Ibovespa abre a semana em alta e coloca à prova o ditado popular “sell in May and go away”

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IBOVESPA 0,3% | 119.210 Pontos

CÂMBIO 0,1% | 5,44/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O índice Ibovespa fechou ontem com uma alta de +0,3% aos 119.210 pontos, puxados por bancos, enquanto ações ligadas as commodities caíram. O dólar teve uma alta de +0,1% e fechou em R$ 5,44. Às vésperas da próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, as taxas futuras de juros fecharam em alta, a despeito da relativa estabilidade da cotação do dólar em reais e da queda nos juros das Treasuries norte-americanas. Embora as apostas para a decisão permaneçam concentradas em alta de 0,75 ponto percentual, os agentes de mercado seguem em dúvida quanto aos próximos passos do Banco Central para a normalização da taxa. DI jan/22 fechou em 4,73%; DI jan/24 encerrou em 7,35%; DI jan/26 foi pra 8,20%; e DI jan/28 fechou em 8,69%.

As Bolsas internacionais amanhecem sem direção definida. Os futuros do S&P 500 caem levemente em -0,1% depois da alta puxada por empresas de setores cíclicos, ligados ao crescimento econômico, depois de uma leitura forte dos PMIs de setor industrial, e o anúncio do encerramento de restrições contra a Covid-19 nos estados de Nova York, New Jersey, Connecticut e Florida. Enquanto o futuro da Nasdaq, índice com ações de tecnologia, continua o movimento de recuo visto ontem. A manutenção do discurso acomodativo do Federal Reserve e altos preços de commodities reforçam as preocupações com a retomada da inflação norte-americana.

Na Europa, a menos de cinco meses da eleição na Alemanha, os holofotes se voltam à disputa pela sucessão de Angela Merkel, que deve deixar o governo após 16 anos no poder. A alternância de poder traz incertezas políticas à maior economia da Europa. Entre outros temas, o resultado da disputa deve influenciar as crescentes tensões entre a União Europeia e a China, tema que deve permanecer em alta nesta semana devido à agenda de reuniões do secretário dos EUA, Anthony Blinken, com os líderes europeus.

No Brasil, a expectativa é que seja apresentado o relatório da reforma tributária. O deputado Aguinaldo Ribeiro apresentará o relatório, mas não há definição de como ele será tratado daqui para frente. O presidente Arthur Lira tem defendido uma reforma tributária fatiada, começando não pelas PECs discutidas pelo relatório, mas por um projeto de lei já encaminhado pelo governo, que trata apenas da unificação de PIS e Cofins. Enquanto as PECs incluem também mudanças em tributos estaduais e municipais.

Além disso, os líderes das bancadas no Congresso se reúnem pela manhã para definir a pauta de votações do dia. A perspectiva é de votação do PLN 4, que recompôs R$ 19,8 bilhões em despesas obrigatórias do Orçamento depois dos vetos de Jair Bolsonaro. Deputados e senadores, aliados a uma parte do governo, defendem que parte desses recursos sejam destinados a obras e investimentos. Quanto ao CPI da Pandemia, teremos o início da fase de depoimentos, com os ex-ministros Luiz Mandetta (10h) e nelson Teich (16h) sendo ouvidos hoje.

Do lado das empresas, o Itaú reportou lucro 9% acima de nossas estimativas e 11% acima do consenso, de R$ 6,4 bilhões, o que representa uma rentabilidade sob o patrimônio líquido de 19% no trimestre. Embora os resultados tenham sido bastante fortes, acreditamos que os investidores devem manter uma atenção especial à sua qualidade menos inspiradora destes resultados. Reiteramos nossa recomendação Neutra e preço-alvo de R$ 29 para o incumbente. Clique aqui para acessar o relatório completo.

E estamos iniciando cobertura no setor de Logística Brasileiro, com recomendação de Compra para Simpar (SIMH3), Vamos (VAMO3) e JSL (JSLG3) – link para o relatório completo. Embora tenhamos uma visão positiva para as três companhias, classificamos nossas preferências na seguinte ordem: (1) Vamos, suportada por posição de incumbência e fortes fundamentos setoriais, uma vez que esperamos que a baixa penetração do aluguel de caminhões no Brasil aumente nos próximos anos; (2) Simpar, atualmente contando com assimetria positiva em relação ao seu desconto de holding, que consideramos excessivo; e (3) JSL, apoiada em sua opcionalidade positiva de aquisições em um mercado altamente pulverizado.

