Bolsa tem alívio repercutindo a temporada de resultados e em meio a poucas notícias de Brasília

Tudo o que você precisa saber sobre os mercados nacional e internacional, com análises econômicas e políticas sobre fatos que podem impactar seus investimentos.


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IBOVESPA +1,5% | 107.595 Pontos

CÂMBIO -1,68% | 5,40/USD

O que pode impactar o mercado hoje

O Ibovespa fechou a sessão de quinta-feira com uma alta de +1,5%, enquanto o dólar caiu -1,7% e fechou cotado a R$ 5,40. O movimento de recuperação refletiu a temporada de resultados que continua a todo vapor (mais detalhes abaixo), e em dia de poucas notícias de Brasília. 

No mercado de juros, as taxas futuros encerraram em baixa por toda a estrutura da curva. A queda das taxas curtas se deu no contexto da surpresa negativa com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), além de declarações da diretora de Assuntos Internacionais do Banco Central que reforçaram a ideia de manutenção do aperto de 1,5 p.p. Sobre as taxas longas, segue reverberando o efeito positivo da aprovação da PEC dos Precatórios na Câmara. DI Jan/22 fechou em 8,45%, DI Jan/24 foi para 11,89%; DI Jan/24 encerrou em 11,63%; e DI Jan/28 fechou em 11,61%.

Ontem, foram divulgadas as vendas do comércio varejista brasileiro, que contraíram 2% no terceiro trimestre, surpreendendo negativamente as expectativas. Muitas atividades do varejo vêm desacelerando em meio à inflação elevada, declínio da confiança do consumidor e maior proporção das despesas de famílias deslocadas do mercado de bens para serviços. O nosso time de Economia espera que as vendas no varejo cresçam de forma moderada no quarto trimestre, com recuperação gradual no mercado de trabalho dando suporte à demanda domestica e atuando como contrapeso à pressão inflacionária e ao aperto das condições financeiras. 

De dados econômicos internacionais, a produção industrial da Zona do Euro ficou praticamente estável entre agosto e setembro (-0,2%), resultado melhor do que esperado. O setor manufatureiro tem sido bastante impactado pelos gargalos nas cadeias de suprimentos globais e forte elevação dos custos energéticos. Esperamos gradual diminuição das restrições de oferta nos próximos trimestres.

Os mercados globais amanhecem hoje sem movimentos expressivos (EUA +0,1%, e Europa 0%) após leve recuperação das ações de tecnologia (Nasdaq 100 +0,3%) no pregão de ontem, enquanto nos aproximamos do encerramento da semana com maior volatilidade causada pela divulgação de dados de inflação nos EUA mais altos do que esperado. Na China, o índice de Hong Kong (+0,3%) encerrou em alta, impulsionado pelo dia de descontos Single’s Day (Dia do Solteiro na China), que registrou novos recordes de vendas. O Bitcoin (-1,3%) segue com seu preço de lado após queda de sua máxima histórica registrada na ultima quarta-feira, ao passo que os investidores aguardam o lançamento da Taproot, programada para este domingo (14), que promete aprimorar a segurança e eficiência da criptomoeda.

Na agenda de hoje, destaque para a publicação das receitas reais do setor de serviços em setembro, na qual esperamos crescimento moderado ante agosto. A agenda internacional será relativamente vazia, com destaque para o índice de confiança do consumidor dos EUA referente a novembro.

Tópicos do dia

Agenda de resultados


Copasa (CSMG3): depois do fechamento
Kora Saúde (KRSA3):  depois do fechamento
Priner (PRNR3):  depois do fechamento
Ser Educacional (SEER3):  antes da abertura
BR Malls (BRML3):  depois do fechamento
Cogna (COGN3):  antes da abertura
Enjoei (ENJU3):  depois do fechamento
IMC (MEAL3):  antes da abertura
Omega Geração (OMGE3):  depois do fechamento
Energisa (ENGI3):  depois do fechamento

Calendário do 3T21

Temporada de resultados do 3º trimestre 2021 – o que esperar?

