IBOVESPA -0,86% | 206.495 Pontos
CÂMBIO +0,17% | 5,02/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira (21) em queda de 0,9%, aos 206.495 pontos, descolando das bolsas americanas.
Na ponta positiva, Totvs (TOTS3, +2,8%) liderou as altas, seguida por TIM (TIMS3, +1,7%), MBRF (MBRF3, +1,5%) e Vivo (VIVT3, +1,4%).
Na ponta negativa, Weg (WEGE3, -7,3%) caiu após divulgar margens abaixo das expectativas de parte do mercado no 3T26, pressionadas por câmbio, tarifas americanas e custos de matérias-primas.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a quarta-feira com leve fechamento das taxas no Brasil e variações moderadas nos Treasuries. Nos Estados Unidos (EUA), a T-note de dois anos avançou para 4,81% (+3 bps), enquanto a T-note de 10 anos subiu para 5,12% (+1 bp), encerrando acima de 5,10% pela primeira vez em 24 anos, refletindo a combinação de incertezas geopolíticas e a expectativa pelos indicadores econômicos para calibrar as expectativas para a decisão do Federal Reserve (banco central americano) na próxima semana. Já o T-bond de 30 anos recuou para 5,41% (-1 bp). No Brasil, a curva de juros apresentou oscilações pequenas ao longo da sessão e encerrou com viés de queda nos vértices médios e longos, beneficiada pelo alívio no cenário externo no fim do pregão, apesar das incertezas em torno da disputa eleitoral. O DI jan/27 encerrou a 13,47% (-1 bp), o DI jan/29 a 12,56% (0 bp) e o DI jan/31 a 12,59% (-5 bps). A NTN-B apresentou dinâmica similar, com a B29 a 6,77% (vs. 6,77%), a B35 a 6,85% (vs. 6,84%) e a B50 a 6,72% (vs. 6,78%).
Mercados globais
Nesta quinta-feira (22), os futuros nos EUA operam em forte queda (S&P 500: -1,1%; Nasdaq 100: -1,8%), com a reação aos balanços de Tesla e Meta reacendendo a preocupação com o retorno dos investimentos em inteligência artificial. Na Europa, o Stoxx 600 opera em queda de 1,0%, pressionado principalmente pelos setores bancário e de tecnologia. Na Ásia, os mercados fecharam em forte queda: o Kospi (Coreia) recuou 3,5%, no menor fechamento desde abril, o Nikkei 225 (Japão) caiu 3,0%, enquanto na China o CSI 300 recuou 1,8%. O Hang Seng (Hong Kong) perdeu cerca de 3%, com Alibaba e Tencent entre as maiores quedas.
O mercado repercute os resultados das Big Techs: a Tesla recua 3,7% no pré-mercado, após reduzir a projeção de capex para 2026 e rebaixar sua meta de vendas para o fim da década, enquanto a Meta cai 1,0%, apesar da receita acima do esperado e do guidance positivo para o 4º trimestre, depois de anunciar uma nova classe de ações sem direito a voto para financiar os gastos com IA. O Brent sobe cerca de 2,6%, para próximo de US$ 112/barril, após novos ataques de drones dos houthis contra instalações petrolíferas na Arábia Saudita, que levaram Washington a ordenar a saída de funcionários não essenciais do país. Os investidores também direcionam o foco para a reunião do Fed na próxima semana, na qual o mercado espera manutenção dos juros, e para a temporada de resultados, com divulgações de Newmont e Lockheed Martin hoje.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta quarta-feira com queda de 0,02%, aos 3.975,33 pontos.
O desempenho dos principais segmentos foi misto ao longo da sessão. Os fundos de recebíveis recuaram 0,19%, enquanto os FIIs de tijolo avançaram 0,12%. Entre os segmentos de tijolo, as lajes corporativas lideraram os ganhos, com alta de 0,81%, seguidas pelos ativos logísticos (+0,17%). Já os fundos de shoppings registraram queda de 0,09%. Os fundos híbridos recuaram 0,09%, enquanto a categoria multiestratégia/FOF encerrou o dia próxima da estabilidade, com leve baixa de 0,01%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram GZIT11 (+3,8%), RCRB11 (+3,7%) e JSRE11 (+2,5%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por RBRY11 (-2,5%), CACR11 (-2,2%) e VINO11 (-1,1%).
