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FMI corta projeção de crescimento global; no Brasil, IPCA-15 vem abaixo do esperado pelo mercado

IPCA-15 e corte na previsão de crescimento do FMI são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 27/07/2022

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

O Fundo Monetário Internacional cortou as projeções de crescimento global de 3,6% para 3,2% em 2022. Nos Estados Unidos, a confiança do consumidor caiu para o menor valor em quase um ano e meio. No Brasil, o IPCA-15 mostrou uma leitura um pouco abaixo do esperado pelo mercado. E na agenda do dia, as atenções estão voltadas para a decisão de política monetária do FOMC.

Brasil

O Ibovespa fechou em queda de 0,50% nesta terça-feira (26), aos 99.772 pontos, seguindo a performance dos principais índices internacionais.

Os juros futuros encerraram a terça-feira sem direção única, com os vencimentos longos acompanhando a queda dos títulos globais e os vértices de curto prazo em ligeira alta, refletindo ainda o cenário desconfortável para a inflação local, mesmo com a desaceleração apontada pela divulgação do IPCA-15. DI jan/23 fechou em 13,89%; DI jan/24 em 13,8%; DI jan/25 em 13,21%; DI jan/27 encerrou em 13,135%; e DI jan/29 em 13,27%.

IPCA-15

O IPCA-15 de julho subiu 0,13%, ligeiramente abaixo das expectativas do mercado e da nossa projeção (0,16%). A deflação da eletricidade mais do que compensou a virtual estabilidade dos preços das comunicações e a alta pressão sobre os preços dos serviços. A leitura de julho é a primeira com o impacto das medidas de redução de impostos sobre os preços de eletricidade, combustíveis e telecomunicações. Apesar dos efeitos dos cortes de impostos, os serviços ainda estão sob pressão. O grupo acelerou 0,84%, ante projeção de 0,64%. A média dos núcleos de inflação desacelerou de 0,90% em junho para 0,71% em julho, mas os serviços lideraram o número acima das expectativas (0,65%). Em 12 meses, o indicador de núcleo subiu de 10,4% para 10,5%.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem (EUA +0,9% e Europa +0,4%) em dia de decisão de política monetária do Federal Reserve e novas divulgações de resultados. Investidores projetam uma alta de 75 bps na taxa básica de juros americana à medida que o banco central americano tenta controlar a alta inflação no país. A temporada de resultados seguirá também hoje com Meta, Spotify, Shopify, Qualcomm e Ford. Na China, o índice de Hang Seng (-1,1%) encerra em baixa, reverberando o corte nas expectativas de crescimento do Fundo Monetário Internacional para o país de 4,4% para 3,3% em 2022 e expectativas de uma temporada de resultados mais fraca, refletindo os lockdowns contra a Covid-19 do segundo trimestre.

Previsões de Crescimento do FMI

O Fundo Monetário Internacional cortou novamente as previsões de crescimento global nesta terça-feira, alertando que os riscos negativos da alta inflação e da guerra na Ucrânia estão se materializando e podem levar a economia mundial à beira da recessão se não forem controlados. O crescimento real do PIB global desacelerará para 3,2% em 2022, de uma previsão de 3,6% divulgada em abril, disse o FMI em uma atualização de seu World Economic Outlook. Ele acrescentou que o PIB mundial realmente contraiu no segundo trimestre devido a desacelerações na China e na Rússia. O fundo reduziu sua previsão de crescimento em 2023 para 2,9% em relação à estimativa de abril de 3,6%, citando o impacto de uma política monetária mais apertada. O FMI disse que agora espera que a taxa de inflação de 2022 nas economias avançadas atinja 6,6%, acima dos 5,7% das previsões de abril, acrescentando que permanecerá elevada por mais tempo do que o previsto anteriormente. Para os Estados Unidos, o FMI confirmou suas previsões de 12 de julho de crescimento de 2,3% em 2022 e um anêmico 1,0% para 2023. O FMI cortou sua perspectiva de crescimento da zona do euro para 2022 para 2,6%, de 2,8% em abril, refletindo as repercussões inflacionárias da guerra na Ucrânia. Para o Brasil, o crescimento foi revisado para 1,7% de 0,8% em 2022 e para 1,1% de 1,4% em 2023.

