XP Expert

Bolsas em queda com novas tensões no Oriente Médio

Na agenda desta semana, destaque para a divulgação das sondagens PMI preliminares de abril nas principais economias ocidentais

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no X
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail
YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]Onde Investir 2026 mobile

Ouça no Spreaker


IBOVESPA -0,55% | 195.733 Pontos

CÂMBIO -0,62% | 4,96/USD

O que pode impactar o mercado hoje

Ibovespa

O Ibovespa encerrou a semana passada em queda de 0,8% em reais e estável em dólares, aos 195.133 pontos.

Localiza (RENT3, +4,4%; RENT4, +4,5%) foi um dos destaques positivos da semana, após a elevação de preço-alvo por parte dos nossos analistas da XP (veja mais detalhes aqui) e o fechamento da curva de juros local.

Na ponta negativa, as petroleiras PetroReconcavo (RECV3, -9,0%), Prio (PRIO3, -8,9%) e Brava (BRAV3, -10,2%) recuaram, refletindo a queda do preço do petróleo (Brent, -5,1%). Confira o resumo semanal da Bolsa.

Renda Fixa

No comparativo semanal, os juros futuros recuaram após um período de elevada volatilidade, influenciado pelo conflito no Oriente Médio, encerrando a semana com alívio das tensões diante do anúncio do Irã sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. A redução do risco geopolítico contribuiu para a melhora do ambiente externo e favoreceu a reprecificação das expectativas de política monetária. Nos EUA, a T‑Note de 2 anos encerrou em 3,70% (-10 bps vs. semana anterior), a T‑Note de 10 anos em 4,24% (-8 bps) e o T‑Bond de 30 anos em 4,88% (-3 bps). No Brasil, o DI jan/27 fechou em 13,91% (-15 bps), o DI jan/29 em 13,16% (‑22 bps) e o DI jan/31 em 13,31% (‑11 bps).

Mercados globais

Nesta segunda-feira, os futuros nos EUA operam em queda (S&P 500: -0,4%; Nasdaq 100: -0,4%), pressionados pela reescalada das tensões no Oriente Médio após a apreensão de um navio iraniano pelos EUA no fim de semana. O movimento ocorre após uma semana forte para os ativos de risco, com o S&P 500 (+4,5%) e o Nasdaq Composite (+7,2%) renovando máximas históricas. O principal driver volta a ser o petróleo: o WTI sobe cerca de 5,6% (US$ 87,25) e o Brent +4,5% (US$ 94,44), refletindo o risco de nova disrupção no Estreito de Ormuz após restrições recentes ao tráfego marítimo.

Na Europa, as bolsas operam em queda acentuada (Stoxx 600: -1,0%), acompanhando o aumento da aversão ao risco global. O movimento é generalizado entre setores, com destaque negativo para travel & leisure (-2,6%), devolvendo parte dos ganhos recentes diante do risco de restrições energéticas. Em contrapartida, o setor de energia avança (+1,8%), com nomes como Equinor e Vår Energi subindo mais de 4%, refletindo o salto do petróleo.

Na China, os mercados fecharam em alta (HSI: +0,8%; CSI 300: +0,4%), destoando do tom global, enquanto o restante da Ásia apresentou desempenho misto. O Nikkei avançou 0,6% e o Kospi +0,4%, mesmo com a escalada geopolítica, sustentados por fluxo doméstico e resiliência de tech. O pano de fundo segue sendo a combinação de risco geopolítico elevado com fundamentos ainda sólidos na região. Destaque para o crescimento de 5% do PIB chinês no 1T.

