IBOVESPA -0,45% | 169.648 Pontos
CÂMBIO +0,69% | 5,07/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira em queda de 0,5%, aos 169.648 pontos. O índice foi pressionado principalmente pelo desempenho negativo das petroleiras, como Petrobras (PETR3, -1,0%; PETR4, -1,3%) e Brava (BRAV3, -2,7%), que seguem sofrendo com a queda dos preços do petróleo após o anúncio do cessar-fogo entre EUA e Irã. Além disso, o mercado repercute o cenário político e aguarda a “superquarta”, com as decisões de política monetária no Brasil e nos EUA.
RD Saúde (RADL3, +2,2%) foi o destaque positivo do dia, após um banco de investimentos publicar um relatório com recomendação de compra para os papéis da companhia. Na ponta negativa, Braskem (BRKM5, -9,2%) recuou após novos desdobramentos judiciais relacionados aos desastres em Maceió, que reacenderam preocupações sobre o passivo da companhia.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a sessão de ontem em alta ao longo da curva, em movimento de correção dos prêmios domésticos, descolando do ambiente externo mais benigno e refletindo temores fiscais. Nos EUA, os rendimentos dos Treasuries recuaram com a melhora do quadro geopolítico no Oriente Médio e expectativa pela decisão do Fed, com a T-note de 2 anos a 4,05% (-1bps), a de 10 anos a 4,44% (-3bps) e o T-bond de 30 anos a 4,94% (-3bps). No Brasil, a curva encerrou com o DI jan/27 a 14,26% (+2bps), o DI jan/29 a 14,41% (+8bps) e o DI jan/31 a 14,29% (+5bps). A curva NTN-B encerrou com certa estabilidade e ajustes pontuais em vértices intermediários, com a B29 estável em 8,32%, a B35 em 7,84% (vs. 7,94%) e a B50 em 7,43% (vs. 7,42%).
Mercados globais
Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam mistos (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: +0,4%), com os investidores aguardando a decisão do Federal Reserve. Apesar da queda das empresas de tecnologia na sessão anterior, o sentimento segue apoiado pela expectativa de um acordo definitivo entre Estados Unidos e Irã e pela continuidade dos investimentos ligados à inteligência artificial.
Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600: +0,3%). Na China, os mercados fecharam com performances mistas (CSI 300: +1,0%; HSI: -0,7%), após acumular forte alta na semana, enquanto na Ásia as performances foram majoritariamente positivas, com destaque para o Nikkei (Japão), que avançou 0,72% e renovou sua máxima histórica, e para o Kospi (Coreia do Sul), que subiu 1,58%.
IFIX
O IFIX encerrou o pregão de ontem em queda de 0,23%, aos 3.824,21 pontos, recuando 8,94 pontos frente ao fechamento anterior de 3.833,15 pontos. A sessão refletiu maior cautela dos investidores, com negociações concentradas nos papéis de maior liquidez.
Os Fundos de Tijolo cederam 0,20% no dia, com pressão vinda de Lajes Corporativas (-0,34%) e desempenho praticamente estável em Ativos Logísticos (-0,02%), enquanto Shoppings recuaram 0,20%. Os Fundos de Recebíveis, segmento de maior peso no índice com 33,5% de participação, registraram queda de 0,28%. Multiestratégia pressionou o índice com recuo de 0,46%, e os Fundos Híbridos cederam 0,29%. Na contramão, o segmento Fundo de Fundos caiu 0,24%, sendo o único entre os maiores segmentos a registrar desempenho ligeiramente menos negativo.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram KIVO11 (+2,2%), BTAL11 (+1,1%) e BROF11 (+1,1%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por HCTR11 (-4,7%), URPR11 (-3,7%) e MFII11 (-3,4%).
Economia
Nos Estados Unidos, os índices de atividade industrial divulgados ontem vieram abaixo do esperado: o Empire State Manufacturing de junho recuou a 5,7 (consenso: 13,2) e a produção industrial de maio avançou apenas 0,1% m/m. Na zona do euro, a leitura final confirmou a alta de 3,2% do índice de preços ao consumidor de maio.
No Brasil, as vendas no varejo de abril decepcionaram, com queda de 0,7% no varejo ampliado e recuo de 1,5% no varejo restrito, abaixo das expectativas. O choque de energia e a fraqueza em veículos foram os principais vetores. Ainda assim, avaliamos que os fundamentos do consumo seguem sólidos, com mercado de trabalho aquecido e pacote de estímulos do governo. Nossa projeção para o PIB do 2T26 recuou marginalmente de 0,6% para 0,5% t/t.