Confiança do consumidor dos EUA

A confiança do consumidor dos EUA caiu para uma mínima de quase um ano e meio em julho, em meio a preocupações persistentes com inflação mais alta e taxas de juros crescentes, apontando para um crescimento econômico mais lento no início do terceiro trimestre. O índice de confiança do consumidor do Conference Board caiu 2,7 pontos para uma leitura de 95,7 este mês, o nível mais baixo desde fevereiro de 2021. Foi o terceiro declínio mensal consecutivo. Economistas consultados pela Reuters previam que o índice cairia para 97,2. A pesquisa do Conference Board na terça-feira também mostrou que os consumidores estavam menos otimistas em sua avaliação do mercado de trabalho. Isso, combinado com outros dados que mostram que as vendas de novas casas caíram para seu nível mais baixo em pouco mais de dois anos em junho, pintou um quadro de uma economia vulnerável a uma recessão.

Decisão de taxa de juros nos EUA

Na pauta de hoje, o principal destaque é a decisão sobre a taxa de juros dos Fed funds. Os mercados estão precificando que o FOMC entregará um movimento de 75 bps na reunião de julho e sugerindo uma desaceleração no ritmo de aperto para 50 bps nas reuniões de setembro e novembro. De altíssima relevância, os mercados reduziram materialmente a expectativa de onde o Fed encerrará seu ciclo de aperto, com a taxa terminal agora sendo vista em 3,39%, abaixo da alta de 3,72% em 14 de junho. No Brasil, o Banco Central deve divulgar as estatísticas monetárias e de crédito referentes a março e abril.

Veja todos os detalhes

Economia

FOMC deve promover mais um aumento na taxa de juros hoje. No Brasil, IPCA-15 mostra efeitos de redução de impostos

  • O Fundo Monetário Internacional cortou novamente as previsões de crescimento global nesta terça-feira, alertando que os riscos negativos da alta inflação e da guerra na Ucrânia estão se materializando e podem levar a economia mundial à beira da recessão se não forem controlados. O crescimento real do PIB global desacelerará para 3,2% em 2022, de uma previsão de 3,6% divulgada em abril, disse o FMI em uma atualização de seu World Economic Outlook. Ele acrescentou que o PIB mundial realmente contraiu no segundo trimestre devido a desacelerações na China e na Rússia. O fundo reduziu sua previsão de crescimento em 2023 para 2,9% em relação à estimativa de abril de 3,6%, citando o impacto de uma política monetária mais apertada. O FMI disse que agora espera que a taxa de inflação de 2022 nas economias avançadas atinja 6,6%, acima dos 5,7% das previsões de abril, acrescentando que permanecerá elevada por mais tempo do que o previsto anteriormente. Para os Estados Unidos, o FMI confirmou suas previsões de 12 de julho de crescimento de 2,3% em 2022 e um anêmico 1,0% para 2023. O FMI cortou sua perspectiva de crescimento da zona do euro para 2022 para 2,6%, de 2,8% em abril, refletindo as repercussões inflacionárias da guerra na Ucrânia. Para o Brasil, o crescimento foi revisado para 1,7% de 0,8% em 2022 e para 1,1% de 1,4% em 2023;
  • A confiança do consumidor dos EUA caiu para uma mínima de quase um ano e meio em julho, em meio a preocupações persistentes com inflação mais alta e taxas de juros crescentes, apontando para um crescimento econômico mais lento no início do terceiro trimestre. O índice de confiança do consumidor do Conference Board caiu 2,7 pontos para uma leitura de 95,7 este mês, o nível mais baixo desde fevereiro de 2021. Foi o terceiro declínio mensal consecutivo. Economistas consultados pela Reuters previam que o índice cairia para 97,2. A pesquisa do Conference Board na terça-feira também mostrou que os consumidores estavam menos otimistas em sua avaliação do mercado de trabalho. Isso, combinado com outros dados que mostram que as vendas de novas casas caíram para seu nível mais baixo em pouco mais de dois anos em junho, pintou um quadro de uma economia vulnerável a uma recessão;
  • O IPCA-15 de julho subiu 0,13%, ligeiramente abaixo das expectativas do mercado e da nossa projeção (0,16%). A deflação da eletricidade mais do que compensou a virtual estabilidade dos preços das comunicações e a alta pressão sobre os preços dos serviços. A leitura de julho é a primeira com o impacto das medidas de redução de impostos sobre os preços de eletricidade, combustíveis e telecomunicações. Apesar dos efeitos dos cortes de impostos, os serviços ainda estão sob pressão. O grupo acelerou 0,84%, ante projeção de 0,64%. A média dos núcleos de inflação desacelerou de 0,90% em junho para 0,71% em julho, mas os serviços lideraram o número acima das expectativas (0,65%). Em 12 meses, o indicador de núcleo subiu de 10,4% para 10,5%;
  • Na pauta de hoje, o principal destaque é a decisão sobre a taxa de juros dos Fed funds. Os mercados estão precificando que o FOMC entregará um movimento de 75 bps na reunião de julho e sugerindo uma desaceleração no ritmo de aperto para 50 bps nas reuniões de setembro e novembro. De altíssima relevância, os mercados reduziram materialmente a expectativa de onde o Fed encerrará seu ciclo de aperto, com a taxa terminal agora sendo vista em 3,39%, abaixo da alta de 3,72% em 14 de junho. No Brasil, o Banco Central deve divulgar as estatísticas monetárias e de crédito referentes a março e abril.