IFIX

O Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) encerrou o acumulado da semana passada em alta de 0,52%, sustentado pela resiliência da atividade econômica no início do ano e pelo recente fechamento da curva de juros, refletindo, entre outros fatores, a melhora da percepção de risco em relação aos ativos brasileiros. Esses fatores, aliados à perspectiva de inflação corrente mais elevada, também contribuíram para o desempenho positivo dos fundos de papel, que figuraram entre os principais vetores de alta do IFIX na semana, ao avançarem 0,61%. O movimento foi impulsionado sobretudo pelos fundos indexados ao IPCA. Os fundos de tijolo também encerraram o período em terreno positivo, com alta de 0,34%, impulsionados principalmente pelos fundos de ativos logísticos (+0,52), que, apesar dos prêmios de risco comprimidos, seguem apresentando indicadores operacionais sólidos em um ambiente de dinâmica setorial bastante positiva no mercado logístico. Entre os destaques positivos do pregão, sobressaíram VIUR11 (+4,4%), VGRI11 (+3,9%) e RBRL11 (+2,6%). No campo negativo, as maiores quedas foram registradas por CACR11 (-0,7%), GRUL11 (-0,7%) e HTMX11 (-0,6%).

Economia

O Irã anunciou ao final da semana passada a reabertura total do Estreito de Ormuz ao tráfego comercial durante o cessar-fogo, gerando forte alívio nos mercados globais. O alívio, porém, durou pouco: o presidente Trump manteve o bloqueio naval americano aos portos iranianos, levando o Irã a cancelar a reabertura e a declarar o Estreito novamente fechado. Em paralelo, a Marinha americana apreendeu o cargueiro iraniano Touska no Golfo de Omã, e o Irã recusou participar das conversações de paz no Paquistão. Nesta manhã, o Brent voltou a ser negociado próximo de US$ 90 por barril.

Na China, o banco central (PBoC) manteve as taxas de referência de crédito pelo 11º mês consecutivo — LPR de 1 ano em 3,0% e de 5 anos em 3,5% —, em linha com as expectativas. A postura reflete cautela diante das incertezas do conflito no Oriente Médio.

Na agenda desta semana, no cenário internacional, destaque para os PMIs preliminares de abril nos EUA, Zona do Euro e Reino Unido, e para as vendas no varejo de março nos Estados Unidos. No Brasil, atenções voltadas para as estatísticas do setor externo de março pelo Banco Central, para as quais esperamos os primeiros reflexos da alta do petróleo e dos fretes sobre o balanço de pagamentos.

Veja todos os detalhes

Economia

Estreito de Ormuz volta a ser fechado pelo Irã após EUA manterem bloqueio naval

  • Ao final da semana passada, o Irã anunciou a reabertura total do Estreito de Ormuz ao tráfego comercial durante o período de cessar-fogo, gerando forte alívio nos mercados globais. O preço do petróleo (tipo Brent) recuou cerca de 10%, sendo negociado a 85 dólares por barril. No entanto, o alívio foi de curta duração: ao longo do fim de semana, o presidente Trump reiterou que o bloqueio naval americano aos portos iranianos permaneceria em vigor, o que levou o Irã a cancelar a reabertura e a declarar o Estreito novamente fechado. Em paralelo, a Marinha americana apreendeu o navio cargueiro iraniano Touska no Golfo de Omã, após a tripulação recusar avisos por seis horas. O Irã também recusou participar das conversações de paz convocadas para o Paquistão, alegando que o bloqueio americano viola o acordo de cessar-fogo. Nesta manhã, o petróleo Brent volta a ser negociado ao redor de US$ 90 por barril;
  • Na China, o banco central (PBoC) manteve as taxas de referência de crédito pelo 11º mês consecutivo, em linha com as expectativas de mercado. A taxa de empréstimo de referência de 1 ano (LPR) permaneceu em 3,0%, e a de 5 anos — principal balizador dos financiamentos imobiliários — foi mantida em 3,5%. A decisão reflete uma postura cautelosa diante das incertezas geradas pelo conflito no Oriente Médio, mesmo com o crescimento resiliente no início do ano: o PIB chinês avançou 5,0% no 1T26, acima dos 4,5% registrados no trimestre anterior e dentro da faixa-alvo do governo para o ano. O governo já havia reduzido a meta de crescimento para 2026 para a faixa de 4,5% a 5%, a menos ambiciosa desde os anos 1990. Como maior importador global de combustíveis e economia orientada para exportações, o país segue exposto ao choque do petróleo – que já vem pressionando custos e elevando a incerteza global;
  • Na agenda desta semana, no cenário internacional, destaque para a divulgação das sondagens PMI preliminares de abril nas principais economias ocidentais — EUA, Zona do Euro e Reino Unido —, que trarão mais informações sobre o impacto da guerra no Oriente Médio na atividade das empresas. Ainda nos Estados Unidos, serão divulgadas as vendas no varejo de março. No Brasil, a agenda traz as estatísticas do setor externo de março pelo Banco Central, para as quais esperamos os impactos iniciais da alta do petróleo e fretes sobre o balanço de pagamentos.

