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Ata do BCE, arrecadação e balanços em foco; Vale tem resultado melhor que o esperado

Ata do BCE e arrecadação tributária no Brasil são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 23/02/2024

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IBOVESPA +0,16% | 130.241 Pontos

CÂMBIO +0,34% | 4,95/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa fechou a quinta-feira em alta de 0,2%, aos 130.241 pontos, acumulando sua sexta alta consecutiva. O destaque do dia foi a divulgação de fortes resultados da Nvidia, que impulsionou os índices americanos, como o S&P 500, que subiu 2,1% e atingiu nova máxima histórica. Contudo, o Ibovespa não foi contagiado por esse movimento. 

Magazine Luiza (MGLU3; +7,7%) teve a maior alta do pregão por aqui, em razão de movimentos técnicos. Na ponta negativa, apesar de reportar resultados mistos, o Grupo Pão de Açúcar (PCAR3; -6,8%) teve a maior queda do dia, com um forte sentimento de cautela do mercado em relação à sua alavancagem. Outra queda relevante foi a de JBS (JBSS3; -2,6%), puxada pela possibilidade de sua listagem de ações nos EUA ser adiada.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros fecharam o pregão em alta ao longo de toda a estrutura a termo da curva. O movimento refletiu, de forma geral, a elevação dos rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro americano (Treasuries) e as incertezas com relação ao início do ciclo de cortes de juros pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), uma vez que os juros elevados e a economia resiliente dos Estados Unidos seguem concentrando fluxos globais de recursos. DI jan/25 fechou em 10,02% (4bps vs. pregão anterior); DI jan/26 em 9,865% (9,5bps); DI jan/27 em 10,035% (10,5bps); DI jan/29 em 10,46% (9,5bps).

Mercados globais

Nesta sexta-feira, os mercados operam em leve queda nos Estados Unidos (S&P 500:-0,1%; Nasdaq 100: -0,2%). A quinta-feira positiva nos mercados globais levou os índices S&P 500 (EUA), Nikkei 225 (Japão) e Stoxx 600 (Europa) às suas máximas históricas.

Na Europa, os mercados operam em leve alta nesta manhã (Stoxx 600: 0,1%), seguindo a tendência do dia anterior e no aguardo de resultados locais e de dados do PIB do quarto trimestre na Alemanha. Na China, os índices fecharam o dia mistos (HSI: -0,1%, CSI 300: 0,1%).

Economia

A ata da última reunião de política monetária do BCE (Banco Central Europeu), publicada ontem, reforçou a avaliação de que qualquer conversa sobre redução de juros era prematura, dado o forte crescimento dos salários e as pressões sobre a inflação subjacente. A próxima reunião será realizada em 07 de março e, embora não haja expectativa de corte nas taxas de juros, alguma mudança no tom do comunicado deve ocorrer. A postura e a sinalização do BCE são consistentes com o nosso cenário de primeira redução dos juros em junho.

Muitos membros do Fed falaram publicamente ontem. Em linhas gerais, as autoridades também reiteraram a visão de que não há pressa em começar a cortar os juros. O diretor Christopher Waller, por exemplo, afirmou que o forte crescimento do PIB no 4º trimestre, a força demonstrada pelo mercado de trabalho nos últimos meses e os preços ao consumidor em aceleração em janeiro reforçaram preocupações acerca da continuidade do processo de desinflação.  

No Brasil, a arrecadação tributária federal totalizou R$ 280,6 bilhões em janeiro, aumento real de 6,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. Esse resultado refletiu o impacto de algumas medidas governamentais extraordinárias, como a tributação de fundos exclusivos e offshore, além do mercado de trabalho apertado, que vem impulsionando as contribuições previdenciárias. Os efeitos de outras medidas de elevação de receitas (ex: mudanças nas subvenções de ICMS e processos no Carf) devem começar a aparecer nos próximos dados mensais. Prevemos que a arrecadação federal crescerá 9% em 2024, em termos reais.  

