XP Expert

Dados econômicos no radar: IPCA-15 e PCE movimentam mercados hoje

IPCA-15 no Brasil e PCE nos EUA são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 26/08/2026

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

IBOVESPA +1,55% | 174.577 Pontos

CÂMBIO -0,25% | 5,14/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira (25) em alta de 1,5%, aos 174.577 pontos, renovando a máxima do mês e estendendo para cinco pregões a sequência positiva, impulsionado pela queda dos juros futuros.

Na ponta positiva, Magazine Luiza (MGLU3, +9,1%) liderou os ganhos do Ibovespa, seguido por Assaí (ASAI3, +7,8%), Cury (CURY3, +7,5%), Cosan (CSAN3, +7,1%) e Raia Drogasil (RADL3, +6,9%). O avanço foi disseminado entre ações domésticas, em um pregão de queda dos juros futuros e maior apetite por risco.

Na ponta negativa, Braskem (BRKM5, -13,1%) voltou a cair, pressionada pelo processo de recuperação extrajudicial e por sua exclusão dos índices da B3.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram a terça-feira em queda, acompanhando o fechamento dos Treasuries em meio ao recuou nos preços do petróleo para abaixo de US$ 90/barril e ao aumento das expectativas de um cessar-fogo entre EUA e Irã. Nos EUA, a curva encerrou com a T-note de dois anos a 4,18% (-6 bps), a T-note de 10 anos a 4,63% (-7 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,16% (-7 bps). No Brasil, novamente sem indicadores domésticos relevantes, a curva DI acompanhou o movimento externo e encerrou com o DI jan/27 a 13,68% (-2 bps), o DI jan/29 a 14,06% (-11 bps) e o DI jan/31 a 14,29% (-13 bps). A NTN-B encerrou com a B29 a 8,05% (vs. 8,05%), a B35 a 7,91% (vs. 7,91%) e a B50 a 7,50% (vs. 7,52%).

Mercados globais

Nesta quarta-feira (26), os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: -0,1%; Nasdaq 100: -0,2%), com os investidores em compasso de espera antes da divulgação do índice de preços PCE e do balanço da Nvidia, previsto para após o fechamento. Na Europa, o Stoxx 600 opera em leve alta de 0,2%, impulsionado principalmente pelos setores de viagens, bancos e mineração. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta: o Kospi (Coreia) avançou 1,0%, o Nikkei 225 (Japão) subiu 0,3%, enquanto na China o CSI 300 ganhou 0,9% e o Hang Seng (Hong Kong) avança 0,6%.

O mercado acompanha a nova queda dos preços do petróleo, após os Estados Unidos sinalizarem preferência por pressão econômica sobre o Irã em detrimento de ação militar, e diante das negociações entre Irã e Omã para estabelecer uma rota temporária segura no Estreito de Ormuz. O Brent recua cerca de 2,6%, para próximo de US$ 85/barril, pressionando o setor europeu de petróleo e gás. No campo macro, a atenção se volta para o PCE de julho, dado que antecede o Simpósio de Jackson Hole, onde o presidente do Federal Reserve (banco central americano), Kevin Warsh, discursará sobre os próximos passos da política monetária.

IFIX

O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão desta terça-feira em alta de 0,62%, aos 3.700,71 pontos. O movimento foi favorecido pelo fechamento da curva de juros futuros, diante do avanço das negociações para um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã e da expectativa pela divulgação do IPCA-15.

Os ganhos foram disseminados entre os principais segmentos do mercado. Os fundos de tijolo avançaram 0,72%, impulsionados principalmente pelos fundos de shoppings (+0,92%), lajes corporativas (+0,83%) e ativos logísticos (+0,64%). Os fundos híbridos também registraram desempenho positivo (+0,64%), enquanto os fundos de recebíveis apresentaram valorização de 0,45%. Já o segmento de multiestratégia/FOFs encerrou a sessão em alta de 0,52%.

Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram MFII11 (+12,9%), TRBL11 (+5,8%) e BBIG11 (+5,2%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por GZIT11 (-2,8%), MCRE11 (-2,3%) e VCJR11 (-1,1%).

Economia

O Departamento de Comércio dos EUA divulga hoje os dados de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) e o deflator do PCE referentes a julho. O PCE fornecerá indicações sobre a força da demanda interna dos EUA, enquanto seu deflator — o indicador de inflação preferido pelo Federal Reserve — é fundamental para os próximos passos da política monetária.

No Brasil, destaque para o IPCA-15 de agosto. Esperamos queda de 0,31% M/M e alta de 4,34% A/A, com a retração mensal puxada principalmente pelos preços administrados.

