Mercados americanos amanhecem em queda refletindo o PIB abaixo do esperado, mas indicador de inflação deve ditar o ritmo das bolsas

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.


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IBOVESPA -0,5% | 125.675 Pontos

CÂMBIO -0,7% | 5,08/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa encerrou o pregão de quinta-feira em queda de 0,5%, a 125.675 pontos, puxado por Vale (-1,5%) e Ambev (-1,2%) após a divulgação de resultados. Com isso, o índice se descolou do bom humor dos principais índices mundiais (bolsas americanas avançaram entre 0,1% e 0,7%) com os investidores seguindo a repercussão do Federal Reserve (Banco Central dos EUA), que deu sinais “dovish”, de continuidade de uma política monetária acomodatícia.

Enquanto isso, o dólar comercial caiu 0,7%, cotado a R$ 5,08. Já, as taxas futuras de juros apresentaram correção na sessão de ontem, fechando em baixa mais acentuada nos vencimentos intermediários, que haviam subido com maior intensidade na semana. O movimento pode ser atribuído ao clima de apetite ao risco no exterior, à queda do dólar frente ao real e ao IGP-M de julho abaixo das estimativas. DI jan/22 fechou em 6,195%; DI jan/24 encerrou em 8,12%; DI jan/26 foi para 8,55%; e DI jan/28 fechou em 8,87%.

Nesta manhã, mercados globais amanhecem negativos (EUA -0,7% e Europa -0,7%) após a divulgação do PIB americano anualizado de 6,5%, decepcionando as expectativas de 8,4%. O time macro da XP reforçou sua estimativa abaixo do consenso, na qual o PIB americano deverá crescer +5,7% no ano. Já na Europa, a expansão de 2% no PIB veio acima das expectativas do consenso de 1,6%. No Japão (-1,8%), dados econômicos de produção industrial mostraram um aumento de +6,2% em junho e vendas do varejo crescem 0,1% ano contra ano, mas decepcionam as projeções de 0,2%.

O destaque hoje será a divulgação do deflator do consumo americano de junho (Core PCE Deflator), o indicador de inflação favorito do Fed (banco central). O PIB do segundo trimestre nos principais países da Europa vieram relativamente em linha com o esperado, reforçando a tendência de retomada na região.

Ainda na seara internacional, os holofotes continuam sobre o Senado americano, onde estão sendo negociados os dois projetos chave da agenda Biden: o pacote de infraestrutura e o Plano das Famílias Americanas.

No Brasil, geração de empregos segue superando expectativas, impulsionada pela retomada no setor de serviços. A pesquisa CAGED apontou criação líquida de 309,1 mil empregos formais em junho, acima da nossa expectativa e do consenso de mercado (285 mil e 270 mil, respectivamente). Em termos dessazonalizados, estimamos que o saldo de empregos passou de 267 mil em maio para 323 mil em junho. Com isso, a média móvel de 3 meses passou de 170 mil para 213 mil vagas no período.

Por fim, na política, ganha corpo a discussão sobre o novo programa de transferência de renda do governo. O Ministério da Economia estimou ontem haver espaço dentro do teto de gastos para um programa de R$ 300 pagos a 17 milhões de pessoas, mas parte dos políticos que compõem o governo defendem que a medida seja discutida como uma exceção ao limite de despesas. A expectativa é que a definição aconteça no mês de agosto.

Tópicos do dia

Agenda de resultados

Irani (RANI3): antes da abertura
Usiminas (USIM5): antes da abertura
Calendário do 2T21
Temporada de resultados do 2º trimestre 2021 – o que esperar?

Economia

  1. O destaque hoje será a divulgação do deflator do consumo americano de junho (Core PCE Deflator), o indicador de inflação favorito do Fed (banco central). No Brasil, geração de empregos segue superando expectativas, impulsionada pela retomada no setor de serviços

Política

  1. Governo discute formato do novo programa de transferência de renda
  2. Política internacional: Lideranças procuram acelerar agenda de Biden no Senado dos EUA

Empresas

  1. Pesquisa assessores XP: Maioria acredita em Ibovespa acima de 140.000 pontos
  2. Boa Safra (SOJA3): Semeando o Futuro do Agro no Brasil
  3. Cesp (CESP6): Resultado do 2T21 mais fraco devido à hidrologia
  4. CTEEP (TRPL4): Resultados do 2T21 ligeiramente abaixo das nossas estimativas
  5. Localiza (RENT3) 2T21 – Aluguel de Frotas e Seminovos Fortes Parcialmente Compensados por RaC Fraco; Positivo
  6. Ecorodovias (ECOR3) 2T21: Tráfego Apresenta Melhoria Progressiva ao Longo de 2T21; Neutro
  7. Fleury (FLRY3) – 2T21: Resultados mistos; surpresa positiva em novos negócios ofuscada por margens menores
  8. Grendene (GRND3): 2T21 – Fracos resultados ainda impactados pela pandemia
  9. Aura Minerals (AURA33): Retomada das operações em Honduras, após três semanas
  10. G2D (G2DI33): Altamente descontada; notas sobre nossa Expert Talks
  11. Notícias Diárias do Setor Financeiro
  12. Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

