IBOVESPA -0,78% | 191.378 Pontos
CÂMBIO -0,23% | 4,95/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira em queda de 0,8%, aos 191.378 pontos, em linha com os mercados globais (S&P 500, -0,4%; Nasdaq, -0,6%). O movimento repercutiu a continuidade do cenário de incerteza no Oriente Médio e no Estreito de Ormuz, o que levou a novas altas no preço do petróleo, com o Brent permanecendo acima dos US$ 100/bbl.
O destaque positivo do dia foi Hapvida (HAPV3, +5,1%), continuando a tendência recente positiva do papel, que já acumula uma alta de 31,7% em abril. Na ponta negativa, C&A (CEAB3, -5,9%) recuou, repercutindo a abertura da curva de juros.
Para o pregão desta sexta-feira, foco para a divulgação do índice de confiança do consumidor referente a abril nos EUA.
Renda Fixa
Os juros futuros tiveram forte alta nesta quinta-feira, em meio à renovação das tensões no Oriente Médio e à disparada do petróleo, que alimentam temores de inflação e maior prêmio de risco. Nos EUA, as Treasuries avançaram com o noticiário geopolítico dominando o mercado e a estagnação das negociações entre Estados Unidos e Irã: a T‑Note de 2 anos fechou em 3,83% (+3 bps), a T‑Note de 10 anos em 4,33% (+3 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,92% (+1 bp). No Brasil, a curva ganhou inclinação com maior pressão no miolo, em reação ao choque de petróleo e à forte emissão de prefixados pelo Tesouro: o DI jan/27 fechou em 14,14% (+13 bps), o DI jan/29 em 13,58% (+27 bps) e o DI jan/31 em 13,63% (+22 bps).
Mercados globais
Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam mistos (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: +0,7%), após o anúncio de Donald Trump de extensão por três semanas do cessar-fogo entre Israel e Líbano. Apesar da trégua, o conflito evolui para um impasse naval no Estreito de Ormuz, com apreensão de navios e ameaças diretas à navegação. No corporativo, destaque positivo para Intel (+27% no pré-mercado) após resultados acima do esperado, reforçando a liderança do setor de semicondutores.
Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,9%), pressionadas pela persistência das incertezas no Oriente Médio. O setor de mineração lidera as perdas (-1,7%), enquanto Oil & Gas avança (+1,2%) com o petróleo em alta. No corporativo, SAP (+6,4%) se destaca após forte crescimento de lucros e receitas em cloud. No macro, vendas no varejo do Reino Unido surpreenderam positivamente (+0,7% em março).
Na China, os mercados fecharam mistos (HSI: 0,2%; CSI 300: -0,4%), refletindo cautela mesmo diante da extensão da trégua. No restante da Ásia, o desempenho também foi misto: Nikkei avançou (+1,0%), enquanto o Kospi ficou estável e o Kosdaq subiu (+2,5%). O quadro geral segue de mercado resiliente, mas altamente sensível a notícias, com liderança cada vez mais concentrada em semicondutores e maior volatilidade no curto prazo.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta quinta-feira em queda de 0,29%, acompanhando o clima de aversão ao risco que predominou nos mercados globais. A disparada do preço do petróleo, em meio à continuidade das tensões entre Estados Unidos e Irã, somada à abertura da curva de juros, pesou sobre os ativos de risco domésticos. Entre os segmentos que compõem o IFIX, o recuo foi disseminado. Os Fundos de Recebíveis, maior componente do índice, cederam 0,16%, com apenas 34% dos fundos encerrando no campo positivo. Os FIIs de Tijolo recuaram 0,29%, com Lajes Corporativas liderando as perdas (-0,77%), seguidas por Ativos Logísticos (-0,20%) e Shoppings (-0,16%). Os Fundos Híbridos caíram 0,55%, os Multiestratégia recuaram 0,35% e os Fundos de Fundos cederam 0,29%. Nos destaques individuais, JSCR11 liderou as altas com valorização de 2,7%, seguido por AZPL11 (+1,3%) e HSLG11 (+1,0%). Na ponta negativa, URPR11 recuou 2,3%, VIUR11 cedeu 2,2% e VINO11 encerrou com queda de 2,0%.
Economia
A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã voltou a dominar o noticiário global. O presidente Trump ordenou à Marinha que ataque qualquer embarcação tentando lançar minas no Estreito de Ormuz. Do lado iraniano, a agência de notícias local informou que os sistemas de defesa aérea foram ativados em partes de Teerã para combater “alvos hostis”. O preço do petróleo subiu cerca de 4,5% ontem, atingindo US$ 106 por barril (Brent).
