IBOVESPA -0,58% | 166.595 Pontos
CÂMBIO -0,29% | 5,46/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira em queda de 0,8%, aos 166.191 pontos. O índice chegou perto dos 169 mil pontos, mas virou com a forte queda das ações de tecnologia em Wall Street, onde o Nasdaq recuou 5,5%. No Brasil, o mercado repercutiu a manutenção da Selic em 13,75% ao ano, e o dólar subiu 0,7%, a R$ 5,49.
Na ponta positiva, C&A (CEAB3, +9,3%) liderou as altas após divulgar lucro e EBITDA ajustados acima do esperado no 3T26, apesar da queda de ambos na comparação anual.
Na ponta negativa, Tenda (TEND3, -17,7%) registrou a maior queda após divulgar margens abaixo do esperado no 3T26, pressionadas pela redução do crédito oferecido aos clientes após a entrega dos imóveis.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram em queda nesta quinta-feira. Nos EUA, os rendimentos das Treasuries recuaram ao longo da curva, com a T-note de 2 anos em 4,46% (-12bps), a T-note de 10 anos em 4,84% (-5bps) e o T-bond de 30 anos em 5,26% (-2bps). O movimento refletiu a busca por ativos de segurança diante da forte queda das bolsas americanas, além da continuidade da repercussão das eleições de meio de mandato e da expectativa pelo payroll de outubro.
No Brasil, a curva de juros também fechou, com leve aumento da inclinação. O DI jan/28 encerrou a 14,31% (-8bps), o DI jan/29 a 14,68% (-11bps) e o DI jan/31 a 14,94% (-6bps). O movimento acompanhou o alívio das taxas no exterior e a acomodação do petróleo, enquanto na comunicação do Copom houve uma interpretação de menores probabilidades de uma alta da Selic no curto prazo, impulsionando o movimento nos vértices mais curtos. A NTN-B encerrou com a B29 a 7,69% (vs. 7,76%), a B35 a 7,88% (vs. 7,93%) e a B50 a 7,58% (vs. estável).
Mercados globais
Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,4%; Nasdaq 100: +1,6%), em recuperação técnica após a forte liquidação de ontem, quando o S&P 500 caiu 4,4% e o Nasdaq Composite despencou 5,5%, diante do temor de que a vitória democrata nas eleições de meio de mandato traga regulação mais dura à inteligência artificial. Na Europa, o Stoxx 600 opera em queda de 1,6%, pressionado principalmente pelos setores de mídia, saúde e varejo. Na Ásia, os mercados fecharam em forte queda: o Kospi (Coreia) recuou 6,0%, o Nikkei 225 (Japão) caiu 6,0%, enquanto na China, o CSI 300 perdeu 1,4% e o Hang Seng recuou 1,3%.
O mercado acompanha a derrocada das ações ligadas à IA, com o índice de semicondutores (SOXX) recuando 12,3% ontem, puxado por AMD (-17,3%) e Nvidia (-9,3%), em meio a temores de atrasos na construção de data centers. O foco do dia é o relatório de emprego de outubro, que deve mostrar aceleração na criação de vagas, com o mercado reduzindo para cerca de 69% a probabilidade de alta de juros pelo Fed em dezembro, ante quase 83% na véspera, e o Treasury de 10 anos em 4,84%. O Brent recua 1,3%, para próximo de US$ 98/barril, a caminho de forte perda semanal diante de apostas na desescalada da guerra com o Irã, embora ataques a petroleiros no Golfo sigam no radar. Os investidores também direcionam o foco para o relatório de emprego de outubro, que o consenso espera criação de 65 mil vagas.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão de quinta-feira com alta de 1,22%, aos 3.602,02 pontos.
A sessão foi marcada por desempenho positivo entre os principais segmentos do mercado. Os fundos de recebíveis avançaram 1,31%, enquanto os FIIs de tijolo registraram valorização de 1,11%. Entre os segmentos de tijolo, os ativos logísticos e os fundos de shoppings lideraram os ganhos, ambos com alta de 1,18%, seguidos pelas lajes corporativas (+0,28%). Já os fundos híbridos avançaram 1,77%, enquanto a categoria multiestratégia/FOF registrou alta de 0,54%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram VRTA11 (+5,0%), KNHY11 (+3,4%) e TRXF11 (+3,3%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por RZTR11 (-2,1%), CACR11 (-1,5%) e KFOF11 (-1,5%).