Além disso, publicamos um relatório com uma análise ESG completa das três empresas (link). Vemos a Simpar bem posicionada na agenda ESG, dado os compromissos das companhias sob seu guarda-chuva e destacamos de forma positiva a simplificação de sua estrutura corporativa, enquanto para a JSL reconhecemos que a empresa está exposta a alguns desafios ESG, principalmente no pilar E, mas destacamos positivamente os seus compromissos nessa agenda. Em relação à Vamos, na nossa visão a empresa está avançando rumo à agenda ESG, ao mesmo tempo em que ainda vemos espaço para melhorias em termos de divulgação de dados ESG.

Tópicos do dia

Acesse aqui o relatório internacional

Agenda de resultados

Assaí (ASAI3): após o fechamento
Copasa (CSMG3): após o fechamento
Iguatemi (IGTA3): após o fechamento
Bradesco (BBDC4): após o fechamento
Calendário do 1T21
Temporada de resultados do 1º trimestre 2021 – o que esperar?

Economia

  1. Dados nos estados Unidos indicam continuam mostrando recuperação rápida da atividade, mas escassez de insumos e falta de mão de obra já se mostram como obstáculo

Política

  1. CPI escuta ex-ministros Luiz Mandetta e Nelson Teich; Congresso pode votar projeto que recompõe despesas obrigatórias no Orçamento; Relator apresenta parecer sobre a reforma tributária
  2. Política internacional: eleição na Alemanha e tensões entre UE e China em destaque

Empresas

  1. Estamos iniciando a cobertura do setor de Logística: Simpar (SIMH3), Vamos (VAMO3) e JSL (JSLG3)
  2. Vale (VALE3): Acionistas elegem o novo conselho de administração
  3. Itaú (ITUB4): Lucro forte, qualidade fraca | Revisão 1T21
  4. Localiza (RENT3): bons resultados no 1T21
  5. Porto Seguro (PSSA3): Beneficiado pela sinistralidade, mas em linha com o esperado | Revisão 1T21
  6. Pague Menos (PGMN3): Resultados do 1T21 saudáveis, e a vacinação está apenas começando
  7. Notícias Diárias do Setor Financeiro
  8. Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

ESG

  1. Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG
  2. Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 04/05

Veja todos os detalhes

Economia

Dados nos estados Unidos indicam continuam mostrando recuperação rápida da atividade, mas escassez de insumos e falta de mão de obra já se mostram como obstáculo

  •  Nos EUA, o ISM de manufatura caiu para 60,7 no mês passado, após subir para 64,7 em março. Todas as 18 indústrias manufatureiras continuaram a se expandir em abril. A atividade manufatureira dos EUA cresceu em um ritmo mais lento em abril, contida pela escassez de insumos, à medida que o aumento da vacinação contra o COVID-19 e o estímulo fiscal massivo desencadearam a demanda reprimida;
  • Os gastos com construção dos EUA aumentaram 0,2% após cair 0,6% em fevereiro e se recuperaram muito menos do que o esperado em março, uma vez que a força na habitação foi compensada pela fraqueza contínua nos gastos com estruturas não residenciais e projetos públicos;
  • Jerome Powell disse na ontem que a economia dos EUA “ainda não está fora de perigo”, em comentários em relação ao relatório SHED (Pesquisa de Tomada de Decisão Econômica Doméstica), que é uma referência anual importante da saúde econômica familiar e será observado de perto quando for lançado no final deste mês em busca de sinais de possíveis danos a longo prazo da pandemia;
  • O banco central da Austrália manteve suas taxas de juros perto de zero na uma quinta reunião consecutiva e se comprometeu a manter as políticas super relaxadas por um período prolongado, mesmo com a economia se recuperando em um ritmo rápido da desaceleração liderada pelo COVID-19;
  • No Brasil, o presidente Jair Bolsonaro negou reajustar as parcelas do Bolsa Família no segundo semestre e políticos de centro pressionam o governo a dar respostas mais concretas para o que virá após o Auxílio Emergencial, que acabará em julho. Segundo a Folha, o Ministério da Cidadania estuda utilizar BRL 8 bi de alívio orçamentário do Bolsa Família para ampliar o seu valor médio no segundo semestre. Caso não haja nenhum avanço do Executivo, parlamentares podem defender a extensão do Auxílio Emergencial até novembro, segundo matéria;
  • Além disso, há expectativa de apresentação do relatório da reforma tributária. Em estudo preliminar, o Ministério da Economia estima que o corte de 1% na alíquota do Imposto de Renda de empresas deve ser compensado pelo aumento de 3% a 4% em Lucros e Dividendos, caso o governo queira manter a arrecadação em uma futura mudança.

