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Mercados repercutem decisões de juros; confira os destaques desta quinta-feira

Discussões sobre as decisões de juros por parte do Fed e do Copom e dados de emprego nos EUA são alguns dos destaques nesta quinta-feira, 17/09/2026

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IBOVESPA -0,51% | 185.547 Pontos

CÂMBIO +0,07% | 5,15/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a quarta-feira em queda de 0,5%, aos 185.548 pontos, em uma sessão marcada por movimentos opostos: de um lado, a queda do petróleo pesou sobre o índice; de outro, as ações cíclicas domésticas avançaram, reagindo ao cenário político doméstico. O mercado também repercutiu a alta de 25 bps dos juros pelo Fed (banco central estadunidense) e permaneceu no aguardo da decisão do Copom, que ocorreu após o fechamento de mercado.

Na ponta positiva, ações de varejo, mais sensíveis à trajetória dos juros, lideraram os ganhos, como Magazine Luiza (MGLU3, +6,64%), Assaí (ASAI3, +4,66%), Raia Drogasil (RADL3, +4,01%) e Lojas Renner (LREN3, +3,14%).

Já PRIO (PRIO3, -4,72%) e Petrobras (PETR3, -4,27%; PETR4, -3,53%) estiveram entre as maiores quedas no índice, refletindo o recuo do petróleo.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram ontem sem direção única. Nos EUA, a decisão do Fed de elevar os juros em 25 bps e o tom firme adotado por Kevin Warsh pressionaram a ponta curta da curva, enquanto os vencimentos mais longos recuaram em uma leitura mais dovish das projeções econômicas. A T-note de 2 anos avançou para 4,73% (+6 bps), a T-note de 10 anos subiu para 5,02% (+2 bps) e o T-bond de 30 anos recuou para 5,35% (-2 bps).

No Brasil, a perspectiva de continuidade do ciclo de cortes da Selic, combinada ao alívio nos preços do petróleo e à ausência de novos ruídos políticos relevantes, favoreceu o fechamento dos vértices intermediários e longos da curva. O DI jan/27 encerrou a 13,58% (0 bp), o DI jan/29 caiu para 13,87% (-7 bps) e o DI jan/31 recuou para 14,07% (-16 bps). A NTN-Bs encerrou com a B29 a 7,51% (vs. 7,54%), a B35 a 7,68% (vs. 7,70%) e a B50 a 7,40% (vs. 7,42%).

Mercados globais

Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,8%; Nasdaq 100: +1,1%), em recuperação após a realização da véspera. Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 0,6%, à espera da decisão do Banco da Inglaterra, que deve manter os juros. Na Ásia, os mercados fecharam sem direção única: o Kospi (Coreia) opera próximo da estabilidade, o Nikkei 225 (Japão) avançou cerca de 0,6%, enquanto na China o CSI 300 perdeu 0,4% e o Hang Seng recuou 0,4%.

O mercado acompanha os desdobramentos da decisão do Fed. A Treasury de 10 anos ficou estável, em 4,98%. No petróleo, os preços recuam depois que o secretário de Energia americano, Chris Wright, afirmou que os danos ao oleoduto East-West da Arábia Saudita são temporários e que a operação deve ser retomada em dias; o Brent opera em leve queda, próximo de US$ 100/barril, após ceder 1,5% na véspera. Os investidores também direcionam o foco para a decisão do Banco do Japão nesta sexta-feira.

IFIX

O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão a quarta-feira em queda de 0,06%, aos 3.742,57 pontos.

O desempenho dos segmentos foi misto ao longo da sessão. Os fundos de tijolo encerraram o dia estáveis (0,00%), com alta nos fundos de shoppings (+0,21%) compensando as quedas observadas em lajes corporativas (-0,24%) e ativos logísticos (-0,08%). Os fundos de recebíveis também registraram desempenho negativo (-0,18%), enquanto os fundos híbridos recuaram 0,05%. Já o segmento de multiestratégia/FOFs avançou 0,10%.

Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram TOPP11 (+2,6%), GZIT11 (+2,1%) e RBRP11 (+1,6%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por HCTR11 (-1,6%), TRBL11 (-1,5%) e JSRE11 (-1,4%).

