • No geral, a companhia superou nossas expectativas em função do maior reconhecimento de receita, da margem bruta mais elevada e de provisões para devedores duvidosos abaixo do esperado, compensados por impostos mais elevados, apesar do melhor resultado financeiro;
  • Continuamos esperando uma recuperação gradual da rentabilidade à medida que os projetos mais novos ganhem relevância no reconhecimento de receita e reiteramos nossa recomendação de Compra, com a companhia negociando a 3,9x P/L 2027;
  • Clique aqui para acessar o relatório;

Rede D’Or (RDOR3): Administração reitera confiança nas margens e na sinistralidade

  • Hoje, a Rede D’Or realizou uma teleconferência para discutir os resultados do 2T26;
  • Durante a teleconferência, a administração forneceu detalhes adicionais sobre (i) a dinâmica das margens hospitalares, especialmente dos custos com materiais e medicamentos; (ii) a expansão dos leitos operacionais; e (iii) o desempenho da sinistralidade da SulAmérica;
  • Conforme destacado em nossa análise de resultados publicada ontem, o trimestre reforçou o sólido momento operacional da companhia, com os segmentos de Hospitais e SulAmérica apresentando melhorias relevantes de rentabilidade, embora continuemos atentos às bases de comparação mais desafiadoras no 2S26;
  • Mantemos nossa recomendação de Compra;
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Even (EVEN3): Venda de participação em SPE sustenta resultados em meio a uma operação fraca

  • A Even apresentou resultados fracos no 2T26, apesar de o EBITDA e o lucro líquido terem ficado acima das nossas estimativas;
  • A receita líquida atingiu R$201 milhões (-64,7% A/A; -39,1% T/T), 32,6% abaixo da nossa estimativa, refletindo vendas mais fracas e uma dinâmica menos favorável de reconhecimento de receita;
  • A margem bruta ajustada recuou para 29,8%, 1,7 p.p. abaixo da nossa projeção, enquanto o EBITDA reportado atingiu R$21 milhões, 16% acima da nossa estimativa, sustentado por um ganho não recorrente de R$55 milhões relacionado à venda do controle de uma SPE;
  • Excluindo esse efeito, o EBITDA teria sido negativo em aproximadamente R$35 milhões;
  • O lucro líquido atingiu R$31 milhões, 6% acima da nossa estimativa, enquanto o consumo de caixa totalizou R$95 milhões e a relação dívida líquida/patrimônio líquido aumentou para 30,3%;
  • No geral, vemos o trimestre de forma negativa, uma vez que vendas fracas, menor receita e compressão de margens foram acompanhadas por consumo de caixa e maior alavancagem, enquanto os resultados reportados foram sustentados por um ganho não recorrente;
  • Apesar do trimestre fraco, mantemos nossa recomendação de Compra para EVEN3, com base em seu valuation atrativo de 0,4x P/VP 2026E;
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Cyrela (CYRE3): Expansão de margens e geração de caixa reforçam um trimestre sólido

  • A Cyrela apresentou resultados sólidos no 2T26, com receita amplamente em linha com nossa estimativa, margens brutas acima das nossas expectativas e lucro líquido em linha, apesar do EBITDA abaixo da projeção;
  • A receita líquida atingiu R$2,48 bilhões (+17,7% A/A; +22,5% T/T), 1,8% acima da nossa estimativa, sustentada pelo crescimento das receitas nos segmentos Cyrela e MCMV;
  • A margem bruta ajustada avançou para 37,3% (+2,4 p.p. A/A; +1,2 p.p. T/T), 1,6 p.p. acima da nossa projeção, refletindo a expansão das margens em Living + Vivaz Prime e MCMV;
  • O EBITDA totalizou R$546 milhões (+12,2% A/A; +27,4% T/T), 5,1% abaixo da nossa estimativa, uma vez que maiores despesas gerais e administrativas e outras despesas operacionais, além do menor resultado de equivalência patrimonial, compensaram a surpresa positiva no lucro bruto;
  • O lucro líquido atingiu R$452 milhões (+16,4% A/A; +52,2% T/T), amplamente em linha com nossa estimativa, sustentado por um resultado financeiro mais forte;
  • No geral, vemos o trimestre como positivo, sustentado pela expansão das margens, geração de caixa de R$272 milhões e menor alavancagem, com a relação dívida líquida ajustada/patrimônio líquido recuando para 16,5%;
  • Assim, mantemos nossa recomendação de Compra para CYRE3;
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Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Eneva já se prepara para chamada de duas usinas no LRCap após revés da EPP (Megawhat);
  • Hapvida vai aplicar reajuste ‘duplo dígito alto’ a planos de saúde deficitários, e parte será cancelada (Valor Econômico);
  • CSN espera ofertas por ativos de infraestrutura até o fim do mês (Valor Econômico);
  • Tyson Foods abre mão de 20% do abate nos EUA. MBRF e JBS agradecem (The Agribiz).
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Estratégia