Política

CPI escuta ex-ministros Luiz Mandetta e Nelson Teich; Congresso pode votar projeto que recompõe despesas obrigatórias no Orçamento; Relator apresenta parecer sobre a reforma tributária

  • A CPI da Pandemia dá início à fase depoimentos. Serão ouvidos hoje os ex-ministros Luiz Mandetta (10h) e Nelson Teich (16h). A maioria não governista pretende usar as falas para intensificar o desgaste do presidente Jair Bolsonaro;
  • Líderes das bancadas no Congresso se reúnem pela manhã para definir a pauta de votações do dia. A perspectiva é de votação do PLN 4, que recompôs R$ 19,8 bilhões em despesas obrigatórias do Orçamento depois dos vetos de Jair Bolsonaro. Deputados e senadores, aliados a uma parte do governo, defendem que parte desses recursos sejam destinados a obras e investimentos;
  • O deputado Aguinaldo Ribeiro apresenta às 15h o relatório da reforma tributária à comissão mista que trata do tema. Ainda não há definição de como o relatório será tratado à frente. O presidente Arthur Lira tem defendido uma reforma tributária fatiada, começando não pelas PECs discutidas pelo relatório, mas por um projeto de lei já encaminhado pelo governo, que trata apenas da unificação de PIS e Cofins. As PECs incluem também mudanças em tributos estaduais e municipais.

Política internacional: eleição na Alemanha e tensões entre UE e China em destaque

  • A menos de cinco meses da eleição na Alemanha,  os holofotes se voltam à disputa pela sucessão de Angela Merkel, que deve deixar o governo após 16 anos no poder. A alternância de poder traz incertezas políticas à maior economia da Europa, que é tipicamente caracterizada por estabilidade. Esse quadro é exacerbado pelo enfraquecimento dos principais partidos do país, que abre espaço para a ascensão de novas lideranças. Segundo pesquisas, cresce a possibilidade de que o próximo chanceler seja representante do Partido Verde, que promete adotar uma nova direção na condução da Alemanha;
  • Entre outros temas, o resultado da disputa deve influenciar as crescentes tensões entre a União Europeia e a China. Após sete anos de negociações, os poderes chegaram no final de 2020 a um acordo de investimentos. Porém, devido a deterioração das relações entre os poderes, que foi influenciada, em parte, pela reaproximação com os EUA, o acordo hoje enfrenta maior resistência no bloco. O tema deve permanecer em alta nesta semana devido a agenda de reuniões do secretário de Estado americano, Anthony Blinken, com líderes europeus.

Empresas

Estamos iniciando a cobertura do setor de Logística: Simpar (SIMH3), Vamos (VAMO3) e JSL (JSLG3)

  • Estamos iniciando a cobertura do setor de Logística (link para o relatório completo) brasileira com recomendação de Compra para Simpar (preço-alvo de R$59/ação, 39% de potencial de valorização), Vamos (preço-alvo de R$53/ação, 29% de potencial de valorização) e JSL (preço-alvo de R$12/ação, 20% de potencial de valorização);
  • Embora tenhamos uma visão positiva para todos as empresas listados da Simpar, classificamos nossas preferências na seguinte ordem:
    • (1) Vamos (locação de caminhões), suportada por uma clara posição de liderança combinada com fortes fundamentos setoriais, uma vez que esperamos que a ainda baixa penetração do aluguel de caminhões no Brasil aumente nos próximos anos;
    • (2) Simpar (holding), que atualmente conta com assimetria positiva em relação ao seu desconto de holding, que consideramos excessivo; e
    • (3) JSL (logística), apoiada em sua opcionalidade positiva de M&A em um mercado altamente fragmentado.

