O que faz um gestor de fundos? Conheça mais sobre uma das profissões mais privilegiadas do mercado financeiro

Saiba mais sobre a atuação de um gestor e a sua importância no mercado financeiro


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O que faz um gestor de fundos? Conheça mais sobre uma das profissões mais privilegiadas do mercado financeiro

Investir por si só está parecendo um pouco difícil para você ou não há espaço de tempo para se dedicar à administração de sua carteira de investimentos? Apostar em gestores de fundos de investimento pode ser uma ótima solução para isso. Mas, afinal, o que faz esse profissional tão cobiçado no mercado financeiro? Leia a seguir, de forma breve, para entender mais sobre a atuação de um gestor e a sua importância.

O que faz um gestor de fundos?

Um gestor de fundos é o profissional responsável por investir recursos de terceiros através de um fundo de investimento a partir de estratégias delineadas e regulamentadas. Esses terceiros podem ser clientes comuns (varejo), institucionais e famílias mais abastadas (por meio de wealth management), mas o objetivo principal é o mesmo: gerir o dinheiro, aplicando em investimentos com bom potencial de retorno, para acumulação de patrimônio.

Geralmente, são profissionais com alto grau de conhecimento das condições econômicas e do mercado em geral, com vasta experiência. Portanto, é bastante comum encontrar gestores com 15 ou 20 anos de carreira em grandes bancos, corretoras e instituições financeiras no geral, até chegarem ao posto de gestor. Isso acontece porque a responsabilidade de um gestor de fundos é gigante, afinal ele lida com milhões e até bilhões para construir a carteira do fundo para os seus clientes e cotistas.

No Brasil, para atuar como um gestor de fundos, é preciso obter a certificação CGA, da Anbima.

Entenda a atuação de um gestor de fundos

Os gestores e sua equipe têm significativa influência nos retornos ou prejuízos de seus fundos porque eles que são os responsáveis pela política de investimento, seja um fundo de renda fixa, hedge, renda variável, etc.

Independentemente de sua formação, o gestor ou é ativo ou passivo. Se um gestor adota uma abordagem passiva, sua estratégia de investimento objetiva refletir um índice de mercado específico, como o Ibovespa, por exemplo. Usar esse índice de mercado como referência é extremamente importante, pois um investidor deve esperar obter retornos semelhantes..

Por outro lado, um gestor pode adotar uma abordagem ativa para investir, o que significa que, neste caso, tenta-se tentam bater consistentemente os retornos médios do mercado e desses índices e não apenas acompanhá-los como no método passivo. Portanto, as estratégias de um gestor ativo são ainda mais importantes porque ele não visa apenas replicar o desempenho de um índice e, sim, trazer retornos que vão além com oportunidades que ele mesmo conseguir identificar. É muito importante para os investidores que vão escolher o fundo saber quem são os gestores e que estratégias são usadas para obter as rentabilidades esperadas.

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As características de um bom gestor de fundos

Como já mostramos, escolher bons gestores pode ser o diferencial para que os seus recursos sejam bem administrados e que você atinja, de forma mais fácil, os seus ideais de investimento. Veja a seguir algumas características que são comuns dos bons gestores.

Versatilidade para entender diferentes cenários

Compreender o mercados financeiro é bastante complicado, até mesmo para os gestores. Não é possível saber o que acontecerá nos próximos 6 ou 12 meses, especialmente depois da repentina crise da covid-19, no início de 2020. Mas algo que a pandemia ressaltou dos bons gestores foi a versatilidade para lidar com os diferentes cenários.

Quanto mais um gestor for versátil e entender cada detalhe de suas projeções melhor será o desempenho do fundo porque, dessa forma, as oportunidades que aparecem são aproveitadas e os erros são corrigidos rapidamente.  

A comunicação periódica é essencial

Mesmo tendo um trabalho exaustivo, é importante que os gerentes de fundos mantenham seus clientes atualizados e informados sobre seus investimentos. Embora isso geralmente exija tempo, é fundamental para os cotistas ter gestores comunicativos, mais próximos e que expliquem suas análises e recomendações de uma maneira facilmente compreensível. 

Mente aberta para construção de portfólios e tomada de decisões

Gestores que estudam diariamente e que entendem novas tendências ao se aprofundarem e se atualizarem, além do que é exigido para a construção de seus portfólios, são os que tomam as melhores decisões. Portanto, apesar de haver metodologias bastante tradicionais, sempre há novas formas de se gerir um portfólio, ainda mais com as novas tecnologias, como inteligência aritifical, deep learning, etc.

Forte controle emocional e confiança para manejar riscos

O forte controle emocional de um gestor provará ser importante conforme a flutuação do mercado e constrói a gestão com base na lógica, dados e tendências, não no sentimento. Ter confiança em sua estratégia e planos também ajudará em tempos desastrosos e com os mercados voláteis.

Um gestor transparente quanto ao seu controle e confiança para seguir suas estratégias trazem maior seguranças para os investidores e cotistas.

Taxas: as formas de remuneração dos gestores

Há duas taxas bastante comuns que remuneram os gestores e sus equipe de forma preestabelecida nas condições gerais para investir no fundo. Confira:

Taxa de administração

A taxa de administração é a mais comum do mercado. Ela remunera o gestor pelo trabalho que ele está fazendo na gestão do patrimônio e vem como um valor em porcentagem, por exemplo 0,40% ao ano, 1% ao ano, 2% ao ano, etc. Ou seja, esse percentual varia conforme o montante aplicado. Mas por que você não deve olhar somente se a porcentagem é baixa ou alta para decidir sobre um fundo de investimento?

Porque ela é sempre proporcional à complexidade da gestão que o profissional se propõe a fazer. Então, em teoria, se a taxa de administração é alta é porque a gestão é mais complexa. Mas nem sempre isso se justifica, afin Por isso, é importante ver caso a caso e entender as estratégias dos gestores para saber se aquela taxa de administração condiz com a complexidade.

Por exemplo, uma determinada gestora com um fundo de renda fixa fala que a principal estratégia dela é fazer 105% do CDI, isto é, bater em 5 pontos percentuais o indicador de referência. Para gestores experientes, essa meta é menos complexa de se atingir. Então, nesse caso, é possível esperar uma taxa de administração de menos de 1%. Em geral, para esse tipo de ativo e gestão, é um valor razoável de taxa. Mais que isso, ligue o sinal de alerta.

Ainda é possível ver bancos cobrando taxas de administração de cerca de 3 a 4% em ativos de baixa complexidade. Há não muito tempo atrás, havia taxas de cerca de 5% ao ano nessas instituições. Fazendo uma simples conta, dá para entender por que uma taxa alta pode prejudicar muito, ainda mais se os retornos não justificarem isso.

Taxa de Performance

Essa taxa diz respeito à rentabilidade que ultrapassar o benchmark (CDI, Ibovespa, IBRX, etc.). Funciona assim: se o Ibovespa subir 10% e o fundo subir 15%, o investidor paga 20% do excedente.

Nesse exemplo, 20% dos 5% de rentabilidade acima do índice significam 1% destinado para a gestora do fundo como prêmio por ter superado o benchmark. Nem todas as seguradoras trabalham com a taxa de performance de 20%, algumas podem equilibrar com a taxa de administração.



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