XP Expert

Bolsas em alta; acordo de paz entre EUA e Irã em foco

Na agenda internacional desta semana, destaque para as decisões de juros nos Estados Unidos, Reino Unido e Japão

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
MY Banner Intratexto2semestreMid Year 2026 Hellobar mobile

Ouça no Spreaker

IBOVESPA -0,21% | 171.132 Pontos

CÂMBIO -1,26% | 5,08/USD


O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a semana passada em alta de 1,2% em reais e de 2,7% em dólares, por conta da apreciação de 2,1% do real, aos 171.133 pontos.

A Cury foi o destaque positivo da semana (CURY3, +12,3%), juntamente de outras construtoras, devido ao forte fechamento da curva de juros após expectativas de fim do conflito no Oriente Médio.

Por outro lado, Natura (NATU3, 12,0%) foi o destaque negativo, diante das dúvidas do mercado sobre a manutenção do compromisso de compra pela Advent. Confira o resumo semanal da Bolsa.

Renda Fixa

No comparativo semanal, os juros globais e locais encerraram a semana em queda, em meio ao alívio do risco geopolítico com uma nova perspectiva de acordo entre EUA e Irã e ajustes nas expectativas de política monetária. Nos Estados Unidos, as Treasuries encerraram com a T-note de 2 anos a 4,08% (-8bps vs. semana anterior), a de 10 anos a 4,48% (-6bps) e o T-bond de 30 anos a 4,97% (-4bps).

No Brasil, a curva recuou, especialmente nos vértices intermediários e longos, acompanhando o alívio externo e a queda do petróleo, enquanto o trecho curto mostrou maior resistência diante da cautela com o Copom e o cenário inflacionário, com o DI jan/27 a 14,36% (-7bps), o DI jan/29 a 14,46% (-35bps) e o DI jan/31 a 14,33% (-38bps). A curva de NTN-B teve uma alta nos vértices mais curtos e queda nos mais longos, com a B29 em 8,58% (vs. 8,23%), a B35 em 7,94% (vs. 7,93%) e a B50 em 7,42% (vs. 7,53%).

Mercados globais

Nesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam em alta (S&P 500: +1,2%; Nasdaq 100: +2,0%) após o presidente Donald Trump anunciar que um acordo para encerrar o conflito no Oriente Médio foi concluído. O anúncio também impulsiona uma forte queda do petróleo, com o WTI recuando cerca de 5% após a autorização para a reabertura do Estreito de Ormuz.

Na Ásia, as bolsas fecharam em alta generalizada, com destaque para o Nikkei (Japão), que avançou 5,0%, e para o Kospi (Coreia do Sul), que subiu 5,2%. Na China, as bolsas também registraram altas relevantes (CSI 300: +2,4%; HSI: +0,50%).

Os investidores também seguem acompanhando a SpaceX, que estreou na bolsa na última sexta-feira e encerrou o primeiro pregão com valorização superior a 19%, atingindo valor de mercado acima de US$ 2 trilhões.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) registrou queda de 0,89% no acumulado da semana. Entre os principais segmentos, os FIIs de papel que compõem o índice apresentaram um desempenho de -0,84%, enquanto os fundos de tijolo registraram resultado de -1,15%. Apesar dos sinais de alívio no cenário externo ao longo da semana — com o petróleo recuando para abaixo de US$ 90 por barril após avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã —, os fundos imobiliários mantiveram a trajetória de correção.

Os fundos de papel apresentaram queda de 0,84% na semana, influenciada principalmente pelo desempenho negativo dos fundos high yield. Mantemos a recomendação de alocação apenas em fundos com perfil de risco baixo a moderado no segmento, especialmente aqueles indexados ao IPCA, que devem continuar se beneficiando da inflação corrente elevada na distribuição de rendimentos.

O segmento logístico recuou 0,86% no período, em movimento predominantemente influenciado pelo cenário macroeconômico. Ainda assim, mantemos visão construtiva para seus fundamentos, sustentados por demanda resiliente e oferta controlada, embora o setor continue negociando com prêmio de risco historicamente mais comprimido.

Por fim, os FOFs e os fundos multiestratégia registraram quedas mais contidas na semana, de -0,13% e -0,44%, respectivamente, após recuos mais acentuados nas semanas anteriores. Como resultado, esses fundos seguem negociando com prêmios de risco acima da média histórica e com descontos relevantes em relação à cota patrimonial. Acreditamos que essa dinâmica pode abrir uma boa janela de investimento interessante em alguns desses fundos, especialmente naqueles majoritariamente posicionados em CRIs e/ou FIIs de papel, por apresentarem maior resiliência na distribuição de proventos em um cenário ainda desafiador para a geração consistente de ganhos de capital via giro de carteira. Ainda assim, mantemos a visão de que esses veículos devem permanecer entre os mais voláteis no cenário atual.

Entre os destaques positivos, figuraram CACR11 (4,7%), HCTR11 (+4,0%) e VGRI11 (+3,2%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por BBIG11 (-2,0%), OUJP11 (-1,7%) e KORE11 (-1,1%).

