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Bolsas em alta; Livro Bege, prévia do PIB e resultados de empresas em destaque

Livro Bege e resultados globais são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 17/04/2024

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IBOVESPA -0,75% | 124.389 Pontos

CÂMBIO +1,66% | 5,27/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

Ontem, os ativos continuaram reagindo negativamente a um maior sentimento de aversão a risco. No Brasil, o mercado ainda repercutiu o cenário fiscal depois de o governo afrouxar as metas de resultado primário. Com isso, o Ibovespa fechou em baixa pelo quinto pregão consecutivo, aos 124.388 pontos (-0,8%). No câmbio, a alta do dólar acelerou para R$ 5,27 (+1,6%), a maior desde março do ano passado, após ter atingido uma máxima de R$ 5,29 durante o dia. 

Os principais destaques positivos do Ibovespa foram Eztec (EZTC3, +3,0%) e MRV (MRVE3, +2,3%), após divulgarem suas prévias operacionais para o primeiro trimestre de 2024, que foram bem recebidas pelo mercado (clique aqui para acessar nosso relatório sobre Eztec e MRV). Os destaques negativos foram empresas cíclicas como Assaí (ASAI3, -5,3%) e Alpargatas (ALPA4, -5,1%), pressionadas pela abertura da curva de juros futuros.

Renda Fixa

A curva de juros encerrou em alta, em mais uma sessão de forte volatilidade. Além de um cenário global mais arriscado, o mercado não digeriu bem a revisão das metas orçamentárias do governo local e exigiu maior prêmio para alocação em ativos do país, levando ao desmonte de posições em apostas mais otimistas. Com isso, o tradicional leilão de títulos públicos brasileiros desta terça-feira teve emissão de NTN-B com remuneração superior a 6,0% de juro real, o que não era visto desde outubro do ano passado. As Treasuries (títulos soberanos dos Estados Unidos) de 10 anos, por sua vez, atingiram 4,67%, ante 4,63% na véspera. DI jan/25 fechou em 10,29% (15bps vs. pregão anterior); DI jan/26 em 10,66% (25,5bps); DI jan/27 em 11,05% (28,5bps); DI jan/29 em 11,58% (26,5bps).

Mercados globais

Nesta quarta-feira, os mercados operam em alta nos Estados Unidos (S&P 500: 0,4%; Nasdaq 100: 0,3%) após três dias seguidos de queda, com sinalizações piores de política monetária. Ontem, foram divulgados resultados de Bank of America, Morgan Stanley, Johnson&Johnson e UnitedHealth. Para a sessão desta quarta-feira, ASML, Las Vegas Sands e US Bancorp reportam seus balanços do 1º trimestre.

Na Europa, os mercados operam em alta (Stoxx 600: 0,6%), em meio à temporada de resultados local. Na China, a Bolsa de Xangai fechou o dia em alta (CSI 300: 1,6%) e Hong Kong permaneceu estável (HSI: 0,0%).

Economia

Em discursos na terça-feira, dirigentes do Federal Reserve recusaram a fornecer qualquer indicação sobre quando as taxas de juros poderão ser cortadas, dizendo que a política monetária precisa ser restritiva por mais tempo. Jerome Powell, presidente do Fed, apontou que é apropriado dar mais tempo para que a política monetária restritiva funcione. O discurso dos dirigentes reduziu significativamente a probabilidade de cortes em junho, e agora o primeiro corte é esperado apenas para setembro, enquanto as chances de um segundo corte estão diminuindo.

Em sentido oposto, diretores do Banco Central Europeu defenderam um possível corte nas taxas de juros em junho se não houver choques ou surpresas. Na zona do euro, a inflação ao consumidor (CPI) ficou em 2,4%, em linha com o esperado, mostrando desaceleração em relação ao mês anterior, embora serviços se mantenham em torno de 4%.

No Brasil, o boletim Focus mostrou que as expectativas para a inflação de 2025 voltaram a subir, se distanciando ainda mais da meta de 3% definida pelo Banco Central, o que pode afetar as decisões de política monetária neste ano. Na agenda do dia, destaque nos Estados Unidos para a divulgação do Livro Bege, que reúne informações qualitativas sobre as condições econômicas nos distritos onde o Fed atua. No Brasil, teremos a divulgação do IBC-Br, indicador de atividade econômica mensal.

