IBOVESPA +1,39% | 187.317 Pontos
CÂMBIO -0,20% | 4,98/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a semana passada em queda de 1,8% em reais e 1,2% em dólares, aos 187.318 pontos. Em abril, o índice caiu 0,1% em reais, mas subiu 4,3% em dólares, devido à valorização do real.
O destaque positivo da semana foi Usiminas, impulsionada por resultados do 1T26 acima das expectativas do mercado e elevação de preço-alvo por bancos de investimento.
Na ponta negativa, as construtoras recuaram, especialmente Direcional (DIRR3, -6,2%), Cury (CURY3, -8,2%) e Cyrela (CYRE3, -11,7%), pressionadas pela abertura da curva de juros e pelo aumento das preocupações do mercado com os custos de construção em meio à elevação dos preços do petróleo. Confira o resumo semanal.
Renda Fixa
No comparativo semanal, os juros futuros avançaram em meio à combinação de tensões persistentes entre EUA e Irã, petróleo volátil e ajustes de expectativas para as decisões de juros do Fed e do Copom, ainda que na quinta-feira tenha havido expressiva realização de prêmios com dólar em queda, maior apetite a risco e petróleo mais comportado. Nos EUA, a T Note de 2 anos encerrou em 3,88% (+10 bps vs. semana anterior), a T Note de 10 anos em 4,38% (+8 bps) e o T Bond de 30 anos em 4,98% (+7 bps). No Brasil, o DI jan/27 fechou em 14,15% (+5 bps), o DI jan/29 em 13,71% (+24 bps) e o DI jan/31 em 13,74% (+24 bps).
Mercados globais
Nesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,5%; Nasdaq 100: -0,5%), enquanto investidores acompanham novos desdobramentos no Oriente Médio. No geopolítico, o destaque é o anúncio do “Project Freedom” por Donald Trump, iniciativa voltada a liberar navios retidos no Estreito de Ormuz, o que pode aliviar parcialmente os gargalos logísticos, ainda que sem resolução estrutural do conflito. A semana também será marcada pelo payroll de abril, com expectativa de desaceleração relevante no mercado de trabalho.
Na Europa, as bolsas operam em leve queda (Stoxx 600: -0,1%), com desempenho misto entre setores. Telecomunicações lidera os ganhos (+1,2%), impulsionado por Nokia (+7%), enquanto o setor automotivo recua (-1,6%) após nova ameaça tarifária de Trump, que indicou elevação para 25% nas tarifas sobre veículos europeus.
Na Ásia, o destaque absoluto foi a Coreia do Sul, com o Kospi (+5,1%) atingindo nova máxima histórica após o melhor mês em quase três décadas, impulsionado por semicondutores e pelo fluxo positivo vindo das Big Techs globais. Hong Kong também avançou (HSI: +1,3%), enquanto Austrália recuou levemente. Bolsas no Japão e na China fechadas devido feriado.
IFIX
Após registrar queda de 0,14% na semana, o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou abril em alta de 1,53%, apesar de um ambiente ainda marcado por incertezas e cautela por parte dos investidores, em meio às tensões no Oriente Médio e aos seus potenciais efeitos sobre a dinâmica inflacionária global.
No pregão de quinta‑feira (30/04), o IFIX avançou 0,07%, sustentado principalmente pelo desempenho positivo dos Fundos de Tijolo, que subiram 0,19% no dia. Dentro do segmento, Shoppings avançaram 0,36%, Ativos Logísticos tiveram alta de 0,33% e Lajes Corporativas registraram ganho marginal de 0,03%. Os Fundos de Fundos também contribuíram positivamente, com valorização de 0,43%, enquanto os Fundos de Recebíveis apresentaram alta de 0,03%. Em sentido oposto, os Fundos Híbridos tiveram leve recuo, de 0,04%, enquanto Multiestratégia avançou 0,16%. Entre os destaques positivos, sobressaíram VGRI11 (+2,4%), VINO11 (+2,0%) e HSLG11 (+1,7%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por MFII11 (-6,0%), RZTR11 (-4,3%) e PVBI11 (-1,6%).
Economia
Segundo a Reuters, um navio de guerra americano que pretendia atravessar o Estreito de Ormuz foi atingido por dois mísseis nesta manhã ao navegar próximo à ilha de Jask. O ataque ocorre logo após o anúncio do Presidente Donald Trump, no fim de semana, de uma nova iniciativa para auxiliar embarcações retidas a deixarem a hidrovia.
Nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor medida pelo deflator das despesas de consumo pessoal (PCE) acelerou em março, com o núcleo atingindo 3,2% no acumulado em 12 meses, o maior patamar desde novembro de 2023. O resultado refletiu majoritariamente a alta de 11,6% nos preços de bens de energia, em decorrência do choque do petróleo. A pressão inflacionária foi corroborada pelo componente de preços pagos do ISM da indústria de abril, que atingiu o maior nível desde abril de 2022.
Na agenda internacional desta semana, o destaque fica para os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, especialmente o Nonfarm Payroll na sexta-feira. No Brasil, o Copom publicará amanhã a ata da última reunião, que reduziu a taxa Selic para 14,50%.
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Economia
Navio de guerra americano é atingido por mísseis no Estreito de Ormuz
- Segundo a Reuters, um navio de guerra americano que pretendia atravessar o Estreito de Ormuz foi atingido por dois mísseis nesta manhã ao navegar próximo à ilha de Jask, no sul do Irã. A embarcação foi forçada a deixar a área, sem informações imediatas sobre a extensão dos danos ou eventuais vítimas. A TV estatal iraniana, afirmou que o Irã impediu a entrada de navios de guerra dos Estados Unidos no estreito. O ataque ocorre logo após o Presidente Donald Trump anunciar, no fim de semana, uma nova iniciativa – apelidada de “Project Freedom” – para auxiliar embarcações retidas no Estreito a deixarem a hidrovia. A reabertura do Estreito – rota por onde passa cerca de um quinto da oferta global de petróleo – permanece como ponto crítico para os mercados globais;
- Nos Estados Unidos, a inflação ao consumidor medida pelo deflator das despesas de consumo pessoal (PCE) avançou 0,7% em março comparado a fevereiro, levando a inflação acumulada em 12 meses de 3,1% para 3,5%. O núcleo de inflação – que exclui itens com preços voláteis, como alimentos e energia – subiu 0,3% no mês, com a taxa anual passando para 3,2%, o maior patamar desde novembro de 2023. O resultado refletiu majoritariamente a alta de 11,6% nos preços de bens de energia, em decorrência do choque do petróleo;
- Ainda nos Estados Unidos, o ISM da indústria (sondagem com empresas que busca medir o pulso da atividade no setor) ficou estável em 52,7 em abril, ligeiramente abaixo da expectativa de mercado de 53,2 pontos. Leituras acima de 50 indicam expansão do setor, enquanto valores abaixo desse nível sinalizam contração. O destaque negativo foi o componente de preços pagos, que corroborou a pressão inflacionária vista no PCE. O componente saltou de 78,3 para 84,6, atingindo o maior nível desde abril de 2022 e refletindo as pressões de custos associadas à alta dos preços de energia e às disrupções logísticas relacionadas ao conflito no Oriente Médio. O componente de emprego recuou de 48,7 para 46,4, sinalizando contração mais acentuada na contratação;
- No Brasil, o governo federal lança hoje o Desenrola 2.0, novo programa de renegociação de dívidas anunciado pelo Presidente Lula em pronunciamento na quinta-feira passada (30/04). O programa abrange dívidas de cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fies, com prazos de inadimplência entre 90 dias e dois anos, voltado a trabalhadores com renda de até cinco salários mínimos. Os descontos sobre o valor devido variam entre 30% e 90%, com juros máximos de 1,99% ao mês. Os beneficiários poderão utilizar até 20% do saldo do FGTS para quitação dos débitos, com impacto estimado de R$ 4,5 bilhões sobre o fundo. Para viabilizar a operação, o governo aportará entre R$ 8 bilhões e R$ 9 bilhões no FGO (Fundo Garantidor de Operações), que cobrirá eventuais inadimplências. Diferentemente da primeira edição, as renegociações serão feitas diretamente nos bancos credores. Como contrapartida, os aderentes ficarão bloqueados de plataformas de apostas online (bets) por um ano. Segundo o Banco Central, o comprometimento da renda das famílias com o pagamento de dívidas atingiu 29,7% no patamar mais recente, o maior da série histórica iniciada em 2005. O programa é tratado pelo Planalto como uma das principais frentes econômicas do governo no segundo semestre;
- Na agenda internacional desta semana, o destaque fica para os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, especialmente o Nonfarm Payroll. Também serão divulgados o ISM de serviços – sondagem empresarial para medir as condições econômicas e de mercado – e os dados preliminares da confiança do consumidor (Universidade de Michigan) de maio. No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) publicará a ata da última reunião, que reduziu a taxa Selic para 14,50%. Além disso, conheceremos a produção industrial de março e a balança comercial de abril.