Economia
Na conjuntura internacional, o petróleo do tipo Brent avançou 0,9%, para US$ 109,7 por barril, em meio à retomada das negociações entre Rússia e Ucrânia, aos ataques a embarcações no Estreito de Ormuz e à queda acima do esperado dos estoques americanos. Nos Estados Unidos, os estoques de petróleo bruto recuaram 3,06 milhões de barris, ante expectativa de queda de apenas 300 mil. No Oriente Médio, as exportações sauditas avançaram 7,9% em agosto, contribuindo para a recuperação dos fluxos regionais. Na Europa, o chanceler alemão Friedrich Merz defendeu a manutenção das relações comerciais com a China, embora tenha ressaltado a necessidade de proteger a indústria europeia diante do excesso de capacidade produtiva chinesa.
No Brasil, o governo encaminhou ao Congresso uma PEC para financiar a tarifa zero no transporte público aos finais de semana e feriados, propondo destinar R$ 12 bilhões das emendas parlamentares previstas para 2027 ao custeio da medida. O montante corresponde a 26,8% dos recursos reservados às emendas, representando uma realocação relevante na composição do orçamento federal. A proposta ainda depende de aprovação legislativa.
Na agenda internacional, serão divulgados os preços ao produtor do Canadá, os pedidos iniciais de seguro-desemprego dos Estados Unidos, os PMIs da Zona do Euro e a inflação ao consumidor do Japão. No Brasil, o destaque será a arrecadação federal de setembro, relevante para avaliar o desempenho das receitas tributárias e suas implicações para o cenário fiscal.
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Economia
Petróleo do tipo Brent avança com estoques americanos em queda
- No mercado global de energia, o Brent avançou 0,9%, para US$ 109,7 por barril, enquanto o WTI recuou 0,68%, para US$ 97,15 por barril, em uma sessão volátil marcada por sinais contraditórios sobre a oferta. A perspectiva de avanços diplomáticos ganhou força após Rússia e Ucrânia concordarem em retomar negociações trilaterais com os Estados Unidos para encerrar a guerra, contribuindo para aliviar parte das preocupações com o abastecimento energético. Em contrapartida, novos ataques a petroleiros próximos ao Iraque e a Omã mantiveram elevados os riscos geopolíticos no Oriente Médio. Apesar das hostilidades, segundo a Kpler, os embarques de petróleo da região superaram 24 milhões de barris por dia na semana encerrada em 18 de outubro, acima dos 23,3 milhões de barris por dia registrados antes da guerra. Na Arábia Saudita, as exportações de petróleo bruto cresceram 7,9% em agosto, para 4,451 milhões de barris por dia, maior nível desde março, apesar da queda da produção para 6,24 milhões de barris por dia. A recuperação dos fluxos exportados contribui para aliviar as preocupações com a disponibilidade física da commodity, embora os riscos de novas interrupções permaneçam relevantes;
- Nos Estados Unidos, os estoques de petróleo bruto recuaram 3,06 milhões de barris na semana encerrada em 16 de outubro, significativamente acima da queda de 300 mil barris esperada pelo mercado, atingindo 412,52 milhões de barris. Os estoques de gasolina também surpreenderam para baixo, com redução de 2,95 milhões de barris, ante expectativa de estabilidade. Em contrapartida, os estoques de destilados aumentaram 1,68 milhão de barris, contrariando a projeção de queda de 1,3 milhão. Do lado da oferta, a produção média diária americana recuou 410 mil barris, para 16,269 milhões de barris por dia, enquanto a utilização da capacidade das refinarias diminuiu marginalmente de 93,5% para 93,4%, abaixo da expectativa de 93,6%. Já os estoques no centro de distribuição de Cushing avançaram 987 mil barris. A combinação de queda expressiva dos estoques de petróleo e gasolina sugere condições de oferta mais apertadas no mercado americano, parcialmente compensadas pela recomposição dos destilados;