Economia

  1. Vendas no varejo brasileiro surpreendem negativamente e recuam quase 2% no 3º trimestre

Empresas

  1. WEG (WEGE3): WEG Day 2021 – Introduzindo o Ciclo Estratégico de 2021-2026
  2. Rumo (RAIL3) 3T21: Volume Fraco de Milho (Como Esperado), Parcialmente Compensado por Alguns Fatores Positivos
  3. Randon (RAPT4) 3T21: Níveis Sólidos de Margem Apesar de um Ambiente de Custos Desafiador; Positivo
  4. TMT XP – Resultados do 3T21 de Unifique, Bemobi e G2D
  5. Sanepar (SAPR11): Entregando mais do que água no resultado do 3T21; Positivo
  6. Cemig (CMIG4):  Performance sólida em um trimestre desafiador; Neutro
  7. Sabesp (SBSP3): Sem surpresas no resultado do 3T21; Neutro
  8. Orizon (ORVR3): Resultados do 3T21 em linha; um M&A transformacional à vista
  9. Real Estate – O Grand Prix das Incorporadoras do 3T21
  10. BR Malls (BRML3) – 3T21: Dados operacionais robustos alimentados por restrições facilitadas como esperado
  11. Varejo – Vitrine XP 3T21: Análise dos resultados do 3T21
  12. Alliar (AALR3) – 3T21: Resultados mistos; receita se recuperando
  13. Ser Educacional (SEER3) – 3T21: Resultados positivos; ensino digital ganhando tração
  14. Mills (MILS3) – 3T21: o líder parece estar de volta
  15. Fras-le (FRAS3): Universo Fras-le 2021 – Inovação em Destaque
  16. IMC (MEAL3): No 3T21, resultados em linha, mas atenções voltadas para a jornada de transformação
  17. Principais notícias dos setores

Mercados

  1. Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Alibaba bate recorde no Single’s Day

ESG

  1. Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 12/11

Veja todos os detalhes

Economia

Vendas no varejo brasileiro surpreendem negativamente e recuam quase 2% no 3º trimestre

  • As vendas no varejo ampliado (incluem veículos e materiais de construção) contraíram 1,1% em setembro, resultado muito inferior à nossa estimativa (0,1% m/m) e ao consenso do mercado (-0,1% m/m). Com isso, o comércio varejista registrou queda de 1,7% no 3º trimestre, após expansão significativa no 2º trimestre (2,6%). A retração das vendas em setembro foi disseminada entre as categorias. Nove dos dez segmentos pesquisados ​​pelo IBGE recuaram na comparação mensal. Em linhas gerais, as atividades de varejo vêm desacelerando em meio à inflação elevada, declínio da confiança do consumidor e maior proporção dos gastos das famílias sendo deslocada do mercado de bens para serviços. Além do enfraquecimento dos fundamentos econômicos, chamamos a atenção para o impacto da escassez de insumos (logo, restrições de oferta) sobre as vendas de veículos e eletroeletrônicos. Pelo lado positivo, alguns segmentos continuam a colher os benefícios da reabertura econômica e mostram uma tendência mais favorável – por exemplo, as vendas de vestuário e calçados aumentaram 5,8% entre julho e setembro. Projetamos que as vendas no varejo crescerão de forma modesta no 4º trimestre, após os números negativos vistos no trimestre passado. Esperamos que a recuperação gradual do nível de emprego forneça algum suporte à demanda doméstica no curto prazo, atuando como contrapeso à pressão inflacionária e ao aperto das condições financeiras. Segundo nossos cálculos, o varejo ampliado expandirá 4,5% em 2021 (-1,4% em 2020) e 1,5% em 2022. Na agenda econômica de hoje, destaque para a publicação das receitas reais do setor de serviços referentes a setembro (projeção XP: 0,4% m/m e 13,3% a/a; consenso de mercado: 0,5% m/m e 13,5% a/a);
  • Em relação ao cenário internacional, a produção industrial da zona do euro ficou praticamente estável entre agosto e setembro, conforme publicado nesta manhã pela Eurostat (agência oficial de estatísticas). O volume produzido na indústria recuou 0,2% no período, resultado superior às expectativas do mercado (consenso de -0,7%) e à leitura mensal anterior (-1,7%). Na comparação anual, a atividade manufatureira avançou 5,2%, ante expectativa de elevação de 4,1%. Acreditamos que a normalização gradual das cadeias de suprimentos globais permitirá melhoria mais consistente da indústria nos próximos trimestres. Na agenda relativamente vazia de hoje, destaque para a divulgação da confiança do consumidor da Universidade de Michigan/EUA referente a novembro (leitura preliminar) e do relatório JOLTS de setembro (dados sobre contratações, demissões e criação de vagas nos EUA a partir de sondagens com empregadores).   

