IBOVESPA +0,70% | 176.564 Pontos
CÂMBIO +0,34% | 5,11/USD
O que pode impactar o mercado hoje
Ibovespa
O Ibovespa encerrou o pregão de terça-feira em alta de 0,7%, aos 176.565 pontos. O movimento foi impulsionado pelo IPCA-15 de julho, que veio bem abaixo do esperado. O dado benigno derrubou os juros futuros ao longo de toda a curva, favorecendo sobretudo as ações domésticas e mais sensíveis a juros.
O pregão de ontem teve ganhos amplos entre os papéis domésticos. Vamos (VAMO3, +5,1%) liderou as maiores altas percentuais do índice, seguida pelas ações do setor de saúde Hapvida (HAPV3, +4,0%) e Fleury (FLRY3, +3,2%).
Na ponta negativa, Vivo (VIVT3, -6,3%) e TIM (TIMS3, -5,8%) lideraram as quedas do índice após divulgarem resultados do segundo trimestre abaixo das expectativas do mercado.
Para o pregão de quarta-feira, Motiva e Santander irão divulgar seus resultados do 2T26.
Renda Fixa
Os juros futuros encerraram a terça-feira em queda novamente. Nos EUA, as Treasuries voltaram a fechar em baixa, com a T-note de 2 anos a 4,28% (-5 bps), a T-note de 10 anos a 4,60% (-5 bps) e o T-bond de 30 anos a 5,09% (-4 bps), refletindo o alívio das pressões inflacionárias associado à queda do petróleo e à redução das tensões geopolíticas envolvendo Irã e Estados Unidos.
No Brasil, a curva de juros ampliou o movimento de fechamento após o IPCA-15 avançar apenas 0,06% em julho, reforçando a percepção de inflação mais comportada e ampliando as apostas de continuidade do ciclo de cortes da Selic, com o DI jan/27 encerrando a 13,87% (-4 bps), o DI jan/29 a 14,25% (-10 bps) e o DI jan/31 a 14,47% (-12 bps). Do lado da oferta, o Tesouro Nacional voltou a ofertar lotes mínimos de NTN-B, em uma sinalização de cautela diante da demanda ainda limitada pelos vencimentos mais longos. A NTN-B apresentou movimentos marginais, com a B29 a 8,30% (vs. 8,27%), a B35 a 8,20% (vs. 8,20%) e a B50 a 7,69% (vs. 7,71%).
Mercados globais
Nesta quarta-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +0,2%; Nasdaq 100: +0,2%), enquanto investidores aguardam a decisão de juros do Federal Reserve e acompanham a escalada das tensões no Oriente Médio. Na Europa, o Stoxx 600 sobe recua cerca de 0,1%, apesar de performance positiva nos setores de recursos básicos e óleo e gás.
Na Ásia, o desempenho foi misto, com continuidade da contribuição negativa de ações ligadas a inteligência artificial na Coreia do Sul: o Kospi encerrou a seção em queda de 6%, após acionar circuit breaker pelo segundo dia consecutivo. No Japão, Nikkei 225 recuou 1,5%, enquanto na China o CSI 300 subiu 0,7% e o HSI avançou 2,0%.
O petróleo sobe mais de 4% após a Guarda Revolucionária do Irã lançar mísseis balísticos contra forças americanas no Oriente Médio, elevando a aversão ao risco antes da decisão de política monetária do Fed, para a qual o mercado precifica cerca de 70% de chance de manutenção dos juros.
As ações de semicondutores seguem pressionadas, com a SK Hynix fechando em queda de 9,6% na Coreia do Sul e recuando no pré-mercado americano, enquanto o VanEck Semiconductor ETF (SMH) acumula quatro sessões consecutivas de baixa. Na Europa, as ações da Hermès chegaram a cair 10% e tiveram a negociação temporariamente suspensa após resultados trimestrais abaixo das expectativas, apesar da recuperação nas vendas. Na agenda de hoje, o mercado aguarda a decisão de política monetária americana na parte da tarde e resultados trimestrais de Microsoft e Meta após o fechamento do mercado.