No Brasil, o governo federal enviou à Câmara dos Deputados um Projeto de Lei Complementar (PLP) que autoriza a redução de alíquotas de PIS/Cofins e Cide sobre combustíveis durante o período do conflito no Oriente Médio, condicionada à disponibilidade de receitas extraordinárias decorrentes da alta nos preços do petróleo. Os quatro combustíveis elegíveis são gasolina, etanol, diesel e biodiesel. Como diesel e biodiesel já possuem PIS/Cofins zerado, o mecanismo viabiliza principalmente a desoneração de gasolina e etanol, além de abrir caminho para eventual prorrogação das isenções vigentes sobre os demais.
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Economia
Governo envia projeto para reduzir tributação sobre combustíveis
- A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã voltou a dominar o noticiário global. O Presidente Trump ordenou à Marinha que ataque qualquer embarcação tentando lançar minas no Estreito de Ormuz. Do lado iraniano, a agência de notícias local informou que os sistemas de defesa aérea foram ativados em partes de Teerã para combater “alvos hostis”. O preço do petróleo subiu cerca de 4,5% ontem, atingindo US$ 106 por barril (Brent), enquanto os mercados acionários americanos recuaram com o movimento de aversão ao risco;
- Nos Estados Unidos, o PMI (Índice de Gerentes de Compras) Composto de abril veio acima do esperado, ao avançar de 50,3 para 52,0 (expectativa: 50,6). O PMI Industrial subiu de 52,3 para 54,0 — máxima desde maio de 2022 —, impulsionado pela formação de estoques, com empresas acelerando compras diante de temores de escassez de produtos e alta de preços associada ao conflito no Oriente Médio. O PMI de serviços aumentou de 49,8 para 51,3, embora continuem em níveis relativamente baixos. O componente de preços pagos registrou a maior elevação desde meados de 2022. Ainda nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de seguro-desemprego somaram 214 mil na semana passada, um pouco acima da expectativa de mercado (210 mil) e do resultado anterior (208 mil). Ou seja, o cenário de desaceleração gradual no mercado de trabalho persiste;
- No Brasil, o governo federal enviou à Câmara dos Deputados um Projeto de Lei Complementar (PLP) que autoriza a redução de alíquotas de PIS/Cofins e Cide sobre combustíveis durante o período do conflito no Oriente Médio, condicionada à disponibilidade de receitas extraordinárias decorrentes da alta nos preços do petróleo. Uma vez aprovado o PLP, o governo pretende propor, via decreto presidencial, redução parcial dos tributos sobre gasolina e etanol pelo prazo de dois meses. Os quatro combustíveis elegíveis são gasolina, etanol, diesel e biodiesel. Como diesel e biodiesel já possuem PIS/Cofins zerado, o mecanismo viabiliza principalmente a desoneração de gasolina e etanol, além de abrir caminho para eventual prorrogação das isenções vigentes sobre os demais. O governo buscará aprovação em regime de urgência, com o texto previsto para ser discutido pelos líderes da Câmara dos Deputados na próxima terça-feira;
- Hoje, nos Estados Unidos, destaque para a leitura final do índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan referente a abril — a prévia indicou queda de 11% frente a março, para 47,6 pontos, o menor patamar da série de dados. As expectativas de inflação de 1 ano saltaram de 3,8% para 4,8%. As encomendas de bens duráveis referentes a março também serão publicadas. No Brasil, o Banco Central divulgará as estatísticas do setor externo de março, que devem trazer os primeiros efeitos da guerra no Oriente Médio sobre as transações correntes. A mediana das projeções de mercado aponta para déficit em conta corrente de US$ 6,3 bilhões e ingressos líquidos de IDP (Investimento Direto no País) de US$ 7,0 bilhões.
