IBOVESPA +2,44% | 177.547 Pontos
CÂMBIO -0,28% | 5,06/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em forte alta de 2,4%, aos 177.548 pontos, interrompendo uma sequência de cinco sessões consecutivas de queda. O movimento foi marcado por um rali generalizado, com 72 dos 78 papéis do índice fechando no campo positivo, possivelmente refletindo uma retomada mais significativa dos fluxos estrangeiros para o mercado brasileiro. Além disso, a expressiva valorização do petróleo, com o Brent avançando 4,5% no dia, deu suporte adicional ao índice por meio das petroleiras, com destaque para Petrobras (PETR3 +2,4%; PETR4 +2,2%) e PRIO (PRIO3 +2,7%).
O destaque positivo do dia foi WEG (WEGE3, +10,4%), que avançou após divulgar resultados do segundo trimestre acima das expectativas do mercado (veja aqui o comentário completo). Na ponta negativa, TIM (TIMS3, -2,1%) e Vivo (VIVT3, -1,2%) recuaram após os resultados do 2T26 da Claro Brasil indicar um cenário menos positivo para o setor do que nos últimos trimestres. TIM também foi pressionada por uma redução de preço-alvo por um banco de investimentos.
Hoje, tem início a Expert XP 2026, o maior festival de investimentos do mundo. O evento reúne diversos especialistas do mercado financeiro e milhares de participantes do mundo inteiro para promover uma experiência rica em aprendizado e networking. Saiba mais aqui.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram ontem em alta. Nos EUA, as Treasuries avançaram, com a T-note de 2 anos a 4,31% (+5bps), a T-note de 10 anos a 4,66% (+3bps) e o T-bond de 30 anos a 5,15% (+2bps), refletindo a percepção de que a alta dos preços de petróleo pode impactar a política monetária do Fed. No mercado doméstico, a curva de DI também apresentou abertura, em especial nos vértices intermediários e longos, acompanhando a pressão observada nas curvas globais diante da piora das tensões no Oriente Médio, com o DI jan/27 encerrando a 13,95% (+1bp), o DI jan/29 a 14,49% (+8bps) e o DI jan/31 a 14,65% (+5bps). A NTN-B apresentou movimentos mistos, com a B29 a 8,46% (vs. 8,40%), a B35 a 8,19% (vs. 8,28%) e a B50 a 7,64% (estável).
Mercados globais
Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,4%; Nasdaq 100: -0,4%), pressionados pela alta do petróleo e pela cautela em torno dos investimentos em inteligência artificial. Na Europa, o Stoxx 600 cai 0,7%, com perdas disseminadas entre os setores, parcialmente compensadas pela alta das empresas de energia.
Na Ásia, o desempenho foi misto, com destaque para o Kospi (+4,4%), impulsionado por Samsung e SK Hynix, enquanto o Nikkei avançou 0,5%, o Hang Seng subiu 1,0% e o CSI 300 ganhou 0,2%. O Brent sobe cerca de 4,8%, passando de US$ 98/barril, enquanto o WTI avança para acima de US$ 90/barril.
Na temporada de resultados, as ações da Alphabet recuam no pré-mercado após a companhia elevar sua projeção de capex para até US$ 205 bilhões em 2026, reforçando os gastos com inteligência artificial e reacendendo preocupações sobre o elevado custo da expansão da infraestrutura de IA. No dia, os investidores também acompanham os balanços de Dow, American Airlines, T-Mobile e Intel, além dos pedidos semanais de seguro-desemprego e da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de ontem em queda de 0,34%, aos 3.814,78 pontos, em meio à abertura da curva de juros no Brasil e ao aumento da aversão ao risco nos mercados internacionais, impulsionado pela piora do cenário geopolítico no Oriente Médio. Dentre os segmentos, os fundos de tijolo recuaram 0,44%, pressionados principalmente pelas quedas em ativos logísticos (-0,79%), lajes corporativas (-0,54%) e shoppings (-0,19%). Os fundos híbridos também encerraram o dia no campo negativo (-0,38%), assim como os fundos de recebíveis (-0,20%). Já o segmento de multiestratégia/FOFs apresentou estabilidade, com leve alta de 0,01%, sendo o único a fechar o pregão no campo positivo. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram MCRE11 (+3,2%), LIFE11 (+2,6%) e RBRL11 (+2,5%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-11,9%), TRBL11 (-5,7%) e TOPP11 (-3,2%).
