IBOVESPA -1,06% | 169.186 Pontos
CÂMBIO +0,89% | 5,38/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira (29) em queda de 1,1%, aos 169.186 pontos, na quarta baixa consecutiva, acumulando perda de 17,5% na semana. A cautela fiscal manteve a pressão sobre os papéis domésticos, com alta dos juros futuros e avanço do dólar de 0,9%, a R$ 5,38. O cenário externo também pesou, com as bolsas americanas em queda após dados econômicos e resultados de tecnologia.
Na ponta positiva, Gerdau (GGBR4, +5,7%) liderou as altas após um banco de investimentos elevar sua recomendação e preço-alvo. Embraer (EMBJ3, +5,3%), Weg (WEGE3, +4,4%) e Suzano (SUZB3, +3,4%) também avançaram, em uma sessão de destaque para as exportadoras diante da valorização do dólar.
Na ponta negativa, as construtoras MRV (MRVE3, -6,7%) e Direcional (DIRR3, -6,2%) recuaram, pressionadas pelos juros.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram com movimentos mistos nesta quinta-feira. Nos Estados Unidos (EUA), os Treasuries encerraram em queda, com a T-note de dois anos em 4,65% (-5 bps), a T-note de 10 anos em 4,98% (-4 bps) e o T-bond de 30 anos em 5,33% (-2 bps). Apesar da divulgação de dados mais fortes de inflação e atividade, que reforçam a perspectiva de manutenção de juros elevados pelo Federal Reserve (banco central americano), a aversão ao risco nos mercados acionários e a busca por ativos defensivos favoreceram o fechamento das taxas ao longo da sessão. No Brasil, o DI jan/29 encerrou em 14,75% (-7 bps) e o DI jan/31 em 15,05% (+8 bps), com os vértices mais longos refletindo a permanência das incertezas fiscais. A NTN-B encerrou com a B29 a 7,84% (vs. 7,89%), a B35 a 7,98% (vs. 7,97%) e a B50 a 7,52% (vs. 7,46%).
Mercados globais
Nesta sexta-feira (30), os futuros nos EUA operam em forte queda (S&P 500: -1,0%; Nasdaq 100: -2,2%), com os balanços de Amazon e Intel aprofundando as dúvidas sobre o retorno dos pesados investimentos em inteligência artificial. Na Europa, o Stoxx 600 recua 0,3%, pressionado principalmente pelo setor de tecnologia. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em queda: o Kospi (Coreia) recuou 3,5%, arrastado por SK Hynix e Samsung, o Nikkei 225 (Japão) caiu 2,8%, mesmo com o Banco do Japão mantendo os juros em 1,25%, enquanto na China o CSI 300 perdeu 1,4% e o Hang Seng (Hong Kong) avançou 1,5%, sustentado por energia e tecnologia.
O mercado repercute a queda de mais de 6% da Amazon no pré-mercado, após a companhia não superar as estimativas de lucro e receita e manter o capex previsto de US$ 220 bilhões para 2026, com fluxo de caixa livre negativo. Em contrapartida, os Treasuries ganham com a busca por proteção, e o yield de 10 anos recua para perto de 4,93%, menor nível em sete semanas, embora o mercado ainda atribua cerca de 75% de chance a uma alta de juros pelo Fed em dezembro. O Brent sobe mais de 1%, para próximo de US$ 117/barril, diante do temor de novos ataques dos EUA ao Irã. Os investidores também direcionam o foco para a temporada de resultados, com ExxonMobil, AbbVie, AstraZeneca e Chevron hoje e divulgações esperadas de Apple, Palantir, AMD e Uber ao longo da próxima semana.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta quinta-feira com queda de 0,60%, aos 3.632,00 pontos.
A sessão foi marcada por desempenho negativo na maior parte dos segmentos do mercado. Os fundos de recebíveis recuaram 0,64%, enquanto os FIIs de tijolo registraram queda de 0,83%. Entre os segmentos de tijolo, os fundos de ativos logísticos caíram 0,67%, seguidos pelos fundos de shoppings (-0,75%) e pelas lajes corporativas (-1,31%). Já os fundos híbridos destoaram do mercado e avançaram 0,51%, enquanto a categoria multiestratégia/FOF recuou 1,02%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram TRXF11 (+2,9%), HABT11 (+2,6%) e RBRL11 (+2,1%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-6,5%), ICRI11 (-4,7%) e URPR11 (-4,6%).