IFIX
O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou o pregão de ontem em alta de 0,24%, aos 3.807,17 pontos. O movimento ocorreu em meio ao fechamento da curva de juros doméstica.
No desempenho por segmento, os fundos de recebíveis lideraram os ganhos do dia, com valorização de 0,36%. Os fundos de tijolo avançaram 0,17%, impulsionados principalmente pelas altas em lajes corporativas (+0,31%) e ativos logísticos (+0,26%), enquanto os fundos de shoppings registraram ganho mais moderado (+0,07%). Os fundos híbridos também encerraram a sessão no campo positivo (+0,19%), assim como o segmento de multiestratégia/FOFs (+0,15%).
Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram CACR11 (+1,9%), CPSH11 (+1,1%) e KFOF11 (+1,1%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por HSAF11 (-1,3%), MFII11 (-1,2%) e BBIG11 (-0,9%).
Economia
O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve (banco central dos EUA) conclui sua reunião de política monetária de dois dias nesta tarde. A maioria dos analistas de mercado espera que o banco central mantenha a taxa de juros inalterada, mas os mercados de futuros apreçam uma probabilidade de cerca de 30% de um aumento de 0,25 p.p. Importante acompanhar a comunicação oficial, particularmente a coletiva de imprensa após a reunião, conduzida pelo presidente Kevin Warsh. O presidente tem defendido menos sinalizações (forward guidance) sobre as futuras decisões do FOMC, o que poderia gerar incerteza e volatilidade no curto prazo, até que os participantes do mercado se acostumem ao estilo de Warsh.
No Brasil o IPCA-15 de julho ficou bem abaixo das projeções, reforçando a visão de que o Banco Central pode seguir cortando gradualmente as taxas de juros adiante. As leituras mensais de inflação são voláteis e que os dados anteriores foram menos favoráveis. Ainda assim, o resultado de ontem reduz a pressão sobre as expectativas de inflação Nosso cenário-base prevê um corte de 0,25 p.p. na semana que vem, mas se as próximas leituras de inflação permanecerem favoráveis, o Banco Central poderá continuar cortando os juros nas reuniões subsequentes, considerando que a política monetária permanece em território restritivo.
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Economia
Toda a atenção na decisão do Fed
- O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve (banco central dos EUA) conclui sua reunião de política monetária de dois dias nesta tarde. A maioria dos analistas de mercado espera que o banco central mantenha a taxa de juros inalterada, mas os mercados de futuros apreçam uma probabilidade de cerca de 30% de um aumento de 0,25 p.p., impulsionado pela volatilidade do preço do petróleo, novas tarifas de importação e uma inflação subjacente (núcleo) persistente. Também é importante acompanhar a comunicação oficial, particularmente a coletiva de imprensa após a reunião, conduzida pelo presidente Kevin Warsh. O presidente tem defendido menos sinalizações (*forward guidance*) sobre as futuras decisões do FOMC, o que poderia gerar incerteza e volatilidade no curto prazo, até que os participantes do mercado se acostumem ao estilo de Warsh;
- Desdobramentos geopolíticos permanecem no radar dos investidores. Os EUA e a Arábia Saudita atingiram grupos apoiados pelo Irã no Iraque, e Teerã lançou mísseis balísticos no espaço aéreo regional, elevando os preços do petróleo Brent em 3% nesta manhã para cerca de 85 dólares o barril e reacendendo temores sobre choques inflacionários;
- Nenhum indicador econômico relevante será divulgado hoje nas principais regiões econômicas globais;