Veja todos os detalhes

Economia

Ata do BCE reforça a necessidade de cautela e paciência na condução da política monetária; no Brasil, arrecadação tributária sobe fortemente em janeiro                      

  • A ata da última reunião de política monetária do BCE (Banco Central Europeu), publicada ontem, reforçou a avaliação de que qualquer conversa sobre redução de juros era prematura, dado o forte crescimento dos salários e as pressões sobre a inflação subjacente. Segundo o documento, “os membros sinalizaram que ainda eram necessárias continuidade, cautela e paciência, uma vez que o processo desinflacionário permanece frágil e cortar juros cedo demais poderia reverter alguns dos avanços observados” (tradução própria). No entanto, a autoridade monetária pareceu mais otimista com o cenário de inflação, reconhecendo um balanço de riscos mais equilibrado em relação à meta. A próxima reunião do BCE será realizada em 07 de março e, embora não haja expectativa de corte nas taxas de juros, alguma mudança no tom do comunicado deve ocorrer. A postura e a sinalização do banco central são consistentes com o nosso cenário de que a primeira redução nas taxas de juros da zona do euro será implementada em junho;  
  • A agência S&P Global divulgou ontem que o PMI (Índice de Gerentes de Compras) Composto dos EUA recuou de 52,0 em janeiro para 51,4 em fevereiro. Leituras acima de 50 indicam expansão da economia doméstica. O componente de serviços respondeu pela moderação da atividade (declínio de 52,5 para 51,3), enquanto o da indústria atingiu o maior patamar em 17 meses (de 50,7 para 51,5). O subíndice de novos encomendas recebidas pelas empresas privadas caiu de 52,6 em janeiro para 51,3 em fevereiro. De grande importância, a medida de preços pagos pelos insumos cedeu de 56,9 para 55,0, o nível mais baixo desde outubro de 2020. Enquanto isso, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA diminuíram em 12 mil na semana passada (de 213 mil para 201 mil), já descontados os efeitos sazonais. Este resultado veio abaixo da expectativa do mercado de 218 mil solicitações, reforçando o cenário de mercado de trabalho apertado; 
  • Além disso, muitos membros do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) falaram publicamente ontem. Em linhas gerais, as autoridades reiteraram a visão de que não há pressa em começar a cortar os juros. Por exemplo, o Diretor Christopher Waller afirmou que o forte crescimento do PIB no 4º trimestre, a força demonstrada pelo mercado de trabalho nos últimos meses e os preços ao consumidor em aceleração em janeiro reforçaram a visão de que o Fed precisa verificar se o progresso relacionado à desinflação no segundo semestre de 2023 vai continuar. Waller destacou que o banco central considera flexibilizar a política monetária apenas quando houver sinais claros de que a economia está em recessão ou perto dela, e que não há indicações disso no cenário atual;           
  • No Brasil, a arrecadação tributária federal totalizou R$ 280,6 bilhões em janeiro de 2024, aumento real de 6,7% em relação a janeiro de 2023. Este resultado veio acima da estimativa de mercado (R$ 279,0 bilhões), mas em linha com a nossa expectativa (R$ 280,3 bilhões), representando o pico para o mês em toda a série histórica. A arrecadação de janeiro foi impulsionada pelos maiores montantes de Imposto de Renda Retido sobre ganhos de capital (24,4%), PIS/Cofins (14,4%) e contribuições previdenciárias (7,6%). Em relação ao primeiro, destaque para o impacto de medidas governamentais extraordinárias, como a tributação dos fundos offshore e exclusivos. Isto posto, os maiores efeitos das medidas aprovadas no ano passado aparecerão a partir de fevereiro, sobretudo os decorrentes da mudança nas subvenções de ICMS e do programa de recuperação de créditos no CARF (Conselho de Administração de Recursos Fiscais). Logo, os analistas de mercado devem acompanhar de perto as próximas divulgações de dados mensais. Projetamos que a arrecadação tributária federal totalizará R$ 2,62 trilhões em 2024, expansão real de 9% frente a 2023.  