Veja todos os detalhes

Economia

Mercado ajusta estimativas de cortes de juros dos EUA após o discurso de Powell

  • As principais autoridades do banco central dos EUA, incluindo o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, não forneceram qualquer indicação sobre quando as taxas de juros poderão ser cortadas, dizendo, em vez disso, que a política monetária precisa ser restritiva por mais tempo e frustrando ainda mais as esperanças dos investidores de reduções significativas nos custos de empréstimos este ano. Jerome Powell disse que “os dados recentes claramente não nos deram maior confiança e, em vez disso, indicam que é provável que leve mais tempo do que o esperado para alcançar essa confiança”. Ele também acrescentou que “neste momento, dada a força do mercado de trabalho e o progresso da inflação até o momento, é apropriado dar mais tempo para que a política restritiva funcione e deixar que os dados e a evolução das perspectivas nos guiem”. Espera-se que o banco central dos EUA deixe as taxas inalteradas em sua próxima reunião, mas até o início deste mês, analistas e investidores achavam que os cortes nas taxas provavelmente começariam com uma redução inicial de um quarto de ponto percentual na reunião de 11 e 12 de junho do Fed, com mais dois cortes até o final de 2024. Agora, o primeiro corte é esperado para setembro e as chances de um segundo corte estão diminuindo;
  • Na terça-feira, os formuladores de políticas do Banco Central Europeu continuaram a defender um corte na taxa de juros em junho, uma vez que a inflação continua em curso para voltar a 2% até o próximo ano, mesmo que o caminho para os preços ainda se mostre acidentado. O chefe do banco central francês, Francois Villeroy de Galhau, disse que “salvo grandes choques e surpresas, devemos decidir um primeiro corte na taxa de juros no início de junho, seguido por outros em um gradualismo pragmático e ágil”. A Presidente do BCE, Christine Lagarde, fez eco a essa mensagem, argumentando que a inflação está diminuindo muito, como o BCE esperava, e que a nova turbulência no Oriente Médio teve, até agora, pouco impacto sobre os preços das commodities. “Se não houver nenhum choque adicional, será o momento de moderar a política monetária restritiva em um prazo razoavelmente curto”, disse Lagarde. Os mercados agora veem 77 pontos-base de cortes nas taxas este ano, ou três movimentos – uma grande mudança em comparação com seis semanas atrás, quando mais de 100 pontos-base estavam precificados.
  • A inflação nos 20 países que compartilham a moeda euro desacelerou para 2,4% no mês passado, de 2,6% em fevereiro, em linha com uma estimativa preliminar divulgada no início deste mês. Enquanto isso, o crescimento subjacente dos preços, que filtra os preços voláteis de alimentos e energia, caiu de 3,1% para 2,9%, apesar de a inflação de serviços ter se mantido estável em um nível desconfortavelmente alto de 4,0%;
  • No Brasil, a pesquisa Focus apontou que as expectativas para a inflação deste ano caíram de 3,76% para 3,71%, provavelmente refletindo resultados mais benignos no curto prazo. Por outro lado, a inflação do próximo ano foi revisada para cima, de 3,53% para 3,56%. Essa mudança – em linha com o mercado de trabalho ainda sólido e as preocupações com o lado fiscal – poderia influenciar as decisões de política monetária se as projeções de inflação para o próximo ano continuarem a se afastar da meta de 3% estabelecida pelo Banco Central. As projeções do PIB para 2024 subiram pela 9ª semana consecutiva, de 1,90% para 1,95%, enquanto para 2025 e 2026 as projeções permaneceram em 2,0%. Por fim, a taxa de juros Selic para o final do ano de 2024 subiu de 9,0% para 9,13% e permaneceu estável em 8,5% para os anos de 2025 e 2026;
  • Na agenda de hoje, espera-se nos Estados Unidos a divulgação do livro bege, um conjunto de informações anedóticas sobre as condições econômicas atuais nos distritos do Fed. No Brasil, o destaque é o IBC-Br, indicador mensal de atividade econômica divulgado pelo Banco Central. O consenso aponta para um aumento de 0,4% M/M e 2,6% A/A, enquanto estimamos um crescimento de 0,3% M/M e 2,5% A/A.

