XP Expert

Decisões de juros em foco na semana; saiba o que esperar

Expectativas sobre juros ao redor do mundo e preço do petróleo são alguns dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 14/09/2026

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

IBOVESPA -0,56% | 187.206 Pontos

CÂMBIO -0,45% | 5,09/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a semana passada em alta de 1,0% em reais e de 1,3% em dólares, por conta da apreciação de 0,1% do real, aos 186.967 pontos.

Assaí foi o destaque positivo da semana (ASAI3, +8,6%), reagindo ao fechamento da curva de juros, principalmente na quinta-feira. Por outro lado, Azzas (AZZA3, -8,3%) caiu após notícias de que, apesar dos contatos com potenciais interessados nos ativos da Farm Rio, ainda não havia proposta vinculante ou operação aprovada. Confira o resumo semanal da Bolsa.

Renda Fixa

No comparativo semanal, os juros futuros encerraram a semana com direções mistas. Nos EUA, petróleo em alta, inflação (CPI e PPI) acima do esperado e preocupações fiscais reforçaram a expectativa de juros elevados por mais tempo. A T-note de 2 anos encerrou a 4,63% (+26 bps), a T-note de 10 anos a 4,97% (+19 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,36% (+12 bps).

No Brasil, a curva oscilou com o cenário eleitoral e o movimento das taxas externas, mas o IPCA de agosto abaixo do esperado sustentou os ativos locais. O DI jan/27 encerrou a 13,59% (+1 bp), o DI jan/29 a 13,84% (0 bps) e o DI jan/31 a 14,04% (-4 bps). As NTN-Bs recuaram, com a B29 a 7,50% (vs. 7,78%), B35 a 7,56% (vs. 7,74%) e B50 a 7,37% (vs. 7,45%).

Mercados globais

Nesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,8%; Nasdaq 100: -1,8%), pressionados pela guinada do setor de inteligência artificial em torno de segurança, depois que a OpenAI adiou sua abertura de capital. Na Europa, o Stoxx 600 recua 1,1%, com o índice sendo pressionado pelos setores de tecnologia e industriais. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em queda: o Kospi (Coreia) recuou 3,3%, o Nikkei 225 (Japão) caiu 2,7%, enquanto na China o Hang Seng avançou 0,4% e o CSI 300 recuou 0,7%.

O mercado acompanha a disparada do petróleo depois que a Arábia Saudita fechou o oleoduto Leste-Oeste, com capacidade de 7 milhões de barris por dia, na sequência de ataques de drones lançados do Iraque, retirando a principal rota alternativa ao Estreito de Ormuz em meio à guerra com o Irã. O Brent sobe 2,7%, para próximo de US$ 108/barril. Em contrapartida, as ações de tecnologia recuam no pré-mercado, com Nvidia em queda de 3,0%, Intel de 6,1% e Marvell de 7,7%, depois que Sam Altman afirmou que a OpenAI não abrirá capital neste ano, adiando a operação para ao menos 2027, em meio ao alinhamento entre OpenAI, Anthropic e xAI em favor de desacelerar o desenvolvimento de modelos.

Os investidores também direcionam o foco para a reunião do Fed, nesta quarta-feira, precificando cerca de 86% de probabilidade de alta de 0,25 p.p, depois que o CPI de agosto avançou 0,4% no mês e manteve 3,4% em 12 meses, além das vendas no varejo de agosto, divulgadas na mesma manhã da decisão. Saiba os Top 5 temas globais.

IFIX

O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de sexta-feira (11) em alta de 0,04%, aos 3.748,63 pontos, e registrou queda de 0,56% no acumulado da semana passada, pressionado principalmente pelo desempenho dos FIIs de recebíveis.

