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Alta do petróleo, PIB dos EUA e dados de trabalho no Brasil no radar

Redução da taxa Selic e preço do petróleo são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 30/04/2026

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IBOVESPA -2,05% | 184.750 Pontos

CÂMBIO +0,21% | 4,99/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em queda de 2,1%, aos 184.750 pontos, o sexto pregão consecutivo que o índice termina no campo negativo. O movimento foi pressionado pela divulgação de balanços mais fracos referentes ao 1T26, o aumento nos preços do petróleo e enquanto os investidores aguardavam as decisões de juros do Copom e Federal Reserve.

As petroleiras se destacaram, com Petrobras (PETR3, +2,7%; PETR4, +2,5%) e Prio (PRIO3, +2,6%) avançando com a alta do petróleo.  WEG (WEGE3, -7,2%) e Vale (VALE3, -6,3%) lideraram as perdas após resultados abaixo do esperado.

Para o pregão de hoje, o destaque fica para o PIB do 1º trimestre nos EUA, e as decisões de juros na Zona do Euro e Reino Unido. No micro, o foco recai sobre a temporada de resultados do 1T26, com AgroGalaxy e Irani no Brasil, e Apple, Lilly, Mastercard e Merck no exterior.

Renda Fixa

Os juros futuros dispararam nesta quarta-feira, diante da escalada do petróleo acima de 5%, do tom mais conservador do Fed em meio à guerra no Oriente Médio e da criação de vagas formais acima do esperado no Brasil. Nos EUA, a T-note de 2 anos encerrou em 3,93% (+9 bps), a T-note de 10 anos em 4,41% (+6 bps) e o T-bond de 30 anos em 4,98% (+5 bps). No Brasil, a curva de DIs teve forte abertura, com pressão mais intensa na parte intermediária e longa diante do dado de mercado de trabalho e do risco de viés hawkish do BC, com o DI jan/27 em 14,21% (+9 bps), o DI jan/29 em 13,85% (+27 bps) e o DI jan/31 em 13,84% (+25 bps).

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: 0,1%; Nasdaq 100: 0,2%), após a divulgação de resultados mistos das Big Techs e com pressão adicional vinda da alta do petróleo. No corporativo, destaque negativo para Meta Platforms (-6% antes da abertura), pressionada por frustração com crescimento de usuários e capex, enquanto Alphabet (+6,3%) e Amazon (+2,1%) avançam após resultados sólidos, especialmente em cloud. Microsoft teve reação mais neutra, apesar do forte crescimento do Azure. No macro, o Federal Reserve manteve os juros inalterados (3,5%–3,75%), com divisão alta interna (8-4) e sinalização de maior cautela com inflação, reduzindo a probabilidade de cortes no curto prazo.

Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: 0,3%), apesar de petróleo ainda em alta e tensões no Oriente Médio. Setorialmente, setor automotivo lidera as perdas, seguidos por bancos, enquanto Oil & Gas avança. No macro, o foco se volta para decisões do European Central Bank e do Bank of England, além de dados de PIB e inflação.

Na China, os mercados fecharam em queda (CSI 300: -0,1%; HSI: -1,3%). No restante da Ásia, o tom foi negativo, com o Nikkei 225 (-1,1%) devolvendo parte dos ganhos recentes e o Kospi (-1,4%) também em queda, apesar de acumular o melhor mês em quase três décadas, impulsionado por semicondutores.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão de quarta-feira com leve alta de 0,06%, em uma sessão marcada pela decisão do Copom. Entre os segmentos, o desempenho foi misto. Os Fundos de Recebíveis se destacaram positivamente, com avanço de 0,19%, registrando o melhor índice de aproveitamento do segmento ao longo da semana. Já os FIIs de tijolo encerraram o dia levemente negativos, com queda de 0,07%: shoppings e ativos logísticos recuaram 0,20% e 0,10%, respectivamente, enquanto lajes corporativas cederam 0,07%. Os fundos híbridos avançaram 0,24%, enquanto os multiestratégia registraram leve alta de 0,08%. Os Fundos de Fundos encerraram próximos da estabilidade, com valorização de 0,09%. Nos destaques individuais, o KCRE11 liderou as altas, com valorização de 1,7%, seguido por RECR11 e MCRE11, ambos com ganho de 1,3%. Na ponta negativa, o TOPP11 recuou 4,1%, o BPML11 cedeu 2,4% e o JSRE11 encerrou o pregão com queda de 1,2%.

