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Ata do Copom, pesquisa mensal de serviços no Brasil e inflação nos EUA em destaque

Ata do Banco Central e pesquisa mensal de serviços são alguns dos temas de maior destaque nesta terça-feira, 14/05/2024

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IBOVESPA +0,44% | 128.155 Pontos

CÂMBIO -0,14% | 5,15/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa fechou em alta ontem aos 128.155 pontos (+0,4%). O índice foi marcado pela cautela no aguardo da publicação da ata da última reunião do Copom, divulgada nesta terça-feira, e dos dados de inflação americana. O Ibovespa foi impulsionado principalmente pela Vale (VALE3, +0,6%), após avanço no preço do minério de ferro (+2,4%) na China.

Os principais destaques positivos foram a CSN Mineração (CMIN3, +8,5%), após um banco de investimentos reiterar sua recomendação e elevar o preço-alvo das ações, e RaiaDrogasil (RADL3, +3,5%), com o mercado considerando o resultado do 1T24 como positivo (leia aqui nossa análise aqui). Já o destaque negativo foi Yduqs (YDUQ3, -11,9%), após a empresa não fornecer uma projeção para o 2T24 (leia nossa análise aqui).

Para a sessão de terça-feira, teremos resultados domésticos de Aeris, Bradespar, Brisanet, Gol, JBS, JHSF, Multilaser, Nubank, Positivo, Tupy, e Vittia. Já pelo lado internacional, teremos Alibaba, Home Deport, e Vodafone. Acompanhe aqui.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram a sessão de segunda-feira próximos da estabilidade. O pregão de pequeno alívio visto nas Treasuries, às vésperas da divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos (terça e quarta-feira), ajudou a conter uma alta após os dados mais conservadores de inflação no Boletim Focus. As T-Notes de 2 anos fecharam a 4,85% (queda de 2,0bps) e os de 10 anos a 4,48% (queda de 2,0bps). DI jan/25 fechou em 10,31% (alta de 0,5bps vs. pregão anterior); DI jan/26 em 10,575% (alta de 1bps); DI jan/27 em 10,95% (queda de 1,5bps); DI jan/29 em 11,475% (queda de 3,5bps).

Mercados globais

Nesta terça-feira, os mercados operam sem direção definida nos Estados Unidos (S&P 500: 0,0%; Nasdaq 100: 0,0%). A temporada de resultados se encaminha para o final, e hoje a varejista Home Depot reporta seu balanço do primeiro trimestre.

Na Europa, as bolsas operam em mistas, e o índice pan-europeu permanece estável (Stoxx 600: 0,0%). Na China, as bolsas fecharam o dia em queda (HSI: -0,2%; CSI 300: -0,2%) após imposição de tarifas para importação de veículos elétricos chineses pelos EUA e default de bonds em dólar da incorporadora Agile, dando sinais de que a crise no setor imobiliário chinês ainda não acabou.

Economia

A inflação ao consumidor na Alemanha se manteve em 2,2% em abril de 2024, estável e próxima da meta do BCE, com um equilíbrio entre a desaceleração na inflação de serviços e um aumento nos preços dos alimentos.

No Brasil, o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo federal pretende perdoar cerca de R$ 12 bilhões em juros da dívida do Rio Grande do Sul para ajudar o estado a se recuperar das recentes enchentes severas. Além disso, o boletim Focus mostrou projeções de mercado indicando mais juros e inflação no curto prazo. A mediana das expectativas para o IPCA de 2025 subiu de 3,64% para 3,66%, refletindo as perspectivas de inflação desafiadoras. Para o PIB, a estimativa para o ano corrente subiu de 2,05% para 2,09%, impulsionada por indicadores de mercado de trabalho melhores que o esperado e recuperação dos investimentos. A taxa Selic para 2024 agora é projetada em 9,75%, refletindo preocupações inflacionárias globais e locais.

Na agenda de hoje, destaque para as divulgações da ata do Banco Central e a pesquisa mensal de serviços, que deve mostrar estabilidade. Nos EUA, foco para o índice de preços ao produtor e, na China, a taxa MLF de 1 ano também será divulgada, atualmente em 2,5%.

