XP Expert

Investimentos sem IR: ganhe dinheiro sem pagar imposto

Ver o dinheiro render e gerar lucros sem precisar pagar impostos é o sonho de muitos. Mas você sabia que existem investimentos sem IR que podem te ajudar nessa missão?

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
Investimentos sem IR: ganhe dinheiro sem pagar imposto

Ver o dinheiro render e gerar lucros sem precisar pagar impostos é o objetivo de muitos investidores. A boa notícia é que existem investimentos sem Imposto de Renda (IR) que podem aumentar a rentabilidade líquida da sua carteira.

Antes de fazer qualquer investimento, um dos fatores mais importantes é justamente a tributação incidente. Dependendo da alíquota cobrada pela Receita Federal, o rendimento pode cair consideravelmente.

Mas por que buscar aplicações isentas ou sem imposto? Essas aplicações se destacam não apenas pela isenção fiscal, mas também pelo potencial de diversificação.

Neste conteúdo, você vai entender quais são os investimentos isentos de IR, suas vantagens e desvantagens e o que avaliar antes de investir.

O que são investimentos sem Imposto de Renda?

Investimentos sem Imposto de Renda são aplicações financeiras em que o investidor pessoa física não sofre a retenção de imposto sobre os rendimentos distribuídos.

Na prática, quando um investimento é isento de IR, todo o rendimento gerado vai direto para o bolso do investidor, diferentemente de aplicações tributadas, em que há cobrança de alíquotas que podem variar conforme o prazo e o tipo de ativo.

Como funciona a isenção de Imposto de Renda?

A isenção de Imposto de Renda não significa ausência total de regras. Esses investimentos seguem critérios definidos pela legislação brasileira.

Em geral, o benefício fiscal acaba funcionando como uma forma de estimular um fluxo maior de recursos para determinada área, como:

  • Agronegócio;
  • Mercado imobiliário;
  • Infraestrutura;
  • Desenvolvimento regional.

Por isso, muitos investimentos isentos de IR costumam estar ligados a esses segmentos.

Mas, diante de discussões recentes sobre mudanças na tributação, é comum surgir a dúvida: quais investimentos seguem isentos de IR atualmente?

Qual investimento não paga imposto de renda?

Atualmente, os investimentos que não pagam Imposto de Renda são:

  • LCI (Letra de Crédito Imobiliário);
  • LCA (Letra de Crédito do Agronegócio);
  • CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários);
  • CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio);
  • Debêntures incentivadas;
  • LIG (Letra Imobiliária Garantida).
Enviando...

Ao prosseguir, seus dados podem ser usados pelo Grupo XP Inc. para promover suas atividades, incluindo o envio de ofertas de produtos/serviços. Você pode se opor a tal recebimento a qualquer momento, por meio do próprio canal de recebimento. Acesse a Política de Privacidade para mais detalhes.

envio com sucesso

Agrademos o download!

Baixar

Conheça os investimentos sem Imposto de Renda

Os investimentos sem Imposto de Renda estão à disposição de qualquer investidor, visto que são alternativas com boa rentabilidade e segurança.

Se você é um investidor ou deseja começar a investir, conheça o as melhores oportunidades de investimentos sem IR.

LCI

A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) é um investimento de renda fixa sem IR para pessoas físicas. É uma forma de captação de dinheiro usada por instituições financeiras com foco em empreendimentos imobiliários.

Trata-se de papéis lastreados por financiamentos de imóveis garantidos por hipotecas ou imóveis sob alienação fiduciária.

Assim como as demais letras de crédito, a LCI possui garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Isso significa que, em caso de liquidação da instituição financeira, o investidor ainda recebe o valor aplicado com segurança, com limite de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ por instituição.

A LCI é mais indicada para objetivos de médio e longo prazo. Isso porque há um prazo mínimo de aplicação, geralmente em torno de 90 dias, podendo variar conforme a instituição e a emissão. Durante esse período de carência, o resgate antecipado não é permitido.

Por isso, antes de investir em LCI, é importante alinhar a aplicação ao seu planejamento financeiro e garantir que o valor investido não seja necessário no curto prazo.

LCA

A LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) também é um título de renda fixa emitido por instituições financeiras e faz parte do grupo de investimentos sem Imposto de Renda para pessoa física.

Seu funcionamento é semelhante ao da LCI, mas a diferença está na destinação dos valores captados. Na LCA, o foco são as operações do agronegócio.

O dinheiro captado pelos bancos é utilizado para conceder crédito a produtores rurais e empresas do setor, apoiando atividades como produção, comercialização, industrialização e compra de insumos e maquinário agrícola.