Economia
A inflação americana pelo deflator dos gastos com consumo (PCE Deflator) acelerou para 3,6% A/A em setembro, enquanto o PIB cresceu 3,4% em termos anualizados no terceiro trimestre, acima das expectativas, reforçando as apostas de nova alta de juros pelo Fed em dezembro. Na Zona do Euro, o banco central manteve as taxas inalteradas, mas alertou para riscos inflacionários crescentes associados aos preços de energia, em meio à deterioração das condições financeiras, especialmente na França. No Japão, o Banco do Japão (BOJ) manteve sua taxa de juros básica em 1,25%, com oito dos nove membros do comitê de política monetária votando pela manutenção da taxa.
No Brasil, o mercado está atento a possíveis nomes para compor a nova equipe econômica do presidente reeleito Lula. Entre os nomes discutidos na imprensa estão o governador do estado do Piauí Rafael Fonteles, economista, e o vice-presidente e ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmim. São nomes considerados da ala mais fiscalista do governo por suas atuações como governador. Possíveis nomes para as vagas abertas na diretoria do Banco Central também concentram as atenções do mercado. Na economia, os dados do mercado de crédito mostraram que o endividamento das famílias atingiu recorde de 50,11% da renda em agosto, apesar da melhora marginal da inadimplência em setembro.
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Economia
PCE e PIB reforçam apostas de alta de juros pelo Fed
- Nos Estados Unidos, a inflação medida pelo deflator dos gastos com consumo (PCE Deflator), indicador preferido pelo Fed, acelerou para 0,5% M/M e 3,6% A/A em setembro, ante 0,3% M/M e 3,4% A/A em agosto, com o resultado mensal em linha com as expectativas. O núcleo do PCE avançou 0,3% M/M e 3,1% A/A, ante 3,0% A/A no mês anterior, cuja leitura mensal também foi revisada de 0,2% para 0,3%, reforçando a persistência das pressões inflacionárias para além dos componentes voláteis. Em paralelo, o PIB americano cresceu 3,4% em termos anualizados no terceiro trimestre, superando o consenso de 3,2%, sustentado pela resiliência do consumo e pela expansão dos investimentos empresariais associados à inteligência artificial. Os gastos das famílias avançaram 3,8% em termos anualizados no trimestre, repetindo o ritmo do segundo trimestre. Entretanto, o consumo nominal cresceu 0,5% M/M em setembro, enquanto o consumo real permaneceu estável, sugerindo perda de dinamismo na entrada do quarto trimestre. A combinação de crescimento robusto e inflação persistente reforça a perspectiva de aperto monetário adicional: após o Fed manter os juros entre 3,75% e 4,00%, os mercados passaram a precificar probabilidade de uma alta em dezembro. Apesar da atividade resiliente, a redução da poupança das famílias e a dependência crescente dos investimentos em IA representam riscos à sustentabilidade do crescimento;
- Na Zona do Euro, o Banco Central Europeu (BCE) manteve as taxas de juros inalteradas, em linha com as expectativas, mas alertou para o aumento dos riscos inflacionários associados à escalada dos preços de energia, reforçando a possibilidade de uma nova elevação em dezembro. Após dois aumentos de juros em 2026, o BCE reconheceu que a inflação permanece aproximadamente no dobro da meta de 2%, embora a inflação subjacente siga relativamente estável e os salários ainda não apresentem resposta significativa aos choques energéticos, reduzindo as evidências de efeitos de segunda ordem. Ao mesmo tempo, a deterioração das condições financeiras europeias, especialmente na França, limita o espaço para novos aumentos de juros. O diferencial entre os rendimentos dos títulos soberanos franceses e alemães de 10 anos atingiu 155 pontos-base, maior patamar em décadas, refletindo a elevação dos prêmios de risco e o encarecimento do financiamento público e privado. Esse movimento já representa um aperto das condições financeiras, com possíveis efeitos negativos sobre o crédito e a atividade. O BCE enfrenta, portanto, o desafio de conter a persistência inflacionária sem intensificar a desaceleração econômica ou provocar instabilidade financeira. Em paralelo, Christine Lagarde anunciou que deixará antecipadamente a presidência do BCE em 7 de fevereiro, acrescentando uma dimensão institucional às perspectivas para a política monetária europeia;
- No Japão, o Banco do Japão (BOJ) manteve sua taxa de juros básica em 1,25%, com oito dos nove membros do comitê de política monetária votando pela manutenção da taxa. O membro do comitê Takata Hajime foi o único a divergir, defendendo um aumento de 25 pontos-base. O banco central também informou que venderá, anualmente, cerca de 860 bilhões de ienes em fundos negociados em bolsa (ETFs), com base no valor contábil;
- No Brasil, o mercado está atento a possíveis nomes para compor a nova equipe econômica do presidente reeleito Lula. Entre os nomes discutidos na imprensa estão o governador do estado do Piaui Rafael Fonteles, economista, e o vice-presidente e ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmim. São nomes considerados da ala mais fiscalista do governo por suas atuações como governador. Possíveis nomes para as vagas abertas na diretoria do Banco Central também concentram as atenções do mercado.