Economia
No cenário internacional, o Banco da Inglaterra elevou os juros em 0,25 p.p., de 3,75% para 4,00%, pela primeira vez desde 2023, diante das pressões inflacionárias associadas ao conflito no Oriente Médio. O petróleo do tipo Brent avançou 4,1%, para US$ 98,50 por barril, recuperando parte das perdas recentes em meio às incertezas geopolíticas.
No Brasil, a produção industrial recuou 0,8% m/m em setembro, acumulando contração de 2,2% t/t no terceiro trimestre, a maior desde 2021, enquanto o PMI de serviços caiu para 44,5 pontos em outubro, menor leitura desde abril de 2021. No âmbito da política econômica, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu o fortalecimento das regras fiscais vigentes e maior previsibilidade para investidores, sinalizando que propostas específicas serão apresentadas ao presidente Lula na segunda metade de novembro.
Na agenda internacional, o destaque será a divulgação do relatório oficial de emprego dos Estados Unidos (Nonfarm Payroll), acompanhado da taxa de desemprego, além das expectativas de inflação da Universidade de Michigan. No Brasil, será divulgada a balança comercial de outubro, para a qual esperamos superávit de US$ 9 bilhões.
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Economia
Indústria brasileira registra maior contração trimestral desde 2021
- No Reino Unido, o Banco da Inglaterra (BoE) elevou a taxa básica de juros em 0,25 p.p., de 3,75% para 4,00%, na primeira alta desde 2023, diante da persistência das pressões inflacionárias associadas ao conflito entre Estados Unidos e Irã e aos preços elevados da energia. A decisão foi aprovada por 8 votos a 1, com a única dissidência defendendo uma elevação ainda maior, para 4,25%. O presidente do BoE, Andrew Bailey, afirmou que o movimento não representa necessariamente o início de um longo ciclo de aperto monetário, mas sinalizou que novas altas poderão ser necessárias caso o conflito no Oriente Médio persista. A decisão reforça a postura restritiva do BoE diante dos riscos de persistência inflacionária, apesar da ausência de evidências generalizadas de aceleração dos preços fora dos setores diretamente afetados pela energia;
- No mercado internacional de energia, o petróleo do tipo Brent avançou 4,1%, para 98,50 dólares por barril, recuperando parte das perdas acumuladas após três sessões consecutivas de queda, em meio às incertezas sobre as consequências da vitória democrata nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos e a evolução do conflito com o Irã. A recuperação refletiu uma correção após a forte desvalorização anterior. Embora o novo Congresso americano possa ampliar a fiscalização sobre o financiamento da guerra e aumentar a pressão por uma solução diplomática, ainda não há sinais concretos de avanço nas negociações entre Washington e Teerã. Além disso, relatos de incidentes envolvendo petroleiros no Estreito de Ormuz reforçaram as preocupações com a segurança das rotas marítimas e os riscos ao abastecimento global;
- No Brasil, a produção industrial recuou 0,8% m/m em setembro, abaixo da nossa projeção (-0,6%) e do consenso de mercado (-0,4%), registrando a quinta queda mensal consecutiva. Na comparação anual, a produção diminuiu 2,5% a/a, também abaixo das expectativas (XP: -2,2%; consenso: -2,0%). A fraqueza foi disseminada, com resultados negativos em 17 das 25 atividades pesquisadas. A indústria de transformação contraiu 1,3% m/m (-3,8% a/a), enquanto a indústria extrativa avançou 1,7% m/m (+4,4% a/a), sendo o principal contraponto positivo no mês. No terceiro trimestre, a produção industrial acumulou retração de 2,2% t/t, a mais intensa desde o segundo trimestre de 2021, após expansões de 1,3% no primeiro trimestre e 0,2% no segundo. A deterioração atingiu diferentes categorias econômicas: os bens de consumo recuaram 3,3% t/t, os intermediários diminuíram 1,8% t/t e os bens de capital caíram 0,7% t/t. Na comparação mensal, os bens de capital contraíram 1,9% m/m (-4,9% a/a), reforçando os sinais de enfraquecimento da produção associada ao investimento. Nosso tracker aponta retração de 0,2% t/t do PIB no terceiro trimestre de 2026 (+1,3% a/a), enquanto nossas projeções de crescimento de 1,7% em 2026 e 1,0% em 2027 apresentam viés de baixa;
- Ainda no Brasil, o PMI de serviços caiu de 49,2 pontos em setembro para 44,5 em outubro, atingindo o menor nível desde abril de 2021, segundo a S&P Global. O resultado, significativamente abaixo da linha de 50 pontos que separa expansão de contração, refletiu a queda mais acentuada da atividade e dos novos pedidos em mais de cinco anos. O PMI composto recuou de 47,4 para 44,4 pontos, menor leitura em mais de seis anos, indicando enfraquecimento simultâneo dos setores industrial e de serviços;
- No âmbito da política econômica brasileira, o presidente Lula e o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reforçaram a importância da organização das contas públicas e da previsibilidade econômica para atrair investimentos, após reuniões com integrantes do governo e da equipe econômica. Durigan afirmou que um dos caminhos para melhorar a trajetória fiscal será fortalecer as regras vigentes, sem discutir, neste primeiro momento, alterações específicas nos parâmetros do arcabouço fiscal. Durigan informou que trabalhará com o ministro Bruno Moretti na elaboração de propostas específicas, que deverão ser apresentadas ao presidente na segunda metade de novembro, após seu retorno dos compromissos internacionais;
- Na agenda internacional, o principal destaque será a divulgação do relatório oficial de emprego dos Estados Unidos (Nonfarm Payroll), acompanhado da taxa de desemprego, indicadores fundamentais para avaliar as condições do mercado de trabalho americano e as perspectivas para a política monetária do Federal Reserve. Também serão divulgadas as expectativas de inflação da Universidade de Michigan, relevantes para acompanhar a percepção dos consumidores sobre a trajetória dos preços diante das incertezas geopolíticas e da volatilidade do petróleo. No Brasil, será divulgado o resultado da balança comercial de outubro, para a qual esperamos superávit de US$ 9 bilhões.
