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GPA / CBD – Acompanhe aqui a Recuperação Extrajudicial

Acompanhe aqui todas as informações sobre a Recuperação Extrajudicial do Grupo Pão de Açúcar (GPA) / Companhia Brasileira de Distribuição (CBD).

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Conteúdo elaborado em conjunto com o time de Corporate Action da XP

No dia 10 de março de 2026, a Companhia Brasileira de Distribuição (“Companhia”, “CBD” ou “GPA”) divulgou fato relevante informando sobre o pedido de recuperação extrajudicial (“RE”) junto a seus principais credores financeiros. Segundo a Companhia, a medida visa aliviar pressões de curto prazo e apoiar a reorganização de sua estrutura de capital, enquanto mantém suas atividades operacionais em funcionamento normal.

Atualizaremos esta página de acordo com comunicados por parte da Companhia e seus agentes fiduciários.

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Debêntures:
A Assembleia foi suspensa até o dia 02/06/26 para deliberação a respeito do PRE, ou seja, não há necessidade de ação nesse momento.

CRIs:
A 2ª convocação para a Assembleia está sem data prevista. Ainda estão sendo recolhidas manifestações para composição do quórum.

Próximos Passos PRE
Com a publicação do PRE, está pendente a homologação de decisão judicial. A emissão das Novas Debêntures deve ocorrer em até 60 dias corridos da homologação (prorrogáveis por mais 15 dias), sob pena de Evento de Resolução Antecipada. Acompanharemos as próximas movimentações, incluindo a divulgação dos termos das Emissões A e B, o posicionamento dos agentes fiduciários (Vórtx e Pentágono), as convocações de AGD/assembleias e o exercício do direito de preferência pelos acionistas, e voltaremos com nota dedicada à precificação dos cenários.

Detalhamento do Plano de RE (05/05/26)

A Companhia Brasileira de Distribuição (CBD ou GPA) protocolou, em cinco de maio de 2026 o Primeiro Aditamento ao seu Plano de Recuperação Extrajudicial (PRE ou Plano), substituindo a versão originalmente apresentada em nove de março de 2026. Lembrando que, desde então, todas as execuções e atos constritivos (como eventuais bloqueios ou penhoras) sobre os Créditos Sujeitos estavam suspensas por 180 dias.

O passivo total sob reestruturação é de R$ 4,568 bilhões (Créditos Sujeitos), que englobam dívidas bancárias e de mercado de capitais. Fornecedores e prestadores de serviço correntes não foram afetados – a empresa segue funcionando normalmente.

A nova versão do PRE foi apresentada ao mercado na noite do próprio dia cinco de maio, já contando com as assinaturas de quatro grupos institucionais, Banco Itaú e Itaú Asset, Rabobank, BTG Pactual e HSBC. Juntos, esses credores somam R$ 2,626 bilhões e 57,49% do total dos Créditos Sujeitos, atingindo o quórum de maioria simples exigido pela regulação para aprovar o Plano (Lei de Recuperação e Falência nº 11.101). Com isso, inicia-se o prazo para os demais credores aderirem ou exercerem suas opções de pagamento (art. 163 e 164, §2º, respectivamente). O PRE ainda está pendente de homologação.

O que o Plano oferece?

O PRE oferece três alternativas, com escolha obrigatória dentro do Prazo de Eleição. O credor que não se manifestar ou não escolher uma opção válida será alocado automaticamente na Opção C.

Opção A – apenas para quem pode e quer colocar dinheiro novo na Companhia. O credor compromete-se a contribuir com Novos Recursos (necessidade total de R$ 200 milhões), com ticket mínimo individual de aporte de R$ 15 milhões ou 20% do crédito, o que for maior. Em troca, poderá substituir seu crédito atual pelas “Novas Debêntures Emissão A”.

As Novas Debêntures Emissão A vem em duas séries:

  • 1ª Série – até R$ 1,5 bilhão: debênture simples, corrigida por CDI + 2,50% a.a., com juros semestrais pagos a partir de março de 2027. Amortização semestral, customizada, indo de 2% a 38% entre 2028 e março de 2031, que é a data de vencimento desta série. Além disso, está série pode contar com amortização extraordinária, cujos recursos serão provenientes da venda da Financeira Itaú CBD, joint venture do Pão de Açúcar com Itaú para cartão private label.
  • 2ª Série – até R$ 1,13 bilhão: debênture conversível em ações ON do GPA, mesma remuneração, em quatro janelas anuais de conversão entre 2027 e 2031. O preço de conversão será calculado de acordo com um deságio de 20% em relação aos 90 pregões anteriores. Se o titular não converter na última janela, a debênture é resgatada por R$ 1,00 – ou seja, a conversão é mandatória de fato. Lock-up de 50% por 6 meses e 50% por 12 meses para as ações resultantes.

