IBOVESPA -0,20% | 171.688 Pontos
CÂMBIO +0,36% | 5,19/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em queda de 0,2%, aos 171.689 pontos, pressionado pela abertura da curva de juros local, que pressionou especialmente as ações cíclicas domésticas.
Copasa (CSMG3, +1,4%) foi um dos destaques positivos do dia, após o Cade aprovar sem restrições a aquisição de uma participação de 30% pela Equatorial, em meio ao processo de privatização da companhia. Na ponta negativa, Engie (EGIE3, -6,7%) liderou as quedas do índice, refletindo um movimento técnico.
Renda Fixa
Os juros futuros fecharam em alta na quarta-feira. Nos EUA, os rendimentos dos títulos do Tesouro avançaram após declarações do presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, reforçando preocupações com a inflação, em um ambiente de expectativa pela divulgação do Payroll, com a T-note de 2 anos a 4,17% (+2bps), a de 10 anos a 4,48% (+4bps) e o T-bond de 30 anos a 4,97% (+4bps). No Brasil, a curva de DI abriu de forma mais intensa nos vértices intermediários e longos, refletindo a cautela com o quadro eleitoral e fiscal, além do avanço das Treasuries, com o DI jan/27 a 14,02% (+2bps), o DI jan/29 a 14,23% (+11bps) e o DI jan/31 a 14,33% (+12bps). A curva de NTN-B avançou levemente no longo prazo, com a B29 a 8,59% (vs. 8,62%), a B35 a 8,17% (vs. 8,14%) e a B50 a 7,71% (vs. 7,67%).
Mercados globais
Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,1%; Nasdaq 100: -0,5%) antes da divulgação do Payroll de junho. Na Europa, as bolsas operam em alta (Stoxx 600; +0,5%) apesar de fraqueza no setor de tecnologia, refletindo uma rotação para segmentos mais defensivos, como utilities, saúde e bens de consumo, enquanto investidores acompanham o desempenho mais fraco das empresas ligadas a semicondutores.
Na Ásia, os mercados fecharam mistos, com forte queda na Coreia do Sul, onde o Kospi recuou 7,9%, pressionado pelas perdas de Samsung (-9,1%) e SK Hynix (-14,6%) em meio à liquidação global do setor de chips. Na China, o HSI fechou em alta de 0,8%, enquanto o CSI 300 recuou 3,0%.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta quarta-feira em queda de 0,10%, aos 3.826,67 pontos. Entre os segmentos, os fundos híbridos (+0,58%) lideraram os ganhos do dia, seguidos pelos fundos de recebíveis (+0,04%) e multiestratégia (+0,07%). Por outro lado, os fundos de tijolo recuaram 0,33%, refletindo principalmente as quedas em lajes corporativas (-0,87%), ativos logísticos (-0,40%) e shoppings (-0,27%).
Os fundos de fundos também registraram desempenho negativo, com recuo de 1,00%. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram KIVO11 (+2,3%), KNRI11 (+1,7%) e RBRL11 (+1,3%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-15,8%), BBIG11 (-4,4%) e MFII11 (-3,7%).
Economia
O presidente do Federal Reserve (banco central estadunidense) reiterou o compromisso com a meta de inflação de 2% e reforçou a independência da autoridade monetária, enquanto a atividade manufatureira dos Estados Unidos perdeu fôlego em junho e a inflação da zona do euro desacelerou mais do que o esperado, reduzindo a pressão por um novo aumento de juros imediato pelo Banco Central Europeu.
No Brasil, o Banco Central divulgou estatísticas de crédito que mostraram novo aumento da inadimplência, enquanto o governo intensificou as negociações para evitar a imposição de tarifas de 25% sobre parte das exportações brasileiras para os Estados Unidos.
Na agenda de hoje, destaque para o Payroll e os pedidos semanais de seguro-desemprego nos Estados Unidos, enquanto, na Europa, será divulgada a taxa de desemprego da Zona do Euro. No Brasil, atenção ao IPC-Fipe, métrica que poderá servir para avaliar a dinâmica inflacionária recente.