Empresas

WEG (WEGE3): WEG Day 2021 – Introduzindo o Ciclo Estratégico de 2021-2026

  • A WEG realizou hoje o seu Investor Day de 2021, transmitido virtualmente e contando com a presença de Harry Schmelzer Jr., CEO, André Rodrigues, CFO e André Salgueiro, Gerente de RI;
  • Durante o evento, a WEG reforçou seu compromisso de crescimento, prevendo que sua taxa de crescimento histórica de dois dígitos deva se manter ao longo dos próximos anos;
  • A empresa também introduziu seu ciclo estratégico para o horizonte de 2021-2026, com foco em
    • (i) aumentar as soluções expostas à eletrificação;
    • (ii) criar iniciativas digitais como uma oferta complementar ao seu portfólio; e
    • (iii) fortalecer e acelerar o posicionamento de mercado de seus principais produtos.
  • Reforçamos nossa visão positiva em relação à WEG baseada em seu perfil inovador de receita e reiteramos recomendação de Compra e preço-alvo de R$50,00/ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Rumo (RAIL3) 3T21: Volume Fraco de Milho (Como Esperado), Parcialmente Compensado por Alguns Fatores Positivos

  • A Rumo reportou resultados fracos, embora esperados, para o 3T21 (o EBITDA de R$903 milhões caiu 19% A/A e ficou 3% abaixo de nossas estimativas);
  • Tal fraqueza foi antecipada pela decisão da Rumo de descontinuar seu guidance financeiro de 2021 ao reportar os resultados do 2T21 (e também deve ser esperada no 4T21), devido à quebra da safra de milho neste ano (evento limitado à safra deste ano, não impactando nossas expectativas de longo prazo positivas de demanda);
  • Pelo lado positivo, os fracos volumes de milho foram parcialmente compensados ​​por (i) ganhos contínuos de eficiência (custo de combustível/litro/RTK caiu 4% A/A); (ii) ramp up operacional positivo da Malha Central (EBITDA de R$83 milhões no 3T21); e (iii) crescimento do volume em outras cargas (fertilizantes, combustíveis e contêineres);
  • Reiteramos nossa visão positiva para a Rumo e nosso TP revisado recentemente de R$24,00/ação;
  • Clique aqui para ler o relatório completo.

Randon (RAPT4) 3T21: Níveis Sólidos de Margem Apesar de um Ambiente de Custos Desafiador; Positivo

  • A Randon divulgou resultados mais fortes do que o esperado para o 3T21, com EBITDA ajustado de R$389 milhões + 11% vs. consenso;
  • No faturamento, a receita líquida de R$2,5 bilhões (já reportada anteriormente em nível consolidado) aumentou 18% T/T (+ 64% A/A), com (i) Divisão Montadoras +21% T/T reforçando o sólido posicionamento da Randon no segmento em expansão do agronegócio, e (ii) crescimento consistente em meio à divisão de Autopeças (+ 16% T/T), impulsionado principalmente por subsidiárias excl. Fras-le (+24% QoQ e positivamente impactadas pela aquisição da Castertech Schroeder);
  • Na rentabilidade, a Randon conseguiu manter um sólido patamar de margem EBITDA de ~15,5% (+0,4p.p. vs. 2T21), apesar do ambiente desafiador de pressão de custos;
  • Reforçamos a Randon como nossa preferência no segmento de Autopeças e reiteramos nossa recomendação de Compra e preço-alvo de R$18,00/ação;
  • Clique aqui para ler o relatório completo.

TMT XP – Resultados do 3T21 de Unifique, Bemobi e G2D

  • Unifique (FIQE3), Bemobi (BMOB3) e G2D (G2DI33) reportaram resultados do 3T21. No geral, as empresas reportaram sólidos resultados referentes do 3T, com a Bemobi sendo o destaque em termos de crescimento e rentabilidade e atualizamos nosso preço-alvo para incorporar as duas empresas adquiridas (Tiaxa e M4U) e novas premissas macroeconômicas em nosso valuation. Clique nos links abaixo para conferir nosso conteúdo completo sobre o resultado de cada empresa:
  • Bemobi (BMOB3): Resultado forte e acima do esperado; Novas parcerias com Bancos Digitais e revisão do preço-alvo (link);
  • G2D (G2DI33): Resultados do 3T21 sem grandes novidades, mas seguindo em frente (link);
  • Unifique (FIQE3): Resultados sólidos e em linha (link).

