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Bolsas negativas com riscos de mais lockdowns na China; iniciamos cobertura de RAIZ4

Lockdowns na China e eleição na França são alguns dos temas de maior destaque nesta segunda-feira, 25/04/2022

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O que pode impactar o mercado hoje

Destaques da semana

Bolsas amanhecem negativas com riscos de ampliação de lockdowns na China e taxas de juros mais altas. Será uma semana importante para a temporada de balanços do primeiro trimestre, com as big techs americanas divulgando seus resultados e, no Brasil, teremos o balanço da Vale (VALE3) e prévia de resultados da Petrobrás (PETR4). Na agenda de dados econômicos, teremos a divulgação do PIB do primeiro trimestre e dados de inflação medidos pelo PCE nos EUA. No Brasil, teremos a divulgação do IPCA-15 e IGP-M de abril na quarta e quinta-feira, respectivamente. Na sexta-feira do dia 28, o Ministério do Trabalho divulgará os dados do mercado formal de trabalho de março (CAGED).

Brasil

Em semana mais curta devido ao feriado de Tiradentes, o Ibovespa encerrou em queda de -4,4% aos 111 mil pontos, registrando a pior semana desde outubro de 2021. Enquanto isso, o dólar também disparou +4,0%, a maior alta diária em dois anos. Os ativos globais foram pressionados pela fala mais dura do Federal Reserve. Em discurso, o presidente do banco central americano, Jerome Powell afirmou que uma alta de juros mais acelerada seria apropriada para combater a inflação, e sinalizou uma subida de 0,5% estará em discussão já na próxima reunião de maio.

No mercado de juros, os juros futuros encerraram a semana em queda na ponta curta, devido a ajustes de expectativa em torno da próxima reunião do Copom e alta nos vencimentos mais longos, em linha com movimento global de aversão a ativos de risco. A semana também foi marcada por novo aumento nos prêmios dos títulos soberanos pós-fixados (LFT), levando a nova desvalorização do título.

Mundo

Os mercados globais amanhecem negativos (EUA -0,8% e Europa -1,9%) à medida que o avanço dos casos de Covid-19 e as perspectivas mais contracionistas do Federal Reserve contribuem para um movimento de aversão ao risco dos investidores. Nos EUA, a temporada de resultados ganhará tração em semana importante, uma vez que 179 membros do S&P 500 divulgarão seus balanços, incluindo as big techs: Apple, Meta, Amazon, Google e Microsoft. Na Europa, a reeleição do presidente da França, Emmanuel Macron, catalisou novas preocupações com o crescimento econômico da região. O presidente deverá continuar exercendo pressão para um embargo europeu sobre ambos petróleo e gás russos, o que impactará a economia local, ao menos no curto prazo. Na China, o índice de Hang Seng (-3,7%) sofreu a sua maior baixa dos últimos dois anos em consequência do avanço da pandemia em território chinês, ocasionando novas medidas restritivas que terão impacto na atividade econômica do país. Por fim, o petróleo (-4,1%) amanhece em queda com os temores relacionados ao possível crescimento global mais fraco.

Lockdowns na China

O risco de lockdowns mais amplos na China está derrubando preços de commodities e ações hoje. O aumento dos casos de coronavírus em Pequim pode levar a um lockdown sem precedentes da capital, semelhante ao que já está acontecendo em Shanghai. A política de zero-Covid da China já prejudica as perspectivas de recuperação econômica global e intensifica os problemas nas cadeias produtivas globais.

Eleições na França

Emmanuel Macron derrotou a extrema-direita Marine Le Pen e foi reeleito presidente francês. Macron obteve 58,5% dos votos, contra 41,5% de Le Pen. O presidente prometeu enfrentar as “dúvidas e divisões” da França durante seu segundo mandato. Outros líderes europeus reagiram positivamente à vitória de Macron. Segundo o jornal Financial Times, Mario Draghi, primeiro-ministro italiano, chamou a vitória de Macron de “notícias esplêndidas para toda a Europa”.

Início de Cobertura de Raízen (RAIZ4)  + Atualização Cobertura A&A

O risco de lockdowns mais amplos na China está derrubando preços de commodities e ações hoje. O aumento dos caPublicamos um relatório contendo nosso início de cobertura de Raízen (RAIZ4) e a atualização da cobertura de Açúcar & Álcool (RAIZ4, SMTO3, JALL3). Os principais destaques do relatório são: (i) Iniciamos a cobertura de Raízen (RAIZ4) com recomendação de Compra pois entendemos que a empresa é o player mais bem posicionado frente à atual onda de transição energética; (ii) Entendemos que a São Martinho (SMTO3) é o player mais exposto a commodities, principal motivo do nosso rebaixamento para Neutro; e (iii) Reiteramos Jalles Machado (JALL3) como nossa Top Pick, dado que entendemos que as ações apresentaram irracionalmente um desempenho inferior ao setor. Por fim, também publicamos um relatório com a análise ESG de Raízen (link). De forma geral, apesar de fazer parte de um setor sensível, vemos a companhia bem posicionada na agenda ESG, principalmente por três principais razões: (i) a companhia está mais avançada que seus pares no caminho para um futuro mais verde; (ii) uma divulgação de dados ESG de primeira linha; e (iii) metas claras, públicas e definidas para serem cumpridas até 2030.