- O setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 5,5 bilhões em setembro, contrariando as expectativas de superávit da XP (R$ 3,8 bilhões) e do mercado (R$ 1,0 bilhão), embora tenha apresentado melhora em relação ao déficit de R$ 17,5 bilhões observado no mesmo mês de 2025. Segundo os dados do Banco Central, o governo central apresentou superávit de R$ 3,5 bilhões, enquanto governos regionais e empresas estatais registraram déficits de R$ 5,6 bilhões e R$ 3,4 bilhões, respectivamente. A deterioração das contas regionais pode refletir a desaceleração das receitas de ICMS, mais sensíveis ao ciclo econômico, e a execução mais intensa de despesas contratadas anteriormente. Nas estatais, o resultado retomou a tendência deficitária observada ao longo do ano. Em 12 meses, o déficit primário consolidado atingiu R$ 70,1 bilhões (0,5% do PIB). As despesas com juros nominais somaram R$ 107,5 bilhões em setembro, elevando o acumulado em 12 meses para R$ 1,205 trilhão (9,0% do PIB), enquanto o déficit nominal alcançou R$ 1,275 trilhão (9,5% do PIB). A dívida bruta permaneceu estável em 82,9% do PIB, maior patamar desde março de 2021, mas acumula alta de 5,1 p.p. em 12 meses, enquanto a dívida líquida avançou para 70,0% do PIB. A estabilidade pontual da dívida refletiu resgates líquidos e o crescimento nominal do PIB, não representando uma mudança estrutural de trajetória. Para 2026, projetamos déficit primário consolidado de R$ 56,7 bilhões (0,4% do PIB), déficit nominal de R$ 1,239 trilhão (9,0% do PIB) e dívida bruta de 83,6% do PIB, evidenciando a persistência dos desafios fiscais;
- Ainda na seara fiscal, o Governo Central registrou superávit primário de R$ 4,8 bilhões em setembro, segundo o Tesouro Nacional, revertendo o déficit de R$ 14,4 bilhões observado um ano antes, mas abaixo da nossa projeção de R$ 6,3 bilhões e do consenso de R$ 5,3 bilhões. A melhora foi sustentada principalmente por receitas extraordinárias de aproximadamente R$ 13 bilhões provenientes da devolução de precatórios pagos indevidamente, sem as quais o resultado teria sido deficitário em cerca de R$ 8 bilhões. As receitas líquidas cresceram 13,6% A/A, impulsionadas pelo IRPJ/CSLL (+69,1%), pelas demais receitas administradas pela Receita Federal (+74,8%), beneficiadas pelo imposto sobre exportações de petróleo bruto e pela CIDE sobre remessas ao exterior, e pelas receitas não administradas (+78,8%), especialmente aquelas relacionadas à exploração de recursos naturais. Em contrapartida, as contribuições previdenciárias recuaram 3,7%, refletindo maiores compensações tributárias. Do lado das despesas, o crescimento foi limitado a 2,4% A/A, com queda de 35,8% nos gastos discricionários, parcialmente compensada pela expansão dos créditos extraordinários, especialmente os R$ 7,6 bilhões destinados a subsídios sobre combustíveis. No acumulado do ano, o déficit do Governo Central atingiu R$ 90,2 bilhões, enquanto, em 12 meses, somou R$ 51,6 bilhões (0,4% do PIB). Projetamos déficit de R$ 47,0 bilhões (0,3% do PIB) em 2026, equivalente a superávit de R$ 18,8 bilhões (0,1% do PIB) excluindo despesas fora da meta. O resultado reforça que a melhora fiscal recente depende de receitas não recorrentes e da contenção de despesas, enquanto os subsídios aos combustíveis permanecem como risco relevante;