Economia
As tensões no Oriente Médio voltaram a se intensificar após ataques dos houthis contra petroleiros no Mar Vermelho, elevando os riscos para a oferta global de petróleo e impulsionando o preço da commodity. Nos Estados Unidos, a Câmara dos Deputados aprovou uma medida para evitar uma paralisação do governo federal até dezembro, reduzindo temporariamente a incerteza fiscal antes das eleições legislativas.
No Brasil, o governo reforçou que seguirá priorizando a negociação com os Estados Unidos diante das novas tarifas comerciais, ao mesmo tempo em que anunciou uma nova etapa do Plano Brasil Soberano para apoiar empresas afetadas e ampliar a diversificação dos mercados de exportação.
Na agenda, o destaque internacional será a decisão de juros do Banco Central Europeu e a divulgação da inflação ao consumidor do Japão. No Brasil, não há indicadores econômicos relevantes previstos para o dia.
Veja todos os detalhes
Economia
Mercados acompanham avanço das tensões comerciais e nova alta do preço do petróleo
- As tensões no Oriente Médio voltaram a pressionar o mercado após os houthis do Iêmen reivindicarem ataques contra dois petroleiros sauditas no Mar Vermelho, em meio à implementação de um bloqueio naval contra portos da Arábia Saudita. Relatórios de segurança marítima confirmaram que o petroleiro Encelia foi atingido e sofreu um incêndio a bordo, sem registro de vítimas. O episódio reforçou as preocupações com possíveis interrupções nas rotas marítimas da região, levando parte das embarcações a alterar seus trajetos e elevando o prêmio de risco geopolítico incorporado aos preços da commodity. O petróleo encerrou o dia cotado a US$ 95,50 por barril, acumulando alta diária de 4,93%;
- A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou um projeto para manter o financiamento do governo federal até 4 de dezembro, reduzindo o risco imediato de uma paralisação (“government shutdown”) antes das eleições legislativas de novembro. A proposta agora segue para o Senado, onde dependerá do apoio de parte da oposição para avançar. A extensão temporária do orçamento busca preservar o funcionamento da administração federal enquanto continuam as negociações sobre o orçamento definitivo;
- No Brasil, o governo reiterou que seguirá priorizando a negociação com os Estados Unidos diante das novas tarifas sobre as exportações brasileiras. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Márcio Elias Rosa, afirmou que o governo poderá recorrer à Lei de Reciprocidade, mas que uma eventual resposta deverá ser calibrada para evitar custos maiores à economia doméstica. O governo também busca impedir que a nova tarifa de 12,5% seja cumulativa às medidas já em vigor, o que elevaria a alíquota sobre parte das exportações para 37,5%. Paralelamente, foi anunciada a terceira etapa do Plano Brasil Soberano, com até R$ 18,5 bilhões em financiamentos para capital de giro, investimentos, inovação e diversificação de mercados, com prioridade para exportadores e setores estratégicos. As autoridades reforçaram que a solução negociada com Washington continua sendo o caminho preferencial;
- A Expert XP tem início hoje, reunindo autoridades, economistas e investidores para discutir os principais temas que moldam o cenário econômico e financeiro global. A programação do primeiro dia contará com nomes de destaque internacional, como Janet Yellen, ex-secretária do Tesouro dos Estados Unidos e ex-presidente do Federal Reserve (banco central), e Niall Ferguson, historiador e professor reconhecido por suas análises sobre economia, geopolítica e mercados. O evento deverá concentrar debates sobre política monetária, cenário internacional e perspectivas para os investimentos;
- Na agenda, o principal destaque internacional será a decisão de política monetária do Banco Central Europeu, que poderá oferecer novos sinais sobre o ritmo de flexibilização dos juros na Zona do Euro. Também será divulgada a inflação ao consumidor do Japão, importante para avaliar a continuidade do processo de normalização da política monetária pelo BoJ (banco central). No Brasil, não estão previstas divulgações de indicadores econômicos relevantes.
