IBOVESPA +0,24% | 185.992 Pontos
CÂMBIO -0,01% | 5,15/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou a quinta-feira em alta de 0,2%, aos 185.992 pontos, após chegar a cair 1,2% durante a sessão. A volatilidade refletiu o aumento de preocupações fiscais, mas o índice se recuperou com a melhora do ambiente externo e o fechamento na curva de juros. Os investidores também repercutiram a alta de 25 bps dos juros pelo Fed e o corte de 25 bps da Selic pelo Copom, para 13,75% ao ano.
Na ponta positiva, YDUQS (YDUQ3, +3,07%) liderou os ganhos, beneficiada pelo fechamento na curva de juros. Já a CSN Mineração (CMIN3, -5,59%) registrou a maior queda, em meio às preocupações com o impacto dos custos elevados de frete marítimo sobre suas margens.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram ontem em queda. Nos EUA, após a alta de juros, as taxas recuaram com a redução das preocupações inflacionárias associadas ao petróleo. A T-note de 2 anos caiu para 4,67% (-6 bps), a T-note de 10 anos para 4,93% (-9 bps) e o T-bond de 30 anos para 5,28% (-7 bps).
No Brasil, os DIs tiveram alta inicial refletindo preocupações fiscais e a realização de um leilão robusto de títulos prefixados pelo Tesouro Nacional. Contudo, o movimento perdeu força com o encerramento do leilão e melhora do cenário internacional, levando a uma redução dos prêmios. O DI jan/27 fechou em 13,56% (-3 bps), o DI jan/29 recuou para 13,82% (-5 bps) e o DI jan/31 encerrou a 14,04% (-3 bps). A NTN-Bs encerrou com a B29 a 7,41% (vs. 7,51%), a B35 a 7,66% (vs. 7,68%) e a B50 a 7,40% (estável).
Mercados globais
Nesta sexta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,2%; Nasdaq 100: +0,4%), sustentados pela continuidade da recuperação da véspera e pela queda dos preços do petróleo. Na Europa, o Stoxx 600 opera em queda de 0,8%, pressionado pelos setores de automóveis e recursos básicos. Na Ásia, os mercados fecharam majoritariamente em alta, impulsionados por semicondutores: o Kospi (Coreia) subiu 2,7%, o Nikkei 225 (Japão) ganhou 0,6%, enquanto na China o CSI 300 fechou em alta de 1,1% e o Hang Seng avançou 0,6%.
O mercado acompanha a terceira sessão consecutiva de queda do petróleo, depois que a Arábia Saudita teria se oferecido para enviar volumes adicionais de bruto pelo Estreito de Ormuz na sequência do ataque a um oleoduto, compensando a preocupação com os novos confrontos entre Riad e os houthis do Iêmen. O Brent recua 1,3%, para próximo de US$ 100/barril. A retomada do apetite por risco foi liderada pelas ações ligadas à inteligência artificial, com Nvidia subindo 2,5% e Intel avançando 7,7% na véspera.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou a quinta-feira (17) em alta de 0,13%, aos 3.747,47 pontos, influenciado pelo ambiente externo favorável à tomada de risco e um quadro eleitoral que volta a apontar para uma maior chance de vitória da oposição nas eleições presidenciais de outubro.
Os ganhos foram disseminados entre os principais segmentos do mercado. As lajes corporativas lideraram as altas do dia, com valorização de 0,32%, seguidas pelos ativos logísticos (+0,31%). Os fundos de tijolo avançaram 0,18% no agregado, enquanto o segmento de multiestratégia/FOFs registrou alta de 0,12%. Os fundos híbridos também encerraram a sessão no campo positivo (+0,12%), ao passo que os fundos de recebíveis apresentaram ganho mais moderado (+0,08%). Os fundos de shoppings foram o único segmento a registrar desempenho negativo, com recuo de 0,06%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram TOPP11 (+1,8%), PCIP11 (+1,3%) e KCRE11 (+1,3%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por VGRI11 (-2,0%), MFII11 (-1,7%) e MCRE11 (-1,3%).