Internacional

  1. Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Resultados da Amazon

ESG

  1. Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 30/07
  2. Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente

Veja todos os detalhes

Economia

O destaque hoje será a divulgação do deflator do consumo americano de junho (Core PCE Deflator), o indicador de inflação favorito do Fed (banco central).  No Brasil, geração de empregos segue superando expectativas, impulsionada pela retomada no setor de serviços

  • Os dados de consumo mensal de junho nos EUA serão publicados esta manhã. Analistas de mercado esperam que os gastos tenham crescido 0,7% mês a mês. Mas os mercados realmente se concentrarão no resultado do núcleo do deflator do consumo, o indicador de inflação favorito do Fed. Projetamos 0,51% no mês a mês e 3,56% no ano a ano, ante 3,39% a / a em maio. O resultado de junho provavelmente será o pico da atual aceleração da inflação. Vemos caindo para 3,52% em julho e para 3,37% y / y em dezembro;
  • O PIB alemão no 2T cresceu 1,5% trimestre a trimestre, abaixo das expectativas (2,0%). Sobre o mesmo trimestre do ano passado, porém, o resultado veio em linha com o esperado, em 9,6%. Na França, o PIB do 2T cresceu 0,9%, conforme esperado. Em geral, os números do PIB reforçam a tendência de recuperação gradual da Europa sugerida por indicadores de alta frequência;
  • No Brasil, a pesquisa CAGED apontou criação líquida de 309,1 mil empregos formais em junho, acima da nossa expectativa e do consenso de mercado (285 mil e 270 mil, respectivamente). Em termos dessazonalizados, estimamos que o saldo de empregos passou de 267 mil em maio para 323 mil em junho. Com isso, a média móvel de 3 meses passou de 170 mil para 213 mil vagas no período;
  • As contas do governo central registraram déficit primário de R $ 73,55 bilhões em junho. O resultado veio pior do que o consenso de mercado (R $ 67,2 bilhões), mas mesmo assim levou o acumulado em doze meses a – 4,7% do PIB (de 6,3% no mês passado).

Política

Governo discute formato do novo programa de transferência de renda

  • Ganha corpo a discussão sobre o novo programa de transferência de renda do governo. O Ministério da Economia estimou ontem haver espaço dentro do teto de gastos para um programa de R$ 300 pagos a 17 milhões de pessoas, mas parte dos políticos que compõem o governo defendem que a medida seja discutida como uma exceção ao limite de despesas. A expectativa é que a definição aconteça no mês de agosto.

Política internacional: Lideranças  procuram acelerar agenda de Biden no Senado dos EUA

  • Na seara internacional, os holofotes continuam sobre o Senado americano, onde estão sendo negociados os dois projetos chave da agenda Biden: o pacote de infraestrutura e o Plano das Famílias Americanas;
  • O líder democrata Chuck Schumer comentou que o plenário da Casa estará em sessão durante o fim de semana e o pacote de infraestrutra provavelmente estará na agenda, o que permitiria acelerar o andamento do projeto;
  • No lado do Plano das Famílias Americanas, disse que teria os 50 votos necessários (apoio de todos os democratas) para aprovar uma resolução orçamentária de USD 3.5 trilhões. Esse seria o primeiro passo do processo de reconciliation, a manobra que permite esquivar obstruções da minoria. A fala surpreende após manifestações de moderados sobre o valor do projeto, e ainda se espera uma batalha entre as alas do partido sobre a conta final;
  • Apesar do mento ser positivo para as iniciativas, o caminho ainda terá desafios pela frente. E em termos de prazos, Schumer voltou a afirmar que procura aprovar tanto o pacote de infraestrutura quanto a resolução até o recesso na segunda semana de agosto. Apesar dos recentes avanços, o calendário é apertado. Portanto, uma postergação do recesso está sendo avaliada informalmente.

