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Decisão dividida do Copom, impactos da Selic a 10,50%, resultados de BB, Lojas Renner e mais

Taxa básica de juros na Inglaterra e pedidos semanais de seguro-desemprego nos Estados Unidos também são alguns dos temas de destaque nesta quinta-feira, 09/05/2024

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IBOVESPA +0,21% | 129.481 Pontos

CÂMBIO +0,45% | 5,09/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa fechou em alta ontem, aos 129.481 pontos (+0,2%), perto da máxima do dia de 129.564 pontos. O índice no dia foi impulsionado pelo desempenho de Petrobras (PETR3, +1,1%; PETR4, +1,5%), devido ao preço do Brent avançando 0,7%, e BRF (BRFS3, +11,2%), com resultado do 1T24 acima do consenso (leia nossa análise aqui), puxando as frigoríficas como Marfrig (MRFG3, +11,2%).

Já os destaques negativos da sessão foram Pão de Açúcar (PCAR3, -5,9%) e Vivo (VIVT3, -5,6%), após divulgarem balanços do 1T24 considerados negativos pelo mercado (leia nossa análise de PCAR3 e VIVT3 aqui).

Após fechamento do mercado, as atenções se voltaram para a decisão do Copom, que optou por um corte de 0,25 p.p., conforme esperado, mas com dissenso na decisão. Como resultado, o EWZ, ETF brasileiro negociado no exterior, teve queda de 2,2% no pós-mercado. Nossos especialistas apontaram quais os impactos da decisão do Copom para os mercados e seus investimentos em live na noite de ontem, confira aqui.

Para a sessão desta quinta-feira, teremos uma série de resultados domésticos, como B3, Hapvida, Sabesp, Smartfit, e Suzano (para saber mais, leia nosso calendário de resultados aqui). Em termos de resultados globais, teremos Warner Bros Discovery.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram a sessão de quarta-feira em alta nos vértices intermediários e longos, com ganho de inclinação. Em dia de Copom por aqui, a expectativa de uma decisão de política monetária dividida entre membros do comitê (o que, de fato, aconteceu) adicionou prêmios na curva. Contribuíram para a aversão ao risco o impacto econômico potencial das enchentes no Rio Grande do Sul, bem como o movimento de elevação observado nos rendimentos dos títulos soberanos americanos (Treasuries), com os papéis de 2 anos a 4,84% (+2,0bps) e os de 10 anos a 4,48% (+1,0bps). DI jan/25 fechou em 10,21% (estável vs. pregão anterior); DI jan/26 em 10,45% (alta de 3bps); DI jan/27 em 10,785% (alta de 7bps); DI jan/29 em 11,275% (alta de 8,5bps).

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os mercados operam em queda nos Estados Unidos (S&P 500: -0,2%; Nasdaq 100: -0,3%). A temporada de resultados se encaminha para o final e, ontem, ARM e Airbnb foram o destaque após o fechamento do mercado. Hoje, Warner Bros. Discovery reporta resultados do primeiro trimestre.

Na Europa, as bolsas operam em queda (Stoxx 600: -0,1%) com a decisão de juros do Banco da Inglaterra (BoE) de manter a taxa de juros estável. Na China, as bolsas fecharam o dia em alta (HSI: 1,2%; CSI 300: 1,0%) após dados de balança comercial.

Economia

Em decisão dividida e com tom hawkish, Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 p.p. para 10,50%, conforme esperávamos. As repercussões sobre o comunicado guiarão o mercado doméstico no dia. Na seara internacional, o Banco da Inglaterra (BoE) divulgará sua decisão de política monetária em dia de poucos indicadores nos Estados Unidos.

Veja todos os detalhes

Economia

Em decisão dividida, Copom reduz a taxa Selic em 0,25 p.p., para 10,50%

– O Copom reduziu a taxa Selic em 0,25 p.p., para 10,50%, como esperado por nós e pela maioria dos participantes de mercado. A decisão foi dividida, com os quatro diretores apontados pelo atual governo votando por corte 0,50 p.p.. O comunicado pós-reunião salientou que o cenário global se mostra adverso e que o mercado de trabalho doméstico tem apresentado maior dinamismo do que o esperado. Conforme esperávamos, o comitê não indicou quais serão seus próximos passos, mas salientou que deverá manter as taxas de juros em patamar contracionista por mais tempo. Consideramos o tom do comunicado duro (hawkish), portanto. Olhando adiante, prevemos dois cortes adicionais de 0,25 p.p. e taxa Selic terminal de 10,00%. Veja a repercussão completa sobre a decisão e nossa live pós-Copom.

– Em nossa sondagem com 71 clientes institucionais, o comunicado foi lido como hawkish por 44%, neutro por 17%, enquanto 39% o consideraram dovish. A virtual totalidade dos respondentes acredita em outro corte de 0,25 p.p. na próxima reunião e 69%, outro corte da mesma magnitude em julho. Considerando preços de ativos, as respostas mostram que investidores esperam o dólar valorizar-se 0,9% contra o real e a curva de juros, ganhar inclinação, com juros longos subindo 0,14 p.p.. Veja sondagem completa.

