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Divulgação do IPCA-15 de junho é destaque

Divulgação do IPCA-15, discurso do FED e PMI dos Estados Unidos são alguns dos temas de maior destaque nesta sexta-feira, 24/06/2022

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IBOVESPA -1,5% | 098.080 Pontos

CÂMBIO +0,9% | 5,24/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Destaque do dia

Mercados amanhecem em alta, com investidores ainda avaliando a inflação e os temores de uma recessão econômica. Na semana passada, os bancos centrais fizeram movimentos agressivos para conter a inflação, e os investidores agora estão esperançosos de que o aumento dos preços ao consumidor será controlado à medida que os preços das commodities recuaram acentuadamente. Na agenda internacional de hoje, atenções voltadas para o relatório final de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan. No Brasil, foco na divulgação do IPCA-15 do mês de junho.

Brasil

Após sentir o peso da queda das commodities ontem, o Ibovespa fechou em forte queda de -1,5% aos 98.080 pontos. O dólar fechou em alta, reverberando também a baixa das commodities. A moeda americana fechou em alta de +0,9%, a R$ 5,24. Os juros futuros recuaram em mais um dia de repercussão dos temores de desaceleração da economia global, alimentado por dados da economia americana e também na Europa abaixo do esperado. As taxas no Brasil acompanharam o movimento dos títulos de renda fixa no exterior, mesmo com o dólar ganhando força ao longo do dia. DI jan/23 encerrou em 13,515%;  DI jan/24 em 13,0%; DI jan/25 em 12,225%; DI jan/27 fechou em 12,19%; e DI jan/29 em 12,36%.

Mundo

Bolsas internacionais amanhecem positivas (EUA +0,8% e Europa +1,5%) colocando o S&P 500 em linha para fechar a primeira semana em campo positivo neste mês. Investidores parecem levemente mais calmos em relação à intensidade necessária da alta de juros americana após dados do PMI composto desacelerarem para 51,2 pontos em junho vs. 53,6 do mês anterior. Com a queda na atividade econômica a inflação poderá perder tração e, como resultado, o Federal Reserve poderá reduzir o número e o tamanho das altas de juros nos próximos meses. Além disso, o mercado parece em um movimento de buy the dip das ações de tecnologia (Nasdaq-100 +1,0%) após semanas de forte correção. Ainda nos EUA, hoje teremos a divulgação dos dados de sentimento do consumidor e o pronunciamento dos presidentes do Federal Reserve de S.t Louis, James Bullard, e São Francisco, Mary Daly. Na China, ambos os índices CSI 300 (+1,2%) e Hang Seng (+2,1%) encerraram em alta, ainda reverberando os comentários do presidente, Xi Jinping, sobre novos estímulos econômicos.

Discurso de membros do Fed

O presidente do FED, J. Powell, reafirmou ontem em discurso que o compromisso em combater a inflação nos EUA é “incondicional”, apesar de reconhecer que taxas de juros mais elevadas podem aumentar o desemprego.  O discurso de Powell foi seguido por declarações de outros dirigentes apontando para a direção de mais uma elevação de 0.75 pontos na próxima reunião do Fed.

PMI dos EUA

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto de junho nos Estados Unidos caiu a 51,2 pontos, de 53,6 pontos em maio, recuando a uma nova mínima de 5 meses. Já o PMI industrial caiu para 52,4 pontos em junho, de 57 pontos em maio, enquanto o PMI de serviços recuou a 51,6, de 53,4 pontos da leitura anterior. Ambos os indicadores ficaram abaixo da expectativa do mercado. Mesmo com as quedas, no entanto, os indicadores ficaram acima da marca de 50 pontos, indicando uma expansão da atividade, ainda que a um ritmo mais fraco.

Pedidos de seguro desemprego nos EUA

Os pedidos iniciais de seguro-desemprego dos Estados Unidos ficaram em 229 mil na semana passada, encerrada em 18 de junho, uma queda de 2 mil pedidos ante o número revisado da semana anterior, de 231 mil. Apesar da diminuição, os números permaneceram perto de uma máxima de cinco meses, um sinal de que as demissões aumentaram ligeiramente em relação aos níveis recordes

Veja todos os detalhes

Economia

O mercado de trabalho dos EUA continua apertado, mas a atividade empresarial mostra sinais de desaceleração do crescimento; no Brasil, Bolsonaro sancionou redução de impostos