Economia
O Banco do Japão (BoJ) elevou sua taxa básica de juros em 25 pontos-base, para 1,25% ao ano, o maior nível desde abril de 1995, em uma decisão com dissidência de 7 votos a 2. No Reino Unido, o Banco da Inglaterra manteve os juros em 3,75%, mas adotou comunicação mais dura diante do choque de energia, projetando inflação acima de 4% no início de 2027. Nos Estados Unidos, os pedidos de seguro-desemprego caíram para 196 mil, embora o dado possa estar distorcido por fatores sazonais. No comércio internacional, os EUA devem adiar o anúncio de novas tarifas contra a China para depois da cúpula entre Trump e Xi.
No Brasil, o governo anunciou reajuste do Bolsa Família a partir de outubro, elevando o piso de R$ 600 para R$ 691, com impacto fiscal adicional de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22,7 bilhões em 2027. Além disso, novas medidas para enfrentar o endividamento das famílias estão em estudo, em um cenário no qual a inadimplência bancária atingiu máxima histórica.
Na agenda, a produção industrial dos Estados Unidos será destaque no dia de hoje. No Brasil, não haverá nenhuma divulgação prevista de indicadores econômicos relevantes.
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Economia
Governo reajusta Bolsa Família; cenário externo segue marcado por riscos inflacionários
- O Banco da Inglaterra manteve a taxa básica em 3,75%, com votação de 6 a 3, sendo que três membros defenderam elevação para 4,00%. Apesar da manutenção, a comunicação ficou mais dura. O BoE agora projeta que a inflação, atualmente em 3,1%, poderá superar ligeiramente 4% no início de 2027, ante previsão anterior de pico de 3,2% no final de 2026. Andrew Bailey afirmou que, quanto mais persistente for a pressão dos custos globais de energia, maior será a possibilidade de o banco precisar elevar os juros para garantir a convergência da inflação à meta de 2%. Ao mesmo tempo, a autoridade revisou sua estimativa de crescimento do PIB no 3T26 de 0,1% para 0,4% t/t e suspendeu temporariamente as vendas de títulos públicos de seu balanço;
- Nos Estados Unidos, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego recuaram em 10 mil, para 196 mil, surpreendendo a expectativa de 208 mil. A queda, contudo, provavelmente foi amplificada por dificuldades de ajuste sazonal relacionadas ao feriado do Dia do Trabalho. A tendência subjacente continua consistente com um mercado de trabalho relativamente estável, sustentado sobretudo pelo baixo nível de demissões, embora as empresas permaneçam cautelosas nas contratações;
- O Banco do Japão (BoJ) elevou sua taxa básica de juros em 25 pontos-base, para 1,25% ao ano, o maior nível desde abril de 1995, em uma decisão com dissidência de 7 votos a 2. Este foi o segundo aumento no ano e o intervalo mais curto entre altas desde 1990, refletindo uma aceleração no ritmo de normalização monetária em meio a pressões inflacionárias persistentes — incluindo a alta do petróleo e a demanda por inteligência artificial — e também a influência de pressões externas, como os pedidos do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, por juros mais altos. O presidente do BoJ, Kazuo Ueda, declarou que a política monetária japonesa entrou em uma nova fase e que há risco de a inflação subjacente superar a meta de 2%, sinalizando que novos aumentos virão conforme as condições econômicas, embora sem um ritmo predefinido.