Economia

O preço do petróleo (tipo Brent) se aproximou de US$ 120 por barril, o maior patamar desde meados de 2022, em meio ao impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã. Ontem, o Presidente Donald Trump rejeitou a proposta iraniana de reabrir o Estreito de Ormuz e deixar a discussão sobre o programa nuclear do país para um segundo momento.

O Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) manteve a taxa básica de juros no intervalo entre 3,50% e 3,75%, conforme amplamente esperado. Quatro dos doze membros do Comitê de Política Monetária votaram de forma diferente da maioria, a dissidência mais relevante desde outubro de 1992. Três dos dissidentes apoiaram a manutenção de juros, mas se opuseram à inclusão de viés acomodatício no comunicado, sinalizando resistência a cortes de juros futuros. Apenas o Diretor Stephen Miran votou por uma redução de 0,25 p.p.. O comunicado destacou que a inflação permanece elevada, em parte refletindo o aumento recente nos preços globais de energia. Nosso cenário não prevê cortes de juros em 2026. 

No Brasil, o Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 p.p., para 14,50%, confirmando as expectativas. O comunicado pós-reunião indicou que o cenário de inflação se deteriorou, à medida que os dados correntes e as projeções (incluindo as do próprio Copom) estão “distanciando-se adicionalmente da meta”. Por outro lado, o comunicado reiterou que as atuais condições monetárias restritivas têm sido efetivas para conter o crescimento da atividade, “criando condições para que ajustes no ritmo e extensão dessa calibração, à luz de novas informações, sejam possíveis”. A projeção de inflação do Copom para o IPCA de 2027 – atual horizonte relevante de política monetária – aumentou de 3,3% para 3,5%. A elevação foi mais intensa do que a esperada pela maioria dos participantes do mercado (entre 3,3% e 3,4%). Nosso cenário projeta a taxa Selic em 13,50% ao final de 2026. No entanto, uma calibração menor ou mais lenta vem se tornando mais provável, já que o cenário inflacionário pode se deteriorar adicionalmente nos próximos meses. Para uma análise detalhada sobre a decisão do Copom, clique aqui.      

No campo político, o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), por 42 votos a 34. Messias precisava de no mínimo 41 votos favoráveis. De acordo com o time de Análise Política da XP, a derrota do governo deve manter em segundo plano outras nomeações pendentes, como é o caso das duas vagas de diretorias abertas no Banco Central.

Veja todos os detalhes

Economia

Federal Reserve mantém juros em meio à piora no cenário de inflação; Copom reduz a taxa Selic novamente em 0,25 p.p., para 14,50%