  • O número de americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego diminuiu na semana passada, pois as condições do mercado de trabalho permaneceram apertadas, embora uma desaceleração esteja surgindo em meio à alta inflação e aumento das taxas de juros. Apesar do segundo declínio semanal consecutivo relatado pelo Departamento do Trabalho na quinta-feira, as reivindicações estão próximas aos maiores valores em cinco meses. Houve cortes de empregos em setores como tecnologia e habitação em meio a temores de uma recessão, à medida que o Federal Reserve aperta agressivamente a política monetária para conter as pressões de preços. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 2.000, para 229.000 ajustados sazonalmente na semana encerrada em 18 de junho. Economistas consultados pela Reuters previam 227.000 pedidos para a última semana;
  • O índice composto de gerentes de compras da S&P Global (NYSE:SPGI) de junho caiu 2,4 pontos, para 51,2 nos EUA, informou o grupo na quinta-feira. Embora ainda acima de 50 e, portanto, indicando crescimento, a leitura foi a segunda mais fraca desde julho de 2020, quando a economia estava saindo de uma recessão induzida pela pandemia. As empresas também reduziram suas expectativas sobre as perspectivas da economia no próximo ano em um cenário de alta inflação, aumento das taxas de juros, demanda mais lenta e preocupações persistentes com a cadeia de suprimentos;
  • O compromisso do Federal Reserve de conter a inflação de 40 anos é “incondicional”, disse o presidente do banco central dos EUA, Jerome Powell, a parlamentares na quinta-feira, mesmo reconhecendo que taxas de juros acentuadamente mais altas podem aumentar o desemprego. O depoimento de Powell marcou o segundo dia consecutivo de questionamentos no Congresso sobre os esforços do Fed para controlar a inflação que, pela medida preferida do banco central, está em mais de três vezes sua meta de 2%;
  • Os volumes de vendas no varejo do Reino Unido caíram 0,5% em maio, revertendo o curso de um aumento de 0,4% no mês anterior, de acordo com dados do Office for National Statistics. O declínio deveu-se principalmente à desaceleração das vendas nas lojas de alimentos, que caíram 1,6% durante o mês, um sinal de que as preocupações com a inflação podem estar afetando a demanda do consumidor. Em uma base anual, os volumes de vendas no varejo também foram 4,7% menores. No geral, a queda de maio nas vendas no varejo foi menor do que o esperado. Analistas estimavam queda de 0,7% em relação ao mês anterior. As vendas totais também ficaram 2,6% acima dos volumes pré-pandemia em fevereiro de 2020;
  • No Brasil, a arrecadação total de impostos federais atingiu R$ 165,3 bilhões em maio, aumentando 4,1% em termos reais em relação ao mesmo mês do ano passado. O resultado define outro recorde histórico para o mês. Os resultados de maio foram suportados por uma maior arrecadação das receitas previdenciárias, que subiram 9,4% m/m em termos reais. À medida que o mercado de trabalho formal continua se recuperando da crise da pandemia, a massa salarial mais elevada começa a produzir ganhos de arrecadação. Esperamos que a arrecadação de impostos continue em trajetória positiva, apesar de alguma desaceleração no segundo semestre deste ano;
  • Bolsonaro sancionou o PLP 18/2022, que estabelece um teto para as alíquotas de ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte público. O presidente vetou alguns trechos relacionados à indenização a estados que tenham perdas superiores a 5% e perdas em recursos relacionados aos mínimos constitucionais de saúde e educação. A medida entra em vigor imediatamente e pode causar uma perda estimada de R$ 61 bilhões na arrecadação de ICMS e PIS/Cofins neste ano;
  • Na pauta de hoje, teremos a divulgação do IPCA-15 no Brasil. O consenso de mercado é um aumento de 0,67% no mês (12,02% em 12 meses), enquanto esperamos 0,72% (12,07% em 12 meses). O principal fator para a leitura é o desvanecimento do efeito da “bandeira verde” da energia na inflação.

Empresas

Telecom Brasil: Data Expert | Monitor Anatel; Resultados de abril de 2022

  • Estamos lançando nosso monitor setorial mensal da Anatel de assinantes do setor de telecom do Brasil. A Anatel acabou de divulgar a base de assinantes para abril de 2022, e as principais conclusões em relação à Banda Larga foram (i) os ISPs têm mais de 48% do mercado de banda larga fixa no Brasil e 62% do mercado de fibra em abril de 2022; e (ii) a Vivo detém aproximadamente 20% do total de fibra ofertada no Brasil, enquanto a Oi também detém uma participação relevante de 14%;
  • Do lado da telefonia móvel (abril foi o 1º mês que a Anatel divulgou dados sem a Oi), a Vivo detém atualmente 38% de market share (pré-pago + pós-pago), enquanto a Claro tem 33% e a TIM 27%;
  • Neste relatório mensal acompanharemos a base de assinantes da Anatel em banda larga e telefonia móvel, acompanharemos de perto o desempenho de market share não só das grandes empresas brasileiras, como Claro, Vivo, TIM e OI, mas também acompanharemos os 10 maiores ISPs do país;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Bens de Capital – Acompanhamento Mensal do Setor Automotivo