- Ainda na Ásia, os indicadores de inflação trouxeram sinais distintos. No Japão, o IPC permaneceu em 1,9% a/a em agosto, enquanto o núcleo que exclui alimentos frescos desacelerou inesperadamente para 1,7%, abaixo da meta de 2% do Banco do Japão. A medida que exclui também energia permaneceu em 1,9%. Apesar da inflação corrente mais moderada, os preços ao produtor elevados mantêm riscos de repasse aos consumidores. Na Coreia do Sul, o PPI avançou 0,2% m/m e 7,9% a/a, revertendo a queda de julho. O movimento foi concentrado principalmente nos produtos agrícolas, florestais e marinhos, que subiram 7,4% m/m após uma onda de calor, e em energia, com alta de 1,0% m/m. Excluindo alimentos e energia, os preços ao produtor ficaram estáveis na margem;
- Nas relações comerciais entre Estados Unidos e China, o governo americano deve adiar para depois da cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping o anúncio de novas tarifas relacionadas às acusações de excesso de capacidade produtiva chinesa, segundo fontes ouvidas pela Bloomberg. Washington planejava divulgar antes do encontro um relatório recomendando tarifa adicional de 7,5% sobre produtos chineses, embora a alíquota final ainda possa ser diferente. Nesse nível, a medida levaria as tarifas impostas à China durante o segundo mandato de Trump para aproximadamente 20%. O adiamento deixa a questão tarifária como um dos principais pontos de atenção para o encontro entre os dois presidentes na próxima semana;
- Canadá e União Europeia, por sua vez, sinalizaram aprofundamento de sua integração econômica e estratégica. Em discurso no Parlamento Europeu, Mark Carney saudou a proposta para que o Canadá se torne o primeiro membro associado da União Europeia e defendeu maior cooperação em minerais críticos, capacidade industrial de defesa, inteligência artificial e computação, segurança energética, espaço e sistemas de pagamentos. O primeiro-ministro canadense também mencionou comércio digital e investimentos em conexões de banda larga mais seguras entre Europa e Ásia;
- No mercado de energia, o Brent caiu 0,95%, para 103,75 dólares por barril, enquanto o WTI recuou 0,51%, para 101,91 dólares por barril. Os preços chegaram a cair cerca de 3% durante a sessão diante da perspectiva de melhora da oferta saudita. A Arábia Saudita vem oferecendo cargas adicionais às refinarias asiáticas por meio de transferências entre navios ao largo de Sohar, em Omã, enquanto o secretário de Energia americano, Chris Wright, sinalizou que o petróleo pode voltar a fluir pelo Oleoduto Leste-Oeste nos próximos dias. Apesar do alívio, o Brent permanece acima de 100 dólares por barril e um fechamento prolongado do oleoduto ainda poderia comprometer até 4% da oferta global, mantendo elevado o prêmio de risco geopolítico;
- No Brasi, o governo anunciou reajuste do Bolsa Família a partir de outubro, elevando o piso do benefício de R$ 600 para R$ 691 e o valor médio de R$ 675 para R$ 777. O impacto fiscal adicional estimado é de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22,7 bilhões em 2027, com custo semelhante previsto para 2028. Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a despesa deste ano será acomodada por realocações orçamentárias, principalmente a partir de despesas previdenciárias abaixo do inicialmente previsto, sem necessidade de bloqueio adicional. Para 2027, a proposta orçamentária enviada ao Congresso deverá ser ajustada para incorporar o novo valor;
- O governo brasileiro afirmou que estuda novas medidas para enfrentar o elevado endividamento das famílias, após as duas edições do Desenrola. A discussão ocorre em um cenário de deterioração dos indicadores de crédito: a inadimplência da carteira total do Sistema Financeiro Nacional alcançou 4,9% em julho, maior patamar da série iniciada em 2011, enquanto a proporção de consumidores com contas em atraso medida pela CNC atingiu 30,4% em agosto, também recorde da respectiva série. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, indicou que novas iniciativas poderão envolver renegociação e alternativas de crédito mais barato e sustentável;
- O BNDES abriu o protocolo para solicitações de crédito da nova etapa do Plano Brasil Soberano, que disponibilizará R$ 22,6 bilhões, sendo R$ 13,5 bilhões do Tesouro Nacional e R$ 9,1 bilhões do próprio banco. Os recursos serão direcionados a exportadores e fornecedores afetados pelas tarifas americanas, empresas expostas aos países do Golfo Pérsico e setores industriais considerados estratégicos, como fertilizantes e minerais críticos. As linhas abrangem capital de giro, financiamento às exportações, aquisição de máquinas e equipamentos e projetos de investimento, inovação e adaptação produtiva;
- Na agenda internacional, o destaque será a produção industrial dos Estados Unidos. No Brasil, não haverá indicadores econômicos relevantes a serem divulgados.
