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Dados de inflação americana são destaque

Inflação ao consumidor nos EUA e política da China ao combate de covid são alguns dos temas de maior destaque nesta terça-feira, 12/04/2022

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IBOVESPA -1,2% | 116.952 Pontos

CÂMBIO -0,4% | 4,69/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

Os mercados amanhecem atentos, com os investidores se preparando para um importante relatório de inflação, o CPI, dados da inflação ao consumidor nos EUA, que sustenta as apostas mais agressivas para o juros americanos. Os dados de inflação americana devem mostrar um aumento anual de 8,4% nos preços – o nível mais alto desde dezembro de 1981 – de acordo com o esperado pelo consenso, com o aumento dos custos dos alimentos, aluguéis e preços da energia como os principais contribuintes para essa alta. Com o número de inflação ruim, política agressiva de combate a Covid na China e emprego muito robusto, as chances do Fed, banco central americano, elevar os juros na próxima reunião de maio em 0,5 p.p. estão em torno de 90%, segundo nosso time de Economia. Juntamente com o CPI de março, os investidores aguardam o início da temporada de resultados americana que começará na amanhã (13) com o JPMorgan e a Delta Air Lines, seguidos por vários grandes bancos já na quinta-feira (14). No Brasil, temos a divulgação dos dados do setor de serviços, com alta esperada pelo consenso de 0,7% para o dado mensal e 8,8% para o anual.

Brasil

A Bolsa brasileira encerrou o dia em queda, acompanhando os principais mercados mundiais, em meio a um pregão marcado pela cautela, com investidores se posicionando para a divulgação de dados de inflação dos Estados Unidos ainda nesta semana –  com preocupações de que a alta dos preços justifique o aperto monetário na maior economia do mundo, o que deve trazer consequências. O Ibovespa encerrou em baixa de -1,16%, aos 116.952 pontos. O dólar, segue em queda, com a entrada de capital estrangeiro no país, que busca aproveitar o diferencial de juros brasileiro e externo. A moeda americana fechou em baixa de -0,39%, a R$ 4,690. No mercado de renda fixa, os juros futuros fecharam o dia de ontem em alta. O movimento foi motivado pelas declarações de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, deixando em aberto o fim do ciclo de altas da Selic (antes esperado já para a próxima reunião do Copom, em maio). A fala veio logo após a divulgação do IPCA de março, na última sexta-feira, que surpreendeu para cima. DI jan/23 fechou em 13,1%; DI jan/24 encerrou em 12,69%; DI jan/25 fechou em 11,98%; DI jan/27 foi para 11,65%; e DI jan/29 encerrou em 11,69%.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem mistas (EUA 0% e Europa -0,6%) pressionadas pela alta na taxa de juros dos títulos de 10 anos americanos, enquanto investidores aguardam os dados da inflação ao consumidor (CPI) nos EUA. A taxa de juros de 10 anos dos EUA amanhece negociando próxima aos 2,79%, após atingir a marca de 2,82% pela manhã, seu patamar mais elevado desde dezembro de 2018. Em relação à inflação, as projeções do consenso apontam para uma alta de 8,4% no comparativo anual, o que seria o valor mais alto para inflação americana dos últimos 40 anos. O mercado irá monitorar de perto estes dados, visto que eles darão suporte a uma postura mais contracionista do Federal Reserve para controlar o aumento de preços no país. Na China, o índice de Hang Seng (+0,5%) encerra em alta após o governo aprovar o licenciamento de 45 novos jogos nesta segunda-feira (11), removendo parte das pressões regulatórias sobre as empresas do setor. Um princípio de flexibilização no lockdown de Xangai também contribuiu para um tom mais positivo nas bolsas chinesas. Por fim, o petróleo (+3,5%) amanhece em campo positivo, devolvendo parte das perdas, ao passo que a OPEP+ afirmou que seria impossível aumentar a produção o suficiente para compensar a possível perda de 7 milhões de barris/dia da oferta da Rússia.

IPCA no Brasil

No Brasil, jornais repercutem a fala de Roberto Campos Neto em evento aberto nesta segunda-feira, após IPCA acima das expectativas na semana passada. O presidente do Banco Central brasileiro a mencionou a surpresa inflacionária e falou que o comitê irá avaliar o número nos próximos dias, mensagem que o mercado vê como possível necessidade de mais ajustes na Selic, extrapolando o orçamento de 12,75% antevisto pelos comunicados recentes dos dirigentes do BC. Hoje o mercado precifica 1,0 p.p. de alta no Copom de maio, 0,5 p.p. em junho e 0,25 p.p. em agosto, o que faria a Selic terminal atingir 13,50% a.a.