  • O preço do petróleo (tipo Brent) se aproximou de US$ 120 por barril, o maior patamar desde meados de 2022, em meio ao impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã. Ontem, o Presidente Donald Trump rejeitou a proposta iraniana de reabrir o Estreito de Ormuz e deixar a discussão sobre o programa nuclear do país para um segundo momento. Os ativos de risco registraram perdas na maioria dos mercados;
  • Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (banco central) manteve a taxa básica de juros no intervalo entre 3,50% e 3,75%, conforme amplamente esperado. Quatro dos doze membros do Comitê de Política Monetária votaram de forma diferente da maioria, a dissidência mais relevante desde outubro de 1992. Três dos dissidentes apoiaram a manutenção de juros, mas se opuseram à inclusão de um viés acomodatício no comunicado, sinalizando resistência a cortes de juros futuros. Apenas o Diretor Stephen Miran votou por uma redução de 0,25 p.p.. O comunicado destacou que a inflação permanece elevada, em parte refletindo o aumento recente nos preços globais de energia. Na coletiva de imprensa que sucedeu a decisão de juros, o Presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que o impacto da guerra no Oriente Médio sobre os preços “ainda não atingiu o pico”. Powell sinalizou que pretende permanecer como diretor do banco central após o término de sua presidência em maio, até que a investigação do Departamento de Justiça sobre as reformas na sede da instituição esteja “verdadeiramente concluída”. Mais cedo, o Comitê Bancário do Senado aprovou, em votação partidária, a indicação de Kevin Warsh como sucessor de Powell, encaminhando o nome para o plenário da Casa, que tem maioria republicana. Nosso cenário não prevê cortes de juros em 2026;    
  • No Brasil, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) reduziu a taxa Selic em 0,25 p.p., para 14,50%, confirmando as expectativas. O comunicado pós-reunião indicou que o cenário de inflação se deteriorou, à medida que os dados correntes e as projeções (incluindo as do próprio Copom) estão “distanciando-se adicionalmente da meta”. Ademais, o Comitê incluiu no balanço de riscos a possibilidade de que as expectativas de inflação de médio prazo incorporem “impactos potenciais de segunda ordem de restrições de oferta de petróleo e seus derivados”. Por outro lado, o comunicado reiterou que as atuais condições monetárias restritivas têm sido efetivas para conter o crescimento da atividade, “criando condições para que ajustes no ritmo e extensão dessa calibração, à luz de novas informações, sejam possíveis”. Em outras palavras, a piora do cenário inflacionário não foi suficiente para alterar o plano do Copom de continuar calibrando (isto é, reduzindo) a taxa de juros. A extensão e o ritmo da calibração – de 0,25 p.p. ou 0,50 p.p. por reunião – dependerão do fluxo de novas informações, incluindo dados “sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio”. A projeção de inflação do Copom para o IPCA de 2027 – atualmente o horizonte relevante de política monetária – aumentou de 3,3% (conforme divulgado no último Relatório de Política Monetária) para 3,5%. A elevação foi mais intensa do que a esperada pela maioria dos participantes do mercado (entre 3,3% e 3,4%). Nosso cenário projeta a taxa Selic em 13,50% ao final de 2026. Esse cenário considera dois cortes de 0,50 p.p. nas reuniões de junho e agosto – à medida que as tensões no Oriente Médio arrefeçam e os preços do petróleo recuem para a faixa de US$ 80 a US$ 90 por barril – seguidos por uma pausa para avaliação durante o período eleitoral. No entanto, uma calibração menor ou mais lenta vem se tornando mais provável, já que o cenário inflacionário pode se deteriorar adicionalmente nos próximos meses. De fato, nossas projeções para o IPCA estão acima das do Copom tanto para 2026 quanto para 2027. Para uma análise detalhada sobre a decisão do Copom, clique aqui;  
  • O Caged mostrou criação líquida de 228,2 mil empregos formais em março, bem acima das expectativas (Mercado: 148,6 mil; XP: 165,0 mil). Em termos dessazonalizados, o saldo aumentou de aproximadamente 130 mil em fevereiro para 175 mil em março, com a média móvel de três meses avançando de 70 mil para 135 mil. A melhora foi disseminada entre os setores, com Serviços liderando (115 mil), seguidos por Comércio (33 mil), Construção (21 mil) e Indústria (16 mil). Os salários permaneceram em alta, a despeito de alguns sinais de moderação. As estatísticas do CAGED reforçaram o cenário de mercado de trabalho aquecido e aceleração da atividade doméstica no curto prazo;
  • O governo central registrou déficit primário de R$ 73,8 bilhões em março, muito pior do que o superávit de R$ 1,6 bilhão no mesmo mês do ano passado. O resultado ficou próximo à projeção de mercado (-R$ 72,4 bilhões) e nossa expectativa (-R$ 71,7 bilhões). O pagamento de precatórios impactou de forma relevante o resultado geral. Excluída esta rubrica, o déficit primário teria sido de R$ 7,2 bilhões. As receitas líquidas cresceram 7,5% em relação ao mesmo período de 2025, impulsionadas por IOF, imposto de importação e IRPJ/CSLL. Pelo lado das despesas, mesmo descontados os precatórios, houve crescimento forte em benefícios previdenciários e pessoal. Os dados ainda não refletem a recente alta do petróleo, que deve elevar substancialmente as receitas com royalties, nem as desonerações e subvenções implementadas pelo governo para mitigar o aumento nos preços dos combustíveis. Nossa projeção de déficit primário de R$ 44,3 bilhões em 2026 (-0,3% do PIB) deve ser revisada após a incorporação dos efeitos de medidas governamentais recentemente anunciadas;  
  • No campo político, o plenário do Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), por 42 votos a 34. Messias, que precisava de no mínimo 41 votos favoráveis, não ocupará a vaga na Corte deixada após a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. De acordo com o time de Análise Política da XP, a derrota do governo deve manter em segundo plano outras nomeações pendentes, como é o caso das duas vagas de diretorias abertas no Banco Central. O tema deve voltar ao radar do Palácio do Planalto somente depois de uma definição sobre a estratégia de atuação a respeito da vaga de ministro no STF;  
  • Hoje, a agenda internacional traz a divulgação de importantes indicadores econômicos dos Estados Unidos: PIB do 1º trimestre de 2026 (primeira leitura); deflator das despesas de consumo pessoal (PCE) — métrica de inflação favorita do Federal Reserve — de março; renda e gastos pessoais de março; e pedidos iniciais de seguro-desemprego na semana passada. Na Zona do Euro, os analistas de mercado acompanharão os dados do PIB do 1º trimestre, a leitura preliminar do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de abril e a taxa de desemprego de março. Além disso, o Banco Central Europeu anunciará sua decisão de política monetária, seguida por coletiva de imprensa com a Presidente Christine Lagarde. O Banco da Inglaterra também anunciará sua decisão de juros, acompanhada da ata da reunião e de uma carta aberta sobre a trajetória da inflação. No Brasil, destaque para a publicação de estatísticas do mercado de trabalho (PNAD Contínua) e do setor público consolidado (União, governos regionais, empresas estatais) referentes a março.  