Ao comprar títulos de LCA, o investidor está fazendo um empréstimo ao banco e, no fim, e recebe uma remuneração acordada no momento da aplicação, que pode ser:

A LCA é isenta de IR e também conta com a garantia do FGC, dentro dos limites estabelecidos, adicionando uma camada extra de segurança ao investimento.

CRI

O CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) é um título de renda fixa voltado ao financiamento do setor imobiliário, sendo isento de Imposto de Renda para pessoa física.

Diferentemente da LCI, o CRI não é emitido por bancos, mas por companhias securitizadoras. Seu objetivo é transformar créditos do mercado imobiliário em títulos negociáveis no mercado financeiro.

Na prática, funciona assim: uma construtora ou incorporadora vende imóveis a prazo e tem valores a receber ao longo dos anos. Para antecipar esses recursos e financiar novas obras, essa empresa cede seus recebíveis a uma securitizadora.

A securitizadora, por sua vez, “empacota” esses créditos e os transforma em CRIs, que são oferecidos aos investidores.

Ao investir em CRI, o investidor antecipa recursos ao setor imobiliário e passa a ter direito a receber os pagamentos desses créditos, acrescidos de uma remuneração. Essa rentabilidade pode ser:

  • Prefixada;
  • Pós-fixada (atrelada ao CDI ou IPCA, por exemplo);
  • Híbrida (parte fixa + índice de inflação).

Os pagamentos podem ocorrer no vencimento ou de forma periódica, dependendo das condições da emissão.

É importante destacar que, embora o CRI seja isento de IR, ele não conta com garantia do FGC. Por isso, a análise do risco de crédito da operação e da qualidade dos recebíveis é fundamental antes de investir.

CRA

O CRA (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) é um título de renda fixa sem IR que representa créditos originados em operações do setor agro.

Ao investir em CRA, o investidor está comprando títulos de dívidas, que são créditos concedidos para financiamento de atividades do agronegócio, como produção, comercialização, exportação ou compra de insumos e equipamentos.

Assim como o CRI, o CRA funciona por meio de uma securitizadora. Empresas do agronegócio ou instituições financeiras possuem valores a receber no futuro e cedem esses créditos a uma companhia securitizadora.

Essa empresa, então, transforma os recebíveis em títulos de renda fixa e os oferta aos investidores no mercado.

Ao comprar um CRA, o investidor antecipa recursos ao setor e passa a ter direito a receber os pagamentos desses créditos, acrescidos de uma remuneração. A rentabilidade pode ser:

  • Prefixada;
  • Pós-fixada (atrelada ao CDI, por exemplo);
  • Híbrida (como IPCA + taxa fixa).

O CRA não conta com garantia do FGC, o que torna essencial analisar o risco de crédito da operação e a qualidade dos lastros antes de investir. Esse título pode ser uma boa alternativa para quem quer diversificar os investimentos sem Imposto de Renda.

Debêntures incentivadas

As debêntures incentivadas são uma categoria específica voltada ao financiamento de projetos de infraestrutura, como rodovias, aeroportos, portos, energia e saneamento. Elas foram criadas pela Lei n.º 12.431/2011 para estimular investimentos em setores estratégicos da economia.

Ao aplicar em debêntures, o investidor está emprestando dinheiro diretamente a uma empresa. Em troca, recebe o valor aplicado acrescido de juros, conforme as condições definidas no momento da emissão do título.

Para as empresas, as debêntures são uma alternativa mais favorável para captar recursos no mercado de capitais em comparação aos empréstimos bancários de curto prazo.

Já para o investidor, esse tipo de ativo costuma oferecer rentabilidade atrativa e previsibilidade, já que o cronograma de pagamentos é definido previamente. As debêntures incentivadas podem ter diferentes estruturas de remuneração:

  • Prefixada;
  • Pós-fixada, atrelada a indicadores como CDI ou IPCA;
  • Híbrida: índice de inflação (como IPCA) + taxa fixa.

Pontos de atenção: apesar da isenção de IR, as debêntures incentivadas não contam com garantia do FGC.

LIG

A Letra Imobiliária Garantida (LIG) é um título de renda fixa emitido por bancos para financiar o setor imobiliário. Ao investir em LIG, o investidor empresta dinheiro à instituição financeira e recebe, em troca, uma remuneração acordada no momento da aplicação.

Um dos principais atrativos da LIG é que ela é isenta de Imposto de Renda para pessoa física, aumentando a rentabilidade líquida do investimento. Sua rentabilidade pode ser:

  • Prefixada;
  • Pós-fixada, atrelada a indicadores como CDI;
  • Híbrida: índice de inflação (como IPCA) + taxa fixa.

