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Teto de gastos e IGP-M são destaques no Brasil; lá fora, política monetária segue em foco

Teto de gastos e IGP-M são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 29/06/2022

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IBOVESPA +0,2% | 100.591 Pontos

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

Hoje, o presidente do Fed, Jerome Powell, e a presidente do BCE, Christine Lagarde, devem falar sobre as perspectivas da política monetária em um fórum organizando pelo BCE. No Brasil, todos os olhos estão voltados para a discussão da Emenda Constitucional que permitirá ao governo aumentar os gastos sociais este ano além do teto constitucional. Na agenda hoje, a divulgação do IGP-M de junho.

Brasil

O Ibovespa fechou em queda de 0,17% nesta terça-feira (28), aos 100.591,41 pontos. Os juros futuros reforçaram a tendência de altas, refletindo principalmente a piora na percepção de risco fiscal com o debate da medida da PEC dos Combustíveis no Senado, mas também devido os dados fortes de criação de emprego, que pressionam ainda mais as expectativas do mercado para a inflação. DI jan/23 fechou em 13,79%;  DI jan/24 em 13,6%; DI jan/25 em 12,89%; DI jan/27 encerrou em 12,84%; e DI jan/29 em 12,98%.

Teto de Gastos

No Brasil, todos os olhos estão voltados para a discussão da Emenda Constitucional que permitirá ao governo aumentar os gastos sociais este ano além do teto constitucional. O jornal Estadão sugere que os gastos adicionais acima do teto podem superar a R$ 50 bilhões. O foco seria aumentar o tamanho do pagamento mensal do Auxílio Brasil (de R$ 400 para R$ 600 por mês) e aumentar o número de famílias incluídas no programa. A ideia é que esse aumento nas transferências termine até o final deste ano. Mas o risco que ele se torne permanente, uma vez que seria impopular reverter a medida. O real se desvalorizou ontem e as taxas de juros futuras atingiram novas máximas.

Política Monetária

A inflação ao consumidor de junho da Espanha foi de 1,8% em relação ao mês anterior, muito acima das expectativas (0,5%). Em bases anuais, a inflação atingiu 10,2% e pressionou ainda mais o BCE para reverter o estímulo monetário. A perspectiva de um aperto monetário mais forte nos EUA e na Europa vem atingindo os mercados de ações desde o início do ano. A maioria dos analistas de mercado acredita que uma recessão econômica nessas regiões é provável no segundo semestre. Hoje, o presidente do Fed, Jerome Powell, e a presidente do BCE, Christine Lagarde, devem falar sobre as perspectivas da política monetária em um fórum organizando pelo BCE.

Nos EUA, os sinais de desaceleração econômica estão ficando mais claros. O indicador de confiança do consumidor do Conference Board ficou abaixo das expectativas em junho, em 98,7 (100 esperados, 106,4 em maio). É o nível mais baixo desde o primeiro trimestre de 2021. A queda foi impulsionada principalmente pela alta da inflação. O índice de pesquisa industrial do Fed de Richmond também caiu significativamente em junho. Esses dados mais fracos de atividade econômica, no entanto, não devem impedir que o Fed continue subindo as taxas de juros, uma vez que a inflação continua elevada e generalizada.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem em território negativo (EUA -0,2% e Europa -0,7%), dando sinais que podem estender o movimento de queda da semana depois do S&P 500 cair mais de 2% ontem após leitura fraca da confiança do consumidor, que também apresentou queda pelo segundo mês consecutivo em junho, à medida que os americanos continuam avaliando o impacto dos preços altos e das taxas de juros crescentes. A inflação na Espanha subiu para um nível recorde, frustrando as esperanças de que a quarta maior economia da zona do euro tenha atingido o pico de inflação, enquanto os investidores aguardam os dados de inflação da Alemanha de junho que serão divulgados hoje. As preocupações com o crescimento econômico, à medida que os Bancos Centrais (BCs) apertam a política monetária em grande parte do mundo para combater a inflação, voltaram a ganhar espaço. Líderes dos principais BCs falarão em um painel conjunto hoje pela manhã em um fórum do Banco Central Europeu, incluindo o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, e o governador do Banco da Inglaterra, Andrew Bailey. O painel deve fornecer mais informações sobre as principais economias e o caminho da política monetária das regiões. Na China, ambos os índices CSI 300 (-1,5%) e Hang Seng (-1,9%) encerraram em queda, reverberando a queda da confiança do consumidor em junho, que também apareceu nos dados do Japão e da Coreia do Sul.