Commodities

Papel e Celulose: Os preços da BHKP permaneceram em ~US$ 653/t; Futuros para Mar`24 a US$ 640/t

  • Nesta semana, notamos:
    • (i) Desempenho preliminar da receita líquida da Suzano no 1T24E de +13% T/T (top pick em nossa cobertura), enquanto a receita preliminar da Klabin deverá aumentar 9% T/T e da Irani -1% T/T;
    • (ii) Os futuros chineses de celulose de fibra curta estão atualmente em US$ 640/t para Mar`24 (estável S/S) e ligeiramente abaixo dos preços spot de celulose de fibra curta de US$ 653/t na China; e por fim,
    • (iii) A Suzano está negociando a 5,4x EV/EBITDA forward excluindo o projeto Cerrado, um desconto de 22% quando comparado à sua média histórica de 7,0x e em linha comparada aos players de celulose de mercado;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Empresas

B3 (B3SA3): Resultados Fracos | Revisão 4T23

  • A B3 divulgou resultados pouco inspiradores no 4T23, com uma combinação de volumes reduzidos, pressão sobre a receita e despesas acima do esperado. É importante notar que, apesar das despesas mais altas no trimestre, a B3 conseguiu cumprir seu Guidance de despesas para 2023. No entanto, os números da receita ficaram um pouco abaixo das nossas estimativas;
  • A empresa também enfrentou contribuições antecipadas relacionadas à autorregulação, o que impactou negativamente seu EBITDA. O menor EBITDA, parcialmente compensado por uma alíquota de impostos efetiva mais baixa, levou a um lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no trimestre. Mantemos nossa visão cautelosa sobre as ações devido aos fracos volumes de negociação. Acreditamos que o desempenho das ações da B3SA3 será mais influenciado por notícias relacionadas à concorrência potencial e às atividades do mercado de capitais do que pelos resultados financeiros;
  • Embora a B3 continue a ser uma sólida opção de dividendos, mantemos nossa postura conservadora e não esperamos que isso seja gatilho para a valorização de suas ações;
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Vale (VALE3): Resultados do 4T23 – Controle rigoroso dos custos gerando resultados melhores que os esperados

  • A Vale reportou resultados melhores que o esperado no 4T23, com EBITDA Aj. pró-forma de US$ 6,7 bilhões +7% vs. XPe. Com os números operacionais já divulgados, destacamos as soluções de minério de ferro como destaque positivo (EBITDA ajustado +44% T/T), com caixa C1/t de US$ 20,8/t melhorando 5% T/T (com valor no ano fiscal de 2023 de US$ 22,3 /t ligeiramente abaixo do guidance da Vale de US$ 22,5/t).
  • Além disso, a Vale anunciou dividendos de US$ 2,4 bilhões (div. yield de 4,0%), ainda contando com uma posição confortável de balanço, com dívida líquida expandida de US$ 16,2 bilhões já incluindo uma provisão adicional relacionada à Samarco de US$ 1,2 bilhão (abaixo de nossas expectativas de ~ US$ 3,2 bilhões) e sem incluir a entrada de caixa da VBM de ~US$ 3,4 bilhões (que deverá ser incluída no saldo de caixa da Vale assim que a transação for concluída).
  • Após atualizar a Vale esta semana, reiteramos nossa recomendação de Compra para as ações.
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Nubank (ROXO34): Forte como Previsto | Revisão 4T23