A LIG não conta com garantia do FGC, mas possui um diferencial importante: a chamada dupla garantia. Isso significa que, além da responsabilidade do banco emissor, existe uma carteira separada de créditos imobiliários que serve como lastro exclusivo para aquele título, oferecendo uma camada adicional de segurança.

Geralmente, a LIG possui prazos mais longos e pode ter menor liquidez, sendo mais indicada para objetivos de médio e longo prazo.

Para quem busca investimentos sem Imposto de Renda e exposição ao mercado imobiliário com estrutura mais robusta de proteção, a LIG pode ser uma alternativa interessante na renda fixa.

Poupança

A poupança é uma das aplicações financeiras mais tradicionais do Brasil e também uma das mais acessíveis, muito utilizada por investidores iniciantes. É uma modalidade de investimento oferecida por bancos, com funcionamento simples e liquidez imediata.

Ao investir na poupança, o investidor deposita recursos em uma conta específica e recebe rendimentos mensais sobre o valor aplicado, conforme as regras definidas pelo Banco Central.

A rentabilidade da poupança ocorre da seguinte forma:

  • 0,5% ao mês (ou 6,17% ao ano) quando a taxa Selic for superior a 8,5% ao ano; ou
  • 70% da taxa Selic mensal quando a taxa Selic for igual ou inferior a 8,5%.

Um dos principais atrativos da poupança é a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas. Além disso, a aplicação conta com a proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), até o limite vigente por CPF e instituição financeira.

Por outro lado, a poupança costuma apresentar uma rentabilidade mais baixa em comparação a outros investimentos, podendo inclusive ficar abaixo da inflação em determinados períodos.

Apesar da liquidez diária, o rendimento da poupança só é creditado na data de aniversário da aplicação, impactando o retorno em resgates feitos antes desse prazo.

Outros investimentos com possibilidade de isenção de IR

Existem outros investimentos que podem contar com benefícios fiscais em determinadas situações. No entanto, a isenção costuma depender de regras específicas, como limites de valor, perfil do investidor ou características do ativo. Confira quais são:

Fundos imobiliários

Os fundos de investimento imobiliário (FIIs) reúnem recursos de vários investidores para aplicar em empreendimentos como shoppings, lajes corporativas, galpões logísticos ou títulos ligados ao setor imobiliário.

Ao investir em FIIs, o investidor compra cotas e tem direito a uma parte dos rendimentos gerados, sendo beneficiado pela valorização da rede de imóveis do fundo.

As principais vantagens de investir em FIIs são:

  • Liquidez: é muito mais fácil vender a cota de um fundo do que um imóvel físico;
  • Acesso ao mercado imobiliário sem ter de comprar um imóvel.

Para ser um investimento sem Imposto de Renda para pessoa física, é preciso cumprir todas as seguintes condições:

  • O fundo precisa ser negociado em bolsa ou no mercado de balcão organizado;
  • O fundo deve possuir no mínimo 100 cotistas;
  • O cotista individual deve ter menos de 10% das cotas emitidas e receber menos de 10% dos rendimentos distribuídos pelo fundo.

Importante: mesmo quando os rendimentos são isentos, o ganho de capital obtido na venda das cotas continua sujeito à tributação, em geral, com alíquota de 20% pela sistemática do carnê-leão.

Ações

Ao investir em ações, o investidor se torna sócio de uma empresa listada na Bolsa brasileira. O retorno pode vir tanto da valorização das ações ao longo do tempo quanto do recebimento de proventos, como dividendos e juros sobre capital próprio (JCP).

As ações são uma boa alternativa para quem busca maiores rendimentos. Isso porque, para pessoas físicas, existe isenção de Imposto de Renda sobre o lucro nas vendas mensais de até R$ 20 mil em ações no mercado à vista. Esse limite considera o valor total vendido no mês (e não apenas o lucro).

Se o total de vendas ultrapassar R$ 20 mil no mês, o ganho líquido passa a ser tributado à alíquota de 15%. Essa regra não se aplica a operações de day trade, sendo tributadas à alíquota de 20%, independentemente do valor negociado.

Os dividendos distribuídos pelas empresas são, atualmente, isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas. Ainda assim, os rendimentos e operações com ações devem ser informados na declaração anual do IR.

A obrigatoriedade de declarar investimentos em Bolsa não depende apenas do volume de vendas. Deve apresentar a declaração do Imposto de Renda o investidor que se enquadrar em pelo menos uma das situações abaixo:

  • Realizou operações em Bolsa de Valores, como compra ou venda de ações;
  • Quem teve ganho líquido sujeito à tributação;
  • Atende a outros critérios de obrigatoriedade da Receita Federal, como: rendimento tributável acima do limite anual; rendimentos isentos ou não tributáveis acima do limite e posse de bens e direitos acima do valor estabelecido.

