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Brasil e EUA decidem juros; veja o que impacta o mercado hoje

Decisão de taxa de juros no Brasil e Estados Unidos são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 20/09/2023

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IBOVESPA -0,37% | 117.846 Pontos

CÂMBIO +0,35% | 4,87/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

Em dia de cautela nos mercados antes das decisões de política monetária no Brasil e nos EUA, o Ibovespa teve queda de 0,4%, fechando aos 117.846 pontos. As performances positivas de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4), que subiram 0,2% no dia, impediram um desempenho mais fraco do índice.

Renda Fixa

As taxas futuras de juros tiveram um dia de forte alta, puxada pelo aumento dos rendimentos das Treasuries, os títulos soberanos dos EUA. Os agentes permanecem cautelosos com a subida das commodities, enquanto aguardam as importantes decisões da política monetária americana e brasileira na “superquarta”. DI Jan/24 ficou em 12,27%, mesmo patamar do ajuste anterior; DI Jan/25 saiu de 10,426% para 10,50%, DI Jan/27 oscilou de 10,34% para 10,45%, e DI Jan/31 variou de 11,19% para 11,30%.

Mercados globais

Nos Estados Unidos, os futuros negociam em alta nessa quarta-feira (S&P 500: 0,2%; Nasdaq 100: 0,1%), no aguardo da decisão de política monetária do Federal Reserve. O mercado espera manutenção da taxa de juros americana no atual patamar (de 5,25%-5,50%), mas segue atento para sinalizações em relação ao longo prazo. As treasuries de 10 anos voltaram a atingir máxima desde 2007. O preço do barril do petróleo teve uma leve queda em relação à sua máxima recente, mas as preocupações em relação à oferta e ao risco inflacionário seguem.

Na Europa, os mercados operam com ganhos (Stoxx 600: 0,6%). As ações dos setores de varejo lideram a alta, enquanto o setor de óleo e gás tem as maiores perdas no dia, refletindo a queda do preço da commodity no dia. Dados de inflação no Reino Unido vieram abaixo das expectativas, auxiliando a narrativa de desinflação e ajudando a bolsa.

Na China, a bolsas caíram (CSI 300: -0,4%; HSI: -0,6%) após o banco central do país (PBoC) manter as taxas de juros de 1 e 5 anos inalteradas em 3,45% e 4,2%, respectivamente, frustrando expectativa de avanço dos estímulos para a economia local. A atividade econômica chinesa vem mostrando sinais de estabilização no período recente, como reflexo dos estímulos governamentais anunciados gradativamente.

Economia

Na agenda desta quarta-feira, destaque para as decisões de política monetária nos EUA e no Brasil. O banco central americano deve anunciar a manutenção de sua taxa de juros de referência no intervalo entre 5,25% e 5,50%. Por sua vez, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil) deve reduzir a taxa Selic novamente em 0,50 p.p., de 13,25% para 12,75%. Esperamos uma decisão unânime desta vez. A partir das 19h30, os experts da XP se reúnem ao vivo para comentar os impactos das decisões de juros. Assista aqui.

Conforme divulgado ontem, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)proxy mensal do PIB do Brasil – subiu 0,4% em julho ante junho, em linha com a projeção do mercado. Este resultado é compatível com a nossa expectativa de estabilidade do IBC-Br (e do PIB) no 3º trimestre. Em nossa opinião, a atividade doméstica irá desacelerar gradualmente ao longo deste semestre. Projetamos que o PIB do Brasil crescerá 2,8% em 2023.     

