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Decisão de juros nos EUA em foco nesta quarta-feira

Decisão de juros nos EUA e efeitos do IPCA-15 são alguns dos temas de maior destaque nesta quarta-feira, 30/07/2026

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IBOVESPA +0,70% | 176.564 Pontos

CÂMBIO +0,34% | 5,11/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira em alta de 0,7%, aos 176.565 pontos. O movimento foi impulsionado pelo IPCA-15 de julho, que veio bem abaixo do esperado. O dado benigno derrubou os juros futuros ao longo de toda a curva, favorecendo sobretudo as ações domésticas e mais sensíveis a juros.

O pregão de ontem teve ganhos amplos entre os papéis domésticos. Vamos (VAMO3, +5,1%) liderou as maiores altas percentuais do índice, seguida pelas ações do setor de saúde Hapvida (HAPV3, +4,0%) e Fleury (FLRY3, +3,2%).

Na ponta negativa, Vivo (VIVT3, -6,3%) e TIM (TIMS3, -5,8%) lideraram as quedas do índice após divulgarem resultados do segundo trimestre abaixo das expectativas do mercado. 

Para o pregão de quarta-feira, Motiva e Santander irão divulgar seus resultados do 2T26.

Renda Fixa

Os juros futuros encerraram a terça-feira em queda novamente. Nos EUA, as Treasuries voltaram a fechar em baixa, com a T-note de 2 anos a 4,28% (-5 bps), a T-note de 10 anos a 4,60% (-5 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,09% (-4 bps), refletindo o alívio das pressões inflacionárias associado à queda do petróleo e à redução das tensões geopolíticas envolvendo Irã e Estados Unidos.

No Brasil, a curva de juros ampliou o movimento de fechamento após o IPCA-15 avançar apenas 0,06% em julho, reforçando a percepção de inflação mais comportada e ampliando as apostas de continuidade do ciclo de cortes da Selic, com o DI jan/27 encerrando a 13,87% (-4 bps), o DI jan/29 a 14,25% (-10 bps) e o DI jan/31 a 14,47% (-12 bps). Do lado da oferta, o Tesouro Nacional voltou a ofertar lotes mínimos de NTN-B, em uma sinalização de cautela diante da demanda ainda limitada pelos vencimentos mais longos. A NTN-B apresentou movimentos marginais, com a B29 a 8,30% (vs. 8,27%), a B35 a 8,20% (vs. 8,20%) e a B50 a 7,69% (vs. 7,71%).

Mercados globais

Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,2%; Nasdaq 100: +0,2%), enquanto investidores aguardam a decisão de juros do Federal Reserve e acompanham a escalada das tensões no Oriente Médio. Na Europa, o Stoxx 600 sobe recua cerca de 0,1%, apesar de performance positiva nos setores de recursos básicos e óleo e gás.

Na Ásia, o desempenho foi misto, com continuidade da contribuição negativa de ações ligadas a inteligência artificial na Coreia do Sul: o Kospi encerrou a seção em queda de 6%, após acionar circuit breaker pelo segundo dia consecutivo. No Japão, Nikkei 225 recuou 1,5%, enquanto na China o CSI 300 subiu 0,7% e o HSI avançou 2,0%.

O petróleo sobe mais de 4% após a Guarda Revolucionária do Irã lançar mísseis balísticos contra forças americanas no Oriente Médio, elevando a aversão ao risco antes da decisão de política monetária do Fed, para a qual o mercado precifica cerca de 70% de chance de manutenção dos juros.

As ações de semicondutores seguem pressionadas, com a SK Hynix fechando em queda de 9,6% na Coreia do Sul e recuando no pré-mercado americano, enquanto o VanEck Semiconductor ETF (SMH) acumula quatro sessões consecutivas de baixa. Na Europa, as ações da Hermès chegaram a cair 10% e tiveram a negociação temporariamente suspensa após resultados trimestrais abaixo das expectativas, apesar da recuperação nas vendas. Na agenda de hoje, o mercado aguarda a decisão de política monetária americana na parte da tarde e resultados trimestrais de Microsoft e Meta após o fechamento do mercado.