Na agenda de hoje, o destaque é duplo: decisão do Fed nos EUA e decisão do Copom no Brasil. Lá fora, o mercado precifica manutenção dos juros no intervalo de 3,50% – 3,75%, com foco no dot plot atualizado e na comunicação sobre o balanço de riscos. No Brasil, espera-se um corte adicional de 25 pontos-base da Selic, atualmente em 14,50%. Também serão divulgadas as vendas no varejo de maio nos Estados Unidos.
Veja todos os detalhes
Economia
Superquarta de política monetária: Fed e Copom decidem juros hoje
- Nos Estados Unidos, dois indicadores divulgados ontem apontaram para perda de fôlego do setor industrial. O índice Empire State Manufacturing de junho recuou a 5,7, bem abaixo do consenso de 13,2, sinalizando deterioração das condições manufatureiras no estado de Nova York. Em paralelo, a produção industrial de maio avançou apenas 0,1% em relação a abril, aquém da expectativa de 0,3%, com a utilização da capacidade instalada estável em 76,2%;
- Na Zona do Euro, a leitura final do CPI de maio confirmou a prévia: inflação de 3,2% em 12 meses, acima dos 3,0% de abril e no maior patamar desde setembro de 2023. Energia foi o principal vetor (10,9% a/a), reflexo das pressões do conflito no Oriente Médio. O núcleo subiu de 2,2% para 2,5%;
- No Brasil, as vendas no varejo de abril ficaram abaixo das expectativas, mas os fundamentos do consumo seguem sólidos. A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) mostrou queda de 0,7% no varejo ampliado na comparação com março, abaixo das projeções (XP e Mercado: 0,2%). O varejo restrito recuou 1,5% no mês, também abaixo do esperado (XP e Mercado: -0,6%). O principal destaque negativo foi a categoria de Combustíveis e Lubrificantes, que despencou 6,2% em relação a março, refletindo o salto no deflator do segmento (4,2% m/m) em meio ao choque de energia. Veículos também decepcionaram (-0,7% m/m), assim como outros artigos pessoais e domésticos (-4,6% m/m). No lado positivo, supermercados, alimentos e bebidas avançaram 1,3% m/m, amortecendo parte da queda. Em nossa avaliação, o resultado de abril não altera o cenário para o consumo: o mercado de trabalho aquecido, a expansão da renda real e o pacote de estímulos do governo devem sustentar a demanda doméstica nos próximos meses;
- Na agenda de hoje, o destaque global é a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano) — primeiro meeting presidido pelo novo chair Kevin Warsh. O mercado atribui probabilidade próxima de 100% à manutenção dos juros no intervalo de 3,50%–3,75%; o foco estará no dot plot atualizado e na comunicação de Warsh sobre o balanço de riscos entre inflação e atividade. Ainda nos EUA, serão divulgadas as vendas no varejo de maio, indicador relevante para avaliar a resiliência do consumo americano;
- No Brasil, aguarda-se a decisão do Copom ao final do dia. Desde a última reunião, o cenário inflacionário se deteriorou, com choques globais de oferta ainda presentes, reaceleração da atividade doméstica e interrupção da apreciação cambial, o que deve levar o Copom a elevar sua projeção para o IPCA no 4T27 de 3,5% para 3,6% e a promover mais um corte de 0,25 p.p., para 14,25%, mantendo alguma flexibilidade para ajustes adicionais, mas com comunicação mais cautelosa e menos inclinada a sinalizar novos passos. Nosso cenário-base ainda contempla duas reduções adicionais de 0,25 p.p., até 14,00%, embora uma pausa já nesta reunião tenha ganhado probabilidade, e a retomada dos cortes no próximo ano dependeria do avanço de reformas fiscais, levando a Selic a 11,50% ao fim de 2027.