XP Brazil CEO Conference 2026 | Key Themes         


Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • RBRX11 lucra R$ 3,7 milhões com venda da 3ª unidade do Kalea Jardins (Research XP);
    • FIIs ou ações? Comparação de retornos pode distorcer análise (ClubeFII);
    • IFIX fecha em queda de 0,6% e termina aos 3.692,65 pontos (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETF Brief: Galapagos lista ETF com exposição a todo o mercado acionário dos EUA
    • Galapagos lista na B3 primeiro ETF brasileiro com exposição a todo o mercado de ações dos EUA (Valor)
    • O que está por trás dos ETFs mais rentáveis da B3? Tecnologia e Brasil explicam os destaques (Valor Investe)
    • Foreign Investors Flee Brazil Stocks at Fastest Pace Since 2021 (Bloomberg)
    • Global Markets (Reuters)
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ESG

Preço dos elementos de terras raras dispara com risco de novos controles chineses de exportação | Café com ESG, 14/08 

  • O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território negativo, com IBOV e ISE recuando 0,23% e 0,2% respectivamente.
  • No Brasil, o Grupo Heineken vai investir até R$ 460 milhões na implantação de um novo sistema de geração térmica renovável para a cervejaria de Jacareí (SP), em parceria com a multinacional francesa Veolia – o projeto combina biomassa e biometano certificados para abastecer as caldeiras da unidade, substituindo o gás natural e reduzindo em mais de 97,5% as emissões até 2030.
  • No internacional, (i) o preço do érbio (um dos elementos de terras raras) disparou diante do risco de a China restabelecer controles de exportação de terras raras em novembro, quando expira a suspensão temporária das restrições acordada com os EUA – como consequência, os preços do metal avançaram mais de 40% na China e 50% na Europa em agosto, na comparação com junho, elevando os riscos de escassez para setores que dependem do érbio, como telecomunicações, data centers, tecnologia, automotivo e defesa; e (ii) o CEO da X-energy, empresa que desenvolve pequenas usinas nucleares de nova geração (SMRs, na sigla em inglês), afirmou ontem que a companhia receberá US$ 1 bilhão em financiamento do Departamento de Energia dos EUA – os recursos serão destinados à construção de um pequeno reator nuclear no Texas, e reforçam a aposta do governo americano nessa tecnologia.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.


B3 anuncia nova metodologia do ISE: O que você precisa saber

  • Nesta semana, a B3 publicou a nova metodologia para o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), concluindo um processo de revisão que visa alinhar o índice às evoluções da agenda ESG, ao mesmo tempo em que incorporando os feedbacks do mercado;
  • De forma geral, a metodologia revisada simplifica o questionário, amplia o uso de métricas quantitativas e incorpora critérios de materialidade específicos por setor;
  • As mudanças serão aplicadas à 22ª carteira do ISE B3, com vigência a partir de 3 de maio de 2027;
  • Neste relatório, destacamos as principais alterações e suas potenciais implicações para empresas e investidores;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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