IFIX

O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de ontem em alta de 0,24%, aos 3.807,17 pontos. O movimento ocorreu em meio ao fechamento da curva de juros doméstica.

No desempenho por segmento, os fundos de recebíveis lideraram os ganhos do dia, com valorização de 0,36%. Os fundos de tijolo avançaram 0,17%, impulsionados principalmente pelas altas em lajes corporativas (+0,31%) e ativos logísticos (+0,26%), enquanto os fundos de shoppings registraram ganho mais moderado (+0,07%). Os fundos híbridos também encerraram a sessão no campo positivo (+0,19%), assim como o segmento de multiestratégia/FOFs (+0,15%).

Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram CACR11 (+1,9%), CPSH11 (+1,1%) e KFOF11 (+1,1%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por HSAF11 (-1,3%), MFII11 (-1,2%) e BBIG11 (-0,9%).

Economia

O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve (banco central dos EUA) conclui sua reunião de política monetária de dois dias nesta tarde. A maioria dos analistas de mercado espera que o banco central mantenha a taxa de juros inalterada, mas os mercados de futuros apreçam uma probabilidade de cerca de 30% de um aumento de 0,25 p.p. Importante acompanhar a comunicação oficial, particularmente a coletiva de imprensa após a reunião, conduzida pelo presidente Kevin Warsh. O presidente tem defendido menos sinalizações (forward guidance) sobre as futuras decisões do FOMC, o que poderia gerar incerteza e volatilidade no curto prazo, até que os participantes do mercado se acostumem ao estilo de Warsh.

No Brasil o IPCA-15 de julho ficou bem abaixo das projeções, reforçando a visão de que o Banco Central pode seguir cortando gradualmente as taxas de juros adiante. As leituras mensais de inflação são voláteis e que os dados anteriores foram menos favoráveis. Ainda assim, o resultado de ontem reduz a pressão sobre as expectativas de inflação  Nosso cenário-base prevê um corte de 0,25 p.p. na semana que vem, mas se as próximas leituras de inflação permanecerem favoráveis, o Banco Central poderá continuar cortando os juros nas reuniões subsequentes, considerando que a política monetária permanece em território restritivo.