– Ontem, o IBGE divulgou a Pesquisa Mensal do Comércio de março. As vendas no varejo restrito vieram em linha com nossa expectativa de estabilidade em março. Por outro lado, as vendas no varejo ampliado surpreenderam negativamente ao contraírem 0,3% no mês, enquanto as projeções apontavam para avanço ao redor de 1%. A surpresa refletiu, em grande parte, um desempenho muito mais fraco do que o antecipado nas Atividades de Atacarejo, cujos resultados mensais têm sido bastante voláteis (-23% mar23/mar22, após +16% jan23/jan22 e +11% fev23/fev22). Vendas fracas de Materiais de Construção também contribuíram para a piora do índice de varejo ampliado (quando comparado ao mês anterior). De maior importância, em nossa visão, as vendas no varejo brasileiro cresceram 2,5% no 1T24 ante o 4T23, acima das expectativas iniciais. O desempenho sólido decorreu principalmente do avanço na renda real disponível às famílias (4,5% na comparação trimestral, segundo nossas próprias estimativas), em decorrência de um mercado de trabalho apertado, altas transferências fiscais e o pagamento de precatórios. O consumo pessoal de bens provavelmente permanecerá sólido no 2º trimestre e deve desacelerar gradualmente no segundo semestre, dada a antecipação de alguns fluxos de renda para o início do ano. Nosso XP Tracker para o PIB do 1º trimestre de 2024 indica crescimento de 0,6% ante o 4º trimestre de 2023 (elevação de 2,2% ante o 1º trimestre de 2023). Por fim, projetamos que o PIB cresça 2,2% em 2024.

– Na agenda internacional, o Banco da Inglaterra decidirá sobre sua taxa básica de juros. A expectativa de mercado é de estabilidade. Nos EUA, haverá apenas a divulgação dos pedidos semanais de seguro-desemprego (exp. 212k).


Empresas

Blau (BLAU3) – 1T24: Resultado ainda pressionado, com sinais de reversão de tendência de margens

  • A Blau (BLAU3) reportou resultados mistos no 1T24, com lucro líquido ajustado de R$ 40 milhões:
    • A receita aumentou 39% A/A, com a empresa se recuperando de um período negativo;
    • As margens ainda estão bem abaixo do ano anterior, mas a empresa destaca as melhorias sequenciais e lista as iniciativas que está implementando para obter eficiência de custos e diluir despesas no futuro;
    • Os dias de estoque diminuíram pelo quarto trimestre consecutivo, o que deve ajudar na conversão de caixa.
  • Apesar do resultado negativo, consideramos a melhoria sequencial da margem e a redução do capital de giro como sinais positivos;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Lavvi (LAVV3): Resultados robustos motivados pela margem bruta acima de nossas estimativas

  • A Lavvi registrou fortes resultados no primeiro trimestre, motivados por uma margem bruta significativamente acima das nossas estimativas;
  • A receita líquida aumentou 79% A/A, impulsionada em grande parte por (i) vendas mais fortes do Alive Home Resort; e (ii) progresso da construção;
  • A margem bruta foi o destaque do primeiro trimestre (sólido aumento de 2,1 p.p. em relação às nossas estimativas), devido às margens mais fortes decorrentes dos projetos recém-lançados (principalmente Alive e Saffire);
  • O lucro líquido superou solidamente nossas estimativas em 12%, atingindo R$70 milhões (+173% A/A), também ajudado pelo sólido resultado de equivalência patrimonial (+32% A/A), apesar das difíceis comparações T/T;
  • Também destacamos:
    • O sólido crescimento da lucratividade dos projetos recém-lançados;
    • O sólido reconhecimento de receita dos resultados a apropriar, o que deve impulsionar o crescimento do lucro líquido em 2024, em nossa opinião;
  • Mantemos nossa recomendação de compra para a empresa;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

BrasilAgro (AGRO3) | Análise dos Resultados do 3T24: riscos baixistas na menor área plantada

  • Os resultados foram fracos, como esperado;
  • A receita líquida caiu 36% (-3% vs. XPe) e o EBITDA ficou em R$ 6 milhões (-87% A/A) impulsionado pelas margens de soja, em linha com a Xpe;
  • A principal conclusão dos resultados divulgados da empresa foi a atualização sobre a produção esperada, que a empresa diminuiu 27%;
  • As previsões de produção mais baixas foram impulsionadas pela menor área plantada (soja e milho), refletindo margens mais fracas e adversidades climáticas que dificultaram a janela ideal de plantio no Paraguai e na Bahia;
  • O novo guidance sobre área plantada deve levar a revisões negativas de lucros, enquanto também esperamos ventos contrários ao desempenho da ação vindos de avaliações negativas de terras e, portanto, reforçamos nossa recomendação Neutra;
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SLC (SLCE3) | Análise dos Resultados do 1T24: um pouso forçado já esperado

