IBOVESPA + 3,05% | 185.205 Pontos
CÂMBIO – 0,6% | 5,12/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de quarta-feira em forte alta de 3,1%, aos 185.205 pontos, no 11º pregão consecutivo de ganhos. O mercado repercutiu positivamente o cenário político doméstico, o que provocou fechamento da curva de juros e ampliou o apetite por ações brasileiras.
Magazine Luiza (MGLU3, +16,9%) liderou os ganhos do índice após anunciar uma parceria com o Mercado Livre para vender cerca de 27 mil produtos de seu estoque próprio no marketplace da rival, com entregas realizadas pela Magalog.
Na ponta negativa, Cosan (CSAN3, -4,5%) liderou as quedas do índice, pressionada pelas preocupações persistentes com seu endividamento e pela falta de definição sobre a possível venda de uma participação na Rumo.
Renda Fixa
Os juros futuros fecharam em queda ontem. Nos EUA, após as fortes altas recentes motivadas pela escalada das tensões no Oriente Médio e pela valorização do petróleo, os rendimentos recuaram com investidores monitorando indicadores de atividade e declarações de dirigentes do Fed, com a T-note de 2 anos a 4,37% (-3 bps), a T-note de 10 anos a 4,78% (-1 bp) e o T-bond de 30 anos a 5,26% (-1 bp).
No Brasil, a curva apresentou fechamento expressivo, especialmente nos vértices mais longos, impulsionada pelas Treasuries, pela leitura de uma economia mais fraca após a produção industrial de julho crescer abaixo do esperado e pela redução de prêmio de risco associado a ruídos eleitorais, com o DI jan/27 a 13,58% (-1 bp), o DI jan/29 a 13,95% (-16 bps) e o DI jan/31 a 14,20% (-19 bps). A NTN-B acompanhou o movimento, com a B29 a 7,89% (vs. 7,95%), a B35 a 7,86% (vs. 7,95%) e a B50 a 7,51% (vs. 7,55%).
Mercados globais
Nesta quinta-feira, os futuros nos EUA operam próximos da estabilidade (S&P 500: +0,1%; Nasdaq 100: +0,1%), depois que os principais índices interromperam na véspera uma sequência de três quedas, e com o rendimento do Treasury de dez anos recuando cerca de dois pontos-base, para 4,78%. Na Europa, o Stoxx 600 opera em alta de 0,1%, recuperando-se da mínima de um mês da sessão anterior. Na Ásia, os mercados fecharam mistos: o Nikkei 225 (Japão) recuou 0,8%, enquanto na China o CSI 300 avançou 0,1% e o Hang Seng recuou 0,4%, por outro lado, o Kospi (Coreia) subiu 0,3%.
O mercado acompanha a reação aos resultados da Broadcom, que recuou cerca de 3% após o fechamento de quarta-feira, frustrando investidores que aguardavam elevação maior do guidance de inteligência artificial. No campo geopolítico, o petróleo segue sustentado pela escalada no Oriente Médio, depois que um navio-tanque foi atingido por projéteis ao cruzar o Estreito de Ormuz; o Brent avança 0,3%, para próximo de US$ 96/barril. Os investidores também direcionam o foco para o relatório de payroll de agosto, nesta sexta-feira, que o consenso espera criação de 58 mil vagas.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de quarta-feira em alta de 0,32%, aos 3.753,87 pontos, acompanhando o fechamento da curva de juros diante dos sinais de desaceleração da atividade econômica, após a produção industrial de julho surpreender negativamente, e da redução dos prêmios de risco ligados ao cenário eleitoral.
Os ganhos foram liderados pelas lajes corporativas, que avançaram 1,42%, seguidas pelo segmento de multiestratégia/FOFs (+0,63%). Os fundos de tijolo registraram valorização de 0,45%, impulsionados principalmente pelas lajes corporativas, enquanto os fundos de shoppings (+0,14%) e ativos logísticos (+0,11%) apresentaram altas mais moderadas. Já os fundos de recebíveis avançaram 0,28%, ao passo que os fundos híbridos encerraram a sessão com ganho de 0,11%.
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram TRBL11 (+5,1%), HSAF11 (+3,9%) e RBRF11 (+3,5%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por VILG11 (-1,3%), HCTR11 (-1,3%) e XPSF11 (-1,2%).
Economia
O preço do petróleo voltou a subir com a continuidade das hostilidades entre Estados Unidos e Irã e o tráfego ainda restrito pelo Estreito de Ormuz, levando o Brent a US$ 95,63 por barril e o WTI a US$ 91,01 por barril. Nos Estados Unidos, a criação de vagas privadas desacelerou mais do que o esperado em agosto, enquanto a produção doméstica de petróleo permaneceu próxima de máximas históricas.