- Na Europa, o chanceler alemão Friedrich Merz afirmou que a União Europeia pretende evitar uma guerra comercial com a China, defendendo a continuidade das relações econômicas entre as duas regiões. Merz reconheceu a importância da China como parceira comercial das empresas alemãs e europeias, mas ressaltou preocupações com o excesso de capacidade produtiva chinesa e a desvalorização relativa de sua moeda, fatores que, em sua avaliação, prejudicam as condições de concorrência internacional. O objetivo europeu será buscar um novo equilíbrio comercial com Pequim, preservando o acesso aos mercados e a cooperação econômica, mas mantendo a possibilidade de adoção de instrumentos de proteção industrial diante de práticas consideradas desleais;
- No Brasil, o governo federal encaminhou ao Congresso uma PEC que prevê destinar R$ 12 bilhões em emendas parlamentares para financiar a gratuidade do transporte público aos finais de semana e feriados a partir de 2027. A proposta estabelece o direcionamento de 26,8% dos recursos reservados às emendas parlamentares, que totalizam aproximadamente R$ 44,8 bilhões no Orçamento de 2027, para custear a tarifa zero. Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a iniciativa busca vincular automaticamente parte dessas emendas ao financiamento do transporte coletivo. O mecanismo prevê a realocação de recursos já contemplados no orçamento, em vez de depender integralmente de novas dotações, embora ainda não esteja claro se o montante será suficiente para cobrir os custos do programa. A PEC precisará passar pelas comissões competentes e ser aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal antes de entrar em vigor. Durante o evento de apresentação da proposta, também foi formalizada a sanção do projeto que amplia o limite de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs);
- Na agenda internacional, serão divulgados os preços ao produtor do Canadá, relevantes para acompanhar as pressões de custos, e os pedidos iniciais de seguro-desemprego dos Estados Unidos, que ajudarão a avaliar as condições do mercado de trabalho americano. Na Zona do Euro, os PMIs fornecerão sinais sobre o ritmo da atividade econômica, enquanto a inflação ao consumidor do Japão permitirá avaliar a persistência das pressões inflacionárias no país. No Brasil, o destaque será a arrecadação federal de setembro, importante para acompanhar o desempenho das receitas tributárias e suas implicações para o resultado fiscal.
Empresas
WEG (WEGE3): Pesquisa XP – Percepção neutra dos investidores, reação negativa das ações
- Após a divulgação do 3T26 da WEG, realizamos uma pesquisa com investidores para mapear suas impressões e posicionamento;
- Nossa pesquisa aponta para uma leitura neutra, contrastando com o desempenho das ações hoje (WEGE3 -7%);
- Embora as margens possam ter ficado abaixo das expectativas de alguns investidores, acreditamos que o movimento reflita uma correção parcial em relação ao de-rating mais amplo observado entre nomes industriais e relacionados à IA;
- Uma vez que a WEG continuou apresentando desempenho superior apesar de seu prêmio de valuation e de um cenário macroeconômico que tem favorecido cada vez mais ações com maior exposição doméstica;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
BradSaude (SAUD3) | Revisão do 3T26
- A melhora operacional foi o principal destaque. A sinistralidade atingiu 84,5%, uma alta de 50 pontos-base (A/A), praticamente em linha com nossas estimativas e 100 pontos-base melhor que o consenso;
- O resultado financeiro, no entanto, totalizou R$ 685 milhões, uma queda expressiva em relação aos R$ 930 milhões registrados no 2T26, refletindo os efeitos de marcação a mercado relacionados à inflação durante o trimestre;
- Excluindo esse impacto, o resultado financeiro teria ficado mais próximo de R$ 800 milhões. O lucro líquido atingiu R$ 1,1 bilhão, 13% acima de nossa estimativa, impulsionado por reversões de contingências cíveis;
- Essa linha totalizou R$ 208 milhões, ante R$ 433 milhões no 2T26, abaixo de nosso nível normalizado de aproximadamente R$ 300 milhões;
- É importante destacar que a divulgação dos resultados do Bradesco amanhã, 22 de outubro, deve fornecer mais detalhes sobre a dinâmica do IBNR, ajudando a avaliar quanto da recente melhora da sinistralidade é estrutural, e não decorrente da constituição de reservas.;
- Após a atualização de nosso modelo para o 3T26, elevamos nosso preço-alvo de R$ 18 para R$ 19/ação.