  • A SLC relatou um trimestre majoritariamente em linha, embora um pouso forçado fosse esperado após sua revisão de guidance em 4 de dezembro de 2023;
  • O EBITDA ficou em R$ 704 milhões (-28,9% A/A e +3,2% vs XPe), com a soja com a queda na área, menores produtividade e preços, e com o algodão compensando apenas parcialmente a perda no lucro da soja;
  • Apesar de um trimestre fraco, o mercado mudará seu foco para uma perspectiva de melhora, com melhores preços e menores custos de insumos, garantindo uma melhor relação para a temporada 24/25;
  • Com a colheita de soja já concluída, a participação na receita do algodão deve aumentar nos próximos trimestres, e o 1º trimestre definirá uma comparação fácil daqui para frente;
  • Portanto, achamos que as ações devem apresentar uma reação neutra a positiva no pregão de amanhã;
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Minerva (BEEF3) | Análise de Resultados do 1T24: Brasil liderando; margem EBITDA em linha

  • A Minerva reportou um aumento substancial nos volumes de abate no Brasil, levando a uma receita maior que o esperado, embora a margem EBITDA tenha ficado em linha em 8,8% (vs XPe de 8,7%);
  • No entanto, outro aumento nas despesas financeiras levantou uma bandeira e resultou em um resultado negativo e abaixo do esperado;
  • Ao mesmo tempo, a alavancagem ficou estável T/T em 2,8x Dívida Líquida/EBITDA, apesar da dívida bruta ter aumentado 76,1% A/A;
  • O desempenho da Minerva no mercado externo foi sólido, mas o mercado interno ganhou os holofotes no trimestre, uma surpresa bem-vinda que deve explicar parcialmente a melhora do capital de giro;
  • Na nossa visão, apesar do bom desempenho operacional e das perspectivas positivas para o ciclo do gado, até que a agência antitruste brasileira aprove as aquisições das plantas da Marfrig, o mercado permanecerá indiferente aos resultados de curto prazo;
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3Tentos (TTEN) | Resultados do 1T24: fortes resultados em todas linhas

  • A 3Tentos reportou fortes resultados em todas as linhas;
  • Outro aumento nas despesas com vendas (impulsionado principalmente pela logística) levanta uma bandeira amarela, já que foi o impulsionador dos resultados mais fracos nos últimos dois trimestres;
  • No entanto, o sólido aumento do lucro bruto em todas as unidades de negócio mais do que compensou as maiores despesas com vendas, conforme antecipado anteriormente pela administração;
  • O EBITDA ajustado ficou 6% abaixo da XPe, mas forte em R$ 138 milhões (+28% A/A);
  • Além disso, a Companhia reportou EBITDA ajustado por operações de hedge de R$ 167 milhões (+62% A/A), uma quebra há muito demandada pelo mercado;
  • As ações sofreram refletindo as preocupações com a tragédia no RS (-11% nos últimos 30 dias vs. IBOV +2,1%);
  • Embora o impacto humano seja incalculável, achamos que a 3Tentos está preparada para navegar pelas perspectivas difíceis e acreditamos que a reação no papel foi exagerada e abre um ponto de entrada interessante, já que os resultados do 1T24 foram encorajadores;
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Banco do Brasil (BBAS3): Resultados sólidos, mas eles não contam toda a história | Revisão do 1T24

  • O Banco do Brasil apresentou resultados positivos, com lucro líquido de R$ 8,7 bilhões (em linha com o nosso; ROE 21,7%), -1,5% T/T e +8,8% A/A;
  • Embora os números não tenham sido tão impressionantes quanto os que temos visto nos últimos anos, ainda há destaques notáveis ​​além do robusto ROE: o sólido crescimento da carteira de empréstimos, o NPL estável em termos trimestrais, as despesas administrativas crescendo abaixo da inflação em termos homólogos e a sólida posição de capital;
  • Os pontos fracos, no entanto, foram os spreads de clientes mais baixos, os resultados de tesouraria mais baixos e o custo de crédito pressionado;
  • Em suma, embora em linha com os nossos números, a qualidade dos resultados do primeiro trimestre deteriorou-se ligeiramente. Mesmo assim, o Banco do Brasil reafirmou seu guidance, o que consideramos um sinal positivo. Ainda em relação ao guidance, nossa preocupação é apenas com provisões, visto que a taxa do trimestre, se anualizada, ficaria acima do topo da faixa indicativa;
  • Por fim, embora não seja possível afirmar categoricamente que o primeiro trimestre possa representar o início de uma tendência de queda nos resultados do BB, não descartamos uma reação negativa para as ações do BBAS3. Contudo, reiteramos nosso rating de compra, e nosso TP de R$ 36,5/ação;
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Santander (SANB11): Melhorias recentes, boas perspectivas, mas preço importa | Atualizando estimativas e reiterando recomendação neutra