No Brasil, a produção industrial avançou apenas 0,2% em julho e manteve um carrego estatístico negativo para o terceiro trimestre, reforçando os sinais de estagnação da atividade.
Na agenda, serão divulgados o ISM de serviços, o índice de gerentes de compras (PMI) de serviços e composto da S&P, a balança comercial e os pedidos iniciais de seguro-desemprego dos Estados Unidos. No Brasil, não há indicadores econômicos relevantes programados.
Veja todos os detalhes
Economia
Petróleo permanece pressionado por Ormuz enquanto atividade industrial perde força no Brasil
- O preço do petróleo voltou a fechar em alta com a continuidade da troca de ataques entre Estados Unidos e Irã e a redução do tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz. O Brent avançou 1,04%, para 95,63 dólares por barril, enquanto o WTI subiu 0,88%, para 91,01 dólares por barril. As forças iranianas relataram ataques simultâneos a bases americanas em diferentes países da região, enquanto Washington reiterou que seguirá pressionando Teerã. Além do risco militar, ataques a embarcações vêm aproximando a guerra da cadeia física de suprimento de petróleo. Os estoques americanos da commodity também recuaram de forma inesperada na última semana, enquanto a Opep deve manter sua política de produção inalterada para outubro;
- Nos Estados Unidos, o emprego no setor privado aumentou em apenas 38 mil vagas em agosto, abaixo das 48 mil esperadas e das 46 mil registradas em julho após revisão. A leitura reforça uma moderação no ritmo de contratações, embora outros indicadores ainda apontem para um mercado de trabalho relativamente equilibrado: havia 1,05 vaga em aberto para cada desempregado em julho. O resultado aumenta a importância dos próximos dados oficiais de emprego para avaliar a força do mercado de trabalho e as implicações para a política monetária do Fed (banco central);
- O índice de preços ao produtor (PPI) da zona do euro subiu 1,6% em julho, ante junho, segundo dados publicados nesta quinta-feira pela Eurostat, como é conhecida a agência oficial de estatísticas da UE (União Europeia). O resultado superou o consenso de mercado de 1,3%. Na comparação anual, o índice acelerou a alta de 4,6% em junho para 5,8% em julho;
- No Brasil, a produção industrial avançou 0,2% m/m em julho, em linha com nossa projeção, interrompendo duas quedas consecutivas, mas abaixo do consenso de 0,5%. Na comparação anual, houve retração de 0,5%. Apesar da alta mensal, a indústria permanece 2,4% abaixo do pico de abril e entra no 3T26 com carrego estatístico de -1,3% t/t. A transformação cresceu 0,5% no mês, enquanto a extrativa caiu 1,0%. Bens de capital e duráveis apresentaram desempenho positivo, mas a leitura anual segue fraca, com a expansão acumulada no ano concentrada quase integralmente na indústria extrativa. Nosso tracking para o crescimento do PIB do 3T26 está em 0% t/t, reforçando o viés de baixa para nossas projeções atuais de 2,0% para 2026 e 1,0% para 2027;
- Na agenda internacional, destaque para a divulgação do ISM de serviços de agosto nos Estados Unidos (expectativa: 54,0 pontos), além da balança comercial de julho, dos pedidos semanais de seguro-desemprego e do PMI composto final da S&P Global. No Brasil, não há indicadores econômicos relevantes previstos para o dia.
Empresas
Eneva (ENEV3): avançando a todo vapor
- Surge uma Nova de Alocação de Capital com Potencial de Geração de Valor, Somada a Fortes Méritos Estratégicos
- Hoje, mais cedo, a Eneva anunciou a conclusão de mais uma alocação de capital altamente geradora de valor, com VPL estimado em R$ 1,7 bilhão;
- A companhia chegou a um acordo com a Diamante Energia, compradora da recém-vendida termelétrica a carvão Pecém, por meio do qual manterá 100% dos ativos termelétricos do Hub Ceará;
- Em contrapartida, a Diamante anunciou a aquisição da Itaqui, última usina a carvão da Eneva;
- Além disso, a Diamante desembolsará R$ 400 milhões em caixa e poderá desembolsar outros R$ 467 milhões caso o contrato da Itaqui no LRCAP seja antecipado;
- No total, estimamos que a transação gere entre R$ 1,7 bilhão e R$ 2,2 bilhões em valor, equivalente a aproximadamente 3% do valor de mercado da Eneva;
- Também identificamos outros catalisadores de curto prazo que podem se materializar: i) a opção de compra de uma participação de 49% no projeto Hub Sudeste pode não ser exercida, permitindo que a Eneva potencialmente mantenha 100% do ativo, o que representaria um VPL adicional de R$ 1,8 bilhão; e ii) caso a ANEEL decida cancelar efetivamente os 1,8 GW conquistados pela EPP no leilão, a Eneva poderá ser convocada para desenvolver outros 800 MW, que também deverão apresentar elevado potencial de geração de valor;
- A Eneva, para a qual mantemos recomendação de compra, continua sendo uma de nossas ações preferidas, e esses potenciais catalisadores de curto prazo deverão contribuir para a continuidade do momentum positivo;