Veja todos os detalhes

Economia

Mercado volta a atenção para a ata do Copom

  • Em maio de 2024, o Indicador ZEW de Sentimento Econômico para a Área do Euro alcançou 47 pontos, o que representa seu nível mais alto desde fevereiro de 2022. O movimento indica um otimismo crescente entre os analistas sobre o futuro econômico da Área do Euro. Esse indicador é crítico, pois reflete a confiança que investidores e economistas nas perspectivas econômicas. Além disso, o índice que mede a situação econômica atual melhorou 10,2 pontos para -38,6, sugerindo uma avaliação menos negativa das condições atuais. Para a economia alemã, o indicador subiu para 47,1, atingindo também seu ponto mais alto desde fevereiro de 2022. O subíndice de condições atuais também mostrou melhoria, avançando para -72,3 de -79,2, que marca o décimo mês consecutivo de aumento da confiança entre os especialistas financeiros, impulsionada por sinais de recuperação econômica na Alemanha e um crescimento do PIB no primeiro trimestre mais forte do que o esperado.
  • Além disso, a inflação ao consumidor na Alemanha foi de 2,2% em abril de 2024 ante abril de 2023, inalterada em relação ao mês anterior, que atingiu seu menor nível em quase três anos, aproximando-se da meta de 2,0% do Banco Central Europeu. Uma desaceleração na inflação de serviços (3,4% vs 3,7% em março) foi compensada por um aumento nos preços dos alimentos (0,5% vs -0,7%) e uma diminuição menor nos custos de energia (-1,2% vs -2,7%) devido ao fim de um corte temporário de impostos sobre o gás natural neste mês. O núcleo de inflação – que exclui itens voláteis como alimentos e energia – caiu para 3,0% em abril, seu nível mais baixo desde março de 2022. Os dados apoiam nosso cenário de que o Banco Central Europeu iniciará o ciclo de afrouxamento monetário em junho.
  • Os preços do petróleo ficaram virtualmente estáveis nesta terça-feira, revertendo alguns dos ganhos anteriores em meio a preocupações de que incêndios florestais no Canadá possam interromper a produção de petróleo do país. O Brent registrou queda de 0,1%, para US$ 83,29 por barril, após aumentos de mais de 1% na segunda-feira. Incêndios florestais extensos no oeste do Canadá ameaçam interromper o fornecimento de petróleo e gás, especialmente à medida que as chamas se aproximam de Fort McMurray, Alberta, um polo petrolífero crucial próximo às maiores operações de areias petrolíferas do Canadá. Em 2016, incêndios causaram danos significativos a essa área, reduzindo cerca de 1 milhão de barris por dia.
  • O mercado estará focado hoje no índice de preços ao produtor (PPI) dos EUA, que será divulgado às 09h30. O dado segue uma série de dados de inflação acima do esperado no primeiro trimestre, levando os investidores a adiar os cortes de taxa previstos e reduzir o número esperado de cortes. Após, o presidente do banco central americano, Jerome Powell, fará um pronunciando às 11:00. Na China, o Banco Popular da China divulgará a taxa da Facilidade de Empréstimo de Médio Prazo (MLF) de 1 ano – atualmente em 2,5%.
  • No Brasil, o Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo federal pretende perdoar cerca de R$ 12 bilhões em juros da dívida do Rio Grande do Sul. Esta medida visa ajudar o estado a se recuperar das recentes enchentes severas. O perdão dos juros incide sobre um estoque de dívida de aproximadamente R$ 105 bilhões. Além disso, ele mencionou o adiamento dos pagamentos da dívida por 36 meses, para facilitar a reconstrução da infraestrutura – que têm impacto de R$ 11 bilhões. Os valores mencionados por Haddad vão além dos R$ 12 bilhões em ações federais nos municípios gaúchos que já haviam sido anunciados pelo presidente Lula por meio de uma MP. Portanto, o impacto fiscal total para o governo federal é estimado em pelo menos R$ 35 bilhões.
  • O boletim Focus mostrou mais juros e inflação no curto prazo. As projeções de mercado para o IPCA de 2025 seguem subindo. A mediana das expectativas para o ano que vem aumentou de 3,64% para 3,66%. O mercado segue atento às alterações das expectativas de 2025, dado que sua maior desancoragem em relação à meta de 3% influenciará as decisões de política monetária do Banco Central. Para o PIB, a estimativa para o ano corrente subiu de 2,05% para 2,09%. A elevação reflete os indicadores do mercado de trabalho acima do esperado, o consumo das famílias resiliente e a recuperação dos investimentos no curto prazo. O consenso de mercado também enxerga taxa Selic do ano corrente maior. O consenso para o ano corrente agora é de 9,75% (ante 9,63% na semana passada) e, para 2026, a mediana subiu de 8,75% para 9,00%. Esses movimentos parecem refletir as perspectivas de inflação mais desafiadoras devido a razões globais e locais.
  • Para a agenda nacional de hoje, o foco será na ata do Banco Central da última reunião. A atenção se concentrará nos argumentos que respaldaram a decisão dividida na última reunião do Copom. Além disso, a pesquisa mensal de serviços, que será divulgada às 9h, deve mostrar estabilidade em relação aos dados do mês passado.