Empresas
Petrobras (PETR4) | Visão preliminar do 3T26: contendo a volatilidade dos preços
- Prévia de uma prévia. Neste relatório, apresentamos nossas expectativas preliminares para os resultados da Petrobras no 3T26. Nossas estimativas ainda são bastante preliminares, uma vez que o trimestre ainda não terminou e uma calibração mais detalhada do modelo ainda será realizada;
- Ainda assim, diante dos diversos fatores em movimento e de uma conclusão que parece divergir do consenso, acreditamos que vale iniciar essa discussão desde já. Esperamos que o EBITDA recue cerca de c. -US$2 bilhões t/t, apesar dos preços internacionais mais fortes para derivados e da maior produção de petróleo ao longo do trimestre;
- No entanto, mesmo com um EBITDA mais fraco, acreditamos que os dividendos aumentarão sequencialmente (embora de forma marginal), para cerca de US$3,8 bilhões (c. 2,8% de yield), algo que, em nossa visão, ainda não parece estar refletido pelo mercado, considerando os preços das opções;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
TOTVS (TOTS3): temores com IA, fundamentos intactos
- Neste relatório, abordamos quatro pontos;
- (i) O de-rating de TOTS3 reflete a venda generalizada de ações de software impulsionada por temores relacionados à IA, e não uma deterioração dos fundamentos;
- (ii) A TOTVS está relativamente protegida contra disrupções e possui um caminho crível para capturar os benefícios da IA;
- (iii) Publicamos nossa prévia do 3T26 e esperamos mais um trimestre sólido;
- (iv) Nosso modelo atualizado sustenta um preço-alvo de R$ 47,0 por ação, implicando potencial de valorização de 37%;
- Reiteramos nossa recomendação de Compra;
- A aproximadamente 15x P/L 2027E, cerca de 30% abaixo da sua média dos últimos cinco anos, vemos um ponto de entrada atrativo;
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Metais e Mineração: demanda doméstica por aço continua sendo a principal incógnita
- O sentimento em relação ao setor siderúrgico brasileiro tornou-se mais cauteloso, com a proteção comercial limitando os riscos de baixa, mas a demanda instável, a renovada pressão das importações e os descontos pesando sobre o poder de precificação;
- Para os aços planos, a bobina quente continua sendo o produto mais pressionado em meio à ampla disponibilidade doméstica, enquanto os produtos laminados a frio/revestidos estão perdendo resiliência, uma vez que a chegada de cargas pode interromper a recente redução de estoques;
- Para os aços longos, a Gerdau continua preservando relativamente melhor os preços, embora a demanda fraca e os juros elevados restrinjam a recuperação no Brasil, enquanto a América do Norte permanece comparativamente mais firme;
- No geral, esperamos que os preços domésticos permaneçam pressionados ao longo do 4T26E, com uma recuperação dependente das paradas de produção no fim do ano, de uma demanda mais forte e de maior disciplina de oferta;
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Axia Energia (AXIA3): a tempestade antes da calmaria?
