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A semana na Renda Fixa (19/04 a 23/04)

Acompanhe os principais movimentos da semana no mercado de renda fixa e o que esperar para a semana que se inicia.

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Durante a semana, a curva de juros apresentou fechamento em relação à semana anterior, reflexo principalmente da aprovação do Orçamento 2021 após algumas semanas de incertezas acerca dos termos a serem acordados, o que gerou forte volatilidade nos juros até seu desfecho. Apesar do alívio na curva, o risco fiscal continua sendo o principal tema doméstico a ser monitorado. Como reflexo do movimento, os títulos do Tesouro Direto apresentaram valorização ao longo da semana. Os Tesouro Nacional colocou quase a totalidade dos títulos nos leilões da semana, com maior concentração em vencimentos mais curtos. O fluxo de crédito privado foi mais forte em comparação à semana anterior e os spreads de crédito apresentaram abertura nos títulos “high grade“.

Para a próxima semana, no Brasil, após o desfecho no Orçamento para 2021, o foco no cenário político-econômico deve arrefecer. Na seara de indicadores, destaque para dados de inflação, com divulgação do IPCA-15 de abril e o IGP-M para o mês, além de dados fiscais e de desemprego – com PNAD referente ao trimestre encerrado em fevereiro.

Cenário macroeconômico

Elaborado pelo time de Economia da XP

Conforme publicado em relatório, no cenário internacional, o destaque ficou para o avanço do contágio de covid-19 na Índia, diante de uma nova variante que fez o número de casos aumentaram vertiginosamente nas últimas semanas. Enquanto isso, no Brasil a média móvel semanal desacelerou para 2.580 óbitos/dia, o menor valor desde o dia 27 de março. Por outro lado, a Fiocruz anunciou que deve atrasar a entrega das primeiras doses de vacina produzidas com IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) nacional.

No cenário internacional, dois principais destaques marcaram a semana: a realização da Cúpula do Clima e informações sobre uma possível alta de impostos sobre ganhos de capital, também nos Estados Unidos. Foram destaques também reuniões de política monetária na Zona do Euro e na China.

Sobre a potencial elevação de impostos nos EUA, Biden deve apresentar a segunda etapa de seu plano econômico: o Plano das Famílias Americanas, estimado em USD 1 trilhão. O democrata deve propor aumento do impostos sobre ganhos de capital para 39,6%, o que, juntamente com uma sobretaxa existente sobre a renda de investimentos, significaria que as taxas de impostos federais para investidores poderiam chegar a 43,4%.

Já sobre a realização da Cúpula do Clima, o evento foi marcado por compromissos de líderes com metas mais ambiciosas em relação à redução da emissão de gases de efeito estufa.

A semana contou também com a divulgação de indicadores macroeconômicos nas principais economias do mundo. Na Zona do Euro, as prévias dos Índices de Gerentes de Compras (PMIs, na sigla em inglês) indicaram recuperação mais forte do que o esperado em abril. Já nos EUA, dados seguem reforçando o quadro favorável para a economia, na esteira do avanço da vacinação contra a covid-19 e a gradual normalização das atividades.

No Brasil, o principal destaque da semana foi o desfecho sobre o Orçamento para 2021 – finalmente sancionado pelo Presidente Bolsonaro. O acordo também passou pela mudança no Projeto de Lei do Congresso Nacional nº 2 de 2021, que altera a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021. Sobre a reedição de programas de estímulo vigentes no ano passado, o projeto permite a abertura de crédito extraordinário sem a necessidade de compensação de despesas ou cumprimento da meta fiscal. Nossos cálculos preliminares indicam que as decisões devem elevar a aproximadamente R$ 130 bilhões os gastos de combate à pandemia de covid-19 fora do teto de gastos.

Como outros destaques, o Supremo Tribunal Federal formou na quinta-feira maioria em plenário para confirmar a suspeição do ex-juiz Sergio Moro no processo em que o ex-presidente Lula foi condenado pelo caso do triplex. Além disso, conforme previsto na legislação recém aprovada, o Presidente da República nomeou o Presidente Roberto Campos Neto e sete diretores para cumprirem mandatos fixos na Diretoria Colegiada do Banco Central.

Na seara de indicadores, o indicador de atividade medido pelo Banco Central, o IBC-Br, cresceu 1,7% m/m e 1,0% a/a em fevereiro, acima das expectativas. Já a arrecadação federal atingiu R$ 137,9 bilhões em março, acima tanto das nossas expectativas quanto do consenso de mercado.

Leia tudo o que aconteceu na semana em economia.

Curva DI e NTN-B

A curva de juros apresentou fechamento na semana, com queda das expectativas nos juros mais longos, o que acarretou em perda de inclinação. O movimento refletiu principalmente a aprovação do Orçamento 2021, sancionado na quinta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro, com vetos parciais.

A curva vinha refletindo altos riscos em relação às possibilidades em torno da aprovação, que se mostrou melhor do que o anteriormente esperado (apesar de os riscos fiscais continuarem elevados no país). Além disso, a curva vinha apresentando forte volatilidade até a semana anterior, o que reduziu a partir do momento em que houve um desfecho do Orçamento.

Já as taxas dos títulos do Tesouro indexados à inflação (NTN-B), que representam as expectativas para o juro real, apresentou relativa estabilidade em comparação com a semana anterior.

Fonte: Bloomberg. Elaboração: XP Investimentos.

Leilões do Tesouro Nacional

Leilão do dia 20/04 – NTN-B

A oferta de Notas do Tesouro Nacional – Série B (NTN-B) no leilão da última terça feira totalizou 4,3 milhões, sendo portanto o mesmo volume da semana anterior, porém com maior concentração nos títulos mais curtos, a vencer em 2026.