Veja todos os detalhes

Economia

Inflação alta continua a pesar nos mercados globais. No Brasil, risco fiscal aumenta incerteza sobre a tendência do câmbio e da política monetária

  • A inflação ao consumidor de junho da Espanha foi de 1,8% em relação ao mês anterior, muito acima das expectativas (0,5%). Em bases anuais, a inflação atingiu 10,2% e pressionou ainda mais o BCE para reverter o estímulo monetário. A perspectiva de um aperto monetário mais forte nos EUA e na Europa vem atingindo os mercados de ações desde o início do ano. A maioria dos analistas de mercado acredita que uma recessão econômica nessas regiões é provável no segundo semestre. Hoje, o presidente do Fed, Jerome Powell, e a presidente do BCE, Christine Lagarde, devem falar sobre as perspectivas da política monetária em um fórum organizando pelo BCE;
  • Nos EUA, os sinais de desaceleração econômica estão ficando mais claros. O indicador de confiança do consumidor do Conference Board ficou abaixo das expectativas em junho, em 98,7 (100 esperados, 106,4 em maio). É o nível mais baixo desde o primeiro trimestre de 2021. A queda foi impulsionada principalmente pela alta da inflação. O índice de pesquisa industrial do Fed de Richmond também caiu significativamente em junho. Esses dados mais fracos de atividade econômica, no entanto, não devem impedir que o Fed continue subindo as taxas de juros, uma vez que a inflação continua elevada e generalizada;
  • No Brasil, todos os olhos estão voltados para a discussão da Emenda Constitucional que permitirá ao governo aumentar os gastos sociais este ano além do teto constitucional. O jornal Estadão sugere que os gastos adicionais acima do teto podem superar a R$ 50 bilhões. O foco seria aumentar o tamanho do pagamento mensal do Auxílio Brasil (de R$ 400 para R$ 600 por mês) e aumentar o número de famílias incluídas no programa. A ideia é que esse aumento nas transferências termine até o final deste ano. Mas o risco que ele se torne permanente, uma vez que seria impopular reverter a medida. O real se desvalorizou ontem e as taxas de juros futuras atingiram novas máximas.

Empresas

Alupar (ALUP11): Reviravolta para os dividendos em 2022? Veja o início de cobertura e nossa recomendação

  • A maior empresa 100% privada no ramo de transmissão no Brasil. A Alupar está presente no Brasil, Colômbia e Peru. Seu portfólio é composto por 30 concessões de transmissão, totalizando 7.929km de linhas de transmissão. Além disso, a companhia possui 12 concessões/autorizações de geração de fontes hídricas e eólicas, com capacidade instalada conjunta de 673,8 MW. Em seu pipeline, a Alupar possui 124,7MW em construção e 23MW em processo de licenciamento;
  • O fim de um ciclo pesado de Capex. Em 2016/17, a Alupar conquistou oito lotes em leilões, que ultrapassaram R$ 5,7 bilhões em investimentos necessários. A construção dessas linhas marcou um período de baixa distribuição de dividendos em relação aos seus pares, os quais distribuíram dividendos na casa dos dois dígitos. A alavancagem confortável (3,1x dívida líquida / EBITDA Regulatório) e a redução de necessidade de capital para desenvolvimento de novas linhas, parecem favorecer um aumento na distribuição de dividendos nos próximos anos;
  • Crescimento é sempre bem-vindo. Apesar das restrições na distribuição de dividendos no passado recente, a Alupar é notoriamente uma desenvolvedora competente de projetos greenfield. A companhia tem um histórico de entregar retornos acima da média devido à economia de Capex e energização de linhas antes do previsto;
  • Clique aqui para acessar conteúdo completo.

Redução do ICMS – Impacto positivo para as Telcos

  • Na última quinta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro sancionou lei (nº 194) que reduz a alíquota de ICMS para no máximo 17%-18% (~-7-10 p.p dependendo do Estado), classificando a natureza do serviço de Telecom como essencial;
  • A princípio, a medida passa a valer imediatamente, apesar da decisão do STF tomada antes da aprovação da lei, que modulava a redução a partir de 2024;
  • Clique aqui para conferir o conteúdo completo.