Empresas
Vivara (VIVA3): Monitor de preço de joias da XP #10
- Nesta edição do Monitor de Preço de Joias da XP, destacamos: 1) em ouro, a VIVA continuou aumentando preços, com alta de +4% m/m, enquanto os concorrentes retomaram os reajustes;
- 2) a Monte Carlo seguiu na direção oposta, reduzindo preços, principalmente na categoria Casamento, embora a Vivara siga mais barata;
- 3) em prata, não observamos aumentos relevantes de preços, com ambas as marcas focadas em ativações para o Dia das Mães;
- E 4) como nosso tracker agora cobre mais de um ano, introduzimos comparações a/a, mostrando alta de 28% nos preços da Vivara e de +15% na Life;
- No geral, nosso tracker segue consistente com as premissas que embasam nossa visão de que a VIVA deve entregar uma margem bruta amplamente estável em 2026;
- Acreditamos que elasticidade de preços e dinâmica de capital de giro devem ser métricas-chave a serem monitoradas para trazer maior conforto à tese de investimento da VIVA;
- Reiteramos nossa recomendação de Compra;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Distribuição de combustíveis | Dados de volume de março da ANP
- A ANP divulgou dados atualizados de volumes de distribuição de combustíveis, com novas informações para março. No geral, a demanda combinada do mês permaneceu muito forte em termos anuais (+10%), impulsionada tanto por volumes robustos de diesel quanto do ciclo Otto;
- Em termos de participação de mercado, a Vibra foi o destaque, com ganho de +0,9 p.p. m/m no mercado total, em grande parte sustentado pelo diesel (+1,5 p.p. m/m). A Ipiranga apresentou um aumento mais marginal (+0,2 p.p. m/m), enquanto Raízen e as distribuidoras afiliadas à Brasilcom perderam participação de mercado (‑0,6 p.p. e ‑0,5 p.p. m/m, respectivamente);
- As demais distribuidoras de bandeira branca e regionais ficaram amplamente estáveis (‑0,1 p.p. m/m). Esperamos um mês forte para as principais distribuidoras em abril, dado que as condições de mercado seguem competitivamente favoráveis;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Petroleiras independentes – prévia do 4T25: a maré virou
- Neste relatório, apresentamos nossas estimativas para os próximos resultados de PRIO, Brava Energia e PetroReconcavo. O 1T26 foi marcado pela eclosão do conflito entre EUA e Irã e pela forte alta dos preços do petróleo, que dispararam para acima de US$ 100/bbl em março (contra US$ 60–70/bbl nos meses anteriores). O Brent teve média de US$ 78/bbl, alta de +23% t/t frente a US$ 63/bbl no 4T25;
- Apesar desse importante fator favorável para resultados, os números também refletirão fatores específicos de cada companhia. Em nossa visão, a PRIO se destaca como a empresa mais bem posicionada para capturar os ganhos de curto prazo com a alta do petróleo, com a produção atingindo máxima histórica;
- Em contraste, Brava e PetroReconcavo registraram leves quedas sequenciais de produção e, em ambos os casos, os resultados também são limitados pelas posições de hedge existentes. Olhando para frente, o 2T26 tende a seguir dinâmica semelhante: o Brent avançou ainda mais e, até aqui, apresenta média próxima de US$ 100/bbl;
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Banco Mercantil (BMEB4): Uma franquia resiliente e de alto ROE
- Estamos atualizando nosso modelo de BMEB e publicando nossa prévia para o 1T26.
- Seguimos construtivos com a tese, apoiada em três pilares principais:
- (i) ROEs estruturalmente elevados e previsíveis, sustentados por uma franquia especializada e difícil de replicar, centrada no consignado atrelado ao INSS e no segmento 50+;
- (ii) baixa volatilidade de resultados, impulsionada por uma originação disciplinada, produtos com garantia e funding estruturalmente barato;
- (iii) criação de valor incremental além do crédito, com crescimento de fees via Meu+ e expansão seletiva em consignado privado.
- Para o 1T26, esperamos um trimestre sólido, com continuidade do crescimento da carteira puxado pelo INSS, expansão mais lenta, mas ainda positiva, em consignado privado, leve pressão sobre a NIM em função do mix, bom desempenho de fees e uma normalização para cima do custo de risco.
- Em linha com isso, atualizamos nosso modelo para elevar as estimativas de fees e custo de risco, ao mesmo tempo em que reduzimos as projeções de crescimento da carteira no curto prazo.
- Em valuation, vemos BMEB negociando a cerca de ~6x P/L 2026E, um desconto claro frente ao seu perfil de rentabilidade, sustentando um upside de ~60% para nosso preço-alvo de R$ 112,0 ao final de 2026.