Veja todos os detalhes

Economia

IPCA-15 no radar enquanto avanço em Ormuz reduz prêmio de risco do petróleo

  • O Departamento de Comércio dos EUA divulga hoje os dados de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês) e o deflator do PCE referentes a julho. O PCE fornecerá indicações sobre a força da demanda interna dos EUA, enquanto seu deflator — o indicador de inflação preferido pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) — é fundamental para os próximos passos da política monetária. Na comparação mensal, a média de mercado prevê que o índice de preços PCE “núcleo” (que exclui itens voláteis) acelere levemente para 0,2% em julho, ante 0,1% anteriormente. No acumulado de doze meses até julho, a previsão é que o indicador mantenha o ritmo de 3,3% registrado em junho;
  • O preço do petróleo fechou ontem em queda com o aumento do otimismo em relação à normalização da navegação pelo Estreito de Ormuz. O petróleo Brent volto para abaixo de US$ 90 por barril, após Irã e Omã anunciarem a criação de um corredor marítimo conjunto e temporário e medidas para retirada de minas da região. As negociações técnicas continuarão com o objetivo de estabelecer um corredor permanente, enquanto também surgiram relatos de que os Estados Unidos poderiam flexibilizar bloqueios e sanções em troca da reabertura do estreito. Os avanços diplomáticos reduziram o prêmio de risco geopolítico incorporado à commodity, embora o conflito permaneça sem solução definitiva;
  • A disputa comercial entre Estados Unidos e Canadá voltou a escalar. O governo canadense anunciou tarifas retaliatórias sobre C$ 27,6 bilhões, equivalentes a US$ 19,94 bilhões, em produtos americanos, respondendo dólar por dólar às novas barreiras impostas por Washington. As medidas entrarão em vigor em 8 de setembro e atingirão cerca de 700 produtos, com alíquotas de 15%, 25% e 50%. Entre os setores afetados estão aço, alumínio, móveis, vestuário, eletrodomésticos e eletrônicos. Ottawa também anunciou um pacote de C$ 7,5 bilhões para apoiar empresas e trabalhadores afetados pela escalada comercial, ampliando os riscos para cadeias produtivas altamente integradas entre as duas economias;
  • No Brasil, a arrecadação federal atingiu R$ 289,3 bilhões em julho, alta real de 9,0% A/A, acima do consenso e praticamente em linha com nossa projeção, representando o melhor resultado para o mês na série histórica. Apesar dos sinais de desaceleração da atividade, especialmente nas receitas de PIS/Cofins, o desempenho foi sustentado pelos preços mais elevados do petróleo, que impulsionaram IRPJ/CSLL e a tributação sobre exportações de petróleo bruto, responsável por R$ 3,2 bilhões no mês. As receitas previdenciárias também permaneceram resilientes. À frente, esperamos desaceleração gradual da arrecadação com a moderação do petróleo e da atividade, embora projetemos R$ 3,188 trilhões em receitas em 2026, alta real de 5,6%;
  • O governo ampliou as medidas de apoio aos exportadores afetados pelas tarifas dos Estados Unidos. O Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano aprovou a aplicação de R$ 13,5 bilhões em linhas de financiamento, sendo R$ 5 bilhões para exportadores e fornecedores atingidos pelas novas tarifas americanas, R$ 3,5 bilhões para empresas expostas aos países do Golfo Pérsico e R$ 5 bilhões para setores estratégicos, incluindo fertilizantes e minerais críticos. Além disso, a MP 1.386 prorrogou por até um ano o drawback suspensão para empresas exportadoras impactadas pelo tarifaço, enquanto a MP 1.387 abriu R$ 7 bilhões em crédito extraordinário para novas linhas do programa. A MP 1.388 destinou ainda R$ 3,152 bilhões para subvenções à produção e importação de combustíveis;
  • O destaque hoje será o IPCA-15, chave para a interpretação do cenário inflacionário atual. Esperamos queda de 0,31% M/M e alta de 4,34% A/A, com a retração mensal puxada principalmente pelos preços administrados. Se os detalhes do IPCA seguirem benignos como nas leituras anteriores, aumenta a probabilidade do Banco Central do Brasil seguir cortando as taxas de juros nos próximos meses.