  • O Nu divulgou resultados sólidos, ligeiramente abaixo de nossos números e do consenso. A tese do Nu, ou “Nu fórmula”, continua a ter um bom desempenho. As receitas continuaram aumentando, enquanto o custo de servir por cliente permanece controlado, melhorando ainda mais a alavancagem operacional da empresa. O leve aumento no índice de eficiência devido aos custos de marca no Brasil e no México não deve gerar grandes preocupações;
  • Em termos de melhoria da receita, vale destacar o aumento: i) da base de clientes; ii) da taxa de atividade; iii) do percentual de saldos parcelados remunerados (entre as carteiras de cartão de crédito); e iv) da margem financeira líquida (NIM). Com relação à qualidade de crédito, estamos satisfeitos em ver que o NPL>90 finalmente se estabilizou T/T em 6,1%. Como resultado, o lucro líquido atingiu US$ 361 milhões (-3% vs XPe e -2% de consenso), levando a um ROE de 23%. Esperamos uma reação ligeiramente negativa do mercado devido às altas expectativas do mercado;
  • Vemos a Nu sendo negociada atualmente a 5,5x P/BV e 22,5x P/E 24E, antecipando uma parte significativa do crescimento futuro. Portanto, reiteramos nossa recomendação NEUTRA e um preço-alvo de R$ 7,7/ação;
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Sala de Espera XP (Parte 3): Prévias dos Resultados do 4T23

  • Esta é a terceira e última parte das nossas prévias de resultados do 4T23, com as nossas estimativas para a DASA (DASA3):
    • Não mudamos a nossa visão em relação à atual dinâmica difícil do setor, a qual também poderá impactar a DASA;
    • Com relação à operação, acreditamos que a empresa poderá apresentar melhorias na receita e na margem EBITDA ajustada A/A, mas sendo bastante impactada pelo endividamento líquido mais uma vez.
  • Em suma, ainda vemos a Hapvida (HAPV3) como o destaque positivo para esta temporada de resultados, considerando todas as empresas da nossa cobertura;
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Cruzeiro do Sul (CSED3): A joia pouco notada

  • Hoje realizamos uma reunião com o CEO e o IRO da Cruzeiro do Sul. Os destaques da reunião foram:
    • O processo de digitalização que a empresa tem focado já está mostrando resultados positivos;
    • As captações de 2024 podem repetir o cenário positivo que vimos em 2023, tanto para volumes quanto para preços; e
    • A empresa mantém sua diligência em relação à alocação de capital e vê espaço para crescer organicamente, bem como por meio de aquisições.
  • As mensagens transmitidas reforçaram nossa visão já positiva tanto para a empresa quanto para o setor, e continuamos a ver a CSED como a ação com o valuation mais atraente dentro de nossa cobertura de educação (8,3x 2024E P/E);
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Brasil Utilities: MME emite documento sobre Amazonas Energia

  • O Ministério de Minas e Energia (MME) divulgou um documento analisando a situação da concessão da Amazonas Energia e possíveis soluçõespara sua situação crítica;
  • Acreditamos que o diagnóstico e as soluções propostas são justos. Isso é particularmente positivo para a Eletrobras, que tem recebíveis dessa concessionária e pode representar uma oportunidade de crescimento para grupos como Equatoriale Energisa, que têm operações na Região Norte;

Clique aqui para acessar o relatório completo

XP Agronegócio | Risco de baixa do etanol continua diminuindo

  • Apesar das fortes vendas em janeiro, que levaram a um aumento médio de 9,3% nos preços, os estoques de etanol permaneceram em um nível recorde para o período, sustentando sua competitividade. O aumento nos preços do etanol não foi acompanhado pelos participantes do setor de S&E, um movimento difícil de explicar, já que os estoques de etanol eram o principal risco de baixa, em nossa opinião;
  • Apesar das fortes vendas em janeiro, que levaram a um aumento médio de 9,3% nos preços, os estoques de etanol permaneceram em um nível recorde para o período, sustentando sua competitividade. O aumento nos preços do etanol não foi acompanhado pelos participantes do setor de S&E, um movimento difícil de explicar, já que os estoques de etanol eram o principal risco de baixa, em nossa opinião;
  • Para o etanol de milho, o poder de compra está de volta à média de cinco anos devido aos preços mais baixos do milho, após uma queda acentuada que começou em dezembro de 2022;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Aeris Energy (AERI3): Revisão do 4T23 – Baixa rentabilidade gerando resultados fracos, ofuscados por mudanças contábeis