Empresas

Multiplan (MULT3): Tendências operacionais sólidas parcialmente compensadas por maior inadimplência

  • Os resultados da Multiplan no 1T26 vieram amplamente em linha, com crescimento saudável de vendas e SSS de 5,1%, sustentados por expansões recentes e bom desempenho de Alimentação e Serviços, apesar do aumento da inadimplência para 2,4%;
  • A forte alta da receita (+58% A/A) foi explicada pela venda não recorrente de 10% do BH Shopping, enquanto EBITDA e FFO ficaram levemente abaixo das estimativas, pressionados por custos imobiliários e despesas normalizadas. O balanço seguiu sólido, com redução da alavancagem (DL/EBITDA em 2,13x) e distribuição relevante de JCP;
  • Mantemos visão positiva e recomendação de compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Motiva (MOTV3): Resultados do 1T26 – Entrega operacional forte em todos os segmentos; positivo

  • A Motiva reportou resultados positivos, com EBITDA ajustado ex‑aeroportos de R$2,3bn (+8% A/A, em linha com nossas estimativa).
  • Destacamos:
    • (i) forte desempenho operacional em todos os segmentos (EBITDA +15% A/A em rodovias* e +8% A/A em mobilidade urbana), impulsionado principalmente por
      • (a) menores despesas relacionadas ao encerramento das operações da ViaOeste e das Barcas,
      • (b) mudanças contábeis na Motiva Paraná, e
      • (c) custos de energia mais baixos em mobilidade urbana (especialmente nas concessões de São Paulo);
    • (ii) redução dos compromissos de capex para R$55bn (vs. R$56bn no 4T25), refletindo o avanço na execução de investimentos; e
    • (iii) alavancagem praticamente estável em 3,6x dívida líquida/EBITDA. Mantemos nossa recomendação de Compra.
  • Clique aqui para ver o relatório.