Vale ressaltar que outros ativos de renda variável, como ETFs, fundos de ações e fundos imobiliários, possuem regras próprias.

Veja na tabela um resumo dos principais investimentos isentos de IR:

InvestimentoIR para PFFGCRentabilidadePrazo
LCIIsentoSimPrefixada, Pós-fixada, HíbridaCarência mínima; médio prazo
LCAIsentoSimPrefixada, Pós-fixada, HíbridaCarência mínima; médio prazo
CRIIsentoNãoPrefixada, Pós-fixada, HíbridaMédio e longo prazo
CRAIsentoNãoPrefixada, Pós-fixada, HíbridaMédio e longo prazo
Debênture incentivadaIsentoNãoPrefixada, Pós-fixada, HíbridaMédio e longo prazo
LIGIsentoNãoPrefixada, Pós-fixada, HíbridaGeralmente longo prazo
PoupançaIsentoSimPós-fixadoSem prazo mínimo; liquidez diária (rendimento na data de aniversário)
Fundos Imobiliários (FIIs)*Rendimentos isentos (se cumprir regras)NãoVariável (aluguéis + valorização)Sem prazo definido.
Ações**Isenção até R$ 20 mil/mês (mercado à vista)NãoVariável (valorização + proventos)Sem prazo definido.
*Ganho de capital na venda de FIIs é tributado (20%).
**No caso das ações, acima de R$ 20 mil em vendas no mês, a alíquota é de 15% sobre o lucro (20% para day trade).

Investimentos sem IR: principais vantagens e desvantagens

Os impostos têm impacto direto na rentabilidade dosinvestimentos e, em alguns casos, podem reduzir significativamente o ganho líquido. Por isso, é essencial que o investidor considere a tributação ao comparar alternativas.

Em boa parte dos investimentos de renda fixa, o Imposto de Renda segue uma tabela regressiva, que diminui conforme o prazo da aplicação:

Tabela de alíquotas de IR por prazo da aplicação: até 180 dias (22,5%), de 181 a 360 dias (20%), de 361 a 720 dias (17,5%) e acima de 721 dias (15%).

Diante dessas alíquotas, investimentos isentos de IR parecem mais vantajosos, principalmente no curto prazo, quando a tributação é mais elevada. No entanto, a ausência de imposto não garante, por si só, uma rentabilidade superior.

Entre as principais vantagens dos investimentos sem IR estão:

  • Maior previsibilidade do ganho líquido;
  • Possibilidade de melhor desempenho no curto prazo;
  • Facilidade na comparação de rentabilidade.

Por outro lado, também existem desvantagens que devem ser consideradas:

  • Rentabilidade pode ser inferior à de investimentos tributados, especialmente no longo prazo;
  • Menor variedade de produtos disponíveis;
  • Liquidez reduzida em algumas aplicações, o que pode limitar o resgate antecipado.

Um exemplo clássico é a poupança. Apesar de ser isenta de Imposto de Renda, sua rentabilidade costuma ser limitada.

Outros investimentos isentos de IR, como LCI e LCA, são alternativas de renda fixa mais atrativas do que a poupança, mas ainda assim tendem a oferecer retornos mais moderados em comparação com investimentos de maior risco.

Por isso, antes de investir, é importante considerar não apenas a isenção de imposto, mas também o seu perfil de investidor, o prazo da aplicação e o potencial de retorno líquido da estratégia.

O que avaliar antes de decidir?

Antes de escolher entre investimentos com ou sem Imposto de Renda, é importante analisar alguns fatores:

Rentabilidade líquida

Mais importante do que saber se o investimento é isento ou tributado é entender quanto ele rende no final, já descontando impostos e taxas. Em muitos casos, um investimento tributado pode oferecer um retorno maior mesmo após o IR.

Prazo do investimento

O tempo em que o dinheiro ficará aplicado faz diferença na tributação. Na renda fixa, por exemplo, o Imposto de Renda diminui conforme o prazo aumenta, seguindo a tabela regressiva.

Por isso, investimentos isentos tendem a ser mais vantajosos no curto prazo, enquanto no longo prazo a diferença pode ser menor.

Liquidez

É importante verificar se o investimento permite resgate a qualquer momento ou se há prazos mínimos para retirada. Algumas opções isentas, como LCI e LCA, podem ter carência, limitando o acesso ao dinheiro antes do vencimento.

