IBOVESPA -0,36% | 176.010 Pontos
CÂMBIO -0,03% | 5,07/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em queda de 0,4%, aos 176.011 pontos, pressionado pelo aumento das incertezas no cenário doméstico após novas pesquisas eleitorais e pela expectativa em torno de possíveis tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o que se concretizou após o fechamento de mercado.
Totvs (TOTS3, +4,2%) liderou os ganhos do índice, acompanhando o desempenho das empresas globais de software ao longo do pregão. Na ponta negativa, Braskem (BRKM5, -6,2%) liderou as perdas após uma notícia informar que credores da companhia teriam apresentado uma proposta envolvendo diluição dos atuais acionistas no âmbito do processo de reestruturação da empresa.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a quarta-feira com direções mistas. Nos EUA, os rendimentos das Treasuries recuaram após o PPI (Preços ao Produtor) abaixo do esperado e a divulgação do Livro Bege do Fed, com a T-note de 2 anos a 4,15% (-5 bps), a T-note de 10 anos a 4,55% (-3 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,09% (-1 bp).
No Brasil, a curva oscilou entre o alívio vindo do cenário externo e a cautela com o quadro fiscal, além da PMS mais fraca que o esperado. Nesse contexto, o DI jan/27 encerrou a 13,89% (-1 bp), o DI jan/29 a 14,03% (+1 bp) e o DI jan/31 a 14,25% (+3 bps). A curva de NTN-B apresentou leve recuo, encerrando com a B29 a 8,28% (vs. 8,34%), a B35 a 8,03% (vs. 8,06%) e a B50 a 7,55% (estável).
Mercados globais
Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,1%; Nasdaq 100: -0,5%). As ações de chips seguem pressionadas globalmente, com quedas em Nvidia, AMD, Micron e Broadcom nos EUA, após a forte baixa da SK Hynix (-11,5%) na Coreia do Sul e de fabricantes europeias como STMicroelectronics, ASMI e Infineon. Apesar disso, a TSMC reportou resultados acima das expectativas, com lucro crescendo 77% na comparação anual, receita recorde e projeção otimista para o 3º trimestre, além de anunciar um investimento adicional de US$ 100 bilhões no Arizona para ampliar sua capacidade de produção.
Na Ásia, o movimento foi amplamente negativo, com o Kospi (-6,4%) liderando as perdas, Nikkei caindo 2,8% e CSI 300 recuando 1,9%. Na Europa, o Stoxx 600 recua 0,5%, pressionado principalmente pelo setor de semicondutores. No dia, os investidores acompanham os dados de vendas no varejo e pedidos de auxílio-desemprego nos EUA, além dos balanços de UnitedHealth, US Bancorp e Netflix.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de quarta-feira em alta de 0,20%, aos 3.839,16 pontos, frente ao movimento da curva de juros que oscilou entre o alívio vindo do cenário externo e a cautela com o quadro fiscal. Dentre os segmentos, os fundos de tijolo avançaram 0,34%, impulsionados principalmente pelas altas em lajes corporativas (+0,58%), ativos logísticos (+0,50%) e shoppings (+0,19%). Os fundos híbridos também encerraram o dia no campo positivo (+0,07%), assim como os fundos de recebíveis (+0,05%) e o segmento de multiestratégia/FOFs (+0,07%). Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram TOPP11 (+4,8%), BRCR11 (+1,7%) e XPLG11 (+1,7%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por KISU11 (-2,7%), CACR11 (-1,8%) e URPR11 (-1,4%).
Economia
No noticiário geopolítico, os Estados Unidos lançaram novos ataques contra o Irã, com o presidente Donald Trump prometendo intensificar a ofensiva até que Teerã cesse os ataques a navios no Estreito de Ormuz e concorde em reabrir a via marítima. O preço do petróleo (Brent) operou novamente em alta, atingindo quase US$ 86 por barril.
Em relação aos dados econômicos, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos recuou 0,3% em junho contra maio — a primeira queda desde agosto de 2025 —, desacelerando de 6,5% para 5,5% no acumulado em 12 meses. O resultado veio muito abaixo das expectativas. O recuo foi liderado pelo componente de bens, que declinou 1,4%, com o item energia caindo 6,4%. Esse movimento refletiu a queda nos preços do petróleo em junho, antes da nova escalada desta semana, que pode reverter a melhora na inflação de curto prazo.