  • Na manhã de hoje (08) o Santander realizou uma reunião com seu CEO, Mario Leão. Durante a reunião, os analistas tiveram a oportunidade de discutir os desenvolvimentos recentes na estratégia do banco;
  • Os principais destaques foram: foco em principalidade e engajamento de clientes, estratégias de crescimento alinhadas a sustentabilidade e diversificação;
  • Após a reunião, aproveitamos a oportunidade para incorporar em nosso modelo os últimos resultados e as últimas premissas macroeconômicas de nossa equipe econômica, atualizando nossas estimativas para o banco. Como resultado, nosso preço-alvo para o ano de 2024 aumentou para R$ 36,0/unit (de R$ 34,0/unit), mas mantivemos nossa recomendação Neutra;
  • Embora os números do 1T24 apresentem sinais de uma melhoria mais consistente nos resultados do banco, incluindo uma melhoria do ROE que já está muito próximo do custo de capital, acreditamos que o Santander precisaria entregar indicadores ainda melhores para justificar o seu atual nível de valuation;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Santos Brasil (STBP3): 1Q24 – Uma combinação poderosa (e rara) de volumes e preços; Positivo

  • A STBP reportou resultados positivos (embora já esperados), com EBITDA de R$ 321 milhões (+109% A/A; praticamente em linha conosco e com o mercado);
  • Vemos esses resultados positivos como um reflexo da estratégia vencedora da gestão para se beneficiar do cenário atualmente positivo de S&D para movimentação de contêineres, permitindo uma combinação poderosa de:
    • Fortes volumes (+27% A/A; -1% T/T) no porto orgânico demanda bem como novos serviços contratados;
    • Preços favoráveis (tarifas médias +33% A/A; -6% T/T) em mix melhorado e contratos remarcados.
  • Reiteramos nossa visão positiva e classificação de Compra.
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Bens de Capital: Uma visão construtiva sobre as intenções da WEG de participar do mercado eólico dos EUA

  • Este é o nosso Resumo Semanal de Bens de Capital, onde discutimos temas fundamentais para o setor. Nesta semana, destacamos:
    • Nosso comentário sobre o anúncio das intenções de entrada da WEG no mercado eólico norte-americano, com leitura positiva apoiada por um grande (e crescente) mercado endereçável, além de riscos limitados de execução e ROIC, em nossa visão;
    • PIM Brasil apontando melhores perspectivas para componentes elétricos e GTD em relação a outras indústrias (+15% A/A em 3M acumulado, embora -8% A/A em abr’24) e
    • O potencial pacote do governo federal visando a compra de mais de 5k ônibus menos poluentes (elétricos ou diesel mais modernos), conforme divulgado por mídias recentes.
    •  Clique aqui para acessar o relatório completo.

TOTVS (TOTS3): Resultados neutros e em linha com o esperado no 1T24, mas lucro abaixo das expectativas

  • A TOTVS reportou resultados neutros e em linha com o esperado no primeiro trimestre, mas com lucro abaixo das expectativas;
  • A Receita Líquida Consolidada (líquida de custos de funding) aumentou para R$1,3 bilhões (+17,2% A/A, +4,2% T/);
  • As receitas recorrentes cresceram 19,8% A/A, com uma sólida adição líquida de ARR consolidado de R$192,9 milhões (+4,0% A/A, -0,2% T/T);
  • O lucro líquido ajustado ficou em R$141 milhões, +52,2% A/A, mas -13,2% abaixo de nossas estimativas, devido a impostos mais altos do que o esperado;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Eletromidia (ELMD3): Resultado do 1T24 sólido e acima das estimativas

  • A Eletromidia reportou resultados sólidos e acima das nossas estimativas para o 1T24. A receita líquida aumentou +29,5% A/A, atingindo R$242 milhões, devido ao desempenho sólido dos segmentos de edifícios e ruas;
  • O EBITDA ajustado atingiu R$77 milhões (+51,2% A/A), +12,3% acima das nossas expectativas, com uma margem de 31,6% (+450bps A/A e +110bps acima do XPe);
  • Isso foi impulsionado por um mix favorável de vendas, com os segmentos de ruas e edifícios tendo maior relevância, pois são as verticais mais lucrativas, além de ganhos em escala;
  • Além disso, em relação ao endividamento, a Dívida Líquida/EBITDA LTM diminuiu para 1,3x (vs. 1,8x no 1T23);
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Desktop (DESK3): Resultados sólidos do 1T24 com lucro acima do esperado

  • A Desktop reportou resultados sólidos no 1T, em linha com nossas estimativas, mas com lucro acima do esperado;
  • Destacamos o sólido desempenho da receita líquida (+21% A/A e +2% T/T), impulsionado pelo aumento nas adições líquida;
  • A empresa também conseguiu manter níveis elevados de rentabilidade, com a margem EBITDA de 51,4% (+170bps A/A e +100bps acima da nossa);
  • Juntamente com os resultados, a empresa também compartilhou dados operacionais encorajadores sobre adições líquidas orgânicas de clientes para abril de +11.011;
  • Clique aqui para acessar o relatório

Iochpe-Maxion (MYPK3): Revisão do 1T24 – Rentabilidade Continuamente Pressionada Gerando Resultados Fracos e em Linha