Empresas

Mineração e siderurgia: alívio das importações encontra demanda fraca em julho de 2026

  • O sentimento em relação ao setor siderúrgico brasileiro permanece misto, uma vez que menores importações e uma proteção comercial mais forte ajudaram a estabelecer um piso para os preços, mas ainda não foram suficientes para compensar a fraqueza da demanda nos mercados finais;
  • As condições para os aços planos permanecem desiguais, com CRC e produtos revestidos sustentados por uma disponibilidade mais restrita, menores importações e uma demanda mais saudável dos mercados de automóveis/eletrodomésticos, enquanto o HRC continua enfrentando pressão devido à ampla oferta doméstica e à demanda mais fraca de máquinas;
  • Em aços longos, a disciplina de preços deve sustentar os preços nos níveis atuais, embora as tendências de demanda ainda sejam fracas em meio às taxas de juros mais elevadas;
  • No geral, acreditamos que novos ganhos de preços dependerão de uma demanda subjacente mais forte e/ou de uma disciplina de oferta mais abrangente ao longo da cadeia de valor;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Intelbras (INTB3): rentabilidade em primeiro lugar; alocação de capital como o próximo potencial vetor de geração de valor

  • Neste relatório, revisitamos a tese de investimento da Intelbras após a forte execução observada desde 2025, comparamos a Intelbras à Hikvision, avaliamos se o atual framework de alocação de capital continua sendo o mais adequado e atualizamos nossas estimativas após o 2T26;
  • Nossa análise sugere que a Intelbras concluiu com sucesso sua transição para uma estratégia focada em rentabilidade, com recuperação relevante do ROIC e forte geração de fluxo de caixa livre, mesmo em um ambiente de demanda ainda desafiador;
  • A utilização da Hikvision como benchmark reforça a visão de que o ciclo de rentabilidade da indústria já virou, sustentado por um ambiente de preços mais racional e pela melhora dos retornos em todo o setor;
  • Com R$ 570 milhões em caixa líquido, robusta geração de fluxo de caixa livre e necessidades limitadas de investimento, acreditamos que a remuneração aos acionistas representa o próximo potencial vetor de geração de valor;
  • Refletindo a maior rentabilidade, o avanço dos retornos e a melhora da posição de caixa, elevamos nossas estimativas e nosso preço-alvo para R$ 18,0/ação, mantendo nossa recomendação de Compra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Tellus Properties (TEPP11) | Estratégia bem definida e gestão ativa eficiente

  • Nossa recomendação de COMPRA é sustentada pelos seguintes pilares:
    • Estratégia de investimento bem definida e gestão ativa eficiente;
    • Portfólio de alta qualidade, com desempenho operacional sólido;
    • Potencial para novos ganhos de capital por meio de desinvestimentos de ativos em estágio avançado de maturação;
    • Preço de negociação atrativo;
    • Dividend yield convidativo, mesmo considerando a normalização do patamar de distribuição prevista para os próximos meses;
  • Clique aqui para mais informações.

Brava Energia (BRAV3) | Ecopetrol assume o controle

  • Nesta terça-feira (25), durante o pregão, a Ecopetrol realizou uma teleconferência para discutir a aquisição de uma participação controladora de 51% na Brava Energia, detalhando os próximos passos e uma visão preliminar para a companhia;
  • A principal mensagem foi capturar o potencial de geração de caixa dos ativos da Brava, equilibrando desalavancagem, dividendos e oportunidades de crescimento dentro de uma estrutura disciplinada de alocação de capital;
  • Em nossa visão, a teleconferência ficou em linha com nossas expectativas e transmitiu uma mensagem positiva de mudanças graduais, e não de disrupção;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Mineração e siderurgia: incerteza sobre o USMCA pesa sobre as siderúrgicas; ouro se recupera

  • As siderúrgicas americanas tiveram desempenho inferior durante a semana, em meio às incertezas sobre potenciais acordos comerciais que poderiam reduzir as atuais tarifas de importação;
  • Embora as negociações entre EUA e Canadá tenham fracassado, o México permanece otimista quanto à possibilidade de chegar a um acordo com os EUA, o que alimentou preocupações do mercado sobre os níveis de lucratividade das siderúrgicas daqui para frente;
  • Nesse contexto, embora nosso cenário-base para a Gerdau já incorpore uma normalização parcial das restrições comerciais do USMCA (ainda implicando yields atrativos), esperamos que o momentum de lucros enfraqueça enquanto as discussões sobre acordos comerciais permanecerem em andamento;
  • Além disso, os preços do ouro subiram +7% S/S, sustentados por um dólar mais fraco após a ampliação do programa de recompra de títulos pelo Tesouro dos EUA, renovação da demanda impulsionada por momentum e entradas em ETFs de +47 toneladas;
  • Também observamos que os preços do HRC e do vergalhão permaneceram estáveis S/S no Brasil, com a paridade de importação do aço plano em +22% (estável S/S) e a paridade do aço longo em -5% (+1p.p. S/S), enquanto as importações de aço do Egito (isentas de tarifas) sugerem uma paridade de +7%;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Casas Bahia pede à Justiça que BB devolva R$ 422 mi e tenta estancar saída de mais recursos (Valor Econômico);
  • Dasa só vai avaliar novas possíveis rolagens de dívida a partir de 2028, diz CEO (Bloomberg Línea);
  • CVM determina que Centaurus faça oferta pública por ações da Oncoclínicas (Bloomberg Línea);
  • Fitch Eleva Ratings da Brava para ‘BB’/‘AA+(bra)’; Perspectiva Estável (Fitch Ratings).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