O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou, ontem, a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida entra em vigor em 22 de julho. Apesar da decisão, bens como petróleo, café, carne bovina, aeronaves e celulose ficaram de fora da nova cobrança. Na prática, grande parte dos produtos mais importantes da pauta exportadora brasileira não será taxada pela nova medida. Logo, o impacto macroeconômico será limitado, em nossa avaliação.
No Brasil, a Pesquisa Mensal de Serviços mostrou contração de 0,4% no setor terciário em maio, após alta de 1,1% em abril. Na comparação com maio de 2025, por sua vez, o setor avançou 0,4%, o 26º resultado positivo consecutivo. A leitura não altera nossa expectativa de desaceleração gradual da atividade ao longo de 2026, com o crescimento do PIB projetado em 2,0%.
Veja todos os detalhes
Economia
Inflação ao produtor vem abaixo do esperado nos Estados Unidos, mas nova escalada no conflito do Oriente Médio mantém incerteza elevada
- No noticiário geopolítico, os Estados Unidos lançaram novos ataques contra o Irã, com o presidente Donald Trump prometendo intensificar a ofensiva até que Teerã cesse os ataques a navios no Estreito de Ormuz e concorde em reabrir a via marítima. O preço do petróleo (Brent) operou novamente em alta, atingindo quase 86 dólares por barril;
- No que diz respeito aos dados econômicos, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos recuou 0,3% em junho. Esse resultado representa a primeira queda desde agosto de 2025 e uma reversão expressiva em relação aos avanços de 1,1% em abril e maio. A mediana das expectativas de mercado indicava alta de 0,3% na margem. No acumulado em 12 meses, o PPI cedeu de 6,5% em maio (revisado para 6,0%) para 5,5% em junho, o menor nível desde o início do conflito no Oriente Médio. O recuo foi liderado pelo componente de bens, que declinou 1,4%, com o item energia tombando 6,4%. Esse movimento refletiu a queda nos preços do petróleo em junho, antes da nova escalada desta semana, que pode reverter a melhora na inflação de curto prazo. O núcleo do PPI, que exclui alimentos e energia, avançou 4,7% em 12 meses, também abaixo do esperado. Assim, o mercado reduziu ainda mais as apostas de elevação de juros pelo Federal Reserve (Fed) em 2026. Nosso cenário prevê manutenção dos juros até o final do ano;
- O Fed publicou ontem o Livro Bege, seu relatório bimestral de condições econômicas regionais. O documento indicou que a atividade econômica avançou moderadamente desde o final de maio, com emprego em leve alta e empresas e famílias reportando alguma redução na pressão inflacionária. Contudo, vários distritos do banco central apontaram incerteza elevada sobre os custos de energia à frente, citando a guerra no Oriente Médio como principal fator de risco. O relatório servirá de subsídio para a reunião do comitê de política monetária do Fed em 29-30 de julho;
- O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) confirmou, ontem, a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida entra em vigor em 22 de julho. O governo de Donald Trump afirma que o Brasil adota práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os Estados Unidos, mencionando temas como o sistema de pagamentos PIX, as vendas externas de etanol, o desmatamento ilegal e a pirataria. Apesar da decisão, bens como petróleo, café, carne bovina, aeronaves e celulose ficaram de fora da nova cobrança. Na prática, grande parte dos produtos mais importantes da pauta exportadora brasileira não será taxada pela nova medida. Logo, o impacto macroeconômico será limitado, em nossa avaliação;
- No Brasil, a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) mostrou recuo de 0,4% no setor terciário em maio, após crescimento de 1,1% em abril. Os principais vetores de queda foram os serviços de transporte e armazenagem (-1,0%). Na comparação com maio de 2025, por sua vez, o setor avançou 0,4%, o 26º resultado positivo consecutivo. No acumulado de janeiro a maio, houve crescimento de 1,9%. O setor permanece cerca de 20% acima do nível pré-pandemia e apenas 0,5% abaixo do pico histórico alcançado em outubro de 2025. A leitura de maio não altera nossa expectativa de desaceleração gradual no volume de serviços ao longo de 2026. Estimamos que o PIB cresceu 0,5% no 2º trimestre em relação ao 1º trimestre deste ano. Nossa projeção para o PIB de 2026 continua em 2,0%;
- Hoje, a agenda internacional traz a divulgação de dados de atividade nos Estados Unidos: vendas no varejo (exp: 0,3% m/m) e vendas pendentes de imóveis em junho (exp: -0,2% m/m), além dos pedidos iniciais de seguro-desemprego na semana passada (exp: 219 mil). No Brasil, atenções voltadas para a publicação da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) referente a maio. Esperamos crescimento de 0,8% para as vendas no varejo ampliado e de 0,6% para as vendas no varejo restrito, que excluem os segmentos de veículos, materiais de construção e atacado especializado de alimentos, bebidas e fumo.