  • No Acompanhamento Mensal do Setor Automotivo de maio, destacamos:
    • (i) o desempenho de veículos leves melhorando sequencialmente no Brasil, UE e China (+28%, +14% e +68% M/M, respectivamente), com os números da China ultrapassando níveis de 2019;
    • (ii) venda de veículos pesados no Brasil apresentou melhora vs Abr’22 (+11% M/M), embora ainda impactada pela escassez de componentes (-11% A/A); e
    • (iii) as vendas de implementos rodoviários continuaram abaixo de 2021, com a performance de Mai’22 de 7,2 mil unidades vendidas -10% A/A, refletindo a referida escassez de componentes.
  • Reiteramos a Iochpe-Maxion como nossa principal escolha (+5,0% no mês vs. IBOV de -12,0%),  principalmente suportada por um valuation barato e perspectivas positivas para 2023 em diante, à medida que os veículos leves se recuperam progressivamente;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Ações do Inter perdem 12,56% em estreia após migração para Nasdaq (Valor);
    • SulAmérica Investimentos estreia carteira imobiliária (Valor);
    • Crédito imobiliário atinge R$ 17 bi em maio, alta de 49,2% ante abril, diz Abecip (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Cerco à venda on-line de produto importado perde ‘timing’. (Valor);
    • iFood demite pouco mais de 1% da equipe com queda na demanda por delivery no pós-pandemia. (O Globo);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Bolsonaro sanciona teto de ICMS para combustíveis e energia com 9 vetos (Notícias Agrícolas);
    • Commodities: Aversão ao risco domina o mercado de grãos em Chicago (Valor);
    • Boi: Apesar da estabilidade em São Paulo, cotações seguem em ascensão nas demais praças do país (Notícias Agrícolas);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Bolsonaro sanciona lei que limita ICMS sobre combustíveis, energia, transportes e comunicações. (Valor Econômico);
    • Carga deve crescer 1,5% em 2022, projeta ONS. (Canal Energia);
    • Petróleo fecha em queda com preocupação sobre potencial recessão. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Netflix demite mais 300 funcionários em resposta à desaceleração da receita

  • O Amazon Prime Day está chegando e o foco está em produtos básicos;
  • Airbnb lança fundo para construir os “lugares mais loucos da terra” enquanto espera um verão forte;
  • Netflix demite mais 300 funcionários à medida que o crescimento da receita diminui;
  • Em períodos de recessão o lucro por ação das empresas do S&P500 costuma contrair cerca de 15%;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Investimento em renda fixa global e o primeiro fundo da Wellington nessa classe

  • Neste relatório buscamos trazer importantes características dos fundos de renda fixa global, bem como mostrar a flexibilidade que esse tipo de alocação permite, detalhando o fundo Wellington Opportunistic Fixed Income – a estratégia de renda fixa da gigante mundial Wellington que acabou de chegar na plataforma XP;
  • Clique aqui para conferir o conteúdo completo.

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Vale a Pena Investir em Fundos Imobiliários? Uma Análise Construtiva e Um Ponto (Investing);
    • HSML11 conclui aquisição do Shopping Uberaba (MG) por R$ 332,9 milhões (Suno);
    • Setor de móveis acompanha ‘boom’ do mercado imobiliário (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Yduqs vincula remuneração variável de executivos e conselheiros ao cumprimento de metas ESG | Café com ESG, 24/06

  • O mercado fechou o pregão de quinta-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -1,4% e -0,1%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) a Yduqs vinculou a remuneração variável de 100% dos executivos da diretoria e conselheiros ao cumprimento de metas ESG, com um peso de até 20% na remuneração variável – atrelar o bônus ao cumprimento dessa agenda é uma estratégia que começou a ser adotada para uma maior adesão à sustentabilidade por parte das companhias; e (ii) apesar do aumento do volume e da oferta de produtos financeiros associados às práticas ESG nos últimos anos, Carlos Takahashi, chairman da BlackRock no Brasil, acredita que ainda exista um atraso do País nesse tipo de investimento em relação a outros mercados;
  • No internacional, o chanceler alemão, Olaf Scholz, disse ontem que a Europa precisa intensificar os esforços para reduzir sua dependência das importações russas de combustíveis fósseis diante da recente crise – segundo ele, essa foi a razão pela qual o bloco não apenas impôs sanções ao carvão e petróleo russos em um estágio inicial, mas também trabalhou no ajuste de sua infraestrutura de forma que os países europeus também possam importar gás de outros países;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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