Commodities
Distribuição de Combustíveis | Prévia 1Q26: Mantendo o mercado abastecido – aumentando os preços-alvo
- Neste relatório, atualizamos nossos preços‑alvo para a Vibra (R$ 37/VBBR3) e para a Ultrapar (R$ 31/UGPA3). Mantemos nossa recomendação de compra para a Vibra, com base em retornos atrativos de fluxo de caixa (12,6% em 2026 e 12,5% em 2027). Seguimos preferindo a Vibra em relação à Ultrapar (recomendação neutra), dado que a Ultrapar apresenta retornos ligeiramente menores (11,3% em 2026 e 11,1% em 2027);
- Também apresentamos uma prévia dos resultados do 1T26. Projetamos margens EBITDA de R$ 263/m³ (acima dos R$ 167/m³ no 4T25) para a Vibra e de R$ 247/m³ (acima dos R$ 165/m³ no 4T25) para a Ipiranga, o que representa resultados robustos para ambas as companhias;
- Em nossa visão, o desconto relevante entre os preços domésticos na saída de refinaria e a paridade de importação favorece os fornecedores estruturais do mercado (isto é, as grandes distribuidoras de combustíveis) e reduz o apetite de players oportunistas que operam principalmente com importações apenas quando a arbitragem é favorável;
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Mineração e Siderurgia: Perspectiva para preços de aço segue melhorando no Brasil
- O sentimento no setor de aço no Brasil melhorou, com a demanda aparente em Mar’26 se recuperando dos níveis mais baixos observados em Jan–Fev’26 e preços avançando tanto para aço plano quanto para aço longo em Abr’26;
- Seguimos enxergando um suporte mais claro no curto prazo para os preços de aço plano, impulsionado pelas medidas antidumping já implementadas, enquanto a atenção se volta para a investigação em curso de bobina quente (decisão esperada para meados/final de 2026E);
- Dito isso, embora o ramp up de capacidade e a competição doméstica intensa sigam como ventos contrários para produtos longos, a melhora da demanda e os baixos níveis de paridade também vêm sustentando a implementação de aumentos seletivos de preços;
- No geral, reiteramos nossa preferência por Gerdau, dada sua exposição diversificada, e vemos a Usiminas como a principal beneficiária dos mecanismos de defesa comercial, seguida pela CSN;
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Empresas
Transportes: Prévia de Resultados do 1T26
- No lado positivo, destacamos:
- Car Rental (EBITDA +15%/+17% A/A para RENT/MOVI), potencialmente impulsionado por forte performance de RaC (com volumes sólidos, mesmo em um ambiente de tarifas mais altas) e dinâmica favorável de Seminovos;
- Rodovias, com (a) ECOR beneficiada por crescimento robusto de tráfego e (b) MOTV (EBITDA +8% A/A¹) apoiada por ganhos de eficiência e otimização de portfólio; e
- MILS (EBITDA +14% A/A), à medida que um portfólio mais diversificado e eficiências de custos compensam um ambiente desafiador para PEMTs;
- Por outro lado, vemos números mais fracos em:
- HBSA (EBITDA ‑17% A/A²), devido a volumes menores no Norte por restrições logísticas e margens comprimidas no Sul por condições de calado mais desafiadoras;
- PRNR, com dinâmica mais fraca em Montagem Industrial e Infraestrutura, embora o crescimento do EBITDA seja sustentado pela consolidação da SEMEP;
- ARML, com receitas de locação mais fracas e margens pressionadas em vendas de ativos, embora o EBITDA deva crescer impulsionado por M&As recentes;
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Bradesco (BBDC4): Recuperação gradual, upside limitado
- Atualizamos nossas estimativas e introduzimos nosso preço-alvo para o fim de 2026 em R$ 24,0 por ação, mantendo a recomendação Neutra, ao incorporar os resultados de 2025, o guidance para 2026 e premissas macroeconômicas revisadas.
- Em nossa visão, o banco tem executado melhor do que inicialmente esperávamos e se mostra mais resiliente do que em ciclos anteriores, apoiado por uma maior participação de crédito com garantias e pela melhora da rentabilidade.
- Ao mesmo tempo, além da recuperação operacional do core, enxergamos opcionalidades estratégicas embutidas em negócios não core, como seguros e consórcios, que podem ainda não estar totalmente refletidas na valuation atual e que poderiam sustentar reconhecimento incremental de valor ao longo do tempo.
- Dito isso, a ação negocia atualmente a cerca de 7,8x P/L 2026E e 1,2x P/VP 2026E, entregando um ROE em torno de 15%, em linha com seu custo de capital.
- Embora reconheçamos a trajetória de recuperação do banco, entendemos que o caminho à frente tende a ser marcado por menos ganhos fáceis, competição mais intensa e investimentos contínuos em tecnologia em um ambiente macroeconômico mais desafiador.
- Esses fatores, combinados ao upside limitado aos níveis atuais, nos impedem de adotar uma visão mais construtiva para a ação neste momento.