- Clique aqui para acessar nosso relatório.
Mineração e siderurgia: preços domésticos permanecem limitados pela fraca demanda em outubro
- O sentimento em relação ao setor siderúrgico brasileiro permanece cauteloso em Out’26, com a fraca demanda limitando o poder de precificação, apesar da menor pressão das importações e dos ajustes de oferta planejados;
- As condições para os aços planos permanecem desafiadoras, particularmente em HRC, enquanto CRC e produtos revestidos mantêm fundamentos relativamente melhores, sustentados pela demanda resiliente do setor automotivo e por uma paridade de importação menos atrativa;
- Em aços longos, a fraca demanda doméstica, a recomposição limitada de estoques e a capacidade adicional devem restringir um novo upside de preços;
- No geral, as paradas para manutenção, as exportações seletivas e os baixos estoques das siderúrgicas devem sustentar a estabilidade dos preços até o fim do ano, mas uma recuperação doméstica mais ampla ainda depende de uma demanda mais forte;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
JBS N.V. (NYSE: JBS) | Descer antes de subir; prévia de resultados do 3T26
- Esperamos que a JBS reporte um 3T26 fraco, com receita de USD 22,8 bi (+1% A/A; -5% T/T) e EBITDA de USD 1,3 bi, implicando margem EBITDA de 5,8% (-235bps A/A; -21bps T/T);
- Menores exportações de carne bovina no Brasil e na Austrália, combinadas com maiores custos de gado nessas regiões, devem mais do que compensar a melhora observada em US Beef;
- No geral, esperamos que o 3T26 seja mais um trimestre desafiador e enxergamos potencial de revisão negativa para as estimativas de consenso. Dito isso, nossas projeções já incorporam um cenário operacional mais fraco;
- Olhando à frente, a melhora dos volumes de exportação no Brasil e na Austrália, combinada com a continuidade da recuperação de margens em US Beef, sustenta nossa visão de que o ciclo de revisões negativas de resultados já ficou para trás, com revisões positivas devendo ganhar espaço gradualmente daqui em diante.
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WEG (WEGE3): execução saudável, debate inalterado; resultados do 3T26
- A WEG reportou resultados neutros no 3T26, com lucro líquido de R$1,67 bilhão, 3% acima de XPe (+1% A/A);
- O crescimento orgânico/neutro ao câmbio de +10% A/A veio em linha com nossas expectativas e acelerou em relação aos trimestres anteriores (em parte devido às bases de comparação mais fáceis em relação ao 2S25), com os mercados externos como principal vetor de crescimento (+15% A/A em dólares), liderados pelas entregas de T&D, pela demanda relacionada a Data Centers e pelo desempenho saudável de EEI;
- Em relação à rentabilidade, a margem EBITDA veio em linha com nossas expectativas, em 21,6%, com os maiores custos do cobre, as tarifas e as maiores despesas SG&A mais do que compensados por um mix de produtos mais favorável e por iniciativas de eficiência, que vemos como estruturais;
- Olhando adiante, continuamos vendo indicadores saudáveis de demanda em EEI/T&D de ciclo longo, com o crescimento acelerando progressivamente ao longo de 2027-28E;
- No curto prazo, esperamos que o cenário macroeconômico continue sendo um driver mais relevante para o desempenho da ação do que os próprios resultados, com a WEG apresentando desempenho inferior ao de outras empresas domésticas/de maior beta em um cenário otimista para as ações brasileiras;
- Dito isso, uma discussão comercial mais construtiva entre Brasil e EUA pode surgir como um risco de upside para nossas estimativas atuais;
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Brazil Telecom: resultados do 3T26 – Claro Brasil (AMX: não coberta)
- Hoje, a América Móvil (não coberta) divulgou seus resultados do 3T26 e apresentou os números da Claro Brasil;
- A receita de serviços móveis (MSR) acelerou para +7,1% A/A (de +6,1% no 2T26);
- O EBITDA reportado atingiu R$ 6,2 bilhões, alta de 6,6% A/A, com a margem EBITDA expandindo modestos 20 p.b. A/A, para 44,7%;
- Os resultados trazem uma leitura cruzada mista para Vivo e TIM, com a reaceleração da MSR, impulsionada pelo pós-pago, como principal destaque;
- Ainda assim, adições líquidas mais fracas no pós-pago, churn sequencialmente mais alto e ganhos modestos de margem sugerem poucas evidências de alívio nas pressões competitivas;
- Além disso, a receita de serviços de linha fixa desacelerou, enquanto a aquisição da Desktop reforça a tendência de consolidação em fibra, especialmente em São Paulo;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Moody’s Local Brasil eleva ratings do Banco Bari para A.br; perspectiva positiva (Moody’s Local);
- Governadores recém-eleitos acendem alerta em concessões (Valor Econômico);
- NTN-Bs ainda têm espaço para rali eleitoral, mas política fiscal ditará o fôlego (Valor Econômico);
- Grupo de credores pede Chapter 11 da Braskem America Finance (Bloomberg Línea).