Empresas

Mineração e Siderurgia: Crescimento do PIB da China no 1T24 acima das estimativas de consenso; Preços do minério de ferro sobem 9% S/S

  • O tema principal da semana é o PIB chinês do 1T24, que veio acima das estimativas de consenso.
    • (i) O crescimento do PIB chinês veio melhor do que o esperado no 1T24 (+5,3% A/A vs. consenso Reuters de +4,6%), apoiado por altos níveis de exportação, maior investimento manufatureiro e aumento do consumo, enquanto os dados de Mar’24 mostraram um fraco desempenho doméstico, com piora nos números do CPI e do PPI, enquanto o setor imobiliário não mostrou sinais de melhora.
    • (ii) Por fim, vemos a Vale precificando o minério de ferro a US$ 93/t, -18% vs. spot de US$ 114/t, enquanto a CMIN está precificando o minério de ferro a US$ 110/t, um desconto de 3% em relação aos preços spot.
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Shoppings e Propriedades Comerciais: O que esperar da temporada de resultados do 1T24

  • Neste relatório, estamos divulgando nossa prévia de resultados do 1T24 para IGTI11, MULT3, ALOS3 e LOGG3;
  • Para os shoppings, esperamos:
    • Taxas de ocupação em níveis mais fortes A/A (+73 bps em média), impulsionando um leve crescimento da receita de aluguel, compensado pela dinâmica negativa do IGP-M e IGP-DI;
    • Crescimento robusto da receita de estacionamento (+11% A/A em média para a cobertura da XP), impulsionado por perspectivas sólidas para o fluxo de veículos e tarifas de estacionamento;
    • Expansão positiva do FFO (estimamos um crescimento médio do FFO de 18% A/A) impulsionado pela redução das despesas financeiras;
  • Para as propriedades logísticas, esperamos:
    • Entregas sólidas juntamente com uma taxa de ocupação robusta, embora ainda esperemos que a lucratividade esteja sob pressão;
  • Em suma, esperamos que a Iguatemi seja o destaque da temporada, mantendo nossa preferência pelo nome (preço alvo de R$ 32,50/unit), seguido pela Multiplan (preço alvo de R$ 35,00/ação);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Bancos: O que esperar da temporada de resultados do 1T24?

  • Para os grandes bancos incumbentes, apesar da sazonalidade historicamente negativa do primeiro trimestre (conhecida como “efeito Pindaíba”, que envolve uma taxa de inadimplência ligeiramente maior devido ao aumento das despesas relacionadas às festas de fim de ano e aos impostos anuais concentrados no início do ano), esperamos que o primeiro trimestre mantenha as tendências observadas no quarto trimestre.
  • Os NPLs ainda se encontram a um nível elevado, mas espera-se que continuem a sua trajetória descendente, e o custo do crédito também deverá diminuir.
  • Consequentemente, prevemos um maior apetite ao risco, com alguns bancos a apresentarem oportunidades de crescimento em linhas de crédito mais arriscadas. BB e Itaú, apesar de enfrentarem comparações desafiadoras, devem manter a recente tendência positiva de crescimento da carteira de crédito e apresentar taxas de inadimplência relativamente estáveis.
  • De forma geral, acreditamos que os resultados do 1T estarão bem alinhados com nossas preferências setoriais, com Itaú e Banco do Brasil se destacando como destaques positivos da temporada.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Data Expert | Acompanhamento de Preços da ANS de Fevereiro de 2024

  • Estamos lançando nosso Acompanhamento de Preços da ANS, no qual acompanhamos e analisamos os dados de reajustes de preços de planos coletivos fornecidos pela ANS. A agência reguladora divulga os dados a cada três meses, e o último conjunto disponível refere-se ao período compreendido entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024. Os destaques dessa edição são:
    • O mercado de planos de saúde tem aumentado os preços em mais de 15% nos últimos meses;
    • A Hapvida (HAPV3), em média, está aumentando os preços nos níveis de mercado, mas observamos que os aumentos do GNDI estão pressionando a taxa para cima, enquanto a operadora original da Hapvida está pressionando a taxa para baixo;
    • SULA (RDOR3), Bradesco e Amil estão aumentando os preços bem acima da média já elevada do mercado; e
    • Os aumentos de preços no mercado de planos odontológicos permanecem controlados no nível de um dígito.
  • Esperamos que as precificações mais agressivas continuem ocorrendo por pelo menos mais um ano no mercado de planos de saúde, à medida que as empresas buscam melhorias de sinistralidade, o que pode continuar limitando o crescimento do mercado;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Vale (VALE3): Relatório de Produção e Vendas do 1T’24 – Desempenho robusto do minério de ferro compensando resultados de metais básicos mais fracos