Empresas
Bancos: Bradesco como destaque do 2T26
- Esta é a primeira parte da nossa prévia de resultados do 2T26 para os grandes bancos privados:
- Em nossa visão, o Bradesco deve ser o destaque positivo do trimestre, com forte momentum de receitas, crescimento saudável em linhas de crédito com garantia e qualidade de ativos estável sustentando mais um trimestre de recuperação dos resultados. Projetamos lucro líquido de R$ 7,0 bilhões (+15% A/A e +2% T/T), com o crescimento das receitas devendo se destacar como o principal vetor positivo do trimestre;
- O Itaú deve apresentar mais um trimestre resiliente, combinando crescimento sólido da carteira de crédito, NII amplamente em linha com o guidance e tendências de qualidade de crédito administráveis. Por outro lado, uma geração mais fraca de receitas de tarifas deve representar o principal fator de pressão, parcialmente compensado por menores despesas e uma alíquota de imposto mais baixa. Esperamos lucro líquido de R$ 12,4 bilhões (+8% A/A e +1% T/T);
- Já o Santander deve reportar o trimestre mais desafiador entre os bancos do grupo, à medida que a pressão sobre o NII com clientes e o aumento das provisões, impulsionado pelas novas regras de write-off e por ventos contrários relacionados ao segmento de atacado, continuam pesando sobre a rentabilidade. Como resultado, projetamos lucro líquido de R$ 3,4 bilhões (-8% A/A e -11% T/T);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Embraer (EMBJ3): Baixas expectativas para Farnborough implicam assimetria positiva
- À medida que nos aproximamos do Farnborough Airshow (20-24 de julho), realizamos uma pesquisa para mapear as percepções dos investidores antes do evento;
- Historicamente, feiras aeronáuticas representam uma parcela relevante da entrada anual de pedidos da Embraer, além de servirem como uma plataforma cada vez mais importante para a exposição dos produtos da divisão de Defesa & Segurança;
- A edição deste ano traz uma mudança estrutural, com a tradicional divisão de 60/40 entre comercial e defesa devendo se aproximar de 50/50, refletindo a crescente relevância dos gastos militares em meio às tensões geopolíticas;
- Nossa pesquisa sugere que os investidores seguem construtivos com a Embraer, mas com expectativas conservadoras para esta edição da feira;
- Com a maioria dos respondentes antecipando atividade limitada de pedidos em Aviação Comercial e C-390;
- Nesse contexto, acreditamos que as incertezas macro, particularmente relacionadas ao conflito EUA-Irã, podem estar impedindo expectativas mais otimistas para Farnborough;
- Sugerindo o evento como uma assimetria positiva caso um pedido de maior venha de fato a ser anunciado;
- No geral, reiteramos nossa visão construtiva para a Embraer;
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Assaí (ASAI3): Uma adição saudável ao ecossistema; feedback da visita ao Assaí Farma
- Hoje (15), o Assaí realizou uma visita com analistas sell-side à sua primeira operação de farmácia, que será inaugurada amanhã;
- Fomos recebidos pela administração e por executivos-chave, incluindo o Sr. Belmiro Gomes (CEO);
- Vemos o ASAI Farma como uma iniciativa de baixo capex e alto ROIC, que pode contribuir tanto para a receita quanto para a margem, ajudando a mitigar parte do risco de um cenário mais desafiador para as vendas de C&C;
- Dito isso, iniciativas estratégicas como farmácia permanecem como riscos positivos para nossa tese, dada a visibilidade limitada;
- Mantemos nossa recomendação de Compra;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Credores pedem impugnação de plano do GPA (Valor Econômico);
- Light homologa aumento de capital de R$ 1,5 bi e pede fim da recuperação judicial (Valor Econômico);
- Governo planeja renegociar mais de R$ 100 bilhões em dívidas rurais (Bloomberg Linea);
- MRV assina memorando com JiveMauá para venda de ativos da Luggo (Valor Econômico);
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Junho registra 41 mil novos investidores em FIIs (ClubeFII News);
