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Atenções voltadas para a decisão de política monetária na Europa

Política monetária da Europa, Lei de Diretrizes Orçamentárias no Brasil e inflação norte-americana são alguns dos temas de maior destaque nesta quinta-feira, 14/04/2022

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

As atenções do dia estarão sobre a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e a divulgação de novos resultados nos EUA, com brandes bancos publicando seus balanços. No Brasil, investidores aguardam a proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) a ser apresentada pelo governo. O feriado de sexta-feira Santa mantém os mercados fechados amanhã no Brasil, EUA e Europa.

Brasil

Em meio a um dia positivo nos Estados Unidos, com o início da divulgação de resultados trazendo otimismo para os mercados, e a expectativa de definição sobre a troca de comando na Petrobras, o que favoreceu a ação da estatal, o Ibovespa tentou recuperar o nível dos 117 mil pontos, mas terminou em 116,8 pontos (+0,55%). O dólar mostrou mais uma sessão de instabilidade, em busca de um nível de referência após a forte valorização recente do real, com a moeda americana fechando em alta (0,36%), aos R$ 4,69. Enquanto, que na Renda Fixa, as taxas futuras de juros fecharam o dia ontem próximas da estabilidade em relação a terça-feira. Após começar o dia com movimentos mistos, ao se aproximar do final do dia, a queda no rendimento das Treasuries norte-americanas (títulos do governo dos EUA) e a piora nos preços do petróleo levaram à maior cautela do mercado. Com isso, taxas encerraram praticamente inalteradas em relação ao dia anterior, porém com viés de alta. DI jan/23 fechou em 13,055%; DI jan/24 fechou em 12,695%; DI jan/25 foi para 12,020%; DI jan/27 encerrou em 11,720%; e DI jan/29 fechou em 11,79%.

Ainda sobre Brasil, as vendas do comércio varejista de fevereiro vieram bem acima das projeções (alta de 2,0% contra expectativa de 1,1% na comparação com janeiro), com crescimento disseminado entre as atividades. A retomada do emprego, o aumento das transferências governamentais de renda (Auxílio Brasil) e a melhoria nas estatísticas de Covid-19 foram os principais fatores explicativos do bom desempenho do varejo no mês. Olhando adiante, acreditamos que as medidas de estímulo anunciadas recentemente pelo governo (ex: liberação de saques do FGTS) devem contribuir para a sustentação do consumo privado no curto prazo. Por outro lado, inflação alta, condições monetárias mais apertadas, salários reais deprimidos e elevação do endividamento das famílias representam “ventos contrários” significativos para as atividades varejistas ao longo do ano, com impacto especialmente no segundo semestre.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem sem movimentos expressivos (EUA -0,1% e Europa +0,2%) enquanto investidores aguardam a nova decisão de política monetária do Banco Central Europeu e a divulgação de novos resultados nos EUA. Na Europa, o mercado espera que os membros do Banco Central Europeu apresentem uma postura mais contracionista, mas não projeta mudanças no atual plano para a retirada dos estímulos econômicos. Nos EUA, a temporada de resultados segue com Citi, Wells Fargo, Goldman Sachs, Morgan Stanley e TSMC. Na China, ambos os índices CSI 300 (+1,3%) e Hang Seng (+0,7%) encerram em campo positivo após sinalização dos membros do People’s Bank of China sobre uma possível redução na taxa de juros para empréstimos de 1 ano, já nesta sexta feira, e redução no requerimento de reservas dos bancos em um “momento apropriado”. O movimento poderá compensar parcialmente a desaceleração econômica no país, causada pelas restrições para combater o avanço dos casos de Covid-19. Por fim, o petróleo (-1,5%) amanhece em baixa após aumento acima do esperado nos estoques da commodity nos EUA.

Inflação Global

A inflação ao produtor dos Estados Unidos ficou acima das expectativas ao atingir 11,2% no acumulado em 12 meses até março, o patamar mais elevado desde novembro de 2010. A medida de núcleo (exclui os itens voláteis de alimentos e energia) avançou 7% no mesmo período, acelerando em relação à divulgação anterior, e sugerindo que a inflação americana poderá continuar bastante elevada nos próximos meses. Na agenda econômica de hoje, destaque para a decisão de política monetária do BCE (Banco Central Europeu), seguida por entrevista da presidente Christine Lagarde. A autoridade monetária da zona do euro está cada vez mais pressionada para aumentar as taxas de juros diante do cenário de inflação historicamente alta. O índice de inflação ao consumidor da região chegou a 7,5% em março, a maior taxa anual da série histórica de dados.