Veja todos os detalhes

Economia

Superquarta da política monetária: decisão de juros nos EUA e Brasil                      

  • Conforme esperado, o Banco Popular da China (PBoC, em inglês) manteve sua taxa de juros de referência de 1 ano em 3,45%, após corte em agosto (o segundo em três meses). Por sua vez, a taxa de juros de 5 anos permaneceu em 4,2%. A maioria dos empréstimos na China são baseados na taxa de 1 ano, enquanto a taxa de 5 anos influencia os preços das hipotecas. A atividade econômica chinesa vem mostrando sinais de estabilização no período recente, como reflexo dos estímulos governamentais anunciados gradativamente;
  • Na agenda desta quarta-feira, destaque para as decisões de juros nos EUA e no Brasil. O comitê de política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano) deve anunciar a manutenção de sua taxa de juros de referência no intervalo entre 5,25% e 5,50%. Acreditamos que o Fed não se comprometerá com a decisão na reunião seguinte, em linha com o grau de incertezas ainda elevado no ambiente macroeconômico. Isto posto, não vemos necessidade de alta adicional na taxa de juros básica dos EUA. Prevemos que o banco central iniciará um ciclo de flexibilização monetária gradual no 2º trimestre de 2024, com a taxa de juros encerrando o ano em 4,00%. Por sua vez, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil) deve cortar a taxa Selic novamente em 0,50 p.p., de 13,25% para 12,75%. Esperamos uma decisão unânime desta vez. Em nossa opinião, o ritmo de 0,50pp parece ser o mais seguro para garantir juros mais baixos de forma sustentável adiante. Com projeções de inflação acima da meta, indicadores de atividade surpreendendo positivamente e preços do petróleo em alta, consideramos improvável uma aceleração no ritmo de redução da taxa Selic nos próximos meses;
  • Conforme divulgado ontem, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) – proxy mensal do PIB do Brasil – subiu 0,4% em julho ante junho, em linha com a projeção do mercado. A despeito disso, o indicador registrou queda de 1% no trimestre móvel encerrado em julho, enquanto o efeito de carrego estatístico para o 3º trimestre (ou seja, assumindo taxas de variação nulas em agosto e setembro) aponta para estabilidade versus o 2º trimestre. Por sua vez, nosso Tracker XP – estimativa de alta frequência – para o PIB indica ligeira queda de 0,1% no período. Em nossa opinião, a atividade doméstica irá desacelerar gradualmente ao longo deste semestre. A dissipação do choque positivo da agricultura, sinais de moderação no mercado de trabalho e condições de crédito ainda apertadas apoiam esse prognóstico. Projetamos que o PIB do Brasil crescerá 2,8% em 2023.

Empresas

Relatório Temático: Impactos do El Niño; O vento clama

  • Em nosso primeiro relatório da série sobre os impactos do El Niño, realizamos uma análise de regressão linear para testar a hipótese da influência dos fenômenos climáticos El Niño e La Niña na geração de energia eólica. Além disso, também agregamos os resultados de acordo com as regiões e empresas;
  • Ao contrário da visão comum, os resultados não indicam que a geração eólica deve ser mais forte no Nordeste e mais fraca no Sul em episódios de El Niño;
  • Nossa análise não identificou nenhuma relação estatisticamente significativa entre os eventos El Niño ou La Niña e a geração de energia em 39 dos 47 parques analisados neste relatório;
  • Confira aqui o relatório.

Lavvi (LAVV3): Entendendo os Próximos Passos no Segmento de Baixa Renda

  • Realizamos uma reunião com Sandra Attié (CFO), Francisco de Paula (Gerente de RI) e investidores locais para discutir as perspectivas da empresa para o 2º semestre de 2023 e 2024;
  • As principais conclusões foram:
    • O 3º trimestre deve ter falta de lançamentos, mas uma perspectiva positiva para as vendas do projeto Saffire e a rotatividade de estoque devem sustentar um nível razoável de reconhecimento de receita;
    • O segmento de baixa renda deve contribuir com 1/3 do pipeline de lançamentos, chegando a cerca de R$ 1 bilhão por ano no futuro;
    • Dois projetos no banco de terrenos (~R$ 1,4 bilhão em VGV) devem se beneficiar da recente revisão do Plano Diretor de SP (aproximadamente 10% de VGV adicional);
  • Mantemos nossa recomendação de compra para LAVV3 com preço-alvo de R$ 9,40/ação para o final de 2023;
  • Clique aqui para o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • IPOs nos EUA abrem caminho para retomada de ofertas no Brasil (Valor);
    • Apple anuncia iPhone como “maquininha” de cartão para empresas do Brasil (InfoMoney);
    • Estrangeiros sacam R$ 221,6 milhões da bolsa de valores em 15 de setembro (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • Brisanet chega a 1,242 milhão de assinantes em agosto (telesintese);
    • Anatel fixa prazo de um ano para reduções de capital da Vivo (TELETIME);
    • Modelo de franquias da Algar completa cinco anos; veja números (TELETIME);
    • IA generativa chega ao computador pessoal e deve estimular novo ciclo de vendas (Valor);
    • Clique Aqui para acessar o relatório.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Shein começa a vender produtos de até US$ 50 sem imposto de importação (Valor);
    • Rivais da Shein no varejo brasileiro dizem que chinesa não pode pagar ICMS no lugar do consumidor (O Globo);
    • Renner investe R$ 40 milhões em tecnologia para criação e produção de coleções (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Bebidas
      • AB InBev sinaliza novo foco na Michelob Ultra em meio à rivalidade com cervejas light (Reuters);
    • Alimentos
      • No “primeiro tempo” de follow on, Marfrig garante mais R$ 1,67 bilhão no cofre (AgFeed);
      • Cacau Show mira aquisição no exterior e supera disputa por Kopenhagen: “Crescemos uma CRM por ano” (Pipeline);
    • Agro
      • Primeiro navio de grãos desde julho sai do porto ucraniano no Mar Negro (Bloomberg);
      • Mercado de fertilizantes segue lento no Brasil (Globo Rural);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Agenda de empresas: Sabesp recebe sinal verde para contratar bancos para oferta de ações (Valor Econômico);
    • Aneel adia decisão a sobre créditos tributários (Canal Energia);
    • Biometano pode gerar ao Brasil R$ 200 bilhões por ano em 2050 (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Combustível XP: As principais notícias que movem o setor de Óleo & Gás
    • PetroReconcavo faz nova perfuração na Bacia Potiguar (Petróleo Hoje);
    • Seacrest inicia perfuração no Espírito Santo, de olho no aumento da produção de óleo e gás (EPBR);
    • Apollo desistiu da Braskem porque encontrou as portas fechadas na Petrobras e no governo, diz fonte (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Estratégia