Economia

O Fed elevou os juros em 0,25 p.p., para 3,75%-4,00%, em decisão unânime. Embora as projeções tenham vindo mais brandas que o esperado, Kevin Warsh manteve tom duro sobre a inflação e classificou os riscos como inclinados para cima, levando o mercado a aumentar a precificação de novas altas. Ao mesmo tempo, as vendas no varejo americano surpreenderam positivamente e os preços de importação aceleraram, reforçando a resiliência da demanda e as pressões inflacionárias.

No Brasil, o Copom reduziu a Selic em 0,25 p.p., para 13,75%, mantendo comunicação cautelosa, mas aberta a novos cortes. O IBC-Br recuou 0,2% m/m em julho e mostrou perda disseminada de força da atividade. Esperamos continuidade do ciclo de cortes, com Selic em 13,25% no fim de 2026 e 11,50% em meados de 2027.

No mercado de energia, o Brent recuou 2,7%, para US$ 104,81 por barril, após a Arábia Saudita encontrar uma alternativa parcial de escoamento via Omã, embora as principais rotas do Oriente Médio permaneçam vulneráveis.

Veja todos os detalhes

Economia

Fed eleva juros enquanto Copom mantém ciclo de cortes

  • Nos Estados Unidos, o Fed elevou a taxa dos Fed Funds em 0,25 p.p., para 3,75%-4,00%, em decisão unânime e amplamente esperada. O comunicado manteve a avaliação de atividade “sólida” e afirmou que a alta ajudará a promover um retorno mais tempestivo da inflação à meta de 2%. O SEP (Resumo das Projeções Econômicas), contudo, veio mais brando que o esperado, indicando apenas mais uma alta de 0,25 p.p. em 2026 e manutenção em 2027. Na coletiva, Kevin Warsh adotou uma postura mais dura, avaliando que seria difícil caracterizar as condições financeiras como restritivas e afirmando que os riscos inflacionários permanecem inclinados para cima, sem oferecer forward guidance. Warsh justificou a decisão pela combinação de economia mais forte que em julho, inflação sem o arrefecimento esperado e intensificação dos riscos geopolíticos. Após a reunião, a taxa terminal implícita subiu de 4,16% para 4,20%, os yields dos Treasuries de 2 e 10 anos avançaram 0,09 p.p. e 0,04 p.p., respectivamente, e o S&P 500 recuou 0,4%;
  • Os dados americanos divulgados antes da decisão também reforçaram a leitura de atividade resiliente e inflação pressionada. As vendas no varejo avançaram 1,2% m/m em agosto, acima da expectativa de 0,8% e revertendo a queda revisada de 0,5% em julho. A medida de controle, que exclui automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços de alimentação, subiu ainda mais, 1,4% m/m. Paralelamente, os preços de importação avançaram 0,7% m/m, acima dos 0,4% esperados, levando a inflação em 12 meses a 7,0%, maior nível desde agosto de 2022. Bens de capital importados subiram 0,9%, com destaque para máquinas, em meio ao forte ciclo de investimentos relacionado à inteligência artificial. A combinação entre consumo robusto e pressões de custos mais disseminadas ajuda a contextualizar o movimento do Fed;
  • No mercado de energia, o Brent recuou 2,7%, para 104,81 dólares por barril, e o WTI caiu 3,2%, para 102,01 dólares por barril, após notícias de que a Arábia Saudita está oferecendo cargas adicionais às refinarias asiáticas por meio de transferências entre navios ao largo de Sohar, em Omã. A alternativa reduz parcialmente os temores decorrentes da paralisação do Oleoduto Leste-Oeste saudita. Os riscos físicos, entretanto, continuam elevados: o oleoduto transportou em média cerca de 6 milhões de barris por dia durante a guerra e tornou-se uma das principais alternativas ao Estreito de Ormuz. Além disso, o avanço dos houthis no Mar Vermelho aumenta os riscos sobre Bab al-Mandeb. Nos Estados Unidos, os estoques de petróleo bruto recuaram apenas 640 mil barris, ante expectativa de queda de 1,62 milhão, enquanto gasolina e destilados registraram aumento. Assim, a sessão trouxe alívio parcial no prêmio de risco, mas não uma normalização das condições de oferta;
  • A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) da Zona do Euro acelerou de 2,9% em julho para 3,2% em agosto, segundo a leitura final da Eurostat, ficando ligeiramente abaixo da estimativa preliminar e da expectativa do mercado, ambas de 3,3%. Na margem, o CPI subiu 0,4% no mês. O núcleo, que exclui energia e alimentos, desacelerou de 2,5% para 2,4% na comparação anual, confirmando a leitura prévia. Apesar do resultado ligeiramente abaixo do esperado, a inflação segue bem acima da meta de 2% do BCE, que elevou os juros pela segunda vez neste ano na semana passada.