- No Brasil, o IPCA-15 (prévia da inflação oficial) de julho registrou alta de 0,06% em relação ao mês anterior, bem abaixo da nossa projeção (0,26%) e do consenso da Bloomberg (0,22%), reforçando a expectativa de que o Banco Central continuará cortando os juros adiante. A inflação anual recuou para 4,52%, ante 4,80% em junho. Os detalhes do número também foram favoráveis, com a média dos núcleos de inflação em 0,21% no mês — 2,8% ao ano —, ligeiramente abaixo da meta de 3,0%. As leituras mensais de inflação são voláteis e que os dados anteriores foram menos favoráveis. Ainda assim, o resultado de ontem reduz a pressão sobre as expectativas de inflação e pode abrir caminho para que o Banco Central continue cortando os juros. Nosso cenário-base prevê um corte de 0,25 p.p. na semana que vem, seguido por uma pausa para aguardar a dissipação dos choques globais de oferta e do choque local de demanda (medidas de estímulo do governo). No entanto, se as próximas leituras de inflação permanecerem favoráveis, o Banco Central poderá continuar cortando os juros nas reuniões subsequentes, considerando que a política monetária permanece em território restritivo;
- Em outra notícia positiva para o Brasil, os dados do Balanço de Pagamentos divulgados ontem mostraram que o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) totalizou US$ 9,1 bilhões em junho, bem acima das expectativas (mercado: US$ 5,6 bilhões; XP: US$ 5,5 bilhões). No acumulado de 12 meses, o ingresso de IED atingiu US$ 89,3 bilhões (3,58% do PIB), ante US$ 83,3 bilhões (3,38% do PIB) em maio, o maior nível desde junho de 2013. A conta de transações correntes registrou déficit de US$ 2,3 bilhões em junho de 2026, em linha com as expectativas (mercado: US$ 2,3 bilhões; XP: US$ 2,0 bilhões). O resultado foi melhor do que o déficit de US$ 5,2 bilhões registrado em junho de 2025. A melhora concentrou-se na balança comercial de bens, que mais do que compensou um déficit maior no setor de serviços, enquanto a conta de renda manteve-se praticamente estável em relação ao ano anterior. Os resultados são uma boa notícia para a dinâmica da taxa câmbio brasileiro. O real tem apresentado desempenho superior ao de seus pares neste ano, mesmo diante das incertezas políticas e fiscais no cenário doméstico.
Empresas
TIM (TIMS3): 2T26 misto: resultados em linha, mas desaceleração da MSR gera preocupações
- A TIM reportou um 2T26 misto:
- A receita líquida atingiu R$ 6,965 bilhões, ficando 0,2% abaixo da estimativa da XP, enquanto a MSR veio em linha com nossa projeção (embora ligeiramente abaixo do consenso de mercado);
- No entanto, a desaceleração das receitas geradas pelos clientes foi o principal destaque negativo do trimestre;
- O EBITDA normalizado alcançou R$ 3,6 bilhões, 0,3% acima da XP, com margem de 51,5%, um avanço de 70bps em relação ao 2T25;
- Já o lucro líquido normalizado somou R$ 1,036 bilhão, ficando 1,7% abaixo da nossa estimativa, principalmente devido a um resultado financeiro mais fraco;
- A geração de caixa continuou sendo o principal destaque positivo, com o indicador EBITDA-AL-CAPEX crescendo 8,7% A/A;
- Por outro lado, as tendências operacionais foram menos animadoras: a base móvel total encolheu 108 mil clientes, enquanto as adições líquidas do pós-pago ex-M2M totalizaram 247 mil, uma queda de 45% A/A, reforçando sinais de que o principal negócio móvel da companhia está gradualmente perdendo momentum;
- No geral, vemos o trimestre como neutro a levemente negativo, dadas as tendências operacionais subjacentes;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Telefônica Brasil (VIVT3): Forte execução continua
- A Vivo reportou mais um trimestre sólido, com tendências operacionais saudáveis nos segmentos móvel, fibra e B2B;
- A receita líquida total atingiu R$ 15,8 bilhões (+7,6% YoY), 1,1% acima da estimativa da XP, enquanto as receitas de serviços também vieram ligeiramente acima do esperado tanto no móvel quanto no fixo;
- A receita de serviços móveis (MSR) cresceu 6,6% YoY, apoiada pela expansão do pós-pago, baixo churn e, pela primeira vez desde o 4T23, adições líquidas positivas no pré-pago;