A 2ª Série carrega ainda direito de preferência dos acionistas atuais do GPA (Casino e demais). Se exercido, os acionistas integralizam a fatia correspondente em dinheiro, e esse dinheiro amortiza obrigatoriamente, pro rata, os Créditos Sujeitos – Opção A, reduzindo o valor efetivo da 2ª Série no mesmo montante. Em outras palavras, parte do que seria debênture conversível pode virar cash antecipado para os credores Opção A, elevando o recovery e reduzindo a diluição em equity.

As duas séries da Opção A são quirografárias, sem garantia real ou fidejussória. A garantia de cessão fiduciária de recebíveis de cartão (cobertura 100% / fluxo mínimo 120%) é exclusiva dos Novos Recursos.

Cabe destacar que os Novos Recursos são instrumentos paralelos, podendo ser desembolsados de diversas formas, desde risco sacado até debêntures. Em todos os casos, a operação nova terá cerca de dois anos de duration e será corrigida por CDI + 2,50% a.a. Essa nova captação, diferente das Novas Debêntures, terá garantia real de cessão fiduciária de recebíveis de cartão de crédito. Esta garantia não se estenderá às Novas Debêntures Emissão A, que continuam quirografárias, como o crédito antigo.

Opção B – sem dinheiro novo – output é uma nova debênture. O credor recebe exclusivamente Novas Debêntures Emissão B, na razão de R$ 0,30 para cada R$ 1,00 de crédito (deságio de 70% sobre todo o saldo). A Emissão B é série única, quirografária, remunerada apenas por Taxa DI (sem spread), com vencimento bullet em 10/09/2036. Os juros serão capitalizados desde a Data do Pedido até 10/09/2031, quando são incorporados ao principal; daí em diante serão pagos semestralmente, a partir de março de 2032, em dinheiro, até o vencimento.

Opção C -sem dinheiro novo – output é pagamento caixa feito pelo GPA direto. Aplica-se deságio de 70% sobre o saldo atualizado até a Data do Pedido. O remanescente vence em 10/09/2036, corrigido por Taxa DI (sem spread), com juros capitalizados até 10/09/2031 e pagos semestralmente, a partir de março de 2032, em dinheiro, desde então até o vencimento. Default para quem não fizer eleição válida.

Como CRIzistas e debenturistas exercem a opção

A Cláusula 5.3 do PRE e seguintes regulam o tratamento dos Créditos Sujeitos – Mercado de Capitais. Cada investidor pode exercer a escolha individualmente, ainda que o crédito esteja listado em nome do agente fiduciário ou da securitizadora, desde que comunique e indique previamente a intenção ao agente fiduciário ou securitizadora. Caso a escolha seja feita coletivamente (via AGD/assembleia), valerá uma única opção para todos os representados, com base em ata da assembleia. A B3 fica autorizada a bloquear os papéis em custódia e distribuir automaticamente as Novas Debêntures conforme as opções recebidas.

Para os CRIs com lastro em créditos imobiliários do GPA (1ª e 2ª Séries da 80ª Emissão da Virgo, R$ 563,8 milhões), o caminho prático passará por convocação de assembleia de investidores pela securitizadora, com a opção de o investidor manifestar individualmente sua escolha ao agente fiduciário (Pentágono). Para a 18ª Emissão de Debêntures (R$ 994,7 milhões, 1ª e 2ª séries, agente fiduciário Vórtx), o procedimento é equivalente via AGD.

Para esse público, o ticket mínimo elevado dos Novos Recursos de pelo menos R$ 15 milhões tende a inviabilizar a escolha pela Opção A, direcionando a escolha para as Opções B (papel listado, corrigido a CDI, sujeito a marcação a mercado) e C (dívida bilateral contra o GPA, não listado e não negociável, pagamento direto em cash). Em ambos os casos, ocorre o deságio nominal de 70% sobre o saldo atualizado até a Data do Pedido.