Rússia e Ucrânia

Depois de o Tesouro americano suspender os pagamentos da dívida em dólares das contas da Rússia em bancos americanos, como forma de sanção econômica, o país violou os termos de dois títulos ao pagar aos investidores rublos ao invés de dólares. O seguro da dívida estima que há quase 90% de chance de o primeiro calote externo da Rússia acontecer este ano. O país não tem inadimplência em sua dívida externa desde o rescaldo de sua revolução de 1917, mas seus títulos agora emergiram como um ponto de inflamação em sua disputa econômica com os países ocidentais. Ainda sobre a guerra, autoridades ucranianas e ocidentais disseram nos últimos dias que observaram uma redistribuição de tropas russas para Donbass, após grandes reveses para Moscou em um esforço para tomar Kiev

Mercado em Gráfico

A B3 anunciou no início do mês uma revisão metodológica nos dados do segmento de renda variável que faz com que o saldo de capital estrangeiro entrante na bolsa brasileira, tanto em 2022 quanto nos anos anteriores, caiam significativamente. A empresa descobriu um erro relacionado à inclusão equivocada de dados de empréstimos de ação, já consolidando o número correto para o ano de 2022 e iniciando seu processo de revisão dos dados dos anos anteriores. Com essa revisão, o fluxo de capital estrangeiro na Bolsa brasileira acumulado de 2022, que antes era de R$ 93 bilhões, agora passa a ser R$ 69,1 bilhões, e, mesmo com a alteração, os números seguem sendo fortes para renda variável, o que é reforçado pelos dados de Ações e Fundos divulgados pelo Banco Central. Além disso, a forte entrada de capital faz com que a moeda brasileira siga com um bom desempenho contra o dólar. O forte e contínuo fluxo de estrangeiros aportando na Bolsa é explicado pelo bom momento do mercado brasileiro em relação à seus pares globais. Na posição de melhor de mercado com melhor desempenho no ano de 2022, o Brasil está se beneficiando de uma combinação de: 1) rotação global de ações de crescimento para ações de valor; 2) uma forte exposição do Brasil a commodities e bancos; 3) valuation ainda muito atrativos apesar do rali recente; 4) fluxos de outros Mercados Emergentes para o Brasil; 5) por fim, o Brasil está chegando ao fim de seu ciclo de alta de juros, enquanto o Federal reserve e outros bancos centrais de mercados desenvolvidos estão apenas começando subir os juros. Acesse nosso relatório de Fluxo em Foco para saber mais.

Veja todos os detalhes

Economia

Mercado aguarda divulgação da inflação nos EUA

  • No Japão, o índice de preços ao produtor (PPI) de março veio levemente abaixo das expectativas, em 0,8% (exp. 0,9%), acumulando alta de 9,5% em doze meses, refletindo os efeitos da crise da Ucrânia e um iene fraco elevando os custos de combustível e matérias-primas. Embora o aumento dos preços no atacado ajude a acelerar a inflação ao consumidor em direção à meta de 2% do banco central, isso pode prejudicar uma economia ainda sofrendo com a pandemia de coronavírus;
  • Na Alemanha, o índice de Sentimento Econômico ZEW caiu para -41,0 de -39,3 no mês anterior (exp. -48,5). Ele havia despencado em março em resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia;
  • O destaque da agenda internacional hoje é a divulgação da inflação ao consumidor (CPI) nos Estados Unidos. O consenso dos economistas espera que o headline avance 1,2% m/m, mesmo número esperado pelo nosso time Global, o que levaria a inflação acumulada em doze meses a 8,4%. Altas em combustíveis e alimentos devem explicar a maior parte da variação mensal. Já para o núcleo do CPI, a nossa projeção é de 0,4% m/m, levemente abaixo do 0,5% m/m registrado no consenso da Bloomberg, principalmente por uma possível deflação em carros usados e caminhões, além da desaceleração marginal de preços de commodities (exceto as de comida e energia). Com o número de inflação ruim, política de combate a covid na China e emprego muito robusto, as chances do Fed, banco central americano, elevar os juros na próxima  em 0,5 p.p. estão em torno de 90%;
  • No Brasil, jornais repercutem a fala de Roberto Campos Neto em evento aberto nesta segunda-feira, após IPCA acima das expectativas na semana passada. O presidente do Banco Central brasileiro a surpresa inflacionária e falou que o comitê irá avaliar o número nos próximos dias, mensagem que o mercado como possível necessidade de mais ajustes na Selic, extrapolando o orçamento de 12,75% antevisto pelos comunicados recentes dos dirigentes do BC. Hoje o mercado precifica 1,0 p.p. de alta no Copom de maio, 0,5 p.p. em junho e 0,25 p.p. em agosto, o que faria a Selic terminal atingir 13,50% a.a;
  • Na agenda, o IBGE divulga a PMS de fevereiro, para qual o mercado espera avanço de 0,7% m/m e 8,6% a/a, enquanto a XP projeta 0,9% m/m e 8,5% a/a.