Para a classe de fundos imobiliários, a deflação do IPCA de agosto pode afetar a distribuição de proventos de curto prazo de alguns fundos de recebíveis indexados ao índice, fator que pode ter contribuído para o desempenho semanal do segmento (-1,11%). Ainda assim, entendemos que esse impacto será limitado, uma vez que diversos fundos tendem a suavizar ou até mesmo neutralizar seus efeitos por meio da utilização de reservas acumuladas para complementar a distribuição de rendimentos. Além disso, o IPCA de setembro deverá reverter parte da deflação observada no dado mais recente, com nosso time Macro projetando alta de 0,59% para o indicador no mês. Essa expectativa reforça nossa visão de que os impactos sobre a distribuição de rendimentos de alguns FIIs de recebíveis nos próximos meses tendem a ser pontuais.

No âmbito setorial, o desempenho foi heterogêneo entre os segmentos. Entre os fundos de shopping centers, o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) acendeu um sinal de alerta ao apontar queda real de 2% A/A nas vendas em agosto, o pior resultado para o mês desde 2020 (Link). O dado sugere uma dinâmica mais desafiadora para os lojistas e, consequentemente, para os fundos do segmento. Diante desse cenário, reiteramos nossa preferência por fundos expostos a shoppings consolidados, dominantes em suas regiões e voltados predominantemente ao público das classes A e B, características que tendem a conferir maior resiliência operacional no ambiente atual.

O desempenho dos demais segmentos foi misto ao longo da sessão. Os fundos híbridos lideraram os ganhos do dia, com valorização de 0,81%, seguidos pelo segmento de multiestratégia/FOFs (+0,21%) e pelos ativos logísticos (+0,21%). Os fundos de tijolo avançaram 0,16% no agregado, sustentados também pela alta das lajes corporativas (+0,16%).

Entre os destaques positivos do pregão de sexta-feira (11), sobressaíram RBRP11 (+5,4%), MFII11 (+2,9%) e BRCR11 (+2,5%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por URPR11 (-1,7%), TOPP11 (-1,7%) e KORE11 (-1,6%). Saiba mais.

Economia

Na agenda da semana, destaque para as decisões de juros do Fed, do Banco da Inglaterra e do Banco do Japão, além dos dados de atividade de agosto na China. No Brasil, o Copom deve cortar a taxa Selic em 0,25 p.p., para 13,75%. O IBGE divulga as vendas no varejo de julho e o Banco Central publica o IBC-Br do mesmo mês, para o qual projetamos nova contração na margem. Confira o Economia em Destaque.

Veja todos os detalhes

Economia

Petróleo começa a semana em alta

  • O preço do petróleo (tipo Brent) sobe cerca de 3% nesta manhã e ultrapassa 108 dólares por barril, após um fim de semana de escalada no Golfo. Uma embarcação comercial iraniana foi atingida ontem perto da ilha de Qeshm, no Estreito de Ormuz. Paralelamente, a Arábia Saudita anunciou o fechamento temporário do oleoduto Leste-Oeste após ataques de drones — a rota é a principal alternativa para escoar petróleo saudita pelo Mar Vermelho sem passar por Ormuz. No campo diplomático, Omã adiou a reunião prevista para hoje entre Irã e países do Golfo sobre a reabertura do estreito. Os preços mais altos do petróleo tendem a pressionar a inflação ao redor do mundo nos próximos meses;
  • Nos Estados Unidos, Dario Amodei, presidente-executivo da Anthropic, publicou no fim de semana um ensaio defendendo que as empresas de inteligência artificial desacelerem deliberadamente o ritmo de avanço de seus modelos mais avançados, citando riscos de uso indevido. A proposta recebeu apoio público de Sam Altman (OpenAI) e Elon Musk (xAI);
  • Na agenda internacional desta semana, o destaque será a decisão de juros do FOMC, comitê de política monetária dos Estados Unidos. Os bancos centrais da Inglaterra e do Japão também anunciarão suas decisões de política monetária. Na China, o destaque está para a publicação das estatísticas de atividade econômica de agosto. No Brasil, as atenções estarão voltadas ao Copom, que deverá promover mais um corte de 0,25 p.p. na taxa Selic, levando-a a 13,75%. Além disso, o IBGE divulgará os dados de vendas no varejo de julho, que devem seguir tendência de moderação. Por fim, será publicado o IBC-Br de julho – indicador mensal de atividade econômica do Banco Central – para o qual projetamos nova contração na comparação mensal.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Justiça nega compensação integral por curtailment pedida por associações (Agência Infra);
  • A Sabesp tem que entregar a meta de universalização. E percebeu que isso não depende só de investir mais (InvestNews);
  • “É uma LCA”. O diagnóstico do mercado sobre as CPRs da SLC Agrícola (The Agribiz);
  • BNDES prepara linha para financiar projetos de armazenamento (CanalEnergia).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