  • No Brasil, o Copom reduziu a Selic em 0,25 p.p., para 13,75%, conforme esperado. O comunicado permaneceu praticamente inalterado, preservando um tom cauteloso, mas deixando aberta a possibilidade de novos cortes. A avaliação externa foi mantida apesar da deterioração recente do cenário global, enquanto a descrição doméstica passou a reconhecer mais claramente a desaceleração da atividade e a melhora da inflação. A projeção do Copom para o IPCA no horizonte relevante, 1T28, permaneceu em 3,2%. Na composição, a projeção de preços livres subiu de 3,1% para 3,2%, enquanto a de administrados caiu de 3,5% para 3,2%. O Comitê também reiterou preocupação com a desancoragem das expectativas de inflação de longo prazo. Em nossa visão, a desaceleração econômica ficará mais evidente nos próximos meses e permitirá a continuidade do ciclo. Esperamos cortes de 0,25 p.p. nas próximas reuniões, levando a Selic a 13,25% no fim de 2026, e eventual aceleração do ritmo para 0,50 p.p. em 2027, com a taxa atingindo 11,50% em meados do ano;
  • Os dados de atividade reforçam essa perspectiva. O IBC-Br recuou 0,2% m/m em julho, em linha com nossa projeção e o consenso, enquanto o crescimento anual desacelerou de 2,4% para 1,1%. A perda de força foi disseminada: indústria caiu 0,4% m/m, agropecuária 1,2% e impostos 0,2%, enquanto serviços ficaram estáveis. Excluindo a agropecuária, o índice recuou 0,1%. O resultado deixa carrego estatístico de -0,7% t/t para o 3T26, enquanto nosso tracking para o PIB do trimestre está em -0,02% t/t (1,54% a/a). Projetamos crescimento de 1,7% para o PIB em 2026 e 1,0% em 2027, com riscos baixistas para o próximo ano;
  • No comércio exterior, o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa, defendeu a diversificação das relações comerciais brasileiras diante das tensões com os dois maiores parceiros do país. O ministro afirmou que o Brasil não pode abrir mão dos Estados Unidos, apesar das dificuldades recentes na relação comercial, e apontou a concorrência chinesa como outro desafio para a indústria doméstica. Nesse contexto, destacou as negociações de novos acordos comerciais e defendeu uma política industrial acompanhada de instrumentos de defesa comercial. Segundo o ministro, o saldo comercial brasileiro estava próximo de US$ 55 bilhões até agosto, com expectativa de superar US$ 90 bilhões no ano;
  • Na agenda internacional, o Banco da Inglaterra (BoE) fará o anúncio de sua decisão de política monetária, devendo manter a taxa de juros em 3,75%, mediante a avaliação de que os riscos de efeitos de segunda ordem na inflação permanecerem baixos, a despeito da contínua incerteza geopolítica. Ademais, serão divulgados os preços ao produtor do Canadá, os pedidos iniciais de seguro-desemprego dos Estados Unidos e os preços ao produtor do Japão. No Brasil, não haverá indicadores macroeconômicos relevantes a serem divulgados.

Empresas

Mineração e Siderurgia: demanda doméstica por aço continua sendo a principal incógnita

  • O sentimento em relação ao setor siderúrgico brasileiro tornou-se mais cauteloso, com a proteção comercial limitando os riscos de queda, mas a demanda instável, a renovada pressão das importações e os descontos pesando sobre o poder de precificação;
  • Para os aços planos, o HRC continua sendo o produto mais pressionado em meio à ampla disponibilidade doméstica, enquanto CRC/produtos revestidos estão perdendo resiliência, uma vez que as cargas a caminho podem interromper a recente redução de estoques;
  • Para os aços longos, a Gerdau continua preservando os preços relativamente melhor, embora a demanda fraca e as taxas de juros elevadas restrinjam a recuperação brasileira, enquanto a América do Norte permanece comparativamente mais firme;
  • No geral, esperamos que os preços domésticos permaneçam sob pressão ao longo do 4T26E, com uma recuperação dependente de paradas de produção no fim do ano, demanda mais forte e disciplina de oferta;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