- O EBITDA ex-others aumentou 8,9% YoY e superou nossa estimativa, enquanto o EBITDA reportado atingiu R$ 6,6 bilhões (+10,9% YoY), registrando seu crescimento anual mais forte desde o 3T23 e reforçando a saudável alavancagem operacional e disciplina de custos da companhia;
- O lucro líquido ficou abaixo da nossa estimativa, principalmente devido a maiores despesas de depreciação e amortização e a um resultado financeiro mais fraco;
- No geral, continuamos vendo a Vivo como a operadora de telecomunicações de maior qualidade e mais defensiva do Brasil, sustentada por execução consistente, convergência, crescimento de serviços digitais e uma atrativa remuneração aos acionistas;
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Mineração & Siderurgia: Influência da CMRG Continua Crescendo; Usiminas e Vale Dão Início à Temporada de Resultados do 2T26
- As negociações entre Fortescue e CMRG permanecem sem resolução, com as compras de Super Special Fines da FMG por siderúrgicas domésticas restritas desde 15 de julho, reforçando a crescente influência da CMRG sobre as compras e a precificação na China;
- Além disso, a temporada de resultados do 2T26 começou nesta semana, com: (i) pressões de custos da Vale durante o trimestre (câmbio, frete) devendo ser parcialmente compensadas por mais uma performance operacional sólida (mais detalhes aqui);
- (ii) Usiminas continuando a mostrar melhora de rentabilidade (embora ventos contrários de custos a partir do 3T26E permaneçam como preocupação); e
- (iii) os números do 2T26 recentemente reportados pela Nucor sugerindo mais uma performance positiva no 3T26E (uma implicação positiva para Gerdau);
- Também observamos que os preços do minério de ferro caíram -1% S/S, com os estoques portuários de minério de ferro na China recuando -1% S/S;
- Os preços de bobina quente ficaram estáveis, enquanto os preços de vergalhão caíram -1% S/S no Brasil, com a paridade de importação do aço plano em +25% (+1 p.p. S/S) e a paridade do aço longo em -3% (-1 p.p. S/S);
- Enquanto importações de aço do Egito (isentas de tarifas) sugerem paridade em +8%;
- Por fim, os preços do ouro caíram -1% S/S apesar das entradas em ETFs de +18 toneladas;
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Petrobras (PETR4) | Prévia 2T26: O ambiente segue favorável para resultados fortes
- Nesta terça-feira (28), após o fechamento do mercado, a Petrobras divulgou seu relatório de produção e vendas do 2T26. O principal destaque foi o aumento sequencial da produção de petróleo para 2,69 MMbpd (+4,1% t/t), impulsionado pelo ramp-up de plataformas no pré-sal e pelo início da produção do FPSO P-79 em Búzios;
- Acreditamos que a produção deverá continuar em trajetória de alta nos próximos trimestres. Também apresentamos nossas estimativas para os resultados financeiros da Petrobras no 2T26. Projetamos um EBITDA de cerca de US$ 17,6 bi, sustentado por preços mais altos do Brent, preços realizados mais fortes para derivados e maior produção. Estimamos lucro líquido de US$ 8,0 bi. Do ponto de vista de geração de caixa, projetamos um FCFE de US$ 3,7 bi (3,6% de retorno) e dividendos ordinários de US$ 3,0 bi (2,9% de retorno);
- Também discutimos os resultados do nosso modelo diferencial, que indicam uma faixa de possíveis estimativas de EBITDA entre US$ 16,1 bi e US$ 19,1 bi, com desvio-padrão de aproximadamente ±3,9%. Em suma, esperamos resultados fortes;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Principais notícias dos setores
Nestas publicações diárias, trazemos as principais notícias nacionais e internacionais dos setores: Financeiro, Varejo (e-commerce, supermercados, lojas de roupa, farmácias, etc.), Agro, Alimentos e Bebidas, Energia (óleo & gás e elétricas) e Saúde.