  • A Iochpe-Maxion reportou resultados fracos (mas melhorando), com EBITDA de R$ 320 milhões em linha vs. XPe (+14% A/A e +11% T/T).
  • Embora continuemos esperando que as margens EBITDA se normalizem em direção a um nível de dois dígitos nos próximos trimestres, a lucratividade no 1T24 permaneceu pressionada, com um desempenho de volume suave na indústria automobilística impedindo uma maior diluição de custos (em meio à estabilização das matérias-primas).
  • Destacamos:
    • Receita líquida de R$ 3,6 bilhões (+3% T/T e -10% A/A), com a comparação A/A comprometida pelos maiores preços das matérias-primas no 1T23 e o T/T reforçado pelos veículos comerciais no Brasil, e
    • Margem EBITDA de 8,9% (+1,9p.p. A/A e +0,6p.p. T/T), refletindo a estabilidade das matérias-primas, contribuindo mais uma vez para uma melhoria das margens (+0,5p.p. T/T), com melhorias limitadas na diluição do custo fixo.
  • Reiteramos nossa recomendação Neutra.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Arezzo&Co. (ARZZ3): Resultados fracos no 1T24, como esperado

  • A Arezzo reportou resultados fracos no 1T, com números consolidados em linha e tendências de desaceleração;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Grupo Soma (SOMA3): Resultados mistos, mas em linha, no 1T24

  • O Grupo Soma relatou resultados mistos, mas esperados, no primeiro trimestre, com um leve crescimento de receita tanto na Soma ex-Hering quanto na Hering, devido às fortes bases de comparações, embora com uma melhora na rentabilidade consolidada;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Lojas Renner (LREN3): Resultados melhores no 1T24

  • A Renner reportou resultados melhores no 1T, com aceleração do crescimento da receita líquida do varejo e sólida expansão de margem tanto na Realize quanto no varejo;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Grupo Mateus (GMAT3): Resultados sólidos no 1T24

  • O Grupo Mateus reportou resultados sólidos no 1T, com forte desempenho de vendas mesmas lojas, melhor margem bruta e ciclo de caixa, mas maiores despesas com vendas, gerais e administrativas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Grupo Casas Bahia (BHIA3): Resultados fracos do 1T, conforme esperado 

  • O Grupo Casas Bahia reportou resultados do 1T pressionados, embora melhores do que nossas estimativas, com o desempenho de receita líquida e rentabilidade ainda impactados pelo ambiente macro desafiador e ajustes da reestruturação, embora com tendências de melhora de margens;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.  

d1000 (DMVF3): Sólidos resultados no 1T24

  • A d1000 registrou sólidos resultados no primeiro trimestre, com um forte crescimento de receita sustentando a alavancagem operacional;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Randoncorp (RAPT4): Revisão do 1T24 – Resultados mistos em meio a um trimestre agitado

  • A Randoncorp apresentou resultados do 1T24 ligeiramente mais fracos do que o esperado, com EBITDA de R$ 347 milhões (-3% vs. XPe, -22% A/A e +23% T/T);
  • As receitas ficaram ligeiramente abaixo do 1T23, com vendas fracas de implementos rodoviários (impactadas pelos mercados externos), parcialmente compensadas pelo melhor desempenho relativo de Autopeças e Frasle, enquanto também pontualmente afetadas por uma paralisação para atualização de ERP – sem esse efeito, as vendas diárias melhoraram +5% A/A;
  • Além disso, a margem EBITDA ficou ligeiramente abaixo de nossas estimativas e próxima do guidance da Randon para 2024, com menor alavancagem operacional e ponderação de provisões sobre a rentabilidade;
  • Embora continuemos a esperar uma melhora progressiva ao longo de 2024E (apoiada pela recuperação esperada de veículos pesados, especialmente no 2S24E), mantemos nossa posição positiva na Randon, com a valorização proporcionando uma margem de segurança, em nossa visão;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Taesa (TAEE11): Resultados do 1T24; Política de dividendos muda

  • Temos uma avaliação relativamente neutra do resultado da Taesa no 1T24, uma vez que ficou abaixo de nossas expectativas;
  • A redução da margem EBITDA (-4,2p.p. A/A) pode ser explicada por um evento pontual em Janaúba e pelo ajuste negativo da inflação no ciclo RAP 2023-2024 para as concessões indexadas ao IGP-M;
  • Além disso, a Taesa anunciou que mudaria sua política de dividendos e usaria seu lucro líquido regulatório em vez do IFRS;
  • Acreditamos que seja uma medida correta por parte da administração da companhia, uma vez que os números regulatórios estão mais próximos da geração de caixa do que o IFRS.
  • Por outro lado, a ação pode sofrer, já que os números regulatórios devem ser menores nos próximos trimestres do que o IFRS;
  • Mantemos nossa recomendação Neutra para a TAESA, com preço-alvo de R$36/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Tenda (TEND3): Receita saudável compensada por um lucro ainda pressionado