Empresas
Jalles (JALL3) | Revisão dos resultados do 4Q26: resultados fracos como esperado; guidance levemente abaixo do XPe
- A Jalles reportou resultados fracos, em grande parte em linha com o XPe. A receita líquida somou BRL 488mi, em linha com nossas estimativas, refletindo a estratégia da companhia de priorizar vendas de etanol enquanto retém comercialização de açúcar;
- Os volumes de açúcar vieram em 86k ton (-24% vs. XPe e -53% A/A), enquanto os volumes de etanol atingiram 87k m³ (+15% vs. XPe e +5% A/A). O Adj. EBIT foi fraco e em linha com o XPe, em BRL 36mi (incluindo a liquidação de operações de hedge), mas caiu 61% YoY devido ao menor topline e menor diluição de custos;
- Por fim, o lucro líquido caixa superou nossas estimativas, mas não de forma material a ponto de gerar uma visão mais positiva;
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Vivara (VIVA3): Atualizando nossas estimativas após o 1T26; uma tese que ainda precisa se provar, negociada como uma joia barata
- Atualizamos nosso modelo para incorporar os resultados do 1T, premissas macro revisadas e maiores despesas de SG&A após o EBITDA abaixo do esperado no 1T, além de impactos preliminares da nova legislação trabalhista ‘prestes a ser aprovada’;
- No geral, cortamos nossas estimativas de EBITDA ajustado (excluindo IFRS) e lucro líquido em 5-7% e 6,5-12% em 2026-27, respectivamente, e reduzimos nosso preço-alvo para R$35,0/ação (de R$38,0);
- Apesar disso, mantemos nossa recomendação de Compra, pois (i) esperamos que 2026 evidencie a resiliência do negócio, com métricas operacionais sólidas mesmo sob uma “tempestade perfeita” de pressão de custos, ventos competitivos contrários em Life e poder de compra mais fraco dos consumidores;
- (ii) a nova administração ainda está nos estágios iniciais de implementação de melhorias operacionais;
- e (iii) a ação negocia a um valuation atrativo (7,5-6x P/L em 2026-27e);
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Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
- A Claro continua sendo a maior receptora líquida, enquanto a TIM segue como a maior doadora líquida;
- Para a Vivo, a dinâmica de portabilidade apresentou sinais de melhora;
- Após registrar perdas líquidas em novembro e dezembro, a companhia apresentou ganhos líquidos em todos os meses deste ano (exceto fevereiro) e registrou ganho líquido de 21 mil clientes via portabilidade em maio, o quarto maior ganho mensal nos últimos 20 meses;
- Esses números sugerem que a Vivo permanece bem protegida frente ao aumento da intensidade competitiva;
- Para a TIM, o desempenho de maio apresentou deterioração na comparação mensal, com perda líquida de 151 mil clientes vs. 138 mil clientes em abril;
- As doações brutas para Claro e Vivo aumentaram de 114 mil e 77 mil clientes em abril para 120 mil e 86 mil em maio, respectivamente;
- A média mensal de doações líquidas aumentou para ~136 mil clientes entre out/25 e mai/26, ante ~106 mil clientes por mês em out/24–set/25, implicando deterioração de aproximadamente 30 mil clientes por mês;
- Caso mantido, uma simples anualização implicaria perdas potenciais de cerca de 362 mil clientes em 12 meses, mantendo pressão sobre a base móvel da TIM;
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- Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
- Estamos observando um aumento da atenção e do fluxo de notícias em torno do Super El Niño esperado para ocorrer em 2026-27, com a maioria concentrando-se nas implicações para players de Agro;
- Neste relatório, mudamos o foco para os varejistas, pois vemos três principais canais de transmissão para nossa cobertura: (1) Inflação de alimentos; (2) Dinâmica do clima; e (3) Doenças arbovirais;
- No geral, vemos o aumento da inflação de alimentos como um vento contrário para o setor, embora alguns possam potencialmente se beneficiar desses efeitos ;
- ASAI em tendências marginalmente positivas de SSS, varejistas de vestuário em dinâmicas climáticas favoráveis (com LREN como nossa principal escolha);
- e farmácias em um potencial mix mais alto de HPC e serviços;
- Em termos de timing, vemos efeitos começando a aparecer no 2S26, com alguns se tornando mais pronunciados em 2027;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- FS inicia construção de usina de R$ 2 bi em Querência (The AgriBiz);
- Equatorial definirá diretrizes após se tornar acionista de referência, diz presidente da Copasa (Valor Econômico);
- Procurada por bancos, IG4 tem apoio para controlar a Raízen, mas base de credores é o obstáculo (InvestNews);
- Holcim veta participação da Huaxin na compra de ativos da CSN (Valor Econômico).