Empresas

Elétricas e Saneamento: O pódio dos dividendos

  • Analisamos companhias do setor elétrico e saneamento sob a ótica da política de distribuição de dividendos, regularidade na distribuição, saúde financeira e perspectivas de distribuição futuras. Com isso, elaboramos um ranking das ações do setor com melhores perspectivas de retorno;
  • A partir dos critérios estabelecidos, o pódio das principais pagadoras de dividendos foi composto por Copel, Engie e AES Brasil:
    • Copel ganha a medalha de ouro: Durante o ano de 2021, a Copel fez avanços significativos em sua política de remuneração através da aplicação de métricas de performance; governança e maior foco no seu core ao desinvestir da Copel Telecom. Aliado a isso, a companhia possui uma clara política de distribuição de lucros que tem sido consistentemente aplicada. Temos uma visão positiva tanto do ponto de vista de valorização das ações como de distribuição de proventos;
    • Engie ganha medalha de prata: A Engie é diversificada em termos de receitas e atua nos segmentos de geração, transmissão e transporte de gás. Seus contratos são razoavelmente regulados e previsíveis. Sua política de dividendos estabelece uma distribuição de 30% do lucro líquido semestralmente, o que é historicamente ultrapassado. Enxergamos um retorno atrativo tanto para a valorização da ação quanto para o pagamento de dividendos; e
    • AES Brasil ficou com a medalha de bronze. A AES Brasil usualmente apresenta lucros consistentes, embora possa haver um certo grau de volatilidade dependendo da incidência de chuvas. 2021 foi um ano desafiador considerando o cenário hidrológico, mas acreditamos que o avanço físico das obras e a consequente geração de caixa levará a uma menor alavancagem e maior potencial de pagamento de dividendos.
  • Acesse relatório completo aqui.

Aura Minerals (AURA33): Aura reporta produção abaixo do esperado no primeiro trimestre de 2022

  • Ontem (11), a Aura reportou uma produção consolidada de 61mil onças de ouro equivalente (kGEO) , -9% na comparação anual (A/A) e -22% contra o trimestre anterior (T/T);
  • Destacamos o forte desempenho da mina de Aranzazu, de 30kGEO, +1% T/T e +14% A/A, na comparação utilizando preços constantes. Isso é resultado da maior produção de cobre, juntamente com preços mais baixos de cobre (comparado ao ouro), resultando em menor produção de onças equivalentes de ouro. O bom resultado se deve principalmente às melhores taxas de recuperação na planta;
  • Em San Andrés, a produção atingiu 18kGEO, -31% T/T e -13% A/A, após um recorde de produção no último trimestre. O resultado mais suave é devido a teores mais baixos e taxas de recuperação mais baixas, apesar de a alimentação da planta ter aumentado 14% A/A;
  • Em EPP, a produção atingiu 12kGEO (-29% T/T). A estratégia de mineração de áreas de menor teor na caverna do Ernesto para preparar o acesso a áreas de maior teor deve afetar a produção durante o primeiro semestre de 2022;
  • Nossa opinião: Vemos esses resultados como um pouco negativos, uma vez que esperávamos uma produção de 69kGEO, e a produção caiu 9% A/A. No entanto, se excluirmos a mina Gold Road da comparação, chegamos a uma queda menor de 2%. Mantemos nossa recomendação Neutra no nome (R$50/BDR de preço alvo).