  • A Vale reportou um desempenho operacional melhor do que o esperado no 1T24, com embarques sólidos de minério de ferro (em meio a um trimestre sazonalmente mais fraco) implicando upside em relação às nossas estimativas (EBITDA aj. do 1T24E atualizado de US$ 3,2 bilhões +14% vs. nossa previsão anterior). Destacamos:
    • (i) Produção de minério de ferro +6% A/A (+4 Mt), impulsionada pelo aumento da produção própria de 1,5 Mt (refletindo maior estabilidade em Vargem Grande e continuidade da melhora do desempenho no S11D) e maiores compras de terceiros de +2,5 Mt;
    • (ii) Embarques de minério de ferro +15% A/A (+3% vs. XPe); e
    • (iii) Preços realizados do minério de ferro de US$ 101/t +2% XPe, com a comparação de -15% T/T afetada desproporcionalmente pelos ajustes provisórios de preços.
  • Por fim, as operações de níquel devem mais uma vez ser o ponto fraco em relação aos resultados do 1T24, refletindo a contínua pressão sobre as perspectivas de preços e a fraca produção.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • Fusões e aquisições começam a dar sinais de melhora no ano (Valor);
    • BBAS3: Banco do Brasil puxa perdas dos grandes bancos após desdobramento de ações (InfoMoney);
    • Estrangeiros sacam R$ 645 milhões na Bolsa em 12 de abril (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Tech XP: Notícias diárias do setor de Telecom e Tecnologia
    • Em breve.
  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Em reunião com Lula, Mercado Livre anuncia investimentos e pede fim de isenção para importações: Assunto é alvo de polêmica e debates dentro do governo desde o ano passado, quando o fim da isenção foi anunciado pelo secretário da Receita Federal (Valor Econômico);
    • Alta de ICMS reacende divergências entre varejo nacional e sites estrangeiros (Valor Econômico);
    • Youcom investe R$ 20 milhões em expansão e prevê inaugurar até 10 lojas em 2024 (Mercado & Consumo);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Bebidas
      • Inflação da cerveja dispara nos bares em março, revela IBGE (Guia da Cerveja);
      • Disputa por marcas de bebidas cresce e INPI registra alta de pedidos (Valor).
    • Alimentos
      • China’s Weak Beef Market Poses Risks for Top Supplier Brazil (Bloomberg);
      • Major Shift in Feed Costs Boosts Livestock Margins (Drovers).
    • Agro
      • Abiove mantém estimativa de safra de soja em 153 milhões de toneladas (Globo Rural);
      • Alta dos prêmios da soja e margens ruins na China (Agrinvest).
    • Biocombustíveis
      • Brazil Readies Ethanol for Green Jet Fuel, Rocking US Rivals (Bloomberg);
      • O dilema da Raízen: Até agora, o E2G só transferiu valor aos credores (TheAgriBiz).
    • Clique aqui para acessar o relatório completo
  • Saúde: XP Daily | Sua dose diária de notícias
    • Indústria farmacêutica brasileira recebe R$ 13 milhões em multa (Panorama Farmacêutico);
    • ANS realiza webinário para divulgar dados econômico-financeiros do 4º tri/2023 (ANS);
    • UnitedHealth tem prejuízo de US$ 1,41 bi no 1T24, mas surpreende no resultado ajustado (Exame);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
    • Mercado já vê pouco espaço para BC fazer novos cortes na Selic em 2024 (Valor);
    • Minha Casa Minha Vida ‘superaquece’ e deve exigir mais R$ 25 bilhões do FGTS (Estadão);
    • Assembleia aprova projeto que amplia subsídio do Minha Casa Minha Vida em R$ 20 mil (O Povo);
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Câmara de SP marca votação de privatização da Sabesp após uma única audiência pública (Folha de S. Paulo);
    • Brasil e Paraguai decidem começar revisão do Tratado de Itaipu, mas impasse sobre preço da energia continua (O Globo);
    • Nunes pede a Lira alteração da legislação que trata das concessões de energia (Folha de S. Paulo);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • Powell diz que deve levar mais tempo para o Fed iniciar corte de juros (Bloomberg Linea);
  • Mercado já vê pouco espaço para BC fazer novos cortes na Selic em 2024 (Valor);
  • Produção de açúcar da Índia cai e usinas aceleram encerramento das operações (Nova Cana);
  • Americanas divulga opções de pagamento a credores, que somam R$ 42,1 bi até agora (Valor);
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Análise (Crédito): São Martinho S.A.