BradSaúde (SAUD3): nova adição à plataforma Atlântica D’Or

  • A Bradesco Saúde anunciou mais uma adição à plataforma Atlântica D’Or na cidade de Jundiaí, marcando o 12º projeto hospitalar da joint venture;
  • De acordo com o comunicado, a companhia concluiu a aquisição de determinados ativos relacionados à construção e à futura operação do hospital;
  • A estrutura societária segue o modelo adotado nos projetos anteriores, com a Rede D’Or detendo 50,01% e a Atlântica, 49,99%;
  • Avaliamos a transação como positiva para ambas as companhias, considerando o sólido histórico de execução dos projetos recentes, embora Jundiaí possa apresentar um ambiente mais competitivo, especialmente devido à forte presença da Unimed na região.
  • Clique aqui para acessar nosso relatório.

Marcopolo (POMO4): recalibrando para um cenário-base mais cauteloso

  • Estamos rebaixando a Marcopolo para Neutra e introduzindo um preço-alvo para o fim de 2027 de R$5,00/ação, uma vez que as tendências operacionais recentes sugerem visibilidade limitada para uma recuperação mais clara da lucratividade no curto prazo;
  • Nesse sentido, os dados de produção apontam para um 2S26E mais fraco, contrastando com nossas expectativas anteriores de uma aceleração sazonal, com volumes mais fracos e menor alavancagem operacional mantendo a lucratividade abaixo dos níveis alcançados nos últimos anos;
  • Combinando tudo, agora projetamos uma margem EBITDA de 14,9% e lucro líquido de R$950 milhões para 2027E (-19% vs. consenso), com expectativa de que o ROIC convirja para níveis mais próximos do custo de capital da Marcopolo nos próximos anos (o que vemos como uma premissa implícita justa para a lucratividade estruturalmente);
  • Por fim, embora POMO4 já acumule queda de -23% no ano (-16% desde os resultados do 2T26) e um valuation relativamente barato também ajude a reduzir riscos adicionais de queda à frente (P/L 2027E de 5,9x e dividend yield de ~9%, caso nosso cenário-base se mostre correto;
  • Esperamos que o fraco momentum de lucros no 2S26E limite o espaço para uma reprecificação mais significativa no curto prazo, sustentando nossa visão Neutra;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Méliuz (CASH3; Under Review): crescimento volta ao foco; opcionalidades de monetização se expandem

  • Realizamos um NDR no RJ com a Méliuz, representada por Gabriel Loures (CEO) e Márcio Pena (Diretor de RI);
  • Embora nossa cobertura permaneça sob revisão, saímos com uma percepção positiva da estratégia atual e do momento operacional da companhia;
  • O negócio principal de Shopping continua apresentando crescimento saudável, enquanto Beyond E-commerce vem se tornando cada vez mais relevante e permanece como uma importante fonte de opcionalidade de médio prazo, em nossa visão;
  • A recente expansão da base de usuários da Méliuz melhorou sua proposta de valor para marcas e abriu novos caminhos de monetização em campanhas offline, publicidade, aquisição de clientes e, potencialmente, dados;
  • Ao mesmo tempo, a companhia continua operando com uma estrutura de custos enxuta e vê espaço adicional para melhorar a eficiência do cashback;
  • A alocação de capital também permanece favorável, com a administração direcionando a geração de caixa para recompra de ações, enquanto preserva sua exposição econômica ao Bitcoin;
  • De forma geral, a reunião reforçou nossa percepção de que a Méliuz está gradualmente migrando de uma discussão centrada em turnaround/reestruturação para outra focada em crescimento sustentável e melhor monetização de sua base de usuários;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

