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Hyundai prevê investimento de US$1,1bi em carros híbridos, elétricos e movidos a hidrogênio no Brasil até 2032 | Café com ESG, 23/02

Hyundai planeja investir US$1,1 bilhão no Brasil até 2032; O governo Biden aprovou um pedido para permitir a expansão das vendas de gasolina com misturas mais altas de etanol em seus estados, a partir de 2025

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território positivo, com IBOV e ISE em alta de 0,16% e 0,68%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a montadora sul-coreana Hyundai planeja investir US$1,1 bilhão no Brasil até 2032, para desenvolver tecnologias de carros híbridos, elétricos e movidos a hidrogênio verde, segundo informações divulgadas ontem pelo presidente-executivo global do grupo, Eui-Sun Chung, durante encontro com o presidente Lula e ministros – o anúncio vem na esteira do lançamento do programa de Mover do governo federal, que prevê cerca de R$19 bilhões em incentivo fiscal para que as empresas invistam em eficiência e descarbonização; e (ii) a PepsiCo vai substituir o uso de combustíveis fósseis em suas fábricas e frota de caminhões por biometano a partir deste ano – com a iniciativa, a companhia planeja neutralizar suas emissões na fabricação local de salgadinhos e contribuir com a redução de cerca de 44% no total de emissões de gases de efeito estufa de suas fábricas em todo o Brasil até 2025.

• No internacional, o governo Biden disse na quinta-feira que aprovou um pedido dos governadores do centro-oeste americano para permitir a expansão das vendas de gasolina com misturas mais altas de etanol em seus estados, a partir de 2025 – o governo dos EUA atualmente restringe as vendas de gasolina E15, ou gasolina com 15% de etanol, nos meses de verão devido a preocupações ambientais com a poluição gerada.

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Brasil

Empresas

PepsiCo vai substituir combustíveis fósseis por biometano em fábricas e caminhões

“A PepsiCo vai substituir o uso de combustíveis fósseis em suas fábricas e frota de caminhões por biometano a partir deste ano. O projeto começará pela maior planta fabril do grupo no Brasil, em Itu, interior de São Paulo, com previsão de início da operação em outubro de 2024. Com a iniciativa, a companhia planeja neutralizar suas emissões na fabricação local de salgadinhos e contribuir com a redução de cerca de 44% no total de emissões de gases de efeito estufa (GEE) de suas fábricas em todo o Brasil até 2025 (escopos 1 e 2, linha de base 2015). Em março de 2024, a fábrica de Itu receberá uma estação de abastecimento de biometano capaz de atender até 100% a demanda de gás para cozimento, fritadeiras, fornos e caldeiras de água da fábrica, totalizando aproximadamente 15 mil metros cúbicos por dia.”

Fonte: Epbr, 22/02/2024

Genco, Minum e Grupo Energia anunciam investimentos de R$ 750 milhões em usinas solares

“A Genco Energia e o Grupo Energia firmaram parceria estratégica com a Minum para o desenvolvimento e construção de um portfólio abrangendo quase 240 megawatts (MW) divididos em 60 pequenas usinas solares no segmento de geração distribuída (GD), que é gerada próxima ao local de consumo. Para isso, as empresas farão um investimento de R$ 750 milhões. Na primeira tranche de investimentos, já foram aportados R$ 250 milhões para a construção das primeiras plantas e outras duas rodadas que somam mais R$ 500 milhões devem acontecer até 2026. A Genco terá 85% da sociedade, e a Minum e o Grupo energia terão 7,5% cada. Cerca de 30% do aporte será com capital próprio dos sócios e 70% financiados por dívida. Neste arranjo, a Genco entra com o todo aporte de capital para a construção das usinas fotovoltaicas, um investimento dos antigos controladores da Focus liderado por Alan Zelazo. A Focus foi incorporada pela Eneva em 2022. A Minum entra com o pipeline e desenvolvimento dos projetos e o Grupo Energia fará a prestação de serviços de engenharia.”