  • A Tenda apresentou resultados mistos no primeiro trimestre, com lucro ainda estão sob pressão, embora acreditemos que a empresa tenha demonstrado aderência ao seu processo de recuperação da rentabilidade;
  • A receita líquida cresceu 14% A/A (4% acima de nós), ajudada por reversões positivas de RET1, apesar do aumento da PDD;
  • A margem bruta ajustada ficou 60bps acima da nossa, em 26,9% (+2,2 p.p. T/T), beneficiada pelas fortes margens das novas vendas;
  • EBITDA ajustado cresceu 60% com (a) melhores margens, e (b) impacto positivo de R$23 milhões da reversão de provisões;
  • O resultado líquido atingiu R$4 milhões (R$22 milhões ex-swaps), impactado pela deterioração do resultado financeiro (+37% T/T);
  • A geração de caixa operacional atingiu R$156 milhões, o que consideramos positivo, apesar da receita líquida de R$168 milhões com as cessões de carteira de recebíveis;
  • Mantemos nossa posição de Compra e preço-alvo de R$17,0/ação em função do valuation atrativo, negociando a 4,5x P/E 25E;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

MRV (MRVE3): Margem bruta melhor do que o esperado, mas lucro líquido sob pressão

  • A MRV apresentou resultados ligeiramente positivos;
  • Do lado positivo, destacamos:
    • As robustas vendas líquidas impulsionaram o crescimento do lucro líquido (+15% T/T), quase em linha com nossas estimativas (-2% vs. XPe);
    • A margem bruta teve um crescimento sequencial, atingindo 25,9% no trimestre (+2,5 p.p. T/T), aumentando acima de nossas estimativas (+0,8 p.p. vs. XPe);
    • O pró-soluto melhorou significativamente, atingindo 15% (-5,9 p.p. A/A);
  • Por outro lado, destacamos que o desempenho do lucro líquido ainda está sob pressão, prejudicado pelo ajuste de swap (-R$ 158 milhões no 1T24);
  • No entanto, o lucro líquido ajustado ficou ligeiramente acima de nossas estimativas;
  • Dito isso, não esperamos uma reação significativa do mercado e reiteramos nossa recomendação de compra para MRVE3 e preço alvo de R$ 17,0/ação, com base em um valuation atrativo, negociando a 0,6x P/BV;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Movida (MOVI3): 1T24 – Performance positiva, com forte crescimento no RaC e Gestão de Frotas

  • A Movida reportou resultado positivo com lucro de R$ 49 milhões (vs. XPe R$ 35 milhões);
  • Destacamos:
    • Forte EBITDA de RaC (+27% T/T) por (a) um forte crescimento de volume (+8% T/T), e (b) expansão da margem para ~63% (+8p.p. T/T);
    • EBITDA positivo de Gestão de Frotas (+15% T/T) devido aos esforços contínuos de repricing (+9% T/T) e expansão da base de contratos (+4% T/T);
    • Em Seminovos, embora a margem tenha caído T/T para 2,6% (vs. 3,5% em 4T23), a companhia espera que a depreciação tenha se normalizado trazendo estabilidade às margens à frente;
  • Reiteramos nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Rede D’Or (RDOR3): O Gigante Continua em Movimento

  • A Rede D’Or anunciou que firmou um acordo com a Atlântica:
    • As duas empresas criarão uma joint venture (JV) que, inicialmente, investirá R$1,16 bilhão em três hospitais com 620 leitos que já estão em construção, podendo envolver outros investimentos no futuro;
    • O acordo aproxima o Bradesco da Sula e pode aumentar a influência da Rede D’Or em todo o setor, ao mesmo tempo que proporciona um fluxo adicional de pacientes, o que pode impulsionar ainda mais o crescimento orgânico da Rede D’Or.
  • Vemos o acordo como positivo para a Rede D’Or e negativo para todos os outros prestadores – mesmo aqueles que têm parcerias semelhantes com a Atlântica;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Mater Dei (MATD3) – 1T24: Resultados mistos, com um pico na taxa de ocupação

  • A Mater Dei (MATD3) reportou resultados mistos no 1T24, com um lucro líquido ajustado de R$ 64 milhões:
    • A receita aumentou 11,2% A/A (+7,7% T/T), principalmente devido a um aumento nos volumes e um ticket médio estável, dado os ganhos operacionais da empresa e os casos de dengue e doenças respiratórias. Além disso, notamos a taxa de glosas de 5,3%, que consideramos como alta;
    • A margem EBITDA diminuiu 1,2 p.p. A/A (+3,1 p.p. T/T), especialmente devido aos impactos de maiores custos com pessoal, serviços médicos e manutenção;
    • A alavancagem ajustada permanece alta, em 3,3x o EBITDA 12m.
  • A empresa apresentou melhorias sólidas na receita, mas a deterioração da margem, a alta alavancagem financeira e o aumento do contas a receber continuam sendo pontos de atenção;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Odontoprev (ODPV3) – 1T24: resultados ligeiramente positivos; mantendo a elevada distribuição de proventos

  • A Odontoprev (ODPV3) apresentou resultados ligeiramente positivos no 1T24, com um lucro líquido de R$ 155 milhões. Os destaques foram:
    • A receita aumentou 5,1% A/A, resultado do aumento do número de beneficiários nos planos Corporativo e PME;
    • A sinistralidade aumentou 1 p.p. A/A, após o aumento da representatividade dos planos Corporativos na receita da companhia;
    • A margem EBITDA comprimiu 1 p.p. A/A, impactada pelo aumento da taxa de sinistralidade; e
    • O resultado financeiro aumentou A/A, como resultado de um maior saldo de aplicações financeiras. Além disso, a empresa distribuirá aos acionistas o equivalente a 90% do lucro do 1T24.
  • Apesar dos resultados positivos e da qualidade do negócio, continuamos a ver a ação como sendo bem precificada;
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Sala de Espera XP (Parte 4): Prévias dos Resultados do 1T24