Empresas

Pesquisa assessores XP: Maioria acredita em Ibovespa acima de 140.000 pontos

  • Nos últimos dias, realizamos uma nova edição da nossa pesquisa com os assessores da XP e assessores de investimento de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos;
  • Houve um aumento dos que pretendem diminuir investimentos em Renda Variável (13%, +2p.p. M/M). Ainda assim, a maioria pretende manter seus investimentos em renda variável (51%);
  • Além de Renda Variável, as classes de ativos que os assessores e seus clientes se mostraram mais interessados foram: 1) Investimentos Internacionais (69%); 2) Fundos Imobiliários (55%); 3) Fundos Multimercado (47%); 4) Fundos de Renda Variável (37%); 5) Tesouro Direto e Renda Fixa (38%); 6) Fundos de Renda Fixa (33%); e 7) Ouro (5%);
  • Em julho, a maioria dos assessores, 46% deles, acreditam que o Ibovespa ficará entre os 140.000 e 150.000 pontos ao final de 2021. Em seguida, 36% acreditam que o índice deve fechar o ano entre 130.000 e 140.000. Outros 9% acreditam que o índice passará os 150.000 pontos, e o restante acredita que o Ibovespa ficará entre os 120.000 e 130.000 pontos. A média de palpites calculada foi de 140.388 pontos;
  • Em relação aos riscos, o destaque continuou sendo o cenário político, que se manteve estável em relação ao mês passado, permanecendo em 67%. A desaceleração econômica global foi o segundo maior risco em 12%, seguido da alta da inflação em 8%;
  • Clique aqui para ler o relatório completo.

Boa Safra (SOJA3): Semeando o Futuro do Agro no Brasil

  • Estamos iniciando a cobertura de Boa Safra Sementes com recomendação de Compra e preço-alvo de R$ 18 por ação, portanto com potencial de alta de 32% versus o fechamento do dia 29/07;
  • Em termos de múltiplos, enxergamos a ação sendo negociada a 4,6x EV/EBITDA 2022, ou seja, com desconto versus o nosso múltiplo-alvo de 7,3x;
  • A Boa Safra é uma das maiores empresas brasileiras de sementes e, na nossa visão, é a mais preparada para capturar a oportunidade criada pelo avanço da adoção de tecnologia no campo;
  • Entendemos que a empresa conta com diferenciais estratégicos relevantes, como (i) modelo leve em ativos, (ii) cadeia de produção integrada, (iii) alto nível tecnológico e (iv) base de clientes diversificada;
  • Clique aqui para ler o relatório completo.

Cesp (CESP6): Resultado do 2T21 mais fraco devido à hidrologia

  • Nesta quinta-feira, 29 de julho, a CESP divulgou seu resultado do 2T21. A empresa reportou um prejuízo líquido de R$ (18,1) milhões, comparado a nossa estimativa de lucro líquido de R$ 21,1 milhões e consenso da Bloomberg de R$ 12,4 milhões. O EBITDA ajustado foi de R$ 221,7 milhões, -11,7% abaixo de nossa estimativa de R$ 251,0 milhões e -17,5% abaixo do consenso de R$ 268,7 milhões. O desempenho reflete principalmente as condições hídricas deterioradas ao longo do trimestre e o GSF mais baixo associado portanto a custos mais altos de aquisição de energia;
  • Temos uma avaliação negativa dos resultados da CESP no 2T21. Estimamos um custo de aquisição de energia de R$ 140 milhões contra os R$ 197 milhões reportados pela empresa. Sendo esta a principal diferença para os nossos números;
  • No entanto, a CESP continua sendo uma das melhores histórias em nossa cobertura do setor elétrico, dado (i) o alto potencial de geração de caixa das ações, que acreditamos se traduzirá em maiores dividendos ou crescimento e (ii) o risco-retorno positivo implícito na gestão da passivos contingentes e a opcionalidade relativa à indenização da UHE Três Irmãos. Mantemos nossa recomendação de compra na CESP, com preço-alvo de R$ 34/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

CTEEP (TRPL4): Resultados do 2T21 ligeiramente abaixo das nossas estimativas

  • Em 29 de julho a CTEEP anunciou seu resultado do 2T21 com EBITDA ajustado de R$ 641,8mi, em linha com nossa estimativa de R$ 667,5mi (-3,9%) e com o consenso da Bloomberg de R$ 668,0mi;
  • No entanto, o lucro líquido foi de R$ 248,1mi, bem abaixo da nossa estimativa de R$ 484,7mi. A diferença com relação a nossa estimativa pode ser explicada por: (i) uma despesa financeira maior do que a esperada e, (ii) uma equivalência patrimonial menor do que a esperada;
  • Vemos o resultado da CTEEP como ligeiramente negativo. No entanto, acreditamos que os resultados operacionais fortes reforçam a estabilidade e resiliência do segmento de transmissão de energia. Por outro lado, acreditamos que tal estabilidade já está precificada, e mantemos nossa recomendação Neutra na CTEEP, com preço-alvo de R$ 26/ação.  