Vale (VALE3): Acionistas elegem o novo conselho de administração

  • Na manhã da segunda-feira (3), a Vale retomou a eleição para o conselho de administração em sua Assembleia Geral Ordinária (AGO). Dentre os principais destaques, ressaltamos a eleição de José Duarte Penido para a presidência do colegiado, enquanto Fernando Jorge Buso Gomes foi eleito para a vice-presidência para o biênio de 2021 a 2023. Destacamos também a eleição do ex-presidente da Petrobrás Roberto Castello Branco. Segundo levantamento do Valor Econômico, o número de acionistas presentes na AGO correspondeu a 4,1 bilhões de ações (80% do capital social da companhia). O novo presidente Penido faz parte do conselho desde 2019 e é ex-presidente da Samarco e da Votorantim Papel e Celulose;
  • Em resumo, os candidatos eleitos para o conselho foram: José Maurício Pereira Coelho, Eduardo de Oliveira Rodrigues Filho , Fernando Jorge Buso Gomes, Ken Yasuhara, José Luciano Duarte Penido (independente), Ollie Oliveira (independente), Roberto Castello Branco (independente), Marcelo Gasparino (independente), Mauro Cunha (independente), Rachel Maia (independente), Roger Downey (independente) e Murilo Cesar Lemos dos Santos Passos (independente);
  • Mantemos nossa recomendação de Compra para Vale, com preço-alvo de R$ 122 por ação.

Itaú (ITUB4): Lucro forte, qualidade fraca | Revisão 1T21

  • O Itaú reportou lucro 9% acima de nossas estimativas e 11% acima do consenso, de R$ 6,4 bilhões, o que representa uma rentabilidade sob o patrimônio líquido de 19% no trimestre. Embora os resultados tenham sido bastante fortes, acreditamos que os investidores devem manter uma atenção especial à sua qualidade menos inspiradora destes resultados;
  • O Itaú divulgou diversos itens não sustentáveis, que ajudaram no resultado, enquanto áreas relevantes como rendas de tarifas, margem financeira com clientes e custos apresentaram desempenho abaixo do esperado. À medida que a concorrência aumenta e os reguladores se tornam mais agressivos, acreditamos que o consumo de cobertura e os resultados de tesouraria sejam menos relevantes para as perspectivas do setor;
  • Dito isso, reiteramos nossa classificação neutra e preço alvo de R$ 29 para o incumbente. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Localiza (RENT3): bons resultados no 1T21

  • A Localiza reportou bons resultados no 1T21, com lucro de R$482 milhões (+109% A/A, superando nossas estimativas e as de consenso em ~17% e ~6%, respectivamente);
  • Os principais pontos positivos foram:
    • (i) resiliência da receita de aluguel apesar do desafio de suprimento de carros novos (receita +10% A/A tanto em RAC quanto em Aluguel de Frotas), mostrando (a) a capacidade de precificação da Localiza em RAC (tarifa média +16% A/A), e (b) a consistente dinâmica de aluguel de frotas (volumes e tarifa média +5% A/A); e
    • (ii) sólidos resultados do Seminovos, com menor depreciação em relação ao ano anterior e fortes margens refletindo aumentos nos preços dos carros usados (preço médio dos carros vendidos +23% A/A).
  • Do lado negativo, notamos as margens EBITDA de aluguel mais fracas (queda de 5-7p.p. em RAC e Aluguel de Frotas, respectivamente);
  • Reiteramos recomendação de Compra e preço alvo de R$76,00/ação.