Empresas

Cemig (CMIG4): Resultados do 1T24; Trimestre Sólido

  • Os resultados da Cemig no 1T24 vieram acima de nossas estimativas;
  • Isso pode ser explicado pelos fortes resultados da Cemig GT e da Gasmig;
  • Apesar dos indicadores operacionais positivos, os resultados da Cemig D ficaram levemente abaixo de com nossas estimativas;
  • De modo geral, vimos que a Cemig continua sua tendência operacional positiva, e o preço das ações deve reagir positivamente à medida que as preocupações com a federalização não se confirmam;
  • Mantemos nossa recomendação de Compra, com preço-alvo de R$ 13/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Azul (AZUL4) – 1T24: Forte performance operacional (EBITDA +37% A/A); acima de nossas estimativas

  • Azul reportou fortes resultados operacionais no 1T24, com EBITDA de R$ 1,4 bilhão (+37% A/A) em uma combinação de:
    • Demanda recuperada (RPKs +2% A/A);
    • Um melhor ambiente de rentabilidade (+3% A/A);
    • Redução do CASK (-6% A/A), principalmente no CASK Fuel (-21% A/A), devido à queda nos preços dos combustíveis (-19% A/A) e superior consumo/ASK (-3% A/A);
  • Por outro lado, os níveis de alavancagem permanecem elevados em 3,7x dívida líquida/EBITDA (estável no trimestre);
  • Reiteramos nossa classificação Neutra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Melnick (MELK3): Lucro líquido acima de nossas estimativas compensado por margem bruta sob pressão

  • A Melnick apresentou resultados neutros no 1T24, em nossa opinião;
  • Destacamos:
    • A receita teve um desempenho mais brando (-18% A/A), prejudicado por (a) um efeito sazonal no progresso da construção, afetando a evolução do POC dos estoques, e (b) menores vendas de estoques;
    • A margem bruta permaneceu pressionada em 22,1% (+5,0 p.p. A/A; +70bps vs. EUA), afetada por (a) altos descontos nas vendas de estoques, (b) menor relevância de novos lançamentos no P&L;
    • O lucro líquido teve um sólido crescimento de 51% A/A, com o lucro líquido atingindo R$30 milhões (+17% vs. XPe), ajudado pelo sólido aumento da receita de juros de contas a receber de clientes (+133% A/A);
  • Embora vejamos com bons olhos o desempenho do lucro líquido acima de nossas estimativas, acreditamos que os altos níveis de descontos nas vendas de estoques continuam a pressionar a margem bruta, o que continua a afetar a lucratividade geral;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Stone & Co (STNE): Resultados mais suaves: foco em continuar a aprimorar e expandir seu ecossistema financeiro; Revisão 1T24

  • A Stone reportou resultados neutros e em linha no 1T24;
  • O lucro líquido recorrente atingiu R$450 milhões, um aumento significativo de 90% A/A, embora tenha diminuído 20% T/T. Esse resultado foi 8% superior às nossas estimativas;
  • Apesar do TPV abaixo do esperado, o forte resultado financeiro o compensou, levando a um crescimento da receita total de 14% A/A, ligeiramente acima de nossas projeções;
  • Os resultados financeiros (e de crédito) estão se tornando mais relevantes para a empresa a cada trimestre;
  • Como pontos negativos, podemos apontar as despesas de vendas mais altas, os depósitos permanecendo estáveis sequencialmente e o aumento de 120 bps em NPL>90;
  • Embora a Stone tenha mantido seu impulso positivo de crescimento, os resultados do 1T24 nos levam a exigir um pouco mais de esclarecimento sobre as alavancas de lucratividade futura da empresa. Reconhecemos o progresso da empresa em direção à base da pirâmide, atendendo aos microempresários;
  • Embora tenha havido um aumento no TPV e na taxa de recebimento nesse segmento, continuamos cautelosos em relação ao aumento das taxas de inadimplência e ao impacto potencial sobre a necessidade de capital de giro da empresa. No entanto, a empresa reafirmou sua orientação para o ano, e o primeiro trimestre nos dá a confiança de que está no caminho certo para entregar suas principais métricas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Raízen (RAIZ4) | Resultados do 4T24 (ano-safra): Trimestre em linha e divulgação de Guidance marginalmente positive