- Entrega XP: Notícias diárias do setor de varejo
- Analisamos o pedido de IPO da Shein para reunir algumas informações que podem ser interessantes para os investidores compreenderem melhor o cenário competitivo do varejo de vestuário;
- De modo geral, vemos dois pilares principais por trás do modelo de negócios da Shein: 1) integração vertical, fortalecida por sistemas proprietários oferecidos gratuitamente aos fornecedores;
- e 2) preços competitivos, alavancados pelo primeiro pilar em conjunto com um mix fortemente concentrado em tecidos sintéticos de menor custo;
- Esses pilares continuam sendo uma realidade, embora a estratégia de precificação cost-plus da companhia tenha sido recentemente desafiada pelo aumento da tributação;
- Em nossa visão, a Shein se destaca como uma concorrente relevante, especialmente em meio ao atual poder de compra restrito, embora o aumento da tributação seja um vento contrário;
- Ainda assim, vemos os players locais bem posicionados em termos de posicionamento de produto/preço e contando com margens brutas sólidas como potenciais alavancas para impulsionar uma maior competitividade de preços, se necessário;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
- XP Daily: As principais notícias do setor Imobiliário
- Esperamos uma temporada positiva no 2T26 para as income properties brasileiras, sustentada pela atividade resiliente dos shoppings e pelo crescimento em aeroportos e logística;
- Para os shoppings, um crescimento de vendas dos lojistas na casa dos dígitos médios (mid-single-digit), alta ocupação e custos de ocupação estáveis devem sustentar as receitas recorrentes, enquanto um carrego mais fraco do IGP-DI/M limita a indexação dos aluguéis;
- A MULT3 deverá ser o destaque, em função de R$ 253 milhões em créditos tributários de PIS/COFINS reconhecidos de forma acelerada e de menores custos imobiliários, enquanto a ALOS3 combina rentabilidade saudável com crescimento de receita de base ampla;
- A IGTI11 deverá se destacar operacionalmente, com o EBITDA ainda crescendo A/A. Além disso, a JHSF3 se beneficia do ramp-up do aeroporto e da receita de venda de terrenos, enquanto a LOGG3 mantém um desempenho recorrente positivo;
- No geral, a dispersão deve refletir principalmente o mix de receitas, os efeitos tributários e as bases de comparação;
- clique aqui para acessar o relatório;
Renda fixa
De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa
- LRCAP: comissão nega recurso da EPP; Eneva e Global podem ser convocadas (Agência Infra);
- Hapvida relança marca NotreDame para crescer na alta renda e reverter perdas em São Paulo (InvestNews);
- ‘Não temos interesse em comprar a Oi Soluções’, diz comando da TIM Brasil (Valor Econômico);
- Perspectiva do rating da FS Biocombustíveis alterada para negativa por aumento de alavancagem; rating ‘brAA-’ reafirmado (S&P National).