Empresas
Prévia de Resultados 2T26: Hypera (HYPE3), Dasa (DASA3), Mater Dei (MATD3), Qualicorp (QUAL3)
- Esperamos um trimestre sólido para a maioria das empresas de saúde, apesar das preocupações de que os feriados e a Copa do Mundo pudessem afetar negativamente os volumes;
- Até o momento, esses impactos parecem ter sido limitados, permitindo que a maior parte das companhias entregasse expansão de margem;
- Neste relatório, adicionamos as quatro últimas empresas de nossa cobertura à temporada de resultados, complementando nossa publicação anterior;
- A Hypera deve apresentar um desempenho em linha com as tendências observadas no 1T26, com a forte geração de caixa de R$ 306 milhões como principal destaque;
- Já a Dasa deve reportar um trimestre muito forte, com expansão de 320p.p. na margem EBITDA, enquanto o Mater Dei também deve entregar resultados sólidos, com ganho de 146p.p. na margem;
- Por outro lado, esperamos um trimestre mais pressionado para a Qualicorp, o que nos levou a revisar nosso preço-alvo para R$ 1,70 por ação (vs R$ 2,00 por ação);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Vivara (VIVA3) | Monitor de Preços de Joias: Sob a Lupa; uma análise aprofundada dos preços de joias no Brasil
- Neste relatório, analisamos mais de 14 mil SKUs de seis marcas líderes de joias no Brasil (Vivara, H.Stern e Monte Carlo em Ouro; Life by Vivara, Pandora e Misha em Prata) para avaliar o posicionamento competitivo;
- Em Ouro, Vivara e Monte Carlo se destacam por seu amplo apelo em diferentes faixas de preço e ocasiões, embora o posicionamento da Monte Carlo seja alcançado por meio de uma exposição relevante à prata;
- A H.Stern continua sendo o player mais premium, com preços mais altos e praticamente nenhum desconto;
- Enquanto isso, a Vivara tem um negócio relevante de acessórios, principalmente relógios, enquanto Monte Carlo e H.Stern são players exclusivamente de joias;
- Em Prata, a Pandora se aproximou do posicionamento da Life, mas ainda mantém um prêmio relevante, especialmente em Charms, o principal segmento da categoria;
- A Misha se encontra na faixa inferior do espectro, refletindo sua maior dependência de metais banhados, com exposição limitada à prata de lei;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
XP Varejo: Vitrine XP – O que esperar dos resultados do 2T26
- Esperamos uma temporada mista no 2T, marcada por um cenário macro pressionado e pela Copa do Mundo como principal tema do trimestre, impulsionando artigos esportivos e eletrônicos, enquanto pesa fortemente sobre o fluxo de clientes de forma generalizada;
- Em margens, cerca de 60% da nossa cobertura deve apresentar pressão sobre as margens diante de bases de comparação difíceis, desalavancagem operacional e investimentos;
- A SBF deve ser o claro destaque, com crescimento impulsionado pela Copa do Mundo, ao lado da expansão de rentabilidade da ALPA, enquanto o setor farmacêutico deve permanecer resiliente apesar das bases de comparação difíceis de GLP-1, com a PNVL como destaque;
- O vestuário de renda média deve apresentar vendas nas mesmas lojas (SSS) resilientes apesar das bases de comparação difíceis e expansão da margem bruta do varejo, embora com serviços financeiros mais fracos diante de uma concessão de crédito mais restrita;
- No e-commerce, o GMV do MELI deve permanecer forte (+43% a/a), com margens pressionadas, enquanto os players locais seguem fracos;
- No lado negativo, AZZA e NATU devem ser os destaques negativos, enquanto os varejistas de alimentos devem continuar pressionados por volumes fracos;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
TMT: Prévia do 2T26 | POSI3
- Neste relatório, apresentamos nossas estimativas para a Positivo (POSI) no 2T26:
- Esperamos que a Positivo entregue resultados mistos no trimestre;
- Projetamos crescimento de 11,0% a/a na receita líquida e de 14,9% a/a no EBITDA, impulsionados pelo crescimento de dois dígitos altos no segmento de Infraestrutura, sustentado principalmente pelo forte desempenho das operações de servidores e da Positivo S+;
- Também esperamos uma expansão de 31 bps na margem EBITDA na comparação anual, alcançando 9,1%;
- Por outro lado, acreditamos que o resultado financeiro líquido deve pressionar a última linha;