Direcional (DIRR3): Prévia operacional sólida ajudada pelo segmento de baixa renda

  • A Direcional apresentou dados operacionais sólidos no 1T22, impulsionados principalmente por vendas líquidas resilientes chegando a R$ 508 milhões (-5% T/T e +16% A/A) e lançamentos atingindo R$ 557 milhões no 1T22 (-12% T/T e +23% A/A);
  • O segmento principal (Direcional) lançou R$ 355 milhões (+5,6% T/T e +8,1% A/A). Como resultado, as vendas líquidas cresceram (+3,7% T/T e +15% A/A), atingindo R$ 372 milhões no 1T22. Além disso, destacamos o maior preço médio chegando a R$ 185,6 mil no 1T22 (+5,5% T/T), mantendo a VSO em 18% no trimestre vs. 17% no 1T22, refletindo a sólida demanda no segmento de baixa renda;
  • Do lado negativo, a VSO da Riva caiu para 14% (vs. 19% no 4T21 e 20% no 1T21), afetada negativamente pelos lançamentos que caíram para R$203 milhões (-32% T/T e +60,6% A/A). As vendas líquidas atingiram R$ 135 milhões (-23,5% T/T e +22,3% A/A). Além disso, a DIRR apresentou queima de caixa de R$ 34 milhões no 1T22 vs. geração de caixa de R$ 18 milhões no 4T21, explicado pela aceleração de lançamentos e compra antecipada de matérias-primas para evitar aumentos de preços;
  • Portanto, não esperamos uma reação significativa do mercado e reiteramos nossa recomendação de compra em DIRR3 com TP de 17,00/ação;
  • Acesse relatório completo aqui.

Brisanet (BRIT3): Números Operacionais do 1T22: acelerando lentamente

  • Na manhã da segunda feira (11) a Brisanet reportou dados operacionais referentes ao mês de março, registrando uma ligeira aceleração, porém ainda em patamar fraco para alcançar o Guidance para o final do ano (1,3 milhão de clientes; vs. 909 mil clientes em março/22);
  • Ao longo de março a companhia entrou em mais 8 cidades e expandiu o número de casas passadas em 220 mil HPs (domicílios). Além disso, a Brisanet aumentou o número de clientes de banda larga em 25,6 mil, totalizando 909 mil casas conectadas (HCs) ao final de março/22. Os números reportados sinalizam uma aceleração de 26% nas adições liquidas de novos clientes (HCs) no 1T22 vs. 4T21;
  • A companhia destacou que espera uma aceleração gradativa nas adições de novas conexões à medida que as cidades recém-ativadas vão ficando mais maduras e, também, pela adição de novos clientes nas 19 cidades adicionadas neste primeiro trimestre. No entanto, para alcançar o guidance a companhia precisa acelerar as adições líquidas para 43 mil novos clientes/mês, patamar 67% superior ao registrado em março;
  • A companhia também comentou sobre a persistência de uma conjuntura macroeconômica desafiadora afetando a renda de famílias no Nordeste, a despeito do alívio pontual com o aumento do Auxílio Brasil e outros programas sociais do Governo;
  • Clique aqui para conferir o conteúdo completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Inter (BIDI11) atinge a marca de 18,6 milhões de clientes no 1º trimestre, alta de 82% na base anual (InfoMoney);
    • Nubank recebe financiamento de US$ 650 mi de 4 bancos para investir na Colômbia e no México (Estadão);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • À revelia do Mercosul, Brasil quer novo corte de imposto de importação (Estadão);
    • Inflação de março foi uma surpresa, diz Campos Neto (Folha);
    • Preço de alimentos no mundo muda de patamar e não há perspectiva de baixar (Folha);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Ambev usa plataforma digital como novo modelo (Valor);
    • Trigo fecha na maior alta desde o final de março com preocupações com o abastecimento (Bloomberg);
    • Promoções cortadas dos cardápios dos EUA em sinal de preço baixo (Bloomberg);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • TCU Com lockdowns na China, petróleo recua para mínimas desde a invasão da Ucrânia. (Valor Econômico);
    • Conta de luz não terá taxa extra em 2022. (Valor Econômico);
    • Arrecadação de royalties do petróleo pode crescer mais de 80% em 2022, aponta Firjan. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Estrangeiros aportam R$ 21,4 bilhões na Bolsa em março, e saldo revisado de 2022 acumula R$ 69 bilhões