Empresas

Simpar (SIMH3): Simpar anuncia a venda da Ciclus Amazônia; Positivo

  • A transação foi anunciada a um EV ajustado de R$668mn (R$270mn de valor de equity e R$398mn de dívida líquida, ajustada por compromissos futuros de capex);
  • Vemos a transação de forma positiva no nível da holding, pois:
  • Reflete um valuation atrativo, com
  • (a) múltiplo de cerca de 8x EV/EBITDA (vs. ~10x da Ciclus Rio, que se beneficia de um estágio mais avançado de redução de riscos de capex) e;
  • (b) retorno implícito de ~80% a.a. sobre o investimento, enquanto o valor do equity do ativo representa apenas ~3% do valor de mercado da SIMH; e
  • Gera alívio adicional na dívida líquida da holding (‑5%, embora com impacto limitado na alavancagem consolidada);
  • Por fim, acreditamos que a transação reforça o foco da Simpar em desalavancagem no nível da holding, especialmente após o aumento de capital privado em andamento, e evidencia a reciclagem de portfólio como uma alavanca relevante dentro da estratégia geral de eficiência;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Óleo e Gás | Choques nos preços do petróleo – conflito EUA–Irã

  • • Os preços do Brent abriram a sessão de negociação desse domingo (19) em cerca de USD 96/bbl, com alta de aproximadamente 7%, revertendo parte da queda anterior. Apenas dois dias antes, na sexta-feira (17), os preços do petróleo haviam despencado para o menor nível em cinco semanas (queda de cerca de 9% em relação ao fechamento anterior);
  • • Em meio a tanta volatilidade, é difícil ter convicção em relação a qualquer cenário específico de preço do petróleo. Preferimos nos basear na análise de cenários em uma gama de preços potenciais do petróleo, com foco tanto (i) nas sensibilidades relativas quanto (ii) nos níveis de retorno absoluto. Em nossa visão, Petrobras e PRIO oferecem o melhor equilíbrio entre risco e retorno, com yields atraentes em 2026 de cerca de 11% e 20%, respectivamente, assumindo o Brent a USD 80/bbl. Essas duas ações também são as mais expostas à alta nos preços do Brent;
  • • A sensibilidade dos FCFE yields para cada aumento de +USD 10/bbl nos preços do Brent situa-se em aproximadamente +2 pp para a Brava, +3 pp para a PetroReconcavo, +3,5 pp para a PBR e +4 pp para a PRIO, incluindo os efeitos de hedge e do imposto de exportação de 120 dias. As distribuidoras de combustível (VBBR, UGPA) também se beneficiam indiretamente dos preços mais altos do petróleo, uma vez que os preços domésticos na saída da refinaria permanecem abaixo da paridade;
  • • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Renda fixa

De Olho na Renda Fixa: principais notícias de crédito privado, mercados e renda fixa