Fato Relevante (05/05/26)

No dia 05 de maio de 2026, o GPA anunciou a celebração de uma nova versão do plano de recuperação extrajudicial (PRE), com adesão de credores representando 57,5% dos créditos sujeitos (R$ 4,6 bilhões), atingindo o quórum necessário para homologação judicial em 56 dias.

O plano apresentado contempla modificações nas condições originais das obrigações financeiras, com alongamento de prazos, revisão de custo e reconfiguração parcial da estrutura de capital, incluindo instrumentos com características híbridas.

As condições econômicas divulgadas indicam prazo médio de aproximadamente 6,4 anos, custo médio estimado em CDI + 0,5% a.a. e redução do valor das obrigações ao longo do tempo superior a 50%, além de estimativa da Companhia de alívio de caixa superior a R$ 4 bilhões nos próximos dois anos.

No âmbito da estrutura, o plano prevê a possibilidade de conversão de parte dos créditos em debêntures conversíveis, em montante de até R$ 1,1 bilhão, com janelas de conversão distribuídas entre 2027 e 2031, a critério dos credores, e preço vinculado ao valor médio ponderado de negociação das ações, com desconto.

Adicionalmente, está prevista a possibilidade de subscrição de novo financiamento, em montante de até R$ 200 milhões, destinado ao reforço de liquidez, com participação facultativa dos credores.

MétricaCondição proposta
Prazo médio da dívida~6,4 anos
Custo médioCDI + 0,5% a.a.
Redução do valor da dívida>50% ao longo do tempo
Alívio de caixa> R$ 4 bilhões em 2 anos
Conversão em equityAté R$ 1,1 bilhão em debêntures conversíveis
Janelas de conversão2027, 2029, 2030 e 2031
Preço de conversãoVWAP (valor médio ponderado de negociação das ações)
dos últimos 90 dias com desconto – % não informado
Novo financiamentoAté R$ 200 milhões, facultativo aos credores

Fato Relevante (10/03/26)

A RE, que foi aprovada de forma unânime pelo Conselho da Companhia, contempla R$ 4,5 bilhões em dívidas sem garantia e exclusivamente financeiras. Ou seja, não fazem parte do pedido os passivos junto a fornecedores, parceiros comerciais, clientes e obrigações trabalhistas.

Assim, a RE já nasce com adesão de credores que detêm 46% dos créditos elegíveis (equivalente a R$ 2,1 bilhões), acima do mínimo legal de 1/3.

A RE teve efeitos imediatos, suspendendo temporariamente os pagamentos aos credores sujeitos e garantindo um ambiente de negociação por 90 dias. A Companhia precisou de aprovação da maioria dos credores elegíveis (50%+1), o que aconteceu em 05/05/26, para que o Plano passasse a valer.

Segundo a administração, a recuperação extrajudicial é um passo para:

  • Reforçar liquidez de curto prazo
  • Reperfilar o endividamento
  • Estabilizar o balanço para o longo prazo

As operações de lojas seguem inalteradas, com o GPA enfatizando que está adimplente com fornecedores e que o processo foi desenhado para não afetar a operação.

A Companhia se comprometeu a divulgar mais informações no seu site de RI www.gpari.com.br.

Assembleias (22/04/26)

Temos 4 papéis dentro do processo de R.E. de GPA. Eles são as Debêntures CBRDA8 e CBRDB8, e os CRIs 23B0004401 e 23B0004402.

Sendo assim, dois processos de assembleias acontecem em paralelo, uma para as debêntures e outro para os CRIs.

Debêntures

Assembleia aconteceu em segunda convocação no dia 22/04.

  • As Ordens do Dia foram:
    • Aprovação para suspender os efeitos do vencimento antecipado automático ocorrido em 10/03/2026;
      • Suspenso
    • Deliberar sobre a contratação de Assessores Legais;
      • Aprovada a contratação da Lefosse Advogados (Legal) e da Moelis (Financeiro)
    • Aprovação para que o Agente Fiduciário e/ou o Assessor Legal assinem o Termo de Adesão ao Plano de RE nos exatos termos propostos, aceitando renúncias e alterações em relação à Escritura de Emissão;
      • Suspenso
    • Adesão ao Plano de Recuperação Extrajudicial mediante assinatura do Termo de Adesão pelo Agente Fiduciário e/ou Assessor Legal;
      • Suspenso
    • Aprovação do Mecanismo de Aporte e da constituição do Fundo de Despesas;
      • Aprovado o mecanismo I, com aporte inicial por parte dos titulares na ordem de R$ 500 mil.
    • Autorizar o Agente Fiduciário e o Assessor Legal a praticar atos estratégicos relacionados à recuperação do crédito no âmbito do Plano de RE, incluindo eventuais recursos ou medidas judiciais/extrajudiciais.
      • Suspenso