Empresas

Carrefour Brasil (CRFB3): Atacadão o destaque de novo; Macro segue um desafio para o varejo e o banco, mas com resultados acima do esperado

  • Carrefour Brasil (CRFB3) foi a primeira empresa na nossa cobertura a reportar resultados do 2T22, com resultados acima das expectativas uma vez que a rentabilidade do varejo e do Banco surpreenderam positivamente enquanto a performance do Atacadão permaneceu sólida;
  • O principal destaque foi a performance de vendas, com vendas mesmas Lojas crescendo duplo dígito tanto no Atacarejo como no segmento alimentar do varejo;
  • Em relação ao Grupo BIG, a companhia reiterou seu cronograma de conversões, com 16 já em andamento e com a entrega esperada até Set/22, enquanto as sinergias de despesas administrativas já estão sendo vistas a partir de Junho. Mantemos nossa recomendação Neutro dado o nível de valuation do papel, com um preço alvo de R$19,0/ação. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Resultados sólidos, porém em linha no 2T22

  • A Vivo reportou resultados em linha com nossas expectativas para o 2º trimestre de 2022. Do lado positivo, a empresa registrou um sólido crescimento de receita líquida (+11,1% A/A ou +7,6% excluindo o efeito da aquisição da Oi móvel); mas por outro lado, a margem EBITDA ficou -0,8pp abaixo da nossa, registrando queda de 1,0pp A/A, impactada por: (i) inflação mais alta; e (ii) mix de receitas (maior participação do B2B digital e vendas de aparelhos);
  • Com isso, mantemos nossa recomendação de Neutro e preço-alvo de R$58,0/ação para o final de 2022;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Taesa (TAEE11): Pouco atraente em termos de retorno

  • Estamos revisitando nossa cobertura de TAESA (TAEE11), atualizando nosso preço-alvo para R$ 34/unit (de R$ 39/unit anteriormente) e mantendo a recomendação Neutra;
  • Apesar da previsibilidade dos fluxos de caixa e estabilidade na distribuição de dividendos, acreditamos que a Taesa possui poucas oportunidades de crescimento devido a leilões com TIRs mais comprimidas e ao fato do papel estar negociando a patamares que consideramos acima do justo (desempenho 22% superior em relação ao Índice Ibovespa em 2022);
  • A companhia tem um ano de entregas, com quatro novas linhas de transmissão entrando em operação e aproximadamente R$ 330 milhões de RAP adicional. Vemos TAEE11 sendo negociada a uma TIR real alavancada de 5,5% vs. 9,6% dos seus pares de transmissão;
  • Clique aqui para acessar o conteúdo completo.

Frigoríficos: prévia do 2º tri de 2022 (2T22)

  • Em nossa visão, o setor de frigoríficos no Brasil está ficando cada vez menos homogêneo, tanto devido à diversificação geográfica quanto em função do mix de proteínas que possuem, tendência que ficará explícita ao analisar os resultados dos players no 2T22;
  • A BRF deve se destacar, em nossa visão, diante de uma forte recuperação após o pior trimestre já reportado (1T22), enquanto esperamos que JBS e Marfrig sejam os destaques negativos do trimestre, devido principalmente a uma acomodação mais rápido do que o esperado na operação dos EUA, apenas parcialmente compensados por uma melhora na América do Sul;
  • Embora projetemos resultados para baixo no 2T22, reiteramos nosso rating de Compra da JBS e da Marfrig, pois acreditamos que as ações estão com desconto excessivo devido às perspectivas desafiadoras de curto prazo;
  • Para a BRF, reiteramos nossa classificação Neutra, pois apesar da melhora do lado de fundamentos, aguardamos maior transparência sobre como a recente mudança na governança afetará a empresa, embora as ações parecem estar com desconto;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Aura Minerals (AURA33): Visita às operações da Aura nos trouxe boas impressões

  • Semana passada participamos de um site visit de 2 dias nas operações da Aura. Tivemos a oportunidade de visitar as minas EPP e o projeto Almas juntamente com o CEO e COO da Aura e discutimos as principais questões nesse relatório;
  • A empresa parece dedicada a entregar a produção de EPP no limite superior do guidance para 2022;
  • O Projeto Almas está dentro do prazo e do orçamento (apesar das fortes pressões inflacionárias e gargalos da cadeia de suprimentos em todo o mundo);
  • Há muito potencial na exploração mineral para impulsionar o crescimento da produção;
  • Acreditamos que o início do projeto Almas pode ser um marco para que o mercado volte a olhar de perto para a empresa. Por enquanto, mantemos nosso preço-alvo de R$ 50/BDR;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