Contas Públicas

Conforme veiculado na imprensa local ontem, o governo decidiu conceder aumento de 5% aos servidores públicos federais (considerando apenas os funcionários do Poder Executivo) a partir de julho. A medida teria impacto ao redor de R$ 6,3 bilhões este ano, acima do montante de R$ 1,7 bilhão previsto para reajustes salariais no orçamento de 2022, levando o governo a cortar despesas em outras áreas. Vale destacar que há incertezas jurídicas: se, por um lado, a lei eleitoral permite apenas reajustes pela inflação acumulada até junho (nosso time econômico prevê 4,4% para tal período), por outro há precedentes de aumentos salariais pela inflação nos últimos 12 meses. Enquanto isso, o Ministério da Economia apresentará, nesta tarde, a proposta da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2023. A LDO estabelece as metas e prioridades da administração pública federal para o exercício seguinte.

Mercado em Gráfico

Está oficialmente aberta a temporada de resultados do 1º trimestre de 2022 nos Estados Unidos. Algumas das principais empresas do S&P 500 começam a divulgar os números referentes ao período de janeiro a março e, como de costume, essa fila é puxada pelos grandes bancos. Nomes como J.P. Morgan, Citigroup, Goldman Sachs e Morgan Stanley apresentam seus balanços nos próximos dias. Até o final desta sexta-feira, 4,9% do S&P 500 terá divulgado seus resultados, e nas próximas semanas a temporada ganha tração. Ao final de abril, mais de 70% do valor de mercado do índice terá reportado, o que representa cerca de US$ 27,9 tri em valor de mercado, com destaque para a Tesla e as Big Techs (Facebook, Amazon, Apple, Microsoft e Google). Até o momento, 19 empresas do S&P 500 reportaram seus números, apresentando um crescimento consolidado de 19,8% dos lucros e 8,2% da receita, segundo a Bloomberg. Porém, a amostra ainda é pequena, vale se atentar ao que esperamos para a temporada. Saiba o que esperar para esse 1T22 de resultados nos EUA acessando nosso relatório completo. Para conferir as datas de divulgação das principais ações internacionais que pertencem ao S&P 500, índice das maiores empresas dos EUA, além de outras grandes empresas estrangeiras como Alibaba, JD.com e Mercado Livre, acesse nosso calendário de resultados de ações internacionais do 1T22. Para conferir os relatórios diários sobre os esses resultados, confira o Radar Global.

Veja todos os detalhes

Economia

Decisão de política monetária do Banco Central Europeu no centro das atenções; no Brasil, vendas varejistas crescem fortemente em fevereiro