Fonte: Valor Econômico, 22/02/2024

AES começa a receber ofertas vinculantes em março para venda de ativos no Brasil

“A AES Brasil deverá receber em março propostas vinculantes para a compra de seus ativos no Brasil, apurou o Valor. Fontes afirmaram que a Equatorial, CTG, CPFL e Engie estariam entre os grupos interessados em assumir o negócio. Os negócios da AES no Brasil são avaliados em R$ 7 bilhões, segundo fontes. Nessa conta, está embutido uma eventual troca de controle, uma vez que os ativos da companhia são avaliados em R$ 6,4 bilhões.
O Valor antecipou em maio de 2023 que a companhia buscava um sócio para os seus negócios ou mesmo sair do país e tinha contratado o Itaú BBA para assessorá-la na operação. O Goldman Sachs também participa como assessor financeiro. A americana AES Corp é a acionista controladora da empresa. A AES Brasil tem 5,2 GW de capacidade instalada distribuídos em 23 ativos hidrelétricos, eólicos e solares. Deste total, 4,5 GW estão operacionais. Em 2018, a companhia vendeu o controle da Eletropaulo para a italiana Enel e tem se desfeito de ativos para se concentrar em energia renovável.”

Fonte: Valor Econômico, 22/02/2024

Hyundai vai investir US$ 1,1 bi em tecnologias de carros híbridos, elétricos e a hidrogênio no Brasil

“A montadora sul-coreana Hyundai planeja investir US$ 1,1 bilhão no Brasil até 2032, para desenvolver tecnologias de carros híbridos, elétricos e movidos a hidrogênio verde. Os planos foram divulgados nesta quinta (22/2) pelo presidente-executivo global do grupo, Eui-Sun Chung, durante encontro com o presidente Lula (PT), e os ministros Geraldo Alckmin (PSB) e Rui Costa (PT). O anúncio vem na esteira do lançamento do programa de Mobilidade Verde (Mover) do governo federal, que prevê cerca de R$ 19 bilhões em incentivo fiscal para que as empresas invistam em eficiência e descarbonização veicular. Volkswagen, BYD e GM também divulgaram planos de investir em fábricas no país. Até agora, a BYD já anunciou R$ 3 bilhões, a GM mais R$ 7 bilhões e a Volks outros R$ 16 bilhões.”

Fonte: Epbr, 22/02/2024

Pátria atrai BNDES para fundo bilionário com transição energética e mobilidade urbana na mira

“O Pátria Investimentos lançou seu mais novo fundo de investimentos com foco em pequenos e médios projetos de infraestrutura. O novo veículo chega com um grupo de peso como investidor-âncora: o BNDES aportou R$ 500 milhões, o International Finance Corporation (IFC), ligado ao Banco Mundial, investiu R$ 780 mi e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), R$ 125 mi. Um fundo de pensão e o próprio Pátria também entraram no fundo. De início, o veículo já soma R$ 1,5 bilhão em compromissos de capital. Com uma tese ampla para infraestrutura, o Pátria Infra Crédito FIDC, como foi batizado, engloba os setores de energia, saneamento, logística e transporte, mobilidade urbana e telecomunicações. Sócio e responsável pela área de energia do Pátria, Marcelo Souza destaca as áreas de energia renovável, transição energética, mobilidade urbana e infraestrutura de dados. “É difícil falar em foco porque podemos fazer tudo em infraestrutura, mas acreditamos que são nessas áreas que estarão os projetos de pequeno e médio porte”, diz ao Reset.”