Alocação & Fundos

Principais notícias

  • Fundos Imobiliários (FIIs): confira as principais notícias
    • FIIs na Semana | Fundos de papel como destaque e PMLL11 vai às compras (Research XP);
    • PMLL11 vai às compras e mira participações em ativos do VISC11 (Research XP);
    • IFIX fecha sexta-feira em alta de 0,42% e avança 0,52% na semana (FIIs);
    • Clique aqui para acessar o relatório.
  • ETFs: confira as principais notícias dos índices e movimentos setoriais
    • ETFs no Brasil: rumo ao primeiro trilhão: Em coluna no Valor Econômico, os autores destacam que os ETFs no Brasil avançam rapidamente rumo à marca de R$ 1 trilhão, impulsionados por custos mais baixos, simplicidade, eficiência na captura do retorno de mercado e maior adoção institucional. O crescimento reflete a consolidação dos ETFs como instrumento central de alocação de portfólios, em linha com evidências históricas de que estratégias passivas tendem a superar gestores ativos após custos. (Valor Econômico);
    • VOO Becomes First ETF Ever to Cross $900 Billion in Assets: The Vanguard S&P 500 ETF (VOO) became the first ETF in history to surpass $900 billion in assets, reflecting sustained long‑term inflows, market appreciation, and investors’ preference for low‑cost, core equity exposure. The milestone reinforces VOO’s role as the flagship vehicle for passive access to U.S. equities, with the $1 trillion AUM mark now within reach. (etf.com);
    • XP Asset lança primeiro ETF de prata do país: A XP Asset lançou o SLVR11, primeiro ETF de prata listado na B3, permitindo exposição direta ao metal precioso por meio da réplica do índice LBMA Silver, com exposição cambial, taxa de administração de 0,30% e cota inicial de R$ 50. O produto amplia a oferta de ETFs de commodities no mercado local, refletindo a crescente demanda por ativos reais e instrumentos de proteção em portfólios diversificados. (E-investidor);
    • European Defence Stocks Cool as Investors Reassess War Winners: European defence stocks have pulled back as investors trim crowded positions and reassess valuations, with the Iran conflict highlighting the growing role of low‑cost drones and raising questions about future warfare dynamics. The MSCI Europe Aerospace & Defence Index fell sharply in March, marking its worst monthly drop in five years, as profit‑taking offset still‑positive long‑term expectations for defence spending (Reuters).
    • Acesse o relatório completo aqui

ESG

WEG e fabricantes de baterias pedem incentivo a produto local no 1º leilão de armazenamento de energia | Café com ESG, 20/04

  • O mercado encerrou a semana passada em queda, com o Ibovespa e o ISE recuando 0,8%. Já o pregão de sexta-feira fechou em território misto, com o IBOV caindo 0,55%, enquanto o ISE andou de lado (-0,01%);
  • No Brasil, fabricantes de baterias, incluindo WEG, Moura e UCB Power, solicitaram ao governo a criação de incentivos para o uso de produtos fabricados localmente no primeiro leilão de armazenamento de energia em baterias do país – o objetivo é evitar que as importações atendam integralmente à demanda, sobretudo as provenientes da China, onde o excesso de oferta derrubou os preços de forma acentuada;
  • No internacional, (i) o Departamento de Energia dos EUA (DOE) manterá o financiamento para grandes projetos de captura direta de carbono do ar concedidos durante o governo Biden, após ter considerado cancelá-los no ano passado – segundo o DOE, parte do carbono capturado será utilizado como matéria-prima para a produção de combustível de aviação e outros combustíveis, em um momento em que a cadeia global de suprimento de energia está sob pressão devido à guerra no Irã; e (ii) as vendas de carros totalmente elétricos nos principais mercados europeus saltaram quase um terço no 1T26, à medida que motoristas buscaram alternativas aos motores a combustão após a guerra no Irã provocar alta da gasolina – novos emplacamentos de veículos elétricos a bateria, uma proxy para vendas, cresceram 29,4% no trimestre (vs. mesmo período do ano anterior) e avançaram 51,3% A/A em março, segundo dados da E-Mobility Europe;
  • Clique aqui para acessar o relatório completo.

Atrasos em data centers expõem desafio energético; Europa avança em minerais críticos | Brunch com ESG

  • Pensando em melhor auxiliar os investidores, o Brunch com ESG é um relatório publicado todos os domingos pelo time ESG do Research da XP que busca destacar os principais tópicos da agenda na semana;
  • Nesta semana, destacamos: (i) Atrasos na construção de data centers evidenciam o desafio ambiental de cargas massivas de energia; e (ii) União Europeia aposta em minerais críticos como pilar climático e comercial;
  • Clique aqui pera ler o conteúdo completo.