  • Conforme publicado ontem (13) pelo Departamento de Trabalho, o Índice de Preços ao Produtor (PPI, sigla em inglês) dos Estados Unidos registrou elevação mensal de 1,4% em março, após ter subido 0,9% em fevereiro. Considerando o acumulado em 12 meses até março, o indicador exibiu alta de 11,2%, a taxa mais elevada desde novembro de 2010 (quando os dados em 12 meses começaram a ser divulgados). O consenso de mercado indicava aumento de 1,1% na base mensal e 10,6% em termos interanuais. Esses resultados refletem, em grande medida, a forte elevação dos preços internacionais de commodities (intensificada pela guerra na Ucrânia) e gargalos nas cadeias globais de insumos. Em relação à medida de núcleo da inflação – exclui os itens voláteis de alimentos e energia -, os preços ao produtor avançaram 0,9% em março ante fevereiro, e 7,0% no acumulado dos últimos 12 meses (acima da taxa de 6,7% vista na publicação anterior). Em linhas gerais, os resultados do PPI de março sugerem que a inflação americana poderá seguir pressionada nos próximos meses;
  • Na agenda econômica de hoje, destaque para a decisão de política monetária do BCE (Banco Central Europeu), seguida por entrevista da presidente Christine Lagarde. A autoridade monetária da zona do euro está cada vez mais pressionada para elevar as taxas de juros diante do cenário de inflação historicamente alta. O índice de inflação ao consumidor da região apresentou aumento de 7,5% no acumulado em 12 meses até março, a maior taxa da série histórica de dados. Além disso, os agentes de mercado estarão atentos à divulgação de alguns indicadores de atividade econômica dos Estados Unidos: vendas no varejo referentes a março; pedidos iniciais de auxílio desemprego na semana encerradaem 09/abr; e índice de sentimento econômico da Universidade de Michigan relativo a abril (leitura preliminar);
  • No Brasil, as vendas do comércio varejista ampliado saltaram 2,0% entre janeiro e fevereiro, após virtual estabilidade em dezembro e janeiro. O resultado veio acima da nossa estimativa (1,5%) e do consenso de mercado (1,1%). Por sua vez, as vendas do varejo restrito (excluem veículos e materiais de construção) avançaram 1,1% em fevereiro, mais ou menos em linha com nossa projeção (1,0%) e superior à mediana de expectativas do mercado (0,4%). A recuperação das vendas do comércio varejista teve perfil disseminado no mês, já que sete entre as dez atividades acompanhadas pelo IBGE mostraram ganhos ante janeiro. A retomada do emprego, o aumento das transferências governamentais de renda (Auxílio Brasil) e a melhoria nas estatísticas de Covid-19 (reabertura econômica) são os principais fatores explicativos do bom desempenho do varejo em fevereiro, em nossa avaliação. Olhando adiante, acreditamos que as medidas de estímulo anunciadas recentemente pelo governo (ex: liberação de saques do FGTS) devem contribuir para a sustentação do consumo privado no curto prazo. Por outro lado, inflação alta, condições monetárias mais apertadas, salários reais deprimidos e elevação do endividamento das famílias representam “ventos contrários” significativos para as atividades varejistas ao longo do ano (com impacto sobretudo no segundo semestre). Considerando todos esses fatores, projetamos crescimento moderado para as vendas do varejo em 2022 (conceito ampliado: 1,0%; conceito restrito: 0,6%). Não haverá divulgação de indicador econômico de destaque na sessão de hoje;
  • Conforme veiculado na imprensa local ontem, o governo decidiu conceder aumento de 5% aos servidores públicos federais (considerando apenas os funcionários do Poder Executivo) a partir de julho. A medida teria impacto ao redor de R$ 6,3 bilhões este ano, acima do montante de R$ 1,7 bilhão previsto para reajustes salariais no orçamento de 2022, levando o governo a cortar despesas em outras áreas. Vale destacar que há incertezas jurídicas: se, por um lado, a lei eleitoral permite apenas reajustes pela inflação acumulada até junho (nosso time econômico prevê 4,4% para tal período), por outro há precedentes de aumentos salariais pela inflação nos últimos 12 meses. Enquanto isso, o Ministério da Economia apresentará, nesta tarde, a proposta da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2023. A LDO estabelece as metas e prioridades da administração pública federal para o exercício seguinte.   

Empresas

Telecom Brasil: Fechamento da venda da Oi Móvel; o fim da novela

  • Hoje (13), TIM, Telefônica Brasil e Claro entregaram à Oi Móvel, a notificação de fechamento relativa ao processo de aquisição dos ativos móveis da Oi. O processo deve ser concluído no dia 20 de abril, com a liquidação financeira ocorrendo nessa data;
  • Conforme mencionado em nosso último relatório sobre o caso, o CADE aprovou em fevereiro/22 a venda da Oi Móvel para três operadoras: Claro, Vivo e TIM;
  • Na nossa visão a conclusão da transação é positiva para todos os players envolvidos especialmente para a Oi (OIBR3) (sem cobertura) e TIM (TIMS3) (recomendação de Compra e preço -alvo de R$ 21 para o final de 2022).  Com o recebimento dos recursos, a Oi deve endereçar seus compromissos de curto prazo, além de obter parte do funding necessário para investimento na fibra. Enquanto a TIM, a menor entre as três operadoras, absorverá a maior quantidade de clientes e de espectro. A TIM deverá ficar com 40% dos 39 milhões de clientes da Oi Móvel, 54% do total de rádio frequências e 49% dos Sites da cia. A TIM desembolsará ~ R$7,3 bilhões, equivalente a 44% do pagamento de R$ 16,5 bi que será feito à Oi;
  • Temos recomendação de Compra e preço-alvo de R$21,0/ação para TIMS3 e recomendação Neutra e preço-alvo de R$57,0/ação para VIVT3;
  • Acesse aqui o relatório completo.

Data Expert | Acompanhamento do Mercado de Energia: Águas de março fechando o verão