Iochpe-Maxion (MYPK3): Melhorias operacionais em curso, resultados melhores a seguir; revisão do 1T26

  • A Iochpe Maxion divulgou resultados em linha no 1T26, com EBITDA ajustado de R$ 363 milhões (+3% vs. XPe, +2% A/A);
  • A receita líquida de R$ 3,8 bilhões ficou em linha com a sazonalidade, refletindo ventos contrários de câmbio e volumes mais fracos;
  • Particularmente na América do Norte, parcialmente compensados por tendências mais resilientes e ganhos de participação de mercado na América do Sul e na Europa, respectivamente;
  • A margem EBITDA ajustada ficou em 9,5%, em linha com a XPe e +0,4 p.p. A/A, apoiada por ajustes contínuos de capacidade, um mix mais favorável e estabilização dos preços de matérias-primas;
  • Olhando à frente, vemos de forma positiva as indicações de recuperação de volumes, especialmente sinais mais claros de normalização dos volumes na América do Norte, ramp ups de OEMs chineses e melhora da visibilidade de pedidos no Brasil;
  • No entanto, com os ventos contrários de câmbio devendo persistir no 2T e o 1T efetivamente em breakeven, vemos espaço para revisões negativas de lucro;
  • Embora a diversificação geográfica da Iochpe mitigue riscos em momentos de baixa de ciclo, notamos que ela também implica menor alavancagem à esperada virada de ciclo;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Utilities: Prévia de Resultados 1T26

Axia e Energisa Devem se Destacar

  • Para a temporada de resultados do 1T26, esperamos números fortes para Axia e Energisa, resultados mistos para as demais geradoras e resultados saudáveis para Orizon;
  • As geradoras de energia tendem a apresentar um quadro misto, pois: i) o curtailment segue elevado e impactando o segmento de renováveis; ii) GSF baixo e preços spot altos pressionam os resultados sazonais das hidrelétricas;
  • Para as distribuidoras listadas (EQTL e ENGI), esperamos a continuidade de uma dinâmica de volumes e margens saudáveis, com custos controlados;
  • No saneamento, a Sabesp deve seguir entregando resultados robustos, sustentados por um crescimento modesto de volumes;
  • Já a ORVR deve manter tendências operacionais similares às recentes, com margens sólidas e gate fees em alta;
  • Aproveitamos também para atualizar nosso preço-alvo de para o final de 2026 para SBSP3 para R$ 31,5/ação após o split de ações, mantendo inalteradas nossas estimativas e recomendação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Suzano (SUZB3): Volumes sazonalmente mais fracos e FX pressionam os resultados

  • A Suzano reportou resultados abaixo do esperado no 1T26, com EBITDA ajustado de R$4,6 bilhões (-9% vs. XPe, -6% vs. consenso), refletindo volumes sazonalmente mais fracos em celulose e papel, parcialmente mitigados por um desempenho melhor de custos (especialmente em celulose);
  • Destacamos: (i) EBITDA de celulose mais fraco (-15% T/T), impulsionado por menores envios (-17% T/T), majoritariamente impactados pelas paradas de manutenção ao longo do trimestre e pela valorização do BR;
  • Apesar de preços de celulose mais firmes em USD (+4% T/T); e (ii) resultados mais fracos em papel (EBITDA -14% A/A), em função de volumes menores, com destaque para embalagens nos EUA;
  • Olhando à frente, embora os volumes devam melhorar sazonalmente a partir do 2T26E, a valorização contínua do BRL e o momentum mais fraco de preços de celulose seguem como ventos contrários (em meio a sinais de um possível pico do ciclo na China);
  • Ainda assim, a assimetria de valuation segue positiva em nossa visão, com yields de FCF acima de 12% em 2026‑27E, atrativos mesmo sob premissas conservadoras, compensando parcialmente o momentum mais fraco no curto prazo tanto em celulose quanto em FX;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

WEG (WEGE3): Pesquisa da XP: Sentimento fica mais bearish

  • Após a divulgação do 1T26 da WEG, conduzimos uma pesquisa com investidores para mapear suas impressões;
  • Observamos um sentimento mais bearish, consistente com a performance de -7% do papel hoje;
  • A maioria dos respondentes viu os resultados como piores do que o esperado, com 67% enxergando como um gatilho para vender;
  • Em nossa visão, apesar de um miss de headline relativamente moderado, a lucratividade subjacente foi mais fraca, com margens recorrentes sugerindo um patamar inferior daqui em diante e ventos contrários de FX persistindo;
  • Reforçando preocupações de resultados no curto prazo e aumentando a probabilidade de revisões negativas de estimativas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Locação de Veículos: Avaliando as Implicações de Programas Recentes de Incentivos ao Crédito