Sanepar (SAPR11): Entregando mais do que água no resultado do 3T21; Positivo

  • A Sanepar reportou um resultado melhor do que o esperado no 3T21, com um EBITDA ajustado de R$ 593,2 milhões, 10,2% acima da nossa estimativa de R$ 538,4 milhões e 18,5% acima do consenso de mercado de R$ 500,5 milhões;
  • O sólido resultado reflete o impacto de tarifas médias mais altas do que o esperado, devido a um melhor mix nos segmentos de água e esgoto, implicando em um aumento de 14,0% nas tarifas de água e 11,4% nas tarifas de esgoto no comparativo anual, contra nossas estimativas de 10,3% e 9,9%. Além disso, a Sanepar reportou custos gerenciáveis (PMSO) mais baixos de R$ 483,4 milhões, 15,1% abaixo de nossa estimativa de R$ 569,2 milhões;
  • Passando para o resultado final, o lucro líquido foi de R$ 267,3 milhões, 17,7% acima da nossa estimativa de R$ 227,1 milhões, também devido aos melhores resultados operacionais;
  • Temos uma avaliação positiva dos resultados da Sanepar no 3T21, visto que o EBITDA Ajustado do período superou nossas expectativas. Além do bom resultado, daqui para frente nossa principal preocupação continua sendo as condições hídricas pressionadas no estado do Paraná, que acreditamos ser fundamental monitorar. Observamos que desde 21 de agosto um rodizio de 36 / 36h está em funcionamento na região metropolitana de Curitiba, apesar disso, os volumes faturados no 3T21 permaneceram constantes no período;
  • Continuamos a acreditar que o risco regulatório persiste, e ainda há incertezas em relação à 2ª e última fase da revisão tarifária, que será aplicada em maio-22. Mantemos nossa recomendação neutra na Sanepar, com um preço-alvo de R$ 26,0/ação. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Cemig (CMIG4):  Performance sólida em um trimestre desafiador; Neutro

  • Hoje, 11 de novembro, a Cemig registrou EBITDA Ajustado de R$ 1.662,4 milhões no 3T21, superando nossa estimativa de R$657,8 milhões e o consenso de mercado de R$1.277 milhões. O Lucro Líquido foi de R$421,1 milhões, superando nossa estimativa de R$80,4 milhões, mas em linha com o consenso de mercado de R$ 446,5 milhões. O destaque foi o desempenho da Gasmig, cuja receita cresceu 121,7% (R$ 948,7 milhões) em relação ao ano anterior devido ao maior volume vendido para consumidores industriais e geradores.
  • Destaques Operacionais da GT: O EBITDA ajustado (R$ 368,4 milhões) caiu 37,6% ano contra ano devido ao pior cenário hidrológico (GSF foi de 55% vs 61% no 3T20). O resultado reflete a combinação de (i) maiores vendas de energia; (ii) maior contribuição das linhas de transmissão; (iii) compensado por maiores compras de energia (R$ 1.542 milhões) um aumento de 44,4% em relação ao ano anterior.
  • Destaques Operacionais da Distribuição: (i) Tarifas médias mais elevadas devido às tarifas de bandeira vermelha; (ii) aumento de volume (+1,2%) com os volumes comerciais atingindo + 4,0%; (iii) o número consolidado de clientes aumentou + 2,2%, principalmente residenciais e comerciais; (iv) as perdas melhoraram para 11,6%, mas ainda acima do número regulatório de 11,3%; e, por fim, (v) a Cemig D reportou um OPEX de R$ 279 milhões, abaixo do regulatório e um EBITDA de R$ 367 milhões, acima do regulatório.
  • Temos uma avaliação positiva dos resultados da Cemig no 3T21, visto que o EBITDA Ajustado do período ficou acima de nossas expectativas. Mantemos nosso rating Neutro, com preços-alvo de R$13,0/ação para a CMIG4. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Sabesp (SBSP3): Sem surpresas no resultado do 3T21; Neutro