XPInc CTA

Se você ainda não tem conta na XP Investimentos, abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Disclaimer:

  • Este relatório de análise foi elaborado pela XP Investimentos CCTVM S.A. (“XP Investimentos ou XP”) de acordo com todas as exigências previstas na Resolução CVM 20/2021, tem como objetivo fornecer informações que possam auxiliar o investidor a tomar sua própria decisão de investimento, não constituindo qualquer tipo de oferta ou solicitação de compra e/ou venda de qualquer produto. As informações contidas neste relatório são consideradas válidas na data de sua divulgação e foram obtidas de fontes públicas. A XP Investimentos não se responsabiliza por qualquer decisão tomada pelo cliente com base no presente relatório.
  • Este relatório foi elaborado considerando a classificação de risco dos produtos de modo a gerar resultados de alocação para cada perfil de investidor.
  • O(s) signatário(s) deste relatório declara(m) que as recomendações refletem única e exclusivamente suas análises e opiniões pessoais, que foram produzidas de forma independente, inclusive em relação à XP Investimentos e que estão sujeitas a modificações sem aviso prévio em decorrência de alterações nas condições de mercado, e que sua(s) remuneração(es) é(são) indiretamente influenciada por receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela XP Investimentos.
  • O analista responsável pelo conteúdo deste relatório e pelo cumprimento da Resolução CVM nº 20/2021 está indicado acima, sendo que, caso constem a indicação de mais um analista no relatório, o responsável será o primeiro analista credenciado a ser mencionado no relatório.
  • Os analistas da XP Investimentos estão obrigados ao cumprimento de todas as regras previstas no Código de Conduta da APIMEC Brasil para o Analista de Valores Mobiliários e na Política de Conduta dos Analistas de Valores Mobiliários da XP Investimentos.
  • O atendimento de nossos clientes é realizado por empregados da XP Investimentos ou por assessores de investimento que desempenham suas atividades por meio da XP, em conformidade com a Resolução CVM nº 178/2023, os quais encontram-se registrados na Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários – ANCORD. O assessor de investimento não pode realizar consultoria, administração ou gestão de patrimônio de clientes, devendo atuar como intermediário e solicitar autorização prévia do cliente para a realização de qualquer operação no mercado de capitais.
  • Para fins de verificação da adequação do perfil do investidor aos serviços e produtos de investimento oferecidos pela XP Investimentos, utilizamos a metodologia de adequação dos produtos por portfólio, nos termos das Regras e Procedimentos ANBIMA de Suitability nº 01 e do Código ANBIMA de Distribuição de Produtos de Investimento. Essa metodologia consiste em atribuir uma pontuação máxima de risco para cada perfil de investidor (conservador, moderado e agressivo), bem como uma pontuação de risco para cada um dos produtos oferecidos pela XP Investimentos, de modo que todos os clientes possam ter acesso a todos os produtos, desde que dentro das quantidades e limites da pontuação de risco definidas para o seu perfil. Antes de aplicar nos produtos e/ou contratar os serviços objeto deste material, é importante que você verifique se a sua pontuação de risco atual comporta a aplicação nos produtos e/ou a contratação dos serviços em questão, bem como se há limitações de volume, concentração e/ou quantidade para a aplicação desejada. Você pode consultar essas informações diretamente no momento da transmissão da sua ordem ou, ainda, consultando o risco geral da sua carteira na tela de carteira (Visão Risco). Caso a sua pontuação de risco atual não comporte a aplicação/contratação pretendida, ou caso existam limitações em relação à quantidade e/ou volume financeiro para a referida aplicação/contratação, isto significa que, com base na composição atual da sua carteira, esta aplicação/contratação não está adequada ao seu perfil. Em caso de dúvidas sobre o processo de adequação dos produtos oferecidos pela XP Investimentos ao seu perfil de investidor, consulte o FAQ. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • A rentabilidade de produtos financeiros pode apresentar variações e seu preço ou valor pode aumentar ou diminuir num curto espaço de tempo. Os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos. As informações presentes neste material são baseadas em simulações e os resultados reais poderão ser significativamente diferentes.