Veja todos os detalhes

Economia

Toda a atenção na decisão do Fed

  • O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve (banco central dos EUA) conclui sua reunião de política monetária de dois dias nesta tarde. A maioria dos analistas de mercado espera que o banco central mantenha a taxa de juros inalterada, mas os mercados de futuros apreçam uma probabilidade de cerca de 30% de um aumento de 0,25 p.p., impulsionado pela volatilidade do preço do petróleo, novas tarifas de importação e uma inflação subjacente (núcleo) persistente. Também é importante acompanhar a comunicação oficial, particularmente a coletiva de imprensa após a reunião, conduzida pelo presidente Kevin Warsh. O presidente tem defendido menos sinalizações (*forward guidance*) sobre as futuras decisões do FOMC, o que poderia gerar incerteza e volatilidade no curto prazo, até que os participantes do mercado se acostumem ao estilo de Warsh;
  • Desdobramentos geopolíticos permanecem no radar dos investidores. Os EUA e a Arábia Saudita atingiram grupos apoiados pelo Irã no Iraque, e Teerã lançou mísseis balísticos no espaço aéreo regional, elevando os preços do petróleo Brent em 3% nesta manhã para cerca de 85 dólares o barril e reacendendo temores sobre choques inflacionários;
  • Nenhum indicador econômico relevante será divulgado hoje nas principais regiões econômicas globais;
  • No Brasil, o IPCA-15 (prévia da inflação oficial) de julho registrou alta de 0,06% em relação ao mês anterior, bem abaixo da nossa projeção (0,26%) e do consenso da Bloomberg (0,22%), reforçando a expectativa de que o Banco Central continuará cortando os juros adiante. A inflação anual recuou para 4,52%, ante 4,80% em junho. Os detalhes do número também foram favoráveis, com a média dos núcleos de inflação em 0,21% no mês — 2,8% ao ano —, ligeiramente abaixo da meta de 3,0%. As leituras mensais de inflação são voláteis e que os dados anteriores foram menos favoráveis. Ainda assim, o resultado de ontem reduz a pressão sobre as expectativas de inflação e pode abrir caminho para que o Banco Central continue cortando os juros. Nosso cenário-base prevê um corte de 0,25 p.p. na semana que vem, seguido por uma pausa para aguardar a dissipação dos choques globais de oferta e do choque local de demanda (medidas de estímulo do governo). No entanto, se as próximas leituras de inflação permanecerem favoráveis, o Banco Central poderá continuar cortando os juros nas reuniões subsequentes, considerando que a política monetária permanece em território restritivo;
  • Em outra notícia positiva para o Brasil, os dados do Balanço de Pagamentos divulgados ontem mostraram que o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) totalizou US$ 9,1 bilhões em junho, bem acima das expectativas (mercado: US$ 5,6 bilhões; XP: US$ 5,5 bilhões). No acumulado de 12 meses, o ingresso de IED atingiu US$ 89,3 bilhões (3,58% do PIB), ante US$ 83,3 bilhões (3,38% do PIB) em maio, o maior nível desde junho de 2013. A conta de transações correntes registrou déficit de US$ 2,3 bilhões em junho de 2026, em linha com as expectativas (mercado: US$ 2,3 bilhões; XP: US$ 2,0 bilhões). O resultado foi melhor do que o déficit de US$ 5,2 bilhões registrado em junho de 2025. A melhora concentrou-se na balança comercial de bens, que mais do que compensou um déficit maior no setor de serviços, enquanto a conta de renda manteve-se praticamente estável em relação ao ano anterior. Os resultados são uma boa notícia para a dinâmica da taxa câmbio brasileiro. O real tem apresentado desempenho superior ao de seus pares neste ano, mesmo diante das incertezas políticas e fiscais no cenário doméstico.

Empresas

TIM (TIMS3): 2T26 misto: resultados em linha, mas desaceleração da MSR gera preocupações

  • A TIM reportou um 2T26 misto:
  • A receita líquida atingiu R$ 6,965 bilhões, ficando 0,2% abaixo da estimativa da XP, enquanto a MSR veio em linha com nossa projeção (embora ligeiramente abaixo do consenso de mercado);
  • No entanto, a desaceleração das receitas geradas pelos clientes foi o principal destaque negativo do trimestre;
  • O EBITDA normalizado alcançou R$ 3,6 bilhões, 0,3% acima da XP, com margem de 51,5%, um avanço de 70bps em relação ao 2T25;
  • Já o lucro líquido normalizado somou R$ 1,036 bilhão, ficando 1,7% abaixo da nossa estimativa, principalmente devido a um resultado financeiro mais fraco;
  • A geração de caixa continuou sendo o principal destaque positivo, com o indicador EBITDA-AL-CAPEX crescendo 8,7% A/A;
  • Por outro lado, as tendências operacionais foram menos animadoras: a base móvel total encolheu 108 mil clientes, enquanto as adições líquidas do pós-pago ex-M2M totalizaram 247 mil, uma queda de 45% A/A, reforçando sinais de que o principal negócio móvel da companhia está gradualmente perdendo momentum;
  • No geral, vemos o trimestre como neutro a levemente negativo, dadas as tendências operacionais subjacentes;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.