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CSN (CSNA3) & CSN Mineração (CMIN3): revisitando a equação de caixa do grupo
- A tese das ações da CSN tem permanecido sob pressão (CSNA3 -36% no acumulado do ano), refletindo preocupações com FCF/balanço patrimonial em meio a um ambiente de taxas de juros elevadas por mais tempo;
- Acreditamos que os tradicionais motores de geração de caixa do grupo tenham se tornado menos favoráveis recentemente, com (a) fundamentos mais fracos do minério de ferro e (b) um cenário desafiador para as operações de siderurgia;
- Dito isso, realizamos uma análise aprofundada das necessidades de caixa da CSN até 2030E, e nossa conclusão é que a companhia deve ser capaz de cumprir suas obrigações, contando com um plano abrangente (embora crível) de financiamento, que esperamos ser o mandato mais importante de Fabio Schvartsman como novo CEO da CSN;
- Nesse sentido, estimamos uma necessidade total de caixa de ~R$41 bilhões entre o 3T26 e 2030E, a ser atendida por meio de:
- (i) refinanciamento de dívidas bancárias (~R$20 bilhões), (ii) pré-pagamentos de minério de ferro (~R$13 bilhões) e (iii) vendas de ativos (~R$17-18 bilhões);
- Embora esperemos que a CSN atenda gradualmente às suas necessidades de liquidez, a execução continua sendo crítica, razão pela qual mantivemos a recomendação Neutra para as ações;
- Mas observamos uma assimetria positiva para as ações, uma vez que acreditamos que a desalavancagem seja alcançável;
- Para a CMIN, acreditamos que o valuation continua pouco atrativo, com os múltiplos atuais já precificando as perspectivas de crescimento de volumes em meio à revisão para baixo de nossas premissas para o minério de ferro;
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Telecom: Data expert | Monitor Anatel – Julho 2026
- A Anatel divulgou a base de assinantes referente a julho/26;
- Segmento móvel (ex-M2M): O pós-pago segue avançando e já representa aproximadamente 58% da base total de acessos, com 733 mil adições líquidas no mês. Em contrapartida, o pré-pago perdeu 218 mil acessos. No consolidado, a base total alcançou 220 milhões de acessos. Em termos líquidos e na comparação mensal, Vivo, Claro e TIM adicionaram 250 mil, 91 mil e 36 mil clientes, respectivamente;
- A Vivo adicionou 345 mil clientes no pós-pago e perdeu 96 mil no pré-pago durante o mês. Na comparação anual, a companhia ganhou 3,003 mil clientes no pós-pago (+6% A/A), mas perdeu 1,920 mil no pré-pago (-6% A/A), resultando em um saldo líquido positivo de 1,083 mil clientes nos últimos 12 meses;
- A Claro adicionou 139 mil clientes no pós-pago e perdeu 47 mil no pré-pago durante o mês. Na comparação anual, a companhia ganhou 3,514 mil clientes no pós-pago (+9% A/A), mas perdeu 977 mil no pré-pago (-3% A/A), resultando em um saldo líquido positivo de 2,537 mil clientes nos últimos 12 meses;
- A TIM adicionou 125 mil clientes no pós-pago e perdeu 88 mil no pré-pago durante o mês. Na comparação anual, a companhia ganhou 1,131 mil clientes no pós-pago (+5% A/A), mas perdeu 2,460 mil no pré-pago (-8% A/A), resultando em uma perda líquida de 1,330 mil clientes nos últimos 12 meses;
- A NuCel atingiu 1,11 milhão de clientes e continua apresentando um forte ritmo de adições líquidas;
- Banda larga: Considerando todas as tecnologias de banda larga, a Vivo registrou 70 mil adições líquidas em julho. No FTTH, Vivo e Claro lideraram o mercado, com 76 mil e 122 mil adições líquidas, respectivamente;
- Brisanet e Unifique apresentaram crescimento moderado, enquanto Alloha e Vero continuaram registrando perdas de clientes;
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Biocor passa a integrar a Atlântica D’Or
- Hoje, a Rede D’Or e a BradSaúde anunciaram um acordo para incorporar o Hospital Biocor, localizado em Nova Lima (MG), à parceria Atlântica D’Or;
- A transação envolve um investimento de R$130 milhões, com a Rede D’Or detendo 50,01% de participação e a Atlântica (BradSaúde), 49,99%;
- Vemos a operação de forma positiva para ambas as companhias, pois fortalece sua presença no segundo maior mercado de planos de saúde do Brasil, uma região amplamente dominada pela Unimed e onde a Mater Dei é a principal operadora de hospitais privados premium;
- Acreditamos que a parceria pode melhorar a rentabilidade do Biocor (margem EBITDA atual de aproximadamente 15%), ao mesmo tempo em que abre espaço para uma expansão adicional de leitos na região, impulsionada por um maior volume de pacientes provenientes da SulAmérica e da BradSaúde;
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Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- Após briga de sócios, Azzas será dividida em três: Arezzo, Soma e Farm (Pipeline Valor);
- Matrix vende cinco usinas para Energisa e negocia restante do portfólio (Pipeline Valor);
- Saldo ‘problemático’ de crédito rural bate recorde (Globo Rural);
- Selic menor ganha espaço nas apostas do mercado com atividade fraca e eleição apertada (Valor Econômico).
