IBOVESPA +0,62% | 186.753 Pontos
CÂMBIO -0,70% | 4,92/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira em alta de 0,6%, aos 186.754 pontos, em linha com os mercados globais e com 55 dos 79 papéis do índice encerrando em território positivo.
Ambev (ABEV3, +15,3%) foi o grande destaque do dia, após reportar volumes de cerveja no Brasil acima do esperado no 1T26. Braskem (BRKM5, -2,0%) recuou em um pregão no qual o mercado aguardava os resultados do 1T26 da companhia.
Para hoje, destaque para a temporada de resultados no Brasil, com TIM, Bradesco, Minerva, Rede D’Or e Axia Energia.
Renda Fixa
Os juros futuros recuaram nesta terça-feira, com Treasuries e DIs reagindo à correção do petróleo e ao alívio parcial nas tensões entre EUA e Irã, enquanto a ata mais cautelosa do Copom ajudou a consolidar o movimento local. Nos EUA, a T‑Note de 2 anos encerrou em 3,94% (‑1 bp), a T‑Note de 10 anos em 4,42% (‑2 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,99% (‑3 bps). No Brasil, a curva de DIs fechou com inclinação: o DI jan/27 fechou em 14,15% (‑6 bps), o DI jan/29 em 13,71% (‑15 bps) e o DI jan/31 em 13,76% (‑12 bps).
Mercados globais
Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam em forte alta (S&P 500: +0,8%; Nasdaq 100: +1,3%), impulsionados pelo aumento das expectativas de um acordo entre EUA e Irã. O movimento ocorre após mais uma sessão positiva, na qual o S&P 500 (+0,8%) e o Nasdaq (+1,0%) renovaram máximas históricas, sustentados por resultados sólidos e pela temática de IA. No geopolítico, o destaque é a pausa no “Project Freedom”, iniciativa americana no Estreito de Ormuz, sinalizando avanço nas negociações e contribuindo para a queda do petróleo. No corporativo, o grande destaque é AMD (+16% no after), após guidance forte para o próximo trimestre, reforçando o momentum do setor de semicondutores como driver do mercado.
Na Europa, as bolsas operam em forte alta (Stoxx 600: +2,1%), acompanhando o alívio no risco geopolítico e a melhora do sentimento global. O movimento reflete a percepção de descompressão nas tensões no Oriente Médio, ainda que o cenário permaneça frágil. No corporativo, HSBC seguiu sob pressão após leve frustração no resultado. O pano de fundo segue sendo a sensibilidade da região ao preço de energia e ao risco de disrupções comerciais.
Na China, os mercados fecharam em alta (CSI 300: +1,5%; HSI: +1,2%), refletindo o alívio global, enquanto o Japão permaneceu fechado. No restante da Ásia, o tom foi amplamente positivo, com forte rally liderado pela Coreia do Sul: o Kospi (+6,5%) renovou máximas históricas, impulsionado por tecnologia e semicondutores, com Samsung Electronics (+14%) atingindo novo recorde de valor de mercado.
IFIX
O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta terça‑feira em queda de 0,33%, aos 3.890,75 pontos, oscilando próximo às mínimas do dia ao longo de toda a sessão. O mercado de FIIs segue pressionado pela deterioração do apetite por risco, com o índice acumulando retração de 1,00% no mês de maio após apenas dois pregões. O movimento negativo foi disseminado entre os segmentos. Os Fundos de Recebíveis recuaram 0,44%. Os FIIs de Tijolo caíram 0,25%, com Lajes Corporativas apresentando a maior pressão, ao registrar queda de 0,62%, enquanto Ativos Logísticos resistiram melhor, com recuo de 0,06%, e Shoppings cederam 0,23%. Os fundos Híbridos recuaram 0,60%, os Fundos de Fundos caíram 0,50% e os Multiestratégia registraram baixa de 0,31%. Na ponta positiva, o TRBL11 liderou as altas, com valorização expressiva de 9,5%, seguido por URPR11 (+2,7%) e RZTR11 (+2,3%). Entre as maiores quedas, o CACR11 registrou novo recuo de 11,5%, dando continuidade à forte desvalorização observada no pregão anterior, quando o fundo havia caído 42,2% após anunciar a suspensão do pagamento de dividendos referentes ao mês de abril. KORE11 e TGAR11 recuaram 2,0% cada.