CRIs

  • As Ordens do Dia são:
    • Aprovar a contratação do Assessor Legal;Ratificar a contratação Assessor Legal até a data da assembleia conforme fato relevante: https://aks-prod.virgo.inc/mtr/bff-portal/v1/documents/200807/download;
    • Aprovação para que o Agente Fiduciário e/ou o Assessor Legal assinem o Termo de Adesão ao Plano de RE nos exatos termos propostos, aceitando renúncias e alterações em relação à Escritura de Emissão;
    • Aprovar a inclusão de remuneração da Emissora (Riza Securitizadora) decorrente da atuação em processos de Recuperação Judicial;Aprovar ajuste na remuneração do Agente Fiduciário (Pentágono Trustee);
  • Assembleia ainda não tem data para a segunda convocação. Estamos aguardando a publicação do edital.

Tickers fora da RE

Linha do Tempo

Nos últimos anos, o GPA passou por mudanças relevantes na estrutura acionária e realizou um amplo ciclo de venda de ativos, permanecendo concentrado no varejo alimentar, um negócio que exigia turnaround e cuja recuperação parcial não foi suficiente para evitar a deterioração financeira recente.

  • 1999: Casino – grupo francês – adquire 25% do capital do GPA.
  • 2012: Casino assume o controle isolado do GPA conforme acordo firmado com o Grupo Diniz.
  • 2016: Início de reestruturações operacionais relevantes.
  • 2019: GPA adquire 96% do Éxito – grupo colombiano por aprox. R$ 9,5 bi.
  • 2020: Cisão do Assaí – segmento de atacarejo.
  • 2021: Encerramento da bandeira Extra hipermercados, com a venda de 71 pontos ao Assaí; estrutura total R$ 5,2 bi (dos quais R$ 4,0 bi pagos pelo Assaí ao GPA entre dez/21 e jan/24 + R$ 1,2 bi por fundo imobiliário com garantia do Assaí).
  • Ago/23: GPA recebe aval do regulador colombiano e distribui ~83% do Éxito aos acionistas (redução de capital via OPA), mantendo ~13%.
  • Out/23: Venda da participação remanescente no Éxito (13%) para Grupo Calleja por aprox. R$ 790 mi.
  • 2ºsem/23-Jan/24: Sale & Leaseback de 11 lojas (R$ 330 mi); Venda de terreno na Barra/RJ (R$ 247 mi); Venda Cnova (R$ 53,5 mi); Venda de outros ativos (R$ 52 mi).
  • Mar/24: Casino reduz participação para 22,5% após follow-on.
  • Jun/24: Venda de 71 postos de combustíveis (~R$ 200 mi).
  • Set/25: Grupo Coelho Diniz alcança 24,5% da CBD e passa a compartilhar o controle. A mudança na composição acionária adicionou incerteza quanto à execução das estratégias necessárias para preservar o perfil de crédito.
  • Nov/25: Fitch rebaixa rating de AA(bra) para A(bra) e coloca em Observação Negativa.
  • Dez/25: Contingências fiscais e trabalhistas totalizam R$ 17 bi; dívida de curto prazo R$ 2,1 bi (de R$ 6,4 bi); ativos à venda R$ 96 mi.
  • Jan/26: Demonstrações indicam incerteza relevante de continuidade (capital de giro negativo; debêntures de R$ 1,7 bi com vencimento em 2026).
  • Mar/26 (dia 02): Fitch rebaixa rating para CCC(bra), citando deterioração de liquidez e risco de refinanciamento.
  • Mar/26 (dia 10): GPA entra com pedido de recuperação extrajudicial, com apoio de aprox. 46% dos Créditos Sujeitos.
  • Mai/26 (dia 05): GPA publica aditamento ao plano de recuperação extrajudicial, com apoio de aprox. 57% dos Créditos Sujeitos (Itaú e Itaú Asset, HSBC, Rabobank e BTG).

Comunicaremos toda e qualquer atualização do caso. A XP está à disposição para quaisquer dúvidas e/ou esclarecimentos que se fizerem necessários.

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