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Estratégia
Factor Pulse: Qualidade e Baixo Risco continuam a brilhar
- Qualidade liderou em maio e segue como um dos fatores mais fortes em 2026. Qualidade foi o fator L/S de melhor desempenho no mês passado (+5,1%), uma vez que ações de baixa qualidade recuaram 8,1%, enquanto os nomes de alta qualidade caíram 2,9%. O fator agora acumula alta de 18,6% no ano e de 3,8% em junho MTD.
- Baixo Risco continua dominando no acumulado do ano. Baixo Risco avançou 4,3% em maio e é o fator de melhor desempenho em 2026 (+24,9% YTD), com performance ainda forte em junho MTD (+6,2%). O movimento foi impulsionado pela continuidade da subperformance da ponta de maior risco em maio (-9,5%).
- Valor segue positivo, mas perdeu a liderança no ano. Valor subiu 1,2% em maio, ajudado pela queda mais acentuada da ponta bottom em relação à ponta top (-5,4% vs. -4,1%). O fator segue em alta de 13,9% YTD, mas agora fica atrás de Baixo Risco e Qualidade, além de ser o único fator negativo em junho MTD (-0,5%).
- Nosso tópico especial: analisamos os retornos dos fatores nos 21 pregões seguintes a pontos de mínimo do Ibovespa. Historicamente, carteiras com beta elevado tendem a performar melhor após recuperações de mercado, especialmente as pontas short de Momentum e Baixo Risco, sugerindo que investidores devem ter cautela com exposição a esses fatores nesse ambiente.
- As 10 melhores ações segundo o modelo multifatores: MILS3, LEVE3, UGPA3, MDNE3, VTRU3, PETR4, ALOS3, CXSE3, ABEV3, ITSA4.
- As 10 ações para evitar segundo o modelo multifatores: ONCO3, BHIA3, GFSA3, SOJA3, CASH3, MBRF3, LWSA3, RAPT4, BRKM5, LJQQ3.
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX recua para 3.824,21 pontos e fecha em queda de 0,23% (Suno Notícias);
- Cotistas reprovam balanço do CACR11 em meio à crise envolvendo operações da carteira (Valor Investe);
- ‘O pior ficou para trás’: Como o mercado vive uma nova corrida por escritórios, segundo este gestor (Money Times);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- ETF Brief: BlackRock lança ETF de Bitcoin com renda mensal e gestoras estreiam primeiros ETFs de IA “Mangos” enquanto US\$ 1 bi em apostas alavancadas na SpaceX inundam ETFs em um único dia
- BlackRock lança novo ETF de Bitcoin que gera renda mensal: a gestora combina exposição ao BTC com geração de renda recorrente, levando estratégias de income para o universo cripto. (Exame)
- US asset managers file first ETFs targeting Wall Street’s new obsession: AI ‘Mangos’ (Reuters)
- A Billion Dollars of Leveraged SpaceX Bets Hit ETFs in One Day (Bloomberg)
- China’s Regulator to Support Launch of Active ETF Products (Bloomberg)
- Na véspera de decisão do Fed, Bitcoin avança até US\$ 67 mil apesar de dúvidas sobre acordo no Oriente Médio (Valor)
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Petrobras e Finep lançam edital de R$ 150 milhões para eletrolisador de hidrogênio de baixo carbono | Café com ESG, 17/06
- O pregão encerrou terça-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,45% e 0,73%, respectivamente;
- No Brasil, (i) a Gasmig, subsidiária de gás da Cemig, lançou uma chamada pública para investir até R$ 1 bilhão no fomento a negócios com gás natural renovável, com o processo engajando players locais e internacionais, e evidenciando o forte aquecimento do setor – entre os 11 grupos que enviaram propostas estão a BP, a gigante inglesa do petróleo, e a japonesa Mitsui, por meio da GeoMit; e (ii) a Petrobras e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) lançaram, nesta terça-feira, um edital para o desenvolvimento nacional de um eletrolisador industrial para converter água em hidrogênio de baixa emissão de carbono – o edital prevê um mínimo de 50% de conteúdo nacional e tem o objetivo de baixar os custos, além de desenvolver tecnologia inovadora em relação aos eletrolisadores produzidos fora do país.
- Ainda no país, representantes da indústria eólica cobraram ontem a publicação do decreto que completa a regulamentação da geração de energia offshore para viabilizar o primeiro leilão de áreas ainda em 2026 – prometido pelo governo para maio, o decreto está atrasado e o setor conta com as regras para planejar investimentos e dar o pontapé nessa tecnologia.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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