  • A Aeris reportou resultados piores do que o esperado, com rentabilidade baixa impulsionando resultados fracos no 4T23 (margem EBITDA de 4,8%). Observamos:
    • (i) níveis de produção fracos em 802 MW (+2% T/T e -36% A/A considerando os números reapresentados);
    • (ii) melhorias no backlog, apoiadas por renegociações de contratos já anunciadas, com  melhoria na receita potencial de contratos de longo prazo para R$ 11,1 bilhões (vs. R$ 4,1 bilhões no 3T23); e
    • (iii) otimização da estrutura de capital após injeção de capital (dívida líquida/EBITDA UDM de 1,9x vs. 3,0x no 3T23).
  • Além disso, a empresa reavaliou seus padrões contábeis, alterando o reconhecimento de receita para pás faturadas, reapresentando os números históricos a partir do 4T22, tornando os resultados reportados incomparáveis aos nossos números estimados. Reiteramos nossa visão cautelosa e recomendação Neutra.
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Serena (SRNA3): 4T23 Earnings; Novo guidance de EBITDA Ajustado para 2024

  • A Serena reportou seus resultados do 4T23 abaixo de nossas expectativas;
  • Os resultados refletem uma incidência de recursos em linha com o esperado, porém prejudicada por restrições do ONS e por questões de disponibilidade (elegíveis a reembolso);
  • Além disso, a empresa divulgou um novo guidance de EBITDA Ajustado para 2024, reduzindo cerca de 4% em relação ao anterior;
  • Esta revisão pode ser explicada pelo acordo com a EDF e pelas previsões macroeconômicas atualizadas;
  • Temos uma avaliação negativa dos resultados da Serena no 4T23, mas continuamos vendo a empresa negociando com um valuation descontado;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Nubank tem lucro de US$ 1 bilhão em 2023 e se aproxima de meta de 100 milhões de clientes (Estadão);
    • Master compra controle do Will Bank, avançando no varejo popular (Pipeline);
    • B3 (B3SA3) lucra R$ 1,05 bi no 4º tri, queda de 8,2%, e anuncia R$ 374 mi em dividendos (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • Reestruturação leva Grupo Telefónica ao prejuízo em 2023 (telesintese);
    • Anatel publica acórdão que libera uso secundário dos 700 MHz (telesintese);
    • Os desafios e oportunidades do setor de telecomunicações para 2024 (TELETIME);
    • Nvidia impulsiona AMD, ARM, Super Micro, Palantir e outras ações (Valor);
    • Clique Aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • ICMS e a transferência de mercadoria entre filiais (Valor)
    • Governo terá de editar nova MP para manter desoneração enquanto Congresso debate mudanças (Estadão);
    • Shopee abre 10º centro de distribuição no país e acirra corrida logística no e-commerce (O Globo);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Bebidas
      • Beer time? Investors tempted by brewers as spirits sales falter (Reuters);
    • Alimentos
      • Listagem da JBS nos EUA pode ficar para o segundo semestre (Globo Rural);
      • Mobilização de fiscais atrasa produção de carne bovina em Mato Grosso (Globo Rural).
    • Agro
      • Mobilização de fiscais atrasa produção de carne bovina em Mato Grosso (Globo Rural);
      • Agrogalaxy quer vender parte do negócio de sementes (TheAgriBiz).
    • Biocombustíveis
      • Biden Grants Gasoline Shift to Boost Ethanol in Corn Belt (Bloomberg);
      • Ambiente para aprovação de mistura maior de etanol na gasolina é favorável, diz Única (Notícias Agrícolas).
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Saúde: XP Daily | Sua dose diária de notícias
    • Viveo (VVEO3): 7ª Emissão de Debêntures Simples (RI da Companhia);
    • Dasa terá até fevereiro de 2025 para aumentar número de ações em circulação (Valor Econômico);
    • Sindjus requer providências do TJDFT para manutenção da rede credenciada hospitalar do PRÓ-SAÚDE (Sindjus);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Combustível XP: As principais notícias que movem o setor de Óleo & Gás
    • 3R Petroleum marca para 20 de março assembleia para discutir pedido da Maha sobre mudança do conselho (Valor Econômico)
    • Jefferies assessora PetroReconcavo em possível fusão, dizem fontes (Bloomberg Línea)
    • EUA planejam o maior pacote de sanções contra a Rússia em dois anos de guerra (Bloomberg)
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
    • Caixa prepara ações para potencializar o crédito imobiliário (Sinduscon);
    • IFI melhora projeção para o PIB em 2024 e reduz estimativa de inflação (Infomoney);
    • Pedidos semanais de auxílio desemprego nos EUA têm queda inesperada (Infomoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • AES Brasil vai receber propostas vinculantes para seus negócios, avaliados em R$ 7 bilhões (Valor Econômico);
    • Relatório do MME recomenda relicitar Amazonas Energia (Canal Energia);
    • ONS fala em reservatórios bem-posicionados, mas mantém recomendações para poupar água (MegaWhat);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Treasury yields rise as investors consider monetary policy path U.S (CNBC);
  • Carteira de crédito deve ficar estável em janeiro, diz pesquisa da Febraban (Valor);
  • Grupo de credores light apresenta contraproposta (Valor);
  • Master compra o Will Bank, levando tecnologia e carteira de clientes (Brazil Journal);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • FII RBRP11 recebe parcela milionária de venda de imóveis; veja valores (FIIs);
    • Implicações das novas regras para emissão de CRAs e LCAs (The Agri Biz);
    • A nova gestora dos ex-CEO e CFO da BR Properties (Brazil Journal)
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Hyundai prevê investimento de US$ 1,1 bi em carros híbridos, elétricos e movidos a hidrogênio no Brasil até 2032 | Café com ESG, 23/02