Criado na pandemia, Mundo Social, do Magalu, cresce e gera renda para grupos minorizados e ONGs

“Quando a varejista Magazine Luiza, em 2020, acelerou o lançamento da plataforma Parceiro Magalu por conta da pandemia da covid-19, a intenção era a ajudar os micro e pequenos varejistas e os profissionais autônomos a manter seus negócios. Em seguida, no mesmo ano, percebeu-se que era possível fazer mais, ao oferecer um espaço dedicado ao empreendedor de grupos socialmente minorizados, como mulheres e pessoas negras, e que, além disto, oferecesse impacto social positivo a partir da compra, por meio da plataforma Mundo Social. “O Mundo Social é a nossa ferramenta de digitalização de empreendedores que fazem parte de algum grupo minorizado, como mulheres, pessoas negras, pessoas da comunidade LGBTQ+, além de ONGs e projetos sociais que fazem a venda de produtos para subsidiar essas ações”, explica Luiza Helena Trajano, fundadora do Magazine Luiza.”

Fonte: Exame, 23/02/2024

Internacional

O problema com os parques eólicos envelhecidos da Europa

“O barulho das turbinas eólicas de Tahivilla é inevitável. Acima dos campos de trigo em uma direção e das encostas de girassóis em outra, a linha do horizonte dessa ponta tempestuosa do sul da Espanha é um panorama de pás giratórias. As turbinas foram anunciadas como uma etapa vital para atingir as metas de emissão de carbono delineadas no protocolo de Kyoto de 1997, o primeiro tratado climático internacional juridicamente vinculativo. Foi em 2003 que as 98 máquinas de última geração foram erguidas. Agora sua idade está aparecendo. Instaladas ao lado do Estreito de Gibraltar, elas ainda têm uma capacidade de 78,5 megawatts – o suficiente para abastecer 48.000 residências – e sua brancura dentária não desapareceu. “Mas a tecnologia está obsoleta”, diz Marta López Jiménez, diretora de projetos renováveis da Acciona Energía, proprietária das usinas. “Não há atualizações disponíveis.” A batalha contra o aquecimento do planeta pode ser extremamente urgente, mas como a infraestrutura de energia eólica está envelhecendo, uma parte crucial do futuro energético da Europa é uma questão enraizada no passado: o que fazer com suas turbinas mais antigas?”

Fonte: Financial Times, 22/02/2024

Setor de veículos elétricos enfrenta demissões, cortes de produção e planos alterados

“Uma desaceleração global na demanda de veículos elétricos está afetando o setor, custando empregos e levando a mudanças nos planos estratégicos, demissões e cortes de produção, sugerindo que a dor no curto prazo pode retardar a transição para longe dos motores de combustão movidos a gasolina. Na quinta-feira, a montadora de carros de luxo alemã Mercedes diminuiu as expectativas sobre a demanda de EV e disse que atualizará sua linha de veículos com motor a gasolina até a próxima década. A Mercedes adiou sua meta de se tornar totalmente elétrica até 2030. Em vez disso, ela agora diz que manterá os motores de combustão em pelo menos metade de seus veículos até lá. Anteriormente, a empresa havia se resguardado dizendo que a demanda do consumidor ditaria o prazo para a adoção da tecnologia totalmente elétrica. “As altas taxas de juros, os preços moderados do petróleo e a ansiedade em relação à autonomia conspiraram contra a demanda por veículos elétricos. O entusiasmo dos primeiros usuários de VEs não era representativo da demanda de longo prazo e mais ampla por esses veículos”, disse Brian Jacobsen, economista-chefe da Annex Wealth Management, que não possui ações de nenhum fabricante de VEs.”

