7 Dicas para escolher um bom fundo de ações

Os fundos de ações estão despontando como uma das grandes opções para investir em 2020; Entenda alguns pontos-chave para jamais errar na escolha

access_time 18/12/2019 - 11:11
format_align_left 7 minutos de leitura

Com a Bolsa brasileira atingindo altas frequentes e a retomada do crescimento da economia, o investimento em ações volta a ser um dos principais ativos do mercado. Mas o ambiente de Bolsa ainda é nebuloso para a maioria dos investidores, já que grande parte (88%) ainda aplica na poupança, por exemplo. Na B3, atualmente, são cerca 1,5 milhão de pessoas — número aquém de todo o potencial. E é nesse cenário que os fundos de ações despontam como ótimas alternativas.

Os fundos de ações são ótimas

Veja aqui a nossa lista completa de fundos de investimento

Para aqueles que nunca tiveram a experiência de investir na Bolsa, ter no portfólio alguns fundos de ações pode ser o primeiro passo. Caso você se encontre nessa situação, essa estratégia é altamente recomendada, considerando e respeitando o perfil de investidor, porque os responsáveis pela gestão do seu dinheiro são especialistas.

Sabendo escolher fundos de ações, é possível ter a chance de bons retornos no longo prazo e uma maior tranquilidade ao confiar na boa administração do seu dinheiro por parte de gestores especializados. Abaixo, separamos 7 dicas básicas para você escolher um fundo de ações.

1) Saia da zona de conforto

O gerente do seu banco liga para você e recomenda o investimento em um fundo de ações da própria gestora ligada à instituição. Parece confortável, não é? Mas, na verdade, a comodidade pode ser um tiro no pé, pois não necessariamente esse fundo será bom, mais rentável e com taxas atrativas. 

Nesse sentido, os gerentes bancários recomendam os fundos da instituição que eles trabalham e não há um grande portfólio que realmente possa atender aos seus objetivos e perfil de investimento. Portanto, o que parece cômodo no final pode não ser a melhor opção. A XP Investimentos, por exemplo, trabalha com uma infinidade de fundos de ações, com diversas estratégias e para todos os perfis.

2) Analise a rentabilidade histórica dos fundos de ações

Antes de investir em um fundo de ações, analisar o histórico é, de fato, fundamental. Claro que é muito importante se atentar àquela máxima do mercado financeiro para manejar as expectativas: rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. 

No entanto, saber analisar friamente o histórico de longo prazo de cada fundo pode ajudar a encontrar uma boa gestão mesmo em períodos de crises. Para fundos de ações, especificamente, olhe sempre como os gestores de determinado fundo se comportaram quando a Bolsa passava por maus bocados. 

Assim, se o fundo foi bem nessas épocas ou, pelo menos, conseguiu se proteger de grandes perdas, já é um bom indício de gestão acertada e com estratégias que flutuam sempre buscando as melhores oportunidades. 

A consistência de um fundo de ações é um grande atributo. Sendo assim, é mais importante do que, por exemplo, uma gestora ou um ativo que todo mundo está falando no momento. Mas o que realmente importa é a qualidade de quem está por trás e como o histórico mostra a gestão em variados momento e não só quando o mercado está em alta. 

3) Verifique a volatilidade e saiba o quanto aplicar

É muito comum ouvir um analista de ações falar o termo “vol”. O que significa isso e por que é tão usado no mercado financeiro? Primeiramente, “Vol” é um diminutivo para volatilidade. Basicamente, significa a oscilação dos preços de algum ativo, no caso desse texto as ações.

É muito saudável, antes de investir em um fundo de ações, verificar qual é o seu padrão de volatilidade. Portanto, quanto mais volátil um fundo de ações mais “estômago” você precisará ter. Da mesma forma que um fundo volátil pode trazer retornos muito expressivos, em dias ruins isso pode significar perdas igualmente expressivas. 

Por isso, procure saber como o fundo de ações se comporta nesse quesito. Assim, você entenderá o quanto aplicar baseado no seu perfil. Para investidores que buscam mais consistência, recomenda-se, então, alocar uma pequena parte na carteira nos fundos de ações mais voláteis, ao contrário daqueles que gostam de aproveitar esse vaivém mais acentuado. 

4) Saiba os custos dos fundos de ações

Primeiramente, todo fundo de ações cobra dos investidores duas porcentagens por causa da custódia e gestão do seu dinheiro:  a taxa de administração e a taxa de performance. 

A primeira é determinada pela gestora e é referente ao trabalho de administração sobre o dinheiro aplicado. Aliás, essa taxa, nos bons fundos de ações do mercado, pode ir até 2%. Se passar disso, repense o seu investimento e desconfie. Há por aí, principalmente nos grandes bancos, taxas de administração na casa dos 4% ou 5%. 

E a segunda diz respeito aos objetivos alcançados, ou seja, a rentabilidade que ultrapassar o benchmark, no caso os índices da Bolsa. Funciona assim: se o Ibovespa subir 10% e o fundo de ações subir 15%, o investidor paga 20% do excedente. Nesse exemplo, 20% dos 5% de rentabilidade acima do índice significam 1% destinado para a gestora do fundo como prêmio por ter superado o benchmark.

5) Olhe mais profundamente para a gestora

Não adianta olhar só a lâmina do fundo. O histórico, os custos, a volatilidade, a estratégia e o aporte mínimo não são suficientes. Procure saber quem é a gestora e os especialistas que a compõem. 

Dessa forma, é fundamental procurar notícias sobre a gestora e visitar o site institucional. Lá, geralmente estão informações, como a formação dos gestores, cartas de análises sobre os fundos, entrevistas, etc. 

Na hora de escolher um fundo de ação, quanto mais a fundo você for maior a chance de saber se há compatibilidade entre os seus objetivos e a forma de pensar dos gestores. Então, uma dica adicional é ir além do nome daquele grande gestor. Tente entender como a equipe pensa, pois, caso esse grande gestor venha a deixar a empresa, você terá a confiança no time e não apenas em um nome. 

6) Acompanhe o que os gestores têm a dizer sobre os fundos de ações

Para investir em fundos de ações, é recomendado acompanhar as gestoras. Em resumo, existem fundos que comunicam aos cotistas fatos novos e relevantes periodicamente. Dependendo, esses comunicados podem ser mensais, trimestrais, semestrais ou até mais recorrentes.

Assim, cada um tem um perfil para se comunicar com o cliente e, inclusive, isso também deve ser considerado antes de investir. Isto é, quanto mais transparente for a gestora, mais chance você terá para entender as mudanças de estratégias, entre outros comunicados. 

7) Mire o longo prazo

Os fundos de ações são recomendados para quem quer investir dinheiro a longo prazo. Geralmente, os próprios gestores fazem suas teses de investimento para um prazo mais estendido. Então, não faria sentido ficar em um fundo de ação por 1 ano sendo que a estratégia de investimento de um fundo de ação pode ser para cinco anos ou uma década, por exemplo. 

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