Economia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou ontem à noite a pausa temporária do “Projeto Liberdade” — operação militar americana para escoltar navios através do Estreito de Ormuz —, citando “grande progresso” nas negociações rumo a um acordo final com o Irã. O preço do petróleo Brent reagiu positivamente à notícia e recua cerca de 8% nesta manhã.
No Brasil, o Banco Central divulgou ontem a ata da reunião do Copom de 28 e 29 de abril, na qual o Comitê reduziu a taxa Selic em 0,25 p.p., para 14,50%. O documento avalia que a política monetária contracionista está contribuindo para uma desaceleração da atividade econômica, o que permite a continuidade do ciclo de flexibilização, apesar do atual choque inflacionário. Em nossa leitura, o plano de voo do Copom ainda contempla cortes adicionais à frente.
Na agenda internacional de hoje, destaque para o relatório ADP de emprego nos Estados Unidos referente a abril, que antecede o Nonfarm Payroll (a ser divulgado na sexta-feira). No Brasil, não há indicadores econômicos relevantes na agenda de hoje.
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Economia
Trump pausa “Projeto Liberdade” no Estreito de Ormuz e sinaliza progresso em acordo com o Irã
- O Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou ontem que o cessar-fogo entre EUA e Irã permanece em vigor, apesar dos ataques iranianos contra os Emirados Árabes Unidos no início desta semana. Já no fim do dia, o Presidente Donald Trump anunciou que pausará temporariamente o “Projeto Liberdade” — operação militar americana para escoltar navios através do Estreito de Ormuz —, citando “grande progresso” nas negociações rumo a um acordo final com o Irã. Trump destacou que o bloqueio aos portos iranianos permanece em vigor. O preço do petróleo Brent reagiu positivamente à notícia e recua cerca de 8% nesta manhã, ainda que siga em níveis pressionados, em torno de 105 dólares por barril;
- Nos Estados Unidos, o PMI (índice de gerentes de compras) de serviços medido pelo ISM — sondagem com empresas que mede o pulso da atividade econômica — recuou de 54,0 pontos em março para 53,6 em abril, ligeiramente abaixo da expectativa de mercado (53,7). Leituras acima de 50 indicam expansão do setor. O componente de preços pagos por insumos manteve-se elevado em 70,7, refletindo as pressões de custos persistentes em meio à guerra no Oriente Médio. Em paralelo, o relatório JOLTS apontou 6,87 milhões de vagas em aberto em março, praticamente estáveis em relação a fevereiro. Os dados reforçam o cenário de mercado de trabalho americano resiliente e sustentam a expectativa de manutenção da taxa de juros pelo Fed (banco central) nas próximas reuniões;
- No Brasil, o Banco Central divulgou ontem pela manhã a ata da reunião do Copom realizada nos dias 28 e 29 de abril, na qual o Comitê reduziu a taxa Selic em 0,25 p.p., para 14,50%. O documento avalia que a política monetária contracionista está contribuindo para uma desaceleração da atividade econômica, o que permite a continuidade do ciclo de flexibilização, apesar do atual choque inflacionário: “eventos recentes não impediriam a continuidade desse ciclo”. A ata traz poucos sinais sobre os próximos passos, limitando-se a reforçar que a “extensão” e o “ritmo” do processo de calibragem serão ajustados “à luz de novas informações”. Em nossa leitura, o plano de voo do Copom ainda contempla cortes adicionais à frente. Em nosso cenário publicado, projetamos a taxa Selic em 13,50% ao final de 2026, com dois cortes de 0,50 p.p., à medida que as tensões no Oriente Médio se dissipem e os preços do petróleo recuem. No entanto, esse cenário tem se tornado cada vez menos provável. Publicaremos nosso relatório Brasil Macro Mensal ainda esta semana, com uma revisão completa do cenário, incorporando a extensão do conflito no Oriente Médio e a deterioração adicional do quadro inflacionário doméstico. Para mais informações, clique aqui;
- Na agenda internacional de hoje, destaque para o relatório ADP de emprego nos Estados Unidos referente a abril, que antecede o Nonfarm Payroll (a ser divulgado na sexta-feira). No Brasil, não há indicadores econômicos relevantes na agenda de hoje.