Fonte: Reuters, 22/02/2024

Grupo de investidores climáticos busca reforçar o apoio após a saída dos EUA

“O maior grupo de investidores climáticos do mundo disse aos membros que sua abordagem não viola as leis antitruste e de valores mobiliários dos Estados Unidos, de acordo com uma carta enviada por e-mail vista pela Reuters, buscando reforçar o apoio dias após a saída chocante de várias grandes empresas. A Climate Action 100+ (CA100+) foi abalada na semana passada pela retirada dos braços de fundos da State Street e da JPMorgan (JPM.N) e da gigante de títulos Pimco, enquanto a BlackRock (BLK.N), gestora de ativos mundial, reduziu seu envolvimento. O grupo tem como objetivo ajudar a facilitar um envolvimento mais eficaz com empresas de alta emissão para ajudá-las na transição para uma economia de baixo carbono. Os membros foram acusados de conluio por alguns políticos republicanos dos EUA, potencialmente violando a lei. A BlackRock e a State Street citaram a importância da independência ao confirmarem seus passos, enquanto o JPMorgan disse que confiaria em suas próprias capacidades de administração. A PIMCO disse que a participação “não estava mais alinhada” com sua abordagem.”

Fonte: Reuters, 22/02/2024

EUA aprovam expansão das vendas de gasolina E15 no Centro-Oeste a partir de 2025

“O governo Biden disse na quinta-feira que aprovou um pedido dos governadores do centro-oeste americano para permitir a expansão das vendas de gasolina com misturas mais altas de etanol em seus estados, a partir de 2025. A Reuters havia noticiado com exclusividade o anúncio iminente no início desta semana. O governo dos EUA atualmente restringe as vendas de gasolina E15, ou gasolina com 15% de etanol, nos meses de verão devido a preocupações ambientais com a poluição atmosférica, embora o setor de biocombustíveis diga que essas preocupações são infundadas. A notícia é agridoce para o setor de etanol à base de milho, que vem lutando há anos pelas vendas do E15 durante todo o ano, mas está frustrado com a data de início em 2025, que foi um ano depois do proposto. Os governadores de Illinois, Iowa, Minnesota, Missouri, Nebraska, Ohio, Dakota do Sul e Wisconsin fizeram o pedido de vendas de E15 durante todo o ano em 2022, dizendo que a medida poderia ajudá-los a reduzir os preços nas bombas ao aumentar os volumes de combustível.”

Fonte: Reuters, 22/02/2024

Regulador dos EUA retira algumas exigências de divulgação de emissões do projeto de regras climáticas

“A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) removeu alguns de seus requisitos mais ambiciosos de divulgação de emissões de gases de efeito estufa das regras corporativas de risco climático que está preparando para adotar, disseram pessoas familiarizadas com o assunto na quinta-feira. A SEC retirou a exigência de que as empresas listadas nos EUA divulguem as chamadas emissões de Escopo 3, que foram incluídas em sua versão original das regras publicadas em março de 2022, disseram as fontes. A redução dessas regras seria um golpe na agenda do presidente Joe Biden para enfrentar as ameaças das mudanças climáticas por meio de agências federais. Biden, um democrata, tem sofrido pressão de muitos legisladores de seu partido para fazer mais e agir em um ritmo mais rápido. As emissões do Escopo 3 representam os gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono, liberados na atmosfera pela cadeia de suprimentos de uma empresa e pelo consumo de seus produtos pelos clientes. Para a maioria das empresas, as emissões do Escopo 3 representam mais de 70% de sua pegada de carbono, de acordo com a empresa de consultoria Deloitte.”

Fonte: Reuters, 22/02/2024

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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Moura Dubeux (MDNE3): De tijolo em tijolo construindo uma agenda promissora(link)

Unipar (UNIP3) e Braskem (BRKM5): Entendendo os desafios (e oportunidades) do setor petroquímico no Brasil(link)

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Cosan (CSAN3): Principais destaques ESG do Investor Day(link)

ESG na Expert XP 2023: As três principais mensagens que marcaram o tema no evento(link)

Relatórios Semanais (Brunch com ESG)

Atenções voltados para a agenda de Lula em Nova York e os desdobramentos da Semana do Clima (link)

1° título verde soberano do Brasil avança; ORVR3 emite SLB no valor de R$130M; Bancos públicos de desenvolvimento se encontram (link)

Expert XP 2023 coloca transição energética em pauta; Marco legal de captura de carbono avança; Investidores pressionam BlackRock (link)


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