Veja todos os detalhes
Economia
Desinflação na Zona do Euro avança enquanto o Brasil aguarda as negociações sobre tarifas com os EUA
- Nos Estados Unidos, o presidente do Federal Reserve (banco central estadunidense), Kevin Warsh, reafirmou o compromisso da autoridade monetária com a meta de inflação de 2% e enfatizou que a instituição continuará atuando de forma independente, apesar das pressões do presidente Donald Trump por uma flexibilização da política monetária. Warsh também reiterou que pretende reduzir o uso de orientações prospectivas (“forward guidance”), defendendo que as decisões de juros sejam baseadas predominantemente na evolução dos dados correntes. Além disso, indicou que o Fed deverá ampliar o uso de indicadores em tempo real na condução da política monetária e revisar instrumentos implementados após a crise financeira de 2008;
- A atividade manufatureira dos Estados Unidos desacelerou em junho, com o PMI recuando de 54,0 para 53,3, abaixo das expectativas, embora permaneça em território compatível com expansão da atividade (acima de 50 pontos). O resultado refletiu a perda de fôlego dos novos pedidos, da carteira de pedidos e das exportações após o impulso observado no mês anterior, quando empresas anteciparam compras em meio às incertezas relacionadas ao conflito no Oriente Médio. Em contrapartida, os estoques voltaram a crescer, as cadeias de suprimentos apresentaram alguma normalização e o índice de preços pagos recuou, acompanhando a queda recente das cotações do petróleo;
- A inflação da zona do euro desacelerou mais do que o esperado em junho, com o índice cheio recuando de 3,2% para 2,8% e o núcleo passando de 2,6% para 2,4%, refletindo menor pressão dos preços de energia, alimentos e serviços. A divulgação ocorreu em um contexto de queda das cotações internacionais do petróleo, impulsionada pelo avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã, reduzindo as preocupações com restrições de oferta e contribuindo para aliviar as expectativas inflacionárias. O resultado reforçou a percepção de que o Banco Central Europeu poderá interromper temporariamente o ciclo de aperto monetário na reunião de julho;
- No Brasil, o Banco Central divulgou as estatísticas monetárias e de crédito referentes a maio, mostrando que a taxa de inadimplência das operações de crédito com atraso superior a 90 dias atingiu 4,7%, o maior nível da série histórica iniciada em 2011, enquanto a inadimplência das empresas avançou para 3,24%, maior patamar desde 2017. O relatório também incorporou revisões metodológicas nas estatísticas de crédito imobiliário, comprometimento de renda das famílias e inadimplência;
- O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o governo utilizará “todos os meios” para tentar evitar a imposição da tarifa de 25% proposta pelos Estados Unidos sobre parte das importações brasileiras, argumentando que a medida não se justifica diante do superávit comercial americano com o Brasil e da baixa tarifa média aplicada aos produtos norte-americanos. A decisão dos Estados Unidos sobre a adoção das tarifas deverá ocorrer em 15 de julho, após audiência pública prevista para a próxima semana. O governo busca preservar uma solução negociada antes da conclusão do processo conduzido pelas autoridades americanas, reduzindo os riscos para as exportações brasileiras, embora a incerteza permaneça elevada até a definição final da medida;
- Na agenda de hoje, no Brasil, será divulgado o IPC-Fipe de junho. No exterior, os destaques ficam por conta do relatório de emprego (Payroll) e dos pedidos iniciais de seguro-desemprego nos Estados Unidos, indicadores importantes para a avaliação das condições do mercado de trabalho americano, além da divulgação da taxa de desemprego da Zona do Euro, que deverá fornecer sinais adicionais sobre o ritmo de desaceleração da atividade na região.
Empresas
Grupo GPS (GGPS3): GPS anuncia aquisição do Grupo Aster; positivo
- A GPS anunciou a aquisição de 65% do Grupo Aster (~R$154 milhões de receita nos últimos doze meses), sua terceira transação de M&A nos últimos dois meses.
- Vemos o negócio de forma positiva, pois:
- (i) reforça que o pipeline de aquisições da GPS permanece ativo e está efetivamente se convertendo em transações concluídas, ajudando a mitigar preocupações dos investidores em relação ao ritmo mais lento de aquisições observado no início do ano; e
- (ii) o ativo está alinhado à estratégia de M&A da companhia, considerando seu porte, exposição aos segmentos de segurança e facilities (onde a GPS possui ampla expertise operacional) e forte presença no estado de São Paulo.
- Embora a execução da estratégia de M&A deva continuar sendo um tema relevante para os investidores, seguimos avaliando como adequada a postura mais seletiva da administração diante do atual cenário macroeconômico, priorizando alinhamento estratégico e disciplina na alocação de capital em detrimento do volume de aquisições.
- Reiteramos nossa recomendação de Compra.