- Como resultado, estimamos lucro líquido de R$ 7 milhões;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
TMT: Prévia do 2T26 | ISPs
- Neste relatório, apresentamos nossas estimativas para os resultados do 2T26 de Unifique (FIQE3), Desktop (DESK3) e Brisanet (BRST3);
- Acreditamos que a FIQE deve reportar mais um trimestre positivo, impulsionado principalmente pela consolidação de aquisições recentes e pelo aumento da penetração da operação móvel;
- Também esperamos que a DESK apresente melhora operacional, com os ganhos de eficiência sendo o principal destaque do trimestre;
- Para a BRST, esperamos resultados mistos;
- Estimamos crescimento de 14,4% a/a na receita, impulsionado pela contínua expansão da operação móvel, enquanto projetamos compressão da margem EBITDA;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
WEG (WEGE3): Pesquisa XP — Sentimento se torna construtivo
- Após a divulgação dos resultados do 2T26 da WEG, realizamos uma pesquisa com investidores para mapear impressões e posicionamento;
- Os resultados apontam para uma melhora do sentimento, com o indicador atingindo seu maior nível desde o 3T24 e quase metade dos respondentes enxergando os resultados como um catalisador para compra da ação;
- Embora o trimestre reforce nossa confiança de que o crescimento deve reacelerar daqui para frente, continuamos vendo riscos relacionados ao ritmo do ramp up de capacidade e ao ambiente tarifário;
- Após a performance de hoje, acreditamos que o valuation da ação, negociando a 27x P/L 2027, já reflete boa parte dessa melhora esperada no crescimento;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Transportes: Prévia de Resultados do 2T26
- Do lado positivo, destacamos:
- Locação de Veículos, particularmente a Movida, com EBITDA e lucro líquido crescendo 22% e 101% A/A, respectivamente, sustentados por forte crescimento de volumes em RaC, reajustes tarifários contínuos e expansão de margens tanto em RaC quanto em GTF, enquanto a Localiza também deve apresentar números sólidos, com destaque para o forte volume de Seminovos e a resiliência da demanda em RaC; e
- Locação Pesada, liderada pela Vamos, com receitas recordes em Locação e crescimento de 10% A/A no EBITDA de Locação, apoiados por indicadores de demanda em melhora, além da Armac, cujo EBITDA deve avançar 45% A/A, impulsionado por uma relevante expansão de margens de locação e pela consolidação de aquisições;
- Por outro lado, continuamos vendo melhora limitada em Serviços Industriais:
- a GPS deve apresentar crescimento resiliente de receita, mas margens praticamente estáveis em meio a um ambiente ainda desafiador em Catering; e
- a Priner, cuja forte expansão de EBITDA (+84% A/A) reflete principalmente a consolidação da SEMEP, enquanto as tendências operacionais dos negócios legado ainda mostram melhora limitada;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Financials: Recuperação para o NU, cautela para o Inter, pressão para o BB
- Esta é a 3ª parte da nossa prévia de resultados do 2T26, cobrindo Banco do Brasil, Nubank e Inter:
- Para o Banco do Brasil, a pressão persistente da carteira de agronegócio, a piora da qualidade de crédito de PF e a normalização da carteira PJ devem continuar pesando sobre os resultados, levando-nos a projetar um lucro líquido recorrente de R$ 3,4 bn (-10% a/a; -1% t/t), apesar do crescimento modesto do NII e de uma provável contribuição positiva das receitas de serviços e de despesas controladas;
- Para o Nubank, esperamos uma melhora sequencial dos resultados, apoiada por uma normalização gradual do custo de crédito favorecida pelo programa Desenrola, levando o lucro líquido recorrente a US$ 974 mn (+53% a/a; +11% t/t);
- Já o Inter deve continuar apresentando crescimento sólido da carteira e tendências saudáveis de receita, mas esperamos que a pressão contínua da deterioração da qualidade dos ativos e das elevadas despesas com provisões siga sendo um importante fator limitante, restringindo a expansão do lucro apesar da alavancagem operacional positiva e resultando em um lucro líquido de R$ 406 mn (+29% a/a; +3% t/t);