  • Esta é a quarta parte de nossa prévia do 1T24, com nossas estimativas para a Oncoclínicas (ONCO3):
    • Nossa visão cautelosa sobre o setor em geral prevalece, uma vez que as empresas ainda estão passando por processos de recuperação financeira;
    • Apesar da taxa de glosas consistentemente alta, acreditamos que a Oncoclínicas possa apresentar uma ligeira melhora na receita;
    • Por outro lado, temos uma visão negativa para a empresa nesta temporada de resultados, em função de (i) alguma deterioração da margem causada por um mix pior de procedimentos, em conjunto com (ii) consumo de caixa resultante de um aumento no ciclo de recebíveis.
  • Reforçamos a Hapvida (HAPV3) como nosso destaque positivo para esta temporada de resultados;
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Ultrapar (UGPA) | 1T24: Análise dos resultados do 1T24: Errando uma barra alta

  • O EBITDA da UGPA de BRL1,3 bilhão (-22% t/t, +28% a/a) ficou -7% abaixo de nossas estimativas;
  • O lucro líquido também não atingiu a expectativa da XP;
  • A Ipiranga explica essa diferença com a margem EBITDA de BRL140/m³, cerca de -13% abaixo da expectativa da XP;
  • A Ultracargo ficou em linha;
  • A Ultragaz ficou apenas um pouco abaixo (-3% vs a expectativa da XP) devido aos volumes, mas as margens continuam fortes;
  • A dívida líquida da Ultrapar aumentou substancialmente em relação ao trimestre anterior (BRL1,9 bilhão) devido à dinâmica do capital de giro, que não esperamos reverter nos próximos trimestres;
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Braskem (BRKM5) | 1T24: Navegando em uma tempestade de adversidades

  • O EBITDA do 1T24 da Braskem de BRL1,1 bilhão ficou em linha com nossas estimativas (-3% vs XPe) e com o consenso;
  • O prejuízo líquido de -BRL1,4 bilhão foi mais negativo do que o previsto;
  • Os spreads petroquímicos melhoraram em uma base sequencial, mas as margens permanecem apertadas neste ciclo de baixa;
  • A contínua queima de caixa da Braskem (-BRL939 milhões no 1T24) aumenta a pressão sobre a já elevada alavancagem da empresa (8,6x ND/EBITDA), mas a liquidez não é uma preocupação imediata;
  • Alagoas continua sendo uma questão em desenvolvimento na tese de investimento da Braskem;
  • A empresa também foi afetada pelas fortes enchentes no Rio Grande do Sul;
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PetroReconcavo (RECV3) | 1T24: Em linha e melhorando

  • A RECV teve um 4T23 fraco, mas os resultados do 1T24 se recuperaram;
  • O EBITDA ajustado ex-hedge ficou 4% acima da XPe e em linha com o consenso (-1%);
  • O lucro líquido ficou abaixo de nossas estimativas, principalmente devido a variações cambiais e MTM de derivativos;
  • O CAPEX reduziu novamente e atingiu c.R$160 milhões (-20% t/t), a quinta queda consecutiva;
  • A geração de FCF de BRL170 milhões (3% do valor de mercado) foi um destaque positivo;
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Vibra Energia (VBBR3) | Resultados do 1º Trimestre de 2024

  • O EBITDA da Vibra no 1T24 em cerca de BRL1,35 bilhão (-9% t/t, +121% a/a) ficou em linha com a expectativa da XP (+2%);
  • O lucro líquido surpreendeu positivamente devido a ganhos não recorrentes com créditos fiscais e ganhos de capital;
  • A dívida líquida aumentou devido ao investimento em capital de giro em estoques, que acreditamos que será revertido nos próximos trimestres;
  • O EBITDA da Comerc, líquido da participação de 48,7% da Vibra, foi de BRL113 milhões no 1T24, uma leve queda sequencial em relação aos BRL123 milhões do 4T23;
  • O baixo capex, a diminuição do número de postos de serviço e os volumes de vendas são tendências a serem observadas nos próximos resultados;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • S Banrisul diz que riscos estão sob controle, mas vê impacto ainda incerto de chuvas (Valor);
    • Itaú contrata executivos de Credit Suisse e XP para time de vendas (Valor);
    • Fintechs brasileiras já têm 251 milhões de clientes, diz Zetta (Valor);
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • Lucro da Totvs cresce 34,5% no 1º trimestre (Valor);
    • Eletromídia (ELMD3) registra lucro líquido ajustado de R$ 22 milhões no primeiro trimestre de 2024 (SpaceMoney);
    • TIM Celular perde disputa bilionária sobre ágio na Câmara Superior do Carf (Valor);
    • Temos espaço para crescer no pré-pago, diz CEO da Vivo (Mobile Time);
    • Clique Aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Produto da Shein pode ficar 100% mais caro com fim de isenção de até US$ 50, diz executivo (Estadão);
    • Arezzo&Co bate o mercado — e começa a implementar sinergias com o Soma (Brazil Journal);
    • Renner triplica lucro no trimestre. O CEO diz que “o melhor ainda está por vir (Neofeed);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Saúde: XP Daily | Sua dose diária de notícias
    • Bradesco Seguros e Rede D’Or se unem para criação de nova empresa de hospitais (Valor Econômico);
    • Mater Dei foi impactada positivamente com a onda de descredenciamentos de hospitais pelas operadoras (Valor Econômico);
    • Qualicorp registra lucro líquido de R$ 16,9 milhões no 1T24, alta de 1,2% (Broadcast);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
    • Copom reduz ritmo e corta a Selic em 0,25 p.p., para 10,50%, em decisão dividida (Infomoney);
    • Crédito imobiliário cai no primeiro trimestre (Sinduscon);
    • Vendas superam lançamentos em março na cidade de São Paulo (Sinduscon);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • ‘Bônus’ de Itaipu vai contribuir para redução da conta de luz em julho (Folha de S. Paulo);
    • Câmara aprova projeto de incentivo à energia solar para baixa renda (Estadão);
    • Privatização da Sabesp: Entenda os próximos passos após decisão da Justiça (CNN Brasil);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Estratégia