- Clique aqui para acessar o relatório completo
Irani (RANI3) | Resultados mais fracos em meio a volumes (temporariamente) menores de papel
- Resultados do 1T26 A Irani reportou resultados do 1T26 levemente abaixo do esperado, com EBITDA ajustado de R$114 milhões (-12% T/T, -3% vs. XPe), refletindo em grande parte paradas programadas de manutenção e alguma pressão de custos;
- A margem EBITDA atingiu 27,7% (vs. 31,0% no 4T25, -0,7 p.p. vs. XPe), impactada por menor alavancagem operacional e maiores custos com papel de terceiros e energia;
- Principais destaques: (i) os volumes foram pressionados por paradas programadas, com embarques de papel em -4% T/T / -11% A/A, embora com embarques de caixas de papelão ondulado estáveis T/T;
- (ii) a precificação permaneceu amplamente resiliente, embora com preços de papel levemente mais fracos; e
- (iii) menores custos de OCC ajudaram a compensar parcialmente as pressões de custo, com ventos favoráveis adicionais esperados nos custos de insumos à medida que os preços de OCC continuam se normalizando;
- Por fim, apesar do trimestre mais fraco, vemos o impacto como temporário, com expectativa de recuperação dos resultados à medida que o ramp-up da MP#5 avança e os ventos contrários de custos se dissipam;
- Reiteramos nossa recomendação de Compra para Irani;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Bancos: INSS em pausa – pressão no curto prazo, racionalidade no longo prazo
- Em 29/abr, o TCU emitiu uma decisão cautelar que pode suspender temporariamente novas originações atreladas ao INSS, com potencial de impactar de forma imediata os cartões de crédito consignado e os cartões de benefício, além do consignado pessoal, embora o escopo prático e a duração da medida ainda estejam em evolução.
- Na nossa visão, a normalização está formalmente vinculada à implementação e validação de controles automatizados no eConsignado, incluindo documentação, biometria e confirmação do beneficiário, com espaço para ajustes e eventuais recursos por parte dos players do setor.
- Do ponto de vista de impactos, vemos um cenário negativo e assimétrico para o setor, com desfechos altamente sensíveis à velocidade com que o consignado pessoal voltar a operar.
- No curto prazo, a pressão sobre originações deve ocorrer sob um arcabouço mais rígido, afetando de forma desproporcional os bancos com maior exposição ao INSS, em especial o Banco Mercantil (BMEB4), enquanto os incumbentes tendem a estar mais protegidos pela diversificação.
- Para os bancos médios, o impacto negativo se estende a NII e fees, dada a relevância do produto como ferramenta de cross-sell.
- Neste momento, a visibilidade ainda é limitada, o que nos mantém cautelosos, com riscos inclinados para o lado negativo até que os prazos fiquem mais claros.
- Apesar dos ruídos de curto prazo, seguimos construtivos com o Banco Mercantil, pois acreditamos que o banco pode, ao fim, se beneficiar no médio e longo prazo de um ambiente regulatório que limite comportamentos competitivos mais agressivos no setor.
- Clique aqui para acessar o relatório completo
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- GPA negocia 25% de deságio em dívida e 25% de conversão de ações a bancos (Valor Econômico);
- Novo gestor da Oncoclínicas garantirá recursos para remédios e já escolheu CFO, segundo fontes (Valor Econômico);
- TCE determina suspensão de licitação de R$ 1 bilhão da Copasa (Valor Econômico);
- Petrobras antecipa início de produção de plataforma do projeto Búzios 8 (Valor Econômico).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Estratégia
Raio-XP – Revisando nosso valor justo do Ibovespa para o fim de 2026 para 205 mil pontos
- Em abril, os mercados globais tiveram uma forte reversão e voltaram às máximas, apesar do conflito em andamento no Oriente Médio e dos preços mais altos do petróleo;
- O MSCI ACWI subiu 10%, impulsionado principalmente pelos EUA, dado o retorno do foco do mercado em tecnologia e na tese de IA;
- Como resultado, a os mercados emergentes da Ásia registraram um forte rali, puxado por Coreia do Sul (+34%) e Taiwan (+24%);
- Por outro lado, a tese HALO (Ativos Pesados, Baixa Obsolescência) perdeu fôlego, pressionando o Brasil, que teve desempenho inferior a outros emergentes;
- Apesar da correção de curto prazo, seguimos construtivos com as perspectivas de médio prazo para o Brasil e elevamos nosso valor justo para o Ibovespa no fim do ano para 205 mil pontos, à medida que a dinâmica de lucros melhorou;