  • A Raízen reportou um final de temporada 23/24 em linha, embora pelo 2º ano abaixo de seu guidance, com EBITDA de R$ 13,1 milhões (-14% A/A; -1% vs XPe; Guidance de R$ 13,5-14,5);
  • A Companhia elevou seu Guidance de EBITDA em R$ 1 bilhão para a temporada 24/25, o que acreditamos que o mercado levará com desconto, especialmente devido a suas muitas partes móveis e negócios interconectados em um ambiente volátil, juntamente com frustrações recentes de lucros;
  • Uma surpresa positiva nos resultados de Açúcar compensou a perda em Renováveis, enquanto a margem EBITDA de Brasil Mobilidade ficou em R$ 160/m³ (+88% A/A);
  • A Companhia continua monetizando notavelmente créditos fiscais (+R$ 667 milhões no 4T24), o que, juntamente com um Capex menor para 24/25, preços de hedge mais altos para açúcar, um risco de alta no E1G e antecipações de receitas E2G (diminuindo o risco da tese de investimento);
  • Isso deve definir um início sólido para esta temporada, com algum espaço para compensar hipotéticas produtividades mais baixos;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

BTG Pactual (BPAC11): Outro trimestre sólido; Revisão 1T24

  • O BTG reportou sólidos resultados no 1T24, em grande parte em linha com nossos números. Esse desempenho deveu-se, em grande parte, às maiores receitas de IB, que cresceram +151% A/A, +30% em Asset Management e +27% em Wealth;
  • Após uma recuperação no IB no quarto trimestre, o banco registrou um forte crescimento impulsionado pela contribuição recorde de M&A e pelo forte desempenho em DCM, uma vez que a atividade de mercado continua a melhorar;
  • O Net New Money atingiu um ritmo forte de R$ 64 bilhões, apesar da sazonalidade desfavorável, com uma contribuição adicional de R$ 16 bilhões da aquisição da Orama;
  • No lado das despesas, o BTG manteve sua eficiência, atingindo um cost-to-income de 37,5%. Como resultado, o lucro líquido totalizou R$ 2,8nm (+28% A/A e 2% acima de nós) com um ROAE de 22,8%;
  • Apesar de mais um trimestre sólido, considerando o recente rally das ações e o valuation alongado, reiteramos nossa recomendação neutra e preço alvo de R$ 40,00/sh;

Méliuz (CASH3) | Outra redução para uma empresa com excesso de capital

  • A Meliuz anunciou uma nova proposta de redução de capital, no valor de R$220 milhões, o que representa um de aproximadamente 50%;
  • Em abril, a empresa já havia reduzido seu capital em R$210 milhões. Ajustando a posição de caixa reportada no 1T24 a essas duas distribuições, a empresa permanecerá com uma sólida de ~R$250 milhões;
  • Vale ressaltar que a empresa ainda tem earn-outs a desembolsar de aproximadamente R$75 milhões, metade dos quais será no 2T24 e o restante em 2025;
  • Vale lembrar que, como a empresa possui Reservas de Capital negativas, não pode lançar um programa de recompra de suas próprias ações;
  • Nós consideramos essa proposta positiva, uma vez que a empresa fez alocações de capital abaixo do ideal nos últimos anos;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Hapvida (HAPV3) – 1T24: Resultados positivos; sinistralidade bem abaixo das estimativas

  • A Hapvida reportou resultados positivos no 1T24, com um Lucro Líquido Ajustado XP de R$347 milhões:
    • A receita aumentou 3,9% A/A, com os preços compensando os volumes, à medida que a empresa continua a racionalizar sua carteira de planos de saúde;
    • A sinistralidade diminuiu 4,3 p.p. A/A e 1,3 p.p. T/T, à medida que a empresa continua a implementar iniciativas para reduzir os custos médicos;
    • A margem do EBITDA XP aumentou 5,2 p.p. A/A e 0,8 p.p. T/T, seguindo principalmente a melhoria da sinistralidade;
    • As despesas financeiras continuam a diminuir, e a alavancagem foi de 3,1x o EBITDA ajustado XP, mostrando uma tendência contínua de queda.
  • Vemos esses resultados de forma positiva e esperamos que a empresa continue entregando expansão de margem no curto prazo;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Even (EVEN3): Resultados razoáveis com números melhores da Even SP