  • Diferentemente do ano passado, o ano de 2022 promete um cenário muito melhor em termos de hidrologia e, consequentemente, maiores níveis de geração de energia e reservatórios. Março apresentou resultados fortes que reforçam nossa perspectiva. A geração hidrelétrica aumentou +2,1% M/M e os níveis dos reservatórios aumentaram em todos os subsistemas brasileiros, conforme ilustrado na tabela abaixo. Continuando, em termos de geração de energia, a maioria das fontes apresentou crescimento, exceto a térmica, que é mais demandada em momentos de escassez de outras fontes viáveis;
  • Demanda total: Desde dezembro, a demanda de energia apresenta tendência de alta devido às menores restrições da pandemia e março não foi diferente (+0,7% M/M e +2,8% A/A), impulsionado quase que totalmente pelo subsistema Sudeste/Centro-Oeste que sozinho cresceu +4,6%. Para abril, a demanda de energia deve permanecer estável devido às incertezas econômicas e às temperaturas mais baixas – lembrando que o outono geralmente é uma estação mais fria que o verão;
  • Geração Hídrica e Níveis dos Reservatórios: Durante o mês de março houve uma melhora na precipitação, que ampliou o nível dos reservatórios em todos os subsistemas brasileiros, sendo a região Sul a de melhor desempenho (+7,8% M/M). Como esperado, mais recursos levaram a um melhor desempenho da geração hidrelétrica no período (+2,1% M/M e +4,8% A/A);
  • Geração Eólica: A Geração Eólica foi o destaque no mês passado entre todas as fontes de energia. O aumento da produção (+7,7% M/M) reflete uma maior incidência de vento no subsistema Nordeste, consequência do impacto positivo derivado da proximidade da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT);
  • Acesse aqui o relatório completo.

CYRELA (CYRE3): Dados operacionais sólidos alimentados por vendas líquidas robustas no 1T22

  • A Cyrela divulgou dados operacionais sólidos, explicados por lançamentos (100%) que atingiram R$ 1,04 bilhão (+146,3% A/A e -59,4% T/T) no 1T22. Esse volume foi composto por 6 empreendimentos, dos quais os projetos de alta e média renda representaram 59% e 29%, respectivamente, vs. 34% e 41% no 4T21;
  • Como resultado, as vendas líquidas (100%) aumentaram (+27,3% A/A e caíram -16,6% T/T), atingindo R$ 1,31 bilhão no 1T22, dos quais 50% vieram de projetos de alta renda, refletindo a forte demanda por esse segmento e pelos produtos da Cyrela apesar das preocupações com as perspectivas de juros imobiliários. A Cyrela também informou que as vendas líquidas (100%) de lançamentos e estoques representaram 40% e 60% das vendas totais, respectivamente. Além disso, a velocidade de vendas (VSO) dos lançamentos atingiu 50,9% no 1T22 vs. 31,4% no 4T21, levando a uma VSO (LTM) saudável de 46,1% no trimestre vs. 44,0% no 4T21, abrindo espaço para um potencial crescimento de lançamentos ao longo dos próximos trimestres, na nossa opinião;
  • Assim, reiteramos nossa visão positiva para CYRE3 com recomendação de compra e TP de R$33,0/ação.

Aura (AURA33): Indicações Preliminares Positivas – Aura Anuncia Intersecções de Sondagem Relevantes no Projeto Matupá

  • Ontem (13), Aura relatou interseções de perfuração significativas na área de Serrinhas, em seu projeto de Ouro de Matupá, localizado no Brasil. A Aura começou a sondagem em Serrinhas em agosto de 2021 e já recebeu resultados positivos (um dos primeiros alvos com 80 metros @ 3,89g/t Au e 59 metros @ 3,14 g/t Au);
  • Em dezembro de 2021, a Aura divulgou a Avaliação Econômica Preliminar (“PEA”) para o Projeto Matupá. O PEA de Matupá contempla uma vida útil de mina de sete anos com produção média anual de aproximadamente 42.700 onças de ouro. A Aura acredita que o potencial de exploração na área do projeto é significativo e, consequentemente, novos trabalhos de exploração podem expandir a base de recursos minerais no Projeto Matupá;
  • Nossa opinião: A Aura está mantendo os trabalhos para o Projeto começar a produzir ouro em 2024. Consideramos em nosso modelo 289 koz de ouro como Reservas Provadas e Prováveis para o projeto (86% dos Recursos Medidos e Indicados publicados pela PEA). Caso essas perfurações continuem indicando teores mais altos para a área, há boas chances de a empresa aumentar suas reservas e recursos do Projeto Matupá, o que poderia aumentar nosso preço-alvo. Mantemos nossa recomendação neutra em AURA33, com preço alvo de R$50/ADR;
  • Acesse o relatório completo aqui.

Vulcabras (VULC3): Confira destaques do nosso encontro com CEO

  • O CEO da Vulcabras (VULC3), Pedro Bartelle, conversou com Fernando Ferreira, head de Research e Estrategista-Chefe, e Larissa Pérez, analista de Small Caps da XP;
  • Entre os principais pontos da conversa, destacamos:
    • (i) breve histórico da companhia, da família fundadora e da trajetória de Pedro;
    • (ii) avenidas de crescimento da empresa, como o segmento de Confecção e Acessórios, além do ecommerce;
    • (iii) vantagens competitivas da Vulcabras, especialmente a verticalização da produção; e 
    • (iv) fortes perspectivas para 2022, mantendo o ritmo forte instaurado em 2021.
  • Clique aqui para acessar o relatório e o vídeo completos.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Temor de recessão e guerra afetam lucro do J.P. (Valor);
    • Porto Seguro compra empresa de software imobiliário Nido (Valor);
    • Nubank e Chubb expandem parceria e estudam lançar seguros no México e na Colômbia (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Vendas do varejo crescem 1,1% em fevereiro ante janeiro (Estadão);
    • Trabalho infantil no Brasil pode ser 7 vezes maior do que apontam pesquisas (Folha);
    • Exclusivo: Dono do Makro pode deixar o atacado no Brasil após venda de todas as lojas em SP por R$ 3 bi (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Ambev ajusta estratégia de preços e mix para bares e restaurantes e espera volta de rentabilidade (Valor);
    • CEOs dos quatro maiores frigoríficos dos EUA vão testemunhar no congresso em audiência (Reuters);
    • Preço do boi vivo apresenta involução de 4,3% no decorrer de abril (Pecsite);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • TCU analisa no dia 20 venda da Eletrobras. (Valor Econômico);
    • Minoritários crescem no conselho da Petrobras. (Valor Econômico);
    • Petróleo fecha em alta com temores sobre a oferta de energia da Rússia. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Lucro do J.P Morgan (JPMC34) cai com a deterioração econômica

  • Lucro do J.P. Morgan cai à medida que a economia piora;
  • Delta surpreende mercado e apresenta fortes projeções;
  • Nova taxa de entrega da Amazon;
  • Impacto dos novos lockdowns da China pode ser maior que em 2020;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

O que são Hedge Funds FIIs? Entenda e saiba como investir

  • Os Hedge Funds FIIs surgem como uma nova categoria de investimentos dentro dos Fundos Imobiliários;
  • Estes FIIs têm chamado a atenção de muitos investidores por suas características específicas e também por apresentarem rentabilidade robusta nos últimos meses;
  • A estratégia de investimentos desse tipo de fundo se baseia em trazer maior flexibilidade na alocação do PL, buscando ativos com melhor posicionamento de acordo com o momento;
  • O time de gestão possui grande relevância nesse tipo de fundo, já que é necessário bastante conhecimento para acompanhar as melhores oportunidades em cada um dos segmentos de suas alocações, como por exemplo em FII, ações, debentures, SPEs, FIDCs, entre outros;
  • Por fim, entendemos que os Hedge Funds permitem a obtenção de capital mesmo em momentos menos oportunos, já que sua estratégia não é correlacionada ao IFIX. Ou seja, em momentos como o atual, onde as cotas dos FIIs seguem pressionadas no secundário e, por isso, podem ser boa estratégia para compor e diversificar uma carteira de investimentos;
  • Acesse aqui o relatório completo.

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • O que são Hedge Funds FIIs? Entenda e saiba como investir (Conteúdos Xpi);
    • FIIs que pagam acima de 1% ao mês? Quatro fundos com fôlego para manter percentual ao longo de 2022 (InfoMoney);
    • Veja 2 fundos imobiliários baratos e com grande potencial de alta (MoneyTimes);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Lojas Renner investe em descarbonização e assume meta de redução de emissões | Café com ESG, 14/04

  • Na quarta-feira, o mercado fechou em território levemente positivo após dias de queda, com o Ibov e o ISE em alta de +0,5%;
  • No Brasil, a Lojas Renner tornou-se a sexta empresa brasileira a ter seu projeto de descarbonização aprovado pela iniciativa Science Based Targets, um prestigioso selo de qualidade para compromissos climáticos corporativos, e se comprometeu a cortar 75% das emissões de gases de efeito estufa de toda a sua cadeia produtiva até 2030;
  • No internacional, (i) a Textile Exchange – organização cujo foco é gerar impactos positivos entre grandes empresas têxteis e da moda em temas ligados às mudanças climáticas – e seu programa Leather Impact Accelerator (LIA) criaram um modelo inspirado no mercado de créditos de carbono que será testado nos próximos três anos no Brasil, para fomentar uma indústria mais sustentável; e (ii) o cronograma acelerado do Canadá para adotar totalmente os veículos elétricos (VEs) representa uma ameaça para alguns fornecedores de automóveis e mecânicos de automóveis, principalmente depois do governo estabelecer uma meta obrigatória para que todos os novos carros leves e caminhões de passageiros sejam de emissão zero até 2035. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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