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Estratégia
Resultados do 3T26: esperamos uma temporada fraca no Brasil
- Nossas estimativas apontam para mais um trimestre fraco para as empresas listadas brasileiras no 3T26. Na cobertura da XP, nossa prévia consolidada indica crescimento de 7,2% A/A da receita líquida e de 12,0% A/A do EBITDA, com o lucro líquido praticamente estável (+0,5%);
- O crescimento deve novamente se concentrar em Óleo & Gás, que deve adicionar 13,1 pontos percentuais aos 12,0% de crescimento do EBITDA projetado para a nossa cobertura, enquanto as empresas ex-commodities devem registrar alta de apenas 2,2% no EBITDA e queda de 0,4% no lucro líquido;
- Além de Óleo & Gás, vemos Saúde como possível destaque positivo, enquanto Mineração & Siderurgia e Varejo devem ser os destaques negativos;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX fecha praticamente estável, em leve queda de 0,02% (Suno Notícias);
- Qual o volume de locações logísticas em São Paulo e onde elas ocorreram? (Revista Buildings);
- Imóvel pago com cotas de FIIs é oportunidade ou risco? Especialistas comentam (InfoMoney);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Radar de Fundos Cetipados | 3T26
- Os Fundos Cetipados são uma categoria de ativos financeiros cuja negociação ocorre fora do ambiente da bolsa de valores, sendo realizada em um Mercado de Balcão Organizado;
- O termo “cetipado” está associado à CETIP, uma instituição vinculada ao sistema B3, responsável por centralizar e registrar operações de títulos e valores mobiliários;
- Este relatório apresenta uma visão geral dos Fundos Cetipados, consolidando as principais informações sobre esses ativos;
- Além disso, detalha o objetivo e o posicionamento do portfólio atual de dez dos principais fundos desse mercado;
- Clique aqui para mais informações.
ESG
Empresas chinesas avançam em cadeia global de suprimentos para baterias | Café com ESG, 22/10
- O pregão de quarta-feira fechou em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,86% e 1,01%, respectivamente.
- No Brasil, (i) a White Martins, empresa brasileira de fabricação de gases industriais e medicinais, iniciou suas operações de comercialização e distribuição de biometano no país, em projeto inicial de fornecimento de 130 mil m³ de biometano por mês para a Cebrace, uma das maiores fabricantes de vidro da América do Sul – segundo a companhia, a iniciativa apoia seus esforços de descarbonização por meio do uso de um combustível renovável que pode reduzir as emissões de gases de efeito estufa em até 90% quando comparado aos combustíveis fósseis convencionais; e (ii) o governo federal criou três subsecretarias e remanejou 23 cargos e funções de confiança para estruturar o funcionamento do CIMCE (Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos) – a nova estrutura ficará no MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), responsável pela secretaria-executiva do conselho e tem como principais atribuições a aprovação de projetos considerados estratégicos e a análise de determinadas operações empresariais.
- No internacional, empresas chinesas como CATL, BYD, Gotion, CALB e Sungrow estão construindo uma cadeia de suprimentos global para baterias fora de seu mercado doméstico, à medida que o Ocidente busca se proteger da alta de materiais, componentes e células prontas fabricadas na China – segundo dados da Climate Energy Finance, este ano empresas chinesas anunciaram investimentos de US$ 12 bilhões em 14 acordos fora do país.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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