Empresas
Ânima (ANIM3) | Revisão do 3T26
- O 3T26 aponta para uma perspectiva mais favorável para as margens, sustentada pelo forte desempenho da Ânima Core, impulsionado pelo crescimento do ticket médio, e pela redução sequencial da participação de alunos financiados, para 12,4%, ante 12,9% no 1S26, sugerindo espaço para novas melhorias;
- Nesse contexto, a margem EBITDA ajustada expandiu 150 pontos-base (A/A), para aproximadamente 39%, ficando 170 pontos-base acima de nossa estimativa;
- Em relação ao fluxo de caixa, a geração de caixa totalizou R$ 328 milhões, alta de 4% (A/A) e 5% acima de nossa estimativa, apesar da ausência de antecipação de recebíveis, ante aproximadamente R$ 32 milhões no 3T25;
- Em conjunto com o crescimento do EBITDA, esse desempenho contribuiu para a redução da alavancagem para aproximadamente 2,2x Dívida Líquida/EBITDA, ante 2,4x no 2T26;
- De forma geral, enxergamos um momento encorajador no curto prazo, embora a alavancagem permaneça como um risco relevante;
- Mantemos nossa recomendação Neutra.
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Dasa (DASA3) | Revisão do 3T26
- Trimestre positivo, com melhora de margens e geração de caixa em ambas as divisões;
- Tanto Diagnósticos (Dasa) quanto Hospitais (Rede Américas) apresentaram tendências encorajadoras no 3T26, especialmente em relação às margens e à geração de caixa;
- Em Diagnósticos, a margem EBITDA, excluindo a joint venture, atingiu 25,6%, uma redução de 90 pontos-base (A/A), mas ligeiramente acima de nossa estimativa de 25,4%, enquanto a geração de caixa totalizou R$ 188 milhões, significativamente acima dos trimestres recentes e de nossa expectativa de aproximadamente R$ 100 milhões;
- O crescimento da receita, no entanto, desacelerou para 8% (A/A). Na Rede Américas, apesar dos impactos não recorrentes, a margem EBITDA ajustada atingiu 16,3%, com expansão de 350 pontos-base (A/A), e a geração de caixa totalizou R$ 150 milhões;
- Diante da melhora operacional em curso e do potencial para uma forte geração de caixa no 4T26, mantemos nossa recomendação de Compra;
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Aura (AURA33): resultados sólidos, com momentum operacional ganhando força; revisão do 3T26
- A Aura reportou resultados robustos no 3T26, com EBITDA ajustado de US$237 milhões (+12% vs. XPe), sustentado por volumes mais fortes em Aranzazu/Borborema e pelo turnaround de MSG, compensando um desempenho mais fraco de San Andres;
- Os custos recuaram sequencialmente (custo caixa -8% T/T, AISC -2% T/T), com maiores volumes/teores em Aranzazu/MSG compensando uma maior relação estéril/minério em Borborema e maior capex de manutenção em EPP;
- O FCF recorrente de US$124 milhões (+54% T/T) financiou US$71 milhões em dividendos e recompras, juntamente com o capex de expansão, com a alavancagem estável em 0,20x;
- Embora vejamos a Aura em linha para atingir seu guidance de produção para 2026 (9M26 em ~74% do limite inferior), esperamos que os custos fiquem no limite superior da faixa;
- No geral, permanecemos positivos em relação à tese, sustentados pelas fortes perspectivas de crescimento e FCF e por uma perspectiva cada vez mais favorável para os preços do ouro em meio a uma potencial redução das tensões do conflito entre EUA e Irã;
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Suzano (SUZB3): todas as atenções voltadas para a integração da Arbex, seguida pela desalavancagem; revisão do 3T26
- A Suzano reportou resultados amplamente em linha no 3T26, com EBITDA ajustado +3% vs. XPe e +1% vs. consenso, excluindo os efeitos intersegmentos relacionados à consolidação da Arbex;
- Destacamos:
- (i) o EBITDA de celulose aumentou +12% T/T, sustentado por maiores volumes (+8% T/T), menores custos caixa (-2% T/T) e um BRL mais fraco, apesar dos menores preços realizados (-2% T/T em USD);
- (ii) o EBITDA de Papel e Embalagens recuou -14% T/T;
- Enquanto (iii) o segmento de Bens de Consumo apresentou alta de +12% T/T (em uma base pro forma), diante de maiores volumes e menores custos;
- Olhando à frente, a Suzano revisou seu guidance de custo caixa de celulose para 2026E para ~R$825/t, diante das premissas atualizadas de FX e Brent, um ajuste já incorporado às nossas estimativas;
- Enquanto o guidance de dívida líquida abaixo de US$14 bilhões até o fim de 2026 implica outro trimestre de geração de caixa robusta;
- Esperamos que a atenção se volte cada vez mais para a integração da Arbex e a trajetória dos preços da celulose, com as recentes interrupções de oferta reforçando o momentum ainda positivo dos preços, enquanto um BRL mais fraco deve melhorar marginalmente o sentimento em relação à ação;
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Lojas Renner (LREN3): resultados fracos no 3T; Vendas abaixo do ritmo, guidance retirado
- A Lojas Renner apresentou resultados fracos no 3T, com SSS novamente abaixo das estimativas da XPe e lucro líquido ajustado 11% abaixo da nossa estimativa, além de descontinuar seu guidance de receita;
- O SSS ficou em -2,5%, ou -1,8% em vestuário, ante nossa estimativa de -0,5%, desacelerando em relação ao 2T (+0,5%) e abaixo do SSS de vestuário da CEAB (+1,0%), com a administração destacando uma recuperação gradual da demanda ao longo do trimestre, porém mais lenta do que o projetado;
- Nesse contexto, a empresa descontinuou seu guidance de receita para 2026, de 4–8%;
- A empresa também descontinuou seu guidance de receita para 2027–30, de 9–13%, mantendo inalteradas as demais metas;
- Em rentabilidade, a margem bruta de vestuário foi uma surpresa positiva, em 56,5%, alta de 30 p.b. A/A e acima dos 56,0% da CEAB, mas o EBITDA ajustado consolidado ficou apenas em linha com nossa estimativa devido à desalavancagem operacional, ajudado por menores provisões de PPR/ILP;
- Em nossa visão, os resultados reforçam as preocupações em relação à receita da LREN, com a recalibragem de sua oferta comercial passando a ser o principal ponto a monitorar;
- Esperamos uma reação negativa das ações, uma vez que o resultado final abaixo do esperado e a retirada do guidance devem manter os investidores céticos até que a LREN efetivamente apresente uma recuperação das vendas;
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Assaí (ASAI3): 3T fraco; consumidor ainda pressionado, mas outubro traz alívio
- O Assaí reportou resultados fracos no 3T, amplamente em linha no nível operacional, mas com lucro líquido abaixo do esperado;
- A receita ficou ligeiramente abaixo da nossa estimativa, com SSS de -0,2% ante 0,0% na XPe, incluindo efeitos de calendário, desacelerando ao longo do trimestre, especialmente em setembro, uma vez que os consumidores de baixa renda continuam pressionados;
- O EBITDA ajustado ficou 0,7% abaixo da nossa estimativa, com margem estável A/A em 5,7%, uma vez que os ganhos de margem bruta compensaram a desalavancagem operacional;
- Abaixo da linha, um resultado financeiro mais pesado do que o esperado levou o lucro líquido reportado a R$427 milhões, 8% abaixo da nossa estimativa, enquanto o lucro líquido ajustado, excluindo créditos de PIS/COFINS, atingiu aproximadamente R$170 milhões, cerca de 12% abaixo da nossa estimativa;
- Pelo lado positivo, a geração de caixa permaneceu sólida e a desalavancagem continuou;
- Além disso, o SSS de outubro acelerou para +3,9%, ou +9,3% em uma base de 24 meses, o melhor resultado em 15 meses, apoiado pela campanha de aniversário e pela melhora do tíquete e do tráfego após a proibição das apostas;