  • A Sabesp reportou um EBITDA ajustado de R$ 1.759 milhões, em linha com nossas estimativas e com o consenso de mercado (R$ 1.795mi e R$ 1.760mi respectivamente);
  • Os resultados refletem um aumento de 18% na receita no comparativo anual, principalmente devido à combinação de: (i) um reajuste tarifário de 7,0% em maio de 2021 e um de 3,4% em agosto de 2020; (ii) um aumento de 3,7% nos volumes faturados (excluindo o município de Mauá) e um melhor mix de clientes, como resultado de maiores volumes nos segmentos comercial e industrial, portanto, uma melhoria implícita nas tarifas de 20,2% A/A vs. nossa estimativa de 22,1% A/A;
  • Do lado negativo, vemos um aumento nos custos gerenciáveis (PMSO) de 18,1% A/A (um pouco melhor do que nossa estimativa) que foi parcialmente compensando por melhorias na receita e com isso, manteve-se o resultado final estável em R$ 468,6 milhões, um aumento de 11% A/A;
  • Temos uma avaliação neutra dos resultados da Sabesp no 3T21, em função dos números do EBITDA Ajustado terem vindo em linha com nossas estimativas. Além disso, destacamos como negativo o aumento dos custos gerenciáveis (PMSO) ao longo do trimestre. Mantemos nossa recomendação neutra na Sabesp, com preço-alvo de R$ 52/ação. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Orizon (ORVR3): Resultados do 3T21 em linha; um M&A transformacional à vista

  • A Orizon (ORVR3) reportou um EBITDA ajustado de R$ 38 milhões, acima de nossa estimativa (+5,5%) de R$ 36 milhões. Os resultados foram afetados por eventos não recorrentes como o pagamento baseado em ações (R$ 3.584 milhões), custos de transação de M&A (R$ 1.663 milhões), e receita de créditos de carbono gerados no período a um preço de US$ 2,85/tCO2e (R$ 5.758 milhões).
  • Os destaques operacionais foram: (i) volumes de resíduos recebidos nos Ecoparques da Companhia em linha com nossa estimativa e estável em relação ao ano anterior; (ii) um aumento de + 48,4% ao ano nas vendas de energia de biogás a preços atrativos devido aos atuais níveis spot; parcialmente compensado por (ii) redução de -3,3% na geração de créditos de carbono no trimestre; e (iv) aumento de 3,4% nas despesas operacionais.
  • Vale destacar que, como estratégia, a maior parte dos créditos de carbono gerados em 2021 (1,1 mil tco2e) ainda não foi comercializada e a Companhia espera fechar contratos de venda ao longo do último semestre de 2021. Com isso, as receitas da companhia foram impactadas negativamente no trimestre.
  • Temos uma avaliação neutra dos resultados da Orizon no 3T21, visto que os números do EBITDA Ajustado no período vieram em linha com as nossas expectativas. Por fim, aproveitamos para elogiar a aquisição dos ativos da Estre, que consideramos mais um passo no sentido transformacional da companhia. Mantemos nossa recomendação de compra na Orizon, com preço-alvo de R$ 30/ação. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Real Estate – O Grand Prix das Incorporadoras do 3T21

  • P1 – Vemos a Cury conquistando o P1 nesse trimestre, tendo reportado sólidos resultados e relativamente em linha com as nossas estimativas. O principal destaque foi a sólida recuperação na margem bruta para 38,3% (2,0pp acima do nosso número e +2,2pp T/T), apesar da pressão latente da inflação nos custos. Do lado negativo, despesas comerciais acima do esperado devido ao crescente volume de lançamentos pressionaram seu resultado e levou a um lucro em linha com a nossa estimativa. Adicionalmente, a Cury reportou uma geração de caixa positiva de R$ 65mln, levando a uma posição de caixa líquido de R$ 165mln no 3T21. Nós esperamos uma reação positiva do mercado e reiteramos a nossa recomendação de Compra para Cury, sendo a nossa preferência no setor;
  • P2 – Lavvi se aproximando no P2, apresentando um sólido resultado no 3T21, com uma margem bruta robusta de 43,3% (acima dos nossos números e +1.1 p.p. T/T) e forte crescimento de 72,2% A/A na receita (26% acima da nossa estimativa), não demonstrando nenhum sinal de pressão dos custos. Os resultados foram beneficiados principalmente pela performance positiva de vendas do projeto Wonder Ipiranga. No balanço, a Lavvi reportou uma queima de Caixa de R$146mln, devido ao caixa vindo do projeto Versace sendo compensado por desembolsos com compras de terrenos. Dito isso, a Lavvi permanece com uma robusta posição de caixa líquido (alavancagem de  -48,7% DL/PL). Em suma, nós vemos os resultados como positivos e reiteramos a nossa recomendação de Compra com preço alvo de R$11,50/ação;
  • P3 – Fechando o pódio, a Cyrela reportou bons resultados e acima das nossas estimativas no 3T21, garantindo assim a P3. A companhia reportou uma melhora na margem bruta de 34,7% (+1.8 p.p. vs. XPe; +2.1 p.p A/A) e acima das nossas estimativas, atribuídas ao rápido crescimento no reconhecimento de receita devido a contribuição positiva dos produtos de mais alta renda, que parcialmente compensaram os maiores custos de construção. Adicionalmente, a performance mais forte das suas JV’s também auxiliaram a última linha a ultrapassar a nossa estimativa para o trimestre. No balanço, a Cyrela reportou uma geração e caixa robusta de R$177mln vs. R$87mln no 2T21 (ex-dividendos), levando a uma alavancagem de 5,8% DL/PL, o que vemos como baixa. Esperamos uma reação positive do mercado e reiteramos a nossa visão positive para a ação, com recomendação de Compra e preço-alvo de R$33,0/ação.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