C&A (CEAB3): Atualização da visão estratégica da companhia com os executivos da operação; Conversando com o vice-presidente de operações, diretor de expansão e CFO da C&A

  • Nós tivemos uma reunião com o VP de Operações da C&A (Sr. Fernando Brossi), Diretor de Expansão (Sr. Ciro Neto) e CFO (Sr. Milton Lucato) para termos uma atualização de várias frentes estratégicas: C&A Pay, Whatsapp, Expansão e outras;
  • Os principais pontos da reunião foram: i) O cenário macro é realmente um desafio, mas o crescimento está em linha com as expectativas da empresa; ii) o C&A Pay está acelerando mais rápido do que o esperado, com efeitos promissores na operação de varejo; e iii) Desaceleração na abertura de lojas no curto prazo, enquanto o Whatsapp se mostrou uma alavanca transformacional e estratégica para o negócio;
  • Mantemos nossa recomendação Neutra e ajustamos nosso TP para R$3,5/ação, de R$8,0, anteriormente, por conta de premissas de custo de capital mais elevadas e uma perspectiva macroeconômica mais desafiadora. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Rumo (RAIL3): 5 Motivos Para a Performance Acima do Mercado

  • A ação da Rumo vem superando o mercado em meio a uma queda recente da bolsa (RAIL3 -1% nos últimos 30 dias, vs IBOV -10%). Notamos os investidores se perguntando o que está por trás desse desempenho;
  • Neste relatório, listamos cinco razões que, em nossa opinião, justificam o desempenho relativo da RAIL3 em meio a um mercado de ações turbulento mais recentemente. Reiteramos nossa visão positiva para a Rumo;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Fim da era do dinheiro fácil pressiona fintechs (Valor);
    • Presidente da Caixa deve cair por relatos de assédio (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • iFood faz cortes e reduz contratações pela metade. (Valor);
    • Segundo relatório, Shopee lidera ranking dos aplicativos de e-commerces mais acessados. (E-commerce Brasil);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • No Centro-Sul, cana ainda decepcion (Valor);
    • Malasia reitera teto de preço para Aves devido a crescente inflação de alimentos (Bloomberg);
    • Preços triplicam no mercado desequilibrado do Brasil para créditos de carbono (Bloomberg);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Lei garante R$ 60 bilhões em créditos a consumidores de energia elétrica (Valor Econômico);
    • Petróleo fecha em alta de mais de 2% com flexibilização na China e oferta limitada (Valor Econômico);
    • Omega Energia vende 10% do capital social para Actis (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Com temores de recessão, sentimento em relação à Bolsa piora: Pesquisa com assessores XP

  • Nos últimos dias, realizamos uma nova edição da nossa pesquisa com os assessores da XP e assessores de investimento de escritórios autônomos filiados à XP Investimentos. Temos como objetivo obter a visão dos assessores e, principalmente, dos seus clientes sobre a Bolsa brasileira. Nesta edição, obtivemos 340 respostas únicas;
  • Alocação em Renda Variável continua em baixa. O percentual dos assessores que disseram que seus clientes visam diminuir a alocação em Renda Variável aumentou em +7p.p. M/M atingindo um patamar de 38%. Enquanto isso, os investidores interessados em manter seus investimentos em nessa classe de ativos ficou em 50%, -7p.p. M/M. Por fim, apenas 12% dos clientes pretendem aumentar seus investimentos na classe de ativos, +0p.p M/M;
  • Interesse em Renda Fixa ainda em alta. Além de Renda Variável, as classes de ativos que os assessores e seus clientes se mostraram mais interessados foram: 1) Tesouro Direto e Renda Fixa (80%, +3p.p. M/M); 2) Fundos de Renda Fixa (61%, -1p.p. M/M); 3) Fundos Multimercado (50%, +6p.p. M/M); 4) Fundos Imobiliários (47%, -2p.p. M/M) ; 5) Investimentos Internacionais (19%, –2p.p. M/M); 6) Criptoativos (15%, -2p.p M/M); 7) Fundos de Renda Variável (12%, +3p.p. M/M); e 8) Ouro (3%, -2p.p. M/M);
  • Perspectivas quanto ao Ibovespa mais negativas. Pela primeira vez no ano, a maioria dos assessores, 33%, agora acredita que o Ibovespa ficará entre os 110.000 e 120.000 pontos até o final de 2022, um aumento de +8p.p. para essa faixa com relação a última pesquisa realizada em abril. Em seguida, 26% acreditam que o índice deve fechar o ano entre 120.000 e 130.000 pontos, uma queda de -18p.p M/M. A média de palpites calculada foi de 114.912 pontos, uma queda de -5,9% em relação a abril (122.108 pontos na pesquisa passada);
  • Desaceleração econômica global continua a ser o maior risco para investidores. Em relação aos riscos, o destaque continuou a ser a desaceleração econômica, chegando a 33%, um aumento de +1p.p M/M. Eleições presidenciais foi visto como o segundo maior risco em 24% (+5p.p. M/M), seguida da alta de juros nos Estados Unidos em 17% (+2p.p. M/M);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Montadoras sobem os preços de veículos elétricos frente forte demanda