- Em conjunto com a aceleração da inflação de alimentos, para +4,2% no 3T, ante +3,0% no 2T, isso pode sustentar uma melhora da receita no 4T, embora o trade-down continue sendo um headwind;
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Panvel (PNVL3): resultados fortes no 3T; Mantendo o ritmo enquanto os pares desaceleram
- A Panvel apresentou resultados fortes no 3T, destacando-se como a única empresa listada do setor farmacêutico que não desacelerou o crescimento de MSSS, com a rentabilidade acima das expectativas;
- Embora o crescimento das vendas tenha ficado amplamente em linha com nossa estimativa, uma diluição mais forte de SG&A levou o EBITDA a ficar 4% acima das nossas projeções, com expansão de margem superior ao esperado;
- O lucro líquido também ficou acima da nossa estimativa, com uma alíquota efetiva de imposto menor sustentando o crescimento A/A;
- A administração reforçou sua confiança no plano para 2030 e em um encerramento forte de 2026, e permanecemos construtivos em relação ao novo ciclo estratégico da empresa, uma vez que os ganhos contínuos de produtividade e a aceleração das inaugurações de lojas devem sustentar o crescimento e a rentabilidade;
- Mantemos nossa recomendação de Compra;
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Vivara (VIVA3): resultados fracos no 3T; Nem tudo que reluz sustenta margens
- A Vivara apresentou resultados fracos no 3T, com EBITDA ajustado 12% abaixo da nossa estimativa, uma vez que o repasse moderado de preços em meio à queda dos preços do ouro pesou sobre a receita de Joias;
- As vendas brutas cresceram 8% A/A, em linha com nossa estimativa, com Joias desacelerando fortemente para +2%, ante +12% no 2T, enquanto Life acelerou para +10%, alta de 5 p.p. T/T, embora apenas por meio do digital e da expansão, uma vez que o SSS das lojas físicas desacelerou para +4,0%, ante +4,3% no 2T;
- A margem bruta ficou bem abaixo das nossas estimativas, mesmo excluindo efeitos não recorrentes, enquanto as despesas com vendas também ficaram acima da nossa projeção, levando o EBITDA ajustado a cair 24% A/A;
- Embora a empresa veja a pressão sobre o markup como temporária, acreditamos que a dinâmica de preços e margens no 4T será o principal ponto a monitorar, com a administração destacando que implementou aumentos de preços nos últimos meses e que pratica precificação dinâmica;
- Estoques e geração de caixa continuam sendo o ponto positivo;
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Utilities | Pacote de resultados 3T26 – SBSP e ALUP
- Duas empresas de nossa cobertura divulgaram resultados hoje: SBSP e ALUP;
- A SBSP apresentou resultados ligeiramente positivos, com EBITDA ajustado de R$3,6 bilhões (+2% vs. XPe e em linha com o consenso), sustentado principalmente por um Opex 14% abaixo das nossas estimativas, com algum alívio trimestral nas despesas com pessoal e serviços de terceiros;
- Por outro lado, os volumes ficaram 4% abaixo das nossas estimativas em meio às temperaturas mais baixas, enquanto a execução do capex (R$12 bilhões nos 9M26) continua sendo o principal ponto de atenção para que a companhia atinja nossa estimativa de R$18 bilhões para o ano, tema que deverá dominar a teleconferência de amanhã;
- Esperamos uma reação neutra a ligeiramente positiva do mercado no pregão de amanhã;
- Por fim, a ALUP apresentou resultados operacionais amplamente em linha em ambos os segmentos, resultando em um EBITDA consolidado de R$773 milhões (em linha com a XPe);
- A Alupar anunciou dividendos adicionais equivalentes a R$0,21 por unit (dividend yield de 0,7%) e venceu um projeto no Chile, o que vemos de forma positiva;
- De forma geral, esperamos uma reação neutra do mercado para ALUP;
- Clique aqui para acessar o relatório.