  • Março foi mais um mês positivo para o fluxo de capital estrangeiro na Bolsa brasileira, com uma entrada líquida de +R$ 21,4 bilhões. O total acumulado de 2022 já é +R$ 69,1 bilhões, valor que foi recentemente revisado pela B3* mas que ainda indica um forte fluxo nesse ano;
  • Os fundos de investimentos em ações tiveram um fluxo negativo de -R$24,3 bilhões em fevereiro, último dado disponível, retornando aos valores negativos de boa parte de 2021, impulsionado pela intensificação das tensões entre a Rússia e a Ucrânia, que causaram em primeiro momento uma aversão a investimentos de mais alto risco. Diante desse cenário, houve um total de R$ 670 bilhões alocados em ações, uma queda de -0,5p.p. M/M no patrimônio líquido das gestoras, representando apenas 12,1% do total;
  • Quando olhamos apenas para os fundos de pensão, segundo dados mais recentes disponíveis de outubro de 2021 da Abrapp, o fluxo de alocação em ações diretamente foi de R$10,5 bilhões em relação à dezembro de 2020 (+13,9%). Com isso, eles fecharam o mês de outubro com uma alocação de R$86 bilhões em ações;
  • Os principais investidores da Bolsa brasileira são: 1) investidores estrangeiros (54,6%), 2) instituições (25,4%) e 3) pessoas físicas (15,5%). Juntos, eles representam 95,5% dos participantes do mercado acionário;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Investidores pessoas físicas investem mais de R$ 520 bilhões na Bolsa em março de 2022 – XP Monitor

  • Em março, número de investidores pessoas físicas (PFs) na Bolsa brasileira (B3) atingiu 5.035.284. Em relação a fevereiro, houve um aumento de 8.885 investidores PFs, equivalente a um crescimento mensal de +0,2%;
  • A maioria dos investidores da Bolsa encontram-se na faixa etária dos 26 a 35 anos, com 1.681.873 contas ativas em março, representando 33,4% de todas as contas. Continuando a tendência vista desde 2013, dados mais antigos disponibilizados, as pessoas estão começando a investir cada vez mais jovens;
  • Em relação à regiões, ainda há uma concentração de investidores no Sudeste do país. Os estados de SP, RJ e MG juntos possuem 56,6% do total de investidores, 39,7 pontos percentuais (p.p.) à frente de PR, RS e SC somados (16,9%);
  • A representatividade de mulheres na Bolsa ainda é pequena, em 23,7% no último mês, mas continua apresentando crescimento. Apesar de uma representatividade ainda pequena, o número de mulheres vêm crescendo em ritmo acelerado, com alta de +40,8% desde 2020, atingindo 1,19 milhão;
  • Por fim, observa-se um grande aumento no número de investidores com interesse em BDRs: são 1,4 milhão representando 22% do estoque. Além disso, em termos relativos, esse foi o produto que mais cresceu em 2020, registrando um aumento de 994% no número de CPFs cadastrados.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Faturamento do TikTok poderá triplicar em 2022

  • Apple aposta em diversificação geográfica de sua produção;
  • Faturamento do TikTok poderá triplicar em 2022;
  • Reguladores chineses aprovam venda de jogos pela primeira vez desde 2021;
  • Crescimento de lucros do S&P 500 deverá ser impulsionado pelo setor de energia;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Vendas em alta, dividendos crescentes, fusões em andamento: os FIIs de shopping finalmente vão decolar? (InfoMoney);
    • Analista indica fundo imobiliário (FII) com desconto de 25% e dividendos de 9,5%; confira (MoneyTimes);
    • Fundos imobiliários: BBPO11 é o mais negociado de março; veja a lista completa (Suno);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Hidrogênio verde pode se tornar competitivo muito antes do esperado na Europa | Café com ESG, 12/04

  • Na segunda-feira, o mercado fechou em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -1,1%;
  • No Brasil, a Totvs Consulting — braço de consultoria estratégica da Totvs — apoiou o processo de diagnóstico e amadurecimento da agenda ESG na unidade brasileira da Owens-Illinois (O-I), maior fabricante de embalagens de vidros do mundo, no qual foram diagnosticadas as práticas positivas e mapeadas as oportunidades de melhoria da companhia americana com relação aos pilares ESG em suas operações no país;
  • No internacional, (i) o esforço da Europa para cortar sua dependência do gás natural russo está gerando bilhões de dólares em novos compromissos para a construção de um mercado para o hidrogênio feito com baixo uso de carbono, tornando o combustível alternativo do futuro competitivo em termos de custos cerca de uma década antes do previsto, de acordo com a BloombergNEF; e (ii) a Honda Motor anunciou que planeja produzir 2 milhões de veículos elétricos anualmente e introduzir 30 modelos globalmente até 2030 como parte de sua tentativa de reduzir as emissões de carbono. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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