Empresas
LOG CP (LOGG3): Redução da alavancagem financeira impulsionada pela venda de ativos
- A LOG apresentou resultados positivos no 1T26. Os principais destaques operacionais foram: (i) absorções brutas de 186 mil m² (+61,7% A/A); (ii) queda da vacância para 2,19% (–86 bps T/T; –54 bps A/A); e (iii) alta real de 2,8% no aluguel same cliente;
- As entregas caíram para 55 mil m² (–26% A/A) e o capex subiu para R$ 185 milhões (+8,2% A/A). As receitas cresceram 19% A/A, impulsionadas pelo aumento do tíquete médio e pelas maiores receitas de serviços, sustentando a expansão do EBITDA das operações de locação. Em contrapartida, o lucro líquido das operações de locação recuou 35% A/A, pressionado por despesas financeiras mais elevadas;
- A companhia também anunciou a venda de 11 ativos, totalizando R$ 1,0 bilhão, o que deve reforçar a trajetória de desalavancagem e dar suporte às necessidades de capex do ano;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
WEG (WEGE3): Caminhando em uma corda bamba
- Estamos reiterando nossa recomendação Neutra para a WEG, enquanto atualizamos nossos números e preço-alvo para o fim de 2026 para R$47,0/ação;
- A WEG continua se destacando pela força de seu perfil de crescimento de longo prazo, mas os resultados recentes ainda implicam revisões negativas de lucros, em nossa visão (lucro líquido XPe 2026-27E -5% vs. estimativas anteriores e -6%/-10% vs. consenso);
- Vemos crescimento mais fraco para 2026E, em meio a ventos contrários de FX e limitações de capacidade produtiva, empurrando a reaceleração esperada para 2027-28E;
- Enquanto isso, a dinâmica de lucratividade aponta para um 1S26E mais fraco do que o esperado, com normalização esperada a partir do 2S26E em meio a melhor alavancagem operacional e iniciativas de preços em andamento;
- Sob essas circunstâncias, vemos um valuation menos favorável, com P/L 2026-27E de 29-25x já precificando parte da reaceleração do crescimento de lucros a partir de 2027E, em nossa visão;
- Embora continuemos dando à WEG o benefício da dúvida quanto à execução e às múltiplas avenidas de crescimento, vemos uma assimetria ligeiramente enviesada para o downside nos níveis atuais;
- Especialmente em meio a tendências de revisões negativas de lucros (~R$36-38/ação como um ponto de entrada mais claro);
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
HGBS11 conclui a aquisição de participação em Trophy Asset
- O HGBS11 adquiriu 14,4% de participação indireta no Shopping Parque Dom Pedro por cerca de R$ 401,7 milhões, via cotas dos fundos HPDP11 e PQDP11;
- Após a transação, o fundo passa a deter 21,7% do ativo, que se torna o principal do portfólio, com peso próximo de 19%;
- O empreendimento é dominante na região, com ABL de 126 mil m², vacância de 1,2% e indicadores operacionais superiores à média do portfólio, como NOI de ~R$ 1.730/m²;
- Avaliação positiva da aquisição, tanto sob a ótica qualitativa quanto quantitativa.
- Para mais informações, acesse o link abaixo:https://conteudos.xpi.com.br/fundos-imobiliarios/relatorios/hgbs11-conclui-a-aquisicao-de-participacao-em-trophy-asset/
Allos (ALOS3): Transação pequena, mas geradora de valor para a Allos
- A Allos anunciou hoje uma série de transações envolvendo cinco de seus ativos. As operações envolveram Curitiba Shopping, Amazonas Shopping, Shopping Taboão, Shopping Villagio Caxias do Sul e Shopping Campo Grande. A companhia estruturou uma venda (Curitiba), uma aquisição (Amazonas) e uma transação de permuta envolvendo (Caxias, Taboão e Campo Grande);
- No consolidado, a companhia conseguiu aumentar sua participação em ativos com maiores vendas por m² e receita por m², em uma transação que deve resultar em um desembolso líquido de apenas R$ 4,5 milhões (caso seja adquirida a totalidade da participação de 17,2% no Amazonas);
- Vemos a operação de forma positiva, uma vez que a companhia reafirma continuamente seu compromisso com a busca por geração de valor em seu portfólio. Mantemos visão positiva para ALOS3 e reiteramos nossa recomendação de compra;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Vulcabras (VULC3): Resultados sólidos e em linha no 1T; margem bruta em ponto de inflexão com FCF positivo
- A Vulcabras reportou resultados em linha no 1T, com tendências sólidas de receita em meio a uma competição mais acirrada e um bem-vindo ponto de inflexão da margem bruta, apesar dos desafios ainda presentes;
- Apesar de manter cautela em relação à rentabilidade, a Vulcabras entregou crescimento de volumes, majoritariamente em calçados esportivos, com a pressão sobre a margem bruta dos trimestres anteriores revertendo para uma leve expansão a/a;
- Por outro lado, a nova estrutura de capital após o pagamento elevado de dividendos em 2025 pesou sobre os resultados financeiros, levando o lucro líquido recorrente a cair a/a, apesar da melhora operacional;