Fleury (FLRY3) | Revisão do 3T26
- O Fleury apresentou resultados sólidos no 3T26, amplamente em linha com nossas estimativas e acima do consenso da Bloomberg;
- O crescimento da receita permaneceu forte, em 13,4% (A/A), sendo 9,9% orgânico, impulsionado principalmente pelo aumento de 16% (A/A) no volume de exames;
- A margem EBITDA atingiu 27%, uma redução de 30 pontos-base (A/A), mas com impacto menor do que o esperado decorrente da consolidação da Femme, via M&A, ante nossa expectativa inicial de diluição de 60 pontos-base;
- O lucro líquido totalizou R$ 264 milhões, em linha com nossas estimativas, apoiado por uma alíquota efetiva de imposto mais baixa, de 17%, ante 23% no 3T25;
- A geração de caixa foi um dos principais destaques, atingindo R$ 442 milhões, o que implica um yield de 4%, ou 7,5% nos 9M26;
- De forma geral, o trimestre reforça uma perspectiva positiva para os próximos períodos, especialmente diante da base de comparação desafiadora de um forte 3T25;
- A 12x P/L 2027, acreditamos que a ação já incorpora amplamente as perspectivas de crescimento robusto da companhia, sustentando nossa recomendação Neutra e nosso preço-alvo de R$ 20/ação;
- Clique aqui para acessar nosso relatório.
Tupy (TUPY3): progresso continua; revisão do 3T26
- A Tupy apresentou resultados em melhora no 3T26, com receita líquida de R$2,6 bilhões em linha com nossas estimativas (+8% A/A);
- Vemos o primeiro aumento A/A em vários trimestres refletindo uma recuperação dos volumes de veículos pesados na América do Norte começando a se materializar e compensando os ventos contrários de FX e um mercado doméstico ainda fraco;
- O EBITDA recorrente atingiu R$247 milhões (-5% vs. XPe, +50% A/A), com margem de 9,5%, excluindo ~R$50 milhões em ganhos não recorrentes decorrentes de negociações comerciais (EBITDA ajustado reportado de R$298 milhões, com margem de 11,5%);
- Vemos de forma positiva a tendência de melhora da lucratividade da Tupy, embora as margens ainda não tenham atingido o nível de dois dígitos que vemos como estrutural para a companhia;
- Além disso, a alavancagem recuou para 2,9x dívida líquida/EBITDA UDM (vs. 4,1x no 2T26), com o EBITDA UDM começando a refletir um momento melhor do ciclo;
- No geral, permanecemos construtivos em relação à tese de investimento da Tupy, em meio a desenvolvimentos bottom-up positivos e a uma recuperação do mercado de caminhões pesados nos EUA que começou a se materializar, enquanto um BRL depreciado pode ser um vento favorável adicional à frente;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
EZTEC (EZTC3): receitas e margens mais fracas levam a uma frustração no lucro
- A EZTEC reportou resultados negativos no 3T26, com lucro líquido abaixo das nossas estimativas e do consenso;
- Os principais destaques foram: (i) receita líquida de R$346 milhões (-26% A/A; -8% T/T), 10% abaixo do XPe e 16% abaixo do consenso, impactada pela ausência de entregas e por maiores provisões para distratos;
- (ii) margem bruta de 33,7%, 1,2 p.p. abaixo do XPe, pressionada por ajustes a valor presente nas safras mais recentes;
- (iii) EBITDA ajustado de R$83 milhões, amplamente em linha com o XPe (-3%), uma vez que o maior resultado de equivalência patrimonial e os ganhos líquidos relacionados ao banco de terrenos compensaram o menor lucro bruto;
- (iv) lucro líquido de R$85 milhões (-53% A/A), 19% abaixo do XPe e 29% abaixo do consenso, impactado por R$17 milhões em impostos não recorrentes relacionados à venda de uma SPE;
- O consumo de caixa totalizou R$54 milhões, ou R$28 milhões excluindo dividendos, levando a companhia a uma posição de dívida líquida de R$53 milhões.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Moura Dubeux (MDNE3): mantendo a entrega, apesar de um cenário mais desafiador
- A Moura Dubeux reportou resultados positivos no 3T26, com lucro ligeiramente acima das nossas estimativas e do consenso;
- A receita líquida totalizou R$709 milhões (+29,3% A/A; -3,0% T/T), 2,5% acima do XPe e 5,3% acima do consenso, enquanto a margem bruta atingiu 36,5% (-4,8 p.p. A/A; -2,1 p.p. T/T), amplamente em linha com as expectativas;
- O EBITDA totalizou R$142 milhões (+18,2% A/A; -14,7% T/T), 2% acima do XPe, mas 3,9% abaixo do consenso;
- O lucro líquido atingiu R$150 milhões (+27,6% A/A; -13,6% T/T), superando o XPe e o consenso em 3%, sustentado por um resultado financeiro mais forte;
- O ROAE LTM permaneceu elevado em 27,8%, enquanto a alavancagem aumentou para 14,0% do patrimônio líquido após consumo de caixa de R$169 milhões, ou R$72 milhões excluindo a aquisição do terreno em Salvador;
- A administração também adotou um tom mais cauteloso em relação ao cenário macroeconômico;
- Mantemos nossa recomendação de Compra.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