- Reiteramos Compra; Atualizando Nossas Estimativas e Rolando nosso Preço-Alvo para o Final de 2027
- À frente de um 2S26 que deverá se mostrar desafiador para a Axia, decidimos atualizar nossas estimativas e rolar nosso preço-alvo para o final de 2027 (agora em R$74,5/ação);
- Nossas estimativas são baseadas em um modelo reformulado, no qual migramos a modelagem da Axia para uma visão consolidada, em vez da nossa abordagem anterior baseada na soma das subsidiárias;
- À medida que a tese converge cada vez mais para o balanço consolidado de energia da Axia e para os preços de energia, a complexidade de construir um modelo granular deixou de ser tão relevante quanto antes;
- Temos uma TIR real de 11,8% para a AXIA, dividend yields de 11% e 14% para 2026-2027E (mensurados pelo capital distribuível), e continuamos acreditando que a companhia ainda não reflete os fundamentos dos preços de longo prazo para os quais acreditamos que o mercado convergirá;
- No entanto, o 3T26 da AXIA deverá representar mais um trimestre de comparações desfavoráveis, e as recentes frustrações com os preços spot poderão pressionar as ações antes da divulgação dos resultados, o que vemos como uma oportunidade de compra;
- Mantemos nossa recomendação de Compra e continuamos vendo a Axia como um dos nossos nomes preferidos dentro do nosso universo de cobertura;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda Fixa
- Credores da Braskem rejeitam plano de dívida e cobram acionistas, dizem fontes (Bloomberg Línea);
- Petrobras amplia exploração de petróleo na África com blocos na Costa do Marfim (Bloomberg Línea);
- Na recuperação extrajudicial do GPA, Casas Bahia vira pedra no caminho (InvestNews);
- Ratings da Light SESA elevados de ‘D’ para ‘brBB+’ após saída da recuperação judicial; rating ‘brBB+’ atribuído às suas 9ª e 21ª emissões de debêntures (S&P National).
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- XP vê potencial de alta do JSRE11 e projeta dividendos maiores (EuQueroInvestir);
- Selic cai pela 5ª vez, mas corte não garante alta do IFIX; veja por quê (InfoMoney);
- Novo corte de juros é suficiente para animar os FIIs? (ClubeFII News);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
- ETF Brief: ETFs brasileiros avançam em escala e sofisticação enquanto EWZ lidera emergentes e fluxos globais recalibram exposição a renda fixa
- ETFs de renda fixa devem chegar a R\$ 1 tri em até cinco anos, diz Galapagos (Valor Investe)
- Brasil com desconto: a matemática que colocou o EWZ à frente dos emergentes em setembro (Valor Investe)
- Bond Rout Spurs Record Outflow From $3.6 Billion Schwab Muni ETF (Bloomberg)
- ETFs com gestão ativa já levam 40% do dinheiro novo; qual o apelo dessa nova onda? (E-Investidor)
- Clique aqui para acessar a página
- ETF Brief: ETFs brasileiros avançam em escala e sofisticação enquanto EWZ lidera emergentes e fluxos globais recalibram exposição a renda fixa
ESG
Efeito da guerra dos preços de novos carros chineses no mercado brasileiro se amplia | Café com ESG, 18/09
- O pregão de quinta-feira fechou em território misto, com o IBOV avançando 0,24% e o ISE recuando 0,13%.
- No Brasil, (i) a discussão entre os Estados a respeito da redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre equipamentos para “data centers” deve ficar para depois das eleições, possivelmente em dezembro – o Ministério da Fazenda cogita levar o tema à reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) da próxima segunda-feira, mas a expectativa é que a proposta não avance diante da resistência dos entes à concessão de novos incentivos fiscais antes da disputa eleitoral; e (ii) o efeito da guerra de preços dos novos carros chineses no mercado de usados brasileiro começou pelos SUVs médios seminovos e agora impacta também os SUVs compactos usados – a entrada de modelos como BYD Song Pro, GWM Haval H6 e Geely EX5, focados em custo-benefício e com preços extremamente competitivos entre os modelos zero-quilômetro, já está derrubando o preço para uma redução de até R$ 20 mil da tabela Fipe e elevando o tempo em estoque de modelos tradicionais no mercado de usados e seminovos, como Volkswagen T-Cross, Jeep Renegade e Hyundai Creta.
- No internacional, a Pasqal anunciou um acordo de colaboração com a USA Rare Earth e a Riven Systems, companhia especializada em aplicações de inteligência artificial voltadas à engenharia química – o projeto visa acelerar a identificação de reagentes químicos mais eficientes para o processo de separação de minerais de terras raras, marcando um avanço que pode viabilizar unidades de processamento mais compactas, baratas e significativamente mais eficientes no consumo de energia.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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