Economia

Os bloqueios da China atingem os mercados

  • O risco de lockdowns mais amplos na China está derrubando preços de commodities e ações hoje. O aumento dos casos de coronavírus em Pequim pode levar a um lockdown sem precedentes da capital, semelhante ao que já está acontecendo em Xangai. A política de zero Covid da China já prejudica as perspectivas de recuperação econômica global e intensifica os problemas nas cadeias produtivas globais;
  • Emmanuel Macron derrotou a extrema-direita Marine Le Pen e foi reeleito presidente francês. Macron obteve 58,5% dos votos, contra 41,5% de Le Pen. O presidente prometeu enfrentar as “dúvidas e divisões” da França durante seu segundo mandato. Outros líderes europeus reagiram positivamente à vitória de Macron. Segundo o jornal Financial Times, Mario Draghi, primeiro-ministro italiano, chamou a vitória de Macron de “notícias esplêndidas para toda a Europa”;
  • No Brasil, os mercados seguirão de perto a dinâmica do real, após uma forte desvalorização na sexta-feira, com a sinalização de que o aperto monetário nos EUA pode ser mais agressivo do que o esperado. Os juros dos títulos dos EUA estão em queda hoje, o que pode ser um alívio para os ativos brasileiros. Mas o risco de desaceleração na China devido à política de zero Covid está atingindo os preços das commodities, principalmente do minério de ferro, o que não é uma boa notícia para a moeda brasileira;
  • Nesta semana poderão ser divulgados indicadores econômicos do Banco Central, que não foram divulgados devido à greve. Entre eles, os dados de crédito, balanço de pagamentos e o levantamento das projeções econômicas do mercado (Pesquisa Focus). Os servidores do Banco Central anunciaram na semana passada que pausariam a greve já que as negociações estavam progredindo.

Empresas

Iniciando cobertura de Raízen com Compra; Atualizando nossa cobertura de A&A (RAIZ4, SMTO3, JALL3)

  • Estamos atualizando as perspectivas para o setor de A&A, em parte devido à mudança nas perspectivas de oferta e demanda, uma vez que a produção brasileira de açúcar deve aumentar menos do que o esperado, e enquanto a Índia está passando por uma transição de apenas açúcar para um mix com etanol, mas principalmente devido à mudança mundial das fontes de energia, com a tentativa contínua de deixar os combustíveis fósseis para trás;
  • Os principais destaques são:
    • (i) a Raízen (RAIZ4) deverá ser a mais preparada e impactada positivamente devido à sua crescente participação de fontes renováveis de energia;
    • (ii) a São Martinho (SMTO3) é mais rápida para capturar os efeitos de curto prazo dos preços mais altos das commodities, mas continua sendo o player mais cíclico, o principal motivo do nosso rebaixamento para Neutro;
    • (iii) as ações da Jalles Machado (JALL3) apresentam um desempenho inferior ao do setor e sua produção de açúcar orgânico reduz sua exposição ao ciclo, uma premissa fundamental quando os preços de açúcar e etanol se acomodarem, embora em nossa opinião a menor liquidez pode afetar negativamente as ações.
  • Clique aqui para acessar nosso relatório completo.