Economia

EUA e Irã anunciaram um acordo de paz, com a assinatura do memorando de entendimento prevista para esta sexta-feira, na Suíça. O Estreito de Ormuz será reaberto na mesma data, após operações de desminagem. O petróleo Brent recua cerca de 5% esta manhã. A principal incerteza recai sobre Israel, que atacou grupos apoiados pelo Irã no Líbano no fim de semana, provocando crítica pública de Trump ao premier Netanyahu.

Na agenda desta semana, destaque para as decisões de juros nos Estados Unidos, Reino Unido, Japão e Brasil. Esperamos corte de 0,25 p.p. na taxa Selic, levando-a para 14,25%. Leia o Economia em Destaque.

Veja todos os detalhes

Economia

EUA e Irã chegam a acordo de paz

  • EUA e Irã alcançaram um texto final de acordo de paz, com a assinatura do memorando de entendimento prevista para esta sexta, na Suíça. Segundo o jornal WSJ, o acordo inclui um período de 60 dias para negociações sobre o programa nuclear iraniano, e Trump afirmou que o Irã comprometeu-se a não obter armas nucleares. O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, que atuou como mediador ao longo do conflito, declarou que ambos os lados anunciaram “a interrupção imediata e permanente das operações militares em todas as frentes”, incluindo o Líbano. Trump também afirmou que o Estreito de Ormuz será reaberto na sexta-feira, com o atraso justificado por operações de desminagem na via marítima. Em paralelo, o bloqueio naval americano aos portos iranianos deverá ser suspenso simultaneamente. O petróleo Brent recua cerca de 5% esta manhã. A principal incerteza recai sobre Israel, que atacou grupos apoiados pelo Irã no Líbano no fim de semana, provocando uma crítica pública de Trump ao premier Netanyahu e gerando dúvidas sobre se o cessar-fogo se estende ao conflito libanês;
  • Na agenda internacional desta semana, destaque para as decisões de juros nos Estados Unidos, Reino Unido e Japão. O mercado espera manutenção nos dois primeiros casos e alta pelo banco central japonês. Na China, atenções voltadas aos dados de atividade econômica de maio. No Brasil, amplo destaque para o Copom. Esperamos corte de 0,25 p.p. na taxa Selic, levando-a para 14,25%. Além disso, a semana contará com a divulgação da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) e do IBC-Br, índice de atividade do Banco Central — ambos referentes a abril.

Empresas

Assaí (ASAI3): Atualizando nossas estimativas após o 1T26; incorporando novas premissas de inflação de alimentos, juros mais altos e premissas calibradas de créditos tributários

  • Atualizamos nosso modelo com (i) novas premissas macro, incluindo inflação de alimentos e taxas de juros mais altas; (ii) G&A mais enxuto após a reestruturação do 1T; (iii) maiores despesas de vendas refletindo a nova legislação trabalhista ‘prestes a ser aprovada’; (iv) antecipação da monetização dos créditos de PIS/Cofins; e (v) efeitos da mudança de ICMS-ST sobre vendas e margem bruta; 
  • Como resultado, cortamos nosso lucro líquido ajustado estimado para 2026-27e (excluindo créditos tributários) em 28-26%, respectivamente, levando-nos a reduzir nosso preço-alvo para R$10,5/ação; 
  • No entanto, mantemos nossa recomendação de Compra, pois esperamos que a aceleração da inflação de alimentos seja marginalmente positiva para as tendências de SSS, enquanto, mesmo sob condições macro adversas, estimamos um FCF yield sólido na casa dos mid-teens em 2026-27e; 
  • Além disso, iniciativas estratégicas permanecem como riscos positivos, dada a visibilidade limitada;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo. 

Óleo e Gás | Acordo de paz entre EUA e Irã

  • Após quinze semanas de conflito, os Estados Unidos e o Irã chegaram a um acordo de paz que inclui o fim do bloqueio norte‑americano e a reabertura do Estreito de Hormuz. Desde então, o Brent recuou para c.$83/bbl (no momento da redação), queda de c.-6% no dia;
  • • Apesar de serem as mais expostas à recente queda do preço do petróleo, seguimos preferindo PRIO e Petrobras. Em nossa visão, esses papéis oferecem o melhor equilíbrio entre risco e retorno, com yields atrativos em 2026, assumindo que os preços do petróleo permaneçam relativamente elevados, ainda embutindo algum prêmio de risco;
  • • A Brava também merece destaque em um cenário em que o petróleo se mantenha elevado entrando em 2027 – nesse caso, seus yields também se tornariam atrativos;
  • • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

O que aconteceu nesta semana na renda fixa?