Telefônica Brasil (VIVT3): Forte execução continua

  • A Vivo reportou mais um trimestre sólido, com tendências operacionais saudáveis nos segmentos móvel, fibra e B2B;
  • A receita líquida total atingiu R$ 15,8 bilhões (+7,6% YoY), 1,1% acima da estimativa da XP, enquanto as receitas de serviços também vieram ligeiramente acima do esperado tanto no móvel quanto no fixo;
  • A receita de serviços móveis (MSR) cresceu 6,6% YoY, apoiada pela expansão do pós-pago, baixo churn e, pela primeira vez desde o 4T23, adições líquidas positivas no pré-pago;
  • O EBITDA ex-others aumentou 8,9% YoY e superou nossa estimativa, enquanto o EBITDA reportado atingiu R$ 6,6 bilhões (+10,9% YoY), registrando seu crescimento anual mais forte desde o 3T23 e reforçando a saudável alavancagem operacional e disciplina de custos da companhia;
  • O lucro líquido ficou abaixo da nossa estimativa, principalmente devido a maiores despesas de depreciação e amortização e a um resultado financeiro mais fraco;
  • No geral, continuamos vendo a Vivo como a operadora de telecomunicações de maior qualidade e mais defensiva do Brasil, sustentada por execução consistente, convergência, crescimento de serviços digitais e uma atrativa remuneração aos acionistas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.


Mineração & Siderurgia: Influência da CMRG Continua Crescendo; Usiminas e Vale Dão Início à Temporada de Resultados do 2T26

  • As negociações entre Fortescue e CMRG permanecem sem resolução, com as compras de Super Special Fines da FMG por siderúrgicas domésticas restritas desde 15 de julho, reforçando a crescente influência da CMRG sobre as compras e a precificação na China;
  • Além disso, a temporada de resultados do 2T26 começou nesta semana, com: (i) pressões de custos da Vale durante o trimestre (câmbio, frete) devendo ser parcialmente compensadas por mais uma performance operacional sólida (mais detalhes aqui);
  • (ii) Usiminas continuando a mostrar melhora de rentabilidade (embora ventos contrários de custos a partir do 3T26E permaneçam como preocupação); e
  • (iii) os números do 2T26 recentemente reportados pela Nucor sugerindo mais uma performance positiva no 3T26E (uma implicação positiva para Gerdau);
  • Também observamos que os preços do minério de ferro caíram -1% S/S, com os estoques portuários de minério de ferro na China recuando -1% S/S;
  • Os preços de bobina quente ficaram estáveis, enquanto os preços de vergalhão caíram -1% S/S no Brasil, com a paridade de importação do aço plano em +25% (+1 p.p. S/S) e a paridade do aço longo em -3% (-1 p.p. S/S);
  • Enquanto importações de aço do Egito (isentas de tarifas) sugerem paridade em +8%;
  • Por fim, os preços do ouro caíram -1% S/S apesar das entradas em ETFs de +18 toneladas;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.


Petrobras (PETR4) | Prévia 2T26: O ambiente segue favorável para resultados fortes

  • Nesta terça-feira (28), após o fechamento do mercado, a Petrobras divulgou seu relatório de produção e vendas do 2T26. O principal destaque foi o aumento sequencial da produção de petróleo para 2,69 MMbpd (+4,1% t/t), impulsionado pelo ramp-up de plataformas no pré-sal e pelo início da produção do FPSO P-79 em Búzios;
  • Acreditamos que a produção deverá continuar em trajetória de alta nos próximos trimestres. Também apresentamos nossas estimativas para os resultados financeiros da Petrobras no 2T26. Projetamos um EBITDA de cerca de US$ 17,6 bi, sustentado por preços mais altos do Brent, preços realizados mais fortes para derivados e maior produção. Estimamos lucro líquido de US$ 8,0 bi. Do ponto de vista de geração de caixa, projetamos um FCFE de US$ 3,7 bi (3,6% de retorno) e dividendos ordinários de US$ 3,0 bi (2,9% de retorno);
  • Também discutimos os resultados do nosso modelo diferencial, que indicam uma faixa de possíveis estimativas de EBITDA entre US$ 16,1 bi e US$ 19,1 bi, com desvio-padrão de aproximadamente ±3,9%. Em suma, esperamos resultados fortes;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Principais notícias dos setores

Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.

  • Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
    • Analisamos o pedido de IPO da Shein para reunir algumas informações que podem ser interessantes para os investidores compreenderem melhor o cenário competitivo do varejo de vestuário;
    • De modo geral, vemos dois pilares principais por trás do modelo de negócios da Shein: 1) integração vertical, fortalecida por sistemas proprietários oferecidos gratuitamente aos fornecedores;
    • e 2) preços competitivos, alavancados pelo primeiro pilar em conjunto com um mix fortemente concentrado em tecidos sintéticos de menor custo;
    • Esses pilares continuam sendo uma realidade, embora a estratégia de precificação cost-plus da companhia tenha sido recentemente desafiada pelo aumento da tributação;
    • Em nossa visão, a Shein se destaca como uma concorrente relevante, especialmente em meio ao atual poder de compra restrito, embora o aumento da tributação seja um vento contrário;
    • Ainda assim, vemos os players locais bem posicionados em termos de posicionamento de produto/preço e contando com margens brutas sólidas como potenciais alavancas para impulsionar uma maior competitividade de preços, se necessário;
    • Clique aqui para acessar o relatório completo.
  • XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
    • Esperamos uma temporada positiva no 2T26 para as income properties brasileiras, sustentada pela atividade resiliente dos shoppings e pelo crescimento em aeroportos e logística;
    • Para os shoppings, um crescimento de vendas dos lojistas na casa dos dígitos médios (mid-single-digit), alta ocupação e custos de ocupação estáveis devem sustentar as receitas recorrentes, enquanto um carrego mais fraco do IGP-DI/M limita a indexação dos aluguéis;
    • A MULT3 deverá ser o destaque, em função de R$ 253 milhões em créditos tributários de PIS/COFINS reconhecidos de forma acelerada e de menores custos imobiliários, enquanto a ALOS3 combina rentabilidade saudável com crescimento de receita de base ampla;
    • A IGTI11 deverá se destacar operacionalmente, com o EBITDA ainda crescendo A/A. Além disso, a JHSF3 se beneficia do ramp-up do aeroporto e da receita de venda de terrenos, enquanto a LOGG3 mantém um desempenho recorrente positivo;
    • No geral, a dispersão deve refletir principalmente o mix de receitas, os efeitos tributários e as bases de comparação;
    • clique aqui para acessar o relatório;

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

  • LRCAP: comissão nega recurso da EPP; Eneva e Global podem ser convocadas (Agência Infra);
  • Hapvida relança marca NotreDame para crescer na alta renda e reverter perdas em São Paulo (InvestNews);
  • ‘Não temos interesse em comprar a Oi Soluções’, diz comando da TIM Brasil (Valor Econômico);
  • Perspectiva do rating da FS Biocombustíveis alterada para negativa por aumento de alavancagem; rating ‘brAA-’ reafirmado (S&P National).
  • Clique aqui para acessar o clipping.

Estratégia

Relatório Temático | Navegando o El Niño: Quais são as potenciais consequências para o Brasil

  • Neste relatório temático, combinamos nossas visões dos times de Estratégia, Macro, ESG e setoriais para avaliar os impactos do próximo El Niño, que provavelmente será um dos mais fortes já registrados. Principais conclusões são:
  • Macro: a inflação de alimentos deve acelerar a partir do 4T26, à medida que as disrupções climáticas atingem a produção agrícola, atrasando a desinflação e potencialmente contribuindo para manter os juros mais altos por mais tempo;
  • ESG: o El Niño atua como um multiplicador de risco climático, reforçando os riscos climáticos físicos e o valor da adaptação e da resiliência corporativa;
  • Setores: os impactos variam amplamente: Agro, Alimentos & Bebidas, Utilidade Publica e Varejo estão entre os mais expostos, criando tanto riscos quanto oportunidades de investimento, dependendo da exposição geográfica e do modelo de negócios. Discutimos as visões específicas por ação em mais detalhe ao longo do relatório;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Pesquisa com assessores XP: Apetite por risco mostra leve deterioração