BR Malls (BRML3) – 3T21: Dados operacionais robustos alimentados por restrições facilitadas como esperado

  • A BR Malls apresentou resultados sólidos no 3T21, como esperado. No lado operacional, o portfólio da BRML operou cerca de 97,9% das horas regulares de operação no 3T21, aumentando a receita de aluguel (+19% em relação aos níveis de 2019) e as vendas dos lojistas para +45% em relação ao 3T20 e níveis quase flat em relação a 2019. Dito isso, a taxa líquida de inadimplência foi positivamente afetada, atingindo 4,8% no 3T21 contra 18,0% no 2T21. Além disso, as taxas de ocupação recordes aumentaram para 97,6% contra 97,0% no 3T19, com o volume de negócios atingindo (5,0% no 3T21 contra 6,0% no 2T21) devido a uma demanda sólida dos lojistas que buscam shoppings dominantes;
  • O custo de ocupação atingiu 11,5% no trimestre (vs. 10,5% no 3T20), ajudado pela recuperação acentuada das vendas. Além disso, a SSR (aluguel mesmas lojas) e a SSS (vendas mesmas lojas) subiram 10,5% e caíram 8,4% nos níveis do 3T21 em relação a 2019, respectivamente. Por fim, a receita de aluguel em outubro/21 superou os níveis de 2019 devido a ganhos de eficiência;
  • A receita líquida ficou em R$291,7 milhões, acima das nossas estimativas (+6% em relação à nossa previsão). O Ebitda também ficou acima das nossas estimativas (+11% em relação à nossa previsão). Como resultado, o FFO ficou acima das nossas estimativas (16% vs. nossa previsão), respectivamente. No balanço, apesar da maior alavancagem financeira (dívida líquida/Ebitda LTM) atingiu 2,7x no 3T21 contra 2,3 no 2T21. A BR Malls registrou geração de caixa operacional de R$107 milhões, com dívida líquida alcançando R$ 2,5 bilhões no 3T21. Assim, reiteramos nossa classificação de compra e TP de R$13,0/ação.

Varejo – Vitrine XP 3T21: Análise dos resultados do 3T21

  • Oito companhias da nossa cobertura reportaram seus resultados essa noite (11/Nov): Magalu e Americanas (e-commerce), Lojas Renner, Grupo Soma, C&A, Natura&Co. and Multilaser (consumo discricionário) e Grupo Mateus (varejo alimentar);
  • Os principais destaques de nossa cobertura nesta temporada de resultados foram os nomes discricionários focados no público de alta renda, que continuaram a reportar um sólido crescimento de receitas e margens fortes, apesar de as empresas de vestuário também terem reportado crescimentos sólidos. No entanto, o Atacarejo e farmácia também se mostraram resilientes;
  • Em relação a empresas, o Grupo Soma e Multilaser foram os destaques positivos enquanto a Natura&Co. foi o destaque negativo. Clique aqui para ver o relatório completo.

Alliar (AALR3) – 3T21: Resultados mistos; receita se recuperando

  • A Alliar registrou lucro líquido de R$5M no 3T21 (25% abaixo de nossa estimativa);
    • As receitas aumentaram 15% A/A, com uma recuperação acentuada nas receitas de imagem (+21,3% A/A) e menor dependência de testes Covid-19;
    • A margem EBITDA foi de 23%, uma vez que a empresa conseguiu reduzir custos e ganhos de rendimento com a alavancagem operacional;
    • Por outro lado, a posição de alto endividamento da empresa coloca muita pressão nos resultados seus financeiros.
  • No geral, a empresa apresentou resultados mistos e mantemos nossa visão cautelosa em relação ao segmento de laboratórios, devido ao seu difícil posicionamento na cadeia de valor da saúde;
  • Acesse o relatório completo aqui.