  • No comparativo semanal, os juros futuros encerraram a semana em queda, em meio ao alívio do risco geopolítico com uma nova perspectiva de acordo entre EUA e Irã e uma nova rodada de ajustes nas expectativas de política monetária;
  • Nos EUA, apesar de leve alta na sexta-feira (12), as Treasuries recuaram no comparativo semanal, com a T-note de 2 anos a 4,08% (-8bps vs. semana anterior), a de 10 anos a 4,48% (-6bps) e o T-bond de 30 anos a 4,97% (-4bps), refletindo a melhora nas expectativas de inflação e maior probabilidade de manutenção dos juros pelo Fed;
  • No Brasil, a curva recuou, especialmente nos vértices intermediários e longos, acompanhando o alívio externo e a queda do petróleo, enquanto o trecho curto mostrou maior resistência diante da cautela com o Copom e o cenário inflacionário, com o DI jan/27 a 14,36% (-7bps), o DI jan/29 a 14,46% (-35bps) e o DI jan/31 a 14,33% (-38bps). A curva de NTN-B encerrou com alta nos vértices mais curtos e queda nos mais longos, com a B29 em 8,58% (vs. 8,23%), a B35 em 7,94% (vs. 7,93%) e a B50 em 7,42% (vs. 7,53%);
  • No mercado secundário de crédito privado, tivemos uma semana mais pressionada, com destaque para uma nova abertura dos spreads nos ativos isentos. Ao longo da semana, observou-se um crescimento da aversão ao risco nas curvas de juros nominal e real, interrompendo o movimento de sequencial de queda nos spreads observado recentemente. Nos papéis atrelados ao CDI, mesmo com uma semana mais desafiadora para a curva de juros, o índice terminou novamente próximo ao da semana anterior, negociando próximo da média histórica.
  • Destaque da semana: No segundo trimestre de 2026, presenciamos um movimento global de maior aversão ao risco, impulsionada por uma conjunção de fatores macroeconômicos. Nesse contexto, as curvas de juros nominal e real apresentaram forte abertura. Os títulos públicos indexados à inflação, as NTN-Bs (Tesouro IPCA+), chegaram a superar o patamar de 8,0% nas últimas semanas. Diante do momento atual, publicamos um novo relatório: ‘IPCA+: Uma janela rara se abriu?’. 


Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Bullets | Fundos Imobiliários (FIIs) [Daily]
    • Hedge Top FOFII 3 FII (HFOF11) | Dividend yield convidativo, sustentado por desconto histórico (Research XP);
    • FIIs na Semana | IFIX registra queda em meio a juros elevados (Research XP);
    • IFIX fecha em alta de 0,3%, mas encerra semana no vermelho (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETF Brief: Vanguard destrona BlackRock na liderança de ETFs nos EUA enquanto IPO da SpaceX e rali de IA pressionam funding do S&P 500 e impulsionam CLO ETFs
    • Vanguard supera BlackRock após décadas e assume liderança no mercado de ETFs dos EUA: a virada histórica na disputa pelo maior emissor de ETFs do mundo redesenha o tabuleiro competitivo da indústria global. (Bloomberg Línea)
    • CLO ETFs Boom on Higher Rates, Private Debt Woes (Bloomberg)
    • S&P 500 Funding Squeeze Driven by AI Rally, SpaceX IPO Stretches Banks (Bloomberg)
    • China Bonds Emerge as Surprise Haven as Iran War Reshapes Portfolios (Reuters)
    • Bitcoin avança com reserva cripto de US\$ 1,3 bilhão da SpaceX em destaque (Investing.com)
    • Clique aqui para acessar o relatório.

ESG

União Europeia decide ampliar imposto de carbono (CBAM) para novos tipos de produtos | Café com ESG, 15/06

  • O mercado encerrou a semana passada em alta, com o Ibovespa subindo 1,2% e o ISE, 1,1%. Já o pregão sexta-feira fechou em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,21% e 0,35%, respectivamente;
  • No internacional, (i) uma pesquisa com quase 2 mil executivos em 18 países, idealizada por grupos ambientais, mostrou que a instabilidade geopolítica aumentou a urgência da eletrificação para quatro em cada cinco entrevistados – a dificuldade de absorver os custos de energia elevou o tema na agenda corporativa, à medida que as empresas buscam formas mais eficientes e economicamente viáveis de eletrificar suas operações; e (ii) os países da União Europeia concordaram em ampliar o imposto de carbono nas fronteiras do bloco (CBAM, na sigla em inglês) para quase 400 novos tipos de importações de aço e alumínio, em uma tentativa de fechar brechas e evitar a evasão da tarifa – em contexto, a medida integra o esforço da UE para preservar sua capacidade industrial e competitividade, ao mesmo tempo em que avança na agenda de descarbonização;
  • No Brasil, depois de alcançar a liderança nas vendas do varejo de automóveis do país, a BYD terá o desafio de manter o posto após o retorno do imposto de importação cheio, de 35%, para os kits CKD (veículos importados totalmente desmontados) e SKD (carros importados parcialmente montados) – segundo Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD no Brasil, a medida terá o potencial de encarecer os modelos que a empresa, de origem chinesa, não fabrica no país;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

CVM retoma debate sobre divulgação de sustentabilidade após recuo; El Niño retorna e intensifica riscos climáticos | Brunch com ESG

  • Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado todos os domingos pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
  • Nesta semana, destacamos: (i) CVM pode reconsiderar o recuo na obrigatoriedade dos relatórios de sustentabilidade alinhados ao IFRS S1 e S2, em meio ao escrutínio do mercado; e (ii) El Niño mais forte coloca riscos climáticos físicos em foco. 
  • Clique aqui pera ler o conteúdo completo.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.