  • A Even apresentou um conjunto de resultados razoáveis no 1T24, em grande parte motivado por dados positivos da Even São Paulo, apesar das margens consolidadas ainda estarem sob pressão;
  • A receita líquida teve um modesto crescimento de 4% A/A, ligeiramente acima de nossas estimativas (+4% vs. XPe), embora a Even SP tenha tido um desempenho positivo (+24% A/A);
  • A margem bruta melhorou para 24,7% (+2,6 p.p. A/A) devido a uma recuperação positiva da Even SP (+4,6 p.p. T/T), apesar da margem bruta da Melnick estar sob pressão;
  • O lucro líquido ficou 35% acima de nossos números, atingindo R$65 milhões (+19% A/A), ajudado por maiores receitas financeiras;
  • A geração de caixa atingiu R$80 milhões, em grande parte impulsionada pela venda de ações da Melnick (R$82 milhões de efeitos positivos);
  • Mantemos nossa posição de compra e preço alvo de R$9,0/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Grupo SBF (SBFG3): Resultados melhores no 1T24

  • O Grupo SBF divulgou resultados melhores no 1T, com desempenho fraco de receita líquida, mas recuperando tendências de margens e capital de giro;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Track&Field (TFCO4): Resultados mistos no 1T24

  • A T&F reportou resultados mistos no 1T, com forte crescimento de receita líquida, mas rentabilidade pressionada;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Enjoei (ENJU3): Resultados sólidos no 1T24

  • A Enjoei divulgou resultados sólidos no 1T, com forte crescimento do GMV e expansão de margem bruta, fruto da aquisição da Elo7;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Natura&Co. (NTCO3): Resultados mistos no 1T24

  • A Natura reportou um conjunto misto de resultados do 1T, com uma performance de rentabilidade melhor na América Latina ofuscada por baixas de estoque, um desempenho fraco na Avon Internacional e ajustes cambiais da Argentina;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Petrobras | 1Q24: A Petrobras continua a gerar fluxo de caixa livre substancial, mas os lucros ficaram ligeiramente abaixo das estimativas

  • O EBITDA da Petrobras de 12,4 bilhões ficou 6% abaixo da expectativa da XP, enquanto o lucro líquido de USD 4,8 bilhões ficou em linha (-3% vs expectativa da XP);
  • Não houve uma razão única para a diferença de EBITDA, mas sim uma combinação de pequenos itens, incluindo despesas ligeiramente superiores às esperadas;
  • A empresa também anunciou dividendos (USD 2,6 bilhões, yield de cerca de 2,4%) que foram um pouco menores do que esperávamos;
  • A geração de fluxo de caixa livre permaneceu atraente (19% anualizado), embora ajudada por um capex menor do que o esperado;
  • Clique aqui para o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Bancos têm alívio de capital e compulsório no RS (Valor);
    • BTG aposta em diversificação e avança em crédito a PMEs (Valor);
    • Stone lucra R$ 450 milhões no 1º trimestre, alta anual de 90% (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Indústria e varejo criam manifesto e ampliam pressão sobre plataformas estrangeiras após projeto de lei empacar (Valor Econômico);
    • ‘Jabuti não é caminho para discutir imposto sobre importação’, critica executiva da Shein (O Globo);
    • Após venda da The Body Shop, Natura mantém vínculo com operação local (Pipeline);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
  • Alimentos
    • Australia’s US beef opportunity a ‘slow-moving storm,’ not a ‘tsunami’ – BeefCentral;
    • Coletas em águas residuais detectam vírus H5N1 da gripe aviária em 9 cidades do Texas – AviSite;
  • Agro
    • Flood of China Used Cooking Oil Spurs Call to Hike US Levies – Bloomberg;
    • O périplo da Agro Amazônia para driblar a crise da agricultura – TheAgriBiz;
  • Biocombustíveis
    • Governo Biden quer quadruplicar tarifas sobre veículos elétricos chineses – Udop;
    • Governador de MT anuncia instalação de usina de etanol de milho em Diamantino – NovaCana;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Saúde: XP Daily | Sua dose diária de notícias
    • Amil e Unimed cancelam contratos coletivos de crianças autistas e com doenças raras (Folha);
    • Planos de saúde: reajuste dos contratos individuais deve ser de 7% este ano (O Globo);
    • Fitch reitera nota de crédito nacional do Mater Dei em ‘AA+(bra)’ (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
    • JHSF assina acordo com fundo XP Malls para venda de participações em shoppings (Valor);
    • Maioria de CRIs e CRAs emitidos no 1º tri não se destinava a imóveis ou agro (Folha);
    • Expectativas de inflação nos EUA sobem no curto e no longo prazo, diz Fed de NY (Infomoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Eventos climáticos ampliam negócios das comercializadoras no mercado livre de energia (Valor Econômico);
    • Brasil importa recorde de 5,6 GWp de painéis solares no primeiro tri de 2024 (Epbr);
    • Exclusivo: 2W é vendida para Matrix Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Inflation Data Today: What to Expect From April’s PPI Report (WSJ);
  • Volume de ofertas no mercado de capitais bate recorde até abril (Valor);
  • S&P Global diz que inundações no RS podem afetar bancos locais (Broadcast);
  • Planos de saúde limitam reembolsos para reduzir custos. Entenda o que muda nas operadoras (O Globo);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Vibra (VBBR3) suspende aluguel, paralisa fluxo para CRIs e afeta fundos imobiliários (InfoMoney);
    • JHSF vende fatia em quatro shoppings e põe R$ 443 mi no caixa (Brazil Journal);
    • Negociação de FIIs em 2024 dispara e bate recorde, aponta B3 (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Mercado de capitais brasileiro: Destaques da reunião com Fábio Coelho, presidente da AMEC