  • Montadoras sobem os preços de veículos elétricos frente uma demanda resiliente;
  • Nike reporta vendas e lucro melhores do que o esperado;
  • Goldman Sachs espera mais de US$ 1,2 bilhão em perdas da unidade de consumo este ano;
  • Consenso espera que as margens de lucros do S&P500 aumente em 2023;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Vacância de FIIs de escritórios cai, mas ainda sente efeitos da pandemia; veja a desocupação de 12 fundos (InfoMoney);
    • Fiagro: “É hora de investir nesse tipo de ativo, por vários motivos”, diz Amanda Coura, head da Suno Asset (Suno);
    • Fundo imobiliário com exposição a lojas de varejo termina sessão com queda de 11,5%; Ifix cai (MoneyTimes);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir

  • As empresas de energia renovável têm observado um notável aumento das discussões que englobam o setor nos últimos anos, principalmente por conta do atual foco do mundo na transição energética. Nesse sentido, vemos a Alupar bem posicionada para surfar essa onda de mudança, ao mesmo tempo em que a companhia tem buscado um equilíbrio em suas atividades, a fim de mitigar seus impactos no meio ambiente e na sociedade;
  • Na frente E, destacamos o business 100% renovável da empresa, enquanto notamos que vale ter atenção com algumas de suas operações situadas em regiões ricas em biodiversidade. No pilar S, destacamos que a Alupar possui diversas iniciativas em vigor que contribuem com a sociedade e as comunidades locais, ao mesmo tempo em que vemos no pilar G um maior espaço para melhorias, principalmente devido à estrutura acionária concentrada da companhia (76,54% das ações são do controlador), ao mesmo tempo em que apreciamos que a Alupar seja a maior empresa de capital aberto 100% privada no segmento de transmissão;
  • Clique aqui para acessar o conteúdo.

G7 anuncia a criação do “Clube do Clima”, uma iniciativa para evitar disputas tarifárias no mercado verde | Café com ESG, 29/06

  • O mercado fechou o pregão de terça-feira em território neutro, com o Ibov e o ISE em leve queda de -0,2% e -0.7%, respectivamente;
  • No Brasil, uma pesquisa feita pela Deloitte em parceria com o Instituto Brasileiro de Relações com Investidores mostrou que 87% das empresas listadas no país afirmam não apenas ter aumentado o envolvimento e o conhecimento da área de relações com investidores nos temas ESG nos últimos 12 meses, como também disseram discutir questões sociais ou ambientais nas reuniões do conselho de administração, e 60% delas esperam aumentar o orçamento destinado ao tema neste ano;
  • No internacional, (i) os líderes do G7, o grupo das sete maiores economias ricas, anunciaram a criação do “Clube do Clima”, uma iniciativa que busca criar um grupo de países que vão adotar regras e padrões comuns sobre questões ligadas ao clima e emissões de carbono para evitar disputas tarifárias e outras discussões fiscais voltadas ao mercado verde; e (ii) a Otan pretende reduzir suas emissões civis e militares de gases de efeito estufa em pelo menos 45% até 2030 e ser neutra em carbono até 2050, conforme o secretário-geral, Jens Stoltenberg, disse ontem ao anunciar as primeiras metas de emissões da organização. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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