PetroReconcavo (RECV3) | Resultados do 3T26: Resultados em linha, FCF sólido
- Nesta quinta-feira (5), após o fechamento do mercado, a PetroReconcavo divulgou seus resultados do 3T26 em linha com as expectativas. A receita líquida de R$786 milhões ficou exatamente em linha com nossa estimativa (+0,0% vs. XPe);
- O EBITDA de R$360 milhões também ficou em linha (+3%, ou +R$10 milhões vs. XPe) e recuou sequencialmente (-9% t/t). O lucro líquido de R$236 milhões ficou acima da nossa estimativa (XPe de R$172 milhões), impulsionado principalmente por ganhos não caixa de marcação a mercado em swaps cambiais;
- Os resultados foram negativamente impactados por maiores volumes protegidos por hedge e pelos menores preços do petróleo ao longo do trimestre. Ainda assim, a PetroReconcavo entregou um FCFE sólido, equivalente a cerca de 16% do valor de mercado anualizado;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Allos (ALOS3): mídia e incorporação imobiliária impulsionam forte surpresa positiva na receita
- A Allos apresentou resultados positivos no 3T26, com receita líquida e EBITDA ajustado acima das nossas estimativas, sustentados pela continuidade do ramp-up de mídia, pelas receitas de incorporação imobiliária e por ganhos de eficiência em SG&A;
- A receita líquida ex-linearização atingiu R$776,5 milhões, 9,4% acima do XPe, com alta de 17,1% A/A e 7,1% acima do consenso;
- O NOI totalizou R$609,7 milhões, amplamente em linha com nossa estimativa e alta de 4,1% A/A, enquanto o EBITDA ajustado atingiu R$580,1 milhões, 10,7% acima do XPe e crescimento de 19,5% A/A;
- A margem EBITDA ajustada avançou 1,5 p.p. A/A, para 74,7%;
- O FFO ajustado ficou praticamente em linha com nossa estimativa (+1,2% vs. XPe), após um resultado financeiro mais fraco e maiores efeitos tributários;
- No geral, o trimestre combinou tendências operacionais resilientes e aceleração das receitas de novos negócios;
- Reiteramos nossa recomendação de Compra para a ação.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
BR Partners (BRBI11): resultados mais fracos, mas pipeline permanece encorajador
- A BR Partners reportou resultados do 3T26 ligeiramente abaixo do esperado, apesar da surpresa positiva nas receitas;
- As receitas totais atingiram R$ 123,3 milhões (-7,5% A/A; -5,2% T/T), 14,2% acima da nossa estimativa, sustentadas pela maior remuneração de capital e pelas receitas mais fortes de Sales & Structuring de Tesouraria;
- No entanto, as receitas de clientes recuaram 19,4% T/T, refletindo principalmente as menores receitas de Investment Banking, uma vez que a conclusão das transações continuou sendo afetada pelo ambiente macroeconômico desafiador;
- O lucro líquido atingiu R$ 23,5 milhões (-44,3% A/A; -32,9% T/T), 13,0% abaixo da nossa estimativa, com o ROAE recuando para 11,5%;
- As maiores provisões também pressionaram a rentabilidade, embora as despesas com pessoal e administrativas tenham melhorado sequencialmente;
- Embora o trimestre tenha sido mais fraco do que o esperado, já antecipávamos um 3T26 mais fraco, refletindo parcialmente o momento de reconhecimento das transações de IB;
- O pipeline permanece encorajador, sustentando nossa expectativa de alguma melhora na geração de receitas de serviços à medida que as transações sejam concluídas, embora o ambiente mais amplo dos mercados de capitais continue desafiador;
- Reiteramos nossa recomendação de compra;
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XP Saúde | Atualização de dados de beneficiários: setembro
- O setor adicionou 9 mil beneficiários em setembro, encerrando o mês com 53,1 milhões de vidas. No 3T26, foram 103 mil adições líquidas, queda de 61% (T/T), ante 266 mil no 2T26;
- A Amil liderou o crescimento mensal, com 47 mil adições líquidas, seguida por SulAmérica (+20 mil), Porto Saúde (+18 mil) e Bradesco Saúde (+10 mil);
- No trimestre, a Bradesco Saúde foi o principal destaque, com 81 mil novas vidas, seguida por SulAmérica (+73 mil), Amil (+52 mil) e Porto Saúde (+50 mil);
- As quatro principais operadoras adicionaram, em conjunto, 256 mil beneficiários no 3T26, mas a perda de 163 mil vidas da Hapvida compensou parte relevante do crescimento do setor;
- Em setembro, a expansão da Amil se concentrou em São Paulo (+25 mil) e no Rio de Janeiro (+18 mil), enquanto a SulAmérica apresentou crescimento regional mais diversificado;
- São Paulo permaneceu como o principal mercado de crescimento do setor, com 32,7 mil adições, enquanto o Rio de Janeiro acelerou para 19,6 mil vidas;
- Mantemos uma visão positiva sobre Rede D’Or e Bradesco Saúde, diante da expansão saudável da base de beneficiários, apesar da desaceleração do crescimento agregado do setor.