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Bens de Capital: siga o fluxo
- Conforme discutido pela nossa equipe de Estratégia, os fluxos estrangeiros deram o tom para as ações brasileiras no 1S26;
- Com entradas acumuladas atingindo pico de R$69 bilhões em meados de abril antes de reverterem para R$31 bilhões em saídas até meados de junho, provavelmente refletindo:
- (i) a retomada do trade de IA; (ii) maiores expectativas de juros; e (iii) ruído eleitoral;
- Nesta semana, trazemos uma visão geral sobre a dinâmica de fluxos por ação em nossa cobertura, reiterando nossa preferência por nomes de risk-on global em relação aos domésticos;
- Mantendo Embraer como nosso top pick, particularmente caso os fluxos de investidores estrangeiros para ações brasileiras sejam retomados;
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Feedback da reunião com a secretária de infraestrutura do Estado de São Paulo
- Na semana passada, nos reunimos com Natalia Resende, Secretária de Infraestrutura do Estado de SP, para discutir três temas principais: i) o projeto UniversalizaSP; ii) projetos de drenagem; e iii) o projeto Integra Resíduos;
- De forma geral, a reunião reforçou nossa visão de que a tese de investimento da Sabesp ainda carrega opcionalidades não precificadas;
- que o projeto Integra Resíduos também representa uma oportunidade real de alocação para a Orizon;
- e de que o estado de SP possui um robusto pipeline de investimentos em infraestrutura para a próxima década;
- Mantemos recomendação de Compra para Sabesp e Orizon e vemos essas duas companhias como nossas preferidas dentro da cobertura.
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Tenda (TEND3) | Disciplina industrial pavimenta o caminho para 4 Casas/Dia na Alea
- Visitamos a operação da Alea em Ribeirão Preto, onde a Tenda detalhou seu primeiro marco de verticalização e o roteiro rumo ao patamar de maturidade operacional;
- Principais destaques: (i) a Alea atingiu o Takt 4 (4 casas/dia por cluster) ao final de junho, superando seus primeiros desafios operacionais; (ii) a convergência do Índice de Produtividade (IP) para 0,55 até meados de 2027, equivalente a atingir o Takt 4 com 48 trabalhadores (vs. 85 hoje), está condicionada à revisão de processos, incentivos por tarefa e industrialização das atividades de acabamento; (iii) a administração espera que o ciclo total caia de 13,0 para 7,6 meses e que o custo total comprima ~23% frente aos níveis de 2025 até o patamar de maturidade. No geral, saímos da visita otimistas e com uma visão construtiva, enquanto monitoramos a replicação do modelo de Ribeirão para os demais canteiros;
- Os resultados da Alea deixam de ser uma grande preocupação de curto prazo à medida que a companhia pavimenta seu caminho rumo à rentabilidade no médio prazo;
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TMT – Guia de Ações | Junho – 2026
- Estamos publicando nosso Guia de ações, um relatório desenhado para consolidar indicadores técnicos, fundamentalistas e de mercado em nossa cobertura. O relatório é dividido nas seguintes seções: Dados Macro, Indicadores de Mercado, múltiplos e desempenho de ações de TMT, bem como Dados Operacionais & Financeiros, oferecendo uma visão transversal dos principais temas que atualmente impulsionam o setor;
- Dados macro: A curva futura de juros do Brasil apresentou alta em relação ao mês passado. A XP atualmente estima que a taxa SELIC encerrará o ano em 14,0% (vs. 13,75% na última estimativa). Para 2026, o IPCA é projetado em 5,5% e o IGP-M em 4,9%;
- Indicadores de mercado: As ações brasileiras registraram forte saída de capital estrangeiro, com investidores externos retirando R$ 8,8 bilhões em junho (até o dia 25), enquanto os fluxos institucionais locais foram positivos. Fundos aumentaram sua exposição ao setor de TMT em 176 bps nos últimos 30 dias. O Brasil apresentou desempenho inferior à maioria dos índices globais, com o Ibovespa caindo ~4% nos últimos 30 dias (em USD);
- Desempenho das ações de telecom: Vivo e TIM apresentaram desempenho superior ao IBOV nos últimos 30 dias, revertendo a performance inferior de maio. Ambas as companhias estão atualmente negociando a múltiplos próximos à média histórica. O prêmio de valuation da Vivo também está próximo da média histórica. A Unifique também apresentou re-rating após o M&A entre Claro & Desktop;
- Desempenho das ações de tecnologia: TOTVS e Bemobi tiveram desempenho inferior ao IBOV nos últimos 30 dias, enquanto Intelbras e LWSA superaram o índice. A TOTVS está negociando abaixo de dois desvios padrão da média histórica e a LWSA agora negocia a múltiplos um desvio padrão abaixo da média histórica. Nos últimos 30 dias, o prêmio de valuation da SAP sobre a Totvs caiu levemente, enquanto o desconto da INTB em relação aos múltiplos da Hikvision permaneceu praticamente estável;
- Indicadores técnicos: O short interest está concentrado em LWSA (9,7%), enquanto as telecoms continuam apresentando menor short interest;
- Revisões de resultados: A Vivo se destacou com revisões positivas de EBITDA e lucro líquido. Por outro lado, a Intelbras apresentou uma das maiores revisões negativas no L12M;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Amaggi conclui compra de 40% de participação na FS (Globo Rural);
- Simpar conclui venda de participação na Ciclus Amazônia por R$ 124,5 milhões (Valor Econômico);
- Iguá estrutura financiamento de R$ 770 mi para consolidar concessão de Sergipe (Bloomberg Linea);
- Rumo fecha aditivo para manter operação mínima da Malha Oeste (Valor Econômico).