  • A São Martinho S.A. é um dos maiores players de açúcar e etanol do Brasil, atuando na compra, cultivo, colheita e processamento de cana-de-açúcar, por meio de quatro usinas localizadas nos estados de São Paulo e Goiás;
  • Em geral, o cenário de preços permanece favorável ao açúcar, desta forma, as usinas tendem a permanecer com a maximização para o adoçante, o que também aconteceu na São Martinho. A alavancagem finalizou o período em 1,7x (ante 1,2x A/A), confortável em relação ao covenant de 3,0x;
  • O aumento da dívida líquida reflete, principalmente, o maior capital de giro decorrente do início da operação de etanol de milho, além dos investimentos em fase de conclusão, que ocasionaram maior consumo de caixa. Entretanto, o seu endividamento possui perfil alongado, com prazo médio de 5,8 anos, sendo apenas 11% classificado no curto prazo;
  • Em nossa visão, apesar dos desafios presentes no segmento de etanol, com os baixos preços praticados, a Companhia segue com métricas de crédito robustas, favorecidas por sua flexibilidade de produção e diversificação de receitas;
  • Acesse aqui o relatório completo.

Análise (Crédito): Lar Cooperativa Agroindustrial

  • A Lar Cooperativa Agroindustrial é uma das maiores empresas no setor de agronegócio do país. Fundada em 1964, é composta principalmente por agricultores dos estados de SC, PR e MS. O modelo de cooperativa garante o abastecimento dos negócios de grãos e proteínas, além de conferir à Lar um poder de barganha com grandes fornecedores;
  • Acerca dos seus resultados em 2023, de forma geral, a melhor performance de grãos foi compensada por insumos e avícola, segmentos que viram os preços dos seus produtos caírem no mercado. A tendência pode ser de melhora, conforme ocorra recuperação dos preços e aumento dos volumes negociados. A dívida bruta da Lar totalizou R$ 7,6 bilhões em 2023 (sendo 29% no curto prazo) e com prazo médio de 2,4 anos;
  • Em nossa visão, apesar de enxergarmos uma necessidade de refinanciamento no curto prazo, entendemos que a Oferta Pública protocolada em abril, no valor de R$ 700 milhões, a robusta bancabilidade da Cooperativa e a contínua melhora do perfil de endividamento são pilares importante neste momento.
  • Acesse aqui o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • XP Malls busca a maior captação da história da indústria de FIIs (InfoMoney)
    • VISC11 conclui compra de shopping por R$ 44,2 milhões; veja detalhes do imóvel (FIIs);
    • HGRU11 assina acordo para adquirir imóveis educacionais do MINT11 (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

BYD, Plastic Omnium e Denso entram no Mover, programa de mobilidade do governo brasileiro | Café com ESG, 17/04

  • O pregão de terça-feira fechou em queda, com o IBOV e ISE recuando 0,75% e 1,04%, respectivamente.
  • Do lado das empresas, (i) o primeiro modelo em escala real da aeronave elétrica desenvolvida pela Eve Air Mobility, fundada pela Embraer, tem previsão de ficar pronta até o fim de 2024, quando devem começar os chamados testes de voo do equipamento, segundo fala do presidente da Embraer X, Daniel Moczydlower – o início da operação comercial da EVE-100 é estimado para 2026, ano em que a companhia espera que seja concluído o processo de certificação pela Anac; e (ii) a Petrobras passou a defender a participação do seu diesel coprocessado, também chamado de diesel R, no mandato que será criado para o diesel verde no PL do Combustível do Futuro, que hoje já é obrigatoriamente adicionado ao diesel na proporção de 14% – o texto do deputado Arnaldo Jardim aprovado na Câmara em março deixou de fora a rota que processa óleos vegetais junto com o fóssil para ter um percentual renovável na mistura final;
  • Na política, o governo federal concedeu ontem autorização para que mais três empresas (BYD, Plastic Omnium e Denso) participem do Mobilidade Verde e Inovação (Mover), programa de incentivo e descarbonização do setor automotivo – conforme as regras do programa, as agora 26 empresas têm direito a créditos financeiros que variam de R$ 0,50 a R$ 3,20 por cada R$ 1 investido acima de um patamar mínimo estipulado pelo governo;
  • Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG. 

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