Ser Educacional (SEER3) – 3T21: Resultados positivos; ensino digital ganhando tração

  • A Ser reportou lucro líquido ajustado de R$7,5M no 3T21 (em linha com nossa estimativa);
    • As receitas aumentaram 20% A/A, sustentadas por aquisições e um forte crescimento do ensino digital;
    • A margem EBITDA ajustada foi de 21%, com custos e despesas sob controle apesar da retomada das aulas presenciais e das aquisições realizadas recentemente;
    • As despesas financeiras líquidas aumentaram R$5M no período, impactadas pela alta da Selic e aumento do endividamento.
  • Além dos resultados positivos, a empresa registrou números recordes de captação, o que pode sinalizar um ponto de inflexão para o setor;
  • Acesse o relatório completo aqui.

Mills (MILS3) – 3T21: o líder parece estar de volta

  • No terceiro trimestre de 2021 (3T21), a Mills reportou resultados acima das nossas expectativas, reforçando a mensagem de que o líder parece estar de volta ao jogo: a companhia entregou um lucro líquido de R$ 31 milhões no trimestre, 29% acima da nossa previsão e substancialmente acima do R$ 1,2 milhão registrado no 3T20. Assim, a Mills alcançou a marca do quinto trimestre consecutivo de lucro positivo, uma conquista após um período de quase seis anos de prejuízos sequenciais;
  • Olhando para a frente, nós acreditamos que os investidores devem seguir focados em dois aspectos. Primeiramente, no momento positivo para o setor de locação de plataformas aéreas (PTAs) e máquinas pesadas como um todo, conforme comprovado pelo aumento de 3,7 pontos percentuais na taxa de utilização das máquinas da Mills versus o 2T21. Assim, a empresa alcançou uma TU média de 61% no trimestre e de 63% em setembro;
  • O segundo foco, na nossa visão, deveria ser o potencial de crescimento inorgânico da Mills. Agora que o CADE aprovou a aquisição da SK Rental pela empresa, o caminho parece estar aberto para mais movimentos de compra, potencialmente em outros segmentos além de PTAs. Após anos de recuperação, entendemos que a Mills está pronta para aproveitar ambas avenidas de crescimento; nesse sentido, reiteramos nossa recomendação de Compra para MILS3, com um preço-alvo de R$ 8,20 por ação;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Fras-le (FRAS3): Universo Fras-le 2021 – Inovação em Destaque

  • A Fras-le realizou hoje o seu “Universo Fras-le 2021”, dando mais detalhes sobre seu plano de negócios, contando com a presença de diversos executivos, e detalhando ainda mais as suas iniciativas inovadoras para apoiar o seu posicionamento de mercado de longo prazo. Destacamos:
    • (i) Desenvolvimento de diversos projetos inovadores, com destaque positivo para a tecnologia de materiais inteligentes, como Smart Composites e NiOne (desenvolvimento de materiais com o uso de nanopartículas), com o objetivo de aumentar a eficiência dos produtos, aumentar a competitividade do seu portfólio e sustentar o posicionamento de longo prazo da companhia conforme as tendências de eletrificação se materializam progressivamente (potencialmente impactando os materiais de fricção, que representam cerca de 50% das receitas atualmente);
      • A empresa espera que essas divisões atinjam uma parcela relevante da receita em 5 a 10 anos.
    • (ii) Apesar de muitas incertezas em torno de 2022, a empresa prevê uma perspectiva positiva para o próximo ano, com (a) os mercados externos mais relevantes aquecidos no curto prazo, (b) produtos leves expostos às montadoras se recuperando dos impactos relacionados à pandemia, enquanto os produtos pesados ​​continuam sustentados por sólidas perspectivas do agronegócio; e (c) a resiliência do mercado de reposição corroborando seu perfil de crescimento consistente (embora desacelerando em relação a 2021 para produtos expostos a veículos leves).
  • Reiteramos nossa recomendação Neutra da Fras-le, exclusivamente com base em nossa visão de um múltiplo de valuation justo considerando os preços atuais (~ 8x 2022 EV/EBITDA vs. média histórica de ~ 6x), apesar de seu momento positivo de lucro.