  • Este relatório é destinado à circulação exclusiva para a rede de relacionamento da XP Investimentos, incluindo assessores de investimentos da XP e clientes da XP, podendo também ser divulgado no site da XP. Fica proibida sua reprodução ou redistribuição para qualquer pessoa, no todo ou em parte, qualquer que seja o propósito, sem o prévio consentimento expresso da XP Investimentos.
  • 0800 77 20202. A Ouvidoria da XP Investimentos tem a missão de servir de canal de contato sempre que os clientes que não se sentirem satisfeitos com as soluções dadas pela empresa aos seus problemas. O contato pode ser realizado por meio do telefone: 0800 722 3710.
  • O custo da operação e a política de cobrança estão definidos nas tabelas de custos operacionais disponibilizadas no site da XP Investimentos: www.xpi.com.br.
  • A XP Investimentos se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste relatório ou seu conteúdo.
  • A Avaliação Técnica e a Avaliação de Fundamentos seguem diferentes metodologias de análise. A Análise Técnica é executada seguindo conceitos como tendência, suporte, resistência, candles, volumes, médias móveis entre outros. Já a Análise Fundamentalista utiliza como informação os resultados divulgados pelas companhias emissoras e suas projeções. Desta forma, as opiniões dos Analistas Fundamentalistas, que buscam os melhores retornos dadas as condições de mercado, o cenário macroeconômico e os eventos específicos da empresa e do setor, podem divergir das opiniões dos Analistas Técnicos, que visam identificar os movimentos mais prováveis dos preços dos ativos, com utilização de “stops” para limitar as possíveis perdas.
  • Ação é uma fração do capital de uma empresa que é negociada no mercado. É um título de renda variável, ou seja, um investimento no qual a rentabilidade não é preestabelecida, varia conforme as cotações de mercado. O investimento em ações é um investimento de alto risco e os desempenhos anteriores não são necessariamente indicativos de resultados futuros e nenhuma declaração ou garantia, de forma expressa ou implícita, é feita neste material em relação a desempenhos. As condições de mercado, o cenário macroeconômico, os eventos específicos da empresa e do setor podem afetar o desempenho do investimento, podendo resultar até mesmo em significativas perdas patrimoniais. A duração recomendada para o investimento é de médio-longo prazo. Não há quaisquer garantias sobre o patrimônio do cliente neste tipo de produto.
  • O investimento em opções é preferencialmente indicado para investidores de perfil agressivo, de acordo com a política de suitability praticada pela XP Investimentos. No mercado de opções, são negociados direitos de compra ou venda de um bem por preço fixado em data futura, devendo o adquirente do direito negociado pagar um prêmio ao vendedor tal como num acordo seguro. As operações com esses derivativos são consideradas de risco muito alto por apresentarem altas relações de risco e retorno e algumas posições apresentarem a possibilidade de perdas superiores ao capital investido. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto.
  • O investimento em termos são contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos. O preço será o valor da ação adicionado de uma parcela correspondente aos juros – que são fixados livremente em mercado, em função do prazo do contrato. Toda transação a termo requer um depósito de garantia. Essas garantias são prestadas em duas formas: cobertura ou margem.
  • O investimento em Mercados Futuros embute riscos de perdas patrimoniais significativos. Commodity é um objeto ou determinante de preço de um contrato futuro ou outro instrumento derivativo, podendo consubstanciar um índice, uma taxa, um valor mobiliário ou produto físico. É um investimento de risco muito alto, que contempla a possibilidade de oscilação de preço devido à utilização de alavancagem financeira. A duração recomendada para o investimento é de curto prazo e o patrimônio do cliente não está garantido neste tipo de produto. As condições de mercado, mudanças climáticas e o cenário macroeconômico podem afetar o desempenho do investimento.
  • ESTA INSTITUIÇÃO É ADERENTE AO CÓDIGO ANBIMA DE DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO.
  • A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


    Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies e a nossa Política de Privacidade.