  • Analisamos os incentivos governamentais atualmente em vigor e em discussão (em parceria com nosso time de Política) e identificamos potenciais implicações para as empresas sob nossa cobertura;
  • No lado negativo, destacamos:
    • (1) em Locação de veículos pesados, alertamos para VAMO, MILS e ARML, já que incentivos à venda de caminhões e máquinas podem afetar a demanda por locação e criar um ambiente mais desafiador para a venda de ativos usados (principalmente para VAMO e ARML);
    • (2) em Locação de carros, RENT e MOVI podem enfrentar leve pressão de receita em função de iniciativas voltadas a motoristas de aplicativos (ainda que com impacto agregado limitado).
  • Por outro lado, Automob tende a ser beneficiada por incentivos à venda de veículos novos, tanto no segmento leve quanto no pesado;
  • No geral, vemos um risco mais relevante para locação de veículos pesados em comparação com locação de carros diante dos potenciais incentivos governamentais;
  • Clique aqui para ver o relatório.

Varejo XP: O debate sobre a taxa das blusinhas está de volta

  • Nesta edição do Carrinho XP, revisitamos o debate sobre a taxa das blusinhas e avaliamos as potenciais implicações para os varejistas brasileiros, após a retomada da discussão nas últimas semanas;
  • Dito isso, a resistência de autoridades-chave do governo, incluindo o vice-presidente Geraldo Alckmin e o Ministério da Fazenda, juntamente com a mobilização política em torno de outras prioridades (ex.: o debate do 6×1), pode mais uma vez empurrar essa discussão para segundo plano;
  • Ainda que o imposto federal de importação fosse reduzido ou eliminado, não esperamos que as importações de pequeno valor retornem aos níveis pré-Remessa Conforme, uma vez que essas compras continuariam sujeitas aos tributos estaduais (e potencialmente a uma alíquota federal menor);
  • Enquanto isso, acreditamos que os varejistas brasileiros de vestuário estão mais bem posicionados para competir, oferecendo uma proposta de valor mais atrativa tanto em produto quanto em preço;
  • No geral, estimamos um impacto potencial de até ~5% para o segmento de vestuário, o que, em nossa visão, já está mais do que precificado dada a performance recente das ações;
  • Assim, reiteramos Lojas Renner como uma de nossas principais escolhas no setor;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

3Tentos (TTEN3) | Prévia do 1T26 & atualização do modelo: um ótimo começo de ano; continua sendo nossa top pick

  • Nesta Neste relatório, nós:
  • estamos divulgando nossa prévia do 1T26, que esperamos ser forte e representar uma redução de risco para a tese de investimento;
  • estamos atualizando nossas estimativas e nosso preço-alvo para o final de 2026 (26YE TP) para BRL 21,6/ação (de BRL 23,6/ação), queda explicada principalmente por premissas mais cautelosas para despesas logísticas; e
  • trazemos uma atualização rápida sobre os principais fatores que afetam nossas estimativas.
  • Clique aqui para ver o relatório.

Petrobras (PETR4) | A joia da coroa – Destaques do Investor Tour 2026 da Petrobras

  • Nesta terça-feira (28), a Petrobras realizou seu Investor Tour 2026 no Rio de Janeiro. A edição deste ano teve foco no campo de Búzios e em suas perspectivas de crescimento. Aproveitamos essa oportunidade para apresentar uma visão mais aprofundada do ativo;
  • O campo produz atualmente cerca de 950 kbpd de petróleo e deve crescer nos próximos anos à medida que novas unidades de produção entrem em operação. Vale destacar que o FPSO P-78 (Búzios 7) iniciou a produção no início deste ano e ainda está em fase de ramp-up, enquanto o primeiro óleo do FPSO P-79 (Búzios 8) é esperado em breve;
  • O campo figura como o maior do mundo em águas ultraprofundas e também representa o principal vetor de crescimento da produção de petróleo da Petrobras;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