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- XP reforça aposta em FIIs de logística e shoppings (Eu Quero Investir);
- Fundo imobiliário CACR11 volta a suspender dividendos e cotas despencam 16% na bolsa (Valor Investe);
- Por que FIIs pagam dividendos maiores na virada do semestre? Veja motivos (InfoMoney);
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- Carteira Recomendada XP FIIs – Fundamentalista – Julho/26
- Atualizamos a carteira Fundamentalista para o mês de julho de 2026;
- Em junho, a carteira registrou queda de 1,68%, ficando abaixo do IFIX, que recuou 1,21% no período. Além disso, entregou um dividend yield mensal de 0,98%, equivalente a 11,7% em termos anualizados;
- Com isso, a carteira acumula valorização de 11,7% nos últimos 12 meses, correspondente a 118% do IFIX;
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- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- SpaceX entra no Nasdaq-100 em 7 de julho, a inclusão mais rápida da história pós-IPO: fundos que seguem o índice terão de comprar SPCX mecanicamente — só o QQQ absorve ~US$ 4,3 bi, com até US$ 27 bi somando todos os trackers, num movimento que ninguém escolheu fazer. (ETF.com);
- Tesouro dos EUA escolhe ETFs de State Street, BlackRock e Vanguard para as Contas Trump (Reuters);
- Leto Capital, ex-JGP, anuncia primeiro ETF de crédito privado do Brasil (Valor Investe);
- Robinhood rolls out perpetual futures tied to commodities and ETFs in Europe (Bloomberg);
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ESG
Carteira ESG XP: Sem alteração no nosso portfólio para junho de 2026
- Com o objetivo de ajudar os investidores no processo de alocação de recursos, lançamos em set/21 nossa carteira ESG, combinando 10 nomes que gostamos sob uma perspectiva fundamentalista e que possuem altos padrões ESG;
- Para julho, não estamos fazendo nenhuma alteração na nossa Carteira ESG XP, mantendo as mesmas 10 ações;
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Ministério da Agricultura e Pecuária cria GT para avaliar impactos do El Niño | Café com ESG, 02/07
- O pregão de quarta-feira fechou em território levemente negativo, com o IBOV e ISE recuando 0,2% e 0,4%, respectivamente;
- Na política brasileira, (i) o Ministério da Agricultura e Pecuária criou um grupo de trabalho para avaliar, no prazo de 60 dias, os impactos do El Niño na produção agropecuária nacional, mapear vulnerabilidades regionais e setoriais e propor estratégias de mitigação e instrumentos de proteção do produtor rural – segundo portaria publicada nesta quarta-feira no Diário Oficial da União (DOU), o relatório final, contendo diagnóstico, recomendações e propostas de ação, deverá ser encaminhado ao ministro da Agricultura, André de Paula; e (ii) o governo decidiu levar para dentro do Palácio do Planalto a coordenação da política nacional para minerais críticos e estratégicos, movimento que pretende ampliar o peso político do tema, retirando-o da esfera setorial da mineração – a decisão cria o Comitê Técnico Especial de Soberania em Minerais Críticos e Estratégicos, que será coordenado pela Casa Civil da Presidência da República, e não pelo Ministério de Minas e Energia;
- No internacional, as fabricantes chinesas de veículos elétricos registraram, em sua maioria, vendas mais altas no mês passado, com a demanda no exterior ajudando a compensar um mercado interno mais fraco – olhando o desempenho por empresa, a BYD manteve-se na liderança de vendas, com as entregas subindo 5,5% em junho, marcando seu segundo mês consecutivo de crescimento;
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