- IFIX fecha em alta e avança 0,2%; AIEC11 salta 7% no pregão (Suno);
- Recompra de cotas começa a dar resultado nos FIIs? Gestores explicam estratégia (InfoMoney);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Fundos Imobiliários (FIIs): HGRE11 conclui venda de conjuntos no Edifício Berrini One
- O HGRE11 concluiu a venda dos conjuntos 111 e 112 do Edifício Berrini One Corporate (918 m² de ABL) por ~R$ 21,84 mi (R$ 23.800/m²), representando prêmio de 19,2% sobre o laudo de avaliação de 2025 e de 31,9% sobre o capital investido de R$ 16,5 mi (R$ 18.031/m²);
- A operação gerou lucro em regime de caixa de ~R$ 5,3 mi (R$ 0,45/cota), passível de distribuição aos cotistas; em contrapartida, o fundo deixará de receber a receita mensal de ~R$ 110,8 mil (~R$ 0,01/cota) gerada pelos conjuntos alienados;
- Apesar dos prêmios relevantes sobre custo e laudo, a TIR da operação foi de apenas 7,6% a.a. em termos nominais, patamar que consideramos pouco atrativo frente à inflação acumulada no período e ao custo de oportunidade do capital investido;
- Não esperamos impacto negativo sobre as distribuições, dada a baixa representatividade da receita perdida no resultado consolidado do portfólio e o ganho de capital destravado pela operação;
- Avaliamos a transação de forma neutra para o HGRE11;
- Clique aqui para entender mais sobre a nossa visão.
- ETFs: A saga dos chips alavancados chega ao regulador: Coreia anuncia medidas após o KOSPI derreter, enquanto a BlackRock bate US$ 15,3 tri em ativos e o CHIP11 lidera a B3 com alta de 70% no ano
- Coreia do Sul prepara medidas para conter os ETFs alavancados de Samsung e SK Hynix após o KOSPI cair 6,4% e entrar em bear market; os produtos e as duas ações já respondem por 70% do giro do mercado. (Bloomberg / Investing.com)
- BlackRock atinge US$ 15,3 tri em ativos sob gestão (recorde) e lucro de US$ 1,9 bi no 2T, com expansão da plataforma de ETFs (Valor)
- Fundos de ações dos EUA têm a maior entrada em 3 semanas (US$ 24,97 bi), puxados pela expectativa com balanços de tecnologia (Reuters)
- CHIP11 sobe ~70% no ano e lidera os ETFs da B3, na esteira da tese de IA e semicondutores (Valor Investe)
- TECX11, de tecnologia da China (ChiNext), sobe quase 11% no mês com reformas de Pequim (Valor Investe)
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Comissão Europeia apresenta esta semana a revisão de seu principal sistema de comércio de emissões | Café com ESG, 16/07
- O pregão de quarta-feira encerrou em território levemente negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,36% e 0,77%, respectivamente;
- Do lado da política, (i) o governo alemão planeja um pacote de alívio nos custos de energia para empresas e consumidores no valor de 13,3 bilhões de euros em 2027, a ser financiado pelo Fundo de Clima e Transformação (KTF) – o pacote inclui subsídio para as tarifas de rede elétrica, bem como medidas de alívio para indústrias de uso intensivo de energia, por meio de um sistema de preços de eletricidade para o setor industrial e medidas de compensação de custos de energia, que ajudam a atenuar os gastos associados à precificação de carbono; e (ii) a Comissão Europeia apresentará, na sexta-feira, a revisão de seu principal sistema de comércio de emissões, resultando em um cronograma mais longo para a vigência do mecanismo – além disso, o órgão também avalia incluir custos de carbono para voos que partem do bloco, além de estudar permitir a concessão de mais licenças de carbono gratuitas, desde que sejam realizados investimentos na Europa;
- No internacional, a Índia pela primeira vez neste ano teve fontes não fósseis respondendo por mais da metade da demanda instantânea de eletricidade do país, indicando que a rede elétrica já consegue operar, ainda que por períodos curtos, com predominância de energia livre de combustíveis fósseis;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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