- De forma geral, vemos o 2T do NU como um trimestre de recuperação, enquanto o Inter ainda carece de um impulso claro de curto prazo em meio à pressão sobre a NIM ajustada ao risco. Para o BB, os ventos contrários na qualidade do crédito continuam adiando uma recuperação mais significativa dos resultados;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
WEG (WEGE3): Um passo na direção certa; resultados do 2T26
- A WEG reportou resultados do 2T26 levemente acima do esperado, com lucro líquido de R$1,56 bilhão (+6% vs. XPe, +4% vs. consenso);
- Estimamos crescimento orgânico da receita, neutro ao câmbio, de +7% A/A, com a estabilidade da receita consolidada A/A refletindo uma combinação de mercados externos em alta de +15% A/A em USD (América do Norte +20%), compensada pela apreciação do BRL e por um ambiente doméstico ainda desafiador para GTD;
- Em rentabilidade, a margem EBITDA de 21,8% ficou acima das nossas estimativas, uma vez que ganhos de produtividade, eficiências operacionais e um mix favorável mais do que compensaram custos mais altos de cobre, tarifas e despesas com pessoal relacionadas à expansão de capacidade da companhia;
- No geral, acreditamos que os resultados de hoje reforçam a confiança de que o crescimento pode reacelerar nos próximos trimestres, sustentado por demanda saudável em EEI, backlog sólido em T&D e pelo ramp-up gradual de novas capacidades;
- Dito isso, a 27x P/E 2027E, vemos o valuation atual já incorporando parte dessas expectativas de crescimento futuro, em nossa visão;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- MPF entra com ação para suspender aumento da mistura de etanol de 32% na gasolina (Globo Rural);
- Engie e outras empresas querem antecipar bilhões ao Governo para manter hidrelétricas (Brazil Journal);
- Oncoclínicas vende fatia em empresa na Arábia Saudita por US$ 6,55 milhões (InvestNews);
- S&P National Ratings rebaixa rating da SLC Agrícola para ‘brAA-’ e de duas operações risco SLC Agrícola para ‘brAA- (sf)’; perspectiva estável (S&P National);
- Clique aqui para acessar o clipping.
Estratégia
Temporada de resultados do 2T26: esperamos um trimestre sólido no Brasil
- Nossas estimativas apontam para um trimestre positivo no 2T26, após duas temporadas de resultados consecutivamente mais fracas;
- Para o nosso universo de cobertura da XP (cerca de 140 empresas), a prévia consolidada de resultados indica crescimento de receita líquida de 9,9% A/A, além de forte crescimento de EBITDA e lucro líquido de 20,5% e 19,8%, respectivamente;
- Embora grande parte desse crescimento deva ser impulsionada por Óleo & Gás (que deve responder por 17,3 pontos percentuais do crescimento de 20,5% de EBITDA projetado para a nossa cobertura), ainda esperamos que os setores domésticos apresentem números resilientes neste trimestre;
- Além de Óleo & Gás, vemos TMT, construtoras de baixa renda e Utilidade Pública como os principais destaques positivos, enquanto construtoras de média/alta renda, Papel & Celulose e Varejo Alimentar devem ser os destaques negativos;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Posicionamento dos Fundos de Ações – Julho de 2026
- Atualizamos nossa estimativa do posicionamento dos fundos de ações, analisando regressões em janela móvel que comparam o desempenho dos fundos a vários setores e fatores. Para esta análise, selecionamos fundos com exposição líquida variando de 50% a 150%, com base nos dados mais recentes disponíveis. No mês passado, isso correspondeu a 1.005 fundos com um total de patrimônio líquido de R$ 320,1 bilhões;
- Nos últimos 30 dias, os movimentos de posicionamento foram mais contidos do que nos meses anteriores, com nenhum setor variando mais de ~150 bps;
- Elétricas (+129 bps; -2,6 p.p. subalocado) registrou o maior aumento, recuperando-se após dois meses consecutivos de redução, seguido por Propriedades Comerciais (+110 bps; +8,6 p.p. sobrealocado) e Educação (+80 bps; -1,2 p.p. subalocado);
- Por outro lado, Inst. Financeiras (-146 bps; -8,5 p.p. subalocado) apresentou a maior queda por mais um mês, atingindo uma alocação líquida próxima de zero, seguido por Transportes (-88 bps; +1,3 p.p. sobrealocado) e TMT (-80 bps; +3,3 p.p. sobrealocado), este último esfriando após liderar os fluxos nos dois meses anteriores.