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Na Dasa, investimento sobe para financiar a expansão em diagnósticos, mas cautela segue no radar (InvestNews);
- JHSF terá aeroporto internacional para jatos privados em Punta del Este (InvestNews);
- Enxurrada de etanol a caminho vai desafiar usinas em 2027 (The Agribiz);
- Perspectiva do rating da Adami alterada para positiva por expectativa de maior integração da produção; rating ‘brA+’ reafirmado (S&P National).
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Início de Cobertura: Origem Energia
- E&P onshore integrado à geração térmica: um novo perfil de crédito em construção
- ▪️Iniciamos a cobertura de Origem Energia com perspectiva positiva para o crédito, por vermos uma assimetria favorável nos níveis atuais de mercado. A companhia vive uma virada operacional: a produção dobrou desde a aquisição do Polo Alagoas e a geração de caixa ganha escala e previsibilidade. Entendemos que essa melhora ainda não está refletida nos preços.
- ▪️A recuperação da produção é o principal motor do crédito. Os investimentos já realizados levam os volumes para mais perto do potencial das reservas 2P, com produção atual em torno de 17,5kboe/d, refletindo em crescimento relevante de EBITDA. A combinação de exposição ao Brent com contratos de longo prazo com piso de preço, garante maior previsibilidade de receita nos anos de maior investimento.
- ▪️Modelamos a companhia em três níveis para entender onde está o caixa: a Controladora (E&P standalone, emissora das debêntures), a Origem Pilar (veículo de project finance das térmicas) e o Consolidado. A separação importa porque as térmicas estão segregadas.
- ▪️A integração vertical é um diferencial crescente. A Origem tem ativos em toda a cadeia: campos produtores, gasodutos e oleodutos, UPGN, conexão à malha da TAG e infraestrutura portuária. A entrada em geração térmica, com 372 MW instalados no LRCAP 2026, amplia essa integração.
- ▪️ Os principais pontos de atenção estão no ciclo de investimento das térmicas, que mantém o fluxo de caixa livre e a alavancagem pressionados no curto prazo, e na concentração das operações em Alagoas. No relatório, simulamos cenários de estresse com Brent mais baixo, capex de E&P mais alto e atraso com estouro de orçamento nas térmicas. Mesmo nesses cenários, a trajetória de desalavancagem se mantém, apenas mais lenta.
- ▪️ Clique aqui para acessar o relatório.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX sobe 0,98% e fecha aos 3.593 pontos (FIIs);
- Estrangeiros vendem R$ 300 milhões em fundos imobiliários (FIIs);
- Aeroportos brasileiros entram no radar do setor logístico e atraem R$ 4,7 bilhões em projetos (Revista Buildings);
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ESG
Vitória democrata nos EUA pode pressionar custos de expansão da infraestrutura de AI | Café com ESG, 06/11
- O pregão de quinta-feira fechou em queda, com o IBOV e o ISE recuando 0,58% e 0,26%, respectivamente.
- No Brasil, (i) a primeira reunião do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (Cimce) definiu ontem uma lista com 27 minerais considerados críticos e estratégicos para a industrialização no país – na relação, destaque para terras raras, grafita, lítio e urânio, classificados como de alta prioridade para o governo; e (ii) as alíquotas e normas complementares do Imposto Seletivo para o ano de 2027 podem beneficiar a indústria de carros elétricos, de acordo com Rafael Barbosa, pesquisador associado da FGV – segundo a medida provisória, veículos com registro de versão sustentável concedido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços terão taxa zero.
- No internacional, após os democratas conquistarem maioria no Senado e na Câmara, os projetos de data centers para inteligência artificial em Estados americanos como Texas, Ohio e Georgia podem ficar mais caros para gigantes de tecnologia – na gestão democrata, os projetos de data centers de grande escala, os “hyperscalers”, devem ser submetidos a uma regulamentação mais rígida sobre impacto ambiental, social e uso de energia limpa.
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