Bens de Capital: Prévia de Resultados do 1T22

  • Esperamos resultados mistos no 1T22 no setor industrial, com algumas empresas se beneficiando de um forte posicionamento de preços, embora um ambiente de custos inflacionários e gargalos na cadeia de suprimentos tenham impedido outros nomes de melhores perspectivas de receita e rentabilidade;
  • Para a WEG, esperamos que as receitas sigam as tendências positivas observadas nos últimos trimestres (+29% A/A e estável T/T), com a margem EBITDA apresentando melhora em relação ao trimestre anterior (+20 bps), embora em níveis inferiores em relação ao FY2021 (EBITDA +12% A/A e +1% T/T);
  • Para a Embraer, esperamos que a pior sazonalidade do 1T e as entregas mais concentradas no 2S22 impulsionem um desempenho fraco de receita e rentabilidade no 1T22 (receita líquida de ~US$ 610 milhões -25% A/A, com entregas já anunciadas de 14 aeronaves -36% A/A);
  • E para Autopeças destacamos:
    • (i) o sólido desempenho de receita e margem da Randon no 1T22 refletindo preços unitários médios mais altos (que esperamos suavizar a partir do 2T22), com EBITDA de R$ 395 milhões +18% A/A; e
    • (ii) perfil de receita resiliente da Iochpe-Maxion, respaldado por contratos de longo prazo com montadoras, com receita líquida de ~R$4,0 bi +27% A/A e margem EBITDA sólida de 11,7% suportada por um melhor mix de produtos.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Nubank reduz dependência do cartão de crédito e vê crescer a concorrência (Estadão);
    • Banco Inter pede à CVM e à B3 registros de emissor estrangeiro e de programa de BDRs Nível II da Inter&Co (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Pobres são mais da metade da população, apesar de alívio em 2021. (Valor);
    • Varejo se volta para eletroeletrônicos premium, focando no consumidor que pode pagar. (O Globo);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • De novo presencial, Agrishow estima vendas recorde em 2022 (Valor);
    • Açúcar: Safra 2022/23 da Índia deve recuar para 35,8 mi de t, projeta USDA (Notícias Agrícolas);
    • Coca-Cola supera as expectativas de receita com preços mais altos (Reuters);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Gasolina do Brasil é a 3ª mais cara do mundo, atrás de Filipinas e Indonésia, aponta Oxford Economics. (Valor Econômico);
    • Equatorial vende 8,6 milhões de MWh de energia no 1º tri, alta de 3,5%. (Valor Econômico);
    • Petróleo fecha em queda e termina semana com perda acumulada superior a 4,5%. (Valor Econômico); 
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Resultados do Snap e American Express

  • Snap relata semestre desafiador em sua divulgação de resultados;
  • American Express supera expectativas, mas projeções futuras decepcionam;
  • Rede de supermercados Freshippo, do Alibaba, enfrenta forte demanda na China;
  • Recompras de ações seguem forte tendência vista nos anos anteriores;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • Novo fundo de investimento para o agronegócio (Valor);
    • Porque os fundos imobiliários de papel são os melhores para lucrar com a inflação alta (MoneyTimes);
    • Juros e inflação mais altos – reflexos na oferta e demanda do mercado imobiliário global (Suno);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

ESG

Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde; A melhor posicionada do setor para se beneficiar da transição energética adiante

  • Apesar de fazer parte de um setor sensível em termos do pilar E, vemos a Raízen bem posicionada na agenda ESG, tendo a nossa visão ESG positiva para a empresa suportada por três principais razões: (i) a companhia está mais avançada que seus pares no caminho para um futuro mais verde; (ii) uma divulgação de dados ESG de primeira linha; e (iii) metas claras, públicas e definidas para serem cumpridas até 2030;
  • No pilar E, o principal destaque fica para o potencial de descarbonização das operações da Raízen, aliado à geração de energia renovável utilizando o bagaço da cana-de-açúcar, enquanto na frente S, destacamos a sólida gestão de sua complexa cadeia de suprimento, suportada principalmente pela certificação Bonsucro e pelo Programa ELO;
  • Por fim, no G, temos uma visão positiva para a liderança da companhia, enquanto vemos espaço para melhorias no que tange a independência do Conselho e diversidade em posições de gestão. Clique aqui para ler o conteúdo.

Frente ao possível déficit em metais verdes, reciclagem pode ajudar a UE a reduzir emissões | Café com ESG, 25/04

  • O mercado fechou o pregão de sexta-feira em campo negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -2,9% e -1,9%, respectivamente. Na semana, o Ibov recuou -3,6%, enquanto o ISE segurou parte das perdas, mas ainda fechou caindo -3,1%;
  • Do lado das empresas, (i) a Santos, empresa australiana de petróleo e gás, afirmou que possui um projeto de captura e armazenamento de carbono (CCS, na sigla em inglês) que pode sequestrar até 10 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano, parte de seus esforços para tornar a descarbonização um pilar de seu portfólio de negócios, um projeto com potencial para ser o maior projeto de CCS do mundo; e (ii) um grupo que obteve uma vitória sobre a Shell no ano passado – com uma ordem judicial holandesa para aprofundar os cortes de gases de efeito estufa em 45% até 2030 em relação aos níveis de 2019 – alertou o conselho da empresa sobre uma possível responsabilidade pessoal se não implementar o veredicto;
  • No internacional, um estudo realizado pelo grupo industrial Eurometaux mostrou que a União Europeia provavelmente sofrerá graves déficits de lítio, terras raras e outros metais necessários para reduzir as emissões de carbono, o que vai de encontro aos recentes esforços do bloco para se tornar menos dependente da Rússia para energia, mas evidenciou que a reciclagem pode ajudar a preencher a lacuna a partir de 2040. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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