- Neste mês, analisamos dois temas relevantes: 1) devemos observar maior volatilidade durante o período eleitoral? e 2) como está a situação de alavancagem/crédito das empresas listadas no Brasil? Também atualizamos nossas carteiras recomendadas XP.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- FIIs na Semana | IFIX encerra abril em alta e Copom reduz Selic (Research XP);
- Selic em 14,50% ao ano: O que muda para o mercado de FIIs? (Research XP);
- IFIX no topo, mas descontos de até 30%: FIIs ganham apesar da queda tímida da Selic (InfoMoney);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Patria Crédito Índice de Preços (PCIP11) | Carrego atrativo e nova consolidação no radar
- Reiteramos COMPRA, sustentada por:
- Carteira de crédito bem diversificada, com risco moderado e garantias robustas;
- Preço de negociação e carrego atrativos, com múltiplo VM/VP de 0,92x e rentabilidade implícita (líquida de taxas) próxima de IPCA + 10% a.a.;
- Potenciais benefícios decorrentes de um novo processo de consolidação no radar;
- Como ponto de atenção, destacamos o perfil de risco mais elevado de algumas operações presentes na carteira.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- Desde o começo da guerra, 10 bolsas emergentes foram melhores que o mercado americano. Vale investir?: Levantamento mostra que, desde o início da guerra entre EUA e Irã, vários mercados emergentes superaram índices americanos, com destaque para a resiliência de ETFs como o EWZ e para o uso de ETFs e BDRs como principal via de acesso dos investidores a essas bolsas e setores beneficiados (commodities, energia e tecnologia). (Valor Investe);
- Revisão da SEC dos EUA atrasa primeiros ETFs de mercado de previsão: A SEC busca esclarecimentos sobre o funcionamento dos ETFs e as divulgações aos investidores. (TradingView);
- Trillions in US Retirement Dollars Flow Into Opaque Trusts That Rival ETFs: The article explains how collective investment trusts (CITs) are absorbing trillions of dollars in US retirement plans, increasingly competing with ETFs and mutual funds by offering lower costs and serving as a growing channel for asset managers to gain exposure to private markets outside the traditional ETF structure. (Bloomberg);
- Global equity funds attract inflows for sixth week on earnings optimism: Global equity funds drew inflows for a sixth straight week through April 29, as optimism over strong first-quarter earnings outweighed investor concerns about the Middle East conflict and higher oil prices. (Reuters).
- Acesse o relatório completo aqui
ESG
Governo vai elevar mistura de etanol na gasolina (B32) e de biodiesel no diesel (B16) essa semana, diz Lula | Café com ESG, 04/05
- O mercado encerrou a semana passada em território negativo, com o Ibovespa caindo 1,8% e o ISE 1,5%. Já o pregão de quinta-feira, véspera de feriado, fechou em alta, com o IBOV e o ISE subindo 1,39% e 1,63%, respectivamente;
- No Brasil, o presidente Lula afirmou na última quinta-feira (30/4) que o governo anunciará o aumento das misturas de biocombustíveis para 32% de etanol na gasolina (B32) e 16% de biodiesel no diesel (B16) – o anúncio deve ocorrer após a reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), marcada para 7 de maio;
- No internacional, (i) o grupo japonês SoftBank pretende fabricar, já em 2027, baterias que não necessitem de lítio e cobalto, metais caros, para uso em data centers, segundo apurou o “Nikkei Asia” – a iniciativa faz parte do esforço da empresa em construir a infraestrutura física para inteligência artificial e surge em um momento em que o Japão busca reduzir sua dependência da China em relação a metais industriais; e (ii) investidores estão aplicando em fundos de energia limpa no ritmo mais rápido em cinco anos, à medida que a guerra no Irã acelera o movimento global por segurança energética e por alternativas ao petróleo e ao gás – segundo dados da Morningstar, mais de US$3 bilhões foram aportados em abril em ETFs globais atrelados a energia renovável, elevando o patrimônio líquido total desses fundos para US$ 43 bilhões, o maior fluxo líquido mensal desde janeiro de 2021;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Brasil avança plano de transição energética; Conferência de Santa Marta debate combustíveis fósseis | Brunch com ESG
- Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado todos os domingos pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
- Nesta semana, destacamos: (i) Brasil abre consulta sobre Plano Nacional de Transição Energética, reforçando mapa de descarbonização de longo prazo; e (ii) Conferência de Santa Marta avança agenda de transição dos combustíveis fósseis, mas baixa participação de grandes emissores reduz expectativas.
- Clique aqui pera ler o conteúdo completo.

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