B3 (B3SA3): ações aceleram, derivativos se estabilizam

  • Em 15 de setembro, a B3 divulgou seus dados operacionais de agosto de 2026;
  • De forma geral, vemos os números mensais como positivos, com atividade mais forte em ações e tendências resilientes em derivativos listados durante o mês;
  • O segmento de ações continuou favorável, com o ADTV atingindo R$30,3 bilhões (+26,1% A/A, +33,8% M/M);
  • O turnover do mercado também seguiu em melhora, alcançando 145,9% (+1.242bps A/A), enquanto a capitalização média de mercado aumentou 13,3% A/A;
  • Os derivativos permaneceram resilientes após meses de desempenho negativo, com o ADV total crescendo 12,5% M/M, apesar da queda de 0,5% A/A;
  • O desempenho foi misto entre os produtos, com a atividade mais forte em contratos de juros em BRL e USD sendo parcialmente compensada pela fraqueza contínua em futuros de criptomoedas e contratos de câmbio;
  • No entanto, o RPC recuou 14,0% A/A e 3,3% M/M, limitando a captura de receita;
  • Os números de Renda Fixa foram encorajadores, com as novas emissões crescendo 0,5% A/A e os saldos em aberto aumentando 14,8% A/A;
  • Por fim, os derivativos de balcão apresentaram crescimento saudável, com novas emissões e volume em aberto avançando 46,1% e 14,7% A/A, respectivamente;
  • Embora vejamos as ações já refletindo um ambiente operacional mais construtivo na comparação anual e a atividade de derivativos ainda sem demonstrar uma recuperação mais consistente, continuamos vendo uma relação risco-retorno equilibrada e mantemos nossa recomendação Neutra para a B3;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Acionistas da Emae aprovam incorporação da totalidade de ações da empresa pela Sabesp (Valor Econômico);
  • UE sinalizou que voltará a comprar frango, diz Ministério da Agricultura (Globo Rural);
  • Braskem foi mais afetada que rivais por ciclo de baixa (Valor Econômico);
  • Brasil e EUA abordam tarifas às vésperas das eleições (Valor Econômico).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX fecha quarta-feira em ligeira queda de 0,06%, aos 3.742,57 pontos (Suno Notícias);
    • Corte da Selic impacta os fundos de papel? Vale a pena investir? (FIIs);
    • Ofertas no mercado de capitais recuam 16% em um ano, aponta Anbima (InfoMoney);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • JS Real Estate (JSRE11) | Dividend yield e desconto elevados sustentam nossa visão positiva
    • Nossa Recomendação de Compra está fundamentada nos seguintes fatores:
    • Portfólio composto por imóveis de alto padrão e bem localizados;
    • Preço atrativo sob diferentes métricas de avaliação;
    • Melhora da estrutura de capital;
    • Potencial de crescimento do resultado recorrente, sustentado pela baixa vacância e pelo potencial de repactuação dos aluguéis defasados;
    • Dividend yield elevado, com potencial de aumento dos proventos distribuídos;
    • Clique aqui para mais informações.

ESG

Google anuncia maior compra de remoção de carbono da história da companhia | Café com ESG, 17/09

  • O pregão de quarta-feira fechou em território misto, com o IBOV recuando 0,51% e o ISE avançando 0,62%.
  • Do lado das empresas, o Google anunciou a maior compra de remoção de carbono da história da companhia, em parceria com a empresa Terradot, que atua no Brasil e nos Estados Unidos – o projeto deverá gerar 1 milhão de toneladas métricas de créditos de abatimento de metano até 2030 e 1 milhão de toneladas de créditos de remoção de carbono até 2040 a partir do intemperismo acelerado de rochas, processo pelo qual determinadas rochas absorvem CO₂ da atmosfera.
  • Na política, (i) o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o leilão do Eco Invest concluído nesta quarta-feira deve mobilizar pelo menos R$ 7 bilhões para projetos de terras raras e minerais críticos – segundo Durigan, os R$ 7 bilhões destinados à cadeia de minerais críticos integram um volume de R$ 190 bilhões levantados para financiar iniciativas relacionadas ao que chamou de “indústria do futuro”; e (ii) o presidente Lula sancionou a lei que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos com objetivo de transformar as reservas minerais brasileiras em uma indústria de maior valor agregado – o presidente também assinou o decreto que institui o Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE), que ficará responsável por definir e atualizar a lista de minerais críticos e estratégicos, indicar projetos prioritários, estabelecer diretrizes para habilitação aos incentivos e elaborar o plano nacional para o setor.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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