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Estratégia
Relatório Temático | Navegando o El Niño: Quais são as potenciais consequências para o Brasil
- Neste relatório temático, combinamos nossas visões dos times de Estratégia, Macro, ESG e setoriais para avaliar os impactos do próximo El Niño, que provavelmente será um dos mais fortes já registrados. Principais conclusões são:
- Macro: a inflação de alimentos deve acelerar a partir do 4T26, à medida que as disrupções climáticas atingem a produção agrícola, atrasando a desinflação e potencialmente contribuindo para manter os juros mais altos por mais tempo;
- ESG: o El Niño atua como um multiplicador de risco climático, reforçando os riscos climáticos físicos e o valor da adaptação e da resiliência corporativa;
- Setores: os impactos variam amplamente: Agro, Alimentos & Bebidas, Utilidade Publica e Varejo estão entre os mais expostos, criando tanto riscos quanto oportunidades de investimento, dependendo da exposição geográfica e do modelo de negócios. Discutimos as visões específicas por ação em mais detalhe ao longo do relatório;
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Pesquisa com assessores XP: Apetite por risco mostra leve deterioração
- Nesta edição da nossa pesquisa com assessores afiliados à XP, observamos um pequeno aumento na intenção de reduzir a exposição em ações. Os principais destaques são:
- A parcela que pretende reduzir a alocação em ações subiu para 14% (+3 p.p. M/M), a que pretende mantê-la inalterada caiu para 65% (-5 p.p. M/M) e a que planeja aumentá-la avançou marginalmente para 21% (+1 p.p. M/M);
- O sentimento dos assessores em relação às ações melhorou ligeiramente para 6,6, ante 6,4 na pesquisa anterior;
- A Renda Fixa segue como a classe de ativo preferida, apesar de uma queda significativa de interesse observada na pesquisa deste mês;
- Riscos fiscais no Brasil seguem como a principal preocupação, seguidos por Instabilidade política/eleições e juros mais altos que o esperado no Brasil;
- Após a recente correção das ações brasileiras, 49% dos assessores reportaram que seus clientes veem uma oportunidade na Bolsa, mas preferem aguardar níveis mais atrativos para aumentar exposição.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.
Alocação & Fundos
Principais notícias
- Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
- IFIX volta a superar os 3.800 pontos; IFIX avança 0,24% nesta terça (Suno Notícias);
- Por que as lajes corporativas perderam espaço no IFIX? (ClubeFII News);
- VINCI mira R$ 1 bilhão de investimentos em novos empreendimentos em Manaus (Buildings);
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- ETF Brief: ETFs brasileiros ganham escala enquanto desalavancagem na Coreia e saídas em Bitcoin expõem riscos de concentração e sensibilidade aos juros
- ETFs aceleram no Brasil e ampliam espaço na indústria de fundos. (InfoMoney)
- South Korea $2 Trillion Stock Rout Breaks Records as SK Hynix Results Disappoint (Reuters)
- Apostas e alavancagem no mercado financeiro e no índice coreano Kospi (Valor Investe)
- Bitcoin ETFs End Inflow Streak as Fed Rate Concerns Mount (Bloomberg)
- Clique aqui para acessar o relatório.
ESG
Ministério da Fazenda abre primeira consulta pública para regulamentação do mercado regulado de carbono | Café com ESG, 29/07
- O pregão de terça-feira fechou em território positivo, com o IBOV e o ISE avançando 0,7% e 0,45%, respectivamente.
- No Brasil, (i) o Ministério Público Federal manifestou-se favoravelmente à ação civil pública que busca suspender a Resolução CVM 244, responsável por substituir a obrigatoriedade de reporte financeiro de informações de sustentabilidade, nos padrões IFRS S1 e S2, por um regime voluntário – segundo especialistas do mercado, com o ingresso do MPF, a ação ganha peso institucional; e (ii) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a abertura de consultas públicas para discutir os editais do primeiro leilão de baterias do país, previsto para dezembro, com o objetivo de contratar sistemas de armazenamento de energia para atender momentos de demanda elevada – o certame será realizado em duas etapas, nos dias 2 e 4 de dezembro, com contratos de potência de reserva de capacidade por 15 anos e início do suprimento em agosto de 2028.
- Ainda no país, o Ministério da Fazenda abriu a primeira consulta pública para regulamentar o mercado regulado de carbono brasileiro, com uma proposta que define o cronograma e os setores sujeitos às obrigações de Monitoramento, Relato e Verificação (MRV) de emissões no âmbito do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) – as obrigações começam em 2027 para empresas com emissões superiores a 10 mil toneladas de carbono equivalente (tCO2e) por ano, enquanto aquelas acima de 25 mil tCO2e também estarão sujeitas a limites de emissão e obrigações de conformidade, com implementação gradual prevista entre 2027 e 2031.
- Clique aqui para acessar o relatório completo.

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