- Os setores com sobrealocação mais concentrada (crowded) são Propriedades Comerciais, Saúde e Papel & Celulose. Os setores mais subalocados (underbought) são Inst. Financeiras, Bancos e Mineração & Siderurgia;
- O Índice de Risco Ativo permaneceu próximo do neutro (z-score de 5 anos praticamente estável em 0,0), estabilizando-se após a recuperação das mínimas e indicando que os fundos mantiveram o posicionamento mais ativo reconstruído nos meses anteriores;
- Clique aqui para acessar o relatório completo
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- PVBI11 negocia com desconto e aposta em redução da vacância (EuQueroInvestir);
- CACR11 encolhe quase 12%, AJFI11 salta 9,6%; IFIX fecha em queda de 0,34% (Suno Notícias);
- Reforma de escritório passa a ser uma estratégia de negócio (Buildings);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Vinci Logística (VILG11) | Preço de negociação atrativo e perspectivas promissoras
- Recomendamos COMPRA para o VILG11, com base nos seguintes fatores:
- Gestão qualificada, com histórico consistente de geração de valor;
- Portfólio de elevada qualidade imobiliária;
- Elevado nível de ocupação (99,5%) e potencial de reajuste dos valores de locação em renovações e revisões contratuais;
- Carteira de locatários amplamente diversificada, com exposição a 64 inquilinos;
- Preço de negociação atrativo, com desconto de 14% em relação à cota patrimonial (VM/VP de 0,86x) e potencial de valorização de 14,8% frente à nossa estimativa de R$ 107,87 por cota;
- Dividend yield de 10,5%, com perspectivas positivas para a distribuição de proventos;
- Clique aqui para mais informações.
- Recomendamos COMPRA para o VILG11, com base nos seguintes fatores:
- ETFs: ETF de S&P 500 em reais supera o índice americano em 40% via câmbio enquanto Bradesco Asset e Investo aceleram a corrida de novos ETFs na B3
- ETF de S&P 500 em reais supera índice americano em 40%: o desempenho do veículo local descolou fortemente do S&P 500 em dólar, e o que explica esse prêmio revela um efeito que todo alocador de ETF internacional em reais precisa entender antes de ler retorno. (InfoMoney);
- Bradesco Asset cria área dedicada a fundo negociado em bolsa (Valor);
- Investo e V8 Capital lançam 1º ETF ligado a índice da B3 de Tesouro prefixado com juros semestrais (E-Investidor);
- HSBC ETFs anuncia dividendos para 15 fundos com pagamentos em agosto (Investing);
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Caixa Econômica Federal capta US$ 230 milhões com a Agência Francesa de Desenvolvimento para projetos de água, saneamento e resíduos sólidos | Café com ESG, 23/07
- O pregão de quarta-feira fechou em alta, com o IBOV e o ISE avançando 2,44% e 1,95%, respectivamente;
- Do lado das empresas, (i) a assembleia geral extraordinária (AGE) da Vale elegeu nesta quarta-feira o português Manuel Lino Silva de Sousa Oliveira, conhecido como “Ollie”, como novo presidente do conselho de administração da companhia – além disso, Ieda Gomes foi eleita como membro do conselho; e (ii) a Caixa Econômica Federal captou US$ 230 milhões com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) para financiar projetos de água potável, saneamento e gestão de resíduos sólidos no país – a operação mescla características de green bonds, em que os recursos são carimbados para projetos específicos, e de sustainability-linked bonds (SLB), que permitem o uso livre do dinheiro, mas vinculam o custo da dívida ao cumprimento de metas ambientais, sociais ou de governança;
- Na política, o acordo proposto pelo governo para encerrar disputas judiciais sobre os cortes de geração de energia renovável pode movimentar até R$ 3,3 bilhões em ressarcimentos às empresas, segundo estimativa divulgada nesta quarta-feira pela Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias (Abeeólica) – o montante, porém, dependerá da adesão dos geradores elegíveis ao termo de compromisso regulamentado em portaria publicada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) na noite de terça-feira;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