BDRs no Ibovespa: mudança na metodologia do índice

  • Em 8 de setembro, a B3 anunciou que atualizará a metodologia do Ibovespa para incluir BDRs de empresas brasileiras no universo elegível do índice, com a mudança prevista para entrar em vigor no primeiro semestre de 2027.
  • Embora a atualização completa da metodologia ainda não tenha sido publicada, a B3 indicou que os critérios de elegibilidade atuais provavelmente serão mantidos para os BDRs, com um limite de 10% para o peso combinado desses ativos no índice.
  • Diante disso, estimamos quais BDRs seriam incluídos no índice caso as mudanças fossem implementadas hoje, e caso a mesma metodologia de inclusão e ponderação fosse aplicada aos BDRs, utilizando dados de 10 de setembro.
  • Se as mudanças fossem aplicadas hoje, esperaríamos a inclusão de Nubank (ROXO34), JBS (JBSS32), XP Inc. (XPBR31) e Inter (INBR32).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Fundo imobiliário volta a ter atraso no aluguel; veja as mais lidas (FIIs);
    • TRXF11 firma acordo para venda de imóvel por R$ 77 milhões (ClubeFII News);
    • FII do Patria vende participação em prédio na Vila Olímpia por R$ 167,5 milhões (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETF Brief: Ouro supera a bolsa enquanto captações europeias e saídas nos EUA reforçam ETFs como instrumento de rotação diante da inflação e da IA
    • Ouro deixa índices da B3 para trás; veja quem mais se destacou e por quê: (Valor Investe)
    • August sees strong inflows for European ETFs: LSEG Lipper (ETF Express)
    • US equity funds record nine-month high outflows; oil stokes inflation fears (Reuters)
    • ETFs ganham espaço no Brasil e têm “aposta gigantesca”, diz CEO da XP Asset (InfoMoney)
    • Clique aqui para acessar a página

ESG

Hidrogênio verde volta ao radar com choques no petróleo | Café com ESG, 14/09

  • O mercado encerrou a semana passada em território positivo, com o Ibovespa subindo 1,11% e o ISE 0,61%. O pregão de sexta-feira fechou em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,56% e 0,91%, respectivamente.
  • No Brasil, depois de anos de negociações, o leilão do gás natural da União proveniente dos contratos de partilha no pré-sal está, enfim, em vias de se concretizar, com expectativa de sair do papel em outubro – nesse primeiro leilão, a expectativa é de oferta de 1 milhão de m³/dia.
  • No internacional, (i) os efeitos do choque no mercado de petróleo levaram governos e empresas a revisitar o hidrogênio verde como alternativa aos combustíveis fósseis, apesar de seu custo ainda mais elevado – segundo François Jackow, presidente-executivo da Air Liquide, países importadores de energia gastaram mais de US$ 100 bilhões além do previsto com combustíveis em meio ao choque de preços; e (ii) a Tesla planeja levar o caminhão elétrico Semi para a Europa, ampliando as vendas do modelo para além da América do Norte, enquanto busca se estabelecer no mercado de veículos pesados, onde concorrentes já vendem modelos elétricos – a montadora liderada por Elon Musk divulgará as especificações europeias e os detalhes do lançamento na feira IAA Transportation, em Hanover, na Alemanha, na próxima semana.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.