- Olhando adiante, a administração permanece construtiva com 2026, sustentada por uma carteira de pedidos sólida, normalização das eficiências produtivas e níveis saudáveis de estoques no varejo, enquanto a desalavancagem segue como prioridade;
- Assim, mantemos nossa recomendação de Compra;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
C&A (CEAB3): Um 1T melhor e sólido; margem bruta de vestuário em destaque
- A C&A reportou resultados sólidos no 1T. Acreditamos que a atenção dos investidores deve se concentrar no desempenho de vestuário da C&A, após um 4T fraco marcado por rupturas elevadas em produtos de entrada;
- Nesse contexto, a companhia parece ter ajustado com sucesso seu mix de produtos no trimestre, executando uma transição mais suave para a nova coleção e entregando vendas nas mesmas lojas (SSS) de vestuário de +4,8%, com tendências de vendas melhorando ao longo do trimestre;
- A margem bruta da unidade de negócios surpreendeu positivamente, com expansão de 0,9 p.p. (+0,7 p.p. vs. o nosso);
- Enquanto isso, menores receitas da C&A Pay e a desmobilização de eletrônicos continuaram pesando sobre a margem EBITDA, enquanto o FCF foi negativo devido ao maior capex e à dinâmica pressionada de capital de giro, refletindo o impacto defasado das vendas fracas do 4T e a antecipação de itens de transição para o outono;
- Embora nossa Pesquisa de Posicionamento de abril tenha mostrado CEAB como um dos destaques esperados da temporada do 1T (link), acreditamos que o aumento recente do fluxo de notícias sobre redução da taxa das blusinhas reduziu o posicionamento dos investidores;
- Mantemos nossa recomendação de Compra;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
RD Saúde (RADL3): 1T forte; cumprindo todos os requisitos: MSSS, rentabilidade e FCF positivo
- Entregando resultados fortes de forma consistente;
- A RD reportou resultados sólidos, com vendas-mesmas-lojas-maduras (MSSS) permanecendo em patamares elevados (MSSS +12,8%, em linha com a PGMN), majoritariamente sustentadas por RX (penetração de GLP-1 estável t/t), apesar das preocupações dos investidores em relação à desaceleração da categoria no trimestre por problemas de oferta e feriados;
- HPC apresentou a maior desaceleração de crescimento vs. o 4T (-6,2 p.p.), devido a ventos contrários climáticos para itens sazonais, esforços promocionais mais normalizados após o pico da Black Friday e ausência da base comparativa fácil do 4T24;
- Olhando para rentabilidade, a margem bruta nos surpreendeu positivamente, ficando estável a/a à medida que ganhos comerciais compensaram ventos contrários de mix, enquanto a margem EBITDA entregou uma expansão sólida (+0,6 p.p.) por alavancagem operacional;
- Outro destaque do trimestre foi o FCF positivo, sustentado por melhores resultados operacionais em conjunto com melhora da dinâmica de capital de giro (ciclo de caixa -10 dias);
- Em suma, acreditamos que os resultados corroboram nossa visão de que a RD deve continuar entregando resultados sólidos, com GLP-1 permanecendo como um forte vetor de crescimento e desinvestimentos da 4Bio, combinados à recuperação de créditos, sustentando maior desalavancagem à frente;
- Mantemos nossa recomendação de Compra;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Copel (CPLE3) | Resultados 1T26: Em Linha com o Esperado
- A Copel reportou resultados operacionais saudáveis no 1T26, com um EBITDA ajustado de R$ 1.755 milhões, amplamente em linha com nossas expectativas e com o consenso;
- No segmento de distribuição, vimos volumes resilientes, com margem bruta exatamente em linha com o nosso cenário e opex levemente abaixo das nossas estimativas, resultando em um EBITDA 1% acima do nosso número;
- Em Geração e Transmissão (GeT), a margem bruta de energia por MWh ficou 1% abaixo da nossa estimativa, refletindo efeitos de modulação favoráveis, como esperado, e parcialmente afetada por maiores custos de compra de energia relacionados ao curtailment persistente, levando o EBITDA a ficar 1% abaixo do nosso número;
- Em nível consolidado, custos mais pesados na holding diluíram a boa performance operacional das subsidiárias, trazendo o EBITDA de volta para perto das nossas estimativas;
- No geral, esperamos uma reação neutra do mercado, já que o trimestre não deve alterar de forma relevante nossa visão atual sobre o papel;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- GPA fecha acordo com credores com corte de mais de R$ 2 bi na dívida (Valor Econômico);
- ISA Energia discutirá com BNDES possibilidade da dispensa de cláusula de financiamento, diz diretora (Valor Econômico);
- Allos fecha acordos para compra e venda de participações em shoppings do portfólio (Valor Econômico);
- Moody’s Local Brasil rebaixa ratings da Kora para CC.br; perspectiva mantida em negativa (Moody’s Local).