O Tesouro Nacional vendeu a totalidade do lote de 3 milhões de papeis com vencimento para 2026, à taxa máxima/média de 3,67%; 1 milhão de papéis para 2030, à taxa máxima/média de 4,13%; e todo o lote de 300 mil títulos para 2055, à taxa máxima/média de 4,84%.

Fonte: Tesouro Nacional. Elaboração: XP Investimentos.

Leilão do dia 22/04 – LTN, NTN-F e LFT

No leilão da última quinta-feira, o Tesouro Nacional reduziu a oferta de lotes de Letras do Tesouro Nacional (LTNs), de 21 milhões na semana anterior para 13,5 milhões, e elevou a oferta de Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-Fs), de 200 mil para 350 mil. Enquanto isso, o montante ofertado de Letras Financeiras do Tesouro (LTF) apresentou redução de 750 mil para 500 mil papeis.

Ressalta-se que as LTNs e NTN-Fs são ofertadas em lotes individuais, enquanto as LFTs são ofertadas em leilão híbrido, com vencimentos em lotes agrupados (ou seja, soma-se o volume colocado nos dois vértices ofertados de LFT).

O Tesouro Nacional vendeu a totalidade da oferta de LTNs, que foi dividida em lote de 5 milhões com vencimento em 2022, outros 6 milhões com vencimento em 2023 e 2,5 milhões para 2024. O volume financeiro somou R$ 1,8 bilhão.

Quanto às NTN-Fs, a oferta não foi integralmente absorvida, com demanda para os 300 mil papéis para 2031 e sem colocação para o vencimento em 2027. O lote de LFT foi colocado em sua totalidade, com demanda mais forte para o vencimento em 2022.

Fonte: Tesouro Nacional. Elaboração: XP Investimentos.

Tesouro Direto

Dentre os títulos do Tesouro Direto, houve valorização em todos os ativos durante a semana, com exceção do Tesouro Selic 2027. A valorização dos títulos refletiu o fechamento da curva ao longo da semana, como reflexo principalmente da aprovação do Orçamento 2021 (e fim do imbróglio em torno das discussões), o que interrompeu a forte volatilidade que vinha sendo observada recentemente.

O preço dos títulos sobe quando a expectativa de juro futuro cai (e vice-versa) devido à relação inversa entre os dois. Esse mecanismo que mostra o efeito dos juros sobre preços é a marcação a mercado. Entenda mais aqui.

Fonte: Tesouro Nacional. Elaboração: XP Investimentos.

Crédito Privado

Fluxo

Na última semana, o fluxo médio diário de negociações em debêntures foi de R$ 982 milhões (vs. R$ 853 milhões na semana anterior), R$ 267 milhões em CRAs (vs. R$ 102 milhões) e R$ 308 milhões em CRIs (vs. R$ 44 milhões).

Os papeis mais negociados por classe de ativos foram debêntures participativas da Vale (CVRDA6), que foram recentemente vendidas pela União, CRI GFSI e CRA BTG Pactual Commodities. Como pode ser visto no gráfico abaixo, o CRI GFSI e o CRA BTG Pactual Commodities apresentaram fluxo muito superior aos outros papeis, o que distorceu a média da semana para CRIs e CRAs.

Vale lembrar que, como não são disponibilizados a tempo da publicação do relatório, os dados da sexta-feira não são considerados e podem alterar o apresentado.

Fonte: Anbima e Cetip. Elaboração: XP Investimentos.

Spreads de crédito

Enquanto a curva de juros futuros fechou na semana, as debêntures apresentaram abertura nos spreads de crédito, tanto nos papeis classificadas com ratings “AAA”, quanto em “AA” e “A”.

Assim como nos dados de fluxo, os números da sexta-feira para os spreads de crédito também não são considerados e podem alterar o apresentado.

As curvas são extraídas a partir de debêntures precificadas diariamente pela ANBIMA (DI Percentual, DI+spread e IPCA+spread) e refletem estruturas de spread zero-cupom sobre a curva soberana para diferentes níveis de risco.

Fonte: Anbima. Elaboração: XP Investimentos.

Ações de rating

Fonte: Fitch Ratings e Moody’s. Elaboração: XP Investimentos.

Para os relatórios publicados durante a semana, dirija-se ao final do relatório.

O que esperar – Semana de 26/04 a 30/04

Agenda econômica

Em relatório publicado pelo time Macro da XP, no cenário internacional, detalhes da potencial elevação de impostos nos EUA devem seguir no centro das atenções. Além disso, teremos divulgação de importantes dados macroeconômicos, com o PIB do primeiro trimestre nos EUA e na Zona do Euro, dados de inflação também nas duas regiões (deflator PCE nos EUA, e CPI da Zona do Euro), além de taxa de desemprego de março na Zona do Euro. Na Ásia, teremos a divulgação dos PMIs e balança comercial de abril da China, e decisão de política monetária do Banco do Japão.   

No Brasil, após o desfecho no Orçamento para 2021, o foco no cenário político-econômico deve arrefecer um pouco. Na seara de indicadores macroeconômicos, destaque para dados de inflação, com divulgação do IPCA-15 de abril e o IGP-M para o mês, além de dados fiscais (resultado primário do governo central e do setor público consolidado) e de desemprego – com PNAD referente ao trimestre encerrado em fevereiro.

Acesse aqui o Boletim Focus do dia 26/04 (disponível a partir de segunda-feira)

Leilões do Tesouro Nacional

Fonte: Tesouro Nacional. Elaboração: XP Investimentos.

Vencimentos de debêntures da próxima semana

Fonte: Anbima. Elaboração: XP Investimentos.

Relatórios publicados na semana de 19/04 a 23/04

Renda Fixa

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