  • Nesta edição da nossa pesquisa com assessores afiliados à XP, observamos um pequeno aumento na intenção de reduzir a exposição em ações. Os principais destaques são: 
  • A parcela que pretende reduzir a alocação em ações subiu para 14% (+3 p.p. M/M), a que pretende mantê-la inalterada caiu para 65% (-5 p.p. M/M) e a que planeja aumentá-la avançou marginalmente para 21% (+1 p.p. M/M); 
  • O sentimento dos assessores em relação às ações melhorou ligeiramente para 6,6, ante 6,4 na pesquisa anterior; 
  • A Renda Fixa segue como a classe de ativo preferida, apesar de uma queda significativa de interesse observada na pesquisa deste mês; 
  • Riscos fiscais no Brasil seguem como a principal preocupação, seguidos por Instabilidade política/eleições e juros mais altos que o esperado no Brasil; 
  • Após a recente correção das ações brasileiras, 49% dos assessores reportaram que seus clientes veem uma oportunidade na Bolsa, mas preferem aguardar níveis mais atrativos para aumentar exposição.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • IFIX volta a superar os 3.800 pontos; IFIX avança 0,24% nesta terça (Suno Notícias);
    • Por que as lajes corporativas perderam espaço no IFIX? (ClubeFII News);
    • VINCI mira R$ 1 bilhão de investimentos em novos empreendimentos em Manaus (Buildings);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETF Brief: ETFs brasileiros ganham escala enquanto desalavancagem na Coreia e saídas em Bitcoin expõem riscos de concentração e sensibilidade aos juros
    • ETFs aceleram no Brasil e ampliam espaço na indústria de fundos. (InfoMoney)
    • South Korea $2 Trillion Stock Rout Breaks Records as SK Hynix Results Disappoint (Reuters)
    • Apostas e alavancagem no mercado financeiro e no índice coreano Kospi (Valor Investe)
    • Bitcoin ETFs End Inflow Streak as Fed Rate Concerns Mount (Bloomberg)
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

Ministério da Fazenda abre primeira consulta pública para regulamentação do mercado regulado de carbono | Café com ESG, 29/07

  •  O pregão de terça-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 0,7% e 0,45%, respectivamente.
  • No Brasil, (i) o Ministério Público Federal manifestou-se favoravelmente à ação civil pública que busca suspender a Resolução CVM 244, responsável por substituir a obrigatoriedade de reporte financeiro de informações de sustentabilidade, nos padrões IFRS S1 e S2, por um regime voluntário – segundo especialistas do mercado, com o ingresso do MPF, a ação ganha peso institucional; e (ii) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a abertura de consultas públicas para discutir os editais do primeiro leilão de baterias do país, previsto para dezembro, com o objetivo de contratar sistemas de armazenamento de energia para atender momentos de demanda elevada – o certame será realizado em duas etapas, nos dias 2 e 4 de dezembro, com contratos de potência de reserva de capacidade por 15 anos e início do suprimento em agosto de 2028.
  • Ainda no país, o Ministério da Fazenda abriu a primeira consulta pública para regulamentar o mercado regulado de carbono brasileiro, com uma proposta que define o cronograma e os setores sujeitos às obrigações de Monitoramento, Relato e Verificação (MRV) de emissões no âmbito do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) – as obrigações começam em 2027 para empresas com emissões superiores a 10 mil toneladas de carbono equivalente (tCO2e) por ano, enquanto aquelas acima de 25 mil tCO2e também estarão sujeitas a limites de emissão e obrigações de conformidade, com implementação gradual prevista entre 2027 e 2031.
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

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  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


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