- No mercado de crédito brasileiro, o endividamento das famílias atingiu o recorde histórico de 50,11% da renda acumulada em 12 meses em agosto, avançando 0,2 p.p. no mês e 1,2 p.p. na comparação anual, segundo o Banco Central. O comprometimento da renda com o serviço da dívida também aumentou, alcançando 29%, evidenciando a pressão dos encargos financeiros sobre o orçamento doméstico. Em contrapartida, a inadimplência da carteira total de crédito do Sistema Financeiro Nacional recuou de 5,05% em agosto para 4,98% em setembro, após atingir um recorde no mês anterior. A melhora foi observada tanto nas operações com empresas, cuja inadimplência caiu para 3,3%, quanto nas operações com pessoas físicas, que recuaram de 6,04% para 5,99%. A divergência entre os indicadores sugere que, embora os atrasos tenham apresentado melhora marginal, o elevado endividamento e o comprometimento da renda continuam representando riscos para a capacidade de pagamento das famílias. Em um ambiente de juros elevados, essa combinação pode limitar o consumo e reforçar os efeitos defasados da política monetária restritiva sobre a atividade econômica;
- O destaque hoje será o resultado do mercado de trabalho (PNAD Contínua) referente ao trimestre móvel encerrado em setembro, para a qual esperamos recuo da taxa de desocupação de 5,3% para 5,2%, sinalizando a manutenção de um mercado de trabalho aquecido, apesar dos sinais de desaceleração da atividade econômica.
Empresas
Multiplan (MULT3): resultados acima das expectativas, impulsionados pela venda do ParkShopping Barigüi
- A Multiplan apresentou resultados sólidos no 3T26, acima das nossas estimativas e do consenso;
- As vendas dos lojistas atingiram R$6,4 bilhões (+5,9% A/A), enquanto SSS e SSR cresceram 3,1% e 4,3%, respectivamente;
- A receita líquida ex-linearização totalizou R$833 milhões (+38% A/A; +0,7% vs. XPe), sustentada pela venda, por R$250 milhões, de uma participação de 9,33% no ParkShopping Barigüi;
- O NOI ajustado atingiu R$496 milhões (+0,5% vs. XPe), enquanto o EBITDA ajustado alcançou R$586 milhões (+11% vs. XPe), beneficiado por custos melhores do que o esperado relacionados às propriedades vendidas;
- O lucro líquido ajustado atingiu R$371 milhões (+24% vs. XPe), e o FFO ajustado totalizou R$405 milhões (+22% vs. XPe);
- Em relação ao consenso, a receita líquida, o EBITDA e o lucro líquido reportados ficaram 22%, 21% e 43% acima das expectativas, respectivamente;
- Vemos os resultados como positivos, sustentados por tendências operacionais resilientes e por uma reciclagem de capital com geração de valor, e reiteramos nossa recomendação de Compra;
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Hypera (HYPE3) | Atualização sobre semaglutida
- Hoje, cinco canetas adicionais de GLP-1 receberam aprovação regulatória, incluindo dois produtos à base de semaglutida. Atualizamos nosso monitor de acordo;
- Embora reconheçamos que a concorrência provavelmente se intensificará no médio e longo prazo, principalmente por meio da continuidade da pressão sobre os preços, mantemos uma visão construtiva para a Hypera no curto prazo;
- Esperamos que o Semavy, a caneta de GLP-1 da companhia, impulsione uma aceleração relevante do sell-out no 4T26, enquanto a expansão de margens deve se tornar um dos principais destaques a partir do 1T27, apoiada pela diluição das despesas comerciais e de marketing;
- É importante destacar que, após a aprovação regulatória, os novos produtos ainda precisam obter a autorização de preços da CMED antes de chegar ao mercado;
- Enquanto o Semavy chegou às farmácias 37 dias após a aprovação da Anvisa, o Owozy levou 90 dias para divulgar seu preço comercial e ainda não foi lançado;
- Dessa forma, esperamos uma entrada gradual dos concorrentes, com as próximas divulgações de preços pela CMED e os lançamentos comerciais representando os principais marcos a serem monitorados ao longo do 4T26 e do 1T27;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- CSN acerta exclusividade para vender CSN Cimentos à chinesa Huaxin por R$ 12,7 bilhões (InvestNews);
- Raízen avança em reestruturação, e Shell terá direitos na distribuidora, dizem fontes (Bloomberg Línea);
- Endividamento renova recorde e pressiona mais a inadimplência (Valor Econômico);
- Fitch Eleva Ratings da Eldorado para ‘BB+’/‘AAA(bra)’; Perspectiva Estável (Fitch Ratings).