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TIMS3: Atualização de modelo após 4T25 e preview do 1T26; recomendação Neutra mantida
- Atualizamos nossas estimativas para a TIM após os resultados do 4T25 e nosso preview do 1T26, mas nossa visão estrutural permanece inalterada;
- A companhia segue executando bem, com disciplina de custos, sólida geração de caixa e espaço para expansão adicional de margens;
- Ainda assim, entendemos que a tese de investimento se torna menos direta a partir daqui;
- Projetamos receita líquida de R$ 28,1 bilhões, EBITDA de R$ 14,4 bilhões e lucro líquido de R$ 4,75 bilhões em 2026, avançando para R$ 29,4 bilhões, R$ 15,2 bilhões e R$ 5,2 bilhões, respectivamente, em 2027;
- Mesmo assim, mantemos recomendação Neutra e atualizamos nosso preço-alvo para R$ 26,0 por ação, uma vez que o papel já reflete boa parte do recente momento operacional, enquanto a pressão competitiva parece ganhar força e a convergência pode exigir uma agenda de alocação de capital mais complexa adiante;
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VIVT3 e TIMS3: Dinâmica operacional consistente
- Apresentamos nossas estimativas para a Vivo (VIVT3) e a TIM (TIMS3) no 1T26;
- Em nossa visão, os resultados do trimestre devem reforçar a continuidade de um bom momento operacional e a resiliência das tendências de negócio de ambas as companhias, com um desempenho geral em linha com a dinâmica observada nos últimos trimestres;
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Vivo (VIVT3): Atualização do Modelo | Tendência ainda favorável, execução resiliente
- Incorporamos ao nosso modelo os resultados do 4T25, a prévia do 1T26 e as tendências de curto prazo.
- Seguimos vendo a Vivo como um dos nomes de maior qualidade no setor de telecom no Brasil.
- A companhia continua entregando execução sólida no móvel, com indicadores saudáveis sustentando crescimento real de MSR, enquanto a convergência permanece como um diferencial competitivo relevante, impulsionando a receita e protegendo a base pós-paga.
- Além disso, o B2B segue se destacando, com crescimento de 14% em 2025, e as ofertas digitais reforçando o perfil de crescimento no médio prazo.
- Nosso novo preço-alvo é de R$ 43,0 por ação, e reiteramos Compra, sustentados por uma performance consistente, um portfólio defensivo, múltiplas avenidas de crescimento e um dividend yield atrativo de cerca de 7%.
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JBS (JBSS32) | Quase uma tempestade perfeita
- Projetamos que a JBS reporte um trimestre fraco, com todas as unidades de negócio apresentando compressão sequencial de margens, e apenas a JBS Brasil com margens em alta A/A;
- Além do resultado fraco, também projetamos uma queima de caixa relevante, embora valha notar que o consumo de caixa no T1 está em linha com a sazonalidade;
- No geral, projetamos receita líquida de BRL 112,6bi (queda de 1% A/A e -8% T/T), EBITDA ajustado de BRL 5,8bi (-35% A/A e -37% T/T) — projetamos EBITDA ajustado USGAAP de USD 912mi (-30% A/A e -39% T/T) — e queima de caixa de BRL 3,2bi;
- Clique aqui para acessar o relatório.
M. Dias Branco (MDIA3) | Trimestre positivo, mas com visibilidade limitada à frente
- Estamos divulgando nosso Earnings Preview do 1T26 e atualização de modelo para a MDIA, revisando nosso target price de fim de 2026 de BRL 27,90/ação para BRL 25,50/ação;
- Estamos revisitando nossas estimativas, pois esperamos que o setor implemente aumentos de preços em algumas categorias ao longo do T1. Mantemos nossas estimativas de volume, uma vez que entendemos que o ambiente de consumo mais desafiador observado no início de 2026 deve continuar limitando o potencial de expansão de volumes;
- No lado de custos, nossos trackers de curto prazo de COGS de matérias-primas apontam para uma queda A/A no 1S26, principalmente devido à redução dos preços do trigo. No entanto, nosso tracker de custos de mais longo prazo já indica uma reversão dessa tendência em 2027, com os futuros de trigo negociando em alta;
- Confira o relatório aqui: https://conteudos.xpi.com.br/acoes/relatorios/m-dias-branco-mdia3-trimestre-positivo-mas-com-visibilidade-limitada-a-frente/
Brava Energia (BRAV3) | Investida da Ecopetrol no Brasil – Aquisição de controle da Brava
- Nesta quinta feira (23), durante o pregão, Brava e Ecopetrol anunciaram que a Ecopetrol celebrou um Contrato de Compra e Venda de Ações (SPA) com determinados acionistas da Brava para adquirir cerca de 26% do capital social da companhia. A conclusão da transação está condicionada à obtenção, pela Ecopetrol, do controle de 51% do capital votante da Brava por meio de transações subsequentes;