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Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- Associação de fundos imobiliários já representa R$ 40 bi em investimentos sob gestão (Estadão);
- Fundos imobiliários: por que os galpões logísticos estão resistindo melhor à pressão do mercado? (Valor Investe);
- IFIX sobe 0,32% e fecha aos 3.753,87 pontos (FIIs);
- Clique aqui para acessar o relatório.
- BTLG11 reforça exposição ao eixo logístico de São Paulo
- O BTLG11 concluiu a aquisição do ativo logístico BTLG Guarulhos I por R$ 375 milhões, imóvel com 95,3 mil m² de ABL, elevado padrão construtivo e atualmente 100% locado;
- A transação foi estruturada com pagamento de 60% à vista e 40% em 18 meses, corrigidos pelo IPCA;
- Segundo a gestão, a operação apresenta cap rate de entrada de 9,1% e yield médio estimado de 15,2% nos próximos 18 meses;
- Com a aquisição, a participação dos ativos localizados em um raio de 30 km da cidade de São Paulo passa de 38% para 42% da receita do portfólio;
- Avaliamos a operação de forma positiva;
- Clique aqui para entender mais sobre a nossa visão.
- Carteira Recomendada XP FIIs – Carteira Viva de Renda com FIIs – Setembro/26
- Atualizamos a carteira Viva de Renda com FIIs para o mês de setembro de 2026;
- Em agosto a carteira registrou queda de 1,0%, ficando acima do IFIX, que recuou 1,5% no período. Além disso, entregou um dividend yield mensal de 1,02%, equivalente a 12,2% em termos anualizados;
- Com isso, a carteira acumula valorização de 10,6% nos últimos 12 meses, correspondente a 129,3% do IFIX e a 74,12% do CDI acumulado no período;
- Clique aqui para mais informações.
- ETF Brief: Novos ETFs de inflação, infraestrutura e small caps ampliam a B3 enquanto carteiras XP avançam e cripto, espaço e commodities diversificam a oferta global
- XP Asset lança ETF XCAP11, focado em empresas Small Caps (InfoMoney)
- Grão lança ETF de títulos que acompanham inflação e Selic (Valor Investe)
- BTG lança DINF11, primeiro ETF híbrido de infraestrutura em parceria com o BNDES (Money Times)
- Carteira Brasil de ETFs XP — Setembro de 2026: as carteiras registraram alta de 1,13% no perfil conservador, 1,74% no moderado e 2,13% no sofisticado. (XP Research)
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Senado aprova PL dos Minerais Críticos | Café com ESG, 03/09
- O pregão de quarta-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 3,05% e 2,97%, respectivamente.
- Do lado das empresas, de olho em governança corporativa, a Azzas 2154 anunciou nesta quarta-feira que seus acionistas controladores, Alexandre Birman e Roberto Jatahy, chegaram a um acordo que vai resultar na divisão da companhia em três novas empresas – a operação vai consistir em uma cisão parcial com a segregação das marcas e ativos entre Arezzo&Co e Soma, preservando a proporcionalidade das participações dos atuais acionistas no capital social de ambas.
- Na política, (i) aprovado pelo Senado, o Redata foi bem recebido pela indústria de infraestrutura digital e por diferentes segmentos do setor de energia, que enxergam na política uma oportunidade para novas demandas – como exemplo, uma das emendas ampliou as fontes permitidas para atender a demanda de energia de data de center de “limpas ou renováveis”, para “renováveis ou de baixa emissão”, abrindo caminho para o gás natural, a energia nuclear e a geração térmica com biogás; e (ii) o Senado aprovou nesta quarta-feira o projeto de lei (PL) 2.780, que regulamenta a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos do Brasil, e tem como objetivo reposicionar o país na cadeia global, de exportador de minério bruto para produtor de bens de maior valor agregado – sem mudanças relevantes no texto que veio da Câmara dos Deputados, a proposta segue agora para sanção presidencial.
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