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX recua 0,6% e fecha aos 3.632 pontos, em quarto dia seguido de queda (Suno Notícias);
- BTLG11 compra galpão logístico em Guarulhos por R$ 375 milhões e mira alta nos aluguéis (Revista Buildings);
- KNCR11 avança em nova oferta e revela quanto captou até agora (FIIs);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Kinea Índices de Preços (KNIP11) | Carteira de crédito defensiva com proteção inflacionária
- Reiteramos nossa recomendação de COMPRA para o KNIP11 para o fundo, fundamentada nos seguintes fatores:
- Gestão experiente e qualificada;
- Carteira de crédito de baixo risco e bem diversificada;
- Estrutura robusta de garantias, incluindo alienação fiduciária de imóveis performados e de alta qualidade;
- Carrego elevado, com rentabilidade implícita líquida de taxas equivalente a IPCA + 11,4% a.a. e dividend yield projetado de 12,4% em nosso cenário base para os próximos 12 meses;
- Reserva de R$ 0,80 por cota;
- Elevada liquidez no mercado secundário e menor volatilidade em relação aos pares;
- Clique aqui para mais informações.
ESG
CVM abre consulta pública para voltar com obrigatoriedade dos relatórios financeiros de sustentabilidade | Café com ESG, 30/10
- O pregão de quinta-feira fechou em território negativo, com o IBOV e o ISE caindo 1,06% e 1,78%, respectivamente.
- Do lado das empresas, (i) a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) anunciou que abriu uma consulta em que coloca novamente em discussão a obrigatoriedade dos relatórios financeiros sobre sustentabilidade, após a autarquia retirar a exigência geral de divulgação e manter a adesão voluntária aos padrões internacionais – a CVM quer reunir evidências para avaliar se o modelo voluntário é suficiente para atender aos investidores e se os benefícios de uma obrigação poderiam superar os custos para as empresas; e (ii) ao menos nove empresas estão em processo de credenciamento pelo BNDES para se tornarem fornecedoras para o leilão de reserva de capacidade de baterias de grande porte – até agora, apenas uma companhia nacional obteve o credenciamento completo do BNDES para seu modelo de bateria, a brasileira You.On, mas outras companhias já iniciaram o processo, como as brasileiras Moura, WEG e SecPower; as chinesas BYD, Gotion, TBEA e Trina; e a canadense Canadian Solar.
- Na política, o Ministério da Fazenda, por meio da Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono (SEMC) publicou a Portaria nº 3.199, que estabelece o cronograma oficial de implementação das obrigações de Mensuração, Relato e Verificação (MRV) de emissões e remoções de gases de efeito estufa (GEE) para o Mercado Regulado de Carbono no Brasil – o novo sistema, que está gradualmente sendo implementado até 2030, define que empresas comecem a medir anualmente suas emissões de carbono equivalente, começando por operadores com emissões a partir de 10 mil tCO₂e ao ano e depois de 2030, empresas que emitem mais de 25 mil tCO2e deverão cumprir as obrigações estabelecidas no Plano Nacional de Alocação.
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