Localiza (RENT3) 2T21 – Aluguel de Frotas e Seminovos Fortes Parcialmente Compensados por RaC Fraco; Positivo

  • A Localiza reportou bons resultados no 2T21 (em linha com as nossas expectativas e as do mercado), com lucro líquido de R$ 448 milhões (apenas 7% inferior ao trimestre anterior apesar do impacto negativo da segunda onda de COVID no trimestre). Os principais pontos positivos foram:
    • (i) Dinâmica consistente do aluguel de frotas evidenciada por variações positivas T/T no resultado (tarifas, volumes, EBITDA e margem EBITDA); e
    • (ii) bons resultados do Seminovos, com menor depreciação e margens fortes refletindo preços mais altos de carros usados (preço médio do carro vendido +31% A/A).
  • Do lado negativo, notamos o volume mais fraco do Rent-a-Car (RaC) e a dinâmica da margem (queda de 8% e 4,2p.p. T/T respectivamente);
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra e preço alvo de R$76,00/ação. Clique aqui para ler o relatório completo.

Ecorodovias (ECOR3) 2T21: Tráfego Apresenta Melhoria Progressiva ao Longo de 2T21; Neutro

  • A Ecorodovias apresentou resultados neutros, com EBITDA ajustado de R$571 milhões ligeiramente abaixo de nossas estimativas (-3%) e +33% A/A, refletindo as melhorias de tráfego conforme os impactos do COVID-19 suavizam;
    • Do lado positivo, destacamos a melhoria contínua do tráfego ao longo do 2T21, com tráfego comparável +1,7% vs. 2T19 (período pré-pandêmico), com os dados de tráfego de maio e junho 3,6% e 2,7% acima dos níveis de 2019, respectivamente, recuperando-se da queda de 3,8% no tráfego em abril (impactado pela segunda onda da pandemia no Brasil);
    • Do lado negativo, notamos uma contração da margem EBITDA de ~0,5p.p. A/A para concessões maduras de rodovias, refletindo pressão de custos durante o 2T21, apesar da contínua recuperação da receita ao longo do trimestre. 
  • Reiteramos nossa recomendação Neutra para a Ecorodovias e preço-alvo de R$12,40/ação. Clique aqui para ler o relatório completo.

Fleury (FLRY3) – 2T21: Resultados mistos; surpresa positiva em novos negócios ofuscada por margens menores

  • O Fleury registrou resultados mistos no 2T21, com uma surpresa positiva do aumento da receita de novos negócios, mas que foi compensada por margens mais baixas devido a custos mais altos;
  • A receita líquida ficou em linha com nossas estimativas em R$932 milhões, mas o EBITDA Ajustado atingiu R$249 milhões (-15% em comparação ao que esperávamos) com uma margem EBITDA Ajustada de 27%, queda de 5,2p.p. em comparação ao trimestre anterior e 4,6 pontos percentuais abaixo de nossas estimativas;
  • O lucro líquido ficou em R$66 milhões, uma queda de 45% em relação ao 1T21 e 48% abaixo de nossas estimativas.
  • Reiteramos nossa recomendação Neutra para a companhia, já que – embora crescente – o resultado de novos negócios ainda é pequeno e estamos cautelosos quanto à pressão nas margens;
  • Clique aqui para o relatório completo.

Grendene (GRND3): 2T21 – Fracos resultados ainda impactados pela pandemia

  • A Grendene divulgou resultados fracos e abaixo de nossas expectativas, mostrando redução do volume de pares vendidos e nas margens de rentabilidade (piores margens bruta e EBITDA dos últimos 10 anos), devido à queda no consumo gerada por conta da pandemia e do aumento de custo das matérias-primas que impactaram diretamente o desempenho da companhia no trimestre;
  • Apesar do resultado, o mês de junho trouxe um faturamento expressivo (+81,5% vs maio) como resultado da reabertura do comércio, o que traz uma expectativa positiva para os próximos trimestres;
  • Reiteramos nossa recomendação Neutra para GRND3 e preço-alvo de R$10,7/ação. Clique aqui para saber com mais detalhes.