Pesquisa com assessores XP: apetite por risco cai ao menor nível desde maio de 2023

  • Nesta edição da nossa pesquisa com assessores afiliados à XP, observamos uma deterioração significativa do apetite por risco e do sentimento em relação à Bolsa, em meio à correção das ações brasileiras e ao aumento da incerteza eleitoral. Os principais destaques são:
    • A parcela de respondentes que planeja aumentar a alocação em ações caiu para 10% (-11 p.p. M/M), a menor leitura desde maio de 2023, enquanto 17% (+3 p.p. M/M) pretendem reduzi-la;
    • O sentimento dos assessores em relação às ações recuou para 5,7, ante 6,6 em julho (em uma escala de 0 a 10), o menor nível desde janeiro de 2025;
    • A projeção média para o Ibovespa no fim de 2026 caiu para 172 mil pontos, ante 184 mil anteriormente, o que implica praticamente nenhum potencial de alta em relação ao nível atual do índice;
    • Riscos fiscais no Brasil (79%) e Instabilidade política/eleições (71%) são as principais preocupações para as ações brasileiras;
    • 63% dos assessores reportaram que o cenário eleitoral de 2026 já influencia o posicionamento de seus clientes, ante 57% na nossa pesquisa de dezembro.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

XP Short Scout: monitor de short selling no Brasil

  • O short interest mediano no Ibovespa aumentou 24 bps, para 7,2%. As posições em aberto subiram para R$ 135,1 bilhões (+2,5%).
  • Grupo Mateus (GMAT3) viu sua taxa de aluguel subir para 57,0%, um aumento de 55,2 p.p. em relação a 7 de agosto. Ainda assim, o short interest caiu 0,9 p.p., para 19,1% do free float, enquanto o days to cover ficou em 19,5 dias de ADTV, uma queda de 25,7% frente a duas semanas atrás.
  • Já a MRV (MRVE3) apresentou taxa de aluguel de 42,1%, alta de 42,0 p.p. em relação à atualização anterior, enquanto o short interest subiu 1,2 p.p., para 26,0% do free float, e o days to cover recuou 6,0%, para 9,3 dias de ADTV.
  • Também destacamos a alta da taxa de aluguel da Minerva (BEEF3) para 27,0%, um avanço de 25,7 p.p. nas últimas duas semanas. Seu days to cover está em 11,5 dias de ADTV (-8,5%), enquanto o short interest atualmente representa 29,7% do free float (+7,8 p.p.).
  • Outros nomes para acompanhar: ASAI3, CYRE3, FLRY3, GGPS3, MBRF3, BRKM5
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX sobe 0,62% e fecha pregão de terça-feira aos 3.700 pontos (FIIs);
    • PCIP11 propõe incorporar três fundos imobiliários (ClubeFII News);
    • Escassez de galpões fica evidente: 80% das maiores locações do tri ocorreram antes da entrega (Revista Buildings);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

ABiogás projeta R$ 216 bilhões em investimentos privados no setor até 2035 | Café com ESG, 26/08

  • O pregão de terça-feira fechou em alta, com o IBOV e o ISE avançando 1,55% e 2,36%, respectivamente.
  • No Brasil, (i) a Associação Brasileira do Biogás e do Biometano (ABiogás) projeta uma mobilização de R$ 216 bilhões em investimentos privados até 2035 e R$ 57 bilhões por ano em receitas adicionais para o setor, caso haja a implementação de medidas para ampliar a produção e o uso desses gases renováveis no país – a associação também estima um potencial para evitar emissões de mais de 230 milhões de toneladas de CO2 equivalente por ano; e (ii) a Neoenergia investiu R$ 30 milhões este ano em inteligência artificial para auxiliar nas operações em cenários de eventos climáticos extremos, como a incidência do El Niño – segundo a empresa, a tecnologia passou a ser adotada em projeções climáticas de médio e longo prazo, nas quais dados meteorológicos alimentam modelos de IA para definir parâmetros de planejamento energético e a operação de ativos.
  • Ainda no país, o número de empresas que divulgam informações sobre emissões de carbono ao Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG), considerado um dos maiores bancos de dados nacionais a respeito dos gases de efeito estufa no mundo corporativo, bateu recorde no primeiro semestre de 2026 – de forma geral, 757 organizações entregaram inventários referentes à poluição gerada em 2025, um aumento de 12% em relação ao período anterior.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.