IMC (MEAL3): No 3T21, resultados em linha, mas atenções voltadas para a jornada de transformação

  • A IMC reportou resultados em recuperação para o terceiro trimestre de 2021 (3T21), majoritariamente em linha com nossas expectativas. A receita líquida consolidada da companhia foi de R$540 milhões, +4% acima das nossas estimativas e +27% versus o 3T19, assim consolidando a recuperação de vendas para níveis-pré pandemia;
  • O EBITDA Ajustado ficou em R$78 milhões, +3% acima da nossa estimativa e +7% versus o 3T19; também destacamos a expansão de margem EBITDA de 0,17 p.p., alcançando 14,4% (levemente abaixo da nossa estimativa de 14,6%), sendo resultado principalmente de alavancagem operacional, agora que a receita parece estar novamente em tendência de crescimento;
  • Nesse trimestre, a IMC apresentou um prejuízo líquido de R$4,5 milhões, um avanço frente ao prejuízo de R$5,1 milhões do 3T21, mas abaixo da nossa estimativa de R$5 milhões de lucro líquido, principalmente por conta de despesas financeiras maiores que o esperado devido ao aumento das taxas de juros no Brasil, em conjunto com despesas relacionadas a imposto de renda nos EUA;
  • Nesse contexto, reiteramos nossa recomendação Neutra para MEAL3 e preço alvo de R$4,0 para a ação. Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas e Energia (óleo & gás e elétricas).

  • Notícias Diárias do Setor Financeiro
    • IRB tem prejuízo de R$ 155 milhões no 3º trimestre. Em nove meses até setembro, o ressegurador apresentou prejuízo líquido de R$ 311,8 milhões, uma redução de 62,8% ante igual intervalo do ano passado. (Valor);
    • Receita diminui, mas B3 melhora resultado no 3º trimestre. Bolsa lucrou R$ 1,292 bilhão no período, número 13% maior que o de julho a setembro de 2020. (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Agro, Alimentos & Bebidas: confira as principais notícias
    • Raízen (RAIZ4) tem lucro ajustado 2,5 vezes superior no 2° trimestre ano safra (InfoMoney);
    • AgroGalaxy amplia lucro e tem receita recorde (Valor);
    • Grupo Vittia lucra mais e faz aporte para expandir fábria (Valor);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • Radar Energia XP: Notícias diárias do setor de energia
    • Alta de energia varia de 18,2% a 40% pelo Brasil. (Valor Econômico);
    • Brasil deve incentivar mais combustíveis fósseis. “O importante é geração de emprego”, diz ministro. (Valor Econômico);
    • Clique aqui para acessar o relatório.

Mercados

Radar Global: Análises das principais empresas e tendências sob o nosso Radar | Alibaba bate recorde no Single’s Day

  • Alibaba registra recorde de vendas no Singles Day;
  • Didi, a Uber Chinesa, afirma estar se preparando para relançar seus aplicativos na China;
  • Elon Musk vende cerca de US$ 5 bilhões em ações da Tesla;
  • Dados apontam que as ações europeias se tornaram ainda mais atrativas após a temporada de resultados;
  • Acesse aqui o relatório internacional.

ESG

Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 12/11

  • Ontem o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,5% e +1,0%, respectivamente;
  • No Brasil, (i) o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, anunciou ontem na Conferência do clima da ONU, a COP26, que o país apoia a proposta para regulamentação do artigo 6º do Acordo de Paris, referente ao mercado de carbono, mas ressalta que alguns países ainda são resistentes a essa proposta e o dia de hoje é o último momento de buscar um consenso; e (ii) a Petrobras ampliará em cerca de R$ 50 milhões seus investimentos em projetos voltados à restauração florestal de espécies nativas nos biomas brasileiros, através da iniciativa Floresta Viva do BNDES, com o objetivo de contribuir para o sequestro e fixação de carbono e evitar emissões de gases de efeito estufa;
  • No internacional, após quase duas semanas de negociações, os quase 200 países representados na COP26 permanecem em desacordo sobre uma série de questões – desde como as nações ricas devem compensar os pobres pelos danos causados ​​por desastres causados ​​pelo clima até a frequência com que as nações devem ser obrigadas a atualizar suas metas emissões. Clique aqui para acessar o relatório e começar o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG.
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O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem. O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos, e por isso é indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. 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