Pesquisa com assessores XP – Intenção de aumentar alocação em ações continua alta

  • Nesta edição de nossa pesquisa com assessores e escritórios filiados à XP, continuamos a ver um sentimento positivo dos respondentes e seus clientes em relação à Bolsa;
  • A partir das respostas, destacamos os seguintes pontos:
    • 98% dos respondentes indicaram que seus clientes planejam aumentar ou manter a exposição a ações, em linha com o mês anterior;
    • o otimismo com a Bolsa persiste, mas perdeu força em relação ao último mês, com 71% dos assessores sinalizando sentimento positivo;
    • além de ações, Fundos Imobiliários continuam sendo os ativos com maior interesse; e
    • o risco fiscal doméstico é visto como o principal risco, seguido pelo crescimento econômico fraco na China.
  • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

Análise (Crédito): Arteris S.A. e Litoral Sul

  • A Arteris possui 6 concessões federais e duas estaduais (SP), sendo a Litoral Sul a mais representativa individualmente, com 19% da receita líquida consolidada em 2022.
  • O tráfego de suas rodovias cresceu 2% no primeiro semestre de 2023 (6M23) em relação ao mesmo período de 2022.
  • No 2T23, a Arteris reportou crescimentos de 18% na receita e 17% EBITDA, respectivamente, sobre o 2T22.
  • Os principais pontos de atenção da Companhia são relacionados ao endividamento e à alavancagem. A dívida líquida foi de R$ 10,2 bilhões no trimestre e a alavancagem (dívida líquida/EBITDA) fechou em 4,0x, próxima a seu covenant ≤ 4,5x.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Treasury yields hit 16-year high ahead of Fed meeting (Financial Times)
  • Petróleo no caminho do Fed (Valor);
  • Japão suspende importações de carne de aves de MS após caso de gripe aviária (Globo Rural);
  • Empresas de saneamento realizam investimentos menores que o esperado e pressionam metas, diz Fitch (Valor);
  • Moody’s affirms Banco Citibank’s Baa3 deposit ratings; outlook stable (Moody’s Global).
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • FIIs registram 73 mil novos investidores em agosto, elevando total no ano a 328 mil (InfoMoney);
    • XPLG11 fecha novo acordo e reduz vacância para menor nível em 39 meses; Veja quanto o FII vai “ganhar” (FIIs);
    • Fatia de empreendimentos entra no radar de fundos imobiliários (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Presidente Lula reforça agenda do clima em discurso na ONU | Café com ESG, 20/09

  • O mercado encerrou o pregão de terça-feira em território levemente negativo, com o IBOV e o ISE em queda de -0,37% e -0,58%, respectivamente;
  • Do lado das empresas, o número de fundos sustentáveis com sufixo “IS” cresceu neste ano, saltando de 18 em dezembro/22 para 49 até agosto/23, conforme têm saído as aprovações para a nova classificação da Anbima – contudo, gestoras com fundos sustentáveis ainda observam espaço para mais conversas e aderência por parte dos investidores, embora já estejam otimistas com a disseminação do tema no setor;
  • Na política, (i) em discurso ontem na 78ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, o presidente Lula citou a crise climática, bem como a pandemia, crises políticas, racismo e desigualdade como os principais desafios globais atuais – além disso, cobrou a promessa dos países ricos de destinarem US$ 100 bilhões anuais a países em desenvolvimento para o combate aos efeitos da mudança no clima, e alertou para os riscos de fracasso dos objetivos previstos na Agenda 2030; e (ii) o BNDES está trabalhando na estruturação de um projeto nacional para atrair empresas interessadas em atuar no reflorestamento de áreas degradadas – a ideia é financiar e alavancar recursos para que elas possam agir na proteção e regeneração de regiões mais atingidas pelo desmatamento e que formam o “arco do desmatamento”, área da fronteira agrícola entre o Centro-Oeste e Estados da região Norte;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG. 

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