Aura Minerals (AURA33): Retomada das operações em Honduras, após três semanas

  • Em continuação ao anúncio realizado em 9 de julho, a Aura Minerals anunciou que as operações em sua mina de ouro San Andres (Honduras) foram retomadas após terem sido ilegalmente interrompidas por um pequeno grupo de indivíduos;
  • Segundo a companhia, a interrupção deverá ter impacto limitado em sua projeção de produção consolidada para 2021, podendo afetar mais significativamente a extremidade superior da projeção de produção de 2021 para sua operação de Honduras. Estimamos um impacto de 1,5 mil onças por semana, por conta da suspensão;
  • Esperamos uma reação positiva do mercado. Mantemos nossa recomendação de Compra para a mineradora, com preço-alvo de R$95 por BDR.

G2D (G2DI33): Altamente descontada; notas sobre nossa Expert Talks

  • Ontem, apresentamos uma Expert Talks (veja aqui) com o Diretor de RI da GP, Sr. Eduardo Coutinho, o Diretor de Tecnologia, Sr. Carlos Pessoa, e o CFO, Sr. Rodrigo Boscolo. Eles reiteraram a tese de investimentos do portfólio da G2D e detalharam suas opiniões sobre a possível avaliação financeira (valuation) da empresa;
  • Na opinião da administração, a G2D pode seguir o caminho de seu par Draper Esprit, a qual, inicialmente, eram aplicados descontos ao seu Valor Líquido dos Ativos (NAV) e com o passar do tempo os investidores começaram a pagar um prêmio, já que Draper estava continuamente demonstrando o crescimento do NAV. Em nossa opinião, a empresa deveria negociar com desconto de 0% para o NAV, versus o desconto atual de 34%;
  • Por fim, reiteramos nossa recomendação de compra e nosso preço-alvo de R$9,00/ação, o que implica num potencial de alta de 27% em relação aos preços atuais. Clique aqui para ler o relatório completo.

Notícias Diárias do Setor Financeiro

  • Acesse este relatório com notícias do setor financeiro que complementam nossos comentários publicados no Morning Call, mas que não consideramos relevantes o suficiente para serem analisadas. Aqui você encontra o título com o link para a fonte original da notícia, além de uma breve descrição do conteúdo;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

  • Nesta publicação diária, trazemos as principais notícias do setor de varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.) nacional e internacional, complementando nossa visão sobre as tendências e acontecimentos mais importantes do dia. Além disso, o relatório contém um resumo dos múltiplos e recomendações para as empresas de nossa cobertura;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Internacional

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Resultados da Amazon

  • Amazon reporta receitas abaixo das expectativas e causa reação negativa nos investidores;
  • Após causar grandes danos na indústria automotiva, a crise dos semicondutores começa a afetar a indústria de smartphones;
  • Robinhood fez a sua estreia na bolsa ontem com ações precificadas a US$ 38, mas as terminou o dia no negativo;
  • Dados mostram forte correlação entre performance das bolsas globais e projeções futuras de lucro.
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 30/07

  • Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo falam sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança;
  • Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance histórica do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP;
  • Por que essas informações são importantes? Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.

Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente

  • Dado que a Boa Safra abriu seu capital recentemente (abril/21), era de se esperar que a empresa carecesse de uma divulgação completa de dados em relação à agenda ESG. Mesmo assim, apreciamos os esforços iniciais da companhia nessa frente, ao mesmo tempo em que esperamos mais avanços por vir adiante. Para o setor de agronegócio, vemos a frente E como a mais importante, seguida pelos pilares G e S, respectivamente;
  • Apesar de fazer parte de um setor muito sensível em termos do pilar E, a Boa Safra adota um modelo de produção que utiliza produtores rurais integrados, modelo que, além de se destacar no negócio de produção de sementes, diminui o impacto direto da empresa no meio ambiente. No entanto, esse modelo de negócio aumenta a importância da frente S, principalmente no que diz respeito à gestão da cadeia – isso posto, destacamos com bons olhos os esforços da Boa Safra em estabelecer relacionamentos de longa data com seus produtores integrados, ao mesmo tempo em que esperamos mais avanços no estabelecimento de políticas e práticas junto aos mesmos;
  • Por fim, acreditamos que a frente G é aquela com maior espaço para melhorias, visto que, por ser uma empresa familiar, a família fundadora possui membros relevantes na diretoria executiva e são os principais acionistas da empresa (60%), o que potencialmente levanta preocupações no caso de questões familiares. Por outro lado, a maioria independente do Conselho, aliada a uma equipe experiente de conselheiros, contrabalança tais preocupações a cerca da estrutura corporativa da empresa;
  • Ao longo deste relatório, destacamos os tópicos ESG que vemos como os mais importantes para a Boa Safra e analisamos como essa empresa se posiciona quando o tema é ESG. Clique aqui para ler o conteúdo completo.
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O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

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