Selic a 10,50%: As ações que mais pagam dividendos

  • Em sua última reunião de política monetária, no dia 8 de maio, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu por seguir com o ciclo de flexibilização de juros, mas reduzindo o ritmo de corte para 0,25 p.p. na taxa Selic. Desse modo, a taxa básica de juros da economia foi reduzida de 10,75% para 10,50%;
  • Apesar do ciclo de flexibilização de juros, que tende a ser positivo para ativos de risco, o fraco desempenho do Ibovespa tem decepcionado os investidores. A bolsa brasileira tem sido impactada por incertezas no cenário econômico global, sobretudo, a inflação americana ainda resiliente trazendo dúvidas quanto ao início do ciclo de cortes de juros nos EUA;
  • Com isso, o Ibovespa cai ao redor de 4% no ano, enquanto as Small Caps caem 9%. Porém, o índice de Dividendos (IDIV) tem entregado retornos superiores, caindo apenas 2% em 2024. Essa performance superior do IDIV em 2024 faz sentido por ser uma estratégia mais defensiva, dado o cenário com bastante incertezas até agora no ano;
  • Para te ajudar a investir em dividendos, preparamos uma lista com as 10 empresas com maiores dividend yields para 2024 sob cobertura do Research da XP;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Divisão no Banco Central ganha interpretação política e aumenta a incerteza na economia (Estadão);
  • 10-year Treasury yield rises as investors consider remarks from Fed officials (CNBC);
  • Bradesco Seguros e Rede D’Or se unem para criação de nova empresa de hospitais (Valor);
  • Rating da Gonçalves & Tortola S.A. elevado para ‘brBBB’ por melhora de margens e fluxo de caixa; perspectiva estável (S&P Global);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Selic a 10,5% ao ano: o que muda para os FIIs com a decisão do Copom? (FIIs);
    • Genoma imobiliário: perspectivas para os fundos imobiliários em 2024 (Exame);
    • BRCO11: fundo imobiliário capta R$ 135,1 milhões em oferta; veja detalhes (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

El Niño, efeitos do aquecimento global e desastres climáticos centralizam as atenções nesta quinta-feira | Café com ESG, 09/05

  • O mercado encerrou o pregão de quarta-feira no positivo, com o IBOV e o ISE registrando valorizações de 0,21% e 0,35%, respectivamente;
  • Na agenda climática, (i) segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), da ONU, o fenômeno El Niño e os efeitos do aquecimento global provocaram um recorde de desastres climáticos na América Latina e no Caribe em 2023 – foi o ano mais quente da região, ressaltou o informe, que também adverte que “uma grande mudança” na distribuição de chuvas causou secas e incêndios florestais, mas também inundações e deslizamentos; e (ii) enquanto a situação no RS se agrava, a maior parte do centro-norte brasileiro enfrenta uma estiagem e segue sem previsão de chuvas nos próximos dias, o que deve reduzir o potencial produtivo da principal safra de milho do país, apontou a EarthDaily Agro – a região, que responde por ~90% da segunda safra de milho do Brasil, receberam apenas 4 milímetros de chuvas entre 20/abril e 7/maio, volume 87,9% abaixo da normalidade;
  • Do lado das empresas, a Climeworks inaugurou a maior planta operacional de captura direta de ar (DAC) do mundo para sugar dióxido de carbono da atmosfera, em um cenário em que as preocupações com as mudanças climáticas aumentam e a necessidade de reduzir emissões fica mais nítido – chamada Mammoth, a planta fica localizada na Islândia e está planejada para ser concluída até o final de 2024, tendo capacidade de capturar 36.000 toneladas métricas de CO2 por ano, quase 10x maior do que a atual detentora do recorde;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG. 

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