- Para isso, a Ecopetrol lançará uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) voluntária e parcial ao preço de R$ 23/BRAV3, o que representa um prêmio de aproximadamente +8% em relação ao preço anterior ao anúncio. Apesar disso, as ações da Brava encerraram o pregão a R$ 20,17/BRAV3, o que implica uma queda de cerca de ‑6% em relação ao preço pré‑anúncio de R$ 21,35/BRAV3;
- Em nossa visão, o mercado está precificando o risco de preços mais baixos após a OPA, bem como riscos de execução relacionados à conclusão da operação. Vale destacar que o anúncio não foi totalmente inesperado, uma vez que a transação já havia sido parcialmente antecipada por uma matéria jornalística divulgada mais cedo nesta mesma quinta‑feira (23);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Desembargador do TJ-DF barra venda de bens móveis e imóveis na capitalização do BRB (Valor Econômico);
- Petrobras fecha acordo com IG4 para controle compartilhado da Braskem (O Globo);
- Ecopetrol compra 26% da Brava Energia e quer ter o controle (Valor Econômico);
- Qualidade de ativos definirá acesso de bancos ao FGC (Valor Econômico);
- Clique aqui para acessar o clipping.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX recua aos 3.928,65 pontos e fecha quinta-feira em queda de 0,29% (FIIs);
- À espera de cortes na Selic, indústria de fundos imobiliários bate novos recordes (Estadão);
- O que mudar na carteira de FIIs em um cenário de incertezas? Analista dá dicas (InfoMoney);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- ETFs de renda fixa dominam lançamentos de 2026 até agora: Os ETFs de renda fixa lideram os lançamentos em 2026, respondendo por 12 dos 16 novos fundos listados no ano, impulsionados pelo ambiente de juros elevados, pela eficiência tributária e pela busca por alternativas mais simples ao investimento direto em títulos. Apesar de ainda representarem uma fatia minoritária do mercado, os dados indicam mudança estrutural na indústria de ETFs no Brasil. (Valor Investe);
- Ouro recua com menor expectativa de acordo entre EUA e Irã e alta do petróleo: O ouro recuou diante da redução das expectativas de um acordo entre EUA e Irã e da alta dos preços do petróleo, que reforçou a percepção de maior inflação e pressionou ativos de proteção. O movimento se refletiu também em ETFs ligados ao metal, que acompanharam a queda em um ambiente de maior volatilidade geopolítica e ajuste nas apostas defensivas. (Valor Investe);
- Maior ETF cripto local, HASH11 passará a negociar opções e futuros em maio na B3: O HASH11, maior ETF de criptomoedas do Brasil, com cerca de R$ 2,5 bilhões sob gestão, passará a ter contratos de opções e futuros negociados na B3 a partir de 4 de maio, ampliando as ferramentas de hedge, arbitragem e gestão de risco para investidores. A iniciativa marca um avanço na sofisticação do mercado local de ETFs de criptoativos e aproxima a infraestrutura brasileira dos padrões internacionais de negociação. (Valor Econômico);
- Global equity fund inflows surge to 17-month high on AI optimism: Weekly inflows into global equity funds surged to a more than 17-month high in the week through April 22, fuelled by optimism over demand for artificial intelligence and robust first-quarter earnings from some major U.S. banks. (Reuters).
- Acesse o relatório completo aqui
ESG
Política em destaque: 1ª reunião do GT nuclear e pressão por diretrizes do leilão de baterias | Café com ESG, 24/04
- O mercado fechou o pregão de quinta-feira em queda, com o IBOV e o ISE caindo 0,78% e 1,08%, respectivamente;
- Na política brasileira, (i) pesquisadores do Instituto Mauá de Tecnologia iniciam em maio testes para avaliar a viabilidade de elevar para 20% (B20) a mistura de biodiesel no diesel – o movimento ganha força em meio à guerra entre EUA e Israel com o Irã, que intensificou a pressão no país por teores obrigatórios mais altos de biocombustíveis e pela redução da dependência de combustíveis fósseis e de energia importada; e (ii) o Ministério de Minas e Energia realizou a primeira reunião do grupo técnico que vai estudar a infraestrutura nacional para reatores nucleares de potência, a fim de recepcionar pequenos (SMRs) e microrreatores modulares – entre os temas prioritários estão definição de locais para instalação, gestão de rejeitos radioativos, formação profissional, modelos operacionais, financiamento, seleção tecnológica e desenvolvimento da cadeia de suprimentos.;
- Ainda na agenda política, executivos da Huawei, Brasol, Elera Renováveis e Axia Energia se reuniram em Brasília nesta quinta-feira (23/4) para reforçar a necessidade de o Brasil publicar as diretrizes do leilão de baterias, de forma a sinalizar demanda e destravar investimentos – inicialmente previsto para abril deste ano, o certame agora é esperado para o segundo semestre, já que o governo ainda não apresentou as bases para elaboração do edital;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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