Porto Seguro (PSSA3): Beneficiado pela sinistralidade, mas em linha com o esperado | Revisão 1T21

  • A Porto Seguro reportou ontem resultado em linha com o esperado no primeiro trimestre de 2021, com lucro líquido de R$ 295 milhões (vs. R$ 291 milhões do consenso VisibleAlpha);
  • No trimestre, destacamos a eficiência principalmente no segmento Auto, beneficiado pela melhora nos modelos de subscrição e pela sinistralidade ainda baixa devido às medidas de isolamento em função da pandemia, porém já mostrando sinais de retorno em ritmo ainda baixo;
  • Mantemos nossa recomendação Neutra e preço-alvo de R$ 57,00/ação para PSSA3 devido ao crescimento gradual da sinistralidade com a retomada da atividade econômica. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Pague Menos (PGMN3): Resultados do 1T21 saudáveis, e a vacinação está apenas começando

  • A Pague Menos reportou fortes resultados referentes ao primeiro trimestre de 2021 (1T21), em linha com as nossas expectativas de receita e EBITDA, mas acima da nossa estimativa de lucro. Destacamos o sólido desempenho de vendas mesmas lojas (SSS) e a expansão de margem bruta e EBITDA como principais pontos positivos;
  • Esperamos uma reação positiva do mercado uma vez que os fortes resultados são reflexo das diversas iniciativas que a companhia está implementando em sua reestruturação. Além disso, a maior estocagem da companhia no trimestre deve beneficiar o resultado do 2T21, por conta do forte reajuste de preços anunciado no mês passado;
  • Mantemos nossa recomendação de Compra e preço alvo de R$13,0 por ação para o fim de 2021 para PGMN3. Veja nosso relatório completo aqui.

Notícias Diárias do Setor Financeiro

  • Acesse este relatório com notícias do setor financeiro que complementam nossos comentários publicados no Morning Call, mas que não consideramos relevantes o suficiente para serem analisadas. Aqui você encontra o título com o link para a fonte original da notícia, além de uma breve descrição do conteúdo;
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo nacional e internacional

  • Nesta publicação diária, trazemos as principais notícias do setor de varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.) nacional e internacional, complementando nossa visão sobre as tendências e acontecimentos mais importantes do dia. Além disso, o relatório contém um resumo dos múltiplos e recomendações para as empresas de nossa cobertura.
  • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG

  • A pandemia da Covid-19 parece apenas ter dado mais ímpeto a uma agenda ESG mais extensa e, consequentemente, um número cada vez maior de investidores está pressionando as empresas a se adaptarem ao novo cenário, com os ventos dessa mudança soprando também sobre o setor de logística. Mas, a boa notícia é que temos visto a indústria se adaptar: os players logísticos brasileiros parecem estar unidos na busca por padrões ESG mais elevados. Sem dúvida, a estrada pela frente é longa, mas é importante ter os caminhões preparados! Para este setor, vemos o pilar Governança como o fator mais importante na análise ESG, seguido pelos pilares Social e Ambiental, respectivamente;
  • Em uma perspectiva por empresa, vemos a Simpar (holding) bem posicionada na agenda ESG, dado (i) os importantes compromissos das companhias sob seu guarda-chuva, principalmente nos pilares S e E; e (ii) na frente G, destacamos a simplificação de sua estrutura corporativa, o que vemos com bons olhos, ao conceder ao mercado maior transparência, além de destravar valor para o grupo. No caso da JSL, como player puro de logística, a empresa está exposta a alguns desafios ESG, principalmente no pilar E, mas destacamos positivamente os compromissos da JSL nessa agenda, com destaque para os esforços na redução da emissão de gases do efeito estufa, ao mesmo tempo em que esperamos mais avanços adiante. Por fim, em relação à Vamos, na nossa visão a empresa está avançando rumo à agenda ESG, com destaque para os esforços atuais nos pilares E e S, além da presença de um Comitê de Sustentabilidade e o caminho para se tornar uma Empresa B, ao mesmo tempo em que ainda vemos espaço para melhorias em termos de divulgação de dados ESG;
  • Neste relatório, destacamos os tópicos ESG que vemos como os mais importantes para o setor de logística e analisamos como as empresas sob o universo de cobertura da XP (SIMH3, JSLG3 e VAMO3) se posicionam quando o tema é ESG. Clique aqui para ler o conteúdo completo.

Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 04/05

  • Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo falam sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança;
  • Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance histórica do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP;
  • Por que essas informações são importantes? Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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