LOG CP (LOGG3): Vendas de projetos com margem bruta atrativa de 32,6%

  • A LOG CP reportou fato relevante destacando a venda de um dos seus projetos BTS, LOG Betim II (95,7 mil m² de ABL), e a alienação de sua participação de 40% no Parque Torino (55,1 mil m² de ABL) para a CSGH Logística. A venda combinada chegou a R$ 424 milhões, representando R$ 2,8 mil por ABL. Assim, a negociação implicou em uma margem bruta atrativa de 32,3% e um valor 3,3% acima do NAV, apesar do cenário mais difícil com custos de construção sob pressão;
  • Desta forma, consideramos a negociação como atrativa devido aos seguintes fatores:
  1. Cap rate razoável de ~8%, apesar do cenário macro desafiador com taxas de juros mais altas;
  1. Demanda por galpões AAA continua sólida, especialmente no segmento BTS para players de e-commerce relevantes;
  1. A venda dos ativos deve abrir espaço para a LOG CP continuar o processo de reciclagem de ativos, e também financiando seu projeto de expansão de ABL “Todos por 1,5”.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • BB não deve elevar dividendo este ano, apesar de pedido do governo (Valor);
    • Nubank atinge marca de 1 milhão de clientes de criptomoedas (Valor);
    • No balanço das empresas de pagamentos, Cielo pode voltar a ser a protagonista (Neofeed);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Com Big, Carrefour registra alta de 36% nas vendas do trimestre (Valor);
    • Até no Walmart ficou mais difícil vender uma blusinha. (Pipeline);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Piora das lavouras e impasse na Ucrânia puxam alta dos grãos em Chicago (Valor);
    • Consumidores atingidos pela inflação estão trocando carne bovina por frango (Bloomberg);
    • Primeiras exportações de grãos da Ucrânia sob acordo provavelmente esta semana (Reuters);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Petrobras fica com Albacora (Petróleo Hoje);
    • Com aval da Aneel, novo leilão de energia pode atrair R$ 3,2 bi (Valor Econômico);
    • Demanda de diesel pode superar oferta em setembro, novembro e dezembro, diz IBP (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Google e Microsoft sobem após resultados

  • Google mostra resiliência no negócio de anúncios;
  • Microsoft divulga resultados abaixo das previsões do mercado, mas com projeções otimistas;
  • Coca-Cola supera estimativas de lucros e eleva a orientação de receita para o ano fiscal;
  • Crescimento de anúncios em mídias digitais nos EUA desacelera em 2022;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Segmento residencial: há espaço na indústria de fundos imobiliários? (Valor);
    • PIPELINE: Gestores questionam regras em fundos imobiliários (Valor);
    • L’Oréal anuncia novo desenho logístico para operações no Brasil; troca de galpão deve impactar FII (MoneyTimes);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Bolsas de Cingapura e Nova York anunciam colaboração no desenvolvimento de novos fundos e produtos ESG | Café com ESG, 27/07

  • O mercado fechou o pregão de terça-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -0,5% e -1,1, respectivamente;
  • No Brasil, a regulação do mercado de carbono está sendo discutida no Congresso por meio do Projeto de Lei nº 528, em trâmite na Câmara dos Deputados desde o ano passado e a perspectiva em relação ao texto, de acordo com especialistas, é boa entre ambientalistas e empresas do setor – Plínio Ribeiro, CEO da Biofílica/Ambipar acredita que a economia de compra e venda de carbono poderá elevar o patamar do país em termos de preservação ambiental;
  • No internacional, (i) a Bolsa de Cingapura anunciou uma colaboração com a Bolsa de Nova York que incluirá esforços para desenvolver novos fundos negociados em bolsa, bem como produtos ambientais, sociais e de governança – um memorando de entendimento foi assinado, descrevendo as áreas de foco da parceria, como as listagens duplas de empresas em ambas as bolsas e apoio ao desenvolvimento de produtos de índice na SGX e na NYSE ICE Data Indices; e (ii) nos EUA, o apoio da BlackRock às propostas dos acionistas sobre questões ambientais e sociais caiu quase pela metade na temporada de reuniões anuais deste ano – o grupo havia alertado sobre esse resultado em maio, quando argumentou que as propostas dos acionistas estavam se tornando muito prescritivas e que a invasão da Ucrânia pela Rússia havia mudado o cálculo de investimento. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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