Risco

A isenção de IR não significa menor risco. Avalie a segurança do investimento, o emissor do título e a proteção oferecida (como a cobertura do FGC em alguns casos). Investimentos com maior potencial de retorno geralmente envolvem mais risco.

Perfil de investidor

Cada tipo de investimento é mais adequado a um perfil de investidor. Investimentos isentos de IR costumam ser indicados para perfis mais conservadores, que priorizam previsibilidade e menor volatilidade.

Se você tem um perfil de moderado a agressivo, talvez esses investimentos isentos não sejam a melhor alternativa, pois o foco em segurança pode reduzir o potencial de rentabilidade no longo prazo.

A melhor escolha não é necessariamente o investimento sem imposto, mas aquele que oferece o melhor equilíbrio entre risco, retorno e liquidez para o seu perfil.

Diversificação

Concentrar todo o dinheiro em um único tipo de investimento pode aumentar o risco, já que você fica mais exposto aos riscos de um único ativo. Ao diversificar sua carteira, você reduz essa exposição e a deixa mais equilibrada.

O ideal é combinar opções com características diferentes (como prazos, níveis de risco e tributação) para buscar um resultado mais estável ao longo do tempo.

Objetivo financeiro

A escolha do investimento deve estar alinhada ao seu objetivo financeiro, seja formar uma reserva de emergência, fazer uma viagem ou construir patrimônio no longo prazo. Isso ajuda a definir o nível de risco, o prazo e a liquidez necessários.

FAQ: investimentos sem Imposto de Renda

O que são investimentos isentos de Imposto de Renda?

São aplicações financeiras nas quais os rendimentos não sofrem tributação de IR para pessoas físicas, desde que atendam às regras estabelecidas pela legislação.

Quais são os principais investimentos isentos de IR?

Os principais investimentos isentos de IR são LCI, LCA, CRI, CRA, debêntures incentivadas, LIG e poupança.

Investimentos isentos precisam ser declarados no Imposto de Renda?

Sim. Mesmo sendo isentos de Imposto de Renda, é obrigatório declarar esses investimentos na ficha de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

Investimentos isentos são sempre melhores?

Nem sempre. A isenção de Imposto de Renda ajuda, mas não deve ser o único critério na escolha. Vale olhar também para rentabilidade, prazo, liquidez e risco.

Em alguns casos, investimentos que têm IR podem render mais no final, mesmo com o desconto do imposto.

Qual é a diferença entre investimentos isentos e tributados?

Investimentos isentos não cobram Imposto de Renda sobre os rendimentos, ou seja, o valor recebido já é líquido. Já os investimentos tributados têm incidência de IR e geralmente seguem a tabela regressiva da renda fixa, com alíquotas que diminuem conforme o tempo de aplicação.

Existe risco em investimentos isentos de IR?

Sim. Mesmo sendo isentos de Imposto de Renda, esses investimentos podem apresentar riscos, como o risco de crédito do emissor e a liquidez, que varia de acordo com o tipo de aplicação.

Vale a pena investir apenas em produtos isentos?

Não é recomendado concentrar tudo em um único tipo de investimento. Apesar da isenção de IR, esses investimentos nem sempre oferecem as melhores condições em termos de rentabilidade, prazo e liquidez.

Diversificar a carteira, combinando investimentos isentos e tributados, pode ajudar a equilibrar riscos e buscar melhores resultados ao longo do tempo.

Qual investimento isento rende mais?

Não existe um único investimento isento que sempre renda mais, pois isso depende do prazo, do risco e das condições do mercado.

Em geral, opções como LCI, LCA, CRI, CRA e debêntures incentivadas podem oferecer rentabilidades maiores do que a poupança, mas cada uma tem características diferentes.

Conte com a XP

Agora que você já sabe tudo sobre investimentos que não pagam Imposto de Renda, é hora de analisar as opções e começar a investir.

Aqui na XP, você terá acesso a uma plataforma completa, com alternativas de cada um dos tipos de investimento que citamos.

Se você ainda não tem conta na XP, dá para criar a sua de forma simples e rápida. Confira um breve passo a passo e comece agora! 

  1. Acesse o site da XP;
  2. Clique em “Abra sua conta” e preencha o cadastro;
  3. Inicialmente, não há a necessidade de envio de documentos comprobatórios. No entanto, documentos complementares podem ser solicitados conforme as particularidades de cada cliente;
  4. Assim que o cadastro for aprovado, você receberá um e-mail com dados para login.

Tendo acesso à sua conta da XP, já pode começar a escolher seus investimentos sem IR!

Para mais informações sobre Imposto de Renda, acesse o nosso blog e confira a trilha completa sobre IR!

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.