  • O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território positivo, com IBOV e ISE em alta de 0,16% e 0,68%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) a montadora sul-coreana Hyundai planeja investir US$ 1,1 bilhão no Brasil até 2032, para desenvolver tecnologias de carros híbridos, elétricos e movidos a hidrogênio verde, segundo informações divulgadas ontem pelo presidente-executivo global do grupo, Eui-Sun Chung, durante encontro com o presidente Lula e ministros – o anúncio vem na esteira do lançamento do programa de Mover do governo federal, que prevê cerca de R$ 19 bilhões em incentivo fiscal para que as empresas invistam em eficiência e descarbonização; e (ii) a PepsiCo vai substituir o uso de combustíveis fósseis em suas fábricas e frota de caminhões por biometano a partir deste ano – com a iniciativa, a companhia planeja neutralizar suas emissões na fabricação local de salgadinhos e contribuir com a redução de cerca de 44% no total de emissões de gases de efeito estufa de suas fábricas em todo o Brasil até 2025;
  • No internacional, o governo Biden disse na quinta-feira que aprovou um pedido dos governadores do centro-oeste americano para permitir a expansão das vendas de gasolina com misturas mais altas de etanol em seus estados, a partir de 2025 – o governo dos EUA atualmente restringe as vendas de gasolina E15, ou gasolina com 15% de etanol, nos meses de verão devido a preocupações ambientais com a poluição gerada;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG. 

Feedback da rodada de reuniões no Rio de Janeiro; Atenções voltadas para temas ESG chave que podem destravar oportunidades de investimento

  • Passamos os últimos dias em uma série de reuniões no Rio de Janeiro com investidores institucionais, discutindo os principais temas da agenda ESG;
  • As principais conclusões foram: (i) maior consenso sobre o papel dos setores altamente poluentes na transição energética; (ii) composição do conselho e política de remuneração de executivos sob escrutínio; (iii) crescente atenção ao papel do governo em diferentes agendas; e (iv) grande foco nas diferentes soluções de energia;
  • De modo geral, notamos que os investidores estão menos concentrados em uma abordagem focada em produtos ESG, e mais direcionados em temas chave que podem destravar oportunidades de investimento. Clique aqui para ler o conteúdo completo.

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A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


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