- Clique aqui para acessar o clipping.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Estratégia Quant: Carteira Viva de Renda com FIIs | Maio 2026 (Research XP);
- HGBS11 conclui a aquisição de participação em Trophy Asset (Research XP);
- Selic a 14,5%: O que muda para os FIIs após decisão do Copom? XP responde (InfoMoney);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- Carteira Recomendada XP FIIs – Carteira Viva de Renda com FIIs – Maio/26
- Atualizamos a carteira Viva de Renda com FIIs para o mês de maio de 2026;
- Em abril a carteira registrou alta de 1,3%, ficando abaixo do IFIX, que avançou 1,5% no período. Além disso, entregou um dividend yield mensal de 0,93%, equivalente a 11,2% em termos anualizados;
- Com isso, a carteira acumula valorização de 17,6% nos últimos 12 meses, correspondente a 115,8% do IFIX e a 121,4% do CDI acumulado no período.
- Para mais informações, acesse o link abaixo:
https://conteudos.xpi.com.br/fundos-imobiliarios/carteiras/estrategia-quant-carteira-viva-de-renda-com-fiis-maio-2026/
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- Carteira Brasil ETFs: Recomendações de asset allocation via ETFs, estruturadas em três políticas de investimento: Conservadora, Moderada e Sofisticada. Com o objetivo de oferecer ao investidor uma solução completa e diversificada de alocação. A utilização de ETFs como veículo contribui para ampliar a acessibilidade e a praticidade da estratégia;
- Como o varejo passou a dominar o mercado de ações nos EUA: Investidores pessoa física passaram a ter papel central no mercado acionário americano nos últimos anos, movimento impulsionado principalmente pelo uso massivo de ETFs de baixo custo e plataformas digitais, que facilitaram o acesso a índices, setores e estratégias antes restritas a investidores institucionais. (Valor Econômico);
- Active ETFs Captured 90% of March Inflows — The Story Has Changed: For years, active ETFs were a sideshow. The iShares Q1 2026 flow report just confirmed they’ve taken over the main stage — and the managers who moved early, like JPMorgan, Capital Group, and TCW, are reaping the rewards. (etf.com);
- ETFs com dividendos ampliam renda passiva no Brasil: A matéria destaca o crescimento dos ETFs focados em dividendos no mercado brasileiro, que vêm ganhando espaço como alternativa para geração de renda passiva ao combinar diversificação, baixo custo e distribuição periódica, em um contexto de maior amadurecimento da indústria local de ETFs. (CNN).
- Acesse o relatório completo aqui
ESG
Câmara dos Deputados vota hoje PL que cria Política Nacional de Minerais Críticos | Café com ESG, 06/05
- O mercado encerrou o pregão de terça-feira em alta, com o IBOV e o ISE subindo 0,62% e 0,80%, respectivamente;
- No Brasil, a Câmara dos Deputados confirmou para esta quarta-feira (6) a votação do projeto de lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos – se aprovado na Câmara, o projeto seguirá para o Senado em um ambiente de forte disputa política;
- Na política internacional, (i) a presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, afirmou que os riscos climáticos passaram a ter papel crescente na condução da política monetária, com impactos relevantes, ainda que incertos, sobre inflação e crescimento – Lagarde também reforçou a necessidade de a Europa reduzir sua dependência de combustíveis fósseis e de importações de energia, em um contexto de forte alta nos custos energéticos; e (ii) os países do G7 negociam a criação de uma secretaria permanente para assegurar que as iniciativas voltadas ao aumento da oferta de minerais críticos tenham continuidade além das presidências rotativas do bloco – de forma geral, o objetivo é reduzir a dependência em relação à China, que domina a produção desses minerais;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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