WEG (WEGE3): Tendências mais fracas sob a superfície

  • Revisão do 1T26 A WEG reportou resultados do 1T26 abaixo do esperado, com lucro líquido de R$1,46 bilhão, -6% vs. consenso e -2% vs. XPe;
  • Além da manchete negativa de desaceleração da receita, a rentabilidade recorrente aponta para um desvio maior vs. consenso, o que, junto aos ventos contrários do câmbio spot ainda em curso, reforça preocupações com o crescimento no curto prazo e eleva o risco de novas revisões para baixo, em nossa visão;
  • As receitas recuaram -6% A/A (-8% T/T), com crescimento neutro ao câmbio de +0% A/A, refletindo uma combinação de vendas domésticas mais fracas de GTD (-36% A/A, impulsionadas por volumes mais fracos em solar), apesar de operações externas relativamente resilientes;
  • A margem EBITDA reportada atingiu 22,2% (-0,2 p. p. T/T), parcialmente sustentada por itens não recorrentes — em base recorrente, estimamos margens mais próximas de ~20%, pressionadas por desalavancagem operacional e ventos contrários de custos;
  • Como ponto positivo, custos mais altos com pessoal confirmam o ramp-up de capacidade em curso, o que deve sustentar o crescimento à frente, acompanhando tendências estruturais de demanda;
  • No geral, vemos uma leitura negativa para o momentum de lucros no curto prazo diante dos resultados de hoje;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Santander Brasil (SANB11): Trimestre mais fraco, com NII e impostos pressionando o resultado

  • O Santander reportou resultados do 1T26 abaixo das nossas estimativas, com lucro líquido recorrente de R$ 3,8 bilhões (-7,3% T/T; -1,9% A/A; vs. XPe de R$ 4,0 bilhões), entregando um ROAE de 16,0%, recuo de 150 bps T/T.
  • O trimestre foi amplamente influenciado pela sazonalidade típica do primeiro trimestre, com contração da carteira, menores receitas de tarifas e deterioração da qualidade de ativos, todos os fatores já antecipados em nossa prévia.
  • Os resultados vieram, de forma geral, em linha na maior parte das linhas de receita, com o NII de Clientes ligeiramente abaixo do esperado e a alíquota efetiva de imposto um pouco acima da nossa estimativa como os principais vetores do resultado abaixo do esperado na última linha.
  • No front de qualidade de ativos, o salto expressivo nas baixas chama atenção, embora pareça refletir uma mudança deliberada de política, e não uma deterioração cíclica incremental.
  • De forma geral, o trimestre é consistente com a tese de normalização gradual, mas reforça que uma reprecificação mais relevante de ROE segue dependente de um ambiente macroeconômico menos adverso e da resolução do ciclo de inadimplência em segmentos específicos.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa


Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX sobe 0,06% e encosta no topo histórico recente (Suno);
    • O que os dados revelam sobre Selic e IFIX (B³ Bora Investir);
    • Rota logística em SP favorece FIIs com aluguéis em alta (Suno);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Governo coloca em consulta pública Plano Nacional de Transição Energética | Café com ESG, 30/04

  • O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em queda, com o IBOV e o ISE caindo 2,05% e 2,27%, respectivamente;
  • No Brasil, o governo brasileiro colocou em consulta pública nesta quarta o Plano Nacional de Transição Energética (Plante), um mapa com quase duzentas iniciativas para o país cumprir os objetivos de sua política de descarbonização setorial – o documento, que receberá contribuições pelo prazo de 45 dias, indica prioridade em temas como segurança e eficiência energética, mobilidade de baixo carbono e novos combustíveis e tecnologias, como hidrogênio e captura de carbono (CCUS);
  • No internacional, (i) enquanto o conflito entre EUA e Irã tem impulsionado o interesse global por energia renovável, a demanda mais fraca na China pesa sobre as perspectivas do setor de solar – segundo a produtora chinesa de painéis solares JinkoSolar, a demanda global por painéis solares deve recuar entre 5% e 10% A/A em 2026; e (ii) o governo da Bélgica planeja comprar os ativos de geração nuclear da francesa Engie no país, em um movimento que, segundo Bruxelas, deve ajudar a garantir o abastecimento de energia – o acordo proposto abrangeria todas as atividades nucleares atualmente pertencentes e operadas pela Engie e por sua subsidiária Electrabel, incluindo os sete reatores nucleares belgas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


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