  • Em meio aos recentes acontecimentos que despertaram preocupações no mercado sobre a governança das empresas listadas no Brasil, o time de Research ESG da XP realizou uma reunião para investidores institucionais com o Sr. Fabio Coelho, CEO da Associação de Investidores no Mercado de Capitais (AMEC);
  • As principais conclusões foram: (i) a evolução do mercado de capitais no Brasil, embora ainda aquém dos mercados desenvolvidos; (ii) o reconhecimento crescente dos direitos e deveres dos acionistas minoritários; (iii) a necessidade de abordar os obstáculos que envolvem a governança de empresas estatais; e (iv) o papel das crises na condução e evolução das políticas de governança;
  • Clique aqui para ler o conteúdo completo. 

Conselheiro da Petrobras (PETR4) afirma que estatal não será a 1° a abrir mão do petróleo | Café com ESG, 14/05

  • O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em alta, com o IBOV e o ISE subindo 0,44% e 0,40%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) o conselheiro da Petrobras (PETR4), Rafael Dubeux, afirmou que a estatal não está disposta a ser uma das primeiras petroleiras a abrir mão do petróleo, devido ao fato de que a empresa se enquadra no grupo das produtoras que tem petróleo a um menor custo que as demais, e com intensidade de carbono por barril reduzida; e (ii) as importações de módulos fotovoltaicos atingiram o recorde de 5,6 GWp no primeiro trimestre de 2024, com 30% do total sendo direcionado à geração centralizada – na visão da consultoria Greener, 2024 será um ano aquecido em termos de investimentos em grandes usinas;
  • Na política local, o Plenário do Senado deve analisar nesta terça-feira um projeto de lei que estabelece normas para a formulação de planos de adaptação às mudanças climáticas (PL 4.129/2021) – a proposta complementa a Política Nacional sobre Mudança do Clima (Lei 12.187, de 2009) em relação às medidas para a redução da vulnerabilidade e da exposição a riscos ante os efeitos atuais e esperados;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG. 

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O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Instrução CVM nº 598/18 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório. Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos. O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por agentes autônomos de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a ICVM nº 497/2011, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O agente autônomo de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais. Os produtos apresentados neste relatório podem não ser adequados para todos os tipos de cliente. Antes de qualquer decisão, os clientes deverão realizar o processo de suitability e confirmar se os produtos apresentados são indicados para o seu perfil de investidor. Este material não sugere qualquer alteração de carteira, mas somente orientação sobre produtos adequados a determinado perfil de investidor. A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes. Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo agentes autônomos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos. SAC. 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710. O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br. A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo. A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas. O investimento